quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Mulheres entrarão em extinção, diz estudo da ONU!



Mulheres entrarão em extinção, diz estudo da ONU


David W Cerny/Reuters

Garotos observam mulher tomando sol; sexo feminino será artigo de
 luxo se taxas de natalidade não mudarem





23/08/2011 - 
18h54
DE SÃO PAULO



Você, pobre leitora que não consegue namorado, pode comemorar, porque tempos melhores vêm por aí.

De acordo com um estudo elaborado pela ONU, as mulheres serão artigo de luxo e ficarão cada vez mais disputadas porque --pasmem-- entrarão em extinção.
O estudo, reproduzido na "Economist", diz que as mulheres não terão filhas suficientes para substitui-las, a não ser que as taxas de fertilidade mudem radicalmente nos 83 países e territórios pesquisados.
Em Hong Kong, por exemplo, um grupo de mil mulheres daria à luz 547 meninas com as taxas de fertilidade atuais. Essas 547 meninas dariam origem a apenas 299 crianças do sexo feminino e assim por diante.
Nos cálculos da "Economist", que levou em conta também a idade média em que as mulheres têm filhos em cada país, em 25 gerações a população feminina do país passará de 3,75 milhões para apenas uma, que nascerá no ano 2.798.
Pelos mesmos cálculos, países como Japão, Alemanha, Rússia, Itália e Espanha não verão o próximo milênio.
Mas, calma, dos países pesquisados, o Brasil é o que está na melhor situação.
Por aqui, a última mulher só vai nascer por volta do ano 5.000.


terça-feira, 23 de agosto de 2011

“A única maneira de evitar os riscos associados ao cigarro é não começar a fumar”...




Shutterstock

22/08/2011

"Se a Souza Cruz não existisse, o cigarro continuaria a existir"

fonte: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI258932-16356,00-SE+A+SOUZA+CRUZ+NAO+EXISTISSE+O+CIGARRO+CONTINUARIA+A+EXISTIR.html

Dante Letti, presidente da Souza Cruz, admite que o cigarro faz mal à saúde, mas acredita que acabar com a indústria tabagista não resolveria o problema

autoria: Por Amanda Camasmie

 Se um vendedor de uma loja te disser que o produto não é bom, você irá comprá-lo? Provavelmente não. Mas quando se fala em cigarro, 1,2 bilhão de pessoas no mundo dizem sim. No site oficial da Souza Cruz, líder no mercado nacional de cigarros, os visitantes se deparam com a frase “A única maneira de evitar os riscos associados ao cigarro é não começar a fumar”.
O próprio presidente da Souza Cruz, Dante Letti, orienta sua filha fumante sobre os malefícios do produto, mas deixa a decisão com ela. Ele conseguiu largar o vício há mais de 20 anos. “Só precisei de auto-determinação para conseguir parar”, disse. Ele não faz parte do grupo de quase metade dos fumantes que não está interessado em parar de fumar, mesmo ciente dos riscos à saúde, segundo um estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Apesar de uma queda no lucro do 2º trimestre deste ano, os resultados semestrais da Souza Cruz indicam que a indústria tabagista continua sendo lucrativa. São produzidos cerca de 5,4 trilhões de unidades por ano e o Brasil é o maior mercado latino-americano do produto, com consumo de 42% do total vendido na América Latina. A Souza Cruz possui seis das dez marcas mais vendidas no mercado nacional, produzindo 71,9 bilhões de cigarros por ano, o que lhe garante a participação de 62,3% do mercado total brasileiro. “O que preciso deixar bem claro é que quem criou a demanda por cigarro não foi a Souza Cruz, a própria sociedade indígena já fumava”, afirmou Letti. A poucos meses de se aposentar, o presidente da Souza Cruz concedeu uma entrevista a Época NEGÓCIOS.
Como reter talentos em uma empresa que fabrica cigarros? Como fazer o funcionário acreditar no que a companhia produz?
O que preciso deixar bem claro é que quem criou a demanda por cigarro não foi a Souza Cruz. O hábito de fumar faz parte da sociedade desde os primórdios. A própria sociedade indígena fumava. A Souza Cruz nada mais é do que um agente econômico que faz com que a demanda e a oferta se encontrem. Se a Souza Cruz não existisse, o cigarro continuaria a existir. Nós operamos dentro da ética e dentro da licença de cigarros e procuramos fazer o trabalho da melhor forma possível. E isso o nosso funcionário entende muito bem. Nos sustentamos na teoria do Triple Bottom Line [leva em conta os aspectos econômico, humano e ambiental]. Nos preocupamos com três coisas fundamentais, a primeira delas é o acionista, sabemos que precisamos garantir os lucros. A segunda preocupação é com a sociedade. Trabalhamos com cigarro e temos que fazer com que esse negócio gere emprego e beneficie a sociedade e os agentes econômicos. A terceira preocupação é em relação ao meio ambiente, com a tentativa de diminuir a nossa “pegada ecológica” no planeta, seja no plantio de árvores ou uso de pesticidas, minorando o CO2. O índice de rotatividade na Souza Cruz está bem abaixo da média brasileira, em torno de 10%.
Qual é o perfil do profissional da empresa?Selecionamos cerca de 20 trainees anualmente. Os principais cursos são engenharia, direito e administração. Eles passam um ano e meio a dois anos de treinamento e a partir daí passam a ter o primeiro cargo de liderança. Quando assumem essa gestão, eles são transferidos para outras cidades ou áreas para terem um bom desenvolvimento e um bom entendimento do negócio como um todo. Somente vamos ao mercado buscar pontualmente algum cargo técnico quando não encontramos um perfil interno. Para entrar na Souza Cruz o jovem precisa ter um histórico escolar muito bom, falar idiomas e ter interesse em trabalhar no exterior, pois oferecemos carreira internacional. E que goste de trabalhar com o modelo de meritocracia.

Por que o senhor quis presidir uma empresa como a Souza Cruz?
Entrei na empresa quando era estagiário no setor financeiro, há 32 anos, em Florianópolis. Encontrei um local bom para trabalhar, com possibilidade de carreira e crescimento profissional. Morei em oito países diferentes e tive a oportunidade de conhecer diversas culturas. Fiz diversos cursos no exterior em várias áreas. A empresa me possibilitou uma boa formação como executivo. Sou formado em Ciência Contábeis e fiz MBA em Finanças.

