Mostrando postagens com marcador Qualidade de vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Qualidade de vida. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Brasil não levará proposta de PIB sustentável à COP-19

Brasil não levará proposta de PIB sustentável à COP-19

Com informações da Agência Brasil - 07/11/2013

Embora haja consenso internacional quanto à necessidade de um indicador para medir a sustentabilidade dos países, permanecem dúvidas entre os especialistas que examinam a questão.
Há dúvidas sobre se convém tomar por base o Produto Interno Bruto (PIB, que mede o total de bens e serviços produzidos no país) tradicional, agregando uma série de elementos qualitativos de natureza ambiental e social, ou se seria melhor construir outro indicador baseado no consumo que, neste caso, seria a renda disponível das famílias, após o pagamento de suas necessidades básicas.
A ideia do PIB sustentável foi lançada pela Organização das Nações Unidas (ONU) durante a Conferência para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), ocorrida no Rio de Janeiro, em 2012.
O indicador proposto refletiria a riqueza real dos países, bem como a sua capacidade de crescimento futuro, considerando, entre outros fatores, a disponibilidade de recursos naturais, educação das populações, qualidade de vida.
"Achar que quanto mais o PIB crescer, melhor, e se ele estiver com um crescimento discreto é ruim, é uma noção equivocada, mas que está muito generalizada atualmente," defendeu o deputado Alfredo Sirkis (PSB-RJ), presidente da Subcomissão Especial da Câmara dos Deputados para a 19ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-19).
Vertentes do bem-estar
Como aplicar as três vertentes (econômica, social e ambiental) sobre o PIB é o objeto da grande discussão global em curso.
Sirkis defende que o problema não é o PIB, mas o uso dado a esse indicador.
O índice foi criado na década de 1930, em resposta à Grande Depressão (crise econômica iniciada em 1929 e que persistiu ao longo da década de 1930, terminando apenas com a 2ª Guerra Mundial) e, depois, às destruições causadas por esse conflito.
"Era importante, naquela época, ter a possibilidade de se apropriar de tudo que existia de produtivo nos vários países e ter um indicador baseado nisso. Era, basicamente, um indicador de reconstrução," disse o parlamentar.
Contudo, com o passar do tempo, ações como destruição de florestas tiveram consequências negativas sobre o desenvolvimento de muitos países.
Compatibilidade de dados
Hoje, a discussão em torno de um novo indicador de sustentabilidade é complexa, tendo em vista as diferenças ambientais, sociais e econômicas apresentadas pelas nações.
O maior agravante é saber quais são os dados compatíveis na contabilidade dos diferentes países. Apesar de a maioria das nações já calcular o seu PIB, há dados que seriam importantes para uma análise mais qualitativa que não são calculados por todos.
Diante da dificuldade de se chegar a um consenso sobre o PIB Verde, o tema não integra as recomendações que serão levadas pela subcomissão da Câmara dos Deputados à COP-19, em Varsóvia.
"Todo o mundo concorda que o PIB é ruim, pelo uso que se dá, do ponto de vista do desenvolvimento sustentável, mas não houve consenso em relação a essa situação," conta Sirkis.
Ele acredita, entretanto, que mais à frente, no âmbito dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), a ONU vai chegar a algum tipo de consenso.

terça-feira, 30 de julho de 2013

IDHM do Brasil avança 47,5% em 20 anos... mas educação ainda é o maior desafio

IDHM do Brasil avança 47,5% em 20 anos, mas educação ainda é o maior desafio

Classificação do País passou de 'Muito Baixo' (0,493 em 1991) para 'Alto' (0,727) no índice divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento nesta segunda

29 de julho de 2013 | 14h 24




  • Ricardo Della Coletta - Agência Estado

BRASÍLIA - O Índice do Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil, divulgado nesta segunda-feira, 29, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e com a Fundação João Pinheiro, revela um expressivo avanço do Brasil nos últimos 20 anos, mas também um quadro em que a educação se mantém como o principal desafio do País. Entre 1991 e 2010, o índice cresceu 47,5% no País, de 0,493 para 0,727. Inspirado no IDH global, publicado anualmente pelo PNUD, esse índice é composto por três variáveis e o desempenho de uma determinada localidade é melhor quanto mais próximo o indicador for do número um.
Veja também:

