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domingo, 13 de julho de 2014

Que tal usar café para abastecer seu carro?

Que tal usar café para abastecer seu carro?

Redação do Site Inovação Tecnológica - 30/06/2014
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Que tal usar café para abastecer seu carro?. 30/06/2014. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=usar-cafe-abastecer-carro. Capturado em 13/07/2014. 
Que tal tomar um cafezinho e reciclar o que sobrou para ajudar a encher o tanque do seu carro?
Esta é uma possibilidade real porque até 20% da borra de café - o que sobra depois que o café foi coado - é óleo puro.
Óleo de café
Vários grupos ao redor do mundo, incluindo brasileiros, já produziram biodiesel a partir da borra de café.
O grande desafio é extrair esse óleo para transformá-lo em biodiesel e garantir que a produtividade seja constante, independentemente do tipo de café que gerou a borra.
Isto não é mais problema, conforme demonstraram Rhodri Jenkins e seus colegas da Universidade de Bath, no Reino Unido.
Para ter certeza de que o processo funcionaria com todas as variedades de café, Jenkins e seus colegas produziram o biodiesel a partir de pó de café produzido em 20 regiões do mundo, incluindo versões cafeinadas e descafeinadas e vários tipos de cultivares.
Não apenas o rendimento foi consistente, como a qualidade do óleo produzido é menos variável do que se esperava.
Na média, o óleo produzido a partir das diversas amostras continha entre 44 e 50% de ácido linolênico, entre 35 e 40% de ácido palmítico, entre 7 e 8% de ácido oleico e entre 7 e 8% de ácido esteárico.
Transesterificação
A equipe extraiu o óleo do café por meio de um processo chamado transesterificação, no qual a borra do café é mergulhada em um solvente orgânico, sendo quimicamente transformada em biodiesel.
"Este óleo tem propriedades semelhantes às matérias-primas atuais usadas para produzir biocombustíveis. Mas, enquanto aquelas são cultivadas especificamente para a produção de combustível, a borra de café é resíduo. Ao utilizá-la, há um potencial real para produzir um biocombustível de segunda geração verdadeiramente sustentável," disse o professor Chris Chuck, coordenador do experimento.
Refinaria individual
Os pesquisadores reconhecem que, apesar do potencial da reciclagem, o óleo de café poderia compor apenas uma parcela pequena da demanda por biodiesel - a produção mundial de café é estimada em 9 milhões de toneladas anuais, o que representa um potencial de 1,8 milhão de toneladas de biodiesel.
Contudo, a grande vantagem é a possibilidade de sua produção em pequena escala, para alimentar frotas de prefeituras ou entidades que façam o recolhimento dos resíduos de café, apontam eles.
"Nós estimamos que uma pequena cafeteria produza cerca de 10 quilogramas de borra de café por dia, o que pode ser usado para produzir cerca de 2 litros de biocombustível," disse Jenkins.
Outros grupos já demonstraram que há também formas de usar a borra de café para gerar produtos mais nobres, como materiais luminescentes para uso em Medicina.
Bibliografia:

Effect of the Type of Bean, Processing, and Geographical Location on the Biodiesel Produced from Waste Coffee Grounds
Rhodri W. Jenkins, Natasha E. Stageman, Christopher M. Fortune, Christopher J. Chuck
Energy & Fuels
Vol.: 28 (2), pp 1166-1174
DOI: 10.1021/ef4022976

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Efeito cascata...

Consumo da gás natural bate recorde histórico em março por geração térmica

segunda-feira, 5 de maio de 2014 11:41 BRT
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SÃO PAULO, 5 Mai (Reuters) - O consumo de gás natural no Brasil em março bateu recorde histórico, puxado pelo forte acionamento de termelétricas, que estão ligadas para ajudar no abastecimento de energia do país em momento de baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas.
O consumo do produto no mês foi de 74,6 milhões de metros cúbicos por dia, em média, aumento de 2,5 por cento em relação a fevereiro e de 7,4 por cento ante março de 2013, informou a Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) nesta segunda-feira.
O volume registrado em março é o maior desde o início da comercialização de gás no país, há 23 anos.
O segmento de geração elétrica apresentou aumento de 5,8 por cento no consumo ante fevereiro, e de 22,9 por cento em relação ao mesmo período do ano passado.
O consumo do segmento industrial aumentou 5,3 por cento no em março na comparação anual, e 0,5 por cento ante fevereiro. Já o consumo residencial cresceu 21,9 por cento em relação a fevereiro, e 6,2 por cento na comparação com março de 2013.
No setor comercial, o consumo subiu 9,4 por cento ante março anterior e 2,76 por cento sobre fevereiro. O segmento automotivo teve retração de 3,7 por cento contra fevereiro e de 4,3 por cento no ano a ano.
A região Sudeste concentra o maior consumo de gás natural do país, com volume médio diário de 51,6 milhões de metros cúbicos, seguida pelo Nordeste, com 10,1 milhões de metros cúbicos.
(Texto de Anna Flávia Rochas)

