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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Transformar dejetos humanos que normalmente são desperdiçados em água potável e eletricidade

Bill Gates apresenta máquina que transforma lixo em água potável

Por Redação Olhar Digital - em 06/01/2015 às 14h17
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Bill Gates parece determinado a salvar a humanidade de si mesma. Em sua mais nova empreitada filantrópica, o fundador da Microsoft pretende transformar dejetos humanos que normalmente são desperdiçados em água potável e eletricidade.
Através da Bill and Melinda Gates Foundation, o executivo desafiou alguns pesquisadores universitários a desenvolver soluções para o que pretendia, então ele se uniu a Peter Janicki e os dois deram vida ao Janicki Bioenergy Omniprocessor.

A máquina recolhe quantidades enormes de dejetos e reaproveita tudo num processo que dura alguns instantes. Em um vídeo demonstrativo é possível ver Gates beber um copo com água que cinco minutos antes era lixo.




O potencial do JBO é grande. Com o material produzido em uma comunidade de 100 mil pessoas, a máquina libera 86 mil litros de água e 250kw de eletricidade diariamente. E esses padrões podem ser reajustados para lugares mais ou menos populosos.
Com isso, Gates quer não apenas criar um sistema de reuso, mas também diminuir os gastos em países em desenvolvimento (porque sistemas de saneamento custam muito e, na maioria dos casos, não são totalmente eficientes) e melhorar a saúde desses lugares, uma vez que boa parte das doenças é causada pelo consumo de água suja.
Até o final do ano, Janicki levará o Omniprocessor a Dakar, no Senegal, para testar o recurso e descobrir suas potenciais falhas, além da possibilidade de entender se é possível controlá-lo a distância.

sábado, 13 de setembro de 2014

10 maneiras de combater caracóis



10 Maneras de Combatir Los Caracoles Y Babosas


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Quien no se ha llevado las manos a la cabeza, cada vez que llega a la huerta ve sorprendido con las plantas llenas de agujeros, y de hojas que han desaparecido por arte de magia, horrorizados miramos sin poder hacer nada, o eso creemos, hoy os dejo aquí una muy buena solución ecológica, uno de los mejores vídeos que podemos encontrar al respecto.
Los caracoles y babosas, desde siempre en las huertas son los animales más odiados, a pesar de su tranquilidad a la hora de moverse y su gracia al sacar las antenas al sol, a más de uno le trae de cabeza en la huerta, y no es para menos, porque en menos de un día, pueden dejarnos sin ningún brote, eso si, yo siempre recomiendo acabar con estos animalitos cuando son plaga, cuando solamente nos comen algunas hojas, es preferible dejarlos, todos tenemos derecho a vivir.




Qual a diferença entre lesma, caramujo e caracol?

