Mostrando postagens com marcador Tratamento de esgoto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tratamento de esgoto. Mostrar todas as postagens

sábado, 25 de julho de 2015

Bambu filtra impureza da água e gera economia

Bambu filtra impureza da água e gera economia




Empresa produtora de tomates adota sistema que usa o vegetal para sugar impurezas da água e deixá-la útil para o reuso

26 DE JUNHO DE 2013
PUBLICADO POR
Ingrid Araújo
O mau cheiro do esgoto e a poluição do solo por uma empresa produtora de tomates em Mogi Guaçu incomodou os vizinhos e fez a fábrica repensar na sua responsabilidade ambiental. Para solucionar o problema foram instalados três filtros biológicos que usam o bambu para absorver as impurezas e microorganismos da água. Dessa forma, a água usada para lavar os tomates pode ser reutilizada e gerar a economia de 30% na conta.
Há dois meses o projeto foi desenvolvido pela parceria entre o biólogo Fábio Cesar Braga, professor do Centro Guaçuano de Educação Profissional (Cegep) e o engenheiro agrônomo Alexandro Batista Ricci. “Percebemos que os donos da empresa tinham a vontade de melhorar o sistema, mas não sabiam como. Busquei, junto com outro professor, uma solução para o caso e encontramos um estudo da Unicamp sobre o uso de bambu. Resolvemos colocar em prática, de forma experimental”, explica Fraga em entrevista para o G1, que na época trabalhava na prefeitura de Mogi.
A DBO (Demanda Bioquimica de Oxigênio), índice que mede o nível de oxigênio na água constatou que o uso do bambu neste processo reduz a absorção deste elemento em 90%, ou seja, ao contrário das algas e outros microorganismos, o bambu consegue filtrar a água e sugar uma pequena porcentagem de oxigênio. De 218mg/l, o número foi para 29mg/l. A proposta do filtro biológico pretende reduzir ainda mais este índice.
“A água é apenas estocada atualmente, já que o sistema entrou em operação em abril e ainda precisa se adequar. Além de deixar a empresa alinhada com os processos ecológicos, é vantajoso economicamente. Em poucos meses se paga o investimento, por conta deste reaproveitamento da água”, explica o técnico em segurança da empresa, Anderson Luiz dos Santos.
O investimento que custou por volta de R$ 20 mil é metade do valor do tratamento de esgoto convencional. Além de evitar multas, o projeto trata a água que servirá para a irrigação de áreas verdes e sanitários da empresa.
Com informações do G1.

sábado, 10 de maio de 2014

Se ainda restar a mata...

Desmatamento eleva em 100 vezes custo do tratamento da água


Com informações da Agência Fapesp - 07/05/2014
O desmate da vegetação próxima aos recursos hídricos disponíveis para o abastecimento humano tem forte impacto sobre a qualidade da água, encarecendo em cerca de 100 vezes o tratamento necessário para torná-la potável.
Todo o serviço de filtragem prestado pela floresta precisa ser substituído por um sistema artificial e o custo passa de R$ 2 a R$ 3 a cada mil metros cúbicos para R$ 200 a R$ 300, afirma o pesquisador José Galizia Tundisi, do Instituto Internacional de Ecologia (IIE).
"Em áreas com floresta ripária [contígua a cursos d'água] bem protegida, basta colocar algumas gotas de cloro por litro e obtemos água de boa qualidade para consumo. Já em locais com vegetação degradada, como o sistema Baixo Cotia [bacia hidrográfica do rio Cotia, na Região Metropolitana de São Paulo], é preciso usar coagulantes, corretores de pH, flúor, oxidantes, desinfetantes, algicidas e substâncias para remover o gosto e o odor," detalhou Tundisi.
Isso sem contar que passa a ser necessário preocupar-se com a destinação dos resíduos gerados pelo próprio tratamento da água.
Quando a cobertura vegetal na bacia hidrográfica é adequada - e isso inclui não apenas as florestas ripárias, como também matas de áreas alagadas e demais mosaicos de vegetação nativa -, a taxa de evapotranspiração é mais alta, ou seja, uma quantidade maior de água retorna para a atmosfera e favorece a precipitação.
Um estudo recente, realizado na USP, mostrou que é possível tratar esgoto com técnicas naturais utilizando banhados naturais.
Além disso, explicou Tundisi, o escoamento da água das chuvas ocorre mais lentamente, diminuindo o processo erosivo. Parte da água se infiltra no solo por meio dos troncos e raízes, que funcionam como biofiltros, recarrega os aquíferos e garante a sustentabilidade dos mananciais.
"Em solos desnudos, o processo de drenagem da água da chuva ocorre de forma muito mais rápida e há uma perda considerável da superfície do solo, que tem como destino os corpos d'água. Essa matéria orgânica em suspensão altera completamente as características químicas da água, tanto a de superfície como a subterrânea", explicou Tundisi.
De acordo com o pesquisador, a mudança na composição química da água é ainda mais acentuada quando há criação de gado ou uso de fertilizantes e pesticidas nas margens dos rios. Ocorre aumento na turbidez e na concentração de nitrogênio, fósforo, metais pesados e outros contaminantes - impactando fortemente a biota aquática.
Tundisi lembrou que, além de garantir água para o abastecimento humano, os ecossistemas aquáticos oferecem uma série de outros serviços de grande relevância econômica, como geração de hidroeletricidade, irrigação, transporte (hidrovia), turismo, recreação e pesca.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

