21/Março/2013CBIC lança guia de boas práticas em sustentabilidadehttp://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/cbic-lanca-guia-de-boas-praticas-em-sustentabilidade-279602-1.asp Publicação gratuita traz 29 experiências bem-sucedidas em seis setores da indústria da construção
Gustavo Jazra
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A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) lança, nesta sexta-feira (22), o Guia CBIC de Boas Práticas em Sustentabilidade na Indústria da Construção. Resultado de uma pesquisa realizada pela Fundação Dom Cabral, a publicação reúne 29 experiências bem-sucedidas nas áreas de gestão empresarial, relacionamento com stakeholders, melhorias no processo construtivo, saúde e segurança do trabalhador, mão de obra na construção e desenvolvimento imobiliário urbano.
Na seção que trata das melhorias no processo construtivo, por exemplo, são apresentados projetos que se destacam no uso do Building Information Modeling (BIM), na implantação da produção mais limpa em obras, na redução da geração de resíduos e na obtenção de melhorias quanto ao desempenho ambiental.
O guia estará disponibilizado para download gratuito no site da CBIC a partir da próxima segunda-feira (25).
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Parques sustentáveis com enfoque na sustentabilidade; socioambiental; saúde; longividade; qualidade de vida; Feng Shui; terapia holística e afins.
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domingo, 24 de março de 2013
Guia de boas práticas em sustentabilidade
domingo, 18 de março de 2012
MMA: Prêmio de boas práticas
Prêmio de boas práticas ambientais inscreve até dia 21
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) prorrogou, até o dia 21 de março, o prazo de inscrição para o prêmio que vai eleger as melhores experiências em sustentabilidade ambiental urbana. A premiação tem como finalidade promover a divulgação e o intercâmbio de experiências municipais de sucesso, valorizando e estimulando os avanços no desenvolvimento de cidades sustentáveis. Municípios com boas práticas ambientais podem participar do processo de seleção com, no máximo, oito projetos. Até o momento, há 89 cidades habilitadas.
Os interessados podem cadastrar projetos arquitetônicos, urbanísticos, paisagísticos, de infraestrutura ou de recuperação de áreas degradadas; de serviços públicos relacionados à gestão de resíduos sólidos e drenagem urbana; de programas de fiscalização integrada de áreas protegidas; criação de conselhos, comitês de bacias, consórcios públicos, entre outras iniciativas Veja os detalhes no edital.
A inscrição deve ser feita por meio de formulário eletrônico disponível no site do MMA e protocolada na Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério até o dia 21 de março, às 17h. Todas as experiências habilitadas participarão do processo seletivo.
Serão escolhidas três experiências por tema e a premiação será durante o 1º Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, dia 29 de março, em Brasília, onde as iniciativas serão expostas. As boas práticas selecionadas serão publicadas pelo Ministério e divulgadas em eventos de grande presença de público, como a Semana do Meio Ambiente e a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que será realizada em junho, no Rio de Janeiro.
Para informações adicionais, acesse www.mma.gov.br/sustentabilidadeurbana
sábado, 17 de setembro de 2011
Religião, sustentabilidade e negócios
4 dicas de Dalai Lama para uma vida mais feliz
Em sua 4ª visita ao Brasil, Dalai Lama conta como encontrar equilíbrio quando se trata de religião, sustentabilidade e negócios
Publicado em 16/09/2011
http://mdemulher.abril.com.br/bem-estar/reportagem/auto-ajuda/4-dicas-dalai-lama-vida-mais-feliz-640259.shtml
Ana Carolina Alves
Dalai Lama está em sua 4a visita ao Brasil
Foto: Agnews
Nesta sexta-feira (16.09.2011), aconteceu em São Paulo uma coletiva de imprensa com Sua Santidade o Dalai Lama, que faz sua 4ª visita ao País. O líder religioso falou de religião, equilíbrio, sustentabilidade e negócios. Veja dicas do líder espiritual para você viver com mais harmonia:
Sustentabilidade
"Acredito que a preocupação com a sustentabilidade tem crescido bastante e, certamente, está maior do que há 20 anos. Ainda existem países, como Índia e China, que dão uma importância maior à ecologia nacional do que global. Porém, em encontros e fóruns internacionais dos quais participo, vejo que o entusiasmo com essa questão aumenta cada vez mais. Precisamos tanto de paz quanto de um mundo sustentável. Não há como escolher entre um e outro".