O senhor fuma?
Não. Parei quanto tinha cerca de 30 anos, hoje tenho 53 anos. Isso comprova a tese de que quem quiser, pode parar de fumar tranquilamente. É a minha história. Só precisei de auto-determinação para conseguir parar. Fui fumante durante 10 anos, consumia um maço por dia. E às vezes dou algumas pitadas de charuto. Também pratico esportes.

O senhor tem filhos? Eles fumam?
Tenho um garoto de 19 anos e uma menina de 23 anos. A menina é fumante. Obviamente como pai, eu oriento sobre os riscos de fumar, mas deixo a decisão com ela. Se eu for determinar para os meus filhos tudo o que eu acho que eles não deveriam fazer, eu não iria começar pelo cigarro.

O governo está restringindo ainda mais a propaganda de cigarros. Há projetos, inclusive, para inibir as marcas nas embalagens. Quais são as alternativas para a propaganda? O Brasil tem uma legislação bastante evoluída nesta questão de comunicação. Em 1999 proibiu a propaganda do cigarro, enquanto em muitos países ainda se permite a divulgação em revistas e jornais. A minha visão é que não acho que essa comunicação e esse marketing irão criar uma demanda maior. O que ela ajuda a fazer é permitir que as empresas concorram e ganhem mercado. No ponto de venda existe uma comunicação bastante limitada sobre alguma novidade ou inovação do produto. Quem não é fumante nem olha para aquela comunicação. Já a questão de maiores proibições, como essa que você menciona que está em discussão na Austrália, há um limite. Você pode, por exemplo até tornar o cigarro ilegal, mas não necessariamente isso vai ser uma solução. Na história, temos inúmeros exemplos de produtos que se tornaram ilegais sem que isso tenha beneficiado a sociedade. É o caso do álcool, por exemplo. Então, proibir acaba sendo pior para a sociedade, que deixa ter o benefício econômico e geração de empregos. Alguma coisa de bom para a sociedade esse dinheiro deve repercutir. O percentual de crescimento da ilegalidade está aumentado. À medida que você coloca muitos impostos, você combate a indústria legal. Mas à margem disso, você deixa um espaço gigantesco para a criminalidade. Um terço dos cigarros produzidos no Brasil são ilegais. Não é que o consumo irá desaparecer, ele ficou estável. Essas marcas vindas do Paraguai são vendidas a R$ 1,00 ; R$ 1,50.
A composição de um cigarro vindo do Paraguai é a mesma de um produto da Souza Cruz?
Não. A nossa composição segue absolutamente todas as regulações e restrições impostas pela Anvisa. O que vem do Paraguai não tem advertência da Anvisa, não tem a mesma qualificação e qualidade exigente.

O que poderia ter de qualidade nesse produto?
A qualidade se refere à lista dos ingredientes autorizados a serem utilizados. Os percentuais de cada componente e também os tipos de fumo. E dependendo do tipo de fumo é uma qualidade determinada, como poderíamos comparar com o café. No Brasil, isso é muito bem regulado. Divulgamos todos os ingredientes do nosso produto. Os produtos do Paraguai não passam por controle de qualidade e processos que somos obrigados a fazer. Então conclui-se que as condições não são as mesmas.


Presidente da Souza Cruz diz que empresa está investindo em um produto que não ofereça riscos à saúde, mas conclusão da pesquisa pode levar dez anos

A Souza Cruz planeja alguma mudança na composição do produto para diminuir os danos causados pelo cigarro ou isso está muito longe de acontecer?
Estamos investindo em pesquisas para criar um produto que não ofereça riscos à saúde. No momento, ainda não temos um produto. Temos algumas direções que mostraram ser bastante interessantes nessas pesquisas e nos levam a crer que em um futuro será possível oferecer produtos alternativos, que representem um risco menor. Esse tipo de produto para ser testado e aprovado leva um tempo. Será algo de longo prazo. Não podemos falar nenhuma data. Se quisermos falar de timing, será o da indústria farmacêutica, que consegue colocar produtos no mercado em 10 anos.
Vocês possuem programas de conscientização dos cidadãos sobre os malefícios do cigarro? Como eles funcionam e qual é o valor do investimento?
Nós temos um telefone no nosso site para os consumidores que tiverem interesse e são passadas as informações. Na nossa empresa também existem esses dados, além da exigência de check-ups médicos. Assim como o sal, que algumas pessoas não podem chegar perto, o cigarro também tem algumas características mais potencialmente nocivas para algumas pessoas, de acordo com o DNA genético. Se uma pessoa com rinite alérgica ou problemas respiratório ficar exposta a fumaça de carro, obviamente irá desenvolver mais doenças do que outras. É bom que o fumante saiba dos riscos que está correndo e conheça o histórico familiar. E que a partir daí, saiba de uma maneira coerente e responsável, decidir se vai continuar fumando, que quantidade vai fumar, se vai beber e que quantidade vai beber.
Todos que quiserem parar conseguem sem precisar de algum apoio? Cada pessoa precisa descobrir o que funciona. Eu, por exemplo, acredito muito em auto-ajuda. A melhor delas é me conscientizar daquilo que eu quero e tentar correr atrás para conseguir. Cada pessoa vai procurar uma solução. Se a solução é ir até a farmácia e comprar um produto alternativo que ajude na terapia, ela deve fazer. As ofertas estão aí, as condições também. A informação também está disponível.
Qual é a estratégia de comunicação utilizada para o público jovem, acima de 18 anos? Temos uma única estratégica de comunicação, que é a estratégia dos nossos produtos. São produtos mais destinados a segmentos de classe social premium. Colocamos atributos de valor diferenciados, mas não tem nada a ver com idade, tem a ver com dinheiro. O importante é ter margens melhores com essas marcas premium.

