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domingo, 17 de agosto de 2014

Sétimo Encontro Técnico de Alto Nível: Compostagem








Secretaria de Estado do Meio Ambiente
e
               CETESB  Companhia Ambiental do Estado de São Paulo            

Convidam para o
Sétimo Encontro Técnico de Alto Nível: Compostagem
28 e 29 de agosto de 2014







SAIBA MAIS










                                                                                                                                         http://www.ambiente.sp.gov.br/eventos/2014/08/12/7-encontro-tecnico-de-alto-nivel-compostagem/

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Resto de comida aduba horta em shopping


http://www.youtube.com/watch?v=pjZA2tD1CoE



Publicado em 03/05/2013
Sustentabilidade! Um shopping de São Paulo está "reaproveitando" toda a comida desperdiçada na praça de alimentação, transformando esse lixo orgânico em adubo. Outros edifícios comerciais também já estão adotando políticas de reciclagem, de olho no meio ambiente.

Jornal da Gazeta

Repórter: Rafael Chinaglia





quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Dispensa de licenciamento ambiental para as atividades de compostagem e vermicompostagem em instalações de pequeno porte, sob condições determinadas


Resolução SMA Nº 102 DE 20/12/2012 (Estadual - São Paulo)

Data D.O.: 21/12/2012

Dispõe sobre dispensa de licenciamento ambiental para as atividades de compostagem e vermicompostagem em instalações de pequeno porte, sob condições determinadas.

O Secretário de Estado do Meio Ambiente, no uso de suas atribuições legais, e:

Considerando que a Política Estadual de Resíduos Sólidos, estabelecida pela Lei Estadual 12.300, de 16.03.2006, tem como princípio a minimização de resíduos, conforme o inciso VI, do artigo 2º;

Considerando a ordem de prioridades na gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos, determinada na Política Nacional de Resíduos Sólidos, estabelecida pela Lei 12.305, de 02.08.2010, em seu artigo 9º;

Considerando que a atividade de compostagem, principalmente se utilizado o método da vermicompostagem, quando realizada em pequena escala e em condições adequadas, possui reduzido potencial poluidor e degradador,

Resolve:

Art. 1º. Para efeitos desta Resolução, define-se vermicompostagem como o método de tratamento biológico de resíduos sólidos orgânicos, realizado pela ação de vermes anelídeos (minhocas), em parte por ação mecânica, em parte pelo seu processo digestivo, tendo como principal produto o vermicomposto, conhecido como húmus de minhoca ou coprólito.

Art. 2º. São passíveis de tratamento pela vermicompostagem os resíduos orgânicos biodegradáveis, tais como:

I - Restos de legumes, verduras, frutas e outros alimentos de origem vegetal;

II - Resíduos vegetais de podas e serviços de jardinagem, constituídos de galhos, folhas, palha, flores, cascas e raízes de árvores;

III - Estercos de animais;

IV - Outros resíduos urbanos biodegradáveis, como borra de café e casca de ovo.

Art. 3º. O tratamento dos resíduos especificados no artigo 2º pela vermicompostagem estará dispensado do licenciamento ambiental pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB, desde que atenda às seguintes condições:

I - Seja realizada em empreendimentos de pequeno porte, que tratem no máximo 100 kg de resíduos/dia;

II - Não trate resíduos de origem industrial;

III - Seja realizada no local de geração dos resíduos a serem tratados;

IV - Seja precedida da devida segregação no ponto de geração;

V - Não seja realizada diretamente no solo sem impermeabilização;

VI - Não faça uso de aditivos químicos de qualquer natureza.

§ 1º A dispensa do licenciamento e da manifestação da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB não isenta os responsáveis pela atividade da vermicompostagem do cumprimento da legislação municipal, estadual e federal, bem como da obtenção dos demais documentos legalmente exigidos, em especial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA.

§ 2º Caso seja necessária a supressão de vegetação nativa ou intervenção em Área de Preservação Permanente - APP, para a implantação da atividade de vermicompostagem, deverá ser previamente obtida a autorização específica junto à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB.

Art. 4º. Atividades de compostagem, realizadas mesmo sem o uso do método da vermicompostagem, poderão ser equiparadas a estas para fins de dispensa de licenciamento ambiental, desde que observadas às condições estabelecidas no artigo 3º.