domingo, 23 de março de 2014

Empresa sueca lança carregador de eletrônicos à base de água


Empresa sueca myFC lança carregador de eletrônicos à base de água



Por Redação em 16.03.2014 às 16h05
Powertrekk2
A empresa sueca myFC lançou uma novidade que promete tranquilizar muita gente que não vive sem o smartphone: o Powertrekk, carregador portátil de dispositivos móveis como celulares, câmeras, mp3 players e GPS que funciona à base de água. Semelhante a um estojo, o Powertrekk pode ser transportado facilmente e evita situações de incomunicabilidade por falta de bateria. 
Powertrekk
O dispositivo utiliza um cartucho descartável que contém componentes químicos derivados do silício que, em contato com água, geram uma reação que produz hidrogênio que por consequência gera a eletricidade limpa para carregar os aparelhos eletrônicos. 
Além da função "emergencial" com água, o Powertrekk também pode ser utilizado como um carregador convencional que pode ser conectado a uma tomada ou a um computador.
O Powertrekk é anunciado como um equipamento para quem gosta de esportes radicais, que exige visitar áreas onde nem sempre se pode carregar eletrônicos e também como um dispositivo de segurança, para situações emergenciais como desastres naturais que impedem o fornecimento de energia em centros urbanos. Ele será apresentado pela primeira vez na América Latina no mês de março, no Chile. O valor é de aproximadamente 650 reais (199 euros).
Confira um vídeo de demonstração do Powertrekk:


Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/sustentabilidade/Empresa-sueca-myFC-lanca-carregador-de-eletronicos-a-base-de-agua/#ixzz2wnRk9xey 


O conteúdo do Canaltech é protegido sob a licença Creative Commons (CC BY-NC-ND). Você pode reproduzi-lo, desde que insira créditos COM O LINK para o conteúdo original e não faça uso comercial de nossa produção. 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

São Paulo busca sustentabilidade com ônibus a bateria

21/02/2014 - 16:51hs

São Paulo busca sustentabilidade com ônibus a bateria


Projeto pioneiro no mundo foi desenvolvido em parceria por empresas do Japão e do Brasil. Objetivo é reduzir emissão de poluentes no meio ambiente.



Edson Lopes Jr.


Estado vai verificar viabilidade econômica do projeto
São Paulo – O estado de São Paulo está testando o primeiro ônibus movido totalmente a baterias do mundo. O objetivo do novo veículo é reduzir a emissão de poluentes no meio ambiente. Os testes com passageiros começaram na quinta-feira (20), com a participação do governador Geraldo Alckmin.


Os custos do projeto foram bancados pelas empresas Mitsubishi Heavy Industries (MHI) e Mitsubishi Corporation (MC), do Japão, e pela concessionária brasileira Metra (Sistema Metropolitano de Transportes). Já o desenvolvimento da tecnologia foi feito pela MHI e pela brasileira Eletra Industrial.



“A montagem do conjunto foi feito pela Eletra Industrial. O ônibus é quase todo brasileiro, o chassi, a carroceria, o motor. Só a bateria e o carregador são japoneses”, conta Ivan Regina, gerente de Planejamento e Projetos da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), órgão estadual que fiscaliza e regulamenta o transporte na região metropolitana de São Paulo.



Segundo informações da EMTU, as baterias são compostas por íons de lítio recarregáveis, como as utilizadas em equipamentos eletrônicos portáteis, capazes de armazenar muito mais energia do que as baterias de tração usadas mais comumente. Os ônibus a bateria também dispensam o uso dos cabos que ligam os tradicionais trólebus à rede elétrica da cidade.



Durante seis meses, o veículo, que tem 18 metros e capacidade para 124 passageiros, vai ficar rodando em sistema de testes no trecho de 11 quilômetros entre o Terminal Metropolitano Diadema e a estação Morumbi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).



De acordo com a EMTU, a operação foi planejada para permitir quatro recargas rápidas ao longo do dia, cada uma com duração de quatro minutos, no Terminal Diadema, totalizando 160 km de rodagem por dia, incluindo deslocamentos entre a garagem e o terminal. O ônibus receberá também cargas lentas, com duração de duas a três horas, na garagem da Concessionária Metra durante a noite e em horários de baixa demanda de passageiros.