Negócios
"Ética é a maior transformação que deve acontecer para um mundo de negócios mais justo. É preciso mais ética, que gera mais autodisciplina, trazendo mais honestidade. Essa característica, por sua vez, torna uma pessoa mais transparente, com mais confiança e respeito, ou seja, com a dose certa de harmonia para uma comunidade mais feliz".
Equilíbrio
"Podemos encontrar a religião no dia a dia por meio de preces, meditação, recitação e cânticos, mas tudo isso requer prática. É desse modo que enxergamos nossa mente. Quando conversamos com as pessoas, é preciso de prática para não sentir raiva, ódio ou medo delas. É preciso lembrar que se tem uma religião para não se deixar levar por esses sentimentos. Fazer uma prece ou meditar é como uma refeição: nos dá energia para o que vamos fazer posteriormente. O mais importante é saber usar a energia e colocá-la em prática não só dentro de casa, mas fora".
Religião
"Falo com um ser humano entre os sete bilhões de seres humanos. Somos todos iguais, independente de religião, fé, partido político, país. Todas essas questões fazem parte de um nível secundário. Se você dá muita importância para esse nível, surgem os problemas, negligencia-se a unidade elementar. O mundo é um só, é preciso ser honesto como ser humano; é necessário cuidar do mundo. Necessitamos de um esforço coletivo para criar uma harmonia genuína, com base na ética. Independente da religião, todas elas têm um mesmo fim: amor, perdão, harmonia e disciplina. Tenho amigos verdadeiros que são cristãos, judeus, muçulmanos, hinduístas. Há essa terceira via, que não passa necessariamente pela religião, que é o fato de usar o bom senso, de compartilhar boas experiências. O objetivo comum é construir a paz interior, para uma família feliz e, por consequência, uma comunidade feliz".
terça-feira, 21 de junho de 2011
Composteira
Composteira orgânica conceito pode ser usada como viveiro
Postado em 21/06/2011 às 10h37
http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2788
http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2788
ÉVA tem certas capacidades que o tornam uma alternativa verde original para a pilha de compostagem tradicional. (Imagem:Divulgação)
O designer francês François Hurtaud criou um novo conceito de composteira. Denominado ÉVA a composteira orgânica vem “disfarçada” de vaso. O produto foi especialmente projetado para ser usado em restaurantes onde os resíduos orgânicos são gerados em grandes quantidades.
A ÉVA tem certas capacidades que a tornam uma alternativa original para a pilha de compostagem tradicional.
Ao contrário da comum, nesta composteira pode crescer plantas no topo e uma parte de seus resíduos são reciclados e transformados em adubo para a própria vegetação, enquanto a parte restante dos resíduos são transformados em gás metano, produzindo energia, graças a um co-gerador. Esta energia, obtida através da decomposição orgânica, é utilizada pelas luzes LED que estimularão o crescimento das plantas. Além disso, a água será filtrada naturalmente, assim que entrar no recipiente.
O projeto é uma espécie de sistema de “viveiro caseiro” que não só permite o cultivo de legumes, mas também produz ar fresco e luz. A ÉVA é um testemunho dos processos de restaurantes de comidas verdes e saudáveis, projetado para ser fácil e rapidamente montados e mantidos.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Governo alemão aprova projetos de lei para aposentar energia nuclear: O planeta agradece!
Governo alemão aprova projetos de lei para aposentar energia nuclear
06/06/2011 - 06h08
autoria e fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/925814-governo-alemao-aprova-projetos-de-lei-para-aposentar-energia-nuclear.shtml
DA EFE
O governo alemão aprovou nesta segunda-feira os projetos de lei elaborados com o objetivo de acabar com a energia nuclear na Alemanha até 2022 e apostar em fontes de energia renováveis, anunciaram fontes da Chancelaria Federal.
Durante uma reunião extraordinária do conselho de ministros, foi sancionada a reforma da legislação nuclear que traz consigo também o encerramento definitivo dos oito reatores desativados após a tragédia na usina atômica japonesa de Fuskushima, ocorrida em março.
O pacote de medidas de política energética tem caráter de urgência, pois será abordado na próxima quinta-feira na câmara baixa (Bundestag) do Parlamento alemão. Estima-se que os projetos sejam aprovados pela câmara alta (Bundesrat) antes do recesso parlamentar.
O pacote prevê também medidas para o fomento das energias renováveis, bem como para a construção de novas linhas de alta tensão do norte ao sul da Alemanha, para a distribuição da energia que for produzida pelos futuros parques eólicos.
