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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

TÁXI COMPARTILHADO POR USUÁRIOS A PARTIR DE 2015




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SÃO PAULO TERÁ TÁXI COMPARTILHADO POR USUÁRIOS A PARTIR DE 2015

por EcoD
Que tal ‘rachar’ a conta de táxi e, ao mesmo tempo, reduzir o número de carros nas ruas? A Câmara de Vereadores da cidade São Paulo (SP) aprovou, na segunda semana de dezembro, o projeto de lei 770/2013, que determina a existência dos chamados táxis compartilhados -veículos cadastrados que farão rotas específicas e poderão ser divididos por dois, três ou quatro passageiros.
Os táxis compartilhados devem operar de segunda a sexta, das 6h às 24h, em rotas que têm como ponto de partida estações de ônibus, metrô e trens e que vão até pontos da cidade que concentram movimento, como shoppings e parques. Como funciona? O taxímetro fica desligado e o taxista cobra um valor fixo por trecho, conforme tabela. Assim, quanto mais gente no táxi, mais barato fica. A vantagem é tanto para o passageiro, que economiza na corrida, quanto para o motorista, que não ficaria mais parado ou circulando em busca de passageiros.
“Queremos incentivar o uso do táxi como um transporte público. Já que circulam nos corredores de ônibus, os táxis devem ser melhor aproveitados, com custo mais baixo para a população“, explicou o vereador Ricardo Young, autor do projeto juntamente com Laércio Benko (PHS). A adesão dos taxistas será voluntária e os táxis cadastrados vão contar com uma série de identificações visuais dentro e fora do veículo, indicando rotas e tarifas.
O sistema de táxi compartilhado já existe em Belo Horizonte (MG) e transporta cerca de 12.500 passageiros por dia. A lei, aprovada na Câmara, precisa ainda ser analisada e sancionada pelo prefeito Fernando Haddad.
E você, gostaria que a sua cidade tivesse táxis compartilhados?
Foto: Reprodução/EcoD
Matéria do site EcoDesenvolvimento

sábado, 17 de maio de 2014

Inédito: Câmara Municipal de São Paulo aprovou um projeto de lei para incentivar o uso de veículos elétricos, híbridos e movidos por hidrogênio, carros menos poluentes do que os convencionais (movidos a combustíveis fósseis).

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Sempre apoiamos os veículos elétricos e híbridos, mas já apontamos alguns dos motivos para que essa tecnologia ainda seja tão incipente no Brasil. Uma delas, a falta de incentivos fiscais como ocorre em outros países, parece estar começando a caminhar.
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou um projeto de lei para incentivar o uso de veículos elétricos, híbridos e movidos por hidrogênio, carros menos poluentes do que os convencionais (movidos a combustíveis fósseis). A medida prevê uma redução de 50% no IPVA deste tipo de automóvel.
Como o imposto é divido entre Estado e município, o governo municipal abriu mão de sua parcela do IPVA até o limite de R$ 10 mil.
Ou seja, os veículos sustentáveis só serão beneficiados se custarem até cerca de R$ 150 mil, o que inclui os principais nomes do mercado como Ford Fusion (cerca de R$ 125 mil), Toyota Prius (cerca de R$ 100~110 mil), e foi o principal motivo de a Lexus ter lançado, neste mês, uma versão mais barata do híbrido CT 200h, com tabela de R$ 134 mil – até então o modelo japonês partia de R$ 154 mil.
É possível também que esses veículos sejam liberados do rodízio municipal, mas tal adendo ao projeto ainda está sendo estudado.

Pontos de recarga
A instalação de recargas elétricas no território nacional é um dos pontos em discussão. O Congresso analisa, há mais de um ano, uma lei que torna obrigatória a instalação de pontos de recarga de baterias de carros elétricos junto às vagas de estacionamentos públicos, por exemplo.
Um dos entraves apontados pelas fabricantes dos carros elétricos é, justamente, a falta de locais para “reabastecer” esse tipo de veículo. Em países como Portugal e Espanha já existe uma grande rede de pontos onde o motorista pode estacionar o carro e deixá-lo carregando, em plena rua.

