quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Tecnologia como barreira: A falta de inovação nivela por baixo a concorrência no setor


União setorial é necessária para estimular a inovação tecnológica no processo produtivo e, assim, impedir a entrada indiscriminada de empresas no mercado, com concorrência predatória




http://revista.construcaomercado.com.br/guia//habitacao-financiamento-imobiliario/126/tecnologia-como-barreira-uniao-setorial-e-necessaria-para-estimular-244317-1.asp?utm_source=Virtual+Target&utm_medium=email&utm_content=&utm_campaign=NL+GUIA+126&utm_term=

Por Eduardo Campos Lima




Luiz Henrique Ceotto



Para Luiz Henrique Ceotto, diretor de projeto e construção da Tishman Speyer, a falta de integração no setor dificulta a apropriação de inovações tecnológicas e facilita o surgimento de construtoras pouco habilitadas. "Sem barreira de entrada, demonstra-se a incompetência quebrando. Só que aí a empresa já atrapalhou a venda de todo mundo", acrescenta. Para sanar o problema é preciso fortalecer o diálogo na cadeia construtiva, estimulando a adesão a soluções integradas e padronizadas, à industrialização produtiva do processo construtivo e ao desenvolvimento de inovação tecnológica nacional. A união do setor criaria mecanismos sofisticados de proteção a empresas e clientes, como seguros obrigatórios de assistência técnica vinculados à venda.





A conformação atual do setor estimula a inovação?

A inovação tecnológica nas construtoras seria, num primeiro momento, as empresas se apropriarem das tecnologias já existentes - e não desenvolverem coisas novas.



Nem as tecnologias já disponíveis são utilizadas?

Não temos todas as tecnologias disponíveis no mundo, mas temos as principais e estamos fazendo pouco uso delas. Para usar a tecnologia, é preciso analisar o impacto em todos os pontos da obra e como isso se reflete no contrato, nos empreiteiros, no planejamento e na contratação de equipamentos.



Por que isso acontece?

O nosso setor é muito conservador. Como a nossa tendência não é planejar, mas contratar, não existe trabalho de base, formando grupos de trabalho na empresa que, efetivamente, apropriem-se da tecnologia. Isso é decidido, muitas vezes, pelo gestor da obra e só quando a tecnologia está na obra o pessoal começa a pensar sobre o assunto.



Quais as consequências para o construtor?

É algo que não é apenas custoso - às vezes, há muita patologia, às vezes há improdutividade. A falta de gestão, no sentido da correta apropriação da tecnologia, faz com que ela não funcione bem com relação a custo, à produtividade ou ao desempenho. O problema aí não está na tecnologia, mas na maneira como foi apropriada.



Empresas novas e inexperientes encontram barreiras tecnológicas?

Não, aqui no Brasil o responsável técnico pela obra nunca é chamado às falas. Costumo brincar que um dentista bem-sucedido se junta a um engenheiro desempregado e forma uma empresa. Sem experiência, quando calculam o custo esquecem de provisionar uma série de verbas que faltarão no futuro; a tendência é colocar preços muito baixos, inviáveis, o que faz com que a empresa quebre - mas apenas após ter competido predatoriamente com outras. Depois, esse mesmo engenheiro faz bobagem em outra empresa e não acontece nada. Se não houver barreira de entrada por competência, não há setor que resista.



Como gerar barreira de entrada?

Fazendo com que os responsáveis técnicos tenham uma história a ser avaliada. Por exemplo, na Inglaterra e em outros países europeus, a venda do imóvel é atrelada a um seguro obrigatório de assistência técnica. Aconteça o que acontecer com seu apartamento, tanto durante a construção quanto após a construção - por dez ou 20 anos -, esse seguro cobrirá. Ora, a companhia seguradora analisa o currículo da empresa e das pessoas que a estão gerindo para verificar se o seguro custará caro ou barato. Se o pessoal ainda não tiver história comprovada, o seguro fica muito caro - e isso tira a empresa do mercado. Outra barreira é exigir que, para ser responsável técnico por um empreendimento, o profissional apresente determinado currículo. Se a tarefa for fazer uma casinha, pode ser recém-formado. Mas se for uma obra de 100 mil m², é preciso ter experiência.



Nesse caso, quem seria o responsável pela regulação?

O Crea (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), por exemplo, mas prefiro que seja pelo seguro, porque é uma boa solução para o cliente e para as construtoras. As mais experientes e com histórico muito positivo terão seguro reduzido, ao passo que aquelas inexperientes ou que cometeram muitos erros no passado ficam inviáveis. É uma questão de mercado.



Muitas vezes, as empresas têm bom desempenho, mas não conseguem avaliar isso adequadamente.

Há falta de medição. Existem maneiras simples de medir a produtividade global numa obra, calculada pelo número de homens/hora/metro quadrado na área construída. Entretanto, as empresas não fazem essas medições. Não é preocupação, por exemplo, dos Sinduscons (Sindicatos da Indústria da Construção) do Brasil inteiro padronizar essas medidas. Se não apropriarmos produtividade, não vamos chegar a lugar algum. Se você não mede, não sabe se está melhorando ou piorando.



Qual o peso do desperdício de material decorrente da baixa produtividade?

Participei de uma medição, em 1985, quando ainda não havia armadura cortada e dobrada. Foi uma época em que se desperdiçava muito. Havia potencial de redução de custo da ordem de 20 a 25%. Havia tecnologia disponível para evitar o desperdício. Era só questão de gestão para baixar o custo em 20%, pois a maior parte do desperdício era com mão de obra. A produtividade era de 80 homens/hora/metro quadrado. Hoje é de 35, 40 homens/hora/metro quadrado. Ou seja: reduzimos a quantidade de gente pela metade. Hoje, o potencial de economia é muito menor, talvez de 10%. O mercado fornece uma série de alternativas. Ninguém mais compra bloco que não seja paletizado. Há 25 anos, o bloco era empilhado, jogado de cima do caminhão e ficavam pilhas de cacos.



Qual é o principal entrave atualmente?

