segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Copa 2014 no Itaquerão X Maracanã: Green, mas não o goal?


‘A cidade mais adequada para receber a abertura é o Rio', diz Blatter

Em entrevista exclusiva, presidente da Fifa esquenta disputa principal da Copa do Mundo de 2014

27 de agosto de 2011 | 21h 16

http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,a-cidade-mais-adequada-para-receber-a-abertura-e-o-rio-diz-blatter,764761,0.htm


Jamil Chade - O Estado de S. Paulo
OBERGESTELN, Suíça - Depois de meses de uma verdadeira guerra em torno da viabilização financeira da Arena do Corinthians, em Itaquera, o presidente da FifaJoseph Blatter, declara: quer a abertura da Copa de 2014 no Maracanã e não em São Paulo. O cartola máximo do futebol mundial abriu ao Estado as portas de sua aldeia natal, no centro das montanhas na Suíça. Nada de gravata e terno. Apenas calça de abrigo, uma paisagem alpina e uma longa conversa.
Veja também: link Opine no Facebook: Você concorda com Blatter?
Joseph Blatter corre para as montanhas, na pequena Obergesteln, na Suíça, sempre que tem chance - Jamil Chade/AE
Jamil Chade/AE
Joseph Blatter corre para as montanhas, na pequena Obergesteln, na Suíça, sempre que tem chance
Sentado em uma mesa de um bar local, Blatter falou abertamente sobre a Copa do Mundo de 2014, a avalanche de escândalos de corrupção na Fifa, da presidente Dilma Rousseff, do ex-presidente Lula e do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Comitê Organizador Local da Copa (COL), Ricardo Teixeira. Mas fez questão de alertar que é a briga política no Brasil o maior obstáculo para a preparação do Mundial.
O suíço ainda criticou o atual futebol brasileiro, disse que a seleção sub-20 não joga "o futebol brasileiro" e adverte que não há nenhuma garantia de que o País saia campeão em 2014 com o atual time.
Nos últimos meses, Blatter se transformou na imagem de uma entidade corrupta e com uma guerra declarada entre diferentes atores na Fifa. À reportagem, Blatter renovou seus ataques contra inimigos e garante que anunciará "mudanças importantes na Fifa" em outubro. Eis os principais trechos da entrevista, concedida da manhã deste sábado, no "recanto de Blatter".
Em outubro, a Fifa vai anunciar o local de abertura da Copa de 2010. Mas onde é que o senhor gostaria de estar sentado para ver a abertura da Copa do Mundo no Brasil?
Há definitivamente uma competição entre Rio e São Paulo para obter a abertura. Mas já demos o centro de Mídia para o Rio e a sede da organização da Fifa será no Rio. Portanto, a cidade mais adequada para receber a abertura é mesmo o Rio de Janeiro. O futebol brasileiro é o Rio. E para o mundo, o Rio é a cidade mais atraente para abrir uma Copa, sem dúvida.
Mas e todo o debate e financiamento dos estádios em São Paulo? Como fica?
O principal obstáculo para a organização da Copa no Brasil tem sido as brigas políticas entre prefeitos, governadores e governo federal. Isso pode de fato atrapalhar muita coisa. O Brasil sediará uma ótima Copa. Mas tem de resolver essa briga política.
A questão dos aeroportos preocupa?
Decidimos ter uma pessoa dentro da Fifa exclusivamente dedicada a ajudar o Brasil a reformar essa área de transportes para que não tenhamos problemas. Isso precisa ser equacionado.
O senhor teme um caos na organização da Copa?
É mais difícil organizar uma Copa que os Jogos Olímpicos. É um evento nacional e que atinge diferentes cidades. Não é tão fácil organizar esse vento, nem para o Brasil. Mas, olha, tenho certeza que Brasil vai realizar ótima copa. Só não tenho tanta certeza de que terá o melhor time.
Então não há garantias de que a tragédia de 1950 seja superada?
A Alemanha montou palco para ganhar Copa de 2006 e veja o que ocorreu. O Brasil tem um novo técnico (Mano Menezes, que assumiu após a Copa de 2010). Mas já há muitas criticas. Ricardo Teixeira disse que não mudará o plano. Mas a verdade é que se não houver resultados, terá de pensar. O Brasil não terá mais jogos oficiais. Apenas brincadeiras. Não há mais nenhuma pressão de competição até a Copa das Confederações. Então nunca sabe em que pé seleção estará.
Como o senhor avalia o futebol brasileiro atual?
Olha. Acompanhei de perto o sub-20. O Brasil ganhou e aplaudi. Mas eles não jogam o futebol brasileiro. Entendi que o time jovem do Brasil não joga mais o futebol brasileiro. Eles jogam como se tivessem Lúcio e Maicon na zaga. É o mesmo modelo. Forte. Mas onde está esse jogo de dribles, mudando o ritmo de jogo? Nada. É muito poder. Vimos o que ocorreu na Copa de 2010. Vimos também como jogadores perderam a cabeça. Falou-se na falha de Julio Cesar. Mas aquele era o primeiro gol só e o jogo estava empatado. O Brasil entrou em colapso. Não imaginavam que aquela defesa deixaria passar um gol.
Como o senhor vê o uso do futebol por políticos?
O envolvimento de políticos em si não é um problema. O que não pode ocorrer é o abuso do futebol para aumentarem seu poder. Temos de reconhecer que o futebol tem uma dimensão econômica tão grande hoje que ele também ganhou uma dimensão política.
O ex-presidente Lula interferia com frequência no futebol brasileiro e fez lobby até por Itaquera. Isso ajudava ou criava mais obstáculo?
Vamos dizer desta forma: era mais fácil para CBF trabalhar com Lula que agora com Dilma. Só direi isso. Ela teria tomado um distanciamento por conta dos problemas de popularidade de Ricardo Teixeira? Ah sim, ele é impopular no Brasil (risos)?
Como o senhor explica tantas acusações de corrupção na entidade que preside por tantos anos?
Outros cartolas do mundo me dizem: parabéns, você polarizou a atenção da imprensa internacional. O que eu tenho para dizer sobre isso é o seguinte : temos maus perdedores na Fifa. Temos de dizer que alguns de nossos atores e alguns dos principais atores da Fifa não agiram bem. Mas já começamos a atuar. Agora, peço que a imprensa nos de um tempo para aplicar as medidas que estamos elaborando. No dia 21 de outubro vou anunciar medidas.
Mas há quem diga que essas medidas não resolvem nada. 
Essa animosidade vem da Inglaterra. Veja o timing das acusações. Foi justamente quando perderam o direito de sediar a Copa de 2018. Três semanas antes das eleições para presidente é que trouxeram acusações. Sabe, vou dizer a verdade. Tudo isso é ainda uma revanche por de terem perdido em 1974 a presidência da Fifa para João Havelange. Ainda não aceitaram que não controlam a Fifa. Como não poderiam recuperar a presidência, decidiram que iriam destruí-la.
Mas a foi eleição usada por outros também. Quando em março o senhor criticou a preparação do Brasil para a Copa de 2014, dizendo que o país estava menos preparado que a África, a CBF disse que era uma revanche sua contra Teixeira por ele estar apoiando Mohamed Bin Hammam? 
Verdade? Foi isso que disseram?
O senhor acredita que haverá uma guerra em 2015 pela presidência da Fifa? 
Terei 79 anos e não vou querer concorrer a nada. Mas posso dizer que a Europa fará de tudo para manter a presidência da Fifa. Digo, para recuperar a presidência, porque não me consideram europeu. Para evitar essa guerra, vamos montar um plano para permitir essa eleição. Teremos renovação, não revolução.
O senhor aposta em Teixeira com tendo alguma chance de ser eleito como o próximo presidente da Fifa?
Bom, ele é o candidato de Havelange (risos). 