Crise energética
Entre os obstáculos para a disseminação dos elétricos no Brasil também pode ser destacada a atual crise energética enfrentada pelo país. O longo período de estiagem tem prejudicado a produção de energia pelas hidrelétricas, fato que é somado aos atrasos na conclusão de novos projetos para o setor. A alternativa foi reforçar a atuação das termoelétricas, cujos custos operacionais são muito mais onerosos.
Enquanto no Brasil o desenvolvimento dos carros elétricos ainda pareça uma realidade distante, as vendas desses veículos menos poluentes na Noruega já respondem por 10% do total de mercado, graças a incentivos generosos, tais como isenção de impostos sobre vendas e outras altas tributações, assim como as tarifas de estacionamento e pagamentos de pedágio. Eles também podem circular nas faixas de ônibus.

Adaptado de EcoD

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Yabba Dabba Doo!

Contra gases estufa, Greenpeace lança carro 'da idade da pedra'

Campanha 'O Carro que eu quero' cobra das montadoras que vendem no País investimentos em tecnologia que para reduzir poluentes, como acontece na Europa



15 de abril de 2014 | 12h 26

Laura Maia de Castro - O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - O Greenpeace realizou um ato na manhã desta terça-feira, 15, para lançar uma nova campanha direcionada à indústria automobilística contra a emissão de gases estufa. A organização fez o "lançamento" de um carro da Idade da Pedra em alusão à falta de investimentos em tecnologias mais modernas para que os carros consumam menos combustíveis no Brasil.
A ação aconteceu na estação Vila Olímpia da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) - Felipe Rau/Estadão
Felipe Rau/Estadão
A ação aconteceu na estação Vila Olímpia da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM)
A ação aconteceu na estação Vila Olímpia da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), zona sul da cidade. Ativistas vestidos de homens das cavernas convidavam os pedestres a fazer um test drive no "veículo" ao lado de uma tenda com o nome de três das montadoras que mais vendem carros no País: Volkswagen, Fiat e Chevrolet.
Na semana passada, uma pesquisa do Centro de Estudos Integrados sobre Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (Centro Clima) da Coppe/UFRJ, encomendada pelo Greenpeace mostrou que, se o Brasil adotasse as mesmas metas de eficiência energética impostas à indústria de veículos na Europa, as emissões de gás carbônico poderiam ser 10% menor do que eram em 2010, mesmo que o País tivesse o dobro de carros do que tem hoje.
O estudo fez uma estimativa de qual será a emissão da frota nacional de veículos leves dentro dos padrões de eficiência energética estipulados pela legislação brasileira e levando em conta as premissas do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto), que dá incentivos fiscais para montadoras que melhorarem a eficiência energética de seus veículos até 2017.
Depois, comparou esse cenário ao de uma realidade alternativa, que seria a adoção das metas de eficiência energética determinadas pela atual legislação europeia, que exige melhorias significativa nos padrões de emissão dos carros produzidos nos seus países membros até 2021.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Carro a hidrogênio alugado e com combustível grátis

Carro a hidrogênio alugado e com combustível grátis

Redação do Site Inovação Tecnológica - 16/01/2014
Tucson a hidrogênio será alugada com combustível grátis
[Imagem: Hyundai]
Carro elétrico a hidrogênio
A Hyundai anunciou a chegada ao mercado de uma versão do SUV Tucson movido a hidrogênio.
O veículo será disponibilizado inicialmente no mercado norte-americano mediante um aluguel de US$ 499 por mês.
O veículo é elétrico, com seus motores alimentados por uma célula a combustível que combina o gás hidrogênio em seus tanques com o oxigênio da atmosfera para produzir eletricidade diretamente, liberando apenas água no escapamento.
Outra vantagem é que o usuário contará com reabastecimento ilimitado de hidrogênio nos postos da própria empresa.
Os primeiros veículos estarão disponíveis a partir de Março na região de Los Angeles, estado da Califórnia.
Segundo a empresa, o Tucson a hidrogênio será comercializado nessas condições para aliviar "a ansiedade de autonomia e longo tempo de recarga" dos veículos elétricos tradicionais, alimentados por baterias.
O combustível gratuito visa outra preocupação, que é a falta de postos de abastecimento de hidrogênio. Atualmente existem 9 postos de abastecimento de hidrogênio na Califórnia, embora haja projetos de construção de pelo menos 100 outros.
"A grande autonomia e a rápida velocidade de reabastecimento do nosso Tucson a célula de combustível contrasta com a autonomia mais baixa e recarga lenta dos veículos elétricos a bateria concorrentes. Acreditamos que a tecnologia de célula de combustível irá aumentar a taxa de adoção de veículos de emissão zero, e nós todos vamos compartilhar os benefícios ambientais," disse John Krafcik, CEO da empresa nos EUA.
Célula a combustível
Tucson a hidrogênio será alugada com combustível grátis
A célula a combustível combina o gás hidrogênio do tanque do veículo com o oxigênio da atmosfera para produzir eletricidade diretamente, liberando apenas água no escapamento. [Imagem: Hyundai]
Segundo dados da empresa, o Tucson a hidrogênio pode atingir 160 km/h, possui uma autonomia de 480 km e seu tanque pode ser completado com hidrogênio em 10 minutos.
O veículo vem sendo testado na frota da empresa desde 2000, tendo percorrido mais de 3 milhões de km.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Segunda maior cidade alemã inicia plano de mobilidade para tirar carros das ruas