"Fossas Verdes" objetivam garantir sustentabilidade no sertão cearense



17 02 cearaUma parceira entre Incra e Universidade Federal do Ceará (UFC) promete ser um marco no que se refere às políticas públicas nos assentamentos da reforma agrária. Neste mês de abril, a pesquisa "Fossas Verdes", que reutiliza água de esgoto sem prejudicar a natureza, está sendo concluída no Projeto de Assentamento (PA) São Joaquim (25 de Maio), em Madalena, a 187 quilômetros de Fortaleza. São 65 "Fossas Verdes" implantadas no PA.
Uma canaleta é instalada ligando o banheiro da casa ao meio externo, onde está localizada a "Fossa Verde", uma caixa impermeável submersa. Lá dentro, os dejetos ficam retidos em uma estrutura piramidal e a água é drenada por tijolos furados, passando por um processo de tratamento, e serve para a reutilização, inclusive para irrigar culturas como banana, mamão e tomate.
O professor doutor e coordenador do projeto, José Carlos, garante "um fruto totalmente limpo". Ainda de acordo com o professor "não há concentração de gás. As plantas liberam o vapor d´água aos poucos na natureza' afirma. Ele também explica que um esgoto doméstico é formado por 97,7% de água e 0,3% de outros materiais. Daí a importância de reutilização desta água, sobretudo no semi-árido nordestino.
De acordo com o último relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), somente 7% das residências do semi-árido cearense possuem esgotos. Isso reforça a importância do projeto, que é parte da tese de doutorado de Ana Ecilda Lima Ellery, orientadora de projeto de assentamento do Incra. Conforme Ana Ecilda, "as Fossas Verdes têm potencial para contribuir na saúde e na segurança alimentar das famílias assentadas, sem desrespeitar o meio ambiente", diz.
O custo para instalar uma "Fossa Verde" é, em média R$ 500,00. O valor garante a operacionalização por famílias geralmente de baixo poder aquisitivo. O baixo custo é mais um item a favor do projeto.
O projeto é totalmente financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que garante visitas técnicas regulares aos assentamentos. A equipe é formada por sete pessoas entre doutores, mestres e bolsistas, inclusive por Maria Auderice assentada e bolsista do CNPq, que se anima com a conclusão do projeto que começou em 2009.


Hidrosed - Grupo de Estudos Hidrossedimentológicos do Semiárido







PROJETO FOSSA VERDE

Bioremediação vegetal do esgoto domiciliar em comunidades rurais do semi árido: "água limpa, saúde e terra fértil"
O projeto visa o desenvolvimento e aplicação de técnicas eficientes, de baixo custo e baixo consumo de energia para o tratamento de água, esgotos e chorumes, adequadas às necessidades específicas regionais/locais, em especial no semiárido brasileiro.
Para a realização dos trabalhos, existe a colaboração da Engenharia Agrícola (UFC), Epidemiologia (UFC), Serviço Social (UECE) e INCRA.
O trabalho será realizado no Assentamento 25 de maio no município de Madalena, envolvendo 500 famílias.
O financiamento está sendo realizado com recursos oriundos do CNPq.
Equipe de Execução
  • José Carlos de Araújo - UFC
  • Liana Brito de Castro Araújo - UECE
  • Rachel Maria Rigoto - UFC
  • Ana Ecilda Lima Ellery - INCRA
  • Mario Cesar Wiegand - UFC
  • Laldiane de Souza Pinheiro - UFC
  • Guilherme Sabadia - UFC
  • Saulo Rodrigues Chaves - MST
  • Maria Alderice - Assentamento 25 de maio
  • Maria Evilânia Rodrigues Pereira - Assentamento 25 de maio




quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Reúso de águas cinzas é umas das dez melhores iniciativas ambientais


http://br.noticias.yahoo.com/re%C3%BAso-%C3%A1guas-cinzas-%C3%A9-das-dez-melhores-iniciativas-172652524.html