O senhor vai se aposentar até o final desse ano. Poderia fazer um balanço desses últimos quatro anos como presidente da Souza Cruz?
O meu período frente à Souza Cruz tem sido maravilhoso. Trabalhei em um Brasil com uma situação privilegiada, desemprego diminuindo a cada dia e renda crescente. Com a equipe que tenho, conseguimos tomar importantes decisões e focar em questões mais relevantes. Melhoramos a distribuição no Brasil, tanto do ponto de vista de qualidade como capilaridade, melhorando a chegada nos pontos de venda. Um dos acionistas me ofereceu a oportunidade de trabalhar no exterior no ano que vem e preferi declinar dessa oferta e ficar no Brasil. Já morei fora do Brasil por alguns anos e isso tem um custo na vida pessoal que não é pequeno.Terei um período sabático para me reaproximar dos meus filhos. E depois disso vou decidir o que farei da vida.
E quais são os desafios que o senhor deixa para o próximo gestor, o Andrea Martini?
Ele é um italiano que morou em São Paulo por dez anos. Trabalhou em empresas brasileiras, dentre elas a Bauducco. É uma pessoa que conhece o Brasil. Os desafios seguem sendo os mesmos, ou seja, buscar sempre um equilíbrio entre o aspecto regulatório, muitas vezes pressionado por ONGs [Organizações Não Governamentais] que acham que a solução é proibir o cigarro. Isso pode induzir o governo a tomar medidas que acabem transferindo para a ilegalidade um setor que hoje oferece contribuições importantes.
Existe algo que as pessoas não saibam e seja importante saber sobre a Souza Cruz?
Muitas vezes são colocadas estatísticas na mídia que são infundadas. Alguns dados sobre fumaça passiva e o risco à saúde também podem ser infundados. Há cientistas que refutam esses números.
O senhor é a favor de fumar em estabelecimentos fechados? Sou contra. Se o estabelecimento for fechado, não se deve permitir fumar. Mas existe uma maneira de equilibrar o interesse do fumante, do estabelecimento e do não fumante, que é separar em áreas abertas e colocar equipamentos especiais que ajudem na ventilação. Para tudo tem que ter regulação, mas as pessoas esquecem que mais regulação consome mais impostos.
O lucro da Souza Cruz caiu 0,97% no 2º trimestre. Com uma lei antifumo e comprovações de que o cigarro faz mal à saúde, o que está sendo feito para reverter essa queda?Quando comparamos por semestre, o lucro ainda cresce. A explicação da queda no trimestre é o câmbio, que se apreciou muito. Em primeiro lugar, sobre a questão de exportações, procuramos estabelecer um contrato, ter uma garantia mínima de volume, que nós estipulamos 65 mil toneladas por ano. É para diminuir a volatilidade e dar mais previsibilidade de embargues. Esperamos que o governo tome medidas. Sobre cigarros, o que temos feito é investir fortemente em marcas de maior valor agregado, as marcas premium. Porque como em qualquer setor, as marcas de menor preço são muito mais voláteis em termos de turbulência de mercado e crise. O consumidor abandona mais facilmente as marcas e vai para a ilegalidade.
A China, maior produtor e consumidor mundial do produto, fabrica 42% do tabaco do mundo e seus 350 milhões de fumantes (mais de um quarto da população) consomem um terço dos cigarros fumados no planeta. Uma alternativa para o crescimento da empresa seria atacar o mercado chinês ou o foco continua sendo o Brasil? Nós somos membros do grupo BAT [(British American Tobacco), que detém 75,3% das ações da Souza Cruz], com sede em Londres, então quem tem interesse direto em participar do mercado chinês é o nosso acionista controlador. O que fazemos é alavancar as nossas exportações de tabaco, não de cigarros, para a China. Isso estamos fazendo e temos interesse em exportar mais com parcerias sustentáveis com a China da matéria-prima tabaco.


Musculação ajuda o fumante a largar o vício!



Estudo mostra que a musculação ajuda o fumante a largar o vício



Colunista da Estadão ESPN, Mauro Giusti Bento, fala sobre a pesquisa e dá dicas para manter o corpo hidratado durante o exercício físico.



arquivo/AE


Fiscalização ambiental: Garimpo ilegal vinha causando impactos ao Parque Nacional do Juruena


22/08/2011 - 21h50

Ibama e PF desmontam garimpo ilegal em MT


RODRIGO VARGAS
DE CUIABÁ




Uma operação conjunta da Polícia Federal e do Ibama em Mato Grosso flagrou uma extensa área de garimpo ilegal no município de Nova Bandeirantes (a 1.000 km de Cuiabá, no norte do Estado).
Batizada como Bateia, em referência ao principal utensílio empregado no garimpo manual, a operação envolveu 200 policiais federais, 45 carros e quatro helicópteros.
Mais de 25 pontos de escavação ativos foram identificados e ocupados pela operação. Ao todo, foram apreendidos 23 motores de sucção, quatro tratores (dois de esteira e uma retroescavadeira) e equipamentos diversos avaliados em mais de R$ 1 milhão.
"As vias de acesso ao garimpo foram bloqueadas, impedindo-se a entrada ou a saída de pessoas e veículos sem que fossem checados", disse o Ibama, em nota.
A operação foi deflagrada no dia 17 e contou com o apoio do Exército, da Força Nacional e do ICMBio (Instituto Chico Mendes da Biodiversidade). Mais de 70 depoimentos foram colhidos entre as pessoas flagradas nas áreas de escavação.
Segundo o coordenador da Operação Bateia, Luciano Cotta, chefe de fiscalização do Ibama, a exploração irregular vinha causando impactos ao Parque Nacional do Juruena, que fica nas imediações.
Cotta não descartou a possibilidade de regularização da atividade. "Em relação ao que ficou para trás, os responsáveis terão de responder. Mas isso não impede que, daqui para frente, busquem a regularização da atividade que exercem."

Mutirão para faxina em escola: Dever, cidadania ou atitude sustentável?


23/08/2011 - 07h54

Cansados de sujeira, pais e alunos limpam escola em SP; assista

DE SÃO PAULO

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/963815-cansados-de-sujeira-pais-e-alunos-limpam-escola-em-sp-assista.shtml







Pais, alunos e professores da Escola Estadual professor Carlos Henrique Liberalli, na zona leste de São Paulo, estão varrendo salas de aula e corredores desde o fim do contrato com a empresa que prestava serviço de limpeza no local como mostra o vídeo da TV UOL.
A Coordenadoria de Ensino da Região Metropolitana da Grande São Paulo informou em nota que o processo de licitação para a contratação de uma empresa para atuar no colégio está em fase de finalização. A expectativa é que o serviço seja normalizado na próxima semana.