Art. 5º. Nos casos em que for constatada infração às normas ambientais aplicáveis, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB adotará as medidas administrativas cabíveis, independentemente do empreendimento estar dispensado do licenciamento ambiental.

Art. 6º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

(Processo SMA 13.803/2012)

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Urina humana pode ser utilizada para fertilizar solos


    

10. Novembro 2010 - 12:07


Os cientistas ainda têm que estudar como implementar o sistema nos países em desenvolvimento.
Os cientistas ainda têm que estudar como implementar o sistema nos países em desenvolvimento. (Eawag, Stefan Kubli)
Por Susan Vogel-Misicka, swissinfo.ch


Já sem utilidade para o corpo que a excreta, a urina está recebendo uma segunda vida na forma de adubo, graças em parte a engenheiros suíços.

O Instituto Federal Suíço de Ciência e Tecnologia Aquática (Eawag) junto com especialistas da África do Sul transformaram urina humana em adubo.

"Nós tratamos a urina, extraindo nitrogênio, fósforo e potássio em pó. Nossa idéia no momento é granular esse pó para obter um adubo granulado normal, que pode ser espalhado nos campos", explicou o engenheiro Kai Udert, do Eawag.

O fósforo encontrado na urina é particularmente precioso. As plantas precisam dele para o crescimento, mas ele está se tornando cada vez mais raro. Normalmente o fósforo é extraído em minas, mas especialistas prevêem que a oferta mundial vai acabar dentro dos próximos 50-100 anos, dificultando a fertilização dos campos.

No mês passado, o projeto Eawag recebeu uma doação de 3 milhões de dólares da Fundação Bill & Melinda Gates. O dinheiro vai servir de apoio ao instituto e ao seu parceiro, o “eThekwini Water and Sanitation utility (EWS)”, na África do Sul, para continuar desenvolvendo sistemas de recuperação de nutrientes de dimensão comunitária.

Udert informou que a doação vai ajudá-los na pesquisa dos aspectos técnicos, econômicos e sociais do projeto, para que eles possam entender melhor como tratar a urina e como implementar o sistema nos países em desenvolvimento. "A idéia é que alguém possa coletar a urina, produzir fertilizantes com ela e fazer algum dinheiro com isso", disse Udert.


Vasos especiais

O principal para o projeto são os banheiros. Chamado "vaso divisor de urina seca", os sanitários não podem estar ligados a qualquer tipo de sistema de saneamento central. Os vasos têm dois compartimentos, o que posssibilita a coleta da urina separada das fezes.

A parte delicada é encontrar alguém que lide com o tanque. De acordo com Udert, há um estigma associado aos resíduos humanos em algumas partes do mundo. No entanto, o verdadeiro problema é o mau cheiro.

"Armazenar urina é realmente muito fedorento e por isso ninguém faz isso com boa vontade. Também não é bom para o meio-ambiente, porque o que causa o mau cheiro é a amônia. Em nosso processo fixamos a amônia e o nitrogênio em uma solução que remove toda a água, restando no final só os sólidos", disse Udert.

Além de processar a urina e convertê-la em adubo, Udert e sua equipe esperam melhorar as condições de higiene nos países em desenvolvimento.

"Saneamento é um problema mundial e os os sistemas centralizados que temos aqui na Suíça e em outros países desenvolvidos não são aplicáveis em muitos lugares do mundo", disse.


Ângulo humanitário

O instituto Eawag realizou diversas pesquisas no Nepal, onde muitas pessoas não têm acesso a banheiros. O projeto desenvolvido em Siddhipur,perto de Katmandu, demonstrou que a urina pode ajudar a fechar o ciclo regional de nutrientes, já que os agricultores que participam no projeto também se beneficiam, não precisando importar mais fertilizantes químicos. "Nessa região, um vaso sanitário para ser instalado deve funcionar bem e ser confortável de usar", acrescentou Udert.

Carolien van der Voorden é diretora da Rede de Gestão de Conhecimento do Conselho de Abastecimento de Água e Saneamento Colaborativo (WSSCC), com sede em Genebra. Ela concorda que tais projetos de recuperação de nutrientes podem funcionar bem, mas enfatiza que a saúde deve ser o objetivo principal.

