quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Festa das Cerejeiras no Parque do Carmo


Tradicional Festa das Cerejeiras acontece no Parque do Carmo


Com apoio da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, a 40ª edição da Festa das Cerejeiras é referência no cenário cultural paulista.


 


Nos próximos dias 3, 4 e 5 de agosto, o Parque do Carmo “Olavo Setúbal” sediará a 40ª Festa das Cerejeiras, realizada pela Federação de Sakura e Ipê do Brasil com apoio da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA). “Este é um dos eventos mais esperados pela população da zona Leste”, afirma o secretário Eduardo de Castro. A cerimônia oficial da festa será no sábado (4).
Com entrada franca, o evento representa um marco para o bairro e para a comunidade nipônica. Na Arena de Apresentações, Praça de Alimentação e Bosque das Cerejeiras estão previstas diversas apresentações, incluindo danças folclóricas, cantores e bailarinos da comunidade e grupos de Taiko (tradicionais tambores japoneses). Na praça de alimentação, os adeptos da gastronomia oriental poderão optar por yakisoba, tempurá, sushi, temaki e gyoza.
Já no Bosque das Cerejeiras, os visitantes apreciarão a floração desta árvore-símbolo da cultura japonesa: as flores Sakura se tornaram marca dos descendentes da comunidade nipônica. Como tradição, todos os anos essa comunidade realiza o hanami – hana significa flor e mi significa observar. Portanto, essa prática representa apenas sentar sob as cerejeiras e contemplar sua beleza.
SERVIÇO 
Local: Parque do Carmo – Olavo Egydio Setúbal
Data: 3, 4 e 5 de agosto
Horário: Sexta, das 12h às 17h; sábado e domingo, das 9h às 17h
Endereço: Av. Afonso de Sampaio e Sousa, 951 – Itaquera

 