por Yuri Vasconcelos | Edição 78
Os três são moluscos, da classe dos gastrópodes. A principal diferença entre a lesma e os outros dois é que ela não tem uma concha externa - ou tem uma concha muito pequena. Já caracol e caramujo são sinônimos em várias regiões do Brasil, mas, na linguagem popular, caracol geralmente se refere aos gastrópodes terrestres, e caramujo, aos aquáticos. Já as lesmas podem viver tanto na terra como no mar. Juntos, esses três bichinhos somam cerca de 75 mil espécies. Além de numerosos, eles são antigos moradores da Terra: existem registros fósseis de gastrópodes de cerca de 500 milhões de anos atrás. Há entre 30 e 40 famílias de lesmas, contra 400 de caramujos e caracóis, de acordo com o biólogo Luiz Ricardo Simone, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, autor do livro Land and Freshwater Molluscs of Brazil (“Moluscos Terrestres e de Água Doce do Brasil”). Você pode não gostar da gosma que eles deixam, mas sem eles, podem ocorrer desequilíbrios ambientais.
MINHA NADA MOLE VIDA Apesar de hermafroditas e gosmentos, gastrópodes têm vida sem sal
BELEZA INTERIOR
O corpo das lesmas terrestres tem três partes principais: cabeça, pé e massa visceral, que é recoberta por uma espécie de pele, o manto. Da cabeça saem quatro tentáculos, todos retráteis: dois são a base dos olhos e dois são usados para o tato e o olfato. A parte de baixo do corpo dos caramujos é a mesma das lesmas
DEBAIXO DOS CARACÓIS
Os caracóis e caramujos nascem com uma protoconcha, que já contém todas as camadas da concha dos
adultos. À medida que cresce, uma glândula no manto vai secretando as três camadas que formam o material:
Perióstraco: Parte mais externa, rica em conchiolina, uma matéria orgânica. Protege a concha da corrosão do meio ambiente
Óstraco: Camada intermediária, feita de carbonato de cálcio, que confere dureza à concha
Hipóstraco: É a mais próxima do corpo. É responsável pela reparação de qualquer fratura sofrida pela concha
CABEÇA FRESCA
Dependendo de onde vivem, os gastrópodes respiram de maneiras diferentes. Enquanto as formas marinhas usam brânquias (como os peixes), as terrestres têm pulmão e fazem a troca gasosa por um buraco existente na lateral da cabeça, chamado pneumóstoma. Como essas espécies têm a pele muito
fina, elas também absorvem o oxigênio diretamente por ela
VELOCIDADE MÍNIMA
Para se mover, lesmas e caracóis contam com a ajuda de uma espéciede muco, secretado por uma glândula localizada na barriga. Essa substância gosmenta é importante porque ajuda no deslizamento do animal. Eles se movem fazendo movimentos ondulatórios, como as cobras e as minhocas. Os animais menores (de até 1 milímetro de comprimento) também contam com a ajuda dos milhares de cílios localizados na barriga, que funcionam como uma sucessão de pezinhos.
Entenda como lesmas e caracóis se movimentam:
1. Para se movimentar, o primeiro passo é levantar a cabeça em um ângulo de 20 a 30 graus do chão
2. Em seguida, o bicho estica o resto do corpo, e as partes que se desprendem do chão vão se alternando ao longo do corpo da lesma, até começar tudo de novo
SEXO CRUZADO
A maioria dos gastrópodes terrestres é hermafrodita: o mesmo animal possui um pênis e uma vagina, mas precisa de um parceiro para procriar. Durante o acasalamento, rola uma fecundação cruzada, em que um transfere espermatozóides para o outro, e vice-versa. Veja como é a transa radical das lesmas-leopardo (Limax maximus):
1. A lesma que quer acasalar solta um muco com um “sabor especial”, que anuncia aos companheiros de espécie que ela está a fim
2. As duas lesmas sobem, então, em um galho e se enroscam uma na outra, soltando um fio de muco
de até 40 centímetros
3. Enroladas, as duas descem pelo fio e cada uma coloca o pênis (que estava “escondido” sob o
manto) para fora
COM A LÍNGUA NOS DENTES
Para comer, os gastrópodes usam a rádula, órgão parecido com a língua, com milhares de protuberâncias que lembram dentes humanos. A ponta da rádula raspa o alimento, e os “dentes” na superfície o cortam. Os gastrópodes encaram de tudo na hora de comer: alguns só comem plantinhas, outros preferem matéria
orgânica podre e há ainda as carnívoras, que comem insetos, outros moluscos e até pequenos peixes
AI, MEUS SAIS
Muita criança já fez a maldade: jogou sal na lesma para vê-la derreter. Isso acontece porque a pele dela é muito fina e permeável. Por um processo químico conhecido como osmose, o sal “suga” a água existente no corpo do bicho, fazendo com que ele perca muito líquido e morra de desidratação
AS APARÊNCIAS ENGANAM Entre as 400 famílias de caracóis e caramujos, há desde iguarias a bichos perigosos
DO BEM...
Ele é um caracol terrestre da família Helicidae, e, como todo molusco, é bem nojento. Mas, como é herbívoro e se alimenta apenas de frutas e verduras, o escargot se tornou uma das iguarias mais refinadas do mundo. Alguns criadores deixam o bicho em jejum e depois os alimentam com água, ervas aromáticas e até vinho branco! Um quilo de sua carne - que tem entre 120 e 150 animais - custa quase 100 reais
...E DO MAL
Alguns caramujos da família Planorbidae são hospedeiros do verme responsável pela esquistossomose. Outro gastrópode mal-encarado é um caramujo africano (Achatina fulica), espécie introduzida nos anos 80 como uma alternativa ao escargot. O contato com seu muco pode causar distúrbios no sistema nervoso, perfuração do intestino, hemorragia abdominal e até a morte do paciente