A decisão do Gabinete de Merkel ocorre após várias semanas de intensas negociações com os partidos de oposição e com os governos dos 16 estados do país, responsáveis por sancionar o pacote de medidas no Bundesrat, onde a oposição social-democrata e verde conta com grande maioria.
O governo de coalizão democrata-cristão-liberal de Merkel revoga assim a lei aprovada no ano passado de prolongar a vida útil das usinas nucleares em uma média de 12 anos e adiar a aposentadoria das centrais até a década de 2030.
A iniciativa atual para o blecaute nuclear se assemelha à lei aprovada em 2000 pelo governo de coalizão social-democrata-verde de Gerhard Schröder, que estabeleceu o fim da energia nuclear na Alemanha até 2021 e que tinha sido cancelada pelo atual Executivo.
Após o fechamento definitivo neste ano dos oito primeiros reatores, nova lei nuclear prevê desativar de maneira gradual os nove restantes, o primeiro deles em 2015 e os três últimos em 2022.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
O CAFÉ E A SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL AGRÍCOLA
O CAFÉ E A SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL AGRÍCOLA
O agronegócio é a principal alavanca do desenvolvimento da economia brasileira. Pode também contribuir com a preservaçãoa ambiental.
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-cafe-e-a-sustentabilidade-ambiental-agricola/55181/
Por Rodnei Vecchia
Benjamin Franklin
A água é um recurso natural essencial à vida. O corpo humano detém em seu organismo a mesma proporção existente no planeta azul: cerca de 78 %. Diversos estudos apontam que a falta de água doce e limpa será o grande problema do século XIX. Apesar de ser um recurso renovável, do total de águas terrestres somente 3% é água doce, percentual que permanece constante ao longo do tempo, enquanto a população humana cresce exponencialmente. O maior problema que envolve a água é na verdade o acesso ao produto e não ainda sua falta, já que do total de água doce, 97 % estão nas geleiras e somente os restantes 3 % estão espalhados de forma disformes por rios, lagos , nascentes e lençóis.
A partir de 1860 iniciou-se o ciclo do café brasileiro. Muitos italianos deixaram seu país devido à guerra e vieram ao Brasil desbravar pedaços de terra, constituindo colônias, especialmente no interior paulista. Períodos de crises e euforia se sucederam ao longo da história da cultura cafeeira. Mas a crise dos últimos anos teve forte impacto negativo na vida econômica e social da imensa maioria dos produtores e trabalhadores, contribuindo para a degradação ambiental e a baixa qualidade do produto.
Várias iniciativas voltadas à implementação e viabilização da cafeicultura sustentável surgem após 2002, com atuação prioritária na redução dos custos do sistema de produção, na agregação de valor por meio de melhoria da qualidade do produto, e na gestão da comercialização e dos benefícios ambientais e sociais. Após anos de desenvolvimento, a agricultura cafeeira chega ao novo século com pujança econômica e avanços tecnológicos e científicos incontestáveis.
A agricultura é o setor que utiliza o maior volume de gastos com água retirada da natureza, em seu processo produtivo: estonteantes 69 %, ante 21 % da indústria. É uma atividade que está intrinsecamente relacionada com o meio ambiente, com incidências negativas e positivas. Como impactos negativos destacam-se: erosão física, química e biológica dos solos; perda da capacidade de retenção de água no solo; contaminação de solos, águas, ar e alimentos; produção de resíduos; consumo de água para a irrigação, com sistemas geralmente muito ineficientes; alterações de ecossistemas que afetam a flora e fauna locais.
A lavoura cafeeira também utiliza água em abundância no processamento do café por via úmida. Segundo estudos da Universidade Federal de Lavras (MG), para cada litro de fruto processado consome-se de 3 a 5 litros de água limpa na lavagem e separação dos frutos. Além de consumir muita água, o processamento do café por via úmida cria outro problema ambiental: a água residuária é altamente poluente, porque acumula matéria orgânica e nutrientes como nitrogênio, potássio e fósforo. O conceito de boas práticas agrícolas prega que se aplique o vasto conhecimento disponível no uso sustentável dos recursos naturais básicos para a produção agrícola, com foco na viabilidade econômica e social e na geração de produtos saudáveis e isentos de contaminação.
O lançamento dos efluentes da água utilizada no processamento do café por via úmida em corpos hídricos, sem tratamento adequado, é proibido pela legislação brasileira. Devem sofrer processo de limpeza para retornar limpos à natureza.