Em vigor na cidade desde julho do ano passado, o projeto de reúso de águas cinzas foi escolhido pelo prêmio Greenvana Greenbest 2012 como as dez melhores iniciativas públicas de 2011 voltadas para sustentabilidade no Brasil. A ideia, que já está valendo em pelo menos 15 edifícios construídos em Niterói, repercutiu em Brasília, onde o Congresso Nacional estuda torná-la obrigatória em todo país. A proposta determina que águas utilizadas nos chuveiros, banheiras, lavatórios de banheiros, tanques e máquinas de lavar sejam reaproveitadas para uso não nobres como descarga sanitária e lavagem de pisos .
- Vejo com extrema felicidade a escolha da lei do reúso de águas cinzas como um dos finalistas ao prêmio. Desde que ela foi sancionada, já recebemos mais de uma dezena de consultas de outras câmaras, querendo implantá-la em suas cidades e até do Congresso Nacional, desejando transformá-la numa lei para todo o país - afirmou o presidente da Câmara Municipal, Paulo Bagueira (PPS), autor da proposta.
De acordo com a prefeitura, a nova lei só trata de novas edificações porque obras de adaptação para este tipo de sistema são caras e muito complicadas. Já moradores de novas construções terão a ganhar porque a diminuição na conta d'água em locais que contam com o método chega a 60%, segundo o secretário municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Fernando Guida:
- A boa notícia é que muitas empresas tradicionais de Niterói decidiram aplicar os conceitos da lei mesmo tendo seus projetos previamente aprovados e naturalmente desobrigados de cumprir a legislação de reúso de águas cinzas. Vale lembrar que pelo menos 15 novos empreendimentos, dentre esses 50% já prontos, adotaram a tecnologia de reúso. Os outros 50% estão em construção. Além das edificações, uma garagem de empresa de ônibus utiliza o sistema desenvolvidos em Niterói.
Segundo a prefeitura, a maioria dos novos pedidos de licenciamentos já respeita a regra. Caso ainda não estejam adaptados, a empresa responsável pela obra é orientada a corrigi-la antes de dar entrada no pedido de licença.
- As empresas em geral já buscaram instruções e orientações e estão atendendo normalmente à nova legislação. Até porque os projetos de reúso barateiam inclusive as obras, que utilizam muita água - completou Guida.
Entre as medidas governamentais que concorrem ao prêmio estão a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, criada pelo Ministério do Meio Ambiente; o ICMS Ecológico, que começou no Paraná e já está em 14 estados brasileiros, e o sistema de Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA), da prefeitura de Extrema (MG).

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Dia do Rio Tietê: Um rio paulista ainda com sinais vitais!



20/09/2011 - Até 24/9: Semana do Tietê


Dia do Tietê: Confira as atividades da Semana do Rio Tietê

Até 24 de setembro, a SOS Mata Atlântica participa das mobilizações, exposições, eventos e pedalada em comemoração ao Dia do Rio Tietê (22/9).

Para comemorar o Dia do Tietê (22/9), a Fundação SOS Mata Atlântica participa, até o dia 24 de setembro, de uma série de atividades para mobilizar a sociedade sobre a importância do maior rio de São Paulo e apresentar os esforços que vêm sendo feitos para despoluí-lo e reintegrá-lo ao cotidiano das cidades por onde passa ao longo dos seus 1.100 km. 

Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da SOS Mata Atlântica, explica que há muitos anos o Rio Tietê vem sendo marginalizado e isolado da população, sobretudo na região Metropolitana de São Paulo. “Com as ações programadas, queremos mostrar para a população que à medida que o Rio for recuperado abrimos uma série de oportunidades, como a melhoria da paisagem urbana, uma opção de transporte coletivo e também atividades de lazer junto a suas margens”.