Corrida premia carro menos poluente


28/08/2011 - 16h05

Corrida premia carro menos poluente; veja



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Um total de 25 veículos ecológicos competem neste final de semana na terceira edição do "Eco Rallye Basco Navarro", uma prova que valoriza a regularidade e o menor consumo de combustível ao invés da velocidade.





Variações climáticas como o El Niño e La Niña têm impacto sobre os conflitos gerados em regiões atingidas pelos dois fenômenos


26/08/2011 - 20h06

Variações climáticas influenciam ocorrência de guerras civis



DA FRANCE PRESSE



Variações climáticas como o El Niño e La Niña têm impacto sobre os conflitos gerados em regiões atingidas pelos dois fenômenos, afirma um estudo publicado na revista "Nature", na última quarta-feira (24).
Os países tropicais, que sofrem com tempestades causadas pelo fenômeno El Niño, são duas vezes mais suscetíveis a terem conflitos internos que aqueles afetados pelo La Niña, mais úmida e menos quente.
A fome, que dobrou na Somália por causa de uma guerra civil e castiga o Chifre da África, é um exemplo dos efeitos das variações do clima que intensificam a seca e as tensões de sociedades já fragilizadas, dizem os autores da pesquisa.
Eles acrescentam que estes riscos aumentarão com o aquecimento global causado pela emissão de gases estufa.
"O estudo mostra inegavelmente que, mesmo no nosso mundo moderno, as variações climáticas têm impacto sobre a propensão das pessoas à violência", explica Mark Cane, pesquisador do clima do Observatório da Terra Lamont-Doherty, que pertence à Universidade de Columbia, em Nova York.

CONFLITOS DE 1950 A 2004
Os autores do estudo examinaram os dois fenômenos climáticos entre 1950 a 2004 e cruzaram os dados com informações sobre conflitos internos que causaram no mínimo 25 mortos por ano na mesma época.
Cento e setenta e cinco países e 234 conflitos, dos quais mais da metade matou mais de mil mortos nos confrontos, também foram analisados.
Durante o período de observação do La Niña, a probabilidade de um conflito acontecer foi de 3%. No do El Niño, subia para 6%. Já o risco de um conflito em países que não eram afetados por nenhum dos dois fenômenos correspondeu a 2%.
Segundo os pesquisadores, o El Niño pode ter influenciado 21% dos casos de guerras civis pelo mundo, uma cifra que chega a 30% nos países especialmente afetados pelo fenômeno.
Solomon Hsiang, o principal pesquisador do estudo, afirmou que o El Niño é um fator invisível, mas que provoca perdas nas colheitas, favorece as epidemias após as tempestades, intensifica a fome, o desemprego e as desigualdades que, por sua vez, alimentam a discórdia e o descontentamento.
Outros fatores que podem influenciar no nível de risco de uma guerra civil são o crescimento demográfico, a prosperidade e a capacidade de os governos controlarem os eventos ligados ao El Niño.
O El Niño ocorre no hemisfério sul de modo cíclico a cada dois ou sete anos. Ele dura entre nove meses e dois anos e provoca fortes perdas na agricultura, pesca e extrativismo florestal.
O fenômeno decorre pelo acúmulo de massas d'água quente na parte ocidental do Pacífico tropical e atravessa o oceano. Pode provocar modificações drásticas nos ciclos de chuvas e nas temperaturas, gerando ondas de calor, ventos secos e violentos na África, parte sul da Ásia e sudoeste da Austrália.
Já o ciclo inverso, o La Niña, causado por um resfriamento das massas d'água na parte oriental do Pacífico, favorece fortes chuvas nessas regiões.

Proibição das sacolas plásticas: O tiro está saindo pela culatra...