Segunda maior cidade alemã inicia plano de mobilidade para tirar carros das ruas

16/01/2014   -   Autor: Jéssica Lipinski   -   Fonte: Instituto CarbonoBrasil


Hamburgo, no norte da Alemanha, está começando a por em prática um plano para ligar as maiores áreas verdes do município através de ciclovias e vias para pedestres, possibilitando o deslocamento por toda a cidade sem a necessidade de automóveis. 

A chamada Rede Verde (Grünes Netz) deve ser construída nos próximos 15 a 20 anos e as vias para pedestres e bicicletas ligarão todos os parques, reservas, playgrounds, jardins comunitários e cemitérios dos sete distritos do município, que correspondem a 40% da área total de Hamburgo. Aumentando o número de ciclovias e vias para pedestres e diminuindo o acesso dos carros, espera-se que a utilização de automóveis seja reduzida substancialmente.
Atualmente, Hamburgo é considerada uma das melhores cidades para se viver no mundo, mas um de seus pontos fracos é o transporte: seus oito milhões de residentes têm como principal meio de locomoção os veículos particulares. 
“Outras cidades têm anéis verdes, mas a Rede Verde de Hamburgo será única, cobrindo da área de periferia ao centro da cidade. Em 15 a 20 anos será possível explorar a cidade exclusivamente de bicicleta e a pé”, colocou Angelika Fritsch, porta-voz do departamento de planejamento urbano e meio ambiente de Hamburgo, ao jornal The Guardian.
“Para garantir que o plano integre toda a cidade, uma equipe trabalhará com uma pessoa de cada um dos sete distritos da região metropolitana. Unir esses espaços garantirá que todos os residentes poderão desfrutar de acesso à natureza e de um passeio sustentável”, afirma o plano.
Além disso, ainda mais áreas verdes serão acrescentadas, aumentando para sete mil hectares esses locais na cidade e imediações, que, além de servirem de vias para os pedestres e ciclistas, permitirão a realização de outras atividades de lazer, e serão utilizados até mesmo para conectar habitats de animais silvestres, permitindo que eles cruzem o município sem o risco de serem atropelados.
“[A Rede Verde] oferecerá oportunidades às pessoas de caminhar, nadar, fazer esportes aquáticos, desfrutar de piqueniques e restaurantes, vivenciar e observar a natureza e a vida selvagem bem no meio da cidade. Isso reduz a necessidade de pegar o carro para passeios de fim de semana fora da cidade”, observou Fritsch.
Dados do Escritório Climático do Norte da Alemanha do Instituto para Pesquisas Costeiras afirmam que, nos últimos 60 anos, a temperatura média do município aumentou em 1,2ºC para uma média de 9ºC. Nesse mesmo período, o nível do mar em Hamburgo aumentou 20 centímetros, e prevê-se que aumentará outros 30 centímetros até 2100.
Por isso, além de contribuir para aumentar a qualidade de vida da população, o plano visa ajudar no combate às mudanças climáticas – reduzindo as emissões do setor de transporte – e diminuir o risco de enchentes, que aumentou com a elevação do nível do mar.
Felizmente, a cidade não é a única a adotar essa estratégia; Copenhagen, capital da Dinamarca, também tem projetos para desenvolver um planejamento urbano mais sustentável e que combata as mudanças climáticas.
Uma das ações do município dinamarquês, por exemplo, será desenvolver ruas levemente convexas, para que a precipitação não se acumule nas vias e escorra para o meio-fio, onde será coletada. Um dos efeitos das mudanças climáticas em Copenhagen será o aumento no número e intensidade de chuvas e tempestades.
A ideia é que o plano de adaptação climática da cidade, que recentemente ganhou o prêmio Index Design Award, fique pronto até 2033. Atualmente, o município já é conhecido por ter um dos sistemas cicloviários mais abrangentes do mundo.
“Essas medidas contribuirão para uma maior qualidade de vida em Copenhagen. Temos que considerar o que constituirá uma cidade de sucesso no futuro”, comentou Morten Jastrup, analista do Sustainia, um centro de pesquisa da capital dinamarquesa.
Imagem: Com a interligação das áreas verdes com ciclovias e vias para pedestres, será possível se locomover por toda a cidade sem o uso de automóveis / Prefeitura de Hamburgo

