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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Europa terá ciclovia de 70 mil km ligando 43 países


Europa terá ciclovia de 70 mil km ligando 43 países

ciclovia na europa
Podemos dizer mega ciclovia?! Sim, com toda certeza, são nada mais, nada menos que  70 mil quilômetros de extensão, e será construída na Europa até 2020.
“EuroVelo” ligará 43 países em um total de 14 rotas de diferentes tamanhos. Ela poderá ser utilizada tanto por turistas em grandes viagens quanto pelas populações locais no deslocamento em seus dia a dia.

Cada uma das rotas recebeu um nome relacionado às paisagens e histórias encontradas durante o percurso. A rota 14, por exemplo, foi batizada de “Cortina de Ferro”, devido a Guerra Fria.  A tal rota possui, 10.400 quilômetros e interliga 20 nações – entre elas Noruega, Rússia, Alemanha, Bulgária e Turquia – ela é a maior rota da mega ciclovia.
"EuroVelo" terá trechos urbanos e rodoviários; favorecerá tanto turismo histórico quanto ecológico.
“EuroVelo” terá trechos urbanos e rodoviários; favorecerá tanto turismo histórico quanto ecológico.
A organização, denominada Federação Europeia de Ciclistas, idealizadora do projeto, oferece em seu site oficial informações dos trechos que já estão concluídos. Além de um mapa interativo das rotas, também é possível visualizar os principais pontos turísticos que serão encontrados pelo ciclista.
Assista ao vídeo de divulgação da “EuroVelo” (em inglês) abaixo:

Deixe-nos a sua opinião aqui nos comentários.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Como são feitas as ciclovias na Holanda


Como são feitas as ciclovias na Holanda


Ao contrário do que se tem visto no Brasil, os holandeses constroem ciclovias inteiras em apenas UM dia, e sem gastar milhões nem causar transtornos demorados no trânsito de ruas movimentadas.
No vídeo abaixo é possível ver como o processo é feito: a ciclovia é feita e uma nova camada de asfalto é aplicada nas ruas, para quem não hajam desníveis perigosos. No dia seguinte carros e bicicletas já circulavam.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

