sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Curso gratuito: “Alimentação Sustentável”


Curso:


“Alimentação Sustentável”


Início
05 de setembro de 2011, às 13h30

A UMAPAZ promove o curso“Alimentação Sustentável” de
05 de setembro a 03 de outubro, das 13h30 às 16h30, segundas-feiras, integrando
as atividades do Programa Alimentação e Meio
Ambiente. A facilitadora será a consultora em alimentação saudável,
Denise Haddad.

O programa alimentação e meio
ambiente visa o reconhecimento de práticas conscientes de consumo como
estratégias de promoçãode
saúde individual, coletiva e ambiental através de cursos, palestras e oficinas
baseadas numa dieta vegetariana, contemplando todas suas vertentes.

O curso tem como proposta abordar a
importância energética dos alimentos vivos orgânicos que podemos cultivar em
nossos quintais, promovendo a saúde e criando fontes de sustentabilidade e
oferecer a oportunidade de elaborar pratos saborosos e saudáveis utilizando
ingredientes locais.

A alimentação é um dos elementos
chaves de nosso bem estar. Simplificando nossa alimentação e fazendo amplo uso
de elementos vivos, despoluímos nosso organismo e despertamos nossa intuição,
que nos guia para maior vitalidade, equilíbrio e alegria de viver. Uma
alimentação equilibrada vitaliza e regenera o sistema nervoso, colabora com o
aparelho digestivo e o funcionamento do intestino. Rica em fibras, ajuda a
controlar a obesidade e atua no bem estar geral.

Programa:
Dia 05/09/11 – A sabedoria do
corpo / Desequilíbrios na alimentação
Dia 12/09/11 – Alimentos
Vivos: benefícios e utilização;
Dia 19/09/11 – Alimentos com
qualidade: da região, época adequada de colheita e produções com qualidade
ecológica; aspectos estéticos dos alimentos;
Dia 26/09/11 – Alimentos
nocivos / Importância da alimentação nas diferentes idades;
Dia 03/10/11 – Jardim Comestível
– propriedades e utilizações;

Denise Haddad é
consultora em alimentação saudável, culinarista especializada em educação
ambiental e psicoterapia corporal; coordena a consultoria Natureza Viva que
desenvolve projetos na área de alimentação saudável e educação ambiental;
coordena o projeto Plantar sementes que visa colaborar no processo de autonomia
em relação à saúde alimentar com abordagens interdisciplinares; assistente
social e instrutora de yoga.



Serviço:
“Curso: Alimentação Sustentável”
Dias e horário:de 05 de setembro a 03 de outubro
de 2011, das 13h30 às 16h30
Carga Horária:15h
Coordenação:Angélica Berenice de Almeida e Suely Feldman Bassi
Local:Av. IV Centenário, 1268 - Portão 7A - UMAPAZ -
Parque Ibirapuera
Vagas:30 – HAVERÁ
SELEÇÃO entre os 80primeiros
inscritos.
Inscrições:Os interessados podem se inscrever
de 25 a
29 de agosto enviando a ficha abaixo devidamente preenchida para o e-mail

inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br

O resultado
da seleção ocorrerá em 31 de agosto.


FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
Curso: “Alimentação Sustentável”

Envie preenchido para inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
1. NOME COMPLETO:
2. Idade 3. Sexo ( ) M ( ) F
4. RG nº Órgão: UF: 5. CPF nº
6. Escolaridade ( ) Ensino Médio ( ) Ensino Superior
7. Área de formação:
8. Setor em que trabalha:
Empresa privada ( )
Organização não governamental ( )
Órgão Público ( )
10. Se profissional da área ambiental, qual atividade que exerce atualmente:
11. Se servidor público, informe Nº RF e local onde exerce atividades:
12. Se educador, instituição em que exerce a função:
13. Endereço residencial:
14. Bairro: 15. CEP:
16. Região: ( ) Norte ( ) Sul ( ) Leste ( ) Oeste ( ) Centro ( ) Outro Município
17. E-mail:
18. Telefone fixo: 19. Telefone celular:
20. Por que deseja participar deste curso?