27/08/2011 - 11h00

Veto a sacolinha eleva venda de saco de lixo


MATHEUS MAGENTA
DE SÃO PAULO




Cidades que proibiram ou firmaram acordos com o comércio para desestimular a distribuição de sacolas plásticas --comumente reutilizadas em lixeiras domésticas-- registraram um aumento nas vendas de sacos de lixo.
Em Belo Horizonte, que aboliu as sacolas plásticas do comércio em abril deste ano, a venda de sacos de lixo cresceu 15% em média, conforme estimativa da Associação Mineira de Supermercados.
As vendas também cresceram em Jundiaí (a 58 km de São Paulo), que retirou as sacolas plásticas convencionais de circulação após um acordo entre Apas (Associação Paulista de Supermercados), comerciantes e prefeitura, em agosto do ano passado.
A associação estima que, por mês, 80 toneladas de sacolas plásticas convencionais deixaram de ser enviadas para aterros sanitários. Por outro lado, o consumo de sacos de lixo no município aumentou em 20 toneladas.
Os números causam impacto direto no bolso do consumidor. Nos supermercados, um pacote com 30 unidades de saco de lixo de 30 litros pode custar entre R$ 15 e R$ 25, a depender da marca.
Para carregar as compras, o consumidor deve usar sacolas biodegradáveis (R$ 0,19 a unidade) ou retornáveis (a partir de R$ 3).
Para o Movimento das Donas de Casa de Minas Gerais, o aumento dos custos alterou o hábito no descarte do lixo.
"Estão comprando mais saco de lixo, mas as pessoas também estão se preocupando mais com a preservação ambiental. Alguns, por exemplo, passaram a usar na lixeira sacos de fruta e até papel de jornal", diz Lúcia Pacífico, presidente da entidade.

IMPACTO MENOR
Conforme a Abrelpe (Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), os sacos plásticos representam 1,3% de tudo o que é descartado pelos brasileiros.
O impacto ambiental dos sacos de lixo é menor porque são produzidos principalmente com material reciclado, segundo especialistas. Já as sacolas plásticas são feitas com matéria primária porque vão armazenar alimentos.
O veto às sacolas plásticas, no entanto, desagrada ao setor da indústria da embalagem flexível, que gera 30 mil empregos diretos no país e fatura entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão por ano.
A Abief (associação do setor) defende a implementação de campanhas de conscientização sobre o uso sustentável de sacolas plásticas em vez da proibição.
Entre 2007 e 2010, o consumo de sacolas no país caiu 22% --de 17,9 bilhões para 14 bilhões-- após campanhas promovidas por supermercados, segundo a Abief.

Tudo é possível: Palmeiras e Corinthians unidos pelo Meio Ambiente. Palmeiras terá cem árvores plantadas a cada jogo e mais cem a cada gol marcado pela equipe.

Isso que é Green Goal: 'Surpresa' decide e Verdão vence Timão de virada em Prudente


Recém-contratado, Fernandão entrou ainda no primeiro tempo e fez o gol que garantiu a vitória palmeirense por 2 a 1





Fernandão comemora o gol que fez, o segundo do Palmeiras no jogo, ao lado de Valdivia (Foto: Eduardo Viana)


LANCEPRESS!


Publicada em 28/08/2011 às 18:06 

São Paulo (SP)

Ele decidiu! Escondido, pouco falado, Fernandão, a "surpresa" de Felipão para o Dérbi contra o Corinthians (que o levou a Presidente Prudente sem relacioná-lo, por conta da lesão de Maikon Leite), decidiu o jogo para o Verdão neste domingo. Foi após a entrada do centroavante alviverde que o Palmeiras conseguiu o empate no primeiro tempo. Na segunda etapa, ele ainda fez um golaço e decidiu a partida. Resultado: vitória por 2 a 1 para o Verdão, que quebrou uma sequência de seis jogos sem vencer o seu mairo rival.

Com gol de estreante, Palmeiras vence o rival Corinthians






Palmeiras e Corinthians unidos pelo Meio Ambiente



Postado em 20/04/2011 ás 15h04

http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2396
 
 
O primeiro time do Brasil a participar do Projeto Jogando pelo Meio Ambiente foi o Corinthians. Agora, o seu principal rival dentro dos campos, o Palmeiras, se tornou um parceiro na busca pela conscientização e um ambiente melhor.



A ação idealizada pelo Banco Cruzeiro do Sul conseguiu unir dois grandes times do futebol brasileiro e que têm uma das maiores tradições de rivalidade. Assim como o Corinthians, que foi o pioneiro no projeto do qual participa desde agosto de 2010, o Palmeiras terá cem árvores plantadas a cada jogo e mais cem a cada gol marcado pela equipe.



O futebol é uma grande paixão nacional e o Brasil é reconhecido mundialmente por causa deste esporte. Isso prova o alcance que o projeto tem para ser capaz de mobilizar pessoas e torcedores pela causa ambiental através dos dois times. Para isso, cada equipe contará com um embaixador. Pelo Corinthians o escolhido foi o goleiro Julio César e pelo Palmeiras o representante será o, também goleiro, Deola.



O projeto inclui também a distribuição de materiais promocionais para a divulgação do site, que inclui conteúdos de conscientização e educação ambiental e são oferecidos workshops aos membros das torcidas organizadas das duas equipes, para fornecer orientações e práticas ambientalmente responsáveis. Segundo o diretor e superintendente do Banco Cruzeiro do Sul, Luis Octavio Índio da Costa, o projeto foi implantado para que “haja uma sensibilização de todos para a questão ambiental”. “Nosso objetivo é promover uma conscientização sobre a causa do meio ambiente. A preocupação neste momento é com as gerações futuras”, finalizou ele.



Somente em 2011 o Palmeiras plantou 6700 árvores, em 24 jogos, com 43 gols marcados. Pelo Corinthians foram plantadas 5400 árvores, em 21 jogos e 33 gols. O artilheiro da torcida palmeirense é o Kléber, que balançou as redes 13 vezes. Liedson é o protagonista entre os corintianos, com 10 gols marcados.



Redação CicloVivo



domingo, 28 de agosto de 2011

Global Forum 2011 online começa nesta segunda-feira e reúne mais de 2 mil pessoas.

Global Forum 2011 começa nesta segunda-feira e reúne mais de 2 mil pessoas


http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=notas&id=32692


Mais de 2 mil pessoas participam, na próxima semana, do Global Forum América Latina (GFAL) 2011. O evento, que acontece de segunda a quarta-feira (29 a 31), vai discutir como a gestão deve inovar para responder aos desafios da sustentabilidade



A conferência é uma iniciativa do Sistema Fiep, através de sua Universidade corporativa, a Unindus, em parceria com a universidade americana Case Western Reserve University, de Cleveland.