QUAIS SÃO AS METAS DAS CICLOVIAS EM SÃO PAULO ATÉ 2030



Projeto prevê ciclovias na av. Jaguaré e av. Ibirapuera até 2016; veja lista


Divulgação
Mapa que integra o Plano de Mobilidade de São Paulo - Modo Bicicleta
Mapa que integra o Plano de Mobilidade de São Paulo - Modo Bicicleta
341350
Ouvir o texto
A prefeitura planeja implantar ciclovias em vias importantes da cidade como as avenidas Ibirapuera, Indianópolis, Gastão Vidigal, Jaguaré e Hélio Pellegrino até 2016.
A informação consta no Plano de Mobilidade de São Paulo - Modo Bicicleta, divulgado nesta semana, que mostra como ficará a rede após a conclusão da promessa do prefeito Fernando Haddad (PT) de implantar 400 quilômetros de vias para ciclistas até o fim de seu mandato. Até agora, foram instalados 264,8 km.
O plano também projeta a ampliação da rede cicloviária até 2024 e 2030, quando a extensão das pistas vermelhas deve atingir 1,4 mil quilômetros, segundo a proposta.
Até 2016, de acordo com o plano, a zona oeste receberá ciclovias na avenida Paulo 6º e rua Henrique Schaumann, numa ligação direta entre Perdizes e os Jardins. A ciclovia da avenida Sumaré também terá continuidade do outro lado, no viaduto Antártica, que dará acesso à zona norte pela ponte Nicolas Boer.
Outro grande corredor para bicicletas irá da avenida doutor Gastão Vidigal, na região do Ceasa, até a avenida Hélio Pellegrino, no Itaim, passando pelas avenidas Fonseca Rodrigues, Pedroso de Moraes e Faria Lima, que já possuem ciclovias.
A USP, que implanta ciclovias dentro de seus campus, poderá ser acessada de bicicleta por uma rota que passa pela ponte do Jaguaré e pela avenida Jaguaré.
Na zona norte, as avenidas General Ataliba Leonel e Luiz Dumont Villares, que já recebem a ciclofaixa de lazer aos domingos, terão uma via permanente para os ciclistas.
Outras avenidas da região que terão ciclovia são a Olavo Fontoura, paralela ao sambódromo, a Edu Chaves e a avenida das Cerejeiras, perto da divisa com Guarulhos, e a rua Joaquina Ramalho, na Vila Guilherme.
Na divisa entre Pirituba e Freguesia do Ó, uma ciclovia será implantada na av. Fuad Lutfalla, formando um corredor até a marginal Tietê com as pistas da avenida General Edgar Facó, já existentes. Paralela à marginal, a ciclovia da rua da Balsa terá continuidade rumo à Casa Verde.
Na zona sul, será possível ir da avenida engenheiro Luiz Carlos Berrini até o aeroporto de Congonhas pela rua Vieira de Moraes. Haverá ciclovias em parte das avenidas Ibirapuera e José Diniz.
Também estão no mapa as avenidas Indianópolis, Aclimação e Ricardo Jafet.
Na zona leste, as pistas vermelhas serão expandidas para trechos das avenidas Mateo Bei, São Miguel, Governador Carvalho Pinto e as estradas de Mogi das Cruzes e do Imperador.
A rota percorrida pelo monotrilho da linha 15-prata, que segue pelas avenidas Luiz Ignácio de Anhaia Melo e Sapopemba, também terá ciclovias, mas elas deverão ficar para depois de 2016.
A prefeitura divulgou o mapa em uma versão com baixa resolução, que não permite identificar trechos em ruas menores.
Foto Rpbson Ventura/Folhapress
DEBATE
No sábado (11), às 9h, a administração municipal irá abrir o debate com a comunidade sobre o plano de mobilidade urbana, com as metas até 2030.
O debate ocorrerá na rua Vergueiro, 235, na Liberdade, região central. Para ir ao evento e acompanhar a discussão basta enviar um e-mail para cmtt@prefeitura.sp.gov.br ou planmob@prefeitura.sp.gov.br
O plano prevê ainda a implantação de pontos para empréstimo de bicicletas em todas as regiões da cidade. Os sistemas atuais, Bike Sampa e CicloSampa, atendem apenas partes das zonas oeste, sul, leste e centro.
Nos próximos 15 anos, o serviço de bicicletas compartilhadas deve serinterligadas com transporte público (ônibus, metrô, trem) e serem integradas ao sistema de pagamento do Bilhete Único.
QUAIS SÃO AS METAS ATÉ 2030
HOJE
4 pontes com ciclovia
2 viadutos com ciclovia
200 km de estruturas cicloviárias implantadas
2016
9 pontes com ciclovia
6 viadutos com ciclovia
5 passarelas em rampas
3 ciclopassarelas
Mais 40 km de ciclovias junto a corredores
Mais 220 km de estruturas cicloviárias implantadas
O sistema atual deve alcançar 20% do território
2024
2 pontes com ciclovia
13 viadutos com ciclovia
5 túneis sob trilhos
10 passarelas em escada
11 passarelas em rampa existentes
9 ciclopassarelas
1 passarela adequada com estrutura cicloviária
450 km de ciclovias em corredores de transporte coletivo
400 km de estruturas cicloviárias na malha viária existente
O sistema atual deve alcançar 60% do território
2030
4 pontes com ciclovia
11 viadutos com ciclovia
3 túneis sob trilhos
7 passarelas em escada
16 passarelas em rampa existentes
4 passagens subterrâneas
50 km de ciclovias em corredores de transporte coletivo
100 km de estruturas cicloviárias na malha viária existente
O sistema atual deve alcançar 100% do território
341350

sábado, 14 de março de 2015

Pedalada Pelada reúne ciclistas em SP no sábado (14)

13 de Março de 2015 • Atualizado às 14h00


Os ciclistas nus e seminus que ocupam as ruas de São Paulo neste sábado (14) não sairão de suas casas para cometerem um ato obsceno e nem apelar para a sexualidade, mas para evidenciar a fragilidade de quem anda de bicicleta nos grandes centros urbanos. A Pedalada Pelada é a edição brasileira do World Naked Bike Ride (WNBR), movimento que ocorre em várias partes do mundo e tem um número de adeptos cada vez maior nas cidades brasileiras.
Com o lema “Obsceno é o trânsito”, os participantes da manifestação procuram reverter a invisibilidade dos ciclistas nas vias públicas, utilizando seus corpos como cartazes para espalhar as mensagens de conscientização. Quem sair de casa para pedalar com o grupo não precisa tirar a roupa, mas a nudez é incentivada pelos organizadores em todo o trajeto, que tem início na Praça do Ciclista.

Foto: edugreen/Flickr
A fotógrafa e cicloativista Anna Lúcia disse que, na primeira vez em que participou da Pedalada Pelada, ficou espantada com a ideia, mas, depois, buscou informações sobre o movimento e se juntou aos demais ciclistas. “Fiquei muito curiosa com a manifestação e decidi me engajar. Além de chamarmos atenção de muita gente, foi bem divertido”, conta Anna, que adota a bicicleta como meio de transporte devido aos benefícios proporcionados à saúde e à sensação de estar em contato com a cidade.
Embora a polícia tenha agido de forma violenta em diversas manifestações em todo o país, na última edição da Pedalada Pelada, os agentes simplesmente garantiram o bloqueio das vias para a circulação segura dos ciclistas. Bem diferente do que aconteceu na edição de 2008, quando alguns participantes foram presos. “Há seis anos, era bem mais difícil andar de bike em São Paulo. Hoje em dia, muita coisa mudou, mas é preciso manter esta bandeira erguida”, afirma Anna.