Especialistas associam dores nas articulações a mudanças climáticas


Edição do dia 23/08/2011
23/08/2011 08h12 - Atualizado em 23/08/2011 08h35

Especialistas associam dores nas articulações a mudanças climática

A ciência comprova: o frio provoca uma reação mais intensa dos neurônios e diminui também o fluxo de sangue para algumas regiões do corpo.












Uma pesquisa comprovou o que muita gente, por intuição, já sabia: aquela dor que aumenta de repente, principalmente em quem tem reumatismo, pode indicar mudança de tempo. É cientificamente provado: o frio provoca uma reação mais intensa dos neurônios e diminui também o fluxo de sangue para algumas regiões do corpo. Isso pode, sim, provocar uma sensação de dor. Então, se o joelho começar a latejar, é bom procurar um agasalho.
A dona de casa Maria Luiza Nascimento é dessas pessoas que poderiam fazer a previsão do tempo. “Eu percebo que vai mudar o clima porque eu começo a sentir dor muito forte nas articulações. Aí geralmente chove ou faz frio”, comenta.
A dona de casa não é exceção. “Eu sinto dor no pé, percebo uma dor na lombar”, diz uma senhora. “Não sei bem por que, mas percebo uma dor nas costas que mexeu comigo”, conta um senhor.
O que para alguns parece uma brincadeira foi comprovado pela ciência. Diversas pesquisas feitas ao redor do mundo relacionam determinadas dores a mudanças climáticas. Um estudo recente estabelece até a temperatura que mais desencadeia reações no corpo humano.
“As temperaturas abaixo de 17°C, principalmente com clima mais nublado, aumentam a incidência de dor nas pessoas que têm essa predisposição”, afirma o ortopedista José Luiz Zabeu.
Em uma clínica especializada em dores agudas, a procura por atendimentos nos meses de frio aumenta até 40%. O presidente latino-americano do Instituto Mundial de Dor, Fabrício de Assis, explica que as reações estão relacionadas à pressão atmosférica.
Quando o clima começa a mudar, a pressão atmosférica deixa os neurônios mais sensíveis. Em pessoas com reumatismo, por exemplo, as células transmitem mensagens de dor a algumas partes do corpo. Além disso, a circulação do sangue diminui.
“Existe uma diminuição do aporte de sangue para determinadas regiões, e isso no reumatismo é importante porque faz piorar a dor que piora a inflamação local também. São dois fatores: afeta a circulação local e essa mudança na pressão atmosférica”, conclui Fabrício de Assis, presidente latino-americano do Instituto Mundial de Dor.
Os médicos explicam ainda que as reações podem ocorrer em qualquer idade. As baixas temperaturas alteram também o humor. Uma dica simples para amenizar as dores é acompanhar a previsão do tempo.
“A pessoa que percebe que tem uma interferência no clima nas suas queixas de dor, seja ela portadora de artrite ou não, ela deveria, sim, acompanhar a previsão do tempo, levar um agasalho a mais na bolsa e evitar ambiente em que haja uma corrente de ar muito frio. Isso vai dar dor nela. Vale a pena na sua programação de vida, não só seu esquema de remédios e tudo mais, mas saber do tempo”, disse o ortopedista José Luiz Zabeu.
A pedagoga Maria Isabel Dias Batista segue a risca a orientação. “Uso meias de futebol que são mais quentinhas, uso uma calça projetada para neve por baixo para não sentir tanto frio. Toda vez que eu sinto frio, eu pioro os sintomas da minha artrite”, conta a pedagoga.

