sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Fifa admite que Copa de 2014 pode não ser a mais "verde"

• • atualizado às 21h28

Fifa admite que Copa de 2014 pode não ser a mais "verde"





A Fifa admitiu nesta quinta-feira que a Copa do Mundo deste ano, no Brasil, pode não ser a mais "verde", apesar de a entidade garantir ter implementado a estratégia de sustentabilidade mais intensa da história deste campeonato.
O diretor de responsabilidade social da Fifa, o argentino Federico Addiechi, afirmou hoje em entrevista coletiva que os cálculos de emissões da Copa de 2014 "coincidem" com as análises prévias feitas na África do Sul, em 2010, que representam uma geração de 2,7 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2).
Na África do Sul, depois do torneio, o cálculo de emissões foi reduzido para 1,6 milhão de toneladas de CO2, por ter havido menos espectadores que o esperado.
Addiechi disse que a Fifa não pode comentar a precisão dos cálculos do último Mundial porque eles foram realizados pelo governo sul-africano, sem que a entidade tivesse acesso. O dirigente garantiu que, no Brasil, da mesma forma que no Mundial feminino da Alemanha, em 2011, as previsões são "precisas", porque "a Fifa e o Comitê Organizador Local (COL) têm acesso aos dados".
No caso do Brasil, cerca de 80% das emissões correspondem às longos viagens de avião, que serão necessários por causa da distância entre as subsedes, embora, segundo o diretor, esse número seja compensado pelo fato de que a matriz energética do Brasil é "mais limpa" que a da África do Sul - cerca de metade da energia consumida no Brasil é renovável, e por volta de 80% da energia elétrica é produzida em centrais hidrelétricas.
A Copa do Mundo do Brasil é a primeira da história na qual a Fifa e o COL decidiram implantar uma estratégia conjunta de sustentabilidade.
"Esta é a primeira estratégia de sustentabilidade. Não é perfeita, mas sim ampla. Fazer estas coisas sempre é difícil, e sempre se gostaria de fazer mais, mas é a estratégia mais intensa que já foi feita. Já é muito melhor do que fizemos no passado", comentou Addiechi.
Também pela primeira vez os organizadores se comprometeram de forma voluntária a fazer com que os 12 estádios que receberão partidas do Mundial tenham certificados de sustentabilidade LEED.
Para conseguir esses certificados, foram reaproveitados materiais retirados da reforma dos estádios e tomadas medidas de economia de energia e de água, como a instalação de placas solares fotovoltaicas e sistemas de captação de chuva.
A partir da Copa de 2018, na Rússia, estes certificados de sustentabilidade serão um requisito para os estádios, e a Fifa também tornará obrigatórios outros elementos "verdes".


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Os 10 países com pior desempenho em sustentabilidade ambiental

05/2/2014 - 01h10

Os 10 países com pior desempenho em sustentabilidade ambiental



por Redação do EcoD

http://envolverde.com.br/noticias/os-10-paises-com-pior-desempenho-em-sustentabilidade-ambiental/
Em 29 de janeiro, o portal EcoD mostrou o ranking EPI 2014, que mede o desempenho ambiental de 178 países com base em 20 indicadores distribuídos por nove categorias, tais como recursos hídricos, poluição do ar, saúde ambiental, biodiversidade e habitat. Naquela ocasião, divulgamos quais são as dez nações com melhor desempenho: Suíça, Luxemburgo, Austrália, Singapura, República Tcheca, Alemanha, Espanha, Áustria, Suécia e Noruega (o Brasil ficou em 77º).
Agora você vai conhecer quais são os países que apresentaram os piores desempenhos no ranking feito a cada dois anos pelas Universidades de Yale e Columbia, ambas nos Estados Unidos. São nações muito vulneráveis e com altos níveis de degradação de recursos naturais. A falta de dinheiro se reflete no baixo tratamento de resíduos, em índices humilhantes de acesso à esgoto e água tratada, à elevada contaminação dos rios, da terra e do ar, entre outras condições de vida degradantes.
Ao mesmo tempo, os problemas ambientais ajudam a piorar o quadro e colocam em risco muitas das atividades que sustentam as populações nesses países.
1 – Somália (15.47 pontos)
Somalia Os 10 países com pior desempenho em sustentabilidade ambiental
Somália amarga a “lanterninha” do mundo quando o assunto é desempenho ambiental. Foto: Getty Images