Foto: L’écureuil/Flickr
A invisibilidade do ciclista urbano que os participantes abordam durante a Pedalada Pelada não é apenas uma sensação. Um dia após a bicicletada de 2013, o ciclista David Santos de Souza foi atropelado na Avenida Paulista e teve seu braço jogado num córrego, crime que evidenciou a fragilidade de quem usa a bike como transporte.

Foto: L’écureuil/Flickr
A oitava edição da Pedalada Pelada tem início às 20h na Praça do Ciclista, e, durante a concentração, os participantes fazem as pinturas corporais.
Por Gabriel Felix – Redação CicloVivo

sábado, 10 de janeiro de 2015

Bicicletas compartilhadas conquistam Brasília

http://www.ecobrasilia.com.br/2015/01/02/bicicletas-compartilhadas-conquistam-brasilia/



bikebrasilia2Em sete meses, foram feitas mais de 160 mil viagens e cadastrados 80 mil usuários
Mais de 160 mil viagens e 80 mil usuários cadastrados. Os números comprovam que as  “laranjinhas” do projeto Bike Brasília conquistaram os moradores da Capital Federal. Lançada em maio de 2014, a iniciativa disponibilizou 400 bicicletas em 40 estações no Plano Piloto.
A lógica do compartilhamento faz com que o uso dessas bicicletas se multiplique, ampliando o acesso e quebrando barreiras da cultura de valorização do automóvel. Milhares de pessoas foram motivadas a optar por um novo meio de transporte que não polui, não complica o trânsito e ajuda a manter a saúde.
As laranjinhas se tornaram um meio complementar ao transporte público e possibilitam a vivência da cidade sob uma nova perspectiva. Cerca de 800 pessoas já estão experimentando a troca do carro pela bicicleta diariamente, graças à iniciativa.
O estudante Mateus Santos, 18 anos, usa a bicicleta do projeto para deslocamento entre o Ministério das Relações Exteriores e a Rodoviária do Plano Piloto. “É mais rápido, mais saudável e mais econômico”, enumerou.
“Sem contar que é muito fácil de usar o sistema para retirar a bicicleta”, completou o jovem, que já utilizou sistema semelhante em São Paulo. Resultado de uma parceria público-privada, que envolve as empresas Samba/Serttel e o Itaú Unibanco, o projeto disponibiliza bicicletas aos usuários todos os dias da semana, das 6h à 0h.
Com o uso de tecnologia moderna, as estações desse projeto de compartilhamento funcionam com energia solar e são interligadas por um sistema de comunicação sem fio que opera pela rede GSM e 3G. Para usar a bike, que tem fabricação 100% nacional e pesa em torno de 15 quilos, o ciclista pode destravá-la por um aplicativo para smartphones ou por meio de uma ligação para o número 4003-9846.
Como funciona - Para utilizar as bicicletas, basta preencher um cadastro na internet (neste link) e efetuar o pagamento de uma taxa anual de R$ 10. A pessoa poderá usar a bike durante uma hora. Após esse período, para assegurar a gratuidade por mais de uma vez em um mesmo dia e permitir que mais pessoas tenham acesso a esse sistema, o ciclista deve esperar um período de 15 minutos para utilizar novamente a bicicleta. Caso opte por não fazer a pausa, o usuário deve pagar R$ 5 por hora excedente.
(com informações da Agência Brasília) 

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Para cada dólar gasto com ciclovias, cidades economizam até US$ 24, indica estudo


http://jpmoraisadv.jusbrasil.com.br/noticias/151841170/para-cada-dolar-gasto-com-ciclovias-cidades-economizam-ate-us-24-indica-estudo?utm_campaign=newsletter-daily_20141117_326&utm_medium=email&utm_source=newsletter

Pesquisadores da Nova Zelândia sugerem novas políticas de transporte de baixo custo para promover saúde pública e benefícios ambientais