Brasil discute Rio+20 com Índia, China e África do Sul


25/08/2011 - 20h42

Brasil discute Rio+20 com Índia, China e África do Sul


CAROLINA SARRES
DE BRASÍLIA



Reunião entre membros do Basic (Brasil, África do Sul, Índia e China) terá como foco a aproximação dos países para a conferência Rio+20, que ocorrerá em junho de 2012, no Rio de Janeiro.
A 8º Reunião Ministerial do Basic será em Inhotim, Minas Gerais, entre sexta-feira (26) e sábado (27).
De acordo com Tovar Nunes, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, ainda que o propósito da reunião seja o ambiente, o encontro dos líderes desses países será importante para que haja coordenação além do tema ambiental.
"Vamos discutir posições para levarmos a Durban [na África do Sul, para conferência sobre mudanças do clima e Protocolo de Quioto], em novembro. Mas temos interesse em nos coordenarmos sobre o desenvolvimento sustentável, que não trata só do ambiente, mas também de inclusão social", afirmou Nunes.
Segundo o porta-voz, a conferência Rio+20 será mais ambiciosa do que a antecessora, a Eco-92, também no Rio de Janeiro.
"A reunião em Inhotim reflete bem o espírito do que esperamos para a Eco-92, que é a ousadia. Buscamos um ambiente de desenvolvimento, de estímulo ao talento e de acesso à cultura", disse Nunes.
FINANCIAMENTO AMBIENTAL
Segundo o Itamaraty, uma das maiores preocupações do Basic é a retomada das negociações sobre as fontes de financiamento para medidas ambientais em países em desenvolvimento.
De acordo com o Acordo de Copenhagen, de 2009, países desenvolvidos assumiram o compromisso de mobilizar R$ 30 milhões, no período de 2010 a 2012, e R$ 100 milhões, até 2020.
Em Inhotim, o Brasil defenderá que a principal fonte dos investimentos deverá ser pública, e não privada, como propõem os países desenvolvidos. Na última conferência sobre mudanças do clima, em Cancún, em 2010, o tema foi levado à comissão técnica. O objetivo brasileiro é que, em Durban, as discussões não tenham o mesmo destino.
De acordo com o Itamaraty, também será enfatizada a necessidade de ações governamentais para viabilizar transferência de tecnologia ambiental, com previsão de financiamento público e flexibilização de direitos de propriedade intelectual.


Reciclagem: Erguer paredes com resíduos petroquímicos e transformar compostos de enxofre descartados em insumo nobre para a indústria de cosméticos


25/08/2011 - 17h57

BA inaugura unidade para transformar resíduos em matéria-prima


GUSTAVO HENNEMANN
ENVIADO ESPECIAL A CAMAÇARI (BA)




Erguer paredes com resíduos petroquímicos e transformar compostos de enxofre descartados em insumo nobre para a indústria de cosméticos. Esses são exemplos do que se pretende fazer no Cita (Centro de Inovação e Tecnologia Ambiental), inaugurado nesta quinta-feira (25) no polo de Camaçari (BA).
Trata-se de uma aposta da Cetrel, empresa que trata efluentes e monitora o meio ambiente do complexo industrial, localizado a 50 km de Salvador.
Uma equipe de técnicos tem a missão de descobrir processos que agreguem valor comercial ao material descartado pelos clientes industriais.
A unidade, que recebeu investimentos de R$ 15 milhões da Cetrel, já desenvolve projetos para reaproveitar resíduos plásticos, metálicos, e compostos de enxofre descartados.
Os três devem ter plantas-piloto em funcionamento até o próximo ano e receberão financiamento de R$ 90 milhões do Finep, empresa do Ministério da Ciência e Tecnologia que fomenta a inovação.
No caso dos resíduos petroquímicos, o Cita desenvolveu tecnologia para produzir "madeira plástica" a partir da mistura com fibra de celulose.
O processo transformará em material de construção civil cerca de mil toneladas mensais de resina descartada pela Braskem, indústria petroquímica controlada pelo Grupo Odebrecht. A fibra de celulose virá de outra indústria instalada no polo de Camaçari.
"Resolvemos o problema da Braskem e produzimos uma material mais barato que a 'madeira plástica' feita nos EUA. Acreditamos que é possível absorver 0,5% do mercado brasileiro de madeiras, que alcança R$ 28 bilhões", diz Alexandre Machado, responsável pelo desenvolvimento e inovação em produtos.