As ações da “Semana do Rio Tietê” começam com o recolhimento de assinaturas para o abaixo-assinado contra o projeto de alteração do Código Florestal, seguido da assinatura do termo de compromisso “Tietê Vivo” com 34 prefeitos da Bacia do Alto do Tietê (20/9), intervenções urbanas na marginal do Tietê (22/9), Pedalada pelo Tietê, campeonato de futebol “Troféu Tietê Vivo” (24/9) e show “Tietê Vivo”.

“Outros destaques são as mobilizações e coletas de assinaturas em defesa das Áreas de Preservação Permanentes e contra o projeto de alteração do Código Florestal que está em votação no Senado”, observa Malu. 

Confira as atividades da Semana do Rio Tietê:


19 a 21/9 (sexta a quarta-feira) 

Mobilização em defesa das Áreas de Proteção Ambiental previstas no Código Florestal
Das 11h às 17h
Onde: Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073. 

Serão recolhidas assinaturas para o abaixo-assinado contra o projeto de alteração do Código Florestal que está em votação no Senado. A ação faz parte da mobilização nacional “Floresta Faz a Diferença” - www.florestafazadiferenca.com.br. E no dia 21 de setembro, Dia da Árvore, a Fundação distribui 3 mil mudas de pitanga às 11h para quem assinar o documento.

De 19 a 22/9 (segunda a quinta-feira) 
Exposição de maquete da Bacia Hidrográfica do Alto e Médio Tietê e mobilização em defesa das Áreas de Proteção Ambiental previstas no Código Florestal

Das 11h às 17h
Onde: Shopping Panamby Jaraguá – Av. Maria Coelho Aguiar, 215. Jd São Luiz – Bloco D – Piso Shopping

A maquete da Bacia Hidrográfica do Alto e Médio Tietê apresenta  evolução dos usos do solo e remanescentes de Mata Atlântica em 1600, 1920 e em 2007.

Na exposição, também serão recolhidas assinaturas para o abaixo-assinado contra o projeto de alteração do Código Florestal que está em votação no Senado. A ação faz parte da mobilização nacional “Floresta Faz a Diferença” - www.florestafazadiferenca.com.br. 


Dia 20/9 (terça-feira)

Assinatura do Termo de Compromisso “Tietê Vivo", com os 34 Prefeitos da Bacia do Alto Tietê
Às 11h
Onde: Auditório do Ibirapuera – Parque do Ibirapuera. Posse do Conselho RMSP.

Ás 14h
Onde: Salão dos Pratos do Palácio dos Bandeirantes – Av. Morumbi, 4500 – São Paulo.

Reunião Extraordinária do Conselho Estadual de Recursos Hídricos apreciará e deliberará Moção para o Senado Federal, na qual recomendará não submeter o PL 1876-C/99 (projeto de lei que altera o Código Florestal Brasileiro) à votação antes de promover a participação oficial dos Sistemas Integrados de Gerenciamento de Recursos Hídricos do país. A ação é elaborada pela Fundação SOS Mata Atlântica.


Dia 21 (quarta-feira)

II Seminário das Áreas de Proteção Ambiental do Rio Tietê
Das 10h às 17h30
Onde: Salão Nobre da Escola Plínio Rodrigues de Morais, Rua do Comércio, 373 – Tietê/ SP.

Organizado pela Fundação Florestal, o Seminário reunirá os representantes dos Conselhos Gestores das cinco Áreas de Proteção Ambiental inseridas na Bacia do Rio Tietê: Várzea do Rio Tietê, Tietê, Corumbataí, Ibitinga e Cabreúva. 

Participação de representações de prefeituras, instituições de ensino e pesquisa, órgãos da área ambiental e organizações não governamentais. Malu Ribeiro, coordenadora do programa Rede das Águas da SOS Mata Atlântica, participa, às 13h30, da mesa sobre “O valor imaterial do Rio Tietê e as ações de mobilização social”. 

 
Dia 22/9 (quinta-feira)

Dia do Rio Tietê
Das 11h às 17h.
Onde: Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073.

Intervenções urbanas, mobilização e coleta de assinaturas em defesa das Áreas de Preservação Permanente.

A partir das 12h.
Onde: Barra Bonita (SP) – Marina da Barca.

Última análise da expedição do flutuador e comparação das análises realizadas. A ação conta com a participação da SOS Mata Atlântica, Sabesp e do governador Geraldo Alckmin.


Dia 24/9 (sábado) 
Parque Ecológico do Tietê
Das 8h30 às 17h.
Onde: Rodovia Ayrton Senna - km 17.