Ranking geral: 178º
População: 10.2 milhões
PIB per capita: US$ 150
Pontuação e posição por categoria
Saúde: 18.55 / 166º
Qualidade do Ar: 66.89/ 158º
Água e Saneamento: 1.29/178º
Recursos hídricos: 3.96 / 108º
Agricultura: 56/ 126º
Florestas: – - -
Recursos pesqueiros: 0/ 98
Biodiversidade e Habitat: 1.75 / 172º
Clima e Energia: —
2 – Mali (18.43 pontos)

Mali Os 10 países com pior desempenho em sustentabilidade ambiental
Saúde em Mali tem o segundo pior indicador entre os países analisados. Foto: Georges Gobet/AFP

Ranking geral: 177º
População: 14.85 milhões
PIB per capita: US$ 660
Pontos e posição por categoria
Saúde: 18.43 / 177º
Qualidade do Ar: 67.33 / 151º
Água e Saneamento: 8.19/ 161º
Recursos hídricos: 0/ 145º
Agricultura: 58 / 119º
Florestas: —
Recursos pesqueiros: —
Biodiversidade e Habitat: 14.3/159º
Clima e Energia: —
3 – Haiti (19.01 pontos)
Haiti Os 10 países com pior desempenho em sustentabilidade ambiental
Haiti é um dos piores países do mundo em água e saneamento. Foto: Mario Tama/Getty Images

Ranking geral: 176º
População: 10.17 milhões
PIB per capita: US$ 760
Pontos e posição por categoria
Saúde: 33.16 / 150º
Qualidade do Ar: 69.67 / 134º
Água e Saneamento: 8.37/ 160º
Recursos hídricos: 0 / 145
Agricultura: 23.64/ 84º
Florestas: 23.64/ 84º
Recursos pesqueiros: 0 / 98º
Biodiversidade e Habitat: 1.09 / 175º
Clima e Energia: —
4 – Lesoto (20.81 pontos)
lesoto ecod Os 10 países com pior desempenho em sustentabilidade ambiental
Lesoto tem péssimos índices em biodiversidade e habitat. Foto: Wikipedia

Ranking geral: 175º
População: 2.05 milhões
PIB per capita: US$ 1.380
Pontos e posição por categoria
Saúde: 36.32 / 140º
Qualidade do Ar: 79.67 / 90º
Água e Saneamento: 13.94 /146º
Recursos hídricos: 0.3 /136º
Agricultura: 56 / 126º
Florestas: — -
Recursos pesqueiros: —
Biodiversidade e Habitat: 1.3 / 174º
Clima e Energia: —
5 – Afeganistão (21.57 pontos)
afeganistao ecod Os 10 países com pior desempenho em sustentabilidade ambiental
Dotado de escassa biodiversidade, Afeganistão também sofre com baixa qualidade do ar. Foto: Getty Images

Ranking geral: 174º
População: 29.83 milhões
PIB per capita: US$ 570
Pontos e posição por categoria
Saúde: 33.83 / 148º
Qualidade do Ar: 62.32/ 165º
Água e Saneamento: 7.69/ 164º
Recursos hídricos: 0 / 145º
Agricultura: 50 / 149º
Florestas: 52.35 / 38º
Recursos pesqueiros: – - -
Biodiversidade e Habitat: 5.25 /169º
Clima e Energia: —
6 – Serra Leoa (21.74 pontos)
serra leoa ecod Os 10 países com pior desempenho em sustentabilidade ambiental
A saúde agoniza em Serra Leoa, antepenúltimo do ranking nesse quesito. Foto: Chris Hondros / Getty Images