Culinária ecologicamente correta


22/08/2011 - 15h07

Celebridades prejudicam causa da comida orgânica, diz ativista



DA EFE


Famosos como a atriz Gwyneth Paltrow e o cantor Sting estão prejudicando a causa da culinária ecologicamente correta, segundo a presidente de uma organização britânica de defesa da alimentação orgânica.



Helen Browing, a cargo da histórica associação Soil, fundada em 1946, relatou em entrevista ao jornal "The Daily Telegraph" que as celebridades que fazem apologia da comida ecológica "estão atrapalhando mais que beneficiando este hábito, já que lhe dão uma reputação de "elitista"".
Outros adeptos ilustres como o príncipe Charles da Inglaterra e a cantora Madonna são acusados pela associação de "passar a impressão de que as frutas e as verduras cultivadas sem agrotóxicos são só para aqueles que têm condições de contratar um jardineiro e um cozinheiro macrobiótico".
Helen, que é criadora de porcos e gado há 25 anos, acredita que a comida ecológica não é apenas para pessoas que "usam sapatos caros e bebem champanhe".
Neste sentido, a associação Soil lançará em setembro uma campanha que visa incentivar as pessoas a produzir e comer produtos frescos.
O programa chamado "a boa comida para todos" enviará equipes de especialistas a colégios, hospitais, prisões e empresas para demonstrar que "os alimentos locais, sazonais e orgânicos" além de serem acessíveis, são benéficos para saúde.
Embora a iniciativa já tenha dado os primeiros passos, a venda de alimentos orgânicos caiu em 6% no último ano, o que se atribui à crise econômica que fez com que os supermercados e os clientes apostem por produtos mais baratos.
Ao mesmo tempo, o número de fazendas britânicas que cultivam produtos não processados caiu 4%.
"Adoramos as estrelas de rock, mas talvez estejam fazendo com que a comida ecológica fique vinculada a ricos e famosos. E não é assim!", disse Browing, que até o ano passado era a responsável pelo organismo estatal dos alimentos orgânicos.
O objetivo da associação Soil é o oposto, "lutar contra a pobreza e criar comunidades mais saudáveis", insistiu a ativista.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Madeira ilegal...


21/08/2011 - 18h45

Bandidos "depenam" casas para roubar madeira no PR



ESTELITA HASS CARAZZAI
ENVIADA ESPECIAL A CAMBIRA E SABÁUDIA (PR)




A porta de entrada é mera formalidade na capela de São Jorge, na zona rural de Cambira (região norte do Paraná). É mais fácil entrar pelas laterais depois que as paredes da igreja, feitas de tábuas de peroba, foram roubadas por ladrões.
"Aquilo foi uma coisa incrível", conta o padre Francisco Adami, 72. Além da porta de entrada, só sobraram o telhado, as janelas e algumas paredes secundárias, com tábuas pequenas.

Danilo Verpa/Folhapress
O padre Francisco Adami, 72, visita a Capela São Jorge, na regiao rural de Cambira
O padre Francisco Adami, 72, visita a Capela São Jorge, na regiao rural de Cambira

Até então, Adami não sabia que o material das paredes da capela é precioso e que seu valor pode chegar a R$ 25 cada tábua.
Árvore de madeira nobre e ameaçada de extinção, a peroba é muito cobiçada por indústrias moveleiras de Minas Gerais e São Paulo que fazem móveis rústicos.
A indústria vem alimentando uma "caça ilegal" no norte do Paraná: bandidos têm demolido casas inteiras em propriedades rurais atrás das tábuas de peroba, que era abundante na região há cerca de 50 anos, quando a capela foi construída.
Além da igreja de Cambira, pelo menos outras sete construções foram depenadas por ladrões nos últimos 12 meses. Os ladrões esperam o imóvel estar vazio para atacar.
Na pequena Sabáudia, cidade vizinha, há casas em que as paredes foram todas levadas e só restou o piso.
A polícia diz que os crimes se intensificaram nos últimos dois anos. "Esse negócio de móveis rústicos é o que está acelerando os furtos", diz o escrivão Clodoaldo de Souza, de Sabáudia.
BRECHA LEGAL
O furto de madeira nobre, mesmo que de espécies ameaçadas de extinção, não é considerado crime ambiental. E, como tem pequeno potencial ofensivo, a maioria dos bandidos, presos em flagrante, são liberados.

Danilo Verpa/Folhapress
Casa na região rural de Cambira, que teve tábuas de peroba furtadas
Casa na região rural de Cambira, que teve tábuas de peroba furtadas

Foi o que ocorreu com sete deles em Sabáudia. Os criminosos foram indiciados e respondem a processos por furto, mas estão soltos.
"Isso incentiva os criminosos. Se forem pegos, eles apostam que a polícia não vai conseguir provar o crime. E aí, se eventualmente forem condenados, a pena é mínima", explica o delegado Valdir Abraão da Silva, da regional de Apucarana, que também investiga o caso.
Para a polícia, vários grupos atuam na região. Em Sabáudia, a delegacia local pretende encaminhar nesta semana um inquérito ao Ministério Público, para que o órgão entre na investigação.
Aos frequentadores da capela de São Jorge, em Cambira, só resta a opção de frequentar as missas em um sítio próximo, para onde elas foram transferidas.
Já o padre Adami quer reconstruir a igreja, mas teme que o crime se repita. "Quem é que vai cuidar para que não venham mais ladrões?"

Energia a preços justos


22/08/2011 - 03h30

Energia a preços justos



Agora vai. Pensei isso em relação à campanha da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) "Energia a preço justo".
Espero que a sociedade toda se mobilize em torno dessa máxima. Já pagamos várias vezes a conta bilionária da construção de usinas hidrelétricas. Mas como cobrar dos outros é uma delícia para os governos e para as corporações, eles nem sonham em paralisar essa derrama.