Às 8h30 - Pedalada pelo Tietê 
Passeio na ciclovia do Parque Ecológico do Tietê. Organização: Rádio Estadão ESPN, Sabesp e ONG Nossa Bike.

Às 9h30 - Campeonato "Troféu Tietê Vivo" (Torneio de Várzea)
Torneio com a participação de Masters (ex-craques), que acontece no campo de futebol do Parque Ecológico do Tietê. A previsão é de 2 tempos de 30 minutos.

Às 11h30 - Tietê Vivo – Compromisso de Todos 
Lançamento e assinatura do “Termo de Compromisso – Tietê Vivo” com autoridades, artistas, organizações não governamentais e comunidades.

Durante o evento, acontecerá também a assinatura dos convênios para continuidade do Projeto Tietê- Etapa-IV e do monitoramento participativo da qualidade da água com a SOS Mata Atlântica/Sabesp/BID (3º e 4º etapas Projeto Tietê). 

O evento é organizado pela Secretaria de Comunicação do Governo de São Paulo. 

Às 12h30 – Show Tietê Vivo
A organização do show é da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo e Sabesp. Conta com a participação da SOS Mata Atlântica e das escolas de samba Nenê da Vila Matilde e Leandro de Itaquera.

Das 13h30 às 14h30 - Ecomobilização: Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
Ações de conscientização, promovidas pela SOS Mata Atlântica, envolverão a comunidade em um mutirão para a limpeza em áreas do Parque do Tietê e região.

Às 14h - Oficinas Infantis
Oficinas de reciclagem de lixo e jogos interativos de conscientização organizados pela SOS Mata Atlântica.


Em trajes de banho, manifestantes montam 'praia' no Tietê

em 22/09/2010 14h24


Nesta quinta-feira (22) é comemorado o dia do rio.

Junto à Ponte das Bandeiras, manifestantes pediram despoluição do Tietê.


Do G1 SP


http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/09/em-trajes-de-banho-manifestantes-montam-praia-no-tiete.html

"Praia" foi montada para comemorar o Dia do Rio Tietê (Foto: Nelson Antoine/Foto Arena/AE)
O Dia do Rio Tietê foi comemorado de modo diferente nesta quarta-feira (22). Manifestantes - muitos em trajes de banho, com guarda-sóis, cadeiras e esteiras - foram para a beira do rio, hoje tão castigado, para pedir que o Tietê volte a ser orgulho para São Paulo. Eles montaram uma espécie de praia à beira do Tietê, na altura da Ponte das Bandeiras.
Os manifestantes lembraram do tempo em que o rio ajudava a cidade, permitindo a navegação, oferecendo pesca fácil e até sendo um lugar favorito para muita diversão. O rio dá as costas para o mar e percorre 1,1 mil quilômetros até o Rio Paraná. Se recuperado, ele pode ser decisivo para melhorar a vida em São Paulo.
“Muitos não sabem, mas a hidrovia metropolitana já existe a partir da barragem da Penha, nós poderíamos ir até Santana do Parnaíba, na Edgar de Souza, ou seja, já são 41 km que nos temos aqui de hidrovia navegável”, explicou Douglas Siqueira, diretor do Instituto Navega São Paulo.
Uma importante hidrovia seria uma boa e bela opção para desafogar o trânsito. “Se tivermos uma diminuição no número de veículos, podendo utilizar o rio como uma alternativa de transporte, tudo tende a melhorar”, fala Rodolfo Martins, professor de engenharia hidráulica da USP.
O que os manifestantes desejam para o rio Tietê já existe. Em vários lugares do mundo, rios que já foram mortos hoje dão vida às cidades. “O que nós temos hoje dentro do Tâmisa, no caso de Londres, ou em Paris, o Sena, é exatamente utilizar o rio como uma matriz multimodal de utilização do transporte regional”, completa Siqueira.
Manifestantes pedem a despoluição do Rio TietêIntegrantes do Programa Pânico foram até o protesto (Foto: Willian Volcov/News Free/AE)





21/09/2011 19h52 - Atualizado em 21/09/2011 19h52

Flutuador encontra água limpa no penúltimo dia de expedição

No encontro com o Rio Piracicaba, Tietê ganha novo fôlego.

Expedição deve chegar nesta quinta a Barra Bonita.