sábado, 11 de janeiro de 2014

Metrô São Paulo - Compromisso com a sustentabilidade

Metrô São Paulo - Compromisso com a sustentabilidade


Todos os dias, ocorrem mais de 23 milhões de viagens na Região Metropolitana de São Paulo. Boa parte delas se dá na cidade de São Paulo. Nos trens do Metrô São Paulo viajam mais de quatro milhões e quinhentos mil passageiros.
Ao final do mês, pode-se dizer que os trens transportaram quase meio Brasil, ou mais de 100 milhões de passageiros. Homens, mulheres, idosos, estudantes e crianças, de um ponto a outro da cidade.
Esses dados mostram a importância da rede metroviária para uma cidade como São Paulo. Temo-se consciência da responsabilidade, da missão e dos desafios para melhorar a qualidade de vida dos paulistanos, no presente e no futuro.
Assim, o Metro SP definiu diretrizes relacionadas a quatro pilares – econômico, social, ambiental e urbano, com o objetivo de prover transporte público com sustentabilidade, para que as necessidades da sociedade de se mover livremente se deem de forma integrada e equilibrada entre o desenvolvimento econômico e bem-estar social e ambiental.
Econômico
-> Capacidade produtiva
-> Empreendimentos associados
-> Fortalecimento na dinâmica econômica
-> Competitividade na metrópole
Urbano
-> Articulação dos agentes econômicos e políticas setoriais
-> Estruturação do uso e ocupação do solo urbano
-> Incremento da conectividade humana
-> Valorização do desenho urbano e instalações
-> Preservação do patrimônio histórico e cultural
-> Requalificação urbana
Social
-> Redução do tempo de deslocamento
-> Política tarifária de inclusão social
-> Garantia de cidadania
Ambiental
-> Redução das emissões de poluentes
-> Eficiência energética
-> Qualidade ambiental


Veja também:
Metrô de SP abre concurso com 34 vagas e salários de até R$ 6.275,74
Mobilidade urbana na cidade de São Paulo

Fonte: Metrô SP

domingo, 5 de janeiro de 2014

Sustentabilidade - Empresa adota “veículos verdes”