Ranking geral: 173º
População: 5.98 milhões
PIB per capita: US$ 580
Pontos e posição por categoria
Saúde: 11.55 / 176º
Qualidade do Ar: 67.33 /151º
Água e Saneamento: 4.77/168º
Recursos hídricos: 0 /145º
Agricultura: 56/126º
Florestas: 18.52 / 97º
Recursos pesqueiros: 26.94/ 43º
Biodiversidade e Habitat: 23.54/148º
Clima e Energia: —
7 – Libéria (23.95 pontos)
liberia ecod Os 10 países com pior desempenho em sustentabilidade ambiental
Libéria tem PIB per capita de apenas US$ 370. Foto: Chris Hondros/Getty Images

Ranking geral: 172º
População: 4.19 milhões
PIB per capita: US$ 370
Pontos e posição por categoria
Saúde: 35.4 /143º
Qualidade do Ar: 67.33/151º
Água e Saneamento: 11.22/152º
Recursos hídricos: 0 / 145º
Agricultura: 96/1º
Florestas: 20.58/93º
Recursos pesqueiros: 30.5 / 31º
Biodiversidade e Habitat: 4.13/167º
Clima e Energia: —
8 – Sudão (24.64 pontos)
sudao ecod Os 10 países com pior desempenho em sustentabilidade ambiental
Sudaneses sofrem com o acesso limitado a água e ao saneamento. Foto: Reuters/James Akena

Ranking geral: 171º
População: 37.20 milhões
PIB per capita: US$ 1.450
Pontos e posição por categoria
Saúde: 29.95 / 154º
Qualidade do Ar: 73.55/120º
Água e Saneamento: 5.51 /166º
Recursos hídricos: 0 /145º
Agricultura: 92/ 17º
Florestas: —
Recursos pesqueiros: 2.75/ 66º
Biodiversidade e Habitat: 16.29 / 156º
Clima e Energia: —
9 – Congo (25.01 pontos)
Congo Os 10 países com pior desempenho em sustentabilidade ambiental
Congo é um dos piores do mundo em água em saneamento e qualidade do ar. Foto: Divulgação

Ranking geral: 170º
População: 65.71 milhões
PIB per capita: US$ 220
Pontos e posição por categoria
Saúde: 11.04/177º
Qualidade do Ar: 56.26/169º
Água e Saneamento: 4.39/170º
Recursos hídricos: 0 / 145
Agricultura: 58/119º
Florestas: 26.24/ 76º
Recursos pesqueiros: —
Biodiversidade e Habitat: 44.85 / 112º
Clima e Energia: —
10 – Bangladesh (25.61 pontos)
bangladesh ecod Os 10 países com pior desempenho em sustentabilidade ambiental
Qualidade do ar em Bangladesh também enfrenta níveis críticos. Foto: Getty Images
Ranking geral: 169º
População: 154.70 milhões
PIB per capita: US$ 840
Pontos e posição por categoria
Saúde: 54.87 / 122º
Qualidade do Ar: 13.83/ 178º
Água e Saneamento: 22.56/ 131º
Recursos hídricos: 0/145º
Agricultura: 92/17º
Florestas: 22.83/88º
Recursos pesqueiros: 0/ 98º
Biodiversidade e Habitat: 39.68/123°
Clima e Energia: —
Relembre aqui o ranking dos melhores países do mundo em sustentabilidade
* Publicado originalmente no site EcoD.
(EcoD) 

International Students Conference on Urban Sustainability (ISCUS)

International Students Conference on Urban Sustainability (ISCUS)





International Students Conference on Urban Sustainability (ISCUS)
A International Students Conference on Urban Sustainability (ISCUS), com o objetivo de proporcionar a troca de conhecimentos entre estudantes de diferentes países e fomentar a pesquisa e extensão na área de sustentabilidade urbana, reunirá apresentações de estudos, pesquisas e experiências práticas realizadas por estudantes universitários de graduação e pós-graduação sobre os temas relacionados à área, proporcionado através desse encontro o fortalecimento do networking internacional entre estudantes e instituições.
Dias
24 e 25 de fevereiro de 2014


Local
Unilivre 
Curitiba/PR 
Ver endereço
- See more at: http://www.sustentabilidade.sebrae.com.br/Sustentabilidade/Cursos-e-Eventos/International-Students-Conference-on-Urban-Sustainability-(ISCUS)#sthash.Q5Rfj2EF.dpuf