"A principal razão para tentar promover o saneamento básico é limitar o risco de infecção, possibilitando às pessoas uma vida mais saudável e mais digna", disse, lembrando que 800 milhões de pessoas fazem as necessidades ao ar livre.

Algumas estão tão acostumadas a agir dessa forma, que os projetos de latrina e banheiro falham por falta de interesse local. "Não é difícil construir banheiros, mas o problema é mudar o comportamento das pessoas. Saneamento deve estar ligado a programas de educação sanitária", disse van der Voorden.

Ela observou que nas zonas rurais, os programas de reciclagem de resíduos tendem a ter sucesso porque os moradores apreciam o resultado. O projeto Eawag da África do Sul, previsto para durar quatro anos, ainda se encontra no estágio inicial. Udert está otimista de que também será um sucesso.

"A urina contém a maior parte dos nutrientes necessários na sua composição, nós estamos muito confiantes de que será um bom fertilizante".


Susan Vogel-Misicka, swissinfo.ch
(Adaptação: Fernando Hirschy)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Máquina “waste-to-water” decompõe resíduos orgânicos em fertilizante e água de reúso, em 24h!


Empresária cria máquina que decompõe resíduos orgânicos em 24h


Postado em 20/02/2012 às 09h30
Os clientes podem agora economizar 70% de sua taxa de descarte de resíduos se o decompositor for usado individualmente. | Imagem: JBloom / Flickr

A empresa Eco-Wiz de Cingapura desenvolveu um inovador decompositor de resíduos de alimentos. A ferramenta permite a decomposição e compostagem dos resíduos dentro de 24 horas, transformando-os em um líquido rico em nutrientes ou adubo.
A proprietária da empresa, Renee Mison, uma ex-profissional de marketing, conheceu a máquina coreana “waste-to-water” (de resíduo a água) em estágio de desenvolvimento e comprou seus direitos. Depois, investiu mais de 380 mil dólares em pesquisa e desenvolvimento para transformar o decompositor em uma ferramenta perfeita de gestão da água e resíduos.
Segundo artigo publicado no site The Jakarta Globe, na Indonésia, o produto do decompositor pode ser usado como fertilizante para jardins, enquanto a água é limpa suficiente para ser usada na lavagem de pisos ou rega de plantas e muitos outros fins, menos para beber. O dispositivo pode produzir 267 litros de água a partir de uma tonelada de resíduos de alimentos.
Desta maneira, uma grande quantidade de alimentos desperdiçados pode ser gerenciada ao invés de ir para aterros. Em troca, água limpa será fornecida para fins de irrigação.
Segundo Renee, uma tonelada de resíduos gera mil litros de água. Em Cingapura, para cada tonelada de resíduos uma elevada taxa precisa ser paga. Os clientes podem agora economizar 70% de sua taxa de descarte de resíduos se o decompositor forusado individualmente. A máquina ajuda as organizações a se tornarem mais amigas do meio ambiente, além de poupar dinheiro.
A companhia assinou recentemente um contrato com uma empresa de pesquisa tailandesa para melhorar o desempenho dos micróbios usados ​​no decompositor. Eles irão ajudar o processo a ocorrer de forma muito mais rápida e mais eficiente.
O decompositor é recomendado para residências, hotéis, restaurantes, fábricas de alimentos, supermercados, apartamentos e outros. Com informações do The Jakarta Globe e Eco-Wiz.
Redação CicloVivo
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Adubo orgânico está virando moda!


04/01/2012 - 07h47

Fazendeiros criam adubo orgânico sem cheiro para uso doméstico

DA EFE


A fazenda de criação de gado Granja San Ramón, em Valência, no sudeste da Espanha, criou um fertilizante orgânico, sem cheiro e com um alto poder nutritivo, a partir do subproduto do processo de transformação do estrume das vacas em energia, na forma de biocombustível.
O engenheiro químico da fazenda, Bernat Chulià, explicou que o estrume bovino já era empregado na agricultura, mas não podia ser utilizado em um ambiente doméstico por causa do cheiro. Segundo Chuliá, o novo produto é um fertilizante "perfeito", que atua "rapidamente" nas plantas.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Enterro sustentável ou cultivo de shiitake no cemitério?