Gestão e tecnologia. Se há tecnologia no mercado e não se apropria, por desorganização, o problema é de gestão. Antigamente, se alguém quisesse usar drywall, por exemplo, teria que importar e contar com grande estrutura. Agora, qualquer pessoa pode contratar uma aplicadora de drywall.



O mercado de equipamentos está preparado para atender à demanda?

Não consigo entender, por exemplo, porque falta grua no Brasil, já que é muito fácil de fabricar. Falta visão aos fabricantes de componentes. É claro que temos impostos e juros de investimento muito altos. Isso faz com que o custo de fabricar as coisas no Brasil seja muito mais alto que importar. Mas isso é só parte do problema. Os setores não conversam e por isso não conseguem planejar investimentos.



E quanto à qualidade dos equipamentos?

Nós fabricamos bons elevadores de cremalheira, por exemplo. Só que muito pouco está sendo fabricado no Brasil. É melhor importar da China, onde a qualidade já foi muito ruim, mas agora melhorou.



Devido à falta de mão de obra, tem ocorrido a inversão do fluxo de terceirização. Isso é um erro estratégico?

Houve um momento em que o pessoal começou a ter mão de obra e esse processo está se revertendo. Não tenho estatísticas, mas conheço empresas que fizeram isso e agora estão desistindo. Temos que incentivar as empresas especializadas para que as construtoras sejam general contractors. Quem trabalha para uma empresa especializada tem tendência zero de ficar desempregado, pois ou não existe sazonalidade ou ela é muito pequena. Numa construtora, a sazonalidade é muito grande. Não tem sentido retornar ao passado.



E a contrapartida é verdadeira? Estão aparecendo mais empresas especializadas no mercado?

Não, porque não trabalhamos como setor e não favorecemos o aparecimento dessas empresas. Temos que identificar os gargalos e fazer os setores se entenderem para investir em mão de obra, na formação de empresas.



Como o senhor avalia a interação entre universidades e empresas?

Melhorou um pouquinho. Para que haja sucesso, é preciso que uma construtora, uma fábrica de componentes e a universidade atuem juntas. Mas não se formaram líderes capazes de gerir esse tipo de processo. Empresas, fabricantes e universidade, muitas vezes, não se entendem.



Como a norma de coordenação modular influencia os projetos?

Não existe industrialização da construção sem norma de coordenação modular obrigatória. Teria que ser transformada em lei, ao lado da norma de desempenho. Hoje, qualquer um faz o que quer com relação à coordenação modular: um componente não conversa com o outro. Ao colocar o componente no mercado, esse produto deveria estar adequado à norma de coordenação modular. Se isso não for obrigatório, não vai sair nunca. A norma tem mais de 60 anos e até agora não aconteceu nada. Isso gera desperdício grande - e o maior desperdício é a mão de obra devido à quantidade de trabalho nas interfaces.


Trilhas de Verão nos parques municipais de São Paulo

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Curso de férias: O "Aquagito" no Centro de Educação Ambiental do Parque da Água Vermelha, em Sorocaba - SP


02/01/2012 | FÉRIAS

Inscrição para o "Aquagito" acontece nesta terça e quarta-feira

As inscrições para crianças de 7 a 12 anos interessadas em participar do curso de férias, o "Aquagito", deverão ser feitas nesta terça e quarta-feira (3 e 4). A inscrição acontecerá das 9h às 17h, no Centro de Educação Ambiental do Parque da Água Vermelha. As vagas serão preenchidas por ordem de chegada.


De 9 a 13 de janeiro, a atividade de educação ambiental trabalhará com o tema "Energia e Geração Sustentável". O curso apresentará de forma lúdica e interativa as principais formas de produção da energia elétrica utilizada no Brasil, bem como os seus benefícios e impactos ambientais. O objetivo é a sensibilização quanto ao consumo sustentável da energia, o que inclui a diminuição de seu desperdício e a preferência por produtos que gastem energia de maneira mais eficiente. 

As atividades serão realizadas por meio de jogos interativos, atividades práticas, batepapo, visita a uma hidrelétrica, tarefas socioambientais, entre outras.

Ao todo, serão oferecidas 40 vagas. É obrigatória a apresentação do RG ou certidão de nascimento no ato da inscrição. O parque fica na Rua România, 150, Jardim Europa. Informações pelo telefone 3221.6643. 
Férias na Bica
As crianças de 7 a 12 anos interessadas em participar do "II Férias na Bica" no Parque da Biquinha devem se inscrever somente nesta quarta-feira (4), das 8h às 12h, no próprio parque. O sorteio será realizado logo em seguida, às 13h30, quando será necessário a presença do responsável e/ou do participante. Os interessados devem levar o documento original com foto. 

O "Férias na Bica" acontecerá de 9 a 13 de janeiro. Durante esses cinco dias, os participantes vão aprender e se divertir com o tema "Sons da Natureza -  Que som é esse?"

O objetivo é de apresentar, por meio do lúdico, a importância da música na qualidade de vida das pessoas e a sua ligação com os sons da natureza e as diferentes culturas. "A nossa ideia é envolver e sensibilizar as nossas crianças para o respeito com o ambiente e com as diferentes culturas", explica Cristiane Crispim, coordenadora do curso.

Durante toda a semana as crianças, participarão de várias atividades como palestra sobre o tema, oficina de música, jogos cooperativos e uma saída a campo para uma área verde da região, proporcionando o contato com os sons da natureza. Para o encerramento, as crianças participarão de um Grande Jogo no parque, relacionado ao tema. 

Ao todo, serão oferecidas 80 vagas. O Parque da Biquinha fica na Av. Comendador Pereira Inácio, 1.112, Jardim Emília. Informações pelo telefone 3224.1997. 
No Zoo
Já os adolescentes de 13 a 17 anos que queiram participar do "Tranzoo Adolescentes" devem se inscrever nesta quinta-feira (5), das 9h às 17h, e na sexta-feira (6), das 9h às 15h, na biblioteca do Parque Zoológico Municipal "Quinzinho de Barros". O sorteio das vagas será realizado na sexta-feira, às 15h30.