PATENTES
Até o momento, o Cita já solicitou quatro registros de patentes e pretende apresentar outros dez nos próximos meses.
Para o diretor-presidente da Cetrel, Ney Silva, o centro representa a mudança de estratégia da empresa, que foi criada há 33 anos para "destruir resíduos" e descartar aquilo que poderia ser absorvido pela natureza.
"Mudamos a rota. A ideia é que todo o resíduo se transforme em nova matéria-prima. Desenvolvemos [os processos] em laboratório, fazemos a planta-piloto, patenteamos e depois vamos licenciar a tecnologia para alguém operar [e produzir em maior escala]", diz .
A Cetrel, que investirá de 7% a 10% de seu faturamento no novo centro, também desenvolve um projeto paralelo para produzir bioenergia a partir de resíduos do processamento da cana-de-açúcar, como a vinhaça e o bagaço.
A ideia da empresa é se tornar parceira de usinas de todo o Brasil. Uma planta-piloto já foi instalada na Paraíba e outra deve ser montada em Pernambuco.
"O propósito é gerar biogás, para depois transformá-lo em energia elétrica, o que é um passo muito curto e de baixo investimento", diz o diretor-presidente.
O repórter GUSTAVO HENNEMANN viajou a convite da Cetrel

Sustentabilidade


Evento abordará sustentabilidade

Acontece na próxima semana, de 29 a 31 de agosto, o Global Forum América Latina 2011 (GFAL).

http://www.jmnews.com.br/noticias/vamos%20ler/21,11642,25,08,evento-abordara-sustentabilidade.shtml

 

Credito: Arquivo BAWB Credito:  Arquivo BAWB

O BAWB Londrina 2010 discutiu e apresentou os principais cases de empresas que, com práticas sustentáveis, transformaram seus negócios e beneficiaram a sociedade

Acontece na próxima semana, de 29 a 31 de agosto, o Global Forum América Latina 2011 (GFAL). O evento é uma iniciativa do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) através da sua universidade corporativa, a Unindus, em parceria com a universidade americana Case Western Reserve University, de Cleveland (Estados Unidos), e tem por propósito destacar e divulgar práticas inovadoras que gerem valor aos negócios ao mesmo tempo em que incorporam as oportunidades e desafios que a sustentabilidade representa para as empresas globais.
O Fórum teve início em 2000, por uma solicitação da Organização das Nações Unidas (ONU), com o objetivo de formular um plano de desenvolvimento do pacto global. O diferencial é que a edição deste ano será virtual, o que visa contribuir para a diminuição de carbono. Todas as palestras serão transmitidas pela web e ficarão disponíveis para consultas através de uma plataforma na internet.
O GFAL 2011 abordará três principais temas: educação na sustentabilidade, sociedade inovadora e design thinking. Em que a gestão da educação deve inovar para que surja a cultura de uma sociedade sustentável? É uma das questões que serão abordadas durante o evento.
Dentre os palestrantes, estarão a coordenadora do Núcleo e Agência Ambiental da Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), Waverli Maia Matarazzo-Neuberger; o fundador do The Natural Step, metodologia focada no desenvolvimento de ações, projetos e processos sustentáveis, o sueco Karl Henrik Robert; o especialista em quantificar e vender o valor das estratégias de sustentabilidade para as empresas, o canadense Bob Willard; e a americana líder no campo da educação para a sustentabilidade, tendo trabalhado extensivamente com educadores e administradores ao redor do mundo, Jaimie Cloud.
O Global Forum América Latina 2011 é gratuito, e as inscrições podem ser feitas através do site www.globalforum.com.br.