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

O futuro da sustentabilidade das informações on line

Agência dos EUA acaba com neutralidade da rede na internet do país

Neutralidade da rede
A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) revogou a norma que instituía a obrigação da neutralidade de rede para operadoras de telecomunicações. Por três votos a dois, o colegiado, de maioria republicana, seguiu a diretriz do governo de Donald Trump de eliminar essa regulação, aprovada sob a administração de Barack Obama em 2015.
A neutralidade de rede é um princípio segundo o qual as empresas que controlam infraestruturas de telecomunicações por onde ocorre o tráfego de dados da internet - cabos de telefone, de TV paga, satélites, antenas de transmissão de sinal de celular - não podem tratar de forma discriminatória as informações que circulam nesses espaços.
Em outras palavras, uma operadora de telefonia que também controla banda larga não pode deixar lenta ou ruim a conexão de um usuário que utilize a rede para se conectar a um serviço online de chamadas, como o Skype.
Ou seja, independentemente de o usuário usar a rede para enviar um e-mail, carregar um vídeo ou acessar um site, com a neutralidade da rede não pode haver privilégio ou prejuízo a nenhuma dessas informações, ou pacotes de dados específicos. Por essa regra, as detentoras das redes também não podem celebrar acordos comerciais com sites, aplicativos ou plataformas para que seus conteúdos sejam privilegiados e cheguem mais rapidamente a seus clientes.
A norma sobre neutralidade de rede aprovada em 2015 pela FCC determinava três exigências às operadoras: não bloquear o acesso a sites ou aplicativos, não degradar o sinal (qualidade do tráfego) de conteúdos ou serviços e não fazer qualquer tipo de favorecimento motivado por acordo econômico. O entendimento na ocasião foi de que a neutralidade é fundamental para que o interesse econômico das operadoras não prejudicasse o acesso a informações na web nem criasse um fosso entre aqueles que poderiam pagar por planos completos e caros e aqueles que ficariam nos pacotes básicos.
Tudo começou a mudar quando o atual presidente, Donald Trump, nomeou um opositor à neutralidade da rede para diretor da Comissão Federal de Comunicações (FCC). Ajit Pai, ex-executivo de empresas de telecomunicações, argumenta que a neutralidade coloca a oferta de acesso à banda larga sob regulação "leve", que deve promover a competição e ajudar os consumidores. "Operadoras de banda larga vão ter incentivos maiores para construir redes, especialmente em áreas não atendidas, e maior concorrência, possibilitando que startups e gigantes da internet tenham mais canais para oferecer seus serviços," disse ele.
Reações
O inventor do protocolo WWW, Tim Berners-lee, criticou fortemente a decisão da comissão norte-americana. "Ao revogar a neutralidade da rede, a FCC abriu o caminho em direção a um dramático giro de como a Internet funciona nos Estados Unidos. Em vez de preservar a internet como um mercado livre de ideias, a FCC deu a um conjunto de conglomerados o poder de decidir o que vive e o que morre online - ignorando os milhões de norte-americanos que se pronunciaram pela proteção da neutralidade de rede".
Professor da Faculdade de Direito de Columbia e um dos idealizadores do conceito de neutralidade de rede, Tim Wu rebateu os argumentos dos conselheiros republicanos da FCC. "A revogação da neutralidade de rede não tem nada de regulação leve. Ela significa deixar às operadoras de cabo e telefonia fazerem o que quiserem".
A organização Free Press, uma das líderes do movimento pela aprovação da norma em 2015, também contestou os argumentos do diretor da FCC e afirmou que a neutralidade de rede não reduziu investimentos em áreas pouco atendidas ou dificultou a oferta de acesso à internet pelas operadoras, pelo contrário, incentivou o setor.
O ex-integrante da comissão Michael Copps alertou que a alteração vai deixar usuários reféns das operadoras de telecomunicações. "A FCC está jogando os internautas nas mãos de poucos conglomerados que irão filtrar pontos de vista alternativos", ponderou.
A empresa Netflix lamentou a decisão da FCC e afirmou que a mudança interrompe uma era de criatividade, inovação e engajamento cívico inaugurada com a neutralidade de rede aprovada em 2015.
Nenhuma das principais operadoras de acesso à internet nos Estados Unidos (AT&T, Comcast, Verizon e Tmobile), as principais beneficiadas pela eliminação da neutralidade, se manifestou sobre a medida em seus sites ou perfis nas redes sociais.
Contestação
A rede pública de televisão dos Estados Unidos, PBS, noticiou que os procuradores-gerais de Nova Iorque, Eric Schneiderman, e de Washington, Bob Ferguson, anunciaram a intenção de entrar na Justiça com um pedido de anulação da votação na FCC.
Parlamentares do Partido Democrata já informaram que levarão a disputa para o Congresso. O representante Mike Coffmann, do Colorado, anunciou que apresentará um projeto de lei sobre o tema voltado a restabelecer o princípio nas bases da norma aprovada em 2015. O também democrata senador Ed Markey, do estado de Massachusetts, informou que irá entrar com um Ato de Revisão do Congresso, uma espécie de recurso, para invalidar a decisão da Comissão Federal de Comunicações.
Outra estratégia em estudo por democratas e ativistas é a apresentação de propostas legislativas em parlamentos estaduais de modo a assegurar a neutralidade de rede nesses locais. Organizações da sociedade civil como a Associação para as Liberdades Civis da América (ACLU, na sigla em inglês) e o movimento People Power (Poder do Povo) já anunciaram movimentos de articulação com representantes estaduais para a apresentação desse tipo de projetos.
Como é a neutralidade da rede no Brasil?
Marco Civil da Internet, sancionado pela presidente Dilma Rousseff em 2014, garante a neutralidade da rede no Brasil.
A Lei 12.965, conhecida como a "Constituição da Internet", determina que os provedores de acesso e de aplicações não podem discriminar o tráfego do pacote de dados por arranjos comerciais. Por exemplo, uma empresa que oferece banda larga móvel e permite acesso gratuito a um aplicativo de redes sociais não pode privilegiar o tráfego desses dados. A fiscalização é feita pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
O decreto 8.711, que regulamentou o Marco Civil da Internet, prevê algumas exceções à neutralidade, como em situações de emergência, quando o governo precisar alertar a população sobre uma eventual ameaça natural.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Construção civil sustentável no Brasil: Uma reflexão.