Roupa social para ser enterrado? Desculpe, mas isso é tão out! O in ecológico para ser enterrado é essa roupa desenvolvida pela artista Jae Rhim Lee, que inclui um fungo que acaba com o que sobrar do seu corpo, para não poluir o solo.
A artista sul-coreana colocou esporos na costura da roupa que envolve o corpo falecido. Com isso, quando o corpo estiver enterrado, o shiitake e o cogumelo ostra que estão ali começarão a brotar e comer tudo o que encontram – cabelos e unhas, inclusive – deixando apenas os ossos na tumba até que seja feita a exumação.
Para a ideia funcionar, Lee diz que os corpos devem passar por um “banho” de fluido embalsamador orgânico, rico em nutrientes, antes de ser enterrado. Dessa forma os fungos irão consumir mais rápido todo o corpo enterrado.
Não foram feitos teste de protótipos, mas a artista sabe que funciona: Ela testa os fungos que vem cultivando no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) jogando seu próprio cabelo, unhas e pedaços de pele.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Mistura de urina humana e cinza serve como fertilizante


Mistura de urina humana e cinza serve como fertilizante 

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4009086-EI238,00-Mistura+de+urina+humana+e+cinza+serve+como+fertilizante.html


29 de setembro de 2009 • 08h34 • atualizado às 09h29

A pesquisa demonstra que uma mistura entre urina humana e cinzas pode ajudar a produzir safras recorde de tomates. Foto: National Geographic
A pesquisa demonstra que uma mistura entre urina humana e cinzas pode ajudar a produzir safras recorde de tomates
Foto: National Geographic

Os jardineiros que desejem cultivar com sucesso as suas plantas talvez tenham mais chance de se sair bem caso recorram à ajuda de suas lareiras e vasos sanitários. Uma nova pesquisa demonstra que uma mistura entre urina humana e cinzas geradas pela queima de madeira pode ajudar a produzir safras recorde de tomates.
De muitas maneiras, as duas substâncias servem como complemento natural uma à outra, explicou o diretor científico do estudo, Surenda Pradhan, cientista ambiental na Universidade de Kupio, na Finlândia (que também pesquisa baterias que geram energia alimentadas por urina).
A urina tem alto teor de nitrogênio, enquanto a cinza gerada pela queima de madeira tem elevado teor de nutrientes que não são encontrados na urina, a exemplo de cálcio e magnésio. A urina humana e a cinza vêm sendo usadas separadamente como fertilizantes já há séculos. Mas até agora ninguém havia estudo a possibilidade de aplicar uma combinação entre elas à tarefa.


Produtividade por meio da urina
Os cientistas fertilizaram diversos pés de tomate cultivados em estufa ¿alguns deles com uma mistura de urina humana e cinzas de bétulas, um segundo grupo com um fertilizante mineral comercial e o último com apenas urina, bem como cultivaram um grupo de tomateiros sem fertilizantes para servir como controle.

As plantas fertilizadas com a mistura de urina e cinzas de madeira geraram quase quatro vezes mais tomates que plantas não fertilizadas. O resultado comparativo é favorável com relação às plantas que foram tratadas com fertilizante comercial, as quais apresentaram rendimento cerca de cinco vezes superior ao das plantas não fertilizadas. Para surpresa da equipe, as plantas que foram fertilizadas apenas com urina se saíram melhor do que aquelas que utilizaram a mistura de cinzas e urina.
Mas os pés de tomate fertilizados com cinzas e urina geraram plantas maiores que os demais grupos, e os tomates que elas produziram apresentavam níveis significativamente mais elevados do nutriente magnésio, que é essencial para a saúde dos ossos, músculos e coração, entre outras funções bioquímicas.
Um grupo de 20 provadores de gosto testou os tomates cultivados com o uso de todos esses métodos, e não encontrou diferenças de sabor entre os diversos grupos.


Processo simples
A melhor parte desse tipo de fertilização é que "se trata de um processo muito simples", disse Pradhan. A urina pode ser recolhida por meio de vasos sanitários ecológicos, que desviam urina para receptáculos apropriados. Ou os horticultores podem simplesmente recolhê-la usando latas.