Nesta fase de testes, a EMTU vai avaliar a viabilidade financeira do projeto para verificar se vale a pena implementá-lo na frota paulista. “O objetivo é saber quanto custa. Nessa mesma linha, vai rodar este ônibus (a bateria) e o ônibus sombra (a diesel) para comparar o custo do diesel com a bateria”, explica Ivan.



“Teoricamente, o custo do elétrico é menor do que o diesel, mas temos uma certificadora do processo que vai verificar o gasto de energia”, diz o executivo. A empresa que vai fazer a verificação dos custos é a paulistana Netz, de engenharia automotiva.



Ivan lembra, no entanto, que a principal meta do projeto é ambiental. Segundo ele, um ônibus a diesel gasta 3,5 mil litros de combustível por mês e emite nove toneladas de gás carbônico. “O ônibus a bateria é mais silencioso que o normal, já as condições de conforto são tão boas quanto as dos outros. Para o usuário é indiferente, a diferença é para o meio ambiente”, afirma.



Ele ressalta que não há dinheiro do governo do estado envolvido no projeto e que ainda não é possível saber quanto as concessionárias poderão economizar na operação e manutenção de suas frotas, caso o novo ônibus venha a ser aprovado para uso regular.



“O ônibus [a bateria] tem toda a flexibilidade do diesel e não emite gás que causa o efeito estufa. É um sonho de ônibus. Se a parte econômica for atendida, a sociedade ficará muito satisfeita”, diz Ivan. De acordo com o gerente da EMTU, não há previsão de aumentos das tarifas para os usuários caso o novo ônibus venha a ser adotado.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Google investe mais de 1 bilhão de dólares em energias renováveis


Google investe mais de 1 bilhão de dólares em energias renováveis


Por Redação em 18.02.2014 às 09h00 - atualizado em 18.02.2014 às 10h20
Usina de Ivanpah

Empresas de tecnologia são uma das maiores consumidoras de energia do planeta. Os gigantescos data centers consomem quantidades imensas de eletricidade, e a demanda por estruturas desse tipo é cada dia maior, ou seja, o consumo cresce exponencialmente. E o impacto ambiental também aumenta muito, fora os custos dessa energia.
Pensando nisso, grandes empresas da área estão procurando diversificar as fontes energéticas, e um dos focos são as energias renováveis, como energia eólica e solar. Porém, nenhuma empresa está usando mais energia limpa do que o Google, que já investiu mais de US$ 1 bilhão em 15 instalações. Para se ter uma idéia do volume do investimento, no mesmo período a empresa gastou US$ 2 bilhões para manter e atualizar o hardware de seus servidores.
O investimento mais recente e notório é a usina solar de Ivanpah, na fronteira entre os estados da Califórnia e Nevada, nos EUA, que é a maior usina térmica solar do planeta. Na estrutura, 347 mil espelhos refletem a luz solar abundante do deserto em uma torre com água, que ferve e faz girar uma turbina capaz de produzir 392 megawatts de eletricidade, o suficiente para alimentar 140 mil casas.
Porém ainda há um longo caminho pela frente. Por enquanto, apenas 34% do total de energia consumida pela empresa vem de fontes renováveis, mas ela se comprometeu a atingir a marca de 100%. Se todas as grandes empresas da área tomassem a mesma iniciativa, o impacto ambiental seria minimizado consideravelmente. 
Além do impacto ambiental, pode-se considerar a economia a longo prazo, pois a energia de uma fonte limpa vem com um preço bem menor, após um certo tempo de operação. Os custos para a construção e instalação de usinas eólicas e solares são altos, mas o custo da energia é praticamente zero após elas entrarem em operação.


sábado, 25 de janeiro de 2014

Torneira gera energia usando fluxo da água

Torneira gera energia usando fluxo da água

Projetada pelo coreano Ryan Jongwoo Choi, o ES Pipe Waterwheel é um sistema que gera energia à partir do fluxo da água. O produto funciona com um gerador em formato de turbina e fica dentro da torneira girando enquanto a água passa e transforma em energia o fluxo de água cada vez que a torneira é aberta.
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O equipamento utiliza um conceito parecido com o aproveitamento de energia cinética dos moinhos de água. Basta abrir a água para que os “mini moinhos” de dentro do equipamento gerem energia elétrica.
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Toda a eletricidade gerada fica armazenada em lâmpadas removíveis que ficam localizadas na parte superior do tubo.
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Assim que as lâmpadas se carregam, podem ser retiradas do tubo e usadas normalmente. A invenção foi finalista do prêmio IDEA 2012 (Prêmio de Excelência Internacional de Design).
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Para saber mais sobre o projeto e sobre outras ideias inovadores de Choi, visite o site oficial (em inglês).
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Fonte: Arquitetura Sustentável, com informações em Inhabitat, Hypeness e Ambiental Sustentável

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Energia lunar...