A classificação do IDHM do Brasil mudou de 'Muito Baixo' (0,493 em 1991) para 'Alto' (0,727). É considerado 'Muito Baixo' o IDHM inferior a 0,499, enquanto a pesquisa chama de 'Alto' o indicador que varia de 0,700 a 0,799. Publicado uma vez a cada dez anos, o indicador traz para o âmbito municipal o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) global, divulgado anualmente pelo PNUD e que mede o desenvolvimento humano dos países. O IDHM, que faz parte do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, é medido por uma escala que vai de zero a um - quanto mais próximo de um, melhor o desenvolvimento do local.
O subíndice educação, uma das variáveis que compõem o IDHM, é o que mais puxa para baixo o desempenho do País. Em 2010, a educação teve uma pontuação de 0,637, enquanto os subíndices renda (0,739) e longevidade (0,816) alcançaram níveis maiores.
Embora seja o componente com pior marcação, foi na educação que mais houve avanço nas duas últimas décadas, ressaltaram os pesquisadores. Em 1991, a educação tinha um IDHM 0,279, o que representa um salto de 128% se comparado à pontuação de 2010. "Saímos de um patamar muito baixo e isso mostra o esforço que o País fez na área", avaliou Marco Aurélio Costa, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), um dos parceiros na realização do estudo. "A gente ainda não está bem, o IDHM educação é o que menos contribuiu e onde temos os maiores desafios para superar", concluiu.
Longevidade. O componente da longevidade, por sua vez, que é calculado pela expectativa de vida da população ao nascer, é a área na qual o Brasil apresenta melhor pontuação. É o único componente que está na faixa classificada pela pesquisa como um IDHM 'Muito Alto', quando o índice ultrapassa 0,800. Desde 1991 como o subíndice mais bem avaliado, foi também na longevidade em que a variação ao longo dos últimos 20 anos foi menor. O IDHM Longevidade era de 0,662 em 1991, de 0,727 em 2000 e de 0,816, na atual edição.
Já a renda mensal per capita saltou 14,2% no período, o que corresponde a um ganho de R$ 346,31 em 20 anos. As três instituições que elaboram o Atlas - PNUD, Ipea e Fundação João Pinheiro - ressaltam que 73% dos municípios avançaram acima do crescimento da média nacional. No entanto, há 11% de municípios com IDHM Renda superior ao do Brasil, "evidenciando a concentração de renda do País".

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Tô me apressando para morrer...algum dia!

               Ministro das Finanças do Japão diz que idosos do País devem "se apressar e morrer"

A declaração virou manchete mundial e não agradou a população do País, cuja grande parte é idosa

     http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/aposentadoria/noticia/2664562/ministro-das-financas-japao-diz-que-idosos-pais-devem-apressar         

Por Luiza Belloni Veronesi


SÃO PAULO - O novo ministro das Finanças do Japão, Taro Aso, fez uma declaração polêmica nesta semana, durante uma reunião de governo. Aso afirmou que os idosos do País deveriam “se apressar e morrer” para aliviar os gastos governamentais com a saúde pública.
Segundo informações do The Guardian, o comentário acabou virando manchetes de jornais e não agradou nada o povo japonês, em parte porque um em cada quatro cidadãos é idoso. Daqui 50 anos, 40% da população terá idade superior a 60 anos.


Taro Aso - ministro das Finanças  (Reuters)
Taro Aso - ministro das Finanças (Reuters)

Quem também não gostou da declaração foi o novo primeiro-ministro, Shinzo Abe, que já comandou o Japão mas foi demitido com apenas um ano no poder, em 2007, devido a uma série de gafes feitas por membros de seu gabinete.
Na declaração completa, Aso referiu-se aos idosos que não conseguem viver sem a ajuda de aparelhos. “Deus me livre se você é forçado a viver quando quer morrer. Eu acordaria me sentindo cada vez pior sabendo que [o tratamento] foi tudo por conta do governo. O problema não será resolvido, a menos que as pessoas o deixe se apressar e morrer”.
Não é a primeira vez que o ministro de 72 anos, um dos políticos mais ricos do Japão, questiona o dever do Estado para com sua grande população idosa. Em 2008, enquanto era primeiro-ministro, Aso descreveu pensionistas como pessoas "senis" e que deveriam cuidar melhor de sua saúde.
Cuidar de idosos é um grande desafio para os serviços sociais do Japão. De acordo com um relatório atual, o número de famílias que recebem cuidados médicos, que incluem membros da família com 65 anos ou mais, foi mais de 678 mil, ou cerca de 40% do total. O governo planeja reduzir tais despesas em seu próximo orçamento, que deve entrar em vigor em abril deste ano, com os detalhes dos cortes esperados dentro de dias.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Promotor quer processar Sabesp por falta de ação...E os municípios que poluem?