A atividade acontecerá de 16 a 20 de janeiro. Durante uma semana, os jovens de 13 a 17 anos participarão de diversas atividades com o tema "Energia que sustenta". O objetivo é sensibilizar e informar o público sobre qual a importância de se usar uma energia sustentável e seus benefícios dentro de casa. 

O curso envolve jogos, oficinas, trekking, visitas técnicas e uma série de atividades diferenciadas, que também proporcionarão momentos de diversão e lazer para os participantes. 

Ao todo, serão oferecidas 60 vagas. É obrigatório trazer um comprovante de idade no momento da inscrição. O "Quinzinho de Barros" fica na Rua Teodoro Kaisel, 883, na Vila Hortência. Informações pelo telefone 3227.5454.

Até fora do campo o Barça faz escola: Proíbe fumo no Camp Nou e pune torcedor flagrado com cigarro!

02/01/2012 - 20h00

Barcelona proíbe fumo no Camp Nou e pune torcedor flagrado com cigarro

http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/espanhol/ultimas-noticias/2012/01/02/barcelona-proibe-fumo-no-camp-nou-e-pune-torcedor-flagrado-com-cigarro.htm


Do UOL Esporte
Em São Paulo 




O ar ficará mais leve nas dependências do Camp Nou nesta temporada. A partir de quarta-feira, quando o Barcelona enfrente o Osasuña pela Copa do Rei, entra em vigor a norma que proíbe o fumo em qualquer local do estádio em dias de jogo, segundo o jornal Marca.
A regra foi aprovada no ano passado e faz parte da campanha “Camp Nou Sem Fumo”, que entra em vigor neste ano. A decisão foi tomada em assembleia realizada no dia 24 de setembro. Foram 538 votos a favor, 89 contra e 38 em branco.
Funcionários do Barcelona serão responsáveis pela fiscalização. Quem for flagrado fumando será convidado a deixar o estádio. Caso o torcedor continue fumando, será solicitada a sua identificação com a carteirinha de sócio e o caso será analisado pela Comissão de Disciplina do clube.
Nas últimas semanas, o clube catalão realizou uma campanha para informar os torcedores sobre a proibição. A adesão era apenas voluntária. Foram distribuídos folhetos e instaladas faixas em diversos pontos do estádio.
Além do Barcelona, a Uefa também apertou o cerco ao cigarro nos locais de jogo.  Em outubro do ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a entidade esportiva vai proibir o uso, a venda e a propaganda de tabaco nos estádios da Eurocopa 2012. O torneio será disputado na Ucrânia e na Polônia em junho.

Distribuição de diesel S50 menos poluente é obrigatória no país


A frota brasileira de veículos pesados é de aproximadamente 2,3 milhões e a estimativa da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é que serão vendidos entre 160 mil e 170 mil em 2012
[ i ] O diesel S50 contém teor de enxofre de 50 miligramas por quilo de combustível (mg/kg), bem menor que o S500 e o S1800, com teor mais de dez vezes superior Foto: Chico Batata O diesel S50 contém teor de enxofre de 50 miligramas por quilo de combustível (mg/kg), bem menor que o S500 e o S1800, com teor mais de dez vezes superior
Brasília - A partir deste domingo (1º) é obrigatória a distribuição do óleo diesel S50, com baixo teor de enxofre, em todas as regiões do país. Além de ser menos poluente, o combustível é indispensável para o funcionamento dos motores comerciais pesados, como caminhões e ônibus, fabricados a partir de 2012 e comercializados no mercado interno brasileiro.
O diesel S50 contém teor de enxofre de 50 miligramas por quilo de combustível (mg/kg), bem menor que o S500 e o S1800, os mais comercializados atualmente, com teor de enxofre mais de dez vezes superior.
Nos novos motores, o diesel S50 deve reduzir em até 80% as emissões de materiais particulados e em 98% as de óxidos nitrosos. Nos demais motores, no entanto, a redução das emissões será limitada a até 15%, o que deve ser resolvido ao longo do tempo com a renovação da frota.
A frota brasileira de veículos pesados é de aproximadamente 2,3 milhões de veículos e a estimativa da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é que serão vendidos entre 160 mil e 170 mil em 2012.
O Ministério de Minas e Energia informou que outra novidade é a necessidade dos novos veículos pesados usarem um agente, chamado Arla 32, que neutraliza as emissões de óxidos nitrosos e de materiais particulados. O produto, no entanto, não pode ser misturado ao óleo diesel, sendo colocado em um tanque exclusivo identificado com tampa azul, e injetado em dosagem controlada na saída dos gases do escapamento, antes do catalisador.
A substituição do diesel mais poluente foi definida em 2002 pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e deveria ter entrado em vigor em 2009, mas só começou a sair do papel depois da intervenção da Justiça. Para 2013, o acordo prevê a substituição do S-50 por uma versão de diesel com teor de enxofre ainda menor, o S-10, com limite de 10 miligramas de enxofre por quilo de combustível (mg/kg).