O diferencial da edição deste ano é o formato inovador do evento, que terá seu conteúdo transmitido pela web. O participante poderá organizar a programação de acordo com seu interesse. 

A interação com os palestrantes será por meio de fóruns online, que estarão disponíveis durante a conferência. Após o término do evento, as palestras poderão ser consultadas através de uma plataforma na internet. 

A programação completa está no site www.globalforum.com.br onde também é possível fazer as inscrições gratuitamente. ServiçoGlobal Forum 2011Data: 29 a 31 de agosto (segunda a quarta-feira)Horário: das 8h30 às 18h30
Conteúdo transmitido online pelo site www.globalforum.com.br

Lambreta elétrica

Lambreta elétrica 

- 27/08/2011




Jornal da Gazeta

http://youtu.be/-xl7SQOQtos

Segurança ecologicamente correta na universidade de São Paulo. A guarda universitária já utiliza lambretas elétricas para fazer a ronda no campus da USP.

Repórter: Sabrina Pires

Tema: Segurança / Sustentabilidade

GREEN FEST EM PORTUGAL!













FONTE:  http://www.greenfestival.pt/2011/


Inspirado no formato americano, o Greenfest é o maior evento de sustentabilidade do país, celebrando o que de melhor já se faz nas três vertentes: económica, social e ambiental.

É o palco de prestígio, onde se encontram empresas e cidadãos que se preocupam com o futuro. Para as empresas representa o espaço ideal para divulgarem tendências responsáveis e se estabelecerem parcerias comerciais entre stakeholders.

Para o cidadão, oferecemos experiências únicas de contacto e aprendizagem de uma postura que promove um Mundo melhor. 
Não perca este grande evento!


  
Organizar um Festival de referência na área do Desenvolvimento Sustentável que fomente a promoção e sensibilização da população para com as preocupações ambientais;
Divulgar iniciativas, produtos e serviços sustentáveis;
Promover a partilha de conhecimento de forma inovadora e relevante;
Contribuir para uma mudança de atitudes e comportamentos das comunidades.


Sustentabilidade é a palavra de ordem para Olimpíadas do Rio em 2016


27/08/2011 08h45 - Atualizado em 27/08/2011 10h26

Sustentabilidade é a palavra de ordem para Olimpíadas do Rio em 2016

Organizadores dos Jogos Olímpicos do Rio de janeiro lidam com o desafio de melhorar a cidade sem agredir a natureza

http://sportv.globo.com/site/programas/sportv-news/noticia/2011/08/sustentabilidade-e-palavra-de-ordem-para-rio-2016.html

Por SporTV.com Rio de Janeiro

Desenvolver econômica ou materialmente sem agredir o meio ambiente e usar recursos naturais de maneira inteligente. A sustentabilidade está em alta e é a palavra de ordem para as Olimpíadas do Rio em 2016. Das obras que já estão em andamento, por exemplo, o asfalto vem sendo reaproveitado, e rochas de escavações de túnel estão sendo usadas em obras de duplicação. Da implosão no Sambódromo, 60 mil toneladas de entulho serão reutilizados. E assim, o Rio vai fazendo a sua parte para causar o mínimo de impacto possível na natureza. (assista ao vídeo acima)
- A fonte de energia do Rio e, portanto, dos Jogos, é basicamente de hidroeletricidade, um pouquinho nuclear de Angra também. Enquanto a energia que move Londres e moverá a cidade durante os Jogos é de usinas a carvão, petróleo, muito poluidoras e que aquecem o planeta - explicou Sérgio Besserman, presidente da Câmara de Desenvolvimento Sustentável do Rio de Janeiro.
A poluição de lagoas, como a da Tijuca, é um dos principais problemas dentro da cidade. Melhorando questões como essa é que o turismo pode crescer ainda mais depois que os Jogos acabarem.
- Você tem um potencial ambiental e, portanto, ecoturístico gigantesco. Mas esse potencial está sendo completamente neutralizado, degradado, em virtude do abandono da região - disse o biólogo Mário Moscatelli, que participa do para a limpeza da Lagoa da Tijuca.
Nesta sexta-feira, o presidente do Comitê de Organização dos Jogos, Carlos Artur Nuzman, esteve presente na assinatura da prorrogação de contrato entre Comitê Olímpico Internacional e uma empresa de energia. Mais um investimento que trará benefícios para a cidade.
- São várias obras e ações de infraestrutura, de serviços públicos num espaço de tempo pequeno. Menor do que realmente teria ao longo dos projetos que levam décadas a serem efetivados e estão sendo traduzidos por um tempo de sete anos. O Rio de Janeiro será o maior exemplo de transformação de uma cidade por conta dos Jogos Olímpicos. Vai bater todos os recordes das outras cidades - comemorou Nuzman.

Na segunda-feira, dia 29, se comemora o Dia Nacional de Combate ao Fumo


São José dos Pinhais

Município vai ampliar política antitabagista

Na segunda-feira se comemora o Dia Nacional de Combate ao Fumo

27/08/11 às 15:02 | Da Edação Bem Paraná com assessoria PMSJP

Técnicos da Prefeitura distribuem panfletos explicando os males do 
cigarro (foto: Silvio Ramos/PMSJP)
A Prefeitura de São José dos Pinhais desenvolve uma série de ações de combate ao tabagismo. As equipes de Vigilância em Saúde do município fazem trabalho de orientação e educação continuada com técnicos de segurança nas empresas e estabelecimentos da cidade. Além disso, fiscalizam também da Lei Anti-Fumo, que vigora no Estado desde novembro de 2010 e proíbe os fumantes de consumirem cigarros em locais fechados total ou parcialmente. A Prefeitura utiliza ainda cartazes e folderes informativos em locais de grande fluxo para orientação da população. Nesta segunda-feira (29), é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Fumo.
De acordo com a médica infectologista e epidemiologista Ciane Mackert da Prefeitura de São José dos Pinhais, algumas unidades de saúde da cidade já implantaram o programa do Ministério da Saúde “Deixando de fumar sem mistérios”, que consiste em quatro sessões de orientação em grupo e consultas individuais com profissionais do setor. “O paciente que procura a unidade de saúde relatando a vontade de parar de fumar é encaminhado para o cadastro imediatamente e incorporado no grupo”, explica.
A médica conta que existem mais ações previstas para serem iniciadas em São José dos Pinhais. “A Prefeitura tem investido em programas de prevenção ao tabagismo e em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde irá capacitar um grupo multiplicador deste projeto a fim de implantá-lo em toda a rede pública da cidade”, destaca.
Em nove anos (1996 a 2005) foram registradas mais de 1 milhão de hospitalizações atribuídas ao cigarro no Brasil; o que significa um gasto aproximado de meio bilhão de dólares. De acordo com pesquisa do Ministério da Saúde divulgada em abril deste ano a porcentagem de fumantes no país caiu de 16,2% para 15,1% nos últimos quatro anos.