Fonte: Comunicação Social - Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP)

Sapatos energéticos





São cerca de 20 watts de potência gerados pelo dispositivo instalado 
 nos sapatos de um homem adulto, durante uma caminhada em ritmo 
normal. [Imagem: Krupenkin/Taylor]

SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Sapatos usam nova técnica para gerar energia para aparelhos portáteis. 25/08/2011. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=sapatos-geram-energia. Capturado em 26/08/2011.

Redação do Site Inovação Tecnológica - 25/08/2011

Sapatos energéticos 

Há poucos dias, pesquisadores apresentaram um sapato-gerador, capaz de produzir energia usando músculos artificiais

O Dr. Tom Krupenkin e seu colega J. Ashley Taylor, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, também estão de olho nos sapatos, mas adotaram uma técnica diferente. 

Krupenkin e Taylor trabalham há bastante tempo com a manipulação de gotas de líquido em nanoescala, o que os levou a desenvolver um material anti-congelante e outro capaz de repelir virtualmente qualquer líquido

Sapatos usam nova técnica para gerar energia para aparelhos portáteis






Em outra linha, pesquisadores vêm trabalhando há bastante tempo com um fenômeno chamado eletroumectação, a capacidade de controlar eletricamente como os líquidos interagem com superfícies sólidas, o que tem rendido bons frutos na área de papel eletrônico e telas flexíveis

O que os dois pesquisadores fizeram foi inverter esse processo, criando a "eletroumectação reversa". 

Eletroumectação reversa 

Em vez de usar a eletricidade para a manipulação das gotas, como na eletroumectação, os dois cientistas estão usando as gotas para gerar eletricidade.
A energia mecânica é convertida em energia elétrica usando um dispositivo microfluídico - fluidos circulando no interior de microcanais.
As microgotas no interior do dispositivo interagem com um substrato feito com múltiplas camadas nanométricas de um material dielétrico, gerando uma carga eletrostática.
Sapatos ganham nova técnica de geração de energia

A energia mecânica é convertida em energia elétrica usando um dispositivo microfluídico - fluidos circulando no interior de microcanais. [Imagem: Krupenkin/Taylor]

"Em sua essência, o processo de eletroumectação reversa é conceitualmente simples. A gota e os eletrodos são conectados a um circuito elétrico externo que fornece uma tensão de polarização constante entre a gota e o eletrodo.
"O acionamento mecânico externo é usado para mover a gota de forma a forçar uma diminuição da sua sobreposição com o eletrodo revestido com o filme dielétrico. Isto resulta na diminuição da carga total que pode ser mantida na interface líquido-sólido da gota.
"A carga elétrica excessiva, então, flui de volta através do circuito elétrico que conecta a gota e o eletrodo, gerando uma corrente elétrica que pode ser utilizada para alimentar uma carga externa," explicam os pesquisadores em seu artigo.

Colheita de alta densidade
A grande vantagem dessa abordagem é a alta densidade energética alcançada, de até 103 W m-2.
Isso se traduz em cerca de 20 watts de potência gerados pelo dispositivo instalado nos sapatos de um homem adulto, durante uma caminhada em ritmo normal.
Esta é a primeira solução no campo da chamada colheita de energia que oferece potência nessa faixa.
Embora já existam diversos sensores e equipamentos menores sendo alimentados por micro e nano-geradores, há uma demanda crescente por um dispositivo capaz de alimentar aparelhos maiores, incluindo o recarregamento de baterias de tablets e netbooks.
Krupenkin e Taylor estão entusiasmados com os resultados obtidos, já tendo fundado sua própria empresa, a InStep NanoPower, para tentar comercializar a tecnologia.
O maior desafio agora é encontrar uma forma prática de ligar os sapatos aos aparelhos a serem alimentados ou recarregados.
Bibliografia:

Reverse electrowetting as a new approach to high-power energy harvestingTom Krupenkin, J. Ashley TaylorNature Communications23 August 2011Vol.: 2, Article number: 448DOI: 10.1038/ncomms1454

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Merenda verde!