O ESTADO VERDE
Terça-feira, 31 de Dezembro de 2013
Sustentabilidade - Empresa adota “veículos verdes”
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Por Tarcilia Rego*
tarcilia_rego@terra.com.br
O paradigma de que toda ação empresarial deve ser alicerçada somente na viabilidade econômica, já não predomina na Natura. O compromisso da organização com o meio ambiente passa por todos os processos organizacionais e a prova disso é que acaba de adotar o uso de veículos elétricos, triciclos e bicicletas nas operações de logísticas, junto às consultoras. A empresa que já contava com alguns veículos movidos a etanol para transportar produtos e funcionários, identificou a oportunidade de propor uma significativa evolução em seu modelo de negócios.
Ainda em fase de teste, a iniciativa conta com a parceria de empresas engajadas em trazer os veículos elétricos para a realidade brasileira. Até o fim de 2013, estarão em operação nove veículos verdes distribuídos em diferentes cidades: São Paulo, Campinas, Curitiba e Rio de Janeiro. O número deve aumentar em 2014, como informa o diretor de serviço ao cliente, Ricardo Faucon. Com o apoio das parceiras, a Natura passa a ser a primeira empresa a colocar em operação, veículos elétricos para transporte de cargas no Brasil.
No Rio de Janeiro, a empresa conta com a FedEx Express para fazer entregas com veículo elétrico. A iniciativa da multinacional de transporte expresso e prestadora de serviços da Natura de introduzir veículos elétricos na operação brasileira faz parte de um programa global de sustentabilidade desenhado para conduzir compromissos ambientais nas comunidades onde atua.
Em Campinas, o carro da marca Renault faz parte do programa de Mobilidade Elétrica da CPFL, realizado no âmbito de P&D da Aneel - Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)- que busca viabilizar a utilização de veículos elétricos em frotas empresariais nas cidades brasileiras, nos próximos cinco anos. Em São Paulo, Curitiba e Campinas, as transportadoras Direct e Dias Entregadora são responsáveis pelas bicicletas e triciclos elétricos, respectivamente.
METAS
O projeto inovador possui duas metas claras: a eficiência operacional, que visa aumentar o número de entregas por dia com a mesma frota, e a redução da emissão de CO2, meta atrelada ao objetivo macro da Natura de reduzir em até 33% as emissões relativas de Gases de Efeito Estufa (GEE).
Atualmente, o setor de transporte de produtos corresponde a 15% das emissões totais da companhia. “Três bicicletas elétricas ou um triciclo su-bstituindo um carro a álcool com consumo mensal de 200 litros reduzem em até 98% as emissões de CO2. Já um carro elétrico modelo Renault Kangoo Z.E., substituindo um carro a gasolina com consumo mensal de 250 litros, reduz em até 85% as emissões do mesmo gás”, explica Denise Alves, diretora de sustentabilidade da Natura.
“As bicicletas e triciclos elétricos foram avaliados como ótimas opções para o aumento da capilaridade da frota, possibilitando maior rapidez e eficiência nas entregas de porte pequeno em regiões com dificuldade de estacionamento, enquanto veículos de carga elétricos tem a finalidade de fazer entregas em regiões com maiores números de pedidos”, conta Faucon.
“Na cidade de Campinas, por exemplo, as bicicletas elétricas farão também entregas referentes à Rede Natura, projeto piloto da Natura, no qual cada consultora tem a oportunidade de ter sua própria página de vendas na internet. Pelo fato da Rede concentrar pedidos de pequeno porte, que são entregues diretamente para a consumidora final, a bicicleta se torna uma ótima alternativa”.
JEITO PRÁTICO DE COMPRAR
Tendo em mente que a internet pode potencializar a geração e negócios  e proporcionar uma experiência de compra diferenciada, a Natura, considerada maior fabricante brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza e líder no setor de venda direta no Brasil, criou a Rede Natura, projeto piloto no qual cada consultora Natura tem a oportunidade de ter sua própria página na internet permitindo aos consumidores comprar produtos de um jeito prático: a qualquer hora do dia, com novas opções de pagamentos e uma entrega ágil e segura – a própria Natura realiza a entrega no endereço escolhido pelo cliente em até dois dias úteis.
*Com informações da assessoria de  imprensa da empresa.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Desenvolvimento Orientado ao Transporte - DOT

Como um bom transporte público pode incentivar cidades sustentáveis



Do This Big City
A expansão urbana tem fortes impactos sobre a mobilidade sustentável nas cidades. É um fenômeno que não só incentiva o uso do carro, mas também torna mais caro para os governos locais prestar serviços de transporte público. Para os indivíduos, a expansão faz com que seja muito difícil caminhar ou andar de bicicleta para as atividades diárias.
A expansão urbana é geralmente associada a países como os Estados Unidos, mas isso também acontece nos países em desenvolvimento como o México. Lá, os efeitos da expansão urbana são mais prejudiciais, especialmente por causa da falta de infraestrutura e recursos públicos para prestação de serviços. A expansão também levanta questões de equidade, já que menos pessoas nos países em desenvolvimento podem comprar um carro.
No entanto, é possível, mesmo em países com poucos recursos, a implementação de estratégias que apontam o transporte público com o desenvolvimento urbano e econômico, a fim de gerar as cidades sustentáveis. Um exemplo é Curitiba com a sua estratégia de desenvolvimento de tráfego orientado (TOD) em torno de seu sistema de Bus Rapid Transit (BRT).
O ITDP México fez um infográfico animado para explicar os problemas de mobilidade causados ​​pela rápida expansão das cidades, e introduzir a estratégia de TOD aos funcionários de desenvolvimento urbano do país, para que possam implementá-lo. O vídeo faz parte de um projeto maior patrocinado pela Embaixada Britânica no México para promover o crescimento de baixas emissões de carbono nas cidades mexicanas. Assista ao vídeo.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Transporte coletivo com o conforto de carro particular é mostrado em SP