Autora: MARIA INÊS DOLCI

Energia a preços justos


Temos de frear a drenagem de dinheiro para as arcas do erário para programas de aceleração do desperdício

AGORA VAI. Pensei isso em relação à campanha da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) "Energia a preço justo".
Espero que a sociedade toda se mobilize em torno dessa máxima. Já pagamos várias vezes a conta bilionária da construção de usinas hidrelétricas. Mas, como cobrar dos outros é uma delícia para os governos e para as corporações, eles nem sonham em paralisar essa derrama.
O que a Fiesp adverte, em publicidade publicada em jornais como a Folha, é que teremos nova oportunidade, a partir de 2015, de baratear essa conta.
Daqui a quatro anos, vencerão as concessões. Haverá novos leilões, que podem e devem ser feitos pelo critério de menor tarifa.
Isso não ocorrerá, contudo, se ficarmos quietos, preocupados com crimes em novelas, como se a tarifa de energia não pesasse tanto para toda a sociedade.
Ela impacta os custos das mensalidades de condomínios residenciais e empresariais, é parte dos preços de produtos e de serviços e encarece as exportações.
Governos estaduais se aproveitem dessas faturas obrigatórias para encobrir sua incompetência gerencial, cobrando pesadas alíquotas do ICMS.
Além disso, governo e agência reguladora (Aneel) se negaram a repor o que foi pago a mais nas contas nos últimos anos -no mínimo, R$ 7 bilhões.
Depois da criação do Impostômetro, pela Associação Comercial de São Paulo e pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, essa iniciativa talvez seja a mais forte exposição do quanto somos espoliados por uma carga tributária absurdamente elevada.
Temos acompanhado para onde vai parcela expressiva da arrecadação, nos ministérios dos Transportes, da Agricultura e do Turismo.
Sustentam as chamadas "bases políticas" dos governos no Congresso e nas assembleias estaduais.
Pagamos caro para os governos se endividarem mais, em vez de pouparem para um desenvolvimento sustentável.
Enquanto isso, as quedas de energia se multiplicam, em claro sinal de investimento equivocado ou insuficiente. Mesmo com uma montanha de dinheiro, as empresas não entregam o que deveriam -energia elétrica para todos, sem interrupções frequentes.
Recentemente, passageiros ficaram retidos em vagões do metrô de São Paulo por força (ironia?) de um miniapagão. Mais um, daqueles que os atuais governantes diziam que jamais ocorreriam.
Temos de frear a drenagem de dinheiro produtivo, conquistado após décadas de estudo e trabalho, que cai nas arcas do erário para programas de aceleração do desperdício.
A economia estimada com leilões orientados para o preço mínimo da tarifa de energia poderá atingir R$ 30 bilhões ao ano. Esse dinheiro teria destino mais nobre, ao compor a poupança familiar, financiar saúde, estudos e lazer. Ou seja, voltaria ao consumo, gerando mais empregos e mais impostos. Mas do gênero produtivo, não especulativo.
Não podemos continuar exportando quase que somente commodities, como soja e minério de ferro, porque nossos produtos mais sofisticados não têm competitividade, em razão da alta carga tributária, da "burrocracia" estatal e da moeda nacional sobrevalorizada.
É um modelo que não se sustentará por muito tempo.
Países têm de se garantir com o mercado interno, especialmente os com grande população, que precisa se alimentar, morar, estudar, cuidar da saúde e se divertir.
O brasileiro não deve mais sustentar a incompetência pública e privada. Chega!
Deveríamos cobrar padrões internacionais de eficiência e de respeito ao consumidor de quem quisesse atuar em nossos mercados, principalmente em telefonia fixa e móvel, em acesso à banda larga, em energia elétrica, em saneamento público e em transporte.
É hora, também, de os governos pararem de agir como vampiros de nossa vitalidade econômica, arrecadando quase 40% de nossas riquezas para prover Conabs e Dnits da vida.
O desenvolvimento de um país só ocorre quando a sociedade aprende a dizer não. Não!

MARIA INÊS DOLCI, 56, advogada formada pela USP com especialização em business, é especialista em direito do consumidor e coordenadora institucional da ProTeste Associação de Consumidores. Escreve às segundas-feiras, a cada 14 dias, nesta coluna.
mariainesdolci.folha.blog.uol.com.br 

domingo, 21 de agosto de 2011

Remover ocupação irregular em área de risco: Complicado...


21/08/2011 - 07h00

Revitalização cria cidade fantasma na serra do Mar; veja


EDUARDO GERAQUE
LUIZ CARLOS MURAUSKAS
ENVIADOS ESPECIAIS A CUBATÃO





Os quarteirões-fantasmas e o entulho espalhado pelos bairroscota, histórica área de ocupação irregular em plena serra do Mar, em Cubatão, tem causado descontentamento entre os moradores, informa reportagem de Eduardo Geraque e Luiz Carlos Murauskas.

A íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Há um ano, o governo do Estado começou um programa para revitalizar a mata atlântica em toda a região. O plano, que está atrasado por questões climáticas e pela resistência da população em deixar as casas, é retirar por volta de 20 mil pessoas dos bairros. Elas serão levadas para novas moradias.





sábado, 20 de agosto de 2011

Dia Nacional de Combate ao Fumo: Não queime sua saúde!

20/08/2011 - 07:51

Dia Nacional de Combate ao Fumo é oportunidade para começar uma vida sem cigarro

NICORETTE®, da Johnson & Johnson, oferece plataforma completa de tratamento que aumenta chances de sucesso de quem deseja parar de fumar.

São Paulo— Em 29 de agosto é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Fumo, data que pode servir de inspiração para que os fumantes comecem uma nova fase da vida, sem cigarro e com mais saúde. Vale lembrar que segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) cerca de 200 mil brasileiros morrem por ano em decorrência do tabagismo, e que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa evitável de mortes do mundo.
Abandonar um hábito que muitas vezes pode ter anos de duração não é tarefa fácil, mas é possível quando há força de vontade e apoio – tanto psicológico quanto de medicamentos.