Promotor quer processar Sabesp por falta de ação

12 de fevereiro de 2012 | 3h 04


O Estado de S.Paulo

"Os resultados do Projeto Tietê (para despoluição do rio) são pífios, levando-se em conta o dinheiro investido nessa iniciativa (cerca de R$ 2,65 bilhões)", afirma sem rodeios José Eduardo Lutti, primeiro promotor de Justiça do Meio Ambiente do Ministério Público de São Paulo. Pedr0 Mancuso, da Faculdade de Saúde Pública da USP, coautor do estudo, também concorda que os resultados ainda são tímidos.

A Cetesb atesta que, desde 2005, dos 13 pontos de amostragem no Tietê e no Pinheiros, só foi identificada uma tendência de melhora - do nível péssimo para o ruim - na Ponte das Bandeiras, atribuída "aos investimentos em saneamento".
A Sabesp, responsável pelo projeto, cita um estudo da Fundação SOS Mata Atlântica para afirmar que a mancha de poluição recuou 160 quilômetros desde o início do projeto.
Mas Lutti não está satisfeito. "Por três anos, tentei firmar um Termo de Ajustamento de Conduta com a Sabesp para garantir 100% de coleta de esgoto até 2020. No fim do ano passado, disseram que não vão assinar", afirma. O promotor já solicitou documentos para entrar com uma ação contra a Sabesp. Quer descobrir como foi gasto o dinheiro e apurar eventuais omissões. Ele prevê uma penalidade de, ao menos, R$ 5 bilhões para a empresa.
Questionada pelo Estado sobre a ação, a Sabesp respondeu recordando que "o Projeto Tietê é uma iniciativa premiada: foi reconhecido pelo BID e pela Fundação Femsa, graças aos avanços alcançados". / A.G.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

ONU alerta para efeitos de problemas ambientais sobre os mais pobres


02/11/2011 09h08 - Atualizado em 02/11/2011 09h09


Organização lançou o relatório do IDH de 2011 nesta quarta-feira (2).
Países debaterão desenvolvimento sustentável na Rio+20, no ano que vem.



O relatório do Desenvolvimento Humano 2011, divulgado nesta quarta-feira (2) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), é em grande medida voltado às questões ambientais. O documento se intitula “Sustentabilidade e Equidade: Um Futuro Melhor para Todos” e a influência do meio ambiente sobre o desenvolvimento permeia a maioria dos capítulos.
Já na apresentação, Helen Clark, administradora do Pnud, destaca que “o continuado insucesso na redução dos riscos ambientais graves e das crescentes desigualdades sociais ameaça abrandar décadas de progresso sustentado da maioria pobre da população mundial – e até inverter a convergência global do desenvolvimento humano”.
O documento lembra que, em muitos casos, as populações menos favorecidas são as mais afetadas pela deterioração do meio ambiente, ainda que sejam os que menos contribuem para isso. “Por exemplo, os países com um IDH baixo foram os que menos contribuíram para as alterações climáticas globais, mas sofreram a maior perda de precipitação e o maior aumento na sua variabilidade, com repercussões na produção agrícola e nos meios de subsistência”, diz o relatório.
Catador de lixo em Colombo, no Sri Lanka. (Foto: Reuters)Catador de lixo em Colombo, no Sri Lanka. (Foto: Reuters)
O relatório ressalta que uma pessoa num país com um IDH muito elevado é responsável, em média, por mais de quatro vezes as emissões de dióxido de carbono e cerca de duas vezes as emissões de metano e óxido nitroso de uma pessoa num país com IDH baixo, médio ou elevado.
O Pnud aponta que existe uma relação não linear entre o IDH e as emissões de carbono num país. Nações com maiores emissões tendem a ter atividade econômica maior, o que faz seu IDH aumentar, mas não implica que tenham bons indicadores em outras componentes do índice, como saúde e educação.
Mas há outras questões ambientais que podem ser mais claramente relacionadas com o IDH. As privações ambientais vividas pelas famílias, como a poluição do ar e a falta de acesso a água potável e saneamento, por exemplo, são mais graves nas regiões com níveis mais baixos de IDH e diminuem à medida que o índice aumenta.
Usina elétrica movida a carvão perto de Cottbus, na Alemanha. (Foto: Reuters)Usina elétrica movida a carvão perto de Cottbus, na Alemanha. (Foto: Reuters)
O Pnud considera que, de maneira geral, as tendências ambientais ao longo das últimas décadas "demonstram uma deterioração em diversas frentes", com efeitos negativos no desenvolvimento humano, especialmente para as pessoas que dependem diretamente dos recursos naturais para subsistência.
Quase 40% da terra no mundo está degradada devido à erosão, diminuição da fertilidade e excesso de pastoreio. O desmatamento é outro problema grave: “entre 1990 e 2010, a América Latina e Caribe, e a África Subsaariana sofreram as maiores perdas florestais”, aponta o texto. E a desertificação ameaça as terras áridas, onde vive um terço da população mundial.
Os fatores ambientais, estima o Pnud, devem provocar um aumento dos preços dos alimentos em 30% a 50% nas próximas décadas.
“Cerca de 350 milhões de pessoas, muitas delas pobres, vivem em florestas ou nas suas proximidades, dependendo destas para a sua subsistência e rendimento. Tanto o desmatamento como as restrições ao acesso a recursos naturais podem prejudicar os mais pobres”, alerta a ONU, que afirma ainda que cerca de 45 milhões de pessoas - pelo menos 6 milhões das quais mulheres -, dependem da pesca como modo de vida e estão ameaçadas pela sobrepesca e pelas mudanças no clima.
Rio+20
O relatório lançado nesta quarta lembra que no próximo ano as atenções do mundo estarão voltadas para a América Latina, que sedia a Rio+20, a conferência sobre desenvolvimento sustentável que fará um balanço dos avanços conseguidos desde a Eco 92 e tentará colocar novas metas para o futuro.
O Pnud destaca a redução do desmatamento na região, que teria se iniciado com as ações de combate à devastação na Amazônia brasileira, a partir de 2005. Ainda assim, há muitas áreas florestais ameaçadas no continente.
Outras ameaças para a América Latina no campo ambiental são o aumento do nível do mar, que poderia inundar áreas costeiras em 31 países da região, e a queda nos estoques de pescado.
Um ponto a favor da América Latina citado no documento é o alto índice de consciência em relação aos riscos das mudanças climáticas. Pesquisas consultadas pela organização indicam que 95% dos latino-americanos acreditam que o aquecimento global é uma ameaça grave, enquanto a média mundial é de 68%.
O Pnud ainda elogia os programas de distribuição de renda como o Bolsa Família, no Brasil, e o Oportunidades, do México, que chegam a cerca de um quinto de suas populações custando 0,4% de seus produtos internos brutos.