Proposta sustentável para o meio ambiente poderá ter vantagem em licitações



COMISSÕES / AGRICULTURA
02/01/2012 - 12h52

[Foto: ]
As normas para licitações e contratos públicos poderão incluir a sustentabilidade ambiental entre os critérios para seleção de propostas, desde que o atributo seja comprovado por meio de certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A medida consta de emenda apresentada ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 5/2011, que está pronto para ser votado na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA).
O projeto, de autoria do senador Magno Malta (PR-ES), altera a Lei de Licitações (Lei 8.666/1993) para estabelecer que sejam considerados critérios de proteção ambiental na contratação de produtos e serviços pela administração pública. Prevê ainda que tais requisitos sejam valorizados como critério de desempate entre os participantes da licitação.
Como forma de comprovação das práticas sustentáveis, o relator na CRA, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), propõe que o licitante apresente certificação do Inmetro, de acordo com a NBR ISO 14001, selo conferido a empresas e organizações que adotam política de gestão ambiental. Também sugere que seja exigido um relatório anual de sustentabilidade e a possibilidade de novas formas de comprovação a serem previstas em futuro regulamento a ser estabelecido por decreto presidencial.
Raupp considera necessário definir como serão comprovadas as práticas de sustentabilidade ambiental para "conferir maior transparência" aos processos de licitação e para evitar "eventual dirigismo nas licitações públicas".
A proposta já foi aprovada pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), com emendas. Entre outras mudanças, os senadores da CMA sugeriram que, nas compras públicas, seja observada "a compatibilidade do bem a ser adquirido com as exigências relativas à proteção do meio ambiente".
O projeto deverá entrar na pauta da Comissão de Agricultura em fevereiro, logo após o recesso parlamentar. Após o exame pela CRA, o texto segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde será votado em decisão terminativa. Decisão terminativa é aquela tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado. Quando tramita terminativamente, o projeto não vai a Plenário: dependendo do tipo de matéria e do resultado da votação, ele é enviado diretamente à Câmara dos Deputados, encaminhado à sanção, promulgado ou arquivado. Ele somente será votado pelo Plenário do Senado se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores, for apresentado à Mesa. Após a votação do parecer da comissão, o prazo para a interposição de recurso para a apreciação da matéria no Plenário do Senado é de cinco dias úteis. .
Iara Guimarães Altafin / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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Casa sustentável a partir de garrafas plásticas


Casal de idosos constrói casa sustentável a partir de garrafas plásticas


Postado em 03/01/2012 às 13h28

O casal salvadorenho Maria Ponce, 78, e Prudencio Amaya, de 102 anos, construíram juntos uma casa com garrafas de plástico recicladas. | Imagem: Luis Romero / AP

Existem várias maneiras pelas quais podemos ajudar o meio ambiente. Uma das formas mais poderosas é a reciclagem de resíduos de produtos. No entanto, a reciclagem não significa sempre uma atividade “séria” de ir e limpar todo o lixo. Esta pode ser uma tarefa simples e divertida.
O casal salvadorenho Maria Ponce, 78, e Prudencio Amaya, de 102 anos, construíram juntos uma casa com garrafas de plástico recicladas.
Esta moradia sustentável, apelidada de “La Casita Encantada”, localizada perto de El Transito, em El Salvador, atrai muitos turistas que gostam de ver a criatividade do casal e apreciar seus esforços. A construção é pequena, porém bastante confortável. A casa foi decorada com pinturas coloridas e outros pequenos itens.
Maria, que não tinha dinheiro para construir uma casa tradicional, disse que um sonho em 2005 revelou a ela a forma de uma casa a partir de garrafas plásticas. A construção levou cerca de três meses.
Ela e seu companheiro sobrevivem com aproximadamente dez dólares por semana, provenientes de uma safra de milho e doações de turistas que viajam para ver "La Casita Encantada".
Embora a razão por trás da construção com garrafas tenha sido a escassez de dinheiro, a reutilização deste material ajudou a não descartar grande quantidade de resíduos plásticos. Assim, a reciclagem serviu com um propósito duplo. Com informações do EcoFriend. 

RJ na frente: Bolsa Verde do Rio - BV Rio - em 2012


Ambiente terá contratos de efluentes líquidos industriais, créditos de reciclagem, logística reversa e de carbono


Divulgação
Assinatura dos convênios da BVRio com a presença de Pedro Moura Costa (esq), Eduarda La Rocque da Secretaria Municipal da Fazenda e Suzana Kahn, subsecretária de economia verde
Assinatura dos convênios da BVRio com a presença de Pedro Moura Costa (esq), Eduarda La Rocque da Secretaria Municipal da Fazenda e Suzana Kahn, subsecretária de economia verde

São Paulo – A cidade do Rio de Janeiro terá, a partir de junho de 2012, uma bolsa de valores para a negociação de contratos ligados ao meio ambiente. A Bolsa Verde do Rio (BV Rio) irá oferecer ativos para efluentes líquidos industriais da Baía de Guanabara, créditos de reciclagem, logística reversa e de carbono, além de reposição florestal.
Quem comanda a BV Rio, constituída como uma ONG, é Pedro Moura Costa, que trabalha no segmento de crédito de carbono há 20 anos. Costa chegou a fundar em Londres a EcoSecurities em 1997, empresa especializada em projetos e soluções para o mercado de carbono que fez um IPO em 2005 e depois foi adquirida pelo JPMorgan.
“O objetivo da BV Rio é se tornar uma referência nacional. Vamos começar pelo Rio e depois expandirmos para outros estados. O Governo do Rio já está assinando um termo de cooperação com o Amazonas, Acre e Pará para incluí-los no mercado”, disse Pedro Moura Costa em uma entrevista para EXAME.com.
A bolsa tem como associados a Funrio, a E2 (nova empresa de Costa) e o ex-presidente do IBGE e economista, Sérgio Bresserman. O governo municipal e estadual fazem parte do Conselho da BV Rio com a participação da secretária de Fazenda da cidade do Rio, Eduarda La Rocque, o secretário de estado do meio ambiente, Carlos Minc, e a subsecretária de economia verde, Suzana Kahn.
“Vamos ter uma bolsa com a criação das commodities ambientais que não existem ainda e depois colocá-las em uma plataforma eletrônica”, diz Costa. Ele ressalta que a bolsa ainda não tem um orçamento, mas que a maior parte dos recursos terão origem em doações de capital a fundo perdido de agências de desenvolvimento, como do governo suíço.
Como irá funcionar
Em janeiro, um grupo de trabalho começa a se reunir para o desenho das primeiras commodities. As propostas devem estar prontas em abril e as primeiras transações acontecer em junho. O mercado de carbono e de ativos ambientais ainda não é regulamentado e não é considerado um valor mobiliário.
Costa explica que ainda está sendo avaliado como será feita a gestão do risco da contraparte. “Uma das nossas preocupações é não ter regras muito onerosas que afastem os pequenos participantes”, afirma. O executivo ressalta que para cada ativo ambiental um setor da economia será envolvido.
“Na compensação florestal, por exemplo, serão as indústrias de todo o estado. Nos efluentes da Guanabara, são as indústrias que descarregam detritos no local. A vantagem é que o custo cai para as empresas e aumenta a flexibilidade. A empresa pode vender o excesso da redução dos danos ambientais para quem tem um custo de diminuí-los maior”, aponta.

