domingo, 13 de março de 2011

Copa 2014 movida a energia solar

Copa movida a energia solar




Governo do Amazonas planeja adotar o mesmo sistema de geração de energia alternativa que foi usado na Copa da Alemanha



Manaus, 12 de Março de 2011



Autoria: Cinthia Guimarães
 
Fonte: http://acritica.uol.com.br/manaus/Copa-movida-energia-solar_0_442756216.html
 
 



Células fotossensíveis cobrem estádio Kaiserslautern, usado na Copa de 2006 (Foto: Divulgação)



As altas temperaturas e o sol sempre forte - que dura o ano todo - da região serão aproveitados pelo governo do Estado para gerar energia alternativa às comunidades do interior e à Arena Amazônica, cenário da Copa do Mundo de 2014.



Ainda em projeto, a iniciativa do “Sistema de fotovoltaico conectado na rede” que está sendo adotado nos estádios do Mineirão, em Belo Horizonte (MG), Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ) e Fonte Nova, em Salvador (BA) deve custar R$ 15 milhões. O sistema já foi utilizado nos estádios da Suíça, durante a Eurocopa de 2008 e na Alemanha na Copa de 2006.



A proposta é gerar uma potência energética de 1 megawatt em energia solar, através de placas instaladas na estrutura do estádio. Durante o dia o sistema capta energia solcar e, de noite, vai para a reserva da bateria. Isso significa 1/6 da capacidade total a ser instalada do local, que é de 6 megawatts, segundo projeções da Andrade Gutierrez, empreiteira responsável pela Arena. Para o estudo do projeto, o governo do Amazonas recebeu aporte de 100 mil euros do governo da Alemanha. Nessa fase, é discutido o potencial instalado, qual a melhor tecnologia, o preço do investimento e em quanto tempo ele será pago. Agora o governo busca parceria com a iniciativa pública e privada para sua execução.



Segundo o coordenador de Energias Alternativas da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (SDS), depois da execução das obras, o governo - responsável pela administração da Arena - deverá negociar com a concessionária de energia local a compra da energia, na posição de produtor independente. “O custo de geração da tarifa é de R$ 0,26 (por cada kilowallt/hora). Queremos comercializar R$ 0,80. O Estado fará investimento e voltará como receita para manutenção do estádio”, ressaltou. Além da economia, a ideia é ressaltar o conceito de sustentabilidade da obra.

Sobrevivência é lição que se aprende na infância

Sobrevivência é lição que se aprende na infância





Em país que tem média de três terremotos por dia, crianças são treinadas a não se apavorar



Tóquio - Num país que tem, em média, três terremotos por dia — alguns não são sentidos —, as lições de sobrevivência começam ainda na infância, transmitida pelos pais e ensinada nas escolas. Ontem, na cidade de Higashiura, na província de Achi, o diretor de uma unidade de ensino primário enviou aviso aos alunos pelo alto-falante. O sinal foi suficiente para que os pequenos corressem para o pátio e aguardassem instruções enfileirados.







“No Japão, as crianças são treinadas desde cedo. Todos os anos acontecem terremotos, então já sabem como agir”, contou a tradutora Mary Chayamiti, 38 anos, que, apesar de ter assistido com sucesso o plano de retirada dos estudantes, não se adaptou aos tremores. “Esse foi o terremoto mais intenso que já senti e, mesmo morando há 20 anos no país, não consigo me acostumar”, disse.



>> FOTOGALERIA: Imagens da tragédia no Japão



O treinamento é só uma parte de um eficiente sistema de prevenção de catástrofes, como reforço nas estruturas dos prédios, que tem ajudado o Japão a reduzir números de mortos e evitar tragédias como a que atingiu o Haiti, em 2010, matando mais de 200 mil pessoas. Ontem, milhões de japoneses receberam o alerta do terremoto um minuto antes do tremor, graças a um sofisticado sistema alimentado por 1.000 sismógrafos. Os equipamentos acionaram o Sistema Nacional de Alerta. Em segundos, a população foi avisada por rádio, celular e e-mail.



O alerta foi transmitido pela TV em cadeia nacional. Até o momento, não se sabe quantas pessoas conseguiram escapar antes da chegada das ondas gigantes que atingiram a costa japonesa. Muitas famílias recorreram ao kit-terremoto. Em mochilas próximas à porta, japoneses guardam capas antifogo, capacete, lanternas, água, comida e apitos para avisar equipes de socorro caso sejam soterrados.



SEMPRE ALERTA



Indonésia, 2004: um tremor submarino de magnitude 9,3 provoca uma tsunami que causa a morte de mais de 288 mil pessoas. Haiti, 2010: um terremoto de intensidade 7 tirou a vida de mais de 200 mil vítimas. Japão, 2011: tsunami de magnitude 8,9 — o maior da história do país — mata cerca de mil pessoas.

O que faz uma tragédia ser centenas de vezes maior do que outra não é só a intensidade do tremor, explica o sismólogo do Observatório Nacional Jorge Luís de Souza. É, principalmente, o preparo da população que vive na região que sofreu os abalos. A tragédia que assolou o Japão é um exemplo positivo de como investimentos em tecnologia e infra-estrutura são eficazes para proteger a população e reduzir danos quando enfrentar a força da natureza não é possível.



26 DE DEZEMBRO DE 2004

Um tremor submarino de magnitude 9,3 — o mais poderoso do últimos 40 anos — frente à ilha indonésia de Sumatra provocou uma tsunami que atingiu dezenas de países, causando a morte de 288 mil. Em uma província onde o nível da água chegou a mais de 30 metros, morreram 168 mil.



17 DE JULHO DE 2006

Tremor submarino de magnitude 7,7 provocou uma tsunami na costa Sul da ilha de Java. Foram 654 mortos.

2 DE ABRIL DE 2007

52 pessoas morreram e 13 povoados foram destruídos em uma tsunami causada por um tremor de magnitude 8 que afetou o Oeste das Ilhas Salomão (Pacífico).



29 DE SETEMBRO DE 2009

Mais de 190 pessoas morreram nas ilhas Samoa e Tonga depois de uma tsunami causada por terremoto de magnitude 8.



27 DE FEVEREIRO DE 2010

Um tremor e uma tsunami consecutivos afetaram o Chile e deixaram 555 mortos e desaparecidos.



25 DE OUTUBRO DE 2010

Mais de 400 pessoas morreram em uma tsunamiprovocada por um tremor de magnitude 7,7 no arquipélago de Mentawai, frente à Sumatra.



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Tragédia ambiental 3: Explosão em Fukushima põe na berlinda modelo de usinas do Japão. E no Brasil?

TRAGÉDIA DO JAPÃO



Explosão põe na berlinda modelo de usinas do país



Planta de Fukushima deveria ter sido capaz de suportar terremotos



Crédito: Folha de S. Paulo mundo A15 - 13/03/2011


Japão possui rede de 55 reatores nucleares em 17 usinas, que responde por 36% da energia consumida



Autoria: SABINE RIGHETTI

DE SÃO PAULO



O Japão tem 55 reatores nucleares que funcionam em 17 usinas distribuídas pelo país. Juntas, elas geram 36% de toda a energia consumida pelos japoneses.

Mas, de acordo com um dos principais especialistas do Brasil em energia nuclear, a explosão da usina de Fukushima 1 deixou a segurança nuclear -do Japão e do do mundo- na berlinda.

"A usina Fukushima 1 deveria suportar terremotos e tsunamis", diz o engenheiro Aquilino Senra Martinez, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

"Ela ficou em pé com um terremoto muito intenso, de escala Richter 8,9, mas não suportou o tsunami na sequência", completa.

A central de usinas nucleares composta por Fukushima 1 e 2 fica a cerca de 250 km da capital Tóquio, em uma das regiões mais afetadas pelos tremores de sexta-feira.

Ao todo, 11 usinas japonesas estão nas regiões atingidas pelos sismos.

De acordo com Martinez, é provável que tenha havido uma falha no sistema de esfriamento do reator de Fukushima 1 por causa da água do tsunami.

Com o terremoto, o trabalho da usina foi interrompido automaticamente.

Mas o reator, assim como o motor de um carro que estava em movimento, precisa ser esfriado -o que deveria ser feito por um sistema de energia alternativa que falhou ao ser atingido pelo tsunami (veja o infográfico).

A usina se transformou numa espécie de bomba-relógio. "Por isso, houve o superaquecimento do reator e a posterior explosão [no sábado de manhã, horário de Brasília]", explica Martinez.

Antes do acidente, vapores com material radioativo de alto risco-incluindo césio- já estavam sendo liberado para o meio ambiente como uma tentativa de reduzir a pressão excessiva no reator da central nuclear.



RISCOS

O Japão ainda não divulgou informações sobre a quantidade de material radioativo que escapou com a explosão de Fukushima 1.

De acordo com o especialista da UFRJ, a avaliação poderá ser feita a partir do momento que o acidente for definitivamente interrompido.

"Nos próximos dias, deverá ser feito um mapeamento do local da usina, com análise de solo e de água, para que se verifique o tamanho do estrago", diz Martinez.

Isso deve levar de dez a 15 dias, aproximadamente.

Desde o acidente de Tchernobil, na Ucrânia, em 1986, existe um sistema de acompanhando em tempo real das situações de risco nuclear.

"Em Tchernobil, houve uma lentidão até que as autoridades divulgassem o vazamento", diz Martinez.

Com isso, morreram de imediato 50 pessoas e houve um aumento de 4.000 casos de câncer nas redondezas.



SOB "SUSPEITA"

A Fukushima 1 fica num complexo nuclear que é bastante ativo no Japão.

Ao todo, três reatores estavam em funcionamento na região quando aconteceu o terremoto de sexta-feira.

Apesar de ter aguentado a intensidade do tremor, a estrutura da usina pode estar ultrapassada.

De acordo com Martinez, o projeto da Fukushima 1 é antigo, da década de 1960.

"O acidente que aconteceu no Japão vai fazer todo mundo repensar o uso de usinas nucleares", analisa o especialista da UFRJ.

Hoje, os EUA são o país com maior número de usinas nucleares: são 104 no total. Isso representa 18% da matriz energética daquele país.

A França está no topo do países com maior dependência desse tipo de energia: 80% da matriz é nuclear.

No Brasil, o uso de energia nuclear não chega a 3% do total que é consumido.


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A consideração dos terremotos nas usinas nucleares

[ 11/03/2011 ]



Um forte abalo sísmico atingiu o Nordeste do Japão nesta sexta-feira (11 de março, às 02h46 da madrugada, horário de Brasília), com magnitude 8,9 na escala Richter e epicentro no oceano, a aproximadamente 130 km da cidade litorânea Sendai.



Como conseqüências do evento, 11 das 27 usinas nucleares japonesas na região afetada foram desligadas automaticamente e, até o momento, não há notícias de vazamento radioativo para o meio ambiente.



O terremoto suscita questionamentos sobre os efeitos de um sismo nas proximidades das usinas brasileiras, em Angra dos Reis (RJ). Uma comparação direta entre as situações brasileira e japonesa não é adequada, pois enquanto o Japão está situado em uma região de alta sismicidade - causada pela proximidade da borda de placa tectônica, onde ocorrem cerca de 99% dos grandes terremotos -, o Brasil está em uma região de baixa sismicidade, em centro de placa tectônica.



Confira, abaixo, as respostas para algumas dúvidas mais frequentes:





O projeto estrutural das usinas de Angra leva em consideração a possível ocorrência de um abalo sísmico?

As usinas nucleares de Angra dos Reis foram projetadas para resistir a vários tipos de acidentes. Mesmo estando numa região com probabilidade muito baixa de ocorrência de eventos sísmicos, o projeto das usinas de Angra, entre outros acidentes externos considerados, leva em conta o maior terremoto que poderia ocorrer no sítio. O prédio onde fica o reator nuclear tem barreiras de concreto e de aço dimensionadas para resistir a esses tipos de evento. Diversos sistemas garantem, de forma segura, o desligamento das usinas após qualquer abalo que atinja as especificações consideradas no seu projeto.

O projeto se baseia em normas de segurança internacionais, que consideram uma aceleração horizontal na rocha de 0.10 g (aceleração da gravidade, g=10m/s2). Especialistas da PUC/RJ e do Instituto de Astronomia e Geofísica da USP (IAG/USP) estimaram que a probabilidade de ocorrência de um abalo dessa proporção na Central Nuclear é de uma a cada 50 mil anos.

O maior terremoto registrado na região Sudeste, nas últimas décadas, ocorreu em 22 de abril de 2008, atingiu 5,2 graus na escala Richter e teve seu epicentro no Oceano Atlântico, a 215 km da cidade de São Vicente, no litoral paulista, e a 315 km da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA). O nível das acelerações registrado na Estação Sismográfica de Angra dos Reis foi de 0,0017 g, (2% do valor de projeto), e inferior ao nível mínimo acima do qual passaria a ser registrado na instrumentação sísmica das próprias usinas (0,01 g).





Existe um monitoramento sísmico nas usinas?



A Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA) possui uma Estação Sismográfica equipada com aparelhos modernos que monitoram, identificam e analisam os eventos sísmicos locais e regionais. Essa Estação opera desde 2002, monitorando continuamente qualquer vibração no sítio das usinas e registrando todos os eventos. Ela permite determinar o epicentro, a magnitude e as demais características de qualquer evento sísmico, além de indicar o nível de aceleração na região da Central Nuclear. Esses registros, aliados aos catálogos sísmicos disponíveis, confirmam a baixa sismicidade da região de Angra.

Além disso, cada usina possui instrumentação sísmica própria e independente para monitoramento dessas acelerações. Caso ocorra um abalo que ultrapasse 10% das acelerações estimadas no projeto, um alarme é disparado na sala de controle onde sua intensidade pode ser identificada imediatamente. Nesse caso, os valores de aceleração são analisados para calcular seu impacto na Usina. Se as acelerações atingirem 50% dos valores de projeto, a Usina deve ser inspecionada para verificar a existência de algum dano.





Qual a possibilidade de um tsunami (maremoto) atingir o litoral brasileiro na região Sudeste?



Um evento desta natureza é provocado na maioria das vezes em decorrência de um abalo sísmico de grande magnitude (superior a 7.0) no mar, em que o foco esteja pouco profundo e em regiões de borda de placas tectônicas que se movem uma em direção à outra, gerando ondas que podem alcançar grande amplitude nas regiões costeiras próximas. Este fenômeno é o que ocorreu em várias ocasiões no Pacífico e no episódio do Japão de 11 de março de 2011.

A região Sudeste do litoral brasileiro está situada na placa tectônica Sul-Americana, que se afasta da placa tectônica Africana. Portanto, no oceano Atlântico Sul, não existem as condições necessárias para gerar os tsunamis (maremotos).





 

Vídeos: Memória do Acidente Nuclear de Chernobyl

Autor: w1TenMinutes

 





 

PERSON FINDER: 2011 JAPAN EARTHQUAKE AND TSUNAMI

PERSON FINDER: 2011 JAPAN EARTHQUAKE


BUSCA DE PESSOAS NO JAPÃO- TERREMOTO 2011 - em inglês, coreano, chinês e japonês






ou










Outras informações atualizadas em português, acesse o blog do Alexandre Mauj Imamura Gonzalez, que está no Japão:









 TRAGÉDIA NO JAPÃO



Dekasseguis criam lista para achar brasileiros



São Paulo, domingo, 13 de março de 2011




Dez pessoas que moram nas áreas mais afetadas não fizeram contato



Ao menos 60 pessoas procuraram Itamaraty em busca de parentes com quem perderam contato após terremoto



Autor: LUIS KAWAGUTI

DE SÃO PAULO



Comunidades de brasileiros que moram no Japão estão se organizando para localizar amigos desaparecidos que vivem nas regiões afetadas pelo terremoto de 8,9 graus que atingiu o país de anteontem.

Uma lista com nomes de dez brasileiros de seis famílias imigrantes está circulando por e-mail e em páginas de internet criadas pelos dekasseguis.

Eles moram nas cidades de Sendai e Fukushima e na região de Miyagi - as que sofreram maiores danos com o terremoto e o tsunami - e ainda não fizeram contato com a família.

Ao contrário de telefones e celulares, a internet não parou de funcionar no Japão por causa do terremoto.

Uma das páginas mais acessadas dos dekasseguis é o blog "Lost in Japan" (Perdido no Japão), do brasileiro Alexandre Imamura Gonzales, 39, que mora há nove anos no país.

"Até o momento recebi quase 350 e-mails pedindo informações [sobre pessoas desaparecidas]", disse.

Organizados, os dekasseguis descobriram por meio de telefonemas e internet onde estavam a maioria dos desaparecidos, em diversas regiões do Japão, exceto as 10 pessoas da região norte.

Uma página no Facebook com título "11 de março de 2011 - Japão. Você está salvo?" também foi criada para que brasileiros deixem recados para dizer onde estão.

O Itamaraty afirmou que já recebeu ao menos 60 telefonemas de brasileiros que não conseguem achar seus parentes no Japão, mas ainda não divulga um número oficial de "desaparecidos".

Isso porque muitas pessoas que acham seus parentes não voltam a ligar para informar os diplomatas.

"Conheço muito bem a região de Sendai e recebi a lista de brasileiros de lá que ainda não fizeram contato, mas ainda não consegui notícias de ninguém", disse Sérgio Hirakava, 34, que mora há quatro anos em Shizuoka.

Ele e um grupo de amigos estão se organizando para enviar doações de comida para a região afetada.



ABASTECIMENTO

Segundo Hirakava, apesar da maior parte da comunidade brasileira estar na região central do país e não ter sido afetada diretamente pela tragédia, muitos estão com medo novos terremotos.

Esse temor é baseado na ocorrência de ao menos 125 sismos ontem no Japão -possíveis réplicas do terremoto de anteontem.

Eles provocaram uma corrida da população aos supermercados em busca de água e comida para estocar.

"Hoje de manhã [ontem] fui ao supermercado para tentar comprar leite e comida e as prateleiras já estavam vazias", disse Hirakava.

Os terremotos de ontem tiveram intensidades entre 4,6 e 6,8 graus, segundo o Serviço Geológico dos EUA. Um dos mais fortes foi em Nagano (noroeste de Tóquio).

"Estou a 300 km de Nagano e o tremor foi forte aqui, balançou a casa", disse o brasileiro Koji Nikki, 62.

Segundo ele, seguindo recomendação das autoridades, todos os brasileiros montaram "kits terremoto", com lanterna, água, alimentos não perecíveis.

Os tremores também reavivam o velho temor japonês do terremoto Tokai, que historicamente devasta o centro do país a cada 150 anos.







MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES




O Governo brasileiro acompanha, com preocupação, os desdobramentos após o terremoto e o consequente tsunami que atingiu a costa do Japão na tarde do dia 11 de março.





11/03/2011 - O Governo brasileiro acompanha, com preocupação, os desdobramentos após o terremoto e o consequente tsunami que atingiu a costa do Japão às 14h46 (horário japonês) na tarde do dia 11 de março.



O Governo e o povo brasileiro manifestam sua solidariedade e mais sinceras condolências pelas perdas humanas causadas pelo abalo sísmico de mais de 8 pontos na escala Richter, um dos maiores tremores já registrados na história do Japão.



A Embaixada do Brasil no Japão e os Consulados Gerais em Tóquio, Nagoia e Hamamatsu até o momento não têm notícia de mortos ou feridos brasileiros.



A comunidade brasileira no Japão é de 254 mil habitantes, sendo que a maior concentração de nacionais situa-se na região centro-sul do país, área menos atingida pelo terremoto.



A Embaixada do Brasil em Tóquio está trabalhando em regime de plantão 24 horas e solicita que pedidos de informação sejam dirigidos ao endereço eletrônico comunidade@brasemb.or.jp, já que há dificuldades de comunicação por telefone, especialmente em linhas de celular.



O Núcleo de Atendimento a Brasileiros (NAB), que está em contato com a rede consular no Japão, colocou linhas de atendimento à disposição do público: (61) 3411 6752/6753/8804 (de 8h às 20h) e (61) 3411 6456 (de 20h às 8h e finais de semana). Consultas poderão ainda ser dirigidas ao endereço eletrônico dac@itamaraty.gov.br.



Embaixada do Japão no Brasil: http://www.br.emb-japan.go.jp/


Cruz Vermelha:  niceurl.com.br/frj6


TV NHK em ingles: http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/index.html


Informações de pessoas no Japão: http://www.daijoubu.com.br/

sábado, 12 de março de 2011

Tragédia ambiental 2: Governo japonês retira 200 mil moradores de regiões próximas a usinas nucleares

Governo retira 200 mil moradores de regiões próximas a usinas nucleares



Técnico procura sinais de radiação em garoto que vive perto da usina de Fukushima



Autoria e fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/03/110312_japao_terremoto_usinas_mdb.shtml



Cerca de 200 mil pessoas estão sendo retiradas das regiões próximas às duas usinas nucleares no Japão que foram danificadas pelo terremoto de sexta-feira, que devastou a costa nordeste do país.



A situação mais grave é em Fukushima Daiichi, a 250 quilômetros ao norte de Tóquio, que foi atingida por uma explosão cerca de 20 horas após o tremor.



Clique Leia mais na BBC Brasil Explosão atinge usina nuclear japonesa danificada por terremoto



Apesar de o governo ter afirmado que não há risco de vazamento nuclear, já que o reator principal não foi danificado, autoridades estão retirando os cerca de 170 mil moradores que vivem em um raio de 20 quilômetros da usina.



Segundo a TV japonesa NHK, três pessoas estão sob tratamento médico por terem sido expostas à radiação.



Eles foram escolhidos aleatoriamente entre 90 pessoas para serem testadas. O grupo estava esperando em uma escola, para ser resgatado por um helicóptero. Elas não apresentam sintomas de radiação, segundo fontes médicas.



Na tarde de sábado, um correspondente da BBC foi impedido por um policial de passer por uma Estrada a 60 quilômetros da usina. O policial alegou que era perigoso demais viajar por ali.



Já na usina de Fukushima Daini, cerca de 30 mil pessoas estavam sendo retiradas de um raio de 10 quilômetros da instalação.



Autoridades japoneses classificaram o acidente em Fukushima Daiichi como de nível 4, ou seja, “com consequências locais”. Na escala, que vai de 0 a 7, o desastre de Chernobyl, ocorrido na Ucrânica em 1996, foi qualificado como de nível 7.



Desaparecidos



O tremor de 8,9 de magnitude seguido por um tsunami atingiu a costa de Honshu, a cerca de 400 quilômetros a nordeste de Tóquio, na tarde de sexta-feira e ocorreu a uma profundidade de cerca de 24 quilômetros.



As equipes de resgate japonesas começaram a chegar na região mais atingida pelo terremoto na manhã deste sábado e, com isso, a escala real do desastre começa a ser revelada.



O governo teme o terremoto e o tsunami tenham matado bem mais de mil pessoas. Apenas na cidade de Rikuzentakada, que ficou praticamente submersa, cerca de 400 corpos foram encontrados. Já em Minamisanriku, metade da população, cerca de 10 mil pessoas, estão desaparecidas.



Uma autoridade local da cidade de Futuba, na região de Fukushima, afirmou que mais de 90% das casas em três comunidades costeiras foram levadas pelo tsunami.



"Olhando do quarto andar da prefeitura da cidade, não vejo nenhuma casa", teria dito ele segundo a agência de notícias japonesa Kyodo.




 
Japão enfrenta emergência em segundo reator de usina nuclear




Antes, explosão ocorreu em outro reator da usina Fukushima Daiichi por falha em resfriamento

12 de março de 2011
20h 45

Estadão.com.br
 

Autoria e fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,japao-enfrenta-emergencia-em-segundo-reator-de-usina-nuclear,691139,0.htm?S


Oficiais em área próxima à usina Fukushima Daiichi


TÓQUIO - A agência japonesa de segurança nuclear reportou emergência em um segundo reator localizado na mesma usina atômica onde mais cedo ocorreu uma explosão. Segundo a Agência de Segurança Nuclear a Industrial do Japão, a unidade 3 da usina Fukushima Daiichi teve falhas em seu sistema de resfriamento. As informações foram recebidas da Tokyo Electric, que opera a usina.


O reator número 1 da Fukushima Daiichi, no nordeste do Japão, liberou radiação neste sábado após um forte terremoto e do tsunami no nordeste do Japão na sexta, que danificou o sistema de refrigeração. O operador foi forçado a liberar pressão que se tinha acumulado no reator. Uma explosão foi registrada.



De acordo com a BBC, cerca de 200 mil pessoas estão sendo retiradas das regiões próximas às duas usinas nucleares no Japão. Apesar de o governo ter afirmado que não há risco de vazamento nuclear, já que o reator principal não foi danificado, autoridades estão retirando os cerca de 170 mil moradores que vivem em um raio de 20 quilômetros da usina.



Segundo a TV japonesa NHK, três pessoas estão sob tratamento médico por terem sido expostas à radiação. Eles foram escolhidos aleatoriamente entre 90 pessoas para serem testadas. O grupo estava esperando em uma escola, para ser resgatado por um helicóptero. Elas não apresentam sintomas de radiação, segundo fontes médicas.



Autoridades japoneses classificaram o acidente em Fukushima Daiichi como de nível 4, ou seja, "com consequências locais". Na escala, que vai de 0 a 7, o desastre de Chernobyl, ocorrido na Ucrânica em 1996, foi qualificado como de nível 7.





Cycloclean, a bicicleta que purifica água é lançada no Japão

Cycloclean, a bicicleta que purifica água é lançada no Japão



Seg, 21 de Fevereiro de 2011 12:55
 
Autor: Hide
 
Fonte: http://www.portalnippon.com/novidades/
 
 
 
Imagem/Reprodução: Inhabitat




A empresa Nippon Basic apresentou na semana passada uma bicicleta que purifica a água, chamada de Cycloclean. A novidade é uma das atrações da feira de tecnologia sustentável de Kawasaki, Kanagawa, que inicialmente pode ser aplicada em áreas que tenham sido atingidas por desastres naturais e para aldeias remotas.



De acordo com o site Inhabitat, o sistema de purificação de água da bicicleta é suficientemente poderoso para ir buscar água até cinco metros de profundidade e a bicicleta pode mudar a vida de milhões de pessoas de todo o mundo que por muitas vezes, a água que se tem acesso está contaminada.




Tragédia ambiental: Explosão atinge usina nuclear japonesa de Fukushima. ATENÇÃO: REDE DE UTILIDADE PÚBLICA NO JAPÃO ATRAVÉS DO BLOG "LOST IN JAPAN"

Explosão atinge usina nuclear japonesa


Autoria e fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/03/110312_japao_explosao_fn.shtml


Fumaça foi vista na usina de Fukushima além de destroços






Uma grande explosão atingiu uma usina nuclear do Japão que já tinha sido danificada pelo grande terremoto de sexta-feira.



A grande nuvem de fumaça foi vista saindo da usina nuclear de Fukushima.



Imagens da televisão japonesa mostraram uma grande explosão em um dos prédios da usina Fukushima 1, a cerca de 250 quilômetros a nordeste de Tóquio. Além da nuvem de fumaça, também podiam ser vistos destroços atirados para longe da construção.



O canal de televisão japonês NHK mostrou imagens da usina antes e depois do terremoto. Estas imagens parecem mostrar que a estrutura mais externa de uma das quatro construções da usina tinha desabado depois da explosão.



A Companhia Elétrica de Tóquio, operadora da usina, informou que quatro funcionários ficaram feridos.



Ainda não se sabe exatamente em que parte da usina ocorreu a explosão e qual foi sua causa. Mas, o secretário do Gabinete de Governo do Japão, Yukio Edano, informou que os especialistas estão tentando determinar os níveis de radiação no local.



O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, declarou estado de emergência em Fukushima 1 e 2, enquanto os engenheiros tentam confirmar se houve um derretimento em um dos reatores de uma das usinas.



Este é um procedimento automático depois que reatores nucleares são desligados em caso de terremoto, o que permite que as autoridades tomem medidas mais rápidas.



A usina nuclear de Fukushima foi uma das muitas instalações do Japão danificadas pelo forte terremoto e tsunami que atingiram o país.



Cidades e vilarejos inteiros foram destruídos pelo tremor de 8,9 de magnitude e por ondas de até 7 metros. Mais de mil pessoas morreram devido ao terremoto.



Mais de 200 mil pessoas estão em abrigos de emergência. Dezenas de milhares de soldados japoneses e centenas de navios e aeronaves foram enviados para os trabalhos de resgate.



Clique Leia mais na BBC Brasil: Forte réplica atinge Japão



Sistema de resfriamento



O estado de emergência nuclear foi declarado pelo governo japonês após o sistema de resfriamento de cinco usinas falhar e provocar o risco de um vazamento.



A Agência Nuclear do Japão informou neste sábado que foram detectados césio e iodo radioativos perto do reator número um da usina Fukushima 1. A agência informou ainda que isto pode indicar que os recipientes com combustível de urânio dentro do reator podem ter começado a derreter.



Na sexta-feira, o governo japonês tinha informado que os níveis de radiação dentro da usina aumentaram quatro mil vezes.



A pressão dentro de um dos seis Reatores de Água Fervente (BWRs, na sigla em inglês) na usina aumentou após o sistema de refrigeração ter sido danificado pelo terremoto. No portão da usina, a radiação aumentou oito vezes.



O calor produzido pela atividade nuclear dentro do núcleo do reator necessita ser dissipado, mesmo após seu desligamento.



Ar e vapor com radioatividade foram liberados de vários reatores das duas usinas para tentar aliviar os altos níveis de pressão. Mas, segundo o primeiro-ministro, Naoto Kan, os níveis de radioatividade no ar e vapor liberados eram "minúsculos".



Milhares de pessoas receberam ordens para se retirar da região em um raio de 20 quilômetros da usina de Fukushima. O correspondente da BBC na região Nick Ravenscroft foi parado pela polícia a 60 quilômetros da usina.



A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) afirmou que está tentando conseguir mais informações a respeito da situação na usina.





Evacuation area expanded to 20km radius





The prefectural government of Fukushima has expanded the evacuation area around Fukushima Number 1 Power Station from an earlier established 10-kilometer radius to a 20-kilometer radius.



The decision was made at the instruction of the prime minister's office shortly before 6:30 PM, local time, at a nuclear disaster task force meeting on Saturday.



The prefectural government is working to determine which towns and villages fall under the new evacuation order.



It is maintaining an evacuation instruction for a 10-kilometer radius around the Number 2 Power Station.



Saturday, March 12, 2011 20:14 +0900 (JST)





ATENÇÃO: REDE DE UTILIDADE PÚBLICA NO JAPÃO ATRAVÉS DO BLOG  "LOST IN JAPAN"








Terremoto no Japão






http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/notas-a-imprensa/terremoto-no-japao


O Governo brasileiro acompanha, com preocupação, os desdobramentos após o terremoto e o consequente tsunami que atingiu a costa do Japão na tarde do dia 11 de março.





11/03/2011 - O Governo brasileiro acompanha, com preocupação, os desdobramentos após o terremoto e o consequente tsunami que atingiu a costa do Japão às 14h46 (horário japonês) na tarde do dia 11 de março.



O Governo e o povo brasileiro manifestam sua solidariedade e mais sinceras condolências pelas perdas humanas causadas pelo abalo sísmico de mais de 8 pontos na escala Richter, um dos maiores tremores já registrados na história do Japão.



A Embaixada do Brasil no Japão e os Consulados Gerais em Tóquio, Nagoia e Hamamatsu até o momento não têm notícia de mortos ou feridos brasileiros.



A comunidade brasileira no Japão é de 254 mil habitantes, sendo que a maior concentração de nacionais situa-se na região centro-sul do país, área menos atingida pelo terremoto.



A Embaixada do Brasil em Tóquio está trabalhando em regime de plantão 24 horas e solicita que pedidos de informação sejam dirigidos ao endereço eletrônico comunidade@brasemb.or.jp, já que há dificuldades de comunicação por telefone, especialmente em linhas de celular.



O Núcleo de Atendimento a Brasileiros (NAB), que está em contato com a rede consular no Japão, colocou linhas de atendimento à disposição do público: (61) 3411 6752/6753/8804 (de 8h às 20h) e (61) 3411 6456 (de 20h às 8h e finais de semana). Consultas poderão ainda ser dirigidas ao endereço eletrônico dac@itamaraty.gov.br.



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Earthquake in Japan







The Brazilian Government has been following with concern the aftermath of the earthquake and the ensuing tsunami that struck the coast of Japan at 14h46 (Japan time) in the afternoon of 11 March.







The Government and the people of Brazil convey their solidarity and their heartfelt condolences for the human losses brought about by the seismic shift that exceeded 8 points on the Richter scale, one of the most severe tremors ever recorded in the history of Japan.







The Brazilian Embassy in Japan and the Consulates-General in Tokyo, Nagoya and Hamamatsu have not received any news about deceased or injured Brazilians.







The Brazilian community in Japan comprises 254,000 people, with the largest concentration of citizens in the south-center region, an area that was less affected by the quake.




Watch NHK World Live TV from Japan




Info about NHK World: Short English spoken news updates:
 

sexta-feira, 11 de março de 2011

Forte terremoto e tsunami atingem o Japão

Forte terremoto e tsunami atingem o Japão



Autor: Ewerthon Tobace

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/03/110311_japao_terremoto_ewerton_ss.shtml

De Tóquio para a BBC Brasil





Um forte terremoto seguido de tsunami atingiu o Japão por volta das 15 horas (horário local). Pela medição da Agência Meteorológica do Japão, o tremor foi de 8.8 (a agência revisou a magnitude divulgada anteriormente, que era de 8.4).



O epicentro foi na costa próxima à província de Miyagi, a 373 quilômetros da capital. Segundo autoridades japonesas, pelo menos 32 pessoas morreram em consequência do tremor.



O terremoto foi o maior da história do Japão, e o sétimo em escala mundial, de acordo com a Agência de Pesquisa Geológica dos EUA.



A Agência Meteorológica emitiu alerta de tsunami para ondas de até 10 metros em toda a costa do Pacífico. A costa Oeste dos EUA também está sob alerta para a chegada de ondas gigantes.



Alerta



O alerta de tsunami acaba de ser ampliado para toda a costa Oeste dos Estados Unidos, de acordo com a agência Associated Press.



As ondas podem atingir também as Filipinas, o Havaí, a costa pacífica da Rússia, a Indonésia, Taiwan e mesmo países da América do Sul como o Chile.



Em Sendai, capital da província de Miyagi, os sismógrafos registraram tremores de até 7 graus na escala japonesa.



A energia elétrica e o gás foram cortados na cidade. Outras duas réplicas, de magnitude inferiores a 6, atingiram o arquipélago e fizeram com que os prédios na capital balançassem continuamente.



O epicentro do abalo se deu no fundo do mar, a uma distância de 160 quilômetros da costa, no mesmo local onde ocorreu um terremoto de 7,3 graus na última quarta-feira.



Imagens



A TV pública NHK mostrou imagens de barcos e carros sendo arrastados pelo tsunami na região mais a leste de Tóquio.



Muitas casas e regiões agrícolas foram atingidas pelas águas.



Em Chiba, tanques de uma companhia de gás pegaram fogo e há risco de explosão na área.



A rede TBS mostrou um prédio em chamas na ilha futurística de Odaiba, em Tóquio.



Os trens e o metrô pararam de circular e milhares de pessoas deixaram os altos edifícios comerciais da capital, lotando as ruas.



Em 1933, um terremoto de magnitude 8,1 atingiu a região metropolitana de Tóquio e matou mais de 3 mil pessoas.



Os tremores de terra são comuns no Japão, um dos países com mais atividades sísmicas do mundo, já que está localizado no chamado "anel de fogo do Pacífico".



O país é atingido por cerca de 20% de todos os terremotos de magnitude superior a 6 que acontecem no mundo.




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Tsunami Japan earthquake 8.9 (imagens fortes do terremoto no Japão)


Autoria e fonte: http://www.youtube.com/watch?v=lrhOR0_oUUI






Informações atualizadas em português, acesse o blog do  Alexandre Mauj Imamura Gonzalez:


  http://lostinjapan.portalnippon.com/




Alertas de tsunami, região vermelha, com perigo de ondas entre 6 a 10m, amarela de 3m (imagem yahoo japan)



quinta-feira, 10 de março de 2011

Americano cria bicicleta híbrida

Americano cria bicicleta híbrida

Postado em 10/03/2011 ás 12h00





PiCycle Sport Touring: Diferente das outras bicicletas elétricas ela também pode utilizar força humana para recarregar a bateria de forma sustentável. (Imagem:Divulgação)

A PiCycle ™ Sport Touring é a combinação perfeita de potência, velocidade e alcance. Ela não é uma simples bicicleta motorizada, é a nova bicicleta híbrida elétrica, com sistema de propulsão, que pode ser usada a pedal, a motor elétrico ou os dois juntos.



Diferente de outras bicicletas elétricas, que geralmente são carregadas em tomadas comuns, a PiCycle consegue aproveitar as pedaladas para carregar a bateria de uma maneira mais sustentável. Essa é, sem dúvida, uma das mais fortes características e benefícios do veículo.



Quando o norte-americano Marcus Hays projetou a bicicleta elétrica PiCycle ele tinha em mente não apenas um pacote de baterias diferenciado, mas também uma solução no processo de fabricação, que tornasse economicamente viável a substituição de um veículo movido a gasolina por um elétrico.



A bicicleta é tida como uma “revelação” por seus proprietários. Ela oferece autonomia de 48 quilômetros por carga, com 750 watts silenciosos de potência.



O carregador embutido dá à bicleta a conveniência de qualquer aparelho em casa. Basta ligá-la em qualquer tomada de parede, em qualquer lugar do mundo e em 3,5 horas ela estará pronta para percorrer longas distâncias. A bike possui duas rodas motrizes e um motor frontal de 750 watts combinado com um trem de engrenagens traseira de multi-velocidade.



Freios de disco, raios em aço inoxidável, rodas de alumínio de parede dupla, pneus de 24" x 2,5", guidão regulável, selim de gel e espelho retrovisor, formam a estrutura da bicicleta. As opções extras no design incluem racks, cestos, pára-choque dianteiro, iluminação LED alimentada pela bateria, diâmetros de pneus maiores e menores, quebra vento, bateria removível, acionamento por correia, diversos tipos de eixo, freios a disco hidráulico e dois motores.



Um carro normal, que percorre anualmente pouco mais de 19 mil quilômetros emite 4,5 toneladas de carbono. Como os veículos elétricos funcionam com baterias e não queimam combustíveis fósseis como seu principal sistema de propulsão, eles proporcionam a oportunidade de reduzir consideravelmente o impacto ambiental pessoal e ainda melhorar a qualidade do ar local.



O uso do motor elétrico não necessita de graxa ou óleo, permitindo que a bike ou outros veículos sejam armazenados com segurança dentro de casa ou apartamento.



Motores elétricos são econômicos e possuem baixos custos para serem executados. Benefícios como esses tornam a PiCycle ainda mais atrativa.



Redação CicloVivo



Cidade de São Paulo consolida parcerias em políticas públicas com Paris

Prefeito de São Paulo consolida parcerias em políticas públicas com Paris


9 de Março de 2011 - 10:04

Autoria e fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=43351


O prefeito de São Paulo definiu a consolidação e a atualização do Protocolo de Amizade e de Cooperação com a prefeitura da capital francesa para desenvolver intercâmbio em ações de gestão pública entre as duas cidades. O acordo, que prevê troca de experiências em meio ambiente, tratamento de resíduos, cultura e urbanismo.





O prefeito de São Paulo definiu nesta terça-feira (8/3), em Paris, a consolidação e a atualização do Protocolo de Amizade e de Cooperação com a prefeitura da capital francesa para desenvolver intercâmbio em ações de gestão pública entre as duas cidades. O acordo, que prevê troca de experiências em meio ambiente, tratamento de resíduos, cultura e urbanismo (programas de revitalização de áreas degradadas, reorganização de espaços verdes, transportes e modernização da administração pública municipal), foi fechado em encontro com o prefeito de Paris, Bertrand Delanoë, na sede da administração local.



O protocolo foi assinado em janeiro de 2004 e a consolidação da cooperação será feita, inicialmente, com parceria na área de meio ambiente. “São Paulo e Paris são metrópoles similares em vários aspectos e podemos avançar muito nesse intercâmbio. Vamos iniciar a atualização desse trabalho em uma área vital para o futuro das duas cidades, o meio ambiente”, afirmou o prefeito.



Outro tema destacado no encontro foram programas de revitalização de áreas degradadas, como o projeto de revitalização da região de Tolbiac Chevaleret, que Paris desenvolve desde 2001. Grande parte desse programa envolve a recuperação de áreas da capital francesa separadas por ferrovia, similar à proposta da Operação Urbana Lapa-Brás, que está sendo desenvolvida pela Prefeitura de São Paulo. Os secretários de Desenvolvimento Urbano e de Infra-estrutura Urbana e Obras se reuniram com os responsáveis pelo projeto para conhecer detalhes da experiência parisiense.



Os secretários também conheceram o projeto Velib, lançado por Paris em 2007, que disponibiliza bicicletas para aluguel em 750 pontos da cidade. O programa francês prevê reduzir em 40% a circulação de veículos na capital do país até 2020.



Cidade Limpa



Uma das experiências de São Paulo que desperta a atenção dos franceses é o Projeto Cidade Limpa, de regulamentação da publicidade urbana. A diretora de Paisagem Urbana da São Paulo Urbanismo, Regina Monteiro, fez palestra para mais de 100 pessoas, na segunda-feira (7/3), em Paris, para apresentar o programa paulistano. A restrição à mídia exterior está em debate na cidade e a urbanista brasileira falou sobre aspectos legais e urbanísticos da proposta adotada em São Paulo.







Diretrizes para manejo sustentável dos produtos da sociobiodiversidade

Diretrizes para manejo sustentável dos produtos da sociobiodiversidade




03/03/2011



Autor: Carlos Américo

Fonte: http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=ascom.noticiaMMA&idEstrutura=8&codigo=6533


O Governo Federal vai definir, de forma participativa, diretrizes para o manejo sustentável de 20 produtos da sociobiodiversidade. Para isso, realiza uma série de oficinas participativas de boas práticas de manejo.



Junto com especialistas, pesquisadores e extrativistas, serão sistematizadas informações para garantir a extração sustentável, colaborando para manter a floresta em pé. As oficinas começaram em 2010, quando foram debatidos os manejos do Açaí, Castanha-do-Brasil, Babaçu, Andiroba e Copaíba, espécies prioritárias do Plano Nacional das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade (PNPSB).



As oficinas debatem sobre produtos de todo do Cerrado, Caatinga e Amazônia. Em 2011, já ocorreram as de Carnaúba, Licuri e Caroá. O Baru, espécie encontrada no Cerrado, foi tema da oficina realizada nos dias 21 e 22 de fevereiro, em Brasília. Pequi e Buriti serão debatidos em março.



Algumas das 20 espécies serão inseridas na Instrução Normativa 17 do Extrativismo Orgânico. No caso dessas espécies, as diretrizes passarão por consulta pública. O resultado estará em cartilhas para orientar técnicos, povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares.



A iniciativa é uma parceira entre o Ministério do Meio Ambiente por meio da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável SEDR e Secretaria de Biodiversidade e Florestas -SBF, e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento por meio da Coordenação de Agroecologia.



De acordo com o Gerente de Extrativismo do Ministério do Meio Ambiente, Júlio Pinho, as diretrizes vão ajudar na negociação comercial dos produtos. "Empresários do mundo inteiro estão interessados nos produtos da sociobiodiversidade brasileira e querem garantia de que eles não agridem a floresta", ressaltou.



Ele ainda destaca que a promoção do uso sustentável dos recursos da sociobiodiversidade também faz parte da estratégia do governo de conservação da biodiversidade.



Outras espécies, que não terão oficinas, também estão tendo as suas diretrizes construídas também com o apoio da Gerência de Extrativismo do MMA.