As terapias de reposição de nicotina com NICORETTE® - goma ou adesivo - trabalham como um motivador junto com a determinação do fumante para aumentar as chances de parar de fumar. De fato, os fumantes que utilizam as terapias de reposição de nicotina para largar o cigarro têm duas vezes mais chances de sucesso do que os que tentam apenas com sua força de vontade1.
NICORETTE® também disponibiliza serviços de apoio psicológico para quem deseja parar de fumar e para quem já alcançou essa conquista, como o ACTIVESTOP™ (www.activestop.com.br), programa online gratuito e personalizado, com duração de 14 semanas, para qualquer usuário que queira vencer os desafios para parar de fumar; o 0800 722 44 11, que funciona de segunda-feira a sexta-feira das 8h às 17h, e oferece atendimento personalizado com orientação e dicas; e a fan page “Ex-Fumantes” (www.facebook.com/exfumantes), voltada à troca de experiências entre os que já venceram essa batalha e aqueles que querem parar de fumar.
De dentro para fora-Além do trabalho de apoio desenvolvido pela marca NICORETTE®, disponível para todos os interessados, a Johnson & Johnson também é referência nacional na luta contra o tabagismo, por ser a primeira empresa no Brasil a implementar, junto aos seus funcionários, a Política Mundial de Ambiente de Trabalho Livre de Tabaco.
A empresa também oferece, por meio do PAE (Programa de Assistência ao Empregado), apoio aos funcionários que desejam parar de fumar. No Programa Antitabaco, eles recebem tratamento especializado com terapia em grupo e com utilização de medicamentos de reposição da marca NICORETTE®. Os tratamentos são concluídos no período de oito semanas e se estendem aos familiares dos colaboradores da empresa.
NICORETTE®-As terapias de reposição de nicotina, como NICORETTE®, trabalham como um motivador no organismo, junto à determinação do fumante para aumentar as chances de parar de fumar. De fato, os fumantes que utilizam as terapias de reposição de nicotina para largar o cigarro têm duas vezes mais chances de sucesso do que os que tentam utilizando apenas a força de vontade.
NICORETTE® tem apresentações que atendem as necessidades de diferentes tipos de fumantes. NICORETTE® pode ser encontrado em duas versões: adesivos e gomas. A goma de NICORETTE® de 2mg é recomendada para quem fuma até 20 cigarros por dia e a goma NICORETTE® de 4mg é indicada para quem fuma mais de 20 cigarros. Os fumantes escolhem, ainda, entre os sabores Menta ou Freshmint, sendo que este último tem efeito branqueador e ajuda a clarear as manchas nos dentes causadas pelo hábito de fumar. NICORETTE® também pode ser encontrado na versão adesivo transdêrmico, composta de 3 fases de tratamento: 15mg, 10mg e 5mg.
Atenção: Este material é destinado exclusivamente aos profissionais de imprensa. As informações contidas neste material são oferecidas com propósito meramente informativo e não pretendem substituir as orientações do médico.
Johnson & Johnson do Brasil-Johnson & Johnson do Brasil é uma empresa voltada para a saúde e bem-estar dos consumidores, investindo fortemente em pesquisa e na qualidade dos seus produtos. No Brasil desde 1934, a empresa oferece mais de 140 produtos e emprega cerca de cinco mil funcionários. A Johnson & Johnson do Brasil é pioneira no lançamento de produtos que são referências de categoria, como em proteção solar com a marca SUNDOWN®, em adesivos curativos com a marca BAND-AID® e com a tradição da linha JOHNSON’S® Baby.

Compostagem de bagaço de cana de açúcar e queimaduras...


Técnicos de meio ambiente identificam produto que queimou criança

Produto é na verdade um tipo de adubo orgânico, que retém calor

http://eptv.globo.com/noticias/NOT,4,83,364690,Tecnicos+de+meio+ambiente+identificam+produto+que+queimou+crianca.aspx

20/08/2011 - 18:56
EPTV


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Técnicos de meio ambiente conseguiram identificar o produto que provocou queimaduras nos pés de uma menina de 8 anos no último domingo (14) em São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas. Um representante da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e da Polícia Ambiental estiveram neste sábado (20) na área que está com um tipo de adubo orgânico. Amostras de material foram coletadas em diversos pontos do local, que foi isolado.
O filho do proprietário do terreno, que pertence a uma empresa de terraplanagem, acompanhou os trabalhos e disse que o produto é uma compostagem de bagaço de cana de açucar, usada para adubar uma plantação de eucalipto. Um incêndio teria atingido a área em que o material está armazenado. O material tem como característica a retenção de calor. Segundo os donos do terreno, o material foi comprado há cinco anos como adubo orgânico de uma destilaria de Serrana (SP), que na época não exigiu uma licença ambiental para vender o produto. Segundo a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, independente do resultado da análise, o resíduo deve ser retirado do local em um prazo máximo de 90 dias.
O proprietário do terreno já foi autuado. De acordo com o analista da Secretaria de Estadual de Meio Ambiente, a empresa "Nova União", que vendeu o produto, também será autuada por não exigir a licença ambiental dos donos do terreno. O resultado das análises deverá ficar pronto em 30 dias. Segundo a mãe da criança, os proprietários da área estão arcando com todo o tratamento de saúde da menina.

Acidente
A menina Dailiane, de 8 anos, sofreu queimaduras de 3º grau enquanto brincava em um terreno, próximo a casa dos avós dela em São Sebastião do Paraíso. Ela teve os pés e um dos joelhos queimados ao subir no amontoado de terra, enquanto brincava com outras crianças. Na manhã deste sábado, Dailiane passou pela 2ª cirurgia para retirada da pele que estava infeccionada. Ela vai continuar internada no hospital.



EcoClean, uma tinta que promete limpar o ar. A tinta é invisível, ou seja, ela não muda a cor dos prédios que a aplicarem e conta com uma camada de partículas de dióxido de titânio





autoria e fonte: http://eco4planet.uol.com.br/blog/2011/08/tinta-invisivel-limpa-o-ar




Prédios, prédios e mais prédios. Como fica a qualidade do ar nas grandes cidades nós já sabemos: Péssima. Qual a melhor solução, além de plantarmos mais árvores? Para a fabricante de alumínio Alcoa, a melhor solução é a EcoClean, uma tinta que promete limpar o ar.