A expedição do Flutuador encontrou nesta quarta-feira (21), penúltimo dia de viagem, água de boa qualidade. No encontro com seu afluente, o Rio Piracicaba, que tem água mais limpa, o Tietê ganhou novo fôlego. Até então, os índices de oxigênio na água registrados pelo equipamento variaram entre ruim e péssimo.
No entanto, a passagem pela cidade de Botucatu mostrou um rio com água suja e margens poluídas. A expedição encontrou muito plástico, isopor e aguapé.
“Infelizmente estamos perdendo o nosso paraíso por causa da poluição”, diz o barqueiro Ruy Pirré. Mesmo com as algas e com o lixo nas margens, a qualidade da água registrada pelo Flutuador no trecho está igual à de 2009.
A expedição deve chegar nesta quinta-feira (22) a Barra Bonita, interior de São Paulo, em seu último dia de viagem.
Reveja reportagem do mesmo dia de expedição em 2009:








19/08/2011 06h21 - Atualizado em 19/08/2011 06h21

Veja os equipamentos que formam o Flutuador

Equipamento volta a medir qualidade do Rio Tietê após dois anos.

Saiba como é feita a medição de oxigênio presente na água.

 http://g1.globo.com/sao-paulo/flutuador/noticia/2011/08/veja-os-equipamentos-que-formam-o-flutuador.html
Do G1 SP
O Rio Tietê voltará a ter a qualidade da água medida pelo Flutuador da TV Globo, repetindo a expedição de 2009. O equipamento irá percorrer mais de 500 km pelo rio, de Biritiba-Mirim, na Grande São Paulo, até Barra Bonita, no interior do estado. O equipamento foi desenvolvido em parceria entre a TV Globo e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), da Universidade de São Paulo (USP).
A experiência com as outras viagens levou a aperfeiçoamentos no aparelho, como explica o pesquisador de sistemas de TV Ricardo Benassi, coordenador do projeto do Flutuador. “Tiveram algumas questões técnicas de botões, que eram partes expostas e um galho batia e desligava, por exemplo. A gente trocou por outro tipo de botão. A transmissão dos dados, que era feita via celular, e a gente tinha vários pontos que falhavam durante o percurso, agora é feita via satélite. Então, vai ter uma cobertura de 100% da expedição”, disse.
Com 38 cm de altura, 48 cm de diâmetro e pesando cerca de 13 kg, o flutuador está equipado com duas baterias, um oxímetro – aparelho responsável pela medição da quantidade de oxigênio diluído na água–, uma microcâmera, um GPS, um aparelho comunicador por satélite e um link.
Quando está na água, o oxímetro coleta as informações sobre a água e as passa para o aparelho comunicador, que envia os dados, via satélite, a um software instalado nos computadores do setor de engenharia da TV Globo de São Paulo. Segundo Benassi, a transmissão ocorre minuto a minuto. Com a mudança na transmissão, o carro de apoio também receberá os dados em tempo real e saberá a exata localização de Dan Robson.
O GPS trabalha em sintonia com o oxímetro e envia constantemente dados sobre a região por onde passa para a sede da emissora. Situadas no nível da água, uma microcâmera registra a “visão” do flutuador. Ela usa uma pequena janela para registrar o que se passa nas represas e transmite imagens em high definition (HD). Além dela, haverá microcâmeras espalhadas pelo caiaque, no remo e no capacete usado por Dan Robson durante a expedição.
Duas baterias instaladas em compartimentos na parte inferior do casco alimentam todos esses aparelhos. Se o link não for utilizado, a autonomia das baterias é de 24 horas; se este equipamento for acionado, o tempo de uso cai para apenas três horas. Não à toa, o link é usado poucas vezes por dia durante as expedições.
Caso o flutuador vire de ponta-cabeça, o peso de suas baterias faz com que ele volte à posição original. Além disso, presilhas dispostas ao redor do casco impermeável reforçam o isolamento e impedem que a água entre em contato com os aparelhos.
A expedição do flutuador e de seu guardião poderá ser acompanhada no Bom Dia São Paulo, no SPTV e também no G1.





22/08/2011 11h44 - Atualizado em 26/08/2011 18h25

Confira as medições do Flutuador na expedição pelo Rio Tietê

Medições começaram no dia 22 de agosto.

Equipamento deverá percorrer mais de 500 km.




Link:


http://g1.globo.com/sao-paulo/flutuador/noticia/2011/08/confira-medicoes-do-flutuador-na-expedicao-pelo-rio-tiete.html