As 100 Startups de construção civil mais inovadoras do mundo

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Por Nadine Alves
20/07/2017


A consultoria americana CB Insights realizou uma extensa pesquisa com as principais estatísticas e empresas de construção civil ao redor do mundo. O resultado é uma lista com as 100 startups que estão transformando a indústria da construção. Juntas, elas já trouxeram 169 milhões de dólares para o setor apenas em 2017.
Tecnologia, monitoramento e segurança, inteligência artificial, softwares do tipo CAD, análise financeira, aplicativos para gerenciamento de projetos e muito mais: conheça as 100 startups de construção civil que compõem o ranking – a Construct está entre elas, como a única brasileira da lista.

Categorias das startups
Gestão de projetos e tarefas
Esta subcategoria inclui empresas que estão criando ferramentas de gerenciamento de projetos para o setor de construção, com soluções móveis para permitir que os trabalhadores da construção gerenciem os projetos em campo.
Marketplace – compartilhamento de equipamentos
Esta categoria ajuda a conectar clientes ou proprietários com necessidades de construção como equipamentos, materiais e profissionais.
Robótica, drones, Realidade Aumentada e Realidade Virtual
Inteligência artificial para o setor da construção civil.
Robôs de construção
As empresas desta categoria usam robôs (não-drones) para automatizar tarefas tradicionalmente manuais na construção civil.
Design
Esta categoria possui empresas que alavancam tecnologias de design de construção, incluindo o uso de design assistido por computador (CAD) e modelagem de informações de construção (BIM).
Inventário e gestão da cadeia de suprimentos
Esta seção inclui empresas que se concentram no estoque e gerenciamento da cadeia de suprimentos para o setor.
Dados e análises
Gerenciamento de dados, análises preditivas e outros modelos para aprimorar processos e fornecer uma melhor inteligência para a indústria de tecnologia de construção.
Gestão financeira
Ferramentas para contratações que permitem gerenciar projetos o ponto de vista financeiro. estimar, faturar e gerenciar projetos.
As 100 Startups de construção civil do ranking
Startup
Área de atuação
1.
Software de Colaboração – Outros
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Software de Colaboração – Outros
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Software de Colaboração – Outros
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Software de Colaboração – Outros
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Software de Colaboração – Outros
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Software de Colaboração – Outros
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Software de Colaboração – Outros
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Software de Colaboração – Outros
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Software de Colaboração – Outros
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Software  – Gerenciamento de projetos
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Software  – Gerenciamento de projetos
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Software  – Gerenciamento de projetos
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Software   – Gerenciamento de projetos
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Software – Gerenciamento de projetos
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Software – Gerenciamento de projetos
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Software – Gerenciamento de projetos
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Software  – Gerenciamento de projetos
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Software  – Gerenciamento de projetos
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Software  – Gerenciamento de projetos
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Software  – Gerenciamento de projetos
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Software  – Gerenciamento de projetos
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Software  – Gerenciamento de projetos
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Software  – Gerenciamento de projetos
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Software  – Gerenciamento de projetos
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Dados e análise
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Dados e análise
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Dados e análise
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Design
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Gestão financeira
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Gestão financeira
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Robótica – Realidade virtual e aumentada
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Robótica – Realidade virtual e aumentada
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Robótica – Realidade virtual e aumentada
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Robótica – Realidade virtual e aumentada
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Robótica – Realidade virtual e aumentada
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Robótica – Realidade virtual e aumentada
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Robótica – Realidade virtual e aumentada
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Robôs para a construção civil
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Robôs para a construção civil
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Robôs para a construção civil
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Robôs para a construção civil
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Robótica – Drones
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Inventário – Gestão da cadeia de abastecimento
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Inventário – Gestão da cadeia de abastecimento
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Marketplace – Compartilhamento de equipamentos
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Análise de risco – Compliance e Segurança
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Análise de risco – Compliance e Segurança
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Análise de risco – Compliance e Segurança
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Análise de risco – Monitoram. e Segurança
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Análise de risco – Monitoram. e Segurança
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Análise de risco – Monitoram. e Segurança
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Análise de risco – Monitoram. e Segurança
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Análise de risco – Monitoram. e Segurança
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Análise de risco – Monitoram. e Segurança