Campanha no Rio compara bituca de cigarro a "bunda" para estimular descarte correto. Imagine o resultado

Campanha no Rio compara bituca de cigarro a "bunda" para estimular descarte correto. Imagine o resultado

Coordenadora da ONG afirma que propósito foi gerar repercussão; entidades de defesa da mulher protestaram



Redação, Administradores.com, 
Reprodução
Se foi uma tragédia anunciada ou uma forma proposital de gerar buzz e ter sucesso, apenas os resultados irão dizer. Mas uma campanha domovimento Rio Eu Amo Eu Cuido resolveu arriscar e patinar no limite entre o mau gosto e a criatividade: para estimular os fumantes a descartarem corretamente as bitucas de cigarro, os criativos resolveram chamá-la de "bunda". "Bituca, bagana, guimba. Que tal um nome mais lega? Tipo bunda", diz o slogan da campanha.
A partir daí, criaram frases que não agradaram muitos internautas, que qualificaram a campanha como misógina e sexista. "Bunda de cigarro é lixo", "Vamos conversar sobre bunda na rua" e "Que tal jogar a bunda no lixo" são apenas algumas delas. A modelo Andressa Soares -- mais conhecida como "Mulher Melancia" -- é embaixadora da campanha e participa distribuindo "porta-bundas" nas praias do Rio de Janeiro.
As reações das pessoas que acompanham a fanpage mudaram desde a primeira postagem. "FAIL publicitário. Mal gosto, falta de bom senso e um PÉSSIMO entendimento da atualidade e do público alvo", escreveu Thais Linhares, uma das seguidoras da página, que conta com quase 60 mil seguidores.
A ONG feminista Marcha Mundial das Mulheres encabeçou o movimento de protesto contra a campanha ao publicar uma nota oficial em seu site acusando a campanha de promover a mercantilização do corpo feminino. "A campanha que supostamente pretende promover uma 'conscientização' ambiental reproduz de maneira violenta a lógica de mercantilização dos nossos corpos, fazendo uma ligação estúpida, machista e quase incompreensível entre o corpo da mulher e a guimba do cigarro", diz.
De acordo com a coordenadora da ONG Rio Eu Cuido, Ana Lycia, esse é exatamente o propósito da campanha: gerar repercussão. Ela afirma que peças publicitárias com "bundas" masculinas também foram produzidas, mas ainda não foram publicadas. Em entrevista ao El País, ela afirma que as críticas não passam de moralismo e que as pessoas não entenderam a real mensagem da campanha. Mesmo assim, a entidade considera mudar a estratégia por conta do volume de críticas.
A Secretaria Especial de Política para as Mulheres do Rio de Janeiro também se posicionou contra a campanha através de uma nota de repúdio. "A secretaria é contra a mercantilização, exploração e exposição da imagem do corpo da mulher nas publicidades ou veículo de mídia. Uma de suas missões é valorizar e reforçar a autoestima e a imagem das mulheres. A campanha em pauta vai contra os valores defendidos pela SPM-Rio que fará esforços para sua retirada dos meios de comunicação".
O movimento Rio Eu Amo Eu Cuido é formado por voluntários que se dedicam a estimular a manutenção e limpeza da cidade, e depende de doações para funcionar.
O que você acha da campanha? Deixe sua opinião nos comentários.
Com informações do El País

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Green office: a utopia e a contradição da sustentabilidade

04/02/14 05:00 - Opinião2

Green office: a utopia e a contradição da sustentabilidade

Mário Henrique da Luz do Prado

http://www.jcnet.com.br/editorias_noticias.php?codigo=232762
Dia destes, ouvi falar deste termo: Green Office, que significaria “escritório sustentável”. O resto é fácil imaginar: energia renovável, papel reciclado, reciclagem de outros materiais, menor produção de resíduos, etc. Tudo isto faria este escritório ganhar um “selo verde”, com o que poderia, orgulhosamente, estampar seu “hall” de entrada e sua assinatura de e-mail. O que faria, provavelmente, com o símbolo de uma folha de árvore. E faria sem contrariedade.

Dizer que um escritório é sustentável pode ser louvável, e seria, se a sustentabilidade não estivesse, nos dias atuais, vista como, tão somente, preocupação e dever das empresas, das indústrias, e não das pessoas. E não digo isto no sentido de que “devemos ter uma casa sustentável”, ou “não devemos jogar lixo na rua”. Isto é pouco. Isto não é nada. A sustentabilidade é um conceito micro, e não macro. 

Toda mudança deve ser “centrífuga”, de dentro para o exterior. Pois então: temos ideias sustentáveis? Temos atitudes sustentáveis? Desejos sustentáveis? Ser “sustentável” não é cuidar do lixo, é cuidar de si. O mundo não é sustentável e mesmo que reciclemos todo o lixo produzido, que não derrubemos uma árvore sequer, que não joguemos nenhum pedaço de nada nos rios e mares, ainda não seremos sustentáveis. A relação do homem com o homem continuará suja, continuará sendo de servidão, de exploração, de disputa, de ódio, de racismo, de homofobia. De que adianta, então, se preocupar tanto com o lixo que a grande fábrica da sua cidade produz sem se preocupar com o que você mesmo produz ?

E tem mais: a fábrica que não joga lixo nos rios continuará a explorar seu operário, e o que isso tem de sustentável? O automóvel que polui menos continuará entupindo as ruas. E quando forem construir novas estradas para os carros pouco poluentes, o impacto ambiental será ainda maior, serão desapropriadas propriedades de diversas famílias para construir a estrada para os carros “pouco poluentes”.

E assim vamos acreditando nesse “mundo sustentável”, que só muda o jeito de se destruir dia a dia. O modelo de sustentabilidade atual é tão estúpido que, dia qualquer, um tanque de guerra vai ter um “selo verde” por consumir pouco combustível. Então teremos uma guerra “sustentável”. Símbolo maior da utopia, contradição e estupidez da nossa sustentabilidade. 

O autor, Mário Henrique da Luz do Prado, é colaborador de Opinião

Projeto de Riva proíbe a cobrança de pedágio na MT-251

COTIDIANO / ESTRADA DE CHAPADA
04.02.2014 | 20h00 - Atualizado em 04.02.2014 | 20h20
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Projeto de Riva proíbe a cobrança de pedágio na MT-251

Proposta acrescenta dispositivos à Lei que disciplina a criação de estradas parques no Estado

Secom-AL
Clique para ampliar 
Deputado lembra que MT é pioneiro no país na criação de estradas parques e rodovias turísticas
DA REDAÇÃO
O deputado José Riva (PSD) apresentou, na sessão desta terça-feira (4), um projeto de lei que proíbe a cobrança de pedágio nas rodovias denominadas "Estrada Parque" em Mato Grosso.

O projeto acrescenta dispositivos à Lei nº 6.142, de 17 de dezembro de 1992, de autoria do ex-deputado Paulo Moura, que disciplinou a criação de estradas parque no estado. 

Caso seja votada e sancionada a lei, a intenção do Governo em privatizar a MT-251, que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães, será engavetada.

Segundo a proposta do deputado Riva, à legislação existente será acrescentado o Artigo 5º A, estabelecendo que "fica expressamente vedada a criação do sistema de pedágio ou qualquer tipo de cobrança pelo tráfego e uso das rodovias denominadas "Estradas Parques', no Estado de Mato Grosso. 

Um parágrafo único determina que a vedação se estende também às denominadas "Rodovias Turísticas".

Ao apresentar o projeto, o deputado disse que a motivação surgiu em função do grande debate público que se estabeleceu durante o período de recesso parlamentar, diante da proposta governamental de implantar a cobrança de pedágio na Rodovia Emanuel Pinheiro, a MT-251.

Ele lembrou que Mato Grosso foi pioneiro no país na criação de estradas parques e rodovias turísticas, assegurando tratamento diferenciado e condições adequadas para a preservação e o uso ambientalmente sustentado destas vias de acesso.

"As estradas parques e as rodovias turísticas precisam deste tratamento diferenciado, considerando o interesse em promover o acesso aos pontos turísticos, além de preservar o direito das populações tradicionais que moram no entorno da rodovia, dela dependem para o seu sustento e não podem ser penalizadas com o pedágio", disse Riva.

Logística

Ao justificar a apresentação do projeto de lei, Riva observou que há décadas vem defendendo o resgate do sistema de logística para assegurar o pleno suporte a produção, comercialização e transporte das riquezas produzidas no estado.

"Sempre fui a favor da concessão ou privatização de rodovias, modelo que garante boas condições de trafegabilidade adequadas para eliminar os gargalos do escoamento da produção mato-grossense. Mas no caso da MT-251 e de outras rodovias turísticas, o pedágio é indevido e além de afastar os turistas, penalizará duramente as comunidades tradicionais e milhares de estudantes que fazem o percurso Cuiabá-Chapada diariamente", disse o deputado.

O parlamentar convidou os colegas a analisar e aprovar o projeto que proíbe o pedágio ou qualquer tipo de cobrança pelo tráfego e uso de rodovias parque em Mato Grosso.

Ele considerou muito oportuna a sugestão do deputado Dilmar Dal'Bosco (DEM), de realizar audiências públicas para discutir o assunto em Cuiabá, Chapada dos Guimarães e outros municípios que abrigam estradas parque ou rodovias turísticas.

Guarda Municipal de Taubaté inicia rondas bicicleta em parques e praças

Guarda Municipal de Taubaté inicia rondas bicicleta em parques e praças

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A Guarda Civil Municipal de Taubaté deu início ao serviço de rondas de bicicleta nos parques e praças da cidade, na última semana de janeiro. Para isto, a Secretaria de Segurança Municipal adquiriu seis bicicletas e os guardas atuam em dupla, fazendo patrulhas durante o dia no interior do Parque SEDES, Parque Municipal de Quiririm, Parque Municipal Engenheiro César Augusto Costalonga Varejão (Parque do Jardim das Nações) e Horto Municipal Renato Correia Penna.
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(Foto:  divulgação)
As rondas acontecem conforme o fluxo de frequentadores dos parques e também atendem as praças Dom Epaminondas, Doutor Barbosa de Oliveira, Santa Terezinha e Monsenhor Silva Barros.
É a primeira vez que este tipo de serviço é feito pela Guarda Municipal em Taubaté. A Secretaria de Segurança pretende avaliar os resultados da iniciativa e, futuramente, expandir o atendimento para outros parques e praças da cidade.
Treinamento – No dia 29 de janeiro os 06 guardas passaram por um treinamento de bicicleta na sede do 5º BPMI. Durante a aula, os participantes receberam noções de como se comportar no trânsito, manobras e procedimentos de abordagem e patrulhamento. 


Créditos: Vale News http://valenews.com.br/geral/17567-guarda-municipal-de-taubate-inicia-rondas-bicicleta-em-parques-e-pracas.html#ixzz2sTWP0QMm

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Sabesp cria estratégia para baixar consumo de água em São Paulo

Sabesp cria estratégia para baixar consumo de água em São Paulo

02/02/2014 - Agência Brasil - Marli Moreira
São Paulo

Edição: Fernando Fraga

D
epois de mais de uma semana sem chuva e sob forte calor com os termômetros indicando temperaturas acima dos 30º Celsius (C), a capital paulista poderá ter áreas de instabilidade de forma isolada no final da tarde, segundo informa o Centro de Gerenciamento de Emergência (CGE), órgão da prefeitura de São Paulo.  Mas para os próximos dias, a previsão é de predomínio da estiagem, incomum para essa época do ano.

Além da falta de chuva, os moradores da cidade tem enfrentado temperaturas recordes.  No sábado (1), o Instituto Nacional de Metereologia (Inmet) registrou o dia mais quente para um mês de fevereiro.  A temperatura máxima chegou a 35,8º C, às 16h, na estação metereológica do Mirante de Santana.  Foi a marca mais elevada para o período em relação a média histórica e a temperatura mais elevada de 2014, ficando atrás apenas da medição feita , no último dia 3, quando atingiu 35,4º C.

Com o calor excessivo, o consumo de água aumenta, e como não tem chovido, dia a dia só tem baixado o nível do principal reservatório de abastecimento da cidade, o Sistema Cantareira, que atende a cerca de 10 milhões de pessoas, na Grande São Paulo.  Segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), o nível neste domingo estava em 21,7% do total da capacidade.

Para evitar transtornos, com risco de racionamento, a Sabesp lançou uma campanha oferecendo um desconto de 30% no valor da conta dos consumidores que conseguirem economizar 20% no consumo em relação ao gasto médio dos últimos 12 meses.  Poderão participar os consumidores de residênciais, comerciais e industriais.

O Sistema Cantareira distribui água para a toda a zona norte e o centro de São Paulo, além de atender parte das zonas leste e oeste da capital e também os municípios de Barueri, Caieiras, Carapicuíba, Francisco Morato, Franco da Rocha, Itapevi, Jandira, Osasco e Santana de Parnaíba.  Já em Guarulhos e São Caetano do Sul,o atendimento ocorre por meio das prefeituras, que compram e distribuem o produto.  Nos dois municípios, caberá à prefeitura adotar ou não a mesma estratégia da bonificação.

Segundo a Sabesp, os interessados poderão ter acesso à sua média de consumo no endereço eletrônico da empresa - www9.sabesp.com.br/agenciavirtual .  Ainda conforme justificou a companhia, ao longo do ano passado na área das quatro represas que formam o Sistema Cantareira foi registrado 1.090 milímetros de chuva, bem abaixo da média histórica que é de 1.566 milímetros.

Além da medida de estímulo, a empresa recomenda o esforço coletivo para economizar água adotando comportamento como , por exemplo, o de tomar banhos mais curtos e sempre fechar o registro ao ensaboar ou usar o shampoo; de não lavar a calçada com mangueira e apenas limpar o local com vassouras; trocar a mangueira pelo balde na hora de lavar o carro; tirar o excesso de comida da louça a ser lavada e o de acumular as roupas para serem lavadas a um só tempo.

Moradora em um condomínio de apartamento no bairro do Tremembé, Vera Lúcia Barros, de 59 anos, considerou a medida válida.  No entanto, ela contou que já segue uma rotina de economia que se encaixam nas recomendações feitas.  “Eu nunca esvazio a caixinha de reservatório para a descarga do banheiro, sempre só uso a metade e deixo juntar as roupas para colocar na máquina de uma vez só”, disse.  A consumidora relatou ainda que o edifício onde mora tem um sistema de captação de água de chuva para uso na limpeza e na regas do jardim e que o exemplo poderia ser seguido por muita gente.

02/02/2014 14h56

Mestrado gratuito em Administração está com inscrições abertas

Mestrado gratuito em Administração está com inscrições abertas

Publicado em 03/02/2014 17:14


O Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) do Campus de Cascavel da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) está oferecendo o curso de Mestrado Profissional em Administração, com área de concentração em Competitividade e Sustentabilidade. As inscrições para o processo seletivo de alunos regulares começaram nesta segunda-feira (3) e vão até 10 de março. 

Já o mestrado em História da Unioeste, ofertado no Campus de Marechal Cândido Rondon, encerra as inscrições na próxima quarta-feira (5). O programa oferece 21 vagas para as linhas de pesquisa Trabalho e Movimentos Sociais, Práticas Culturais e Identidades e Estado e Poder.

ADMINISTRAÇÃO – Foram disponibilizadas 20 vagas do curso de Mestrado Profissional em Administração, sendo 10 para a Linha de Estratégia e Competitividade e outras 10 para Sustentabilidade no Agronegócio. 

A linha de pesquisa Estratégia e Competitividade têm como foco de estudo as práticas administrativas das organizações e o diagnóstico estratégico, enquanto a linha de pesquisa em Sustentabilidade no Agronegócio tem como foco os conceitos e práticas de gestão ambiental, os investimentos e o tratamento contábil de organizações na cadeia de valor do agronegócio. 

As inscrições serão realizadas no endereço eletrônico www.unioeste.br/pos/inscricoes/ e a documentação completa deverá ser entregue na Secretaria do Programa ou postada via Sedex até dia 10 de março, para o endereço: Unioeste - Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Secretaria do PPGA - Mestrado Profissional em Administração - Rua Universitária 2069, Jardim Universitário - Caixa Postal- 0711 - CEP 85819-110 - Cascavel – PR. 

O curso de Mestrado Profissional em Administração é gratuito. O único valor a ser pago é o da inscrição, de R$ 150,00. O valor pode ser depositado no banco Caixa Econômica Federal, agência 3181, conta corrente 69-6, operação 003, Fundep. 

Mais informações sobre o processo seletivo ou sobre o PPGA podem ser obtidas na página eletrônica www.unioeste.br/pos.

Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em: www.facebook.com/governopr ewww.pr.gov.br
Áudio:

Sustentabilidade é meta para Comunidade de Países de Língua Portuguesa

Internacional e Mundo | Publicada em 03/02/2014 às 15:00:40h
Sustentabilidade é meta para Comunidade de Países de Língua Portuguesa



http://www.jornaldiadia.com.br/news/noticia.php?Id=15237


Ao assumir hoje (3) a Diretoria-Geral da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), a economista cabo-verdiana Georgina Mello disse que seu principal é sustentabilidade da comunidade lusófona, que está em processo de criação de um tecido econômico e social que a sustente.

Logo após a posse, Georgina ressaltou que pretende acrescentar a sustentabilidade ao que já existe, sobretudo nos três eixos da comunidade: a difusão da língua portuguesa, a cooperação e a concertação político-diplomática. "Falta aquilo que eu chamo sustentabilidade: criar um tecido econômico e social que suporte isso tudo, que transforme a CPLP naquilo que os cidadãos querem. Eles querem senti-la mais próxima, que lhes diga respeito", explicou Georgina.

Para ela, isso será feito intensificando-se a comunicação, a circulação de pessoas, de bens e de serviços, o comércio, os investimentos, as relações empresariais e o intercâmbio entre as organizações da sociedade civil. De acordo com a nova diretora da CPLP, esse processo depende da concretização do Estatuto do Cidadão Lusófono, algo que "não se tira da cartola", mas que se vai construindo pouco a pouco. De acordo com a economista, esse trabalho, que pode começar com programas de intercâmbio de jornalistas ou estudantes, dará segurança às instituições que fazem o controle das fronteiras. "Com isso, vamos alargando e, dentro de um determinado horizonte temporal, teremos o nosso estatuto",  disse.

Dirigindo-se aos embaixadores dos Estados-membros da comunidade e aos funcionários do secretariado executivo da organização, Georgina lembrou que, ao criar a sustentabilidade, a CPLP ganhará maior visibilidade e mais credibilidade. Entre outras atividades, ela vai dirigir um grupo de trabalho encarregao pela secretaria executiva da entidade de repensar a visão da comunidade lusófona. "Precisamos de ter melhor qualidade de vida das populações, e isso consegue-se com mais emprego, mais empresa, mais comércio, mais investimento", disse ela.

Finalmente, Georgina Mello disse desejar que, no final do seu mandato de três anos, se possa dizer que a CPLP está mais próxima das populações. "Normalmente, nos nossos países, só ouvimos falar da CPLP quando há uma cúpula ou uma reunião de conselho de ministros. É uma coisa pontual. O que desejo é que, dentro de três anos, possa ouvir-se mais, independentemente de haver cimeiras e reuniões do conselho de ministros,  mas porque aconteceram coisas na sociedade civil ou entre as empresas e as câmaras de comércio", destacou.

O diretor-geral da CPLP é recrutado entre cidadãos dos Estados-membros, mediante concurso público internacional, por um prazo de três anos, renovável uma vez, por igual período, por decisão do Comitê de Concertação Permanente. Criada em 1996, a CPLP é uma organização internacional com sede em Lisboa que junta oito países de língua portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.


Por: Agência Brasil/EBC - Portal de Comunicação