Os pesquisadores estimam que uma única pessoa poderia fornecer urina suficiente para fertilizar cerca de 6,3 mil pés de tomate ao ano, o que produziria cerca de 2,4 toneladas de tomates. O horticultor só precisava se lembrar de aplicar a cinza três ou mais dias depois da aplicação da urina. Pradhan e seus colegas estão agora tentando implementar o novo método no Nepal, o país de origem do pesquisador.


Preocupações hormonais
Um potencial revés para o método poderia ser o fato de que os produtos farmacêuticos e hormônios excretados na urina humana ¿por exemplo, resíduos de pílulas de controle da natalidade- poderiam ter efeitos adversos sobre as safras, diz Pradhan. Produtos como esse poderiam, entre outras coisas, promover a resistência a antibióticos entre bactérias locais, ou ser absorvidos pelas plantas.

"No entanto, em escala pequena e em uma única família, o resíduo de produtos farmacêuticos presente na urina é muito baixo, e isso pode ser aceitável", afirmou Pradhan. Ele também argumentou que os resíduos de hormônios e de produtos farmacêuticos estão presentes em fertilizantes que utilizam esterco animal há anos, e que estudos anteriores não consideraram que eles pudessem constituir risco para a horticultura.
As constatações do estudo foram publicadas na edição de agosto da revista Journal of Agricultural and Food Chemistry.
Tradução: Paulo Migliacci ME

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Composteira conceito auxilia a produção de adubo orgânico


Composteira conceito auxilia a produção de adubo orgânico

http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/3246

Postado em 29/08/2011 às 13h00

O conceito CompostAll, criado pela empresa norte-americana Frog Design, surgiu para que os restos de alimentos desperdiçados no lixo fossem melhores aproveitados. |Imagem: Core77
O conceito CompostAll, criado pela empresa norte americana Frog Design, surgiu para que os alimentos desperdiçados fossem mais bem aproveitados do que simplesmente ir para o ralo - no caso das pias com trituradores ou para o lixo. Além disso, a criação coloca uma pressão no sistema de coleta de água norte-americana “forçando” uma separação entre “lixo” e água residual.
Nos Estados Unidos a maioria das pias possui trituradores. Este tipo de instalação acaba misturando água cinza com resíduos sólidos, dificultando e encarecendo o tratamento de água dos sistemas municipais. Além do investimento necessário, o aumento de nutrientes orgânicos em um sistema aquático pode causar crescimento de algas indesejadas podendo se tornar um problema.
Dispositivos verdes, por sua definição, estão necessariamente em harmonia com o meio ambiente. A compostagem a partir de restos de comida é uma prática atemporal que remonta a milhares de anos e é uma ótima maneira para colocar bons nutrientes no solo, tornando-o fértil para o plantio. Mas, para muitas pessoas este processo é inconveniente ou desagradável de fazer.
O CompostAll é uma composteira conceito que facilita este tipo de atividade. Ele pode ser encaixado de baixo da pia da cozinha e é ligado diretamente à torneira das tubulações de águas residuais. Isso significa que é ideal para casas com pias duplas, onde todos os seus resíduos orgânicos são enviados para um dreno conectado à composteira.
Há também uma luz indicadora para mostrar quando é hora de esvaziá-lo. Esta luz torna o processo muito mais fácil de se fazer. Se a pia tiver um moedor no ralo, o tempo necessário para decompor os resíduos será drasticamente reduzido.
O dispositivo é facilmente removido e as alças duplas facilitam o transporte e esvaziamento do conteúdo para que os resíduos possam ser despejados em uma “lixeira de compostagem” maior em seu jardim. Além disso, um revestimento metálico lhe confere uma aparência elegante e ainda acelera o processo de decomposição.
Esta prática mantém os resíduos orgânicos longe de aterros sanitários e das estações de tratamento e reutiliza os nutrientes (composto orgânico) para enriquecer o solo do jardim onde podem ser cultivados os alimentos. Ele funciona como um depósito de lixo normal, é discreto e não deixa odor no local.
Este gadget verde foi submetido à Competição Greener Gadgets Design de 2009 pela Frog Design da América. Com informações de Clear Greener China, Frog Design e Sundance Channel.
Redação CicloVivo
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