Escolas municipais testam merenda sem carne

  • 24 de agosto de 2011 | 
  • 23h31 | 
autoria: MARICI CAPITELLI

Um dia por semana a merenda dos alunos da rede municipal poderá ser vegetariana. A Secretaria Municipal de Educação está realizando estudos para descobrir como a proteína animal pode ser substituída de uma maneira que agrade ao paladar das crianças. Os pratos serão testados em escolas com alunos de todas as idades e perfis socioeconômicos diferentes na cidade.
Os trabalhos para que a merenda escolar ficasse sem proteína animal pelo menos um dia começaram em 2009. Foram feitas seis reuniões entre nutricionistas do Departamento de Merenda Escolar da secretaria e assessores do vereador Roberto Tripoli (PV), que é autor da proposta.
O pedido do parlamentar para que a secretaria adotasse alimentos vegetarianos surgiu a partir de pesquisas feitas pela Comissão de Estudos Sobre Animais da Câmara Municipal, que atuou durante cinco meses. Os trabalhos abordaram, entre outros assuntos, o impacto ambiental provocado pela indústria frigorífica. Os benefícios de uma alimentação saudável também foi discutida por profissionais de várias áreas.
No ano passado, a secretaria recebeu no orçamento uma emenda de R$ 500 mil para dar andamento ao projeto. Entretanto, nenhuma medida prática foi tomada pela pasta, de acordo com o gabinete do vereador.
O parlamentar afirmou que, ontem, o secretário de Educação, Alexandre Schneider, deu-lhe a garantia de que o projeto será implantado. Na semana que vem será feita uma reunião para acertar os detalhes. “Na verdade, gostaria que as crianças pudessem ter na rede uma opção de merenda vegetariana se elas assim preferirem. É um direito delas”, avalia Tripoli.
A Secretaria Municipal de Educação informou em nota que, “neste momento, o Departamento de Merenda Escolar está preparando os testes, definindo as datas de sua aplicação e escolhendo as escolas-piloto. O próximo passo é o de implantar o programa em toda a rede municipal, desde que os testes se mostrem satisfatórios”. A maior preocupação de alguns técnicos é fazer com que as crianças gostem do sabor dos alimentos substitutos.
Marly Winckerler, presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira, disse que a entidade tem acompanhado o projeto. “É uma medida espetacular, mesmo que seja um único dia, porque isso fará com que a sociedade possa refletir sobre os benefícios que a dieta sem carne traz para a saúde.”
A ideia de ficar um dia sem carne na merenda não preocupa os alunos. “Eu acho muito bom ter um dia sem carne porque protege os animais da morte e cuida da natureza. Mesmo em casa eu não gosto de comer muita carne, acho enjoativo”, afirma um aluno da 6.ª série da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) José Mario Pinto Duarte, em Perdizes, zona oeste.

Chuvas e os investimentos em drenagem em São Paulo


Prefeitura de São Paulo dispõe de R$ 3 bilhões para obras de urbanização; metade irá para drenagem

25/08/2011 - 03h30


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/me2508201101.htm

autoria: MARIA CRISTINA FRIAS - cristina.frias@uol.com.br


A Prefeitura de São Paulo tem cerca de R$ 3 bilhões em carteira para obras de urbanização, boa parte delas em processo de licitação.
Desse volume, cerca de R$ 1,5 bilhão representa investimento em drenagem, de acordo com Elton Santa Fé Zacarias, secretário de Infraestrutura Urbana.
"São obras para resolver problemas de enchentes em diversos pontos da cidade e envolvem canalização de córregos, a construção de piscinões e, em alguns casos, moradias para famílias que estavam nas áreas atingidas."
Dada a limitação decorrente do volume de endividamento, a Prefeitura depende dos governos estadual e, principalmente, federal para obras maiores.
"Obras de porte não têm mais condições de serem feitas só com os recursos da Prefeitura." O principal interlocutor no governo Dilma Rousseff tem sido o Ministério das Cidades.
A Prefeitura paulistana finaliza a licitação para construir 150 escolas em todas as regiões da periferia.
Com o investimento de mais de R$ 600 milhões apenas para erguer as escolas, o governo municipal pretende acabar com o terceiro turno, o chamado "turno da fome", das 11hs às 15hs.
De início, eram 40 construtoras, algumas em consórcios, a participar do processo. As obras estão divididas em 15 lotes. No dia 5 de se­tembro, abrem-se os envelo­pes da concorrência e, até o final de setembro, as obras devem estar contratadas.