Publicado por João Paulo Morais - 19 horas atrás
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Para cada dólar gasto com a construção de ciclovias segregadas, as cidades podem economizar até US$ 24, graças à redução de custos com saúde, poluição e tráfego, de acordo com um estudo divulgado por pesquisadores da Nova Zelândia para a revista norte-americana científica Environmental Health Perspectives, do Instituto Nacional de Ciências de Saúde Ambiental.
Para cada dlar gasto com ciclovias cidades economizam at US 24 indica estudo
Estudo é pioneiro em concluir como investimentos em infraestrutura cicloviária podem trazer retornos financeiros em longo prazo
"No momento em que a maioria das cidades está dominada pelos carros, é fácil justificar o dinheiro gasto com novas estradas como resposta à crescente utilização do automóvel, apesar dos impactos negativos que isso traz ao meio ambiente e à saúde das pessoas, agora e no futuro", explica Alexandra Macmillan, principal autora do estudo, da Universidade de Auckland, em entrevista ao site Co. Exist. "Nós queríamos explorar algumas escolhas políticas que são realistas, a preços acessíveis, transformadoras e saudáveis”, acrescenta.
No artigo “Os custos sociais e os benefícios da bicicleta: simulando os efeitos de políticas específicas a partir de sistemas de modelos dinâmicos”, seis pesquisadores analisaram a cidade de Auckland, a maior da Nova Zelândia, usando métodos da agência de transporte local para calcular índices indicativos de custo-benefício em dólares neozelandeses para diferentes investimentos em ciclovias.
“Em nossos pressupostos de modelos primários, os benefícios de todas as políticas de intervenção superam os danos, entre 6 até 24 vezes”, concluem os pesquisadores no artigo.
“Estima-se que essas mudanças trariam grandes benefícios para a saúde pública nas próximas décadas, em dezenas de dólares para cada dólar gasto em infraestrutura. Os maiores benefícios serão a redução da mortalidade por todas as causas”, completam.
Para cada dlar gasto com ciclovias cidades economizam at US 24 indica estudo
Além disso, os autores também observaram que se a Prefeitura de Auckland construísse uma rede de ciclovias segregada e diminuísse as velocidades de tráfego, tais medidas poderiam aumentar o ciclismo em 40% até 2040. No entanto, caso optasse por adicionar pistas apenas em alguns poucos pontos estratégicos, isso só aumentaria o tráfego de bicicletas em 5%.
Embora já existam pesquisas que sustentem que andar de bicicleta nos faz mais felizes, mais saudáveis e até mesmo aumenta a lucratividade de negócios locais, este estudo é pioneiro em concluir como investimentos em infraestrutura cicloviária podem trazer retornos financeiros para as cidades em longo prazo, além do bem-estar físico, social e ambiental.
Quanto maior o número de pessoas que andam de bicicleta, maior a redução de custos de cuidados de saúde.
Embora o estudo ternha se concentrado em Auckland, os pesquisadores acreditam que os princípios gerais se aplicam a outras cidades onde os carros dominam. “Auckland é muito semelhante em design e padrões de transporte de muitas cidades norte-americanas, por isso, esperamos que nossos resultados sejam relevantes também para outros lugares" , explica MacMillan. “Acredito que a maré esteja mudando, tanto na Nova Zelândia quanto em muitos outros países que têm negligenciado a bicicleta nas duas últimas décadas ", completa Alastair Woodward, co-autor do estudo.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

11 ciclovias serão conectadas à Av. Paulista

11 ciclovias serão conectadas à Av. Paulista

15 de Setembro de 2014 • Atualizado às 11h54


A contragosto de muitos e para a alegria de tantos outros, a construção de uma ciclovia na principal avenida de São Paulo está mais que confirmada. Na última terça-feira (9), o secretário municipal de transportes, Jilmar Tatto, apresentou a proposta que será implantada até junho de 2015.
Segundo o projeto, a faixa exclusiva para bicicletas na Avenida Paulista terá quatros quilômetros de extensão, será instalada no canteiro central - que será alargado em 25 centímetros de cada lado -, e se conectará com mais onze ciclovias, ligando Zona Oeste, Sul e Centro.
O primeiro passo será implantar ciclovias nas ruas do entorno da Paulista, como Bela Cintra, Frei Caneca, Pamplona. Estas obras serão realizadas neste ano. No início de 2015 começará a construção do principal trajeto: o eixo Paulista - Bernardino de Campos.

Na Avenida Bernardino de Campos a ciclovia também será feita no canteiro central. Por conta disso, será feito o aterramento da fiação elétrica. As árvores neste trecho serão preservadas, ao contrário da Paulista onde os tanques que hoje abrigam plantas e flores serão retirados.

Para evitar acidentes envolvendo ciclistas e pedestres no momento de travessia, o documento prevê, para ambas as avenidas, a criação de uma área de acomodação para as pessoas que não conseguirem atravessar as duas faixas de uma só vez, assim como para os ciclistas. Veja nas imagens abaixo:


Durante o período de obras, a ciclofaixa de lazer, que funciona aos fins de semana, será desativada.
O projeto ficará à disposição nas páginas da CET e da Secretaria por dois meses, de forma que a população pode conhecer e levantar dúvidas ou ressalvas, confira aqui.
Redação CicloVivo