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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Parque do Carmo mudou de nome: Parque do Carmo - Olavo Egydio Setubal


fonte: http://diariooficial.imprensaoficial.com.br/nav_cidade/index.asp?c=1&e=20121218&p=1&clipID=22CA6L9NVML2GeCODO64ECJMQ07




DECRETO Nº 53.318, DE 27 DE JULHO DE 2012 

Denomina Parque do Carmo - Olavo Egydio Setúbal o parque criado pelo Decreto nº 13.540, de 15 de setembro de 1976.
GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,
CONSIDERANDO a relevância de se prestar justa homenagem ao ex-prefeito de São Paulo, Olavo Egydio Setúbal, em cuja gestão foi criado o Parque do Carmo, garantindo espaço de lazer para a comunidade e reconhecendo, já àquela época, a importância ambiental da preservação dessa área verde para a Cidade,
D E C R E T A:
Art. 1º. Fica denominado Parque do Carmo - Olavo Egydio Setúbal o parque criado pelo Decreto nº 13.540, de 15 de setembro de 1976.
Art. 2º. Caberá à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, por intermédio do Departamento de Parques e Áreas Verdes, adotar as providências decorrentes das disposições deste decreto.
Art. 3º. As despesas com a execução deste decreto correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.
Art. 4º. Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação.
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 27 de julho de 2012, 459º da fundação de São Paulo.
GILBERTO KASSAB, PREFEITO
EDUARDO JORGE MARTINS ALVES SOBRINHO, Secretário Municipal do Verde e do Meio Ambiente
NELSON HERVEY COSTA, Secretário do Governo Municipal
Publicado na Secretaria do Governo Municipal, em 27 de julho de 2012.



Parque do Carmo - Olavo Egydio Setúbal

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/parques/regiao_leste/index.php?p=5734


Av. Afonso de Sampaio e Souza, 951 – Itaquera
Subprefeitura: Itaquera
Fone: (11) 2748-0010 / (11) 2748-5001

Funcionamento: 5h30h às 18h / 5h30 às 19h (horário de verão)


 
 Área
2.388.930 m²

Ano inauguração
1976

Infraestrutura
Antiga sede da Fazenda do Carmo com o Museu do Meio Ambiente, monjolo, lagos, estacionamento, anfiteatro natural, aparelhos de ginástica ao ar livre, campos de futebol, ciclovia (com aproximadamente 9km), pista de Cooper, playgrounds, quiosques, cerca de 80 churrasqueiras, gramado para piquenique, conjuntos de sanitários, redários. Bosque das cerejeiras e monumentos à imigração japonesa. Na área estão também os DGDs Leste 1 e 3, Viveiro Arthur Etzel, Planetário do Carmo,Base Setorial do Carmo (UEM), Bosque da Leitura (SMC), e Base Guarda Civil Metropolitana.

Fauna
São 135 espécies, sendo 10 de répteis, a exemplo do lagarto florestal conhecido como papa-vento; além de sete de mamíferos e 118 de aves. Garças, mergulhões, martins-pescadores, irerês e ananaís fazem uso do lago. As distintas paisagens oferecem ao observador de aves oportunidade de avistamento do imponente gavião-pega-macaco, rapinante ameaçado de extinção. Os inquietos papagaios-verdadeiro tornam-se cautelosos nas proximidades de seus ninhos. O remanescente de Mata Atlântica sustenta espécies endêmicas deste bioma, como a borralhara-assobiadora e pula-pula-assobiador. Ocorrem também espécies florestais como tié-de-topete, choquinha-lisa e choca-da-mata, de difícil observação, porém traídas por suas vozes, bem como as aves noturnas - coruja-orelhuda, curiangos e bacuraus. No quesito canto, não podemos deixar de citar trinca-ferro-verdadeiro, graúna e canário-da-terra. Olhos atentos observarão diversas espécies de beija-flores e passarinhos vistosos: sanhaçu-de-fogo, saíra-viúva, saí-azul, fim-fim, saí-andorinha e saíra-de-chapéu-preto, que ali ocorrem com frequência, bem como o singular arapaçu-do-cerrado. Dentre os mamíferos, há registros de veado-catingueiro, preguiça-de-três-dedos, tatus, ouriço-cacheiro e caxinguelês. Este último é o mamífero mais comum do Parque e, portanto, o mais fácil de observar.


Flora
Vegetação composta por eucaliptais, remanescentes da Mata Atlântica com mata ciliar, campos antrópicos, brejos, além de gramados, cafezal, pomar, bosque de cerejeiras-de-okinawa e um viveiro de produção de espécies arbustivas para uso no município. Destacam-se angico, araribá-rosa, cedro, gameleira-brava, grevílea-gigante, ingá-ferradura, ipês (Handroanthus chrysotrichus, H. impetiginosus e Tabebuia roseoalba), jacarandá-paulista, jequitibá-rosa, pau-ferro, pau-jacaré, quaresmeira e seafórtia. Foram registradas 242 espécies, das quais 9 estão ameaçadas como a copaíba, o pau-brasil e as samambaiaçus.