Roupa suja 2: Você sabe o que é um nonilfenóis-etoxilados? E a fiscalização por aqui como fica?


23/08/2011 - 15h29

Greenpeace encontra resíduo tóxico em roupas de grife feitas na China

DA FRANCE PRESSE


http://www1.folha.uol.com.br/mercado/964025-greenpeace-encontra-residuo-toxico-em-roupas-de-grife-feitas-na-china.shtml


Resíduos de produtos químicos perigosos tanto para o ambiente quanto para a saúde foram encontrados em produtos de 14 grandes marcas de roupa, denunciou nesta terça-feira a organização ambientalista Greenpeace em seu relatório "Roupa suja 2".


35 marcas de roupa são investigadas por trabalho irregularEditora de Moda comenta trabalho irregular em confecções da Zara
Análises em amostras de roupa de marcas como Adidas, Uniqlo, Calvin Klein, H&M, Abercrombie & Fitch, Lacoste, Converse e Ralph Lauren evidenciaram a utilização de produtos químicos conhecidos como nonilfenóis-etoxilados em sua fabricação, alertou a organização.
O ativista do Greenpeace Li Yifang disse que o nonilfenol etoxilado, comumente usado em detergentes industriais e na produção de têxteis naturais e sintéticos, foi detectado em dois terços das amostras analisadas.
"O nonilfenol etoxilado tem propriedades tóxicas, persistentes, e causa transtornos hormonais", disse Li à imprensa, em Pequim.
"Ele mimetiza os hormônios femininos, altera o desenvolvimento sexual e afeta os sistemas reprodutivos", assegurou.
Aos componentes deste produto químico se deve a estendida "feminização" de peixes machos em partes da Europa, bem como transtornos hormonais em alguns mamíferos, segundo a WWF, outra organização protetora da biodiversidade.
O Greenpeace informou ter comprado 78 peças de roupa dessas marcas, a maioria fabricada em China, Vietnã, Malásia e Filipinas e em outros 18 países, e as submeteu a testes científicos.
"Até mesmo em baixos níveis representam uma ameaça para o meio ambiente e para a saúde humana", disse Li.
"Não é só um problema para o desenvolvimento dos países onde é fabricada" a roupa. É que, na lavagem, essas peças desprendem níveis residuais de nonilfenol etoxilado, o que afeta os países onde de fato seu uso é proibido, alertou.
O uso desses produtos químicos é restrito na Europa.

ADIDAS
Por ocasião da divulgação do informe, ativistas do Greenpeace entraram em uma loja da Adidas em Hong Kong para pedir à marca que elimine o uso de produtos químicos perigosos em seus produtos e para que seus clientes potenciais pensem antes de comprar seus produtos.
A Adidas também esteve na mira do relatório anterior do Greenpeace, intitulado "Roupa suja", divulgado no mês passado, no qual acusou o fabricante de contaminar grandes rios da China com dejetos químicos.
Doze ativistas do Greenpeace vestidos com uniforme de árbitros de futebol entraram, em meio a apitaços, em uma das lojas mais movimentadas da Adidas, na cidade do sul da China.
Ali, distribuíram panfletos da campanha aos clientes e exibiram cartões amarelos para os funcionários da loja, pedindo à marca que "jogue limpo".
Oito amostras de água, coletadas nas duas fábricas situadas