Proposta dos indicadores de sustentabilidade para agências de comunicação




Falar de sustentabilidade e propagar ideais ecologicamente corretos tem se tornado essencial para a boa postura de uma Organização. A ocorrência cada vez mais freqüente de catástrofes naturais tem alertado os gestores para uma nova realidade, na qual a preservação e respeito à natureza torna-se uma questão de responsabilidade social.

“A publicidade é fundamental desde que eduque a população.” Kofi Annan, no IV Congresso Brasileiro de Publicidade
Trabalhar a publicidade nesse contexto significa explorar a mudança de consciência empresarial, que por muito tempo, valorizou apenas o lucro. Sabemos que a postura do consumidor também está mudando. A cada dia, mais pessoas atribuem sua decisão de compra à produtos e marcas que emprestam seus selos para iniciativas socioecologicas. Pensando nisso, a ABAP (Associação Brasileira de Agências de Publicidade), com apoio acadêmico da Escola Superior de Propaganda e Marketing, elaborou os Indicadores de Sustentabilidade. Com eles agências e publicitários estarão mais alinhados ao pensamento contemporâneo focado na sustentabilidade.
Trata-se de uma série de questões envolvendo práticas sustentáveis e condutas ecologicamente corretas, pautadas a partir das atividades das Agências de Comunicação. Elas foram planejadas para permitir às Agências adotarem caminhos e posturas socioambientais e que conseqüentemente diminuam os impactos na natureza. Para a ABAP o principal objetivo é motivar as agências de comunicação a disseminar práticas sustentáveis nas mensagens publicitárias, colaborando com a educação da população*. As respostas a esses indicadores vão ajudar as Agências a avaliarem seu grau de comprometimento com a questão ecológica. Clique aqui para conhecer os indicadores.
Não se pode fechar os olhos para essa realidade. Atualmente, a boa reputação de uma empresa requer atitudes pensadas de acordo com a tônica sustentável. Além de produzir boas campanhas e promover o sucesso de uma marca é importante que a publicidade insira no pensamento coletivo que sustentabilidade e consumo podem caminhar juntos.
E você, como está preparando sua Agência para se adequar a essas posturas? Comece por informatizar seus processos economizando papel, planilhas e otimizando seu tempo. Conheça o iClips.







2012: A vida continua!


02/01/2012 - 10h30

Vem aí o fim do mundo, mas não será neste ano

GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1028800-vem-ai-o-fim-do-mundo-mas-nao-sera-neste-ano.shtml


Resigne-se: o mundo vai mesmo acabar. Isso só não deve ser em 2012, como muita gente anda dizendo por aí.
Daqui a 1 bilhão de anos, nosso planeta estará fadado à morte certa, com um futuro de temperaturas escaldantes insustentáveis para a manutenção da vida. O culpado? O Sol, a caminho de uma espécie de velhice estelar.
"Faz parte da evolução das estrelas do tipo do Sol. Quando o hidrogênio de seu núcleo vai acabando, a consequência é a estrela aumentar. Isso interfere em seu brilho e na energia que chega à Terra", diz Gustavo Rojas, astrofísico da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).

Nasa/Associated Press
O envelhecimento do Sol fará com que os astro se expanda, colocando em risco os planetas
O envelhecimento do Sol fará com que os astro se expanda, colocando em risco os planetas

Embora a presença de vida (ao menos por enquanto) seja exclusividade do Sistema Solar, nossa estrela é de um tipo bastante comum Universo afora.
As estrelas são amontoados de gás incandescente, sobretudo hidrogênio. No núcleo, os átomos se chocam em um ambiente de altíssima pressão, desencadeando a chamada fusão nuclear. Esse processo gera muita energia e permite que a estrela tenha um tamanho estável.
O problema é que esse combustível não dura para sempre e, à medida que ele vai acabando, outro elemento, o hélio (resultado da fusão do hidrogênio) começa ele mesmo a ser fundido.
Essa substituição faz com que as camadas externas da estrela se expandam. É como se o calor se espalhasse pela extensão da estrela, que fica mais fria e, portanto, mais avermelhada. É esse futuro como gigante vermelha que espera o Sol daqui a pelo menos 5 bilhões de anos.
Seu tamanho deverá aumentar em torno de 200 vezes, o suficiente para "engolir" Mercúrio, Vênus e, muito provavelmente, a Terra.
As condições de vida por aqui, porém, irão se deteriorar bem antes disso.
"Daqui a 1 bilhão de anos, com o aumento do brilho do Sol, os oceanos já terão evaporado. Até as rochas derreterão. A vida já terá acabado", diz Carolina Chavero, do Observatório Nacional, no Rio.
Tudo isso ainda levará muito tempo para acontecer, mas já existem cientistas propondo alternativas à aniquilação da humanidade. Uma delas seria a migração.
"A zona habitável [região em que há água no estado líquido] do Sistema Solar também mudará. Regiões antes muito frias vão esquentar", diz Gustavo Rojas. Uma boa primeira parada seria Marte.
O "descanso", porém, seria temporário. O Sol logo começaria a fritar também a superfície marciana.
Em mais alguns bilhões de anos, o chamado cinturão de Kuiper, onde fica Plutão, é que terá condições ideais.
Soluções mais malucas, como um guarda-sol para barrar parte da luz estelar, e até um complexo sistema que usaria a força gravitacional de cometas para "empurrar" a Terra para outra órbita, também já foram pensadas.