A tinta é invisível, ou seja, ela não muda a cor dos prédios que a aplicarem e conta com uma camada de partículas de dióxido de titânio. Essa camada, aplicada sobre alumínio, cataliza a luz do sol e faz com que os elétrons da tinta agitem as moléculas de ar para que elas librem seus radicais livres. Isso tudo faz com que poluentes, como o óxido de nitrogênio, sejam quebrados.

Craig Belnap, presidente da divisão de produtos para arquitetura da Alcoa, diz que “Uma superfície de 3 mil metros quadrados pintada com o produto equivale a 80 árvores limpando o ar. Só nos EUA existem 4,2 bilhões de metros quadrados de edificações com painéis de alumínio, se uma fração desses edifícios usasse o EcoClean, seria o equivalente a plantar milhões de árvores”.

Para melhorar tudo ainda mais, a empresa está testando a tinta em carros(!) além dos dois prédios modelos, um nos EUA e outro na Europa.

Eco2Box: Made in Brazil



Empresa incubada no CDT cria aparelho que mede consumo de energia da residência

ENERGIA - 18/08/2011

Divulgação




Eco2Box mede o consumo de energia de cada eletrodoméstico e gera gráficos que representam o prejuízo ambiental gerado em casa

fonte: http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=5511
autoria: Henrique Bolgue - Da Secretaria de Comunicação da UnB



O Brasil emite 2,2 bilhões de toneladas de gás carbônico na atmosfera todos os anos. Quanto disso é sua responsabilidade? Um invento desenvolvido na UnB permite saber quanto cada aparelho da sua casa gasta de energia, e qual a emissão de carbono correspondente. A Eco2Box foi criada pela IPe, empresa incubada no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT) da universidade.
O produto coleta informações das tomadas e as direciona ao computador, onde são apresentados gráficos simplificados que mostram inclusive quantas árvores teriam de ser plantadas para compensar aquele banho demorado ou uma noite com a tv ligada. O morador pode ter informações de cada aparelho conectado ao sistema, como geladeiras, televisões e conta também com gráficos de medições diárias, mensais e de variação de gastos.
A IPe é formada por ex-alunos do curso de Engenharia de Redes. Eles tiveram a ideia em 2007, mas foi com o apoio do CDT que eles desenvolveram o primeiro protótipo. “Tínhamos formação técnica, mas lá conseguimos uma visão empreendedora e também fizemos diversos contados importantes”, diz Roberto Mascarenhas Braga. Ele diz queo objetivo da empresa com a Eco2Box é auxiliar na redução em até 15% o consumo de energia em casa.
O invento baseia-se em tecnologias existentes, mas fornece informações que não eram disponíveis ao morador. “O usuário podia ter medições locais, mas com os dados puros não é possível fazer muita coisa”, explica.


WIRELESS - A Eco2Box utiliza adaptadores plugados às tomadas. Com uma pequena antena, eles enviam as informações sobre o consumo para o aparelho, uma pequena caixa ligada a um computador por um cabo USB. Esta caixa reúne as informações e um programa de computador criado pela empresa faz o cruzamento dos dados. O computador precisa estar conectado à internet para obter o consumo em dinheiro, baseado na taxa de energia de cada estado. O aparelho também identifica problemas em tomadas ou se está havendo desperdício de energia.
O kit básico da Eco2Box deve sair entre R$ 200 e R$ 250, incluindo três adaptadores para tomadas e o programa para computador. O preço pode cair se for produzido em larga escala. Os próximos passos são criar adaptadores para a medição nas tomadas em formas de réguas, para que vários aparelhos possam ser ligados ao mesmo tempo. Além disso, a empresa está desenvolvendo um aplicativo para celulares.
O invento está participando do IBM SmartCamp Brasil, competição em oito capitais brasileiras para novas empresas que tenham viés ambiental. Dos 80 projetos apresentados nacionalmente, 10 irão para a final no Rio de Janeiro. O ganhador conhecerá o Vale do Silício, a meca da tecnologia mundial. Além disso, ganhará apoio da IBM para que o projeto seja comercializado. O resultado sai no final deste mês.
Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. 
Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

Secretaria do Meio Ambiente de SP proíbe queima de palha da cana-de-açúcar...temporariamente! Pergunto: Pra que ainda precisa queimar (poluir), com tanta tecnologia limpa disponível?


16/08/2011 10:35

Secretaria do Meio Ambiente de SP proíbe queima de palha da cana-de-açúcar também à noite

Medida foi tomada devido à baixa umidade do ar

AGÊNCIA ESTADO





A queima da palha da cana-de-açúcar, necessária para a colheita manual da cultura, está suspensa em 124 municípios paulistas, por determinação divulgada nesta segunda, dia 15, pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), órgão da Secretaria do Meio Ambiente.

A medida ocorre quando a umidade do ar cai abaixo de 20% durante o período das 12h às 17h. A proibição da queima, que já vigora entre 6h e 20h entre 1º de junho e 30 de novembro, fica assim ampliada para o período noturno nessas cidades, a maioria nas regiões Oeste e Norte do Estado de São Paulo.

Segundo a Cetesb, a umidade média chegou a 15% em Votuporanga e em Guarani D'Oeste, ambas na região administrativa de São José do Rio Preto (SP), durante a tarde. Além dos municípios, a queima da palha da cana-de-açúcar está proibida durante todo o dia por determinação judicial nas lavouras das cidades paulistas de Ariranha, Palmares Paulista e Santa Adélia.

