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sábado, 24 de maio de 2014

Lei da Copa começa a valer. Veja o que muda pelo Brasil

23/5/2014 às 00h11 (Atualizado em 23/5/2014 às 07h58)

Lei da Copa começa a valer. Veja o que muda pelo Brasil

Exército e Força Nacional vão para a rua fazer com que regras não sejam desobedecidas
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A Guarda Municipal ficará a serviço da Fifa. As prefeituras das cidades-sedes deixarão parte do contingente à disposição da entidade para fazer valer as regras da Lei da Copa
Foto: Divulgação

sábado, 25 de janeiro de 2014

Colab.re disponibilizará mapa virtual de mobilidade urbana às cidades-sede da copa do mundo Brasil 2014

Colab.re disponibilizará mapa virtual de mobilidade urbana às cidades-sede da copa do mundo Brasil 2014

http://www.extralagoas.com.br/noticia/12389/geral/2014/01/23/colabre-disponibilizara-mapa-virtual-de-mobilidade-urbana-as-cidades-sede-da-copa-do-mundo-brasil-2014.html

Projeto consiste em coletar fiscalizações e propostas de melhorias das condições das calçadas de cada município, por meio da interação de usuários na rede social Assessoria

No próximo sábado (25), aniversário de São Paulo,  o Colab.re, rede social brasileira para a cidadania, em parceria com o site Catraca Livre, vai disponibilizar ao prefeito Fernando Haddad um mapa virtual, na própria plataforma, com as condições das calçadas do município, em evento na Sala São Paulo. A iniciativa integra projeto que visa a melhoria da mobilidade urbana nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo Brasil 2014.
Fruto da mobilização de usuários na rede social, o projetoconsiste em coletar fiscalizações e propostas de mudanças das condições das calçadas dos municípios brasileiros, a fim de gerar um diagnóstico online que será entregue aos gestores públicos, até junho deste ano. Após passar pela capital paulista, a ação segue para Recife, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Fortaleza, Natal, Manaus e Cuiabá.
 Para Gustavo Maia, sócio-fundador do Colab.re, os mapas virtuais são fruto da incessante vontade do Colab.re e do Catraca Livre em buscar a participação popular na melhoria das cidades. “O nosso objetivo é incentivar uma maior consciência dos gestores públicos em prover melhorias com base em projetos e participação popular", defende.
 Lançado em 2013, o aplicativo Colab.re permite que os usuários interajam entre si e com a gestão pública de todo o Brasil. Assim, as pessoas podem fiscalizar problemas diários, por meio de textos, fotos e geolocalização, propor soluções, e ainda endossar outros relatos, compartilhando-os ou apoiando o pedido de mudança. Além da web, o Colab.re está disponível em aplicativo para os sistemas android e ios. Atualmente, a rede social ultrapassa 30 mil usuários cadastrados em todo o Brasil.
 O Catraca Livre é uma plataforma de jornalismo comunitário que produz notícias com a colaboração de uma rede de contatos, idealizado e sob a gestão do jornalista Gilberto Dimenstein, e distribui essas informações na internet, jornal, rádio e TV. Sob o lema “A cidade na sua mão”, o canal divulga diariamente oportunidades gratuitas ou a preço popular das principais capitais brasileiras nos mais variados serviços. Com foco em cultura, o Catraca Livre também aborda educação, esportes, consumo, trabalho, saúde e empreendedorismo.
 SOBRE O COLAB.RE -  O Colab.re é uma rede social para cidadania que faz a ponte entre cidadãos e cidades, através do envio de fiscalizações de problemas do dia-a-dia, propostas de soluções e avaliações de serviços públicos, para que os gestores públicos gerenciem as demandas e interajam com a população. A plataforma foi lançada em Março de 2013 e em Junho ganhou o prêmio de melhor aplicativo urbano do mundo pela New Cities Foundation. Possui mais de 30 mil usuários e está presente em todas as cidades do Brasil.
A empresa foi criada pelos empreendedores Gustavo Maia, Bruno Acaraty, Paulo Pandolfi, Josemando Sobral e Vitor Guedes. Dentro de seu objetivo de conectar pessoas que compartilham um interesse em comum - as cidades - o Colab.re permite que os cidadãos reportem diariamente os problemas dos centros urbanos, proponham novos projetos e soluções, e ainda avaliem os serviços públicos.
Com isso, é baseado em três pilares:
- Fiscalize – Ferramenta que permite ao cidadão interagir com a cidade, apontando problemas rotineiros, como iluminação pública, trânsito, defesa do consumidor etc.
- Proponha – Espaço pelo qual os usuários colocam suas ideias/projetos em debate com os demais participantes da rede. Para o poder público, um bom banco de ideias.
- Avalie – Espaço para avaliação de serviços, instituições e entidades ligadas ao poder público.
 A plataforma também tem um ranking de interatividade (gamification). A cada participação, o usuário recebe uma pontuação específica, que é somada a um número chamado “colab”. Além da web, a nova rede social também tem aplicativos para iPhone (iOS) e Android. Atualmente o Colab.re está disponível para todas as cidades do país. Para se cadastrar no Colab.re, basta entrar no www.colab.re.