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Oficina Compostagem e Minhocário

Oficina Compostagem e Minhocário

  
 Para se inscrever, é necessário preencher o formulário (disponível aqui) e enviá-lo para:oficinasjardim@prefeitura.sp.gov.br
ATENÇÃO: só serão aceitas inscrições a partir do dia 16/04 às 9h.


Objetivo: Mostrar como produzir composto orgânico e húmus de minhoca com resíduos gerados diariamente em casa, contribuindo assim para a saúde de suas plantas e diminuindo a quantidade de lixo encaminhado para os aterros da cidade. Apresentar, também, noções básicas sobre a montagem e o manejo de minhocários  
Dia: 24 de Abril de 2014, quinta-feira
Horário: 9h às 12h
Facilitação: Adão Luiz Castanheiro Martins. (Eng. Agrônomo/UMAPAZ-1)
Público focalizado: Todos os interessados.
Vagas: 40
Local: Sede UMAPAZ, Campo Experimental
Endereço: Campo Experimental da Escola Municipal de Jardinagem – Parque Ibirapuera - Av. Pedro Álvares Cabral, s/n. Acesso pelos portões 3 e 4.

Inscriçõesoficinasjardim@prefeitura.sp.gov.br
Ficha de inscriçãoclique aqui

Em caso de dúvida, ligar para o Programa de Oficinas e Palestras, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 16h, através do telefone: 11 5539-5291

    terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

    Material aborda práticas agroecológicas em linguagem acessível...permacultura?