Rádio de papelão traz benefícios ao meio-ambiente e à saúde


Radio Cardboard (Foto: Divulgação)

Rádio de papelão traz benefícios ao meio-ambiente e à saúde

18/08/2011 16h04- Atualizado em 18/08/2011 16h04

fonte: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2011/08/radio-de-papelao-traz-beneficios-ao-meio-ambiente-e-saude.html

autoria: Eduardo Moreira Para o TechTudo
O britânico Christopher McNicholl aproveitou de sua criatividade e consciência ecológica para desenvolver o Cardboard Radio. Um simples, mas genial rádio feito de papelão.
Radio Cardboard (Foto: Divulgação)
Radio Cardboard é um aliado ao meio-ambiente (Foto: Divulgação)
O Cardboard custa aproximadamente R$ 40,00 

O rádio tem design simples, inspirado nos antigos rádios dos anos 60. Christopher pegou os elementos básicos de um rádio convencional, e integrou esses componentes em uma caixa de papelão previamente adaptada para o formato do rádio, com espaços para o alto-falante e controles de volume e sintonia de estações.
Carradio (Foto: Divulgação)
Cardboard (Foto: Divulgação)



Toda a sua estrutura interna foi feita para que o usuário conte com as funções básicas de um rádio convencional. E, em caso de quebra de algum componente interno do rádio, ou se o mesmo tiver a sua vida útil encerrada, você pode simplesmente trocar a placa interna do rádio, aproveitando a caixa externa de papelão. A regra de reciclagem vale para a própria caixa externa: se ela se deteriorar com o tempo, é só comprar outra, e continuar a usar o rádio normalmente.

Além disso, o papelão é um material reciclável, ou seja, mesmo que você resolva se desfazer completamente do rádio, o seu material pode ter um fim mais eficiente, com um menor impacto ambiental. É o tipo de produto que merece destaque, não só por ser uma solução simples e prática para quem quer ouvir música ou notícias, mas principalmente por ir um passo além, ajudando a preservar o planeta.

Além da vantagem ecológica, o Cardboard Radio possui um conector para iPhone/iPod, permitindo que você ouça as músicas de sua playlist através do alto-falante integrado do rádio. É claro que a qualidade final do som e a recepção das estações de rádio podem ficar comprometidas, mas ainda assim, é um produto que merece seu destaque pela proposta apresentada.

O Cardboard Radio custa US$ 25.


Via ChipChick


O homem quase foi extinto


O homem quase foi extinto

04 de agosto de 2011 | 0h 00

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-homem-quase-foi-extinto,753896,0.htm
Fernando Reinach - O Estado de S.Paulo
Quando sobram poucos indivíduos de uma espécie, ela é listada como ameaçada de extinção. É o caso do tigre-asiático e do mico-leão-dourado. Agora, um grupo de cientistas descobriu que nós também passamos perto da extinção.
Essa descoberta é um subproduto do sequenciamento completo do genoma humano. Mas como é possível decifrar nossa história analisando a sequência de nosso genoma?
Imagine um saco contendo 100 bolas, 25 vermelhas, 25 amarelas, 25 azuis e 25 verdes. Imagine agora que cada uma dessas bolas se divida a cada 24 horas, dando origem a duas bolas da mesma cor que a bola mãe.
Ao longo do tempo, a população de bolas no saco vai aumentar, mas a proporção entre as bolas vai se manter. Se um número pequeno de bolas "morrerem" (forem tiradas do saco), a proporção entre as cores pode mudar um pouco, mas deve se manter aproximadamente a mesma.
Imagine que, em dado momento, exista uma mortandade em massa dessas bolas e que só sobrem duas bolas dentro do saco. Essas duas podem ser da mesma cor ou de cores diferentes - de qualquer maneira, duas das quatro cores deixarão de existir. Imagine agora que depois desse evento catastrófico as bolas continuem a se reproduzir.
Anos depois, examinemos o saco. Vamos encontrar somente duas cores, descendentes dos poucos indivíduos que sobreviveram à catástrofe. Esse efeito é o que os geneticistas chamam de "efeito fundador", ou seja, uma redução drástica na diversidade genética (o número de cores existentes) de uma população resultante de um afunilamento brutal do número de indivíduos da população em algum momento do passado. Quando o "efeito fundador" é detectado, podemos deduzir que a espécie, por um período, teve pouco indivíduos e portanto correu o risco de ser extinta.
Na verdade, a genética humana é mais complicada, pois não existe somente uma característica (cor), mas milhões delas. Além disso, como a reprodução é sexual, as características se misturam a cada geração. E, o que é importante para esse tipo de análise, surgem novas variantes de cada característica ao longo do tempo (é como se de vez em quando uma bola vermelha tivesse um filho mutante cor-de-rosa, dando origem a uma subpopulação de bolas rosas). O importante é que, analisando o genoma completo de diversos indivíduos e assumindo a duração de cada geração e a taxa de mutação (com que frequência surge uma nova variável, como a bola rosa), esse novo método permite estimar o tamanho da população em cada momento do nosso passado.
Funil. Foi isto que os geneticistas fizeram, utilizando os genoma humanos já sequenciados, que incluem pessoas da Ásia, da Europa e da África. Assumindo que o intervalo de tempo entre as gerações é de 25 anos e que a frequência do surgimento de uma nova variedade genética é de 2,8 x 10 - 8 por geração por base de DNA, foi possível construir um gráfico do número de indivíduos que contribuíram para a diversidade atual de nossa espécie.
O resultado mostra que, há 5 milhões de anos (quando nossos ancestrais ainda eram macacos), a população era grande, mas foi reduzida rapidamente para 100 mil indivíduos por volta da época do surgimento do Homo sapiens, há aproximadamente 300 mil anos. Depois, cresceu novamente. O grande funil ocorreu faz 20 mil anos, quando a população efetiva foi reduzida rapidamente e somente mil pessoas (as duas bolas que sobraram no saco) ficaram vivas. Foram somente essas mil que deram origem a todos os 7 bilhões que somos hoje. Se essas mil pessoas também tivessem morrido, hoje o Homo sapiens não existiria.
Esse resultado vai ser refinado, à medida que um número maior de genomas forem sequenciados. Mas caso essa descoberta se confirme, ela significa que, em um momento relativamente recente, alguns milhares de anos antes de surgirem as primeiras cidades e a agricultura, nossa espécie correu um risco real de ter desaparecido. Se isso tivesse ocorrido, nosso destino teria sido o mesmo de 99% das espécies que já habitaram o planeta - e estaríamos fazendo companhia aos dinossauros. A questão é: que espécie estaria administrando o museu em que nossos esqueletos fósseis estariam expostos?

BIÓLOGO
MAIS INFORMAÇÕES: INFERENCE OF HUMAN POPULATION HISTORY FROM INDIVIDUAL WHOLE-GENOME SEQUENCES. NATURE, VOL. 475, PÁG. 493, 2011