17 dicas para ser mais sustentável em 2012


Dicas são simples de serem praticadas, basta ficar atento a elas e esforçar um pouco para fazer a diferença no futuro do planeta



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Botão de ligar/desligar
Escolha eletrodomésticos com melhor eficiência energética. Os aparelhos nacionais possuem o selo Procel e os importados o selo Energy Star
São Paulo - Para você manter hábitos sustentáveis em 2012 e não deixar somente como promessa de fazer algo melhor para o planeta, separamos algumas dicas para tornar seu ano mais ecológico, assim você diminui sua pegada ambiental e colabora com o meio ambiente local e global. Através de pequenas mudanças podemos fazer muito pelo nosso futuro.
Produtos de Limpeza
O primeiro passo para adquirir uma vida mais sustentável pode ser dado em sua própria casa, na escolha dos produtos de limpeza que você utiliza. Alternativas caseiras como sódio, limão e vinagre podem substituir os produtos de limpeza tradicionais que muitas vezes são tóxicos para o meio ambiente. Se optar por comprar ao invés de fabricar o seu, escolha os que são biodegradáveis e evite os que possuem fosfato em sua composição.
Sacolas Plásticas
O plástico mata milhares de animais por ano além de poluírem o meio ambiente. O papel apesar de biodegradável possui desvantagens ambientais e econômicas em sua fabricação, sendo assim escolha sacolas de pano ou retornáveis para fazer o transporte de suas compras.
Papel
Para o consumo de papel prefira o reciclado que consome de 70% a 90% menos energia que o comum além de poupar nossas florestas.
Garrafas Plásticas
Reutilize garrafas plásticas quando estas não puderem ser substituídas ou escolha squeezes e canecas para matar sua sede. Além de sair mais barato você evita o descarte no meio ambiente. Para os outros produtos que contenham plástico escolha os de embalagens maiores e de preferência com refil; embalagens pequenas é sinônimo de desperdício de água, combustível e recursos naturais.
Economia de energia
Existem diversas maneiras de se poupar energia dentro de casa, uma delas é utilizar uma garrafa térmica com água gelada e cubos de gelo; esta opção evita o abre-fecha da geladeira e fornecerá água gelada para um dia inteiro. Quando for cozinhar retire todos os ingredientes da geladeira de uma só vez.
Eletrodomésticos
Mantenha sua geladeira longe do fogão, pois com o calor, a geladeira precisa consumir mais energia para compensar o aumento da temperatura. Descongele sua geladeira ou freezer antigos pois o excesso de gelo faz com que circule menos ar frio no aparelho sendo necessário maior gasto energético para compensar ou considere trocar de aparelho. Os eletrodomésticos novos consomem até metade da energia, se comparado aos modelos antigos.
Lâmpadas
Substitua as lâmpadas incandescentes por fluorescentes que gastam 60% menos energia. Retire os aparelhos da tomada ao invés de deixar em standby pois este modo consome de 15 a 40% de energia mesmo estando desligado.
Computador
Participe de ações virtuais. A internet é uma boa arma para conscientização e mobilização das pessoas. Faça reuniões de trabalho por vídeo conferência para encontros de quinze minutos ao invés de presenciais. Você evita o trânsito, a emissão de gás carbônico, o estresse além de economizar dinheiro e poupar o meio ambiente. Desligue o computador se ficar mais de duas horas sem utilizá-lo e o monitor por 15 minutos. O maior responsável pelo consumo energético do computador é o monitor, os de LCD são mais econômicos.
Desligue o ar condicionado a uma hora do final do expediente; a economia de 12,5% diária representará o equivalente a quase um mês de economia no final do ano. Faça a manutenção do seu equipamento; um ar condicionado sujo representa 158 kg de CO2 a mais na atmosfera por ano. O ventilador de teto consome 90% menos energia, combinar o uso dos dois também pode ser uma boa opção, para isso regule o ar condicionado no mínimo e ligue o ventilador.
Lavando Roupa
Retire imediatamente as roupas da máquina de lavar quando estiverem limpas e pendure-as no varal ao invés de usar a secadora, deste modo as roupas ficarão menos amassadas poupando energia e trabalho na hora de passar. Para lavar a louça ou a roupa procure usar água morna ou fria, e utilize as máquinas quando estiverem cheias, se não for possível use a metade da capacidade e selecione o modo de menor consumo.
Água
Não é muito difícil economizar água em nossas atividades diárias. Basta fechar a torneira enquanto escovar os dentes, reduzir alguns minutos do banho de preferência de chuveiro ao invés de banhos de banheira que consomem até quatro vezes mais energia e água, não permitir que as crianças brinquem com água, instalar válvulas na descarga para regular a quantidade de água liberada e nos hotéis, opte por trocar lençóis e toalhas a cada três dias.
Cozinha
Para manter uma cozinha ecologicamente correta o primeiro passo é manter a dispensa e a geladeira organizadas. Isso contribui para um melhor planejamento da lista de compras, evitando gastos desnecessários, desperdício de alimentos e de energia. Faça farinha de rosca com pães velhos e salada com as frutas não muito frescas ao invés de dispensá-las.
Tampe suas panelas enquanto você cozinha e aproveite mais o calor. Prefira cozinhar na panela de pressão além de ser mais rápido você economiza 70% de gás. Cozinhe em fogo brando, pois por mais que você aumente o fogo sua comida não cozinhará mais depressa porque a água não ultrapassa 100 ºC em uma panela comum. Coma menos carne vermelha, a criação de bovinos é uma das maiores emissoras de gases de efeito estufa além de demandar grande quantidade de água em sua produção. Escolha alimentos frescos ao invés de congelados e enlatados.
A comida congelada é mais cara e consome mais energia ao ser produzida e os enlatados geram mais resíduos. Evite pedir comida para viagem economizando as embalagens utilizadas. Compre produtos orgânicos e incentive o comércio para que os preços caiam. Estes alimentos respeitam os ciclos de vida dos animais, vegetais e do solo e não contaminam o meio ambiente, além de serem muito mais saudáveis. Frequente restaurante que estimulam este tipo de alimentação.
Lixo
Faça compostagem do material orgânico que sobrar, reduzindo o lixo dos aterros sanitários e a emissão de metano na atmosfera. Além de reduzir o problema você terá um jardim bonito e saudável. Faça coleta seletiva dos materiais reciclados e se não houver este serviço em seu bairro procure um posto de coleta. O óleo de cozinha costuma ser jogado na pia, mas cada litro de óleo chega a poluir um milhão de litros de água. Existem pontos de coleta específicos somente para esse material.
Pilhas
Use somente baterias e pilhas recarregáveis ou invés de pilhas comuns. Não troque de celular se ele ainda estiver em pleno funcionamento. As peças do aparelho usam derivados de petróleo e metais pesados em suas baterias.
er sustentável no caso do consumo não significa que estamos proibidos de fazer compras mas que podemos optar por produtos mais duráveis, verificar se é ecológico e quais os impactos de seu descarte.
Transporte
Ao comprar um carro por exemplo escolha o modelo mais ecológico, que emita menos poluente como o flex ou os carros movidos a etanol. Apesar da dúvida sobre o álcool ser menos poluente que a gasolina ou não, parte do gás carbônico emitido pela sua queima é reabsorvida pela própria cana-de-açúcar plantada. Carros menores e de motor 1.0 poluem menos. Mantenha o carro regulado, ande mais de transporte coletivo, ofereça carona e ande mais a pé ou de bicicleta.
Meio Ambiente
Tenha responsabilidade ambiental, plante uma árvore em seu bairro, proteja uma floresta, regue as plantas à noite ou pela manhã bem cedo, assim você impede que a água se perca na evaporação, e também evita choques térmicos que podem agredir suas plantas; informe-se sobre a política ambiental das empresas que você contrata e considere o impacto de seus investimentos.
Essas dicas são muito simples de serem praticadas, basta atentarmos a elas e nos esforçar um pouco para fazermos diferença no futuro do planeta.





segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

“Chongming Bicycle Park” ou Parque da Bicicleta em Chongming


Designers criam parque para incentivar o uso das bicicletas

Desenvolvido para uma competição da Ecowan, intenção era criar um oásis urbano nas imediações da cidade de Xangai


Divulgação
Parque Sustentável

O Parque será uma forte mensagem para um estilo de vida mais verde e incentivará o maior uso de bicicletas em relação a outros transportes convencionais
São Paulo - A "cidade" espiral é o pontapé inicial do mais novo estúdio de design denominado JDS. O projeto “Chongming Bicycle Park” ou Parque da Bicicleta em Chongming foi desenvolvido para uma competição criada pela Ecowan – site de notícias sobre design sustentável, na tentativa de criar o que pode ser chamado de um oásis urbano nas imediações da cidade de Xangai.
O projeto possui um centro de visitação, uma sala multifunção e um museu de bicicleta. Há também muita grama e verde para apresentar uma bela vista e uma sensação natural. Toda a estrutura é em espiral ascendente e o gradiente suave das rampas torna o lugar uma espaço maravilhoso para caminhadas e ciclismo.
O centro de visitação foi feito como ponto de entrada. Ele também serve como local de informação onde os visitantes podem saber sobre tudo e também pedir esclarecimentos. Este espaço foi construído para funcionar como um símbolo do Parque e, portanto, está posicionado logo no início. Ao mesmo tempo, representa a relação entre o esporte, a consciência social, a tecnologia, a evolução do ciclismo e lazer.
A principal atração, no entanto, será o museu da bicicleta; concebido para servir como uma dupla hélice. Assim, pode-se pedalar para cima e descer as espirais, enquanto admira as bicicletas expostas. Todo o local será definitivamente uma forte mensagem para um estilo de vida mais verde e incentivará o maior uso de bicicletas em relação a outros transportes convencionais, que utiliza combustíveis fósseis.

Cubatão e Guarujá, no litoral de São Paulo, são as cidades do Estado que mais têm habitações em favelas em relação ao total de casas


02/01/2012 - 08h59

Cidades do litoral têm maior proporção de moradia precária em SP


Cubatão e Guarujá, no litoral de São Paulo, são as cidades do Estado que mais têm habitações em favelas em relação ao total de casas, segundo reportagem de Eduardo Geraquepublicada na edição desta segunda-feira daFolha.
A reportagem completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
De acordo com o texto, em Cubatão, 41% das residências são precárias, segundo o censo de 2010 do IBGE; já no Guarujá, 31%. Em todo o Estado, o índice da favelização atinge 6%. Isso significa 748.801 moradias com 2,7 milhões de pessoas.
Em termos relativos, a região metropolitana da Baixada tem o maior deficit habitacional do Estado, mostra a Pesquisa de Condição de Vida da Fundação Seade, de 2006. Faltam 50 mil casas, 9,9% do total.
Na região metropolitana de São Paulo, por exemplo, o deficit é de 5,6% --ou seja, 318 mil unidades. As favelas não entram nesta conta. Elas são consideradas moradias inadequadas pelo governo.
Fábio Braga-28.dez.11/Folhapress
Favela Vila Baiana, no Guarujá, a campeã em favelização do litoral; lá, 26.095 das moradias são "subnormais"
Favela Vila Baiana, no Guarujá, a campeã em favelização do litoral; lá, 26.095 das moradias são "subnormais"

Segurança nos parques: Prevenção ou fatalidade?


02/01/2012 - 04h53

Guarda florestal é assassinada em parque nacional nos EUA

DA FRANCE PRESSE

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1028757-guarda-florestal-e-assassinada-em-parque-nacional-nos-eua.shtml


Uma guarda florestal americana foi assassinada neste domingo (1) no parque nacional Mount Rainier, na Califórnia, dando início a uma operação de perseguição do assassino, que continua foragido, informaram as autoridades.
O suspeito fugiu a pé depois de disparar com um rifle contra Margaret Anderson, 34, informou um porta-voz do parque, que foi fechado depois de retirar os visitantes.
Um canal de TV local informou que a guarda tentou impedir a passagem de um carro. O motorista saiu e, ao ser detido por outros guardas florestais, abriu fogo, atingindo Margaret. Depois, ele fugiu a pé pela mata.

Cachoeira do Escorrega por R$11,00...