Lei da reutilização da água

Lei da reutilização da água

http://www.webtvcn.com/canal/noticias/reuso_agua_230811

Data: 24/08/2011

Descrição: Depois de Campinas e Curitiba, a lei de reutilização da água, que deveria ser aplicada em todo o País, entra em vigor no Rio de Janeiro. Em Niterói, as novas construções são obrigadas a instalar o sistema, que reaproveita a água dos lavatórios e do chuveiro, para irrigar o jardim, lavar o carro e a calçada

GDF terá que retirar construções irregulares da orla do Lago Paranoá


GDF terá que retirar construções irregulares da orla do Lago Paranoá

Vara do Meio Ambiente deu prazo de quatro meses para o governo. Juiz alega que ocupação da orla se baseou em interesses privados.

Data: 27/08/2011 ás 11:37:01

http://surgiu.com.br/noticia/17662/gdf-tera-que-retirar-construces-irregulares-da-orla-do-lago-paranoa.html

Postador: Surgiu Redação
Foto: Divulgação / Agência Brasília
Fonte: G1, DF
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A Vara do Meio Ambiente do Tribunal de Justiça condenou o governo do Distrito Federal a elaborar e apresentar um plano de fiscalização e remoção de construções e instalações erguidas na Área de Preservação Permanente do Lago Paranoá.
O GDF terá também que apresentar um plano de recuperação das áreas degradadas nas margens do lago, um plano de zoneamento e de manejo da unidade de conservação e um plano diretor local para o Lago Sul e para o Lago Norte.

O governo terá quatro meses para cumprir as determinações do TJ. A decisão atende, em parte, ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do DF em 2005. De acordo com o MP, o DF está se omitindo do dever legal de proteger o meio ambiente e de promover programas e projetos de educação ambiental.

No entendimento do juiz que analisou o caso no TJ, Carlos Divino Vieira Rodrigues, a orla foi ocupada para fins exclusivamente privados.

"Aquele estado de fato que ali se instalou, nas margens do Lago Paranoá, se não contou com a participação permissiva do ente estatal na concessão de licenciamentos até mesmo fraudulentos, no mínimo é o resultado da omissão fiscalizadora que vem de longa data, consentindo tacitamente que degradações pontuais ocorram", afirmou o magistrado.

sábado, 27 de agosto de 2011

Demorou! OAB lança na internet o Observatório da Corrupção

OAB lança na internet o Observatório da Corrupção


O conteúdo do EcoDesenvolvimento.org está sob Licença Creative Commons. Para o uso dessas informações é preciso citar a fonte e o link ativo do Portal EcoD

http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/agosto/oab-lanca-na-internet-o-observatorio-da-corrupcao#ixzz1WE67HSog



Postado em Responsabilidade Social em 25/08/2011 às 09h25
por Agência Brasil








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O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, afirmou na quarta-feira, 24 de agosto, no lançamento do Observatório da Corrupção, que a sociedade brasileira precisa se conscientizar de que é a protagonista no combate a corrupção.
“A sociedade pode transformar, sim, por meio da legítima pressão que ela exerce nos poderes públicos. E ela [sociedade] deve mobilizar-se no sentido de combater essa pandemia que é a corrupção”, destacou o dirigente classista.
O Observatório da Corrupção pretende ser o canal entre a sociedade e a OAB para o envio de denúncias de casos de corrupção pela população. O objetivo, segundo Cavalcante, é fazer pressão para que o Poder Judiciário dê prioridade aos processos envolvendo malversação de recursos públicos, tráfico de infuência e outros desvios que caracterizam a corrupção, julgando e punindo com maior celeridade os envolvidos.
Na página do Observatório da Corrupção na internet, além de denunciar, o cidadão também vai poder acompanhar o andamento dos casos de corrupção noticiados pela mídia. Na próxima semana, a OAB vai divulgar no portal uma relação dos principais processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
As denúncias recebidas pela Ordem dos Advogados do Brasil serão monitoradas pela Comissão Nacional de Combate à Corrupção e os denunciantes têm a garantia do anonimato.
No lançamento do Observatório, Cavalcante informou que a OAB vai ajuizar no Supremo uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) contra os mecanismos da Lei Eleitoral que permitem o financiamento de campanha por empresas. “O embrião da corrupção reside no financiamento de campanhas eleitorais por empresas privadas,” observou Cavalcante.

Lava-jato sem licença ambiental será fechado

Lava-jato sem licença ambiental será fechado

http://www.diariodaamazonia.com.br/diariodaamazonia/index2.php?sec=News&id=11957

26/08/2011




No inicio desta semana, um lava-jato foi interditado no bairro Arigolândia pela Secretaria Municipal do

Meio Ambiente (Sema) em uma operação em conjunto com o Batalhão Ambiental. O motivo foi a falta

de licença ambiental. Esse não é um caso isolado. Segundo informações da Sema foi constado no

início do ano que a maioria dos empreendimentos desse ramo não possui a licença, e

consequentemente provocam danos ao meio ambiente.

O lava-jato em questão está com as atividades paradas desde segunda-feira. A equipe de reportagem

do Diário tentou entrar em contato com o proprietário do estabelecimento, mas não teve êxito.

Conforme o chefe de assessoria técnica da Sema, Flávio Morais, antes da interdição do

estabelecimento, há uma série de procedimentos adotados pela secretaria. “Não é necessário fazer

notificação antes de aplicar as penalidades pelo ato infracional, mesmo assim a secretaria tem

adotado a regra de primeiro notificar o proprietário do empreendimento e dar um prazo para que se

faça a regularização”.