O ser humano inventivo e criativo já tem solução para minimizar o impacto do uso excessivo de água, por meio de uma técnica de manejo desenvolvida por pesquisadores da Embrapa que permite diminuir em muito o consumo de água limpa nesse processo. Trata-se de um sistema pesquisado já faz cinco anos, que baseia-se em caixas d'água, peneiras e tubos de PVC, que permite o reúso da água empregada na unidade de processamento por três vezes e não apenas uma, como ocorre atualmente.
O funcionamento é relativamente simples, custa de R$ 8 a R$ 20 mil e proporciona economia de 50 % a 75 % no consumo de água. Como a maioria das unidades pertence a pequenos e médios produtores, esse custo torna-se acessível e permite retorno em curto prazo. A implantação do sistema de reúso de águas tem outras vantagens. Após seu uso por três ciclos de lavagem, a água residuária pode ser utilizada na irrigação dos cafezais. O produto final é rico em nutrientes e, portanto, podem retornar à lavoura via fertiirrigação, proporcionando economia em adubação química.
O agronegócio é e será o grande responsável pela segurança alimentar mundial.
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| Embrapa Café participa da Agrobrasília 2011 |
| Qua, 18 de Maio de 2011 10:57 fonte: http://www.sapc.embrapa.br/index.php/principal/embrapa-cafe-participa-da-agrobrasilia-2011 |
A Embrapa Café participar da Agrobrasília 2011, evento que apresenta as inovações tecnológicas utilizadas nas lavouras do cerrado brasileiro e abre oportunidades de negócios na área. A unidade apresenta a tecnologia “Sistema para Limpeza de Águas Residuárias – SLAR”, desenvolvida pelo pesquisador da Embrapa Café, Sammy Fernandes Soares, com recursos do Consórcio Pesquisa Café, cujo Programa de Pesquisa em Café é coordenado pela Embrapa Café. A inovação consiste em um sistema de limpeza das águas residuárias resultantes do processamento, por via úmida, de frutos do cafeeiro. A água proveniente do processamento contém resíduos sólidos e alta carga orgânica com potencial de poluir o meio ambiente. O sistema remove esses resíduos da água e permite que ela seja reutilizada em novo processamento de frutos ou direcionada à fertirrigação da cultura. Além disso, os resíduos sólidos retirados podem ser empregados na produção de adubos orgânicos. O benefício direto da tecnologia para o produtor é a redução dos gastos com água na pós-colheita, que pode chegar a uma economia de 90% do consumo. A inovação também promove a preservação ambiental, dando um destino ambientalmente correto para as águas carregadas de resíduos orgânicos. Com baixo custo de instalação e manutenção, o SLAR pode ser utilizado por produtores de pequeno, médio e grande porte. O pesquisador da Embrapa Café, Anísio José Diniz, apresentará a tecnologia para um público esperado de 50 mil visitantes na quarta edição da Agrobrasília. Diniz ressalta que “oportunidades de divulgação como essa são importantes para a transferência da tecnologia que beneficiará a cafeicultura do cerrado”. O pesquisador destaca ainda que o caráter inovador das tecnologias é fundamental para a consolidação de sua adoção pelos produtores. Quem for à Agrobrasília 2011 poderá conhecer melhor esta inovação tecnológica visitando o espaço da Embrapa na feira, localizado no estande do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e aprender sobre o funcionamento do SLAR e sua aplicação no cerrado. Área de Comunicação & Negócios da Embrapa Café Texto: Cristiane Vasconcelos (MTb 1639/CE) Fone: (61) 3448-4566 Serviço de Atendimento ao Cidadão: http://sac.sapc.embrapa.br |
http://www.sapc.embrapa.br/index.php/em-destaque/uso-de-boas-praticas-agricolas
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Comissão da ABNT elabora guia sobre gestão ambiental
Grupo de trabalho contará com a participação da população e de empresários de micro e pequenas empresas
Fonte: http://www.ecoagencia.com.br/index.php?open=noticias&id=VZlSXRlVONlYHZETOZlVhN2aKVVVB1TP
Por Regina Xeyla, da Agência Sebrae de Notícias
No dia 25 de maio, no Rio de Janeiro, será realizada a 1ª reunião da Comissão de Estudos de Sistema de Gestão Ambiental para as Micro e Pequenas Empresas, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O grupo irá elaborar um guia para apoiar as pequenas empresas a atenderem os requisitos da ISO 14001. Trata-se de norma internacional que define para empresas de todos os setores e portes o que deve ser feito para estabelecer um Sistema de Gestão Ambiental (SGA).