Particularidades
A antiga fazenda pertencia ao empresário paulista Oscar Americano de Caldas Filho, que passava os finais de semana ali com sua família. Nesta época a fazenda era usada também para plantio de pastos e café, criação de gados e instalação de pomares de laranjas, figos, peras, além de pequenos bosques de essências nativas.
Para a criação do parque foram mantidos, além do prédio sede, em arquitetura colonial, um conjunto de lagos e toda área ajardinada.
Recentemente o parque foi ampliado en 839.300m², em área onde funcionava o extinto Aterro São Mateus.
Na região há grande comunidade nipônica, que todos os anos se reúne em volta do Bosque das Cerejeiras. Esteiras são estendias sob as cerejeiras e as pessoas observam a chuva de pétalas, tal como acontece no Japão.
Ruas Entorno
1- Av. Afonso de Sampaio e Souza
2- Av. Fernando do Espírito Santo Alves de Matos
3- R. John Speers
4- Av. Adriano Bertozzi
5- Av. Osvaldo Pucci


 Confira
Programação de atividades nos parques 
Campanha de incentivo permanente à arborização

Veja também
Núcleo Verde Leste 1

 fone: 11 2749-2272
fone: 11 2741-5959 e 2745-4304

fone:11 2742 8833 (agendamento de visitas monitoradas)
de 2ª à 6ª feira, das 7h às 16h



Bosque da Leitura   (SMB/ Supervisão de Bibliotecas)

Funciona aos sábados e domingos, das 9h30 às 16h.

sábado, 1 de setembro de 2012

O contêiner metálico também deve ser aterrado!




Passo a passo: aterramento elétrico



Descuidos na execução podem aumentar as chances de ocorrência de choques elétricos e de queima de equipamentos elétricos em residências

http://www.equipedeobra.com.br//construcao-reforma/51/artigo265483-1.asp

Reportagem: Gisele Cichinelli


Aterramento é uma ligação intencional do sistema elétrico de uma edificação com a terra. Sua principal função é proteger os usuários contra choques elétricos, evitando sobretensões eventuais no momento de manobra de circuitos elétricos e na ocorrência de descargas atmosféricas, como relâmpagos.



 Não se trata de uma instalação complexa. No entanto, alguns erros costumam ocorrer com certa freqüência durante a execução, o que, apesar de facilitar o trabalho dos instaladores em alguns casos, pode comprometer seriamente a eficiência do recurso de segurança. Dentre os erros mais comuns, estão o subdimensionamento do condutor terra e o uso de haste cobreadas com medidas inferiores a 2,40 m de comprimento. Além desses cuidados, é preciso garantir a continuidade de todos os pontos aterrados, o que envolve uma execução bastante cuidadosa das conexões.

Durante o momento da instalação em si, é muito importante evitar bater diretamente com a marreta sobre a haste cobreada durante sua fixação. O uso dessa ferramenta de impacto sem o auxílio de um caibro danificará a cabeça da haste, impedindo a colocação do conector ou a sua substituição. "Também provocará a retirada da camada de cobre que reveste a haste. Com o tempo, a remoção dessa superfície pode levar à oxidação e prejudicar a conexão com os cabos", lembra Osmar de Souza, instrutor de eletricidade da Escola Orlando Lavieiro Ferraiuolo, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

A análise do tipo de solo onde será fixada essa haste também é fundamental para o perfeito funcionamento da instalação do aterramento. O ideal é que ele seja capaz de receber a descarga elétrica proveniente do circuito. "Solos rochosos, por exemplo, oferecem elevada resistividade e exigem tratamento químico para garantir que cumpram essa função. Já solos com baixa resistividade, naturalmente mais úmidos, permitem melhor dissipação da corrente elétrica", explica o instrutor do Senai.

Por fim, vale lembrar que o condutor de proteção nas cores verde-amarela ou verde deve ser instalado de acordo com a NBR 5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Já as tomadas de corrente fixas das instalações devem atender à norma brasileira NBR 14136 - Plugues e Tomadas para Uso Doméstico - Padronização. Ou seja, devem contar com conectores para dois pólos, mais um para o aterramento. Nesse caso, o pólo central é destinado para essa finalidade.

Agora, confira nas próximas páginas como não errar ao executar o aterramento elétrico de uma residência.