sábado, 29 de outubro de 2011

80+: Qualidade de vida e genoma?


USP estudará genes de idosos saudáveis

Todos os voluntários, indivíduos saudáveis com mais de 80 anos, têm o seu DNA coletado para estudo do genoma; inscrições de voluntários são realizadas por email

27 de outubro de 2011 | 8h 13



Alexandre Gonçalves, enviado especial - O Estado de S. Paulo
WASHINGTON - O Centro de Estudos do Genoma Humano da Universidade de São Paulo (USP) quer descobrir qual é o segredo das pessoas que chegam aos 80 anos sem problemas físicos ou cognitivos. O grupo, coordenado pela geneticista Mayana Zatz, pretende reunir dados genéticos, fisiológicos e sociais de mais de mil pessoas nessa faixa etária.
Veja também:
Mayana falou sobre o projeto durante sua apresentação na Fapesp Week, um evento de três dias que terminou ontem, organizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em Washington (EUA). O objetivo do encontro foi divulgar no exterior a ciência produzida no Estado.
“O objetivo do projeto é entender melhor o que controla a longevidade na nossa população”, afirma Mayana, que realiza o estudo - batizado de 80+ - ao lado da Faculdade de Saúde Pública da USP e do Instituto de Pesquisas do Hospital Albert Einstein.
Todos os voluntários - indivíduos saudáveis com mais de 80 anos - têm o seu DNA coletado para estudo do genoma e passam por uma entrevista onde informam dados demográficos. Depois são submetidos a uma ressonância magnética no Hospital Albert Einstein.
Segundo Mayana, todas as pessoas que se encaixarem no perfil da pesquisa podem se candidatar para participar. Basta enviar uma mensagem para o endereço de e-mail: 80mais@gmail.com. Alunos realizarão uma triagem dos interessados e entrarão em contato para marcar os exames.
“Os resultados dessa pesquisa vão nos ensinar muito”, pondera Mayana. A ideia é ter um banco de dados que possa responder quais são os traços comuns no DNA de pessoas que não apresentam histórico significativo de doenças que são influenciadas pelo patrimônio genético.
Há inúmeras pesquisas que procuram os genes relacionados à ocorrência de determinadas doenças. O banco de dados que os pesquisadores brasileiros pretendem criar funcionará de outra forma.
Uma pessoa poderá ter seu genoma comparado com os genomas presentes no banco de dados. Mutações idênticas às presentes nas pessoas que participaram da pesquisa terão poucas chances de provocar doenças relacionadas ao envelhecimento.
No entanto, mutações que não aparecem no banco de dados ou são muito pouco frequentes serão possíveis fatores de predisposição às doenças.
A geneticista da USP afirma que as informações do banco de dados serão publicadas - obviamente, preservando a identidade dos voluntários.