Tecnologia para gerar eletricidade na Lua à noite

SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Tecnologia para gerar eletricidade na Lua à noite. 08/01/2014. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tecnologia-gerar-eletricidade-lua-noite. Capturado em 13/01/2014. 

Redação do Site Inovação Tecnológica - 08/01/2014
Tecnologia para gerar eletricidade na Lua à noite
Refletores de Fresnel (azul e cinza escuro) concentram os raios solares em um coletor, abaixo do qual há um tubo cheio de fluido que se transforma em gás quando aquecido. Esse gás aquece a massa térmica ou um reservatório (caixa cinza), que pode transferir esse calor para um motor Stirling (objeto em forma de cruz) para produzir eletricidade. Um radiador (azul) pode aquecer rovers e tripulantes. A capa amarela é um protetor que impede o calor de se dissipar rapidamente.[Imagem: Blai Climent et al.]
Energia solar à noite
Quando se fala em energia solar, todos se lembram do seu grande inconveniente: a energia só é gerada durante o dia, e precisa ser armazenada de alguma forma para ser usada à noite.
O problema será muito maior quando se tratar de abastecer estações tripuladas na Lua.
A noite lunar dura 14 dias terrestres, período no qual as temperaturas chegam a -150 º C.
Isso complica o movimento de veículos e o funcionamento de equipamentos em uma estação lunar, o que exigiria o transporte de pesadas baterias da Terra ou o uso da energia nuclear - contudo, mesmo usando uma fonte de radioisótopos, o robô chinês Yutu precisa ser desligado durante a noite lunar.
Agora, uma equipe de pesquisadores da Universidade Politécnica da Catalunha, na Espanha, apresentou duas opções para armazenar a energia solar produzida na Lua durante o dia para uso durante suas longas noites.
Energia térmica
"O primeiro sistema consiste em modificar fragmentos de regolito, o solo lunar, incorporando elementos como o alumínio, por exemplo, de tal forma que ele se torne uma massa térmica," explica Ricard Gonzalez-Cinca, um dos autores das propostas.
Essa massa térmica seria aquecida pelo Sol durante o dia, e o calor seria usado para gerar eletricidade durante a noite.
O segundo sistema é similar, mas mais sofisticado, incorporando um conjunto de espelhos e um motor térmico.
Os espelhos são refletores de Fresnel, como os usados em algumas tecnologias de energia solar na Terra, que concentram os raios solares sobre um tubo cheio de líquido.
O calor converte o líquido em um gás, que é então usado para aquecer a massa térmica. Depois, durante a longa noite lunar, o calor é transferido para ummotor Stirling para produzir eletricidade.
"Este sistema é melhor equipado do que o modelo anterior para projetos lunares com maiores necessidades de energia, como uma missão tripulada que precise passar a noite na Lua," disse Gonzalez-Cinca.
A NASA já apresentou planos para usar um motor Stirling para impulsionar naves, mas ele seria alimentado por plutônio, e não por energia solar.
A propósito, a NASA andava totalmente desinteressada na Lua, mas as coisas podem mudar com os programas espaciais da China, Índia e Japão, que já anunciaram planos de enviar missões tripuladas ao satélite.
Bibliografia:

Heat storage and electricity generation in the Moon during the lunar night
Blai Climent, Oscar Torroba, Ricard Gonzalez-Cinca, Narayanan Ramachandran, Michael D. Griffin
Acta Astronautica
Vol.: 93, Pages 352-358
DOI: 10.1016/j.actaastro.2013.07.024

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Bateria de madeira pode ser solução ecológica

Bateria de madeira pode ser solução ecológica



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Pesquisadores da Universidade de Maryland, nos EUA, estão utilizando madeira para criar um novo tipo de bateria que pode ser uma solução ecológica. A invenção utiliza um minúsculo pedaço de madeira de pinheiros amarelos revestido com estanho para criar um dispositivo que é mil vezes mais fino do que um pedaço de papel. O sódio, material de baixo custo, foi escolhido para substituir o lítio nesta bateria, mesmo não armazenando tanta energia quanto o outro material. Isso é possível porque esta bateria não está sendo projetada para alimentar dispositivos móveis, como telefones ou computadores, e sim para instalações de grande escala, tais como usinas de energia.
A grande vantagem desta bateria é a grande capacidade de se expandir e contrair que o material possui, graças as fibras da madeira, tornando-a extremamente competitiva devido ao seu baixo custo. Além do más, a madeira é um recurso renovável e a bateria possivelmente irá gerar resíduos de baixo impacto se comparada as baterias convencionais que estão no mercado hoje.
Fonte: Inhabitat