A comissão reativou seus trabalhos durante o lançamento do Centro Sebrae de Sustentabilidade, ocorrido no último mês de abril, em Cuiabá (MT). De acordo com a gerente do Processo de Normalização da ABNT, Márcia Cristina, “o objetivo é traduzir a norma já existente para o português com o foco na micro e pequena empresa. Esse trabalho resultará na ISO 14005”, explica.
A gerente ressalta que o público em geral, principalmente empresários de pequenas empresas, podem fazer parte da comissão. Para isso, basta que o interessado envie um e-mail para o endereço - cb38@abnt.org.br. Ela destaca que, após ser feita a tradução da ISO 14001, o texto será disponibilizado no site da ABNT para consulta nacional. “A população terá, no mínimo, 30 dias para acessar o texto e fazer sugestões, que serão avaliadas pela comissão e agregados ou não ao documento”.
Paralelamente ao trabalho de tradução, o conteúdo será disponibilizado para micro e pequenas empresas, por meio de reuniões itinerantes pelo país. “A norma por sua essência não é obrigatória, porém quem segue demonstra ter preocupação com a qualidade do produto e serviço que oferece. Outras vantagens também estão relacionadas com o aumento da competitividade”, disse Márcia.
A analista da área de Inovação e Tecnologia do Sebrae, Hulda Oliveira Giesbrecht, chama a atenção para a grande participação dos grandes empresários nas reuniões dos comitês criados pela ABNT. “Estamos invertendo esse papel. Queremos que as micro e pequenas empresas também participem desde o início da elaboração do texto. A proposta é que a norma atenda às necessidades de todos”, afirma Hulda. Segundo ela, o Sebrae, juntamente com a ABNT, irá realizar pelo menos uma reunião em cada região para levar informações sobre a ISO 14001.
Sebrae - EcoAgência
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Centro Sebrae será referência em sustentabilidade
Centro Sebrae será referência em sustentabilidade
Instituição lança na próxima quinta-feira (14), na Chapada dos Guimarães (MT), espaço disseminador de conhecimento
Da Agência Sebrae de Notícias
A inserção das micros e pequenas empresas (MPE) na economia de baixo carbono será intensificada a partir das ações do Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS). A previsão é do diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, ao assinalar que a instituição cria esse novo centro irradiador de conhecimento e de boas práticas como referência nacional para os pequenos negócios. O espaço será lançado na próxima quinta-feira (14), no município de Chapada dos Guimarães (MT), a 65 quilômetros da capital Cuiabá.
Instalado no Espaço Sebrae de Conhecimento, na capital mato-grossense, o CSS vai se dedicar primeiramente a dois focos: política nacional de resíduos sólidos e eficiência energética. “Há experiência e conhecimento acumulados no Sistema Sebrae que serão aperfeiçoados e colocados à disposição das empresas de pequeno porte”, explica o diretor. Na visão dele, “é preciso inovar com sustentabilidade para aumentar a competitividade dos pequenos negócios”.
Com o CSS, o Sistema Sebrae dá um salto qualitativo na construção conjunta de metodologias, ferramentas e orientações às empresas de pequeno porte frente aos novos desafios da sustentabilidade. “Consumidores cada vez mais conscientes, exigentes e seletivos num ambiente global de negócios impõem um novo direcionamento às empresas, em especial, àquelas que pretendem se manter competitivas e participar da cadeia de valor de grandes organizações”, diz Carlos Alberto.
Mercado global
Aperfeiçoar ou desenvolver novos produtos e serviços com a marca da sustentabilidade certamente vai exigir a revisão de processos, métodos e a obtenção de certificações necessárias à inserção competitiva das micro e pequenas empresas no mercado global. O Sebrae vai apoiar empresas de pequeno porte que decidiram ser inovadoras e buscam na excelência a longevidade das relações com os mercados.
O CSS vem se somar a dois outros centros de referência do Sistema Sebrae instalados no país. No Paraná, funciona o Sebrae CDT/AL - Centro de Desenvolvimento de Tecnologias para Integração Transfronteiriça de Micro e Pequenas Empresas do Mercosul e América Latina, instalado em Foz do Iguaçu. No Rio de Janeiro, está o Crab - Centro de Referência do Artesanato Brasileiro. “Com esse novo Centro, no Mato Grosso, estamos nos preparando também para as discussões que se intensificarão durante a Rio+20, em 2012”, pondera Carlos Alberto.
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