    Material aborda práticas agroecológicas em linguagem acessível

    Sustentabilidade

    Série de cartilhas com o passo a passo de técnicas empregadas pela agroecologia será distribuída pelo Insa/MCTI
    por Portal BrasilPublicado18/02/2014 17:44Última modificação18/02/2014 17:56
    A maioria dos programas de difusão enfrenta o desafio de transformar em realidade os resultados das pesquisas científicas. Para amenizar este problema um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), dedicou-se na construção de uma Cesta Metodológica, composta por uma série de cartilhas didáticas, que explicam o passo a passo de várias técnicas empregadas pela agroecologia para atenuar problemas cotidianos de pequenas propriedades no Semiárido brasileiro. 
    O lançamento da Cesta Metodológica acontecerá no dia 26 de fevereiro, quarta-feira, no auditório da sede do Insa, em Campina Grande (PB), às 14h, em evento aberto ao público. Naquela oportunidade o grupo de pesquisadores responsáveis pela elaboração da Cesta Metodológica falará sobre o esforço para convergir em um material didático de fácil compreensão o conhecimento popular e acadêmico e, desta maneira, torná-lo acessível ao agricultor.
    As práticas agroecológicas e as dinâmicas de sensibilização são apresentadas na Cesta Metodológica com inúmeras ilustrações com a intenção de facilitar a compreensão do leitor e também a reprodução das técnicas ensinadas.
    O Insa, em seu trabalho de divulgação dos conhecimentos científicos, tem a constante preocupação de elaborar materiais didáticos que possam ser usados como base de intervenções na realidade para melhorar as condições de vida das populações do Semiárido.
    Várias associações de pequenos agricultores e de assentamentos rurais foram convidadas para participarem do lançamento da Cesta Metodológica, e naquela oportunidade seus associados receberão o material didático.
    Para Aldrin Pérez, Coordenador de Pesquisa do Insa, “há muitas publicações técnico-científicas sobre os assuntos abordados pelas cartilhas, porém existe pouco material didático em linguagem de fácil compreensão para o agricultor”. Pérez ainda afirma que a ciência tem um grande desafio: tornar-se compreensível para aqueles situados na ponta do sistema produtivo, que em última análise são os que mais utilizam as inovações tecnológicas para manter suas pequenas propriedades e negócios rurais.
    As práticas agroecológicas, em sua maior parte, são ações simples e de rápida eficácia. Elas são acessíveis para qualquer agricultor, que muitas vezes não as aplicam apenas por falta de conhecimento sobre como o fazer. As técnicas apresentadas pela Cesta Metodológica elaborada pelos pesquisadores do Insa podem ser replicadas tanto no Semiárido brasileiro, quanto em outras partes do Brasil, e até mesmo em outros países.
    Na primeira edição da Cesta Metodológica serão apresentadas ao público 21 cartilhas de temas variados. Conheça os títulos das cartilhas:  A bola, A cadeia Ambiental, A construção do pé de galinha ou Aparato, A construção de Valas e Terraços, A memória do Agricultor, A rampa, A textura do solo, A barreira, Cobertura morta, Conhecendo nosso solo, Construção de diques, Compostagem, Manutenção de obras em conservação, O equilíbrio: retenção de água e matéria orgânica, Sistemas Agroflorestais no Semiárido Brasileiro, O problema: Como encontrar soluções, Os benefícios da enxertia, O que é orgânico?, O tesouro, Reconhecendo o terreno, Traçando uma curva de nível.  
    Fonte: 

    domingo, 5 de janeiro de 2014

    Conheça a permacultura

    Conheça a permacultura



    Um sistema em que o habitante, a moradia e o meio ambiente estão integrados em um mesmo organismo vivo