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Copa do Mundo desafia companhias aéreas brasileiras


Copa do Mundo desafia companhias aéreas brasileiras


Empresas terão de enfrentar os entraves na infraestrutura de aeroportos e na preparação de pessoal

Brasil Econômico - Érica Ribeiro 
Brasil Econômico
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deverá liberar hoje (16) quase todos os voos extras solicitados pelas companhias aéreas brasileiras no período da Copa do Mundo. Mas, segundo uma fonte do setor, o maior desafio das empresas será driblar os problemas de infraestrutura dos aeroportos e ter pessoal suficiente em terra e no ar para dar conta da demanda. Dados parciais apresentados pela Anac mostram que, até o dia 6 de janeiro, foram solicitados 1.523 novos voos. A TAM anunciou o pedido de mil voos e a Avianca de outros 430. A Azul enviou pedido com 310voos adicionais. A Gol não informou o número de solicitações enviadas à Anac. Mas a previsão é de que o volume de voos ultrapasse dois mil pedidos à agência reguladora.

Divulgação
Alta na demanda, voos extras e gargalos na infraestrutura desafiam aéreas na Copa

“As empresas conversaram entre si e, para dar conta de todo esse movimento, vão precisar investir bastante. Quando a TAM fala em investimentos acima de R$ 50 milhões, isso inclui além de pessoal temporário, mais aeronaves. Um exercício que a empresa terá que fazer e que vai além do rearranjo de suas rotas atuais. Pode ser que a companhia precise alugar aviões nesse período”, afirma a fonte.
A Azul, diz o especialista, é a única dentre as principais empresas do setor em situação mais confortável, por ter um contrato de longo prazo e um programa de entrega de aeronaves com a Embraer.
As aéreas brasileiras também terão que seguir à risca as regras sobre atendimento e preços de voos extras para a Copa. De acordo com a fonte, o governo vai cobrar mais transparência na venda e na informação aos passageiros sobre os voos extras para a Copa.
De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), a perspectiva — com base em exemplos de movimentação em países que já sediaram a competição — não é de uma explosão de passageiros. A previsão é de embarques concentrados, com momentos de maior fluxo de viajantes em trânsito.
O cronograma de entrega das obras nos aeroportos é o que gera mais preocupação, assim como a questão do clima na região Sul do país, onde no período de inverno aeroportos como o de Porto Alegre costumam fechar para pousos e decolagens. Outra questão, já encaminhada à Anac pela Abear no final do ano passado, diz respeito à ampliação do horário de funcionamento de aeroportos que operam normalmente com restrições, caso de Santos Dumont, no Rio, e Congonhas, em São Paulo. Responsáveis pela rota mais rentável da aviação nacional, a ponte aérea Rio-São Paulo, eles podem ser uma alternativa para distribuição de passageiros. A Abear aguarda a aprovação da Anac ao pedido de extensão de horário nesses aeroportos, que hoje operam até 23h.
Na avaliação de Respicio Espirito Santo, professor de transporte aéreo da UFRJ, as empresas vão estar preparadas para atender à demanda para a Copa do Mundo.
“Nossas empresas já têm vários anos de amadurecimento no setor, assim como também integram alianças internacionais nas quais eles podem obter informações de como proceder em eventos de grande porte como é o caso de uma Copa do Mundo. Além disso, alterar a malha nacional para servir a uma competição como essa não chega a ser um é bicho-de-sete-cabeças para nenhuma das partes envolvidas, tanto públicas como privadas”, afirma.
Para o professor, as companhias brasileiras não vão “reinventar a roda” e devem remanejar voos menos rentáveis no período e cancelar férias de funcionários
No entanto, diante da atual situação dos aeroportos brasileiros, ele aponta como entraves a a falta de posições de estacionamento e de permanência de aeronaves, incluindo a movimentação da aviação executiva, que é composta por jatos e helicópteros.
Segundo um analista do setor, companhias estrangeiras estão de olho no fluxo de passageiros para a Copa e declaradamente prontas para entrar em ação caso as concorrentes brasileiras não consigam dar conta da movimentação durante a competição. Mesmo em período de alta temporada no exterior, uma empresa americana e outra europeia, cujos nomes não foram revelados, consideraram viável atuar no país.
A proposta coloca novamente em discussão de cabotagem por empresas estrangeiras como forma de pressionar a queda nas tarifas aéreas, assunto que já foi alvo de estudos pela Secretaria de Aviação Civil (SAC), mas que esbarra na legislação brasileira e em acordos internacionais.