Transporte coletivo com o conforto de carro particular é mostrado em SP

Sistema leva seis passageiros de cada vez em um vagão sem condutor acionado por controle remoto

22 de outubro de 2013 | 18h 36
SÃO PAULO - Um sistema de transporte coletivo elétrico acionado por controle remoto será apresentado no Brasil como alternativa para resolver o problema da mobilidade urbana. 
O sistema dispensa condutor e utiliza pneus de borracha e foi desenvolvido com o propósito de oferecer aos usuários o mesmo grau de conforto de um carro comum.
O novo sistema, denominado POD-SIT, já funciona no aeroporto de Heathrow, em Londres. O veículo elétrico trafega a 40 km/hora e transporta até seis passageiros de cada vez.
Uma réplica do sistema será apresentado em São Paulo durante a Feira Negócios nos Trilhos, nos próximos dias. A empresa Brasell decidiu criar cenograficamente uma réplica do sistema inteligente de trânsito desenvolvido na Universidade de Bristol.
  
Para Halan Moreira, vice-presidente da Brasell, a implantação do POD-SIT nas cidades tem efeito direto na melhoria da mobilidade. "O maior desafio do gestor público que enfrenta a questão do transporte é oferecer alternativas com o mesmo nível de conforto oferecido pelo carro", afirma ele.
"O cidadão que lutou para adquirir seu automóvel dificilmente voltará para um modelo de transporte ineficiente e sem níveis mínimos de comodidade", acrescenta o representante da empresa.
"Em função das características do POD-SIT - de conforto, velocidade e privacidade - temos certeza que ele é um protagonista na substituição gradativa do carro pelo transporte público".
A Feira Negócios nos Trilhos deve receber cerca de 9.500 visitantes e 200 expositores de 20 países, entre os dias 5 e 7 de novembro, no Pavilhão Vermelho - Expo Center Norte, em São Paulo.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Carros movidos a energia solar percorrem 3 mil km na Austrália

10/10/2013 10h14 - Atualizado em 10/10/2013 10h14

Carros movidos a energia solar percorrem 3 mil km na Austrália

Competição que dura uma semana tem percurso do norte ao sul do país.
Equipes têm várias paradas obrigatórias e acampam durante a noite.

Do G1, em São Paulo
Começou nesta segunda-feira (7) na Austrália o Desafio Solar Mundial (World Solar Challenge), competição em que carros movidos a energia solar devem percorrer mais de 3 mil quilômetros em até uma semana, segundo a agência "AP".
O percurso começou na cidade de Darwin, no norte da Austrália, e vai terminar, no próximo domingo, na cidade de Adelaide, no sul do país. Segundo as regras da competição, toda a energia utilizada durante o percurso deve ser solar ou recuperada da própria energia cinética do veículo.
As equipes avançam no percurso por um período determinado durante dia e acampam durante a noite.
 Foto tirada na terça-feira (8) mostra o carro Indupol One, do time belga, durante o percurso.  (Foto: AP Photo/Geert Vanden Wijngaert)Foto tirada na terça-feira (8) mostra o carro Indupol One, do time belga, durante o percurso. (Foto: AP Photo/Geert Vanden Wijngaert)
 Foto de quarta-feira (9) mostra equipe suíça em uma pausa para manutenção durante a corrida. (Foto: AP Photo/Geert Vanden Wijngaert)Foto de quarta-feira (9) mostra equipe suíça em uma pausa para manutenção durante a corrida. (Foto: AP Photo/Geert Vanden Wijngaert)
 Carro da equipe belga estaciona em um dos pontos de parada nesta terça-feira (8). (Foto: AP Photo/Geert Vanden Wijngaert)Carro da equipe belga estaciona em um dos pontos de parada nesta terça-feira (8). (Foto: AP Photo/Geert Vanden Wijngaert)