    Vivemos em uma época em que o sistema de produção é a base da sociedade. E nele, o consumo é o principal pilar. Esse sistema garante o crescimento econômico e a produção de bens para satisfazer necessidades de uma parcela dos habitantes do planeta. No entanto, a maneira encontrada para alcançar esses objetivos envolveu a utilização predatória dos recursos disponíveis na Terra. Como esses recursos são finitos, o modo como os utilizamos está em crise e pode até resultar em um colapso.
    A base do consumo são os alimentos que, de maneira geral, são produzidos com certos insumos, como fertilizantes e pesticidas, muito prejudiciais não só aos que se alimentam das safras, mas ao terreno e à biodiversidade do entorno. Práticas como a captação de água da chuva, a reciclagem de materiais, a manutenção do ciclo natural dos alimentos, o uso de energia oriunda de fontes limpas e renováveis, e o reaproveitamento de tudo o que for possível passam longe do modelo padrão de produção de alimentos, mas são a base da permacultura.
    Ela pode ser tanto um método, como uma filosofia de vida, em que as necessidades humanas estão ligadas a soluções sustentáveis, sempre levando em consideração o equilíbrio entre os ecossistemas e o respeito ao próximo.
    O criador desse conceito é o australiano e professor universitário Bill Mollison, que teve auxílio do então estudante David Holmgren. Na década de 70, percebendo que os recursos naturais da região em que moravam estavam acabando, eles resolveram criar um modelo de trabalho e desenvolvimento em que a agricultura, ligada às atividades humanas e sempre integrada ao meio ambiente, produzisse recursos suficientes e de forma não predatória. Por isso, no início, o conceito era chamado de agricultura permanente. Com o passar dos anos, o termo foi alterado para cultura permanente, cuja abreviação é permacultura.
    Essa é uma metodologia de trabalho que, de acordo com os idealizadores, estimula o desenvolvimento sustentável aliado a um ambiente produtivo nas áreas rural e urbana. Trata-se de um sistema em que o habitante, a moradia e o meio ambiente estão integrados em um mesmo organismo vivo.
    Ecovila
    A ecovila é o local de integração de todos os elementos citados anteriormente e tem a autossustentação como principal objetivo.
    A partir disso, entram em cena certos pilares básicos, como o cuidado com a terra, para que ela seja saudável e os sistemas de vida se multipliquem; cuidado com aspessoas, com o intuito de que todas possam ter acesso aos recursos necessários para sua existência; e a partilha justa dos excedentes, como o dinheiro, tempo e a energia para poder alcançar os objetivos das outras duas éticas.
    Além dos pilares, a permacultura segue 12 princípios para se tornar uma filosofia de vida: observe e interaja; capte e armazene a energia; obtenha um rendimento; pratique a autorregulação e aceite retorno; use e valorize os serviços e recursos renováveis; produza e não desperdice; desenhe partindo de padrões para chegar a detalhes, integre ao invés de segregar; use soluções pequenas e lentas; use e valorize a diversidade; utilize caminhos paralelos e ideias criativas e responda à mudança com criatividade.
    A ideia deu certo, proporcionou alimentos mais saudáveis e uma relação mais justa com a natureza. Como consequência, o modelo cresceu e se expandiu por vários países. No Brasil, foram criados diversos institutos centros que aplicam esses princípios. Os mais conhecidos são o Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado (IPEC) e o Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica.
    Exemplos brasileiros
    IPEC se localiza na cidade de Pirenópolis, no estado de Goiás. Fundado em 1998, os idealizadores optaram, um ano após a fundação, pelo desenvolvimento das técnicas em solos típicos do cerrado, para provar a viabilidade das ideias da permacultura e dabioconstrução. O resultado foi excelente, como se comprovou nas fotos dispostas abaixo: uma área aparentemente seca e infértil se transformou em um local com intensa vegetação.
    O local ficou conhecido como Ecocentro. Até o ano de 2013, alguns aspectos já tinham sido desenvolvidos: energia renovável, habitação ecológica, educação ambiental e saneamento responsável.
    Dessas criações, algumas chegaram à final da premiação Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, como o Canteiro Bio-séptico, também conhecido popularmente como “fossa de bananeiras” (confira mais no vídeo ao final da página), que consiste em uma técnica de tratamento de efluentes domésticos que soluciona o problema da falta de saneamento básico em diversas localidades. Outros exemplos são o Humus Sapiens, outra criação do Ecocentro IPEC, que é um sanitário seco; ou ainda a cúpula geodésica, uma estrutura muito utilizada nas construções arquitetônicas que, no caso do IPEC, foi feita de um material sustentável, o bambu (clique aqui e saiba mais sobre a construção da cúpula).
    Outro centro de permacultura conhecido é o Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica (IPEMA) que se localiza na cidade de Ubatuba, litoral de São Paulo. Atua desde 1999 na difusão da permacultura para conscientizar e capacitar as pessoas para as áreas de ecovilas e bioconstrução. Para alcançar esse objetivo, o instituto realiza diversos cursos para estimular o debate e promover a discussão dos participantes sobre soluções criativas para os problemas que a sociedade enfrenta (faça aqui uma visita virtual pelo IPEMA).
    Ambos os institutos oferecem um programa de visitação, para que as pessoas possam conhecer suas criações. Visite os sites oficiais (IPEC e IPEMA) das instituições para conhecer melhor as ideias, o conceito e, quem sabe, visitá-las pessoalmente, além de incorporar diversos aspectos utilizados por elas em seu dia a dia.
    Veja também: