sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Mulher dá telefone falso para abandonar cão em pet shop




Mulher dá telefone falso para abandonar cão em pet shop e revolta interior de SP


Dona nunca mais voltou para buscar animal que foi deixado para tomar banho; caso aconteceu em Santa Bárbara d'Oeste

POR REDAÇÃO GLOBO RURAL

Cão abandonado em pet shop  (Foto: Divulgação/Pet Shop Enkrenkinhas)
Osfuncionários usaram o perfil do pet shop "Enkrenkinhas" no Facebook para denunciar o abandono de um cachorro no lugar. O animal foi levado pela dona para tomar banho. Horas mais tarde, quando a equipe do local tentou entrar em contato com a mulher para avisá-la que o cachorro já estava pronto e poderia ser retirado, foi descoberto que os dados passados - telefone e endereço - eram falsos.
"Parabéns" pra pessoa que ABANDONOU um cachorro aqui na loja hoje..... "Excelente" sua conduta..... Trouxe para banho e deu telefone e endereço falsos.... Você não acha que pedir ajuda seria muito mais bonito e honesto da sua parte ????? Continue sendo mentirosa assim que você vai loooooooonge..... Afff!", dizia a primeira postagem do "Enkrenkinhas" na web sobre o caso.
A dona nunca mais voltou para resgatar o cãozinho e, mais uma vez, o pet shop usou a rede social para pedir ajuda e tentar encontrar um novo dono para o bicho.
"Pessoal..... se alguém tiver interesse em ficar com esse cãozinho me mandem mensagem INBOX... recebemos milhares de mensagens, tá impossível acompanhar todas..... DAREMOS ele castrado, vermifugado, vacinado e 50kg de ração...", prometeu o pet shop em nova postagem no Facebook.
Na manhã desta sexta-feira (13-12), a equipe do "Enkrenkinhas" anunciou a adoção do cão porDenise Sbravatti Salvador.
"BOAS NOTÍCIAS......o cãozinho abandonado já tem um novo nome CHANTILLY.... está super bem na nova casa..... Graças a Deus e graças a pessoas boas que ainda existem nesse mundo.. Muito obrigada, Denise Sbravatti Salvador..... q Deus abençoe você e sua família!!!!!!!!!!", postou a equipe do pet shop.
Funcionários do "Enkrenkinhas" estão ajudando na investigação do abandono para encontrar a dona que abandonou o cão. O caso gerou revolta em Santa Bárbara d'Oeste, município do interior de São Paulo, onde está localizado o pet shop.

Telhado verde reduz temperatura e aumenta umidade

Telhado verde reduz temperatura e aumenta umidade

Com informações da Agência USP - 03/12/2013
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Telhado verde reduz temperatura e aumenta umidade. 03/12/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=telhado-verde-reduz-temperatura-aumenta-umidade. Capturado em 11/12/2013. 
Telhado verde reduz temperatura e aumenta umidade
Telhado verde do Edifício Matarazzo (esq.) e a laje de concreto do Mercantil/Finasa (dir.): uso de telhados verdes traz ganhos para moradores e para a natureza.[Imagem: Humberto Catuzzo]

O uso de telhados verdes comprovou-se eficiente para reduzir os impactos no microclima dos edifícios.
O conceito de telhado verde compreende o uso de vegetação como gramíneas, arbustos e árvores no topo de telhados comuns ou em laje de concreto.
Os benefícios foram aferidos por Humberto Catuzzo e Magda Adelaide Lombardo, da USP (Universidade de São Paulo).
Eles compararam dois edifícios vizinhos no centro de São Paulo, um com telhado verde e outro sem - o Edifício Conde Matarazzo, que possui um amplo telhado verde, e o Edifício Mercantil/Finasa, cuja laje é de concreto.
Os resultados indicaram que o edifício com telhado verde chegou a ficar 5,3 graus Celsius (ºC) mais frio do que o edifício de concreto; já a umidade relativa do ar foi 15,7% maior.
"O telhado verde absorveu grande parte da radiação solar emitindo uma menor quantidade de calor para a atmosfera, o que aumenta a qualidade ambiental das cidades, podendo fazer parte das políticas públicas do município como forma de ampliar as áreas verdes", disse Humberto Catuzzo.
Para monitorar as condições microambientais dos dois edifícios, Catuzzo instalou sensores a 1,5 metro do piso (padrão internacional para medição da temperatura e umidade relativa do ar) e capturou medições de 10 em 10 minutos durante um ano e onze dias.
A diferença entre as temperaturas máxima e mínima (amplitude térmica) do dia chegou a ser 6,7º C menor no telhado verde em um dia de verão. "Isso significa que ele demora mais a aquecer e a resfriar, o que mantém a temperatura do ar muito mais constante", explica o pesquisador.
Já a amplitude higrométrica chegou a ser 7,1% menor no telhado verde, o que significa que ele perde menos umidade do que o telhado de concreto ao longo do dia.
"Há ainda outros fatores que podem trazer benefícios se criarmos uma política de implantação de telhados verdes. A criação de corredores ecológicos onde pássaros e insetos possam 'migrar' entre parques e o conforto interno dos prédios que poderiam diminuir custos com ar-condicionado são exemplos de efeitos possíveis que merecem investigação", destaca Catuzzo.

Prédios e carros sustentáveis terão redução de IPTU e IPVA, diz Haddad

Edição do dia 13/06/2013
13/06/2013 09h59 - Atualizado em 13/06/2013 09h59

Prédios e carros sustentáveis terão redução de IPTU e IPVA, diz Haddad

Segundo prefeito de SP, cidade vai reciclar 10% dos resíduos até 2016.
No Rio, Eduardo Paes quer reduzir o imposto de construções verdes.


As cidades do Rio e de São Paulo ainda estão muito atrasadas quanto à reciclagem. A coleta seletiva alcança apenas 1% dos resíduos e o resto segue misturado ao lixo comum. Segundo o prefeito da capital fluminense, o objetivo é chegar a 25% em um prazo de quatro anos. “Até o ano passado, essa cidade ainda despejava todos os seus resíduos sólidos em um aterro de lixo às margens da Baía de Guanabara. Hoje, tem um centro de tratamento em Seropédica com qualidade”, afirma Eduardo Paes.
Na maior cidade do país, a meta é elevar a reciclagem a 10%. “Fizemos uma grande pesquisa nas principais feiras internacionais e descobrimos que há tecnologia disponível para mecanização de uma parte do processo. Sem excluir os catadores, que merecem nosso respeito porque foram os primeiros a olhar para aquilo que a gente chamava de lixo e ver uma oportunidade de geração de emprego e renda, vamos mecanizar as novas centrais de triagem”, destaca Fernando Haddad.
Ao todo, o prefeito de São Paulo pretende construir quatro centrais, cada uma com capacidade de processar 250 toneladas por dia, até o final do mandato. As duas primeiras, segundo ele, estarão prontas já no ano que vem, e as restantes serão inauguradas em 2016. “Eu concluo meu mandato com capacidade instalada de reciclar 10% do resíduo sólido”, promete Haddad.
Fernando Haddad (Foto: Reprodução GloboNews)
GloboNews - Frase Paes 2 (Foto: GloboNews)
No Rio, Gramacho, que até junho de 2012 era o maior aterro de lixo da América Latina e foi encerrado pela prefeitura há um ano, se tornou o primeiro fornecedor de biogás do mundo para uma refinaria de petróleo. Quando o assunto é aproveitamento energético de lixo, São Paulo saiu na frente. As duas primeiras usinas térmicas de lixo do país foram instaladas nos aterros Bandeirantes e São João. O prefeito de São Paulo ressalta que um dos aterros sanitários da capital vende crédito de carbono.
Segundo a ONU, a construção civil é o setor que mais impacta o meio ambiente. Modelos ineficientes oneram quem mora ou trabalha em determinado edifício durante a vida útil da construção. Tramita na Câmara de Vereadores do Rio o projeto Vale Verde, que pretende reduzir o IPTU das construções sustentáveis. “O custo dessas soluções ainda é maior. Então aumenta o custo da edificação e do imóvel final. Como ele traz economia, o caminho é a cultura mudar. O governo dá o início com o incentivo. Essas coisas só mudam quando as pessoas se conscientizam”, diz Paes.
Haddad tem proposta semelhante. “Faremos o IPTU verde e o IPVA verde. Não só os prédios sustentáveis terão abatimento no IPTU, como os carros sustentáveis terão abatimento de IPVA”, diz o prefeito. Ele destaca que, apesar de o IPVA ser um imposto estadual, o município, que fica com 50% do valor arrecadado, pode abrir mão de sua parte. Outra medida é a simplificação das regras para a construção civil – que, segundo Haddad, reduziria a corrupção – combinada com forte regulação.
Tanto ele quanto Paes são favoráveis ao adensamento urbano, ou seja, a aglomeração de construções em uma mesma área, desde que o processo seja  planejado. “As cidades estão se verticalizando e o tamanho dos apartamentos está diminuindo. Cada vez mais, a lógica dos grandes aglomerados urbanos é de espaços verdes de qualidade e áreas privadas menores”, avalia o prefeito do Rio.
Em São Paulo, Haddad aponta um baixo aproveitamento de terrenos na Zona Leste. Os quatro milhões de habitantes da área precisam se deslocar, em média, dez quilômetros para chegar ao trabalho. “Será que não é interessante, em uma região muito pouco adensada, eu estimular o setor privado a levar empregos, oferecendo renúncia fiscal de ISS e IPTU e aumento do potencial de aproveitamento dos terrenos?”, questiona o prefeito. Segundo ele, a lei de incentivo fiscal vai ser enviada à Câmara e o plano diretor da cidade vai incentivar que o empreendedor leve emprego para onde está o trabalhador.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Arquitetura paramétrica e música

3/Dezembro/2013

Arquitetura paramétrica e música

Affonso Orciuoli | Victor Sardenberghttp://blogs.pini.com.br/posts/arquiteturas-avancadas/arquitetura-parametrica-e-musica-302112-1.aspx

Patrik Schumacher, sócio de Zaha Hadid e autor do termo Parametricismo, recebeu um convite do festival de cinema EZUFF de 2013 (Elvis Zapp Urban Filme Festival) para apresentar um filme. Com o intuito de introduzir as estratégias do novo estilo proposto pelo arquiteto, negar tabus (ou seja, evitar formas geométricas primitivas, negar simples repetição de elementos e a justaposição de componentes não articulados) e aplicar novos dogmas (tornar toda geometria parametricamente maleável, gradualmente diferenciada e correlata), o arquiteto produziu esta pequena peça audiovisual com trilha sonora de Rosey Chan.

Para se aprofundar na teoria do parametricismo, recomendamos a leitura dos dois grandes volumes de Autopoiesis of architecture, de Patrilk Schumacher, ou assistir a esta palestra sobre o tema:

Parque Shangrilá oferece esportes e lazer aos moradores do Grajaú

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

11 de dezembro, dia do engenheiro!

Poema do Engenheiro

autor: um Engenheiro sincero

Quando a coisa aperta
Seja sol, nuvem ou lua
É o engenheiro quem desperta
Resolve ou vai pra rua

A carreira sempre começa
Com cálculo, função afim
Engenheiro que se preza
Tem cálculo até no rim

Junto disso vem a física
Em repouso ou movimento?
Só não tem educação física
Mas isso é só o aquecimento

É preciso resistência
Dos materiais, nos circuitos
E não espere coerência
Nas provas, todos aflitos

Toda lógica é um algoritmo
Condição, repetição
E nesse clima apocalíptico
Ainda vem a programação 

Tudo isso vale a pena
Ao sentir a emoção
De resolver um problema
Do tamanho de uma nação

Plano Diretor vai mudar para 'blindar' áreas verdes

29/11/2013 - 03h05

Após audiências, Plano Diretor vai mudar para 'blindar' áreas verdes


PUBLICIDADE
EDUARDO GERAQUE
DE SÃO PAULO

Ouvir o texto

Áreas de convívio social, sejam elas verdes ou não. Plano de estímulo às bicicletas e mais moradia social.
As demandas da população paulistana já começam a se cristalizar, depois de realizadas mais de 60% das discussões públicas sobre a revisão do Plano Diretor.

Milhares de sugestões vieram das audiências públicas feitas neste ano primeiro pelo Executivo e, agora, pelo Legislativo. O cronograma termina em meados de dezembro. Até lá, serão quase 80 debates.
As audiências já resultaram em mudanças. "Sem dúvida, a parte de meio ambiente terá que ser a mais alterada", afirma Nabil Bonduki (PT), relator da revisão do plano na Câmara.
Essa posição encontra eco no Executivo. "Serão precisos alguns ajustes [nessa área]", afirma Fernando de Mello Franco, secretário de Desenvolvimento Urbano.
Na primeira audiência pública temática, sobre meio ambiente, nesta semana, dezenas de paulistanos cobraram mecanismos legais que "blindem" áreas da cidade que deverão receber os parques.
Sem as chamadas zonas de proteção ambiental, que não estão definidas no texto do plano em discussão, é fácil uma área inicialmente prevista para ser um parque ser ocupada ilegalmente ou acabar usada pelo setor imobiliário.
Para Silvio Soares Macedo, coordenador do Laboratório de Paisagem da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, o problema em São Paulo vai muito além da conservação de áreas verdes.
"Existem muitas áreas da cidade, como Santana [zona norte], por exemplo, onde não há espaços livres qualificados, em forma de praças ou até mesmo calçadas."
Macedo defende que o futuro plano crie uma política pública para espaços de convívio social de São Paulo. "As áreas verdes são apenas um item desse problema maior."
Outra proposta, também apresentada pelo grupo da USP, defende a reserva para áreas de convívio de 30% dos terrenos de grandes empreendimentos em áreas de corredores de transporte público.

SEGURANÇA PARA BIKES
Bicicletas têm sido uma demanda forte nos debates. De acordo com Bonduki, não dá mais para pensar São Paulo sem espaços para elas.
Basicamente, os cicloativistas pedem mais segurança para esse meio de transporte na cidade.
No debate sobre moradia social, mais de 3.000 pessoas compareceram à Câmara.
O texto do plano separa 20% a mais de áreas da cidade para casas voltadas às famílias de mais baixa renda.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

4 bons motivos para sua empresa medir emissões de carbono

Vantagens | 06/12/2013 06:05

4 bons motivos para sua empresa medir emissões de carbono


Os benefícios da medição vão muito além dos ambientais. Para alguns fornecedores, inclusive, já é necessidade. Veja quatro vantagens para sua empresa pensar no assunto

Lygia Haydée, de 
©AFP/Arquivo / Cris Bouroncle
O homem acompanha em um painel eletrônico os números em crescimento constante de emissões de gases de efeito estufa
Homem acompanha painel de emissões de gases de efeito estufa: benefícios para empresas vão além das (importantes) questões ambientais
São Paulo – Muitos empreendedores ainda não sabem, mas medir as emissões de carbonopode trazer diversos benefícios para o próprio negócio não restritos às questões ambientais. As vantagens são, inclusive, legais e econômicas.
“Isso, antes de ser uma barreira, é um diferencial. Muitas empresas com forte empenho nas questõesambientais se preocupam com a elaboração completa de seus inventários. Neste caso, necessitam dos dados de seus fornecedores para complementarem as próprias estatísticas”, salienta Guy Ladvocat, gerente de Certificação de Sistemas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Nesses casos, ter as informações em mãos pode ser uma necessidade para o negócio. Hoje, em diversos processos de aquisição de bens e serviços, é cada vez mais requerido que os fornecedores sejam certificados ou tenham o inventário da emissão de gasesverificado.
Se não por isso, a empresa pode se beneficiar também com vantagens comerciais, particularmente em relação aos gastos com energia e tratamento de dejetos e efluentes.
“A adoção de lâmpadas, aparelhos eletrodomésticos, motores, veículos e máquinas mais eficientes em termos energéticos pode significar uma grande redução de gastos numa empresa”, ressalta Carlos Roberto Sanquetta, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e diretor do Instituto de Pesquisas em Biomassa e Sequestro de Carbono (Biofix).
Pensar na sustentabilidade, em vários casos, pode ser sinônimo de maior competitividade e melhor imagem da marca no mercado. Veja a seguir quatro razões para fazer a medição de emissões de carbono.
1. Alcance de novos mercados
Esse é um importante fator que o inventário bem feito pode trazer. Além da empresa se manter em solos já conquistados, com os dados em mãos ela consegue ampliar o campo de atuação.
“Lembre-se que muitos clientes importantes somente serão alcançados com a implantação de um sistema de gestão ambiental nas corporações. Essa já é uma exigência de grande parte do mercado”, avalia Sanquetta, da UFPR.
Os dados servem, ainda, para avaliar o desempenho no setor. “Com o inventário disponível no Programa Brasileiro GHG Protocol, muitas empresas têm acesso aos dados de seus concorrentes e podem comparar o seu desempenho”, analisa Ladvocat, da ABNT.
2. Obtenção do Selo Ambiental
Para que a sua empresa tenha um desses selos, tão relevantes nos dias de hoje, a apresentação do inventário de emissões de GEE é um dos requisitos básicos.
3. Antecipação à legislação
“O conhecimento adquirido na elaboração dos primeiros inventários e na sua melhoria contínua permite que a empresa já esteja preparada para futuros marcos regulatórios”, afirma Guy Ladvocat.
Afora isso, a realização de um inventário de GEEs pode representar a antecipação de futuras legislações nacionais. “Isso ocorre devido ao fato do Brasil ter assumido compromissos internos e também no âmbito de tratados internacionais sobre o clima global. Se a empresa estiver preparada, ela não será surpreendida diante de futuras exigências legais”, diz Carlos Roberto Sanquetta.
4. Melhor gestão ambiental = menos efeito estufa
Com o inventário em mãos é possível gerenciar as emissões de carbono. “E esse conhecimento adquirido faz com que o uso dos recursos seja feito de maneira eficiente para as emissões de gases de efeito estufa”, afirma Ladvocat, que é também coordenador na ABNT do projeto “Fomento à Gestão dos Gases de Efeito Estufa e à Verificação em Pequenas e Médias Empresas”.
Isso evita possíveis danos ambientais e até mesmo multas, autuações e outros enfrentamentos que poderiam surgir com a falta de atenção ao tema.