Caso ao fim do prazo nada tenha sido feito para reverter a situação, a multa é aplicada. O valor varia

conforme o dano ambiental e a condição irregular, o mínimo é de 10 Unidades de Padrão Fiscal

(UPF), o que equivale a mais de R$ 400. Também é nessa segunda visita que o empreendimento é

interditado.

Se na terceira vistoria, a fiscalização constatar que o problema ainda não foi resolvido, é reaplicada a

multa com até o dobro do valor. Caso o proprietário se sinta prejudicado, ele tem direito a defesa

recorrendo à Sema, e pode pedir, entre outros métodos, a anulação da multa e a redução de até 90%

do valor da multa se comprometendo a resolver o problema de imediato.

Quando o estabelecimento possui licença ambiental, nela constam quais as regras para despejo das

substâncias poluentes. No caso dos lava- jatos, eles devem possuir duas caixas de filtro, uma com

pedra para separar resíduos sólidos e outra com areia para os líquidos. As caixas têm que ser

periodicamente tratadas. O correto tratamento dos efluentes líquidos está previsto no Código de Meio

Ambiente Municipal, no artigo 184.

A água das lavagens não deve seguir diretamente para a rede de esgoto sem a filtragem, nem ser

destinada à via pública e igarapés. O chefe de assessoria técnica informou que foi observado no início

do ano que a maior dificuldade apontada pelos proprietários dos empreendimentos era o alto valor da

taxa de licença ambiental, que é de R$ 2.149 e é válida para quatro anos.

Para resolver esse problema, o valor da taxa foi revisto e, desde o final de julho deste ano, novos

valores são cobrados. A redução é para os pequenos e microempreendedores, que é a modalidade da

maioria que trabalha no ramo. Para o empreendedor individual, a taxa é de R$ 51,98 e para o

microempreendedor é de R$ 302.59.

Flávio alertou aos empreendedores que com as adequações das taxas, a fiscalização será

intensificada. Antes a fiscalização era mais dependente das denúncias feitas pelo 0800 647 1320, mas

desde março há uma escala de fiscalização.

‘‘Nossa meta é garantir a qualidade do meio ambiente, e não impedir que eles trabalhem’’.

Furacão Irene em Nova York


Nova York toma medidas inéditas para receber furacão Irene

26 de agosto de 2011 | 19h 12


DANIEL TROTTA E BASIL KATZ - REUTERS
A prefeitura de Nova York determinou na sexta-feira a retirada de mais de 250 mil pessoas e se prepara para tirar todos os transportes públicos de circulação -- duas medidas inéditas causadas pela aproximação do furacão Irene.
A tempestade, violenta e excepcionalmente grande, já causa efeitos na sexta-feira na Costa Leste dos EUA, ameaçando uma área onde vivem 55 milhões de pessoas - sendo 8 milhões só em Nova York. Há previsão de fortes ventos na noite de sábado ou na manhã de domingo.
O prefeito Michael Bloomberg determinou que pessoas que moram em áreas baixas - o que inclui a região financeira de Wall Street e seus arredores, em Manhattan - deixem suas casas até as 17h de sábado (18h em Brasília). A partir de sexta-feira, haverá 91 albergues abertos.
Os transportes públicos começarão a parar a partir das 12h de sábado (hora local), mas o processo pode levar oito horas pra ser concluído. As pontes que dão acesso a Manhattan também serão interditadas se os ventos superarem 96 quilômetros por hora.
"Nunca fizemos uma evacuação obrigatória antes, e não a faríamos agora se não achássemos que esta tempestade tem o potencial para ser seriíssima", disse Bloomberg a jornalistas.
O governador de Nova York, Andrew Cuomo, mobilizou 900 agentes da Guarda Nacional. Empresas aéreas retiraram seus aviões da zona de risco e cancelaram pelo menos mil voos. Os quatro zoológicos da cidade estocaram ração para os animais.
A polícia preparou uma frota de lanchas para resgatar moradores da orla que fiquem ilhados pela ressaca, que pode ser agravada ao coincidir com a maré alta.
As zonas de retirada ficam principalmente na orla marítima e fluvial de Nova York - cidade construída sobre ilhas e penínsulas, cercadas por rios, estuários e mar aberto.
No bairro de Rockaways, no Queens, que fica à beira-mar, Destiny Crespo, de 19 anos, se dispunha a desafiar as ordens de retirada. "Não importa o que aconteça, vamos colocar tábuas nessas janelas, vamos continuar aqui... Vou encarar isso feito surfista", disse.
Mas sua mãe, Genevieve Crespo, de 42 anos, estava mais preocupada. "Sou deficiente. Como vou pegar o trem com os meus netos? Não temos ideia de aonde ir ou o que fazer", queixou-se.
A rigor, quem desafiar a ordem de retirada pode levar multa de até 500 dólares, ou passar 90 dias na cadeia. Mas Bloomberg disse que o objetivo é proteger as pessoas, e não puni-las. "Ninguém vai ser multado, ninguém vai ser preso. Mas, se vocês não seguirem isso, pessoas podem morrer", alertou.
Em busca de informações e orientações, a população acabou causando um excesso de tráfego que tirou do ar o site da prefeitura (http://www.nyc.gov/html/home_alt.html).
NOÉ EM WALL STREET
A Bolsa de Nova York está preparando geradores de emergência e estocando combustíveis e alimentos para evitar problemas quando os negócios forem retomados, na segunda-feira. A poucos metros dali, o escritório do Fed (Banco Central) tinha planos para preservar o funcionamento normal dos mercados depois do fim de semana, segundo um porta-voz.
Benedict Willis, diretor de operações do banco de investimentos Sunrise Securities, disse que a Bolsa de Nova York tem a obrigação de abrir na segunda-feira, depois do furacão, porque milhões de investidores dependem das suas cotações. "Mas, se a água subir até aqui", disse ele na sexta-feira, apontando para o movimentado salão do pregão, "aí teremos um problema maior do que eu sou capaz de lidar. Meu nome não é Noé."
Desde 1851, quando começaram os registros, apenas cinco furacões passaram a menos de 120 quilômetros de Nova York, sendo o mais recente em 1985, segundo o site weather.com.
O Irene se aproxima da metrópole apenas três dias depois de um raro terremoto ser sentido em Nova York.
"Somos nova-iorquinos, e somos duros. Gostamos de pensar que somos duros", disse Cuomo. "Mas também somos inteligentes, e é inteligente se preparar. É inteligente desocupar (...), e é inteligente desocupar agora."
Idosos e doentes começaram a ser retirados por um esquema especial já na sexta-feira. No Hospital Coney Island, ambulâncias transferiam 250 pacientes para outras unidades, numa operação que deve terminar às 20h.
Uma montanha-russa ironicamente chamada de Cyclone - que está na rota direta da tempestade, segundo algumas previsões - continuava deixando usuários de cabelo em pé na sexta-feira, mas vai fechar no domingo, quando estão previstas as chuvas mais fortes.
"Achei que queria vir andar nessa montanha-russa, e estou feliz por ter vindo, porque (depois da tempestade) ela pode não estar mais aqui", disse o turista Jon Muller, de 29 anos, da Pensilvânia, que foi a Nova York comemorar o aniversário de casamento.
DILEMA RELIGIOSO
Alguns judeus praticantes de Nova York, geralmente avessos a usarem a eletricidade aos sábados, começaram a deixar a cidade já na sexta-feira, para evitar violar as regras religiosas caso precisem de serviços emergenciais ou informações no "sabbath".
"Alguns rabinos estão dando permissão para deixar o rádio ligado no 'sabbath'. Os rabinos estão recebendo muitas ligações hoje", disse Dov Hikind, judeu ortodoxo que é deputado estadual pelo Brooklyn.
Na loja de atacado Costco, no Brooklyn, havia fila em frente à gôndola de água mineral, e alguns carrinhos saíam abarrotados com esse produto.
"Nunca se sabe se a gente não vai precisar. É bom também ter um extra para as crianças", disse Carmen Viera, 63 anos, que levava três caixas de água mineral.
Shows e eventos esportivos já estão sendo vitimados pelos alertas da tempestade. O clássico nova-iorquino de sábado entre Giants e Jets, pela Liga Nacional de Futebol Americano, foi antecipado em várias horas. O time de baseball New York Mets cancelou partidas marcadas para sábado e domingo.
Por outro lado, alguns bares e restaurantes se preparam para um movimento intenso, já que muita gente planeja enfrentar a tempestade comendo e bebendo. O gerente do restaurante Merchants River House, que fica junto à passarela do rio Hudson e dá vista para a Estátua da Liberdade, disse que o estabelecimento continuará aberto durante todo o fim de semana, mas que tomará a precaução de amarrar seus móveis no deque.
"Estamos totalmente abastecidos para o fim de semana", disse o gerente Christian Qualey, "então podemos ser um lugar seguro para as pessoas."
(Reportagem adicional de Jonathan Spicer, Lynn Adler e Jonathan Allen) 

26/08/2011 - 07h59

Aterro sanitário em Cingapura atrai turistas; espera é de 4 meses


DO "NEW YORK TIMES"

Quatro meses de espera é o tempo que leva para os turistas conhecerem um aterro sanitário em Cingapura, o Pulau Semakau, cujo número de visitantes triplicou nos últimos cinco anos, passando de 4.000, em 2005, para 13.000, em 2010.

Mas o local não é um lixão. É uma ilha artificial que lembra uma reserva natural, apesar das 9,8 milhões de toneladas de lixo incinerado que ficam a cerca de 30 centímetros abaixo da superfície.

A escassez de terra em Cingapura --menor do que Rhode Island (3.140 quilômetros quadrados)-- levou o governo a desenvolver técnicas inovadoras para descarte de lixo.

Ao juntar duas pequenas ilhas com área quase igual ao Central Park, o governo criou o aterro, o primeiro depósito de lixo na costa de Cingapura que agora é uma atração popular.
Pescadores esportivos vêm durante o dia e astrônomos à noite para observar o céu longe das luzes da cidade. Grupos escolares têm permissão de entrar nas poças formadas pela maré para procurar anêmonas e estrelas-do-mar. De acordo com Ong, os passeios na faixa coberta pela maré são tão populares que estão reservados para quase o ano inteiro.

As instalações de US$ 360 milhões incluem um quebra-mar de 7 km feito de areia, pedra, argila e uma geomembrana de polietileno, que acompanha a periferia da ilha para impedir vazamentos.


The New York Times

Aterro Pulau Semakau serve de reserva natural; local é aberto para
turistas durante cinco dias da semana




O lixo incinerado do continente chega em barcaças e a cinza molhada é esvaziada em fossos para um dia serem cobertos de terra, onde palmeiras e outras plantas crescem naturalmente.

Converter aterros em áreas de uso público não é novidade. Em Nova York, o aterro Fresh Kills, em Staten Island, fechado em 2001, será reaberto como parque em torno de 2035.

Em 1994, o Japão transformou um velho aterro sanitário na região sudoeste de Osaka no Aeroporto Internacional de Kansai, o primeiro aeroporto marinho do mundo.

Porém, Semakau é o único aterro ativo que recebe lixo incinerado e industrial ao mesmo tempo em que dá suporte a um ecossistema florescente, que conta com mais de 700 tipos de plantas e animais e várias espécies ameaçadas.

"Mesmo operando um aterro, a biodiversidade continua a florescer", diz Ong Chong Peng, gerente geral do local. "Queremos manter esse equilíbrio o máximo possível."

Fauna e flora são tão preciosas em Semakau que o perímetro previsto do aterro foi alterado para garantir que duas florestas de mangue tivessem acesso à água doce com a mudança da maré.

Espécies protegidas como a garça Ardea sumatrana e tarambolas-da-malásia se reproduzem na ilha, e o ameaçado golfinho-corcunda-indopacífico foram vistos pelas redondezas.