01/01/2012 - 22h48

Moradores rejeitam cobrança para frequentar cachoeira no RJ



A compra da Cachoeira do Escorrega pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) no início de dezembro pegou de surpresa os moradores e comerciantes do município de Visconde de Mauá, na serra fluminense. Eles estão descontentes com a possibilidade da cobrança de R$ 11 para entrar na cachoeira, famosa por ser um tobogã natural.
A queda d'água integra uma área de 37 hectares que o Parque Nacional do Itatiaia --a primeira unidade de conservação criada no Brasil-- comprou por cerca de R$ 1 milhão. A medida faz parte da estratégia de regularização da unidade para torná-la mais atrativa aos turistas e integra o Programa Parques da Copa, dos ministérios do Meio Ambiente e do Turismo.
Próximo da Cachoeira do Escorrega, que fica na região da Maromba, em Mauá, a administração prevê a construção de um centro de visitantes, com banheiros e informações sobre a unidade, além de postos de fiscalização para impedir a entrada invasores ou a depredação. Mas a medida que menos a agrada é a possível cobrança de ingresso para descer no tobogã.
"Sempre fomos na cachoeira e ninguém nunca cobrou nada", disse o gerente da Pousada Cabanas da Fazenda --que fica a 600 metros da Escorrega-- e morador de Mauá, Avaílton Mendes. Ele disse que mesmo sendo área privada, o dono, um alemão que se encantou com a região anos atrás, nunca impediu a entrada ou cobrou ingressos. "Sempre foi de graça", declarou.
Nascido em Mauá, o engenheiro ambiental Halley Soares Hardiman acha uma incoerência ser cobrado ingresso depois de a área ter sido adquirida pelo governo. "É nosso patrimônio", disse. Pondera, no entanto, que um valor acessível poderia ser revertido na organização do estacionamento e no recolhimento de lixo nos dias mais frequentados, como feriados.
"No geral, não vejo muitos problemas [que exijam investimentos altos] porque não têm casas para cima [do rio] que possam causar poluição. E para quem mora lá, para quem está acostumado desde criança a ir aos finais de semana, um ingresso de R$ 11 é muito alto", disse.
Também preocupada com o fluxo de turistas, que contam em Visconde de Mauá com dezenas de cachoeira, mas nenhuma tão "emocionante", a dona da Pousada Amor Perfeito, Goreti Nascimento, também criticou a decisão do ICMBio. "A Cachoeira do Escorrega é parada obrigatória para quem vem, e o pagamento de ingresso não me parece uma boa ideia", disse.
Sem descartar discutir o preço com os moradores, o presidente do Instituto Chico Mendes, Rômulo Melo, explicou que a cobrança é feita em todas as unidades de conservação do país, como o Parque Nacional de Fernando de Noronha (PE) e o Parque Nacional da Floresta da Tijuca (RJ). Porém, destacou que o valor não está fechado e vai variar de acordo com o perfil do visitante.
"Parte dos nossos investimentos estão associados a esse processo do turismo e, por isso, são cobrados ingressos", declarou Melo. "Temos valores estabelecidos em função da realidade de cada parque e do tipo de turismo. Fazemos diferenciação entre turista brasileiro, pessoas que estão no entorno da unidade, estudantes, pessoas mais velhas e de baixa renda", afirmou.
Segundo Melo, na tentativa de "resgatar atributos cênicos" do Itatiaia e regularizar desapropriações que não tinham sido totalmente indenizadas desde a ampliação da unidade na década de 1980, cinco áreas foram compradas recentemente pelo Instituto Chico Mendes.
Criado em 1937, o Parque do Itatiaia, cujo nome vem do tupi e significa penhasco cheio de pontas, está na Mata Atlântica e é formado por montanhas que estão entre as mais altas do país. Lá está localizado o Pico das Agulhas Negras, com mais de 2,7 mil metros.

Brasil sugere criação de conselho sobre sustentabilidade na ONU

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por Redação EcoD

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Postado em Economia e Política em 29/12/2011 às 11h05



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sede da onu, em nova york
Plenário da Assembleia Geral da ONU, na sede das Nações Unidas, em Nova York/Foto: Luke Redmond

Entre as propostas enviadas em novembro pelo governo brasileiro às Nações Unidas, no sentido de estimularem o debate durante a Rio+20, está a criação de um Conselho sobre Desenvolvimento Sustentável, informou na quarta-feira, 28 de dezembro, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

“Esperamos ser exitosos na questão da governança e evoluirmos com a proposta de criação de um Conselho sobre Desenvolvimento Sustentável nas Nações Unidas”, adiantou Teixeira à Agência Brasil. Segundo ela, existe atualmente apenas uma comissão, criada em 1992, que não tem a representatividade de um conselho.
Segundo a ministra, os principais desafios da Rio+20 vão envolver questões sobre como reduzir a pobreza e a desigualdade no mundo, a promoção do desenvolvimento com bases mais sustentáveis e como coordenar as políticas públicas do setor. A Rio+20 será realizada no Rio de Janeiro a partir do dia 20 de junho de 2012, duas décadas depois da Rio-92.
“Há uma expectativa muito grande de que os eventos (da Rio+20) não permaneçam somente enquanto eventos, mas tenham um dia seguinte e que aconteçam em bases que melhorem a qualidade de vida, da infraestrutura urbana e da vida nas cidades e de cada cidadão brasileiro” - Izabella Teixeira.
De acordo com a ministra, os “desafios são enormes”, mas há “uma sensação internacional de que é possível sim explorar esse caminho e termos na conferência um êxito em relação ao desenvolvimento sustentável”. Ela ressaltou esperar que a Rio+20 traga resultados e “que o planeta inteiro assuma objetivos sobre desenvolvimento sustentável, estabelecendo metas mensuráveis”.
Em São Paulo, a ministra se reuniu com João Carlos Martins, regente da Orquestra Bachianas, na casa do maestro, em São Paulo. No encontro, ela solicitou ao maestro para que ele componha um tema para a conferência que aborde a “riqueza do planeta e os desafios”. O músico respondeu que o tema está sendo criado e será inspirado na 6ª Sinfonia de Beethoven.
A ministra também convidou Martins para fazer parte da equipe brasileira que está preparando a Rio+20. “Criei uma categoria que chamei de embaixadores ou amigos da Rio+20 (da qual o maestro fará parte), que são pessoas que, por intermédio da cultura, vão ajudar o governo e a sociedade para desenvolver o maior encontro de desenvolvimento sustentável desse século”. O maestro também foi convidado para fazer a contagem regressiva para a conferência, que terá início em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.
O encontro contou também com a participação de Denise Hamú, chefe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) no Brasil.