EPIs E FERRAMENTAS

Fotos: Marcelo Scandaroli

Caixa de inspeção própria para aterramento, haste de cobre de 2,40 m de comprimento, condutor na cor verde-amarela ou verde, eletroduto plástico rígido, balde com água, um pedaço de caibro, marreta, chave de boca, canivete, colher de pedreiro, cavadeira, brita. Você também precisará de luvas, óculos e capacete.

FIXAÇÃO

Fotos: Marcelo Scandaroli

Conectores do tipo cabo-haste ou do tipo grampo e terminal à pressão.





Passo 1

Fotos: Marcelo Scandaroli

Com a colher de pedreiro, limpe a vala por onde passará o eletroduto plástico. A finalidade desse procedimento é retirar o excesso de pedras e sujeira grossa.

Passo 2

Fotos: Marcelo Scandaroli

Inicie a escavação da vala, seguindo o diâmetro e a profundidade necessários para o encaixe da caixa de inspeção de aterramento.

Passo 3

Fotos: Marcelo Scandaroli



Em seguida, posicione a caixa de inspeção no solo. As caixas de inspeção de aterramento podem ser de fibrocimento ou de PVC.

ATENÇÃO

Fotos: Marcelo Scandaroli

A entrada do eletroduto deve estar alinhada com a entrada da caixa, localizada a 2/3 da sua altura a partir do solo.





Passo 4

Fotos: Marcelo Scandaroli

A fixação do eletroduto de plástico rígido na caixa de inspeção é feita com o uso do conector cabo-haste. Mas atenção, pois os conectores do tipo cabo-haste devem ser usados para condutores de secção até 35 mm².

Passo 5


Insira o eletroduto e rosqueie pelo lado de dentro até que o conjunto fique fixo no local. Para garantir a estanqueidade e o nível de isolamento do conjunto, é imprescindível utilizar eletroduto de PVC (rígido) e não o do tipo conduíte (flexível).

Passo 6


Preencha os espaços entre a vala e a caixa de inspeção com terra. Isso vai ajudar a deixá-la totalmente firme e encaixada no chão.

Passo 7

Fotos: Marcelo Scandaroli

Aplique água na caixa de inspeção para facilitar a penetração da haste cobreada no solo.

Passo 8

Fotos: Marcelo Scandaroli

Utilizando a força necessária, exerça pressão para cravar a haste cobreada no centro do diâmetro da caixa de inspeção.

Passo 9

Fotos: Marcelo Scandaroli

Retire a haste, umedeça novamente o solo e repita o passo anterior até conseguir introduzi-la quase por completo no solo.

Passo 10

Fotos: Marcelo Scandaroli

Com o auxílio de um pedaço de caibro e uma marreta, finalize a etapa de aplicação da haste.

ATENÇÃO!

Fotos: Marcelo Scandaroli



A haste deverá ser fixada até a metade da altura da caixa de inspeção.





Passo 11

Fotos: Marcelo Scandaroli

Transpasse o condutor de aterramento (fio terra) pelo eletroduto até a caixa de inspeção.

Passo 12

Fotos: Marcelo Scandaroli

Com o auxílio de um canivete, desencape o fio do condutor. Jamais retire as veias condutoras do cabo com a intenção de facilitar a conexão junto à haste de cobre. Além de comprometer a dissipação das correntes de fuga pelo aumento da resistência de contato, esse descuido provocaria a diminuição da resistência mecânica da conexão.

Passo 13

Fotos: Marcelo Scandaroli

Utilizando a chave de boca, faça a conexão do condutor à haste.



DICA

Aperte o conector até sentir que a conexão está travada, evitando que a rosca do parafuso espane.

Passo 14

Fotos: Marcelo Scandaroli

Puxe o condutor para certificar-se de que está preso e seguro na haste de cobre.

Passo 15

Fotos: Marcelo Scandaroli

Depois de aterrar a vala por onde passa o eletroduto, preencha a caixa de inspeção com brita até uma altura onde ainda seja possível visualizar o conector, ou seja, aproximadamente a 5 cm abaixo do condutor. O uso da brita evita que alguém inadvertidamente jogue concreto dentro da caixa, tornando o acesso ao conector e à haste impossíveis. Além disso, ajuda a manter a umidade do solo próximo à haste.

Passo 16


No quadro de distribuição, faça a conexão do condutor de proteção no barramento de terra. Desse ponto, sairão os demais fios terra, que serão conectados aos pontos de eletricidade distribuídos pela residência.

Passo 17

Fotos: Marcelo Scandaroli

Com o auxílio da chave de fenda, finalize o serviço conectando o fio terra no terminal de terra das tomadas e soquetes. Atenção, pois as conexões estão dentre os pontos mais importantes do sistema de aterramento.



Apoio técnico: Osmar de Souza, instrutor de eletricidade da Escola Orlando Laviero Ferraiuolo, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).