Semakau também é o único aterro sanitário ativo que costuma incentivar visitas do público cinco dias por semana. Enquanto o lado oriental da ilha está cheio de espaços esperando para serem preenchidos, a porção oriental recebe espectadores desde 2005.

Neste ano, depois de mais de uma década em operação, o lado oriental da ilha está programado para desenvolvimento e pode começar a receber lixo já em 2015.

A Agência Nacional de Meio Ambiente, que mantém o local, prevê que, com os dois lados recebendo dejetos, o aterro ficará aberto até pelo menos 2045.

CRÍTICAS

A Agência Nacional de Meio Ambiente do país garante que o sistema único do aterro reduz o volume de lixo em 90%, acrescentando que 2% da energia de Cingapura são produzidos pelos quatro incineradores do continente.

Porém, os críticos reprovam um gerenciamento de lixo baseado inteiramente na incineração. Incineradores de larga escala, como os do país, têm períodos curtos de vida, às vezes de apenas dez anos, antes de necessitarem troca.

Para ambientalistas do Greenpeace, a incineração simplesmente transforma o problema do lixo num problema de poluição.

"O Greenpeace é contrário à incineração de lixo por ser uma grande fonte de substâncias cancerígenas como dioxina, além de outros poluentes nocivos, como o mercúrio, e compostos orgânicos voláteis", explica Tara Buakamsri, diretor de campanha para o Sudeste Asiático.

Protestos públicos na Malásia e Indonésia ocorreram depois que o governo anunciou planos de construir novos incineradores. Já os filipinos os baniram em 1999 por causa dos riscos à saúde --mesmo ano em que o governo cingapurense passou a usá-los para operar o Semakau.

Também existe o pequeno, mas real, risco de que o lixo contamine o oceano.

Bom senso no ambiente



Bom senso no ambiente





autor:ROBERTO RODRIGUES


O rural e o urbano têm muito a ganhar quando o radicalismo é eliminado e o bom senso impera

O TEMPO vai passando, ministros vão mudando e as discussões sobre o Código Florestal no Senado vão esquentando. Enquanto o Senado busca equilíbrio e isenção em um debate sério, a desinformação ainda é geral, trava-se uma batalha nem sempre tão séria na comunicação sobre o tema. Uma pena!
Posições ideológicas ou radicais e interesses subalternos mascaram a verdade, prejudicando o objetivo maior da nação, que é ter, finalmente, um instrumento legal que regule a matéria.
Felizmente, enquanto isso, o campo vem realizando experiências notáveis que deveriam servir de lição ao debate político.
Projetos em que são parceiros governos, empresas, produtores rurais e ONGs põem na prática a conciliação entre a produção agropecuária e a conservação ambiental, a gestão da fazenda e a remuneração dos produtores rurais pelas florestas que eles mantêm.
Em áreas da Amazônia legal ou vizinhas, como Lucas do Rio Verde, Marcelândia e Querência, em Mato Grosso, ou Paragominas e Santana do Araguaia, no Pará, há exemplos da efetividade do CAR (Cadastro Ambiental Rural).
Nesses e em outros municípios, cerca de um terço das propriedades rurais já está cadastrada. São mais de 50 mil propriedades, ou 50 milhões de hectares cadastrados. Amazonas, Bahia, Tocantins e Mato Grosso também fazem progressos para implementação do CAR, que consiste em fazer o registro dos imóveis rurais na Secretaria Estadual de Meio Ambiente, por meio eletrônico, para fins de monitoramento, assegurando a regularidade ambiental da fazenda.
Com ele, o governo pode controlar o desmatamento ilegal, sabendo onde ele ocorre e quem é seu responsável. No futuro, poderá controlar também a implementação do Código Florestal. Sem um bom cadastro, mesmo o novo Código em discussão no Congresso será apenas uma lei no papel.
O produtor e o mercado também podem ter ganhos diretos com o CAR. Empresas do agro e supermercados comprovarão aos consumidores a qualidade ambiental das fazendas de onde se originam seus produtos. Os produtores podem receber pelos serviços ambientais de suas florestas, e isso não é só teoria ou aspiração, é realidade.
Na mata atlântica, mais de 350 produtores rurais já recebem pagamento em dinheiro pela água produzida pelas florestas conservadas ou em recuperação. São 40 projetos em curso, como os de Extrema (MG), de Rio Claro (RJ) e de Camboriú (SC), que, em breve, adicionarão outros 500 produtores a esses arranjos, segundo a recente publicação "Pagamento por Serviços Ambientais na Mata Atlântica: Lições Aprendidas e Desafios", lançada pelo Ministério do Meio Ambiente.
A principal fonte financeira para os pagamentos são os Comitês de Bacia, que podem cobrar dos grandes usuários e de poluidores da água e reinvestir os recursos na manutenção da qualidade ambiental da bacia hidrográfica.
São fontes de recursos já existentes, que hoje começam a reconhecer o papel das florestas para a produção de água e o papel do produtor rural nesse serviço.
O carbono contido nas florestas, ou mesmo o retirado da atmosfera pelo reflorestamento, também já gera renda. Segundo a TNC, uma ONG ligada ao ambiente, produtores rurais, entornos de reservatórios e unidades de conservação são beneficiados por 33 projetos que investem no reflorestamento e cujo carbono é comercializado no mercado voluntário, com empresas que compram créditos, seja para a neutralização das suas emissões, seja na expectativa de um mercado futuro.
Código Florestal, pagamento por serviços ambientais e Redd (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação) são temas de projetos de lei que tramitam no Congresso e que podem aproveitar as lições dessas várias iniciativas de campo que, por sua vez, precisam de escala.
O rural e o urbano têm muito a ganhar, em dinheiro e em qualidade de vida, quando se equacionam a agropecuária e a conservação ambiental, em via de mão dupla, quando o radicalismo é eliminado e o bom senso impera.

ROBERTO RODRIGUES, 69, coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, presidente do Conselho Superior do Agronegócio da Fiesp e professor do Depto. de Economia Rural da Unesp - Jaboticabal, foi ministro da Agricultura (governo Lula). Escreve aos sábados, a cada 14 dias, nesta coluna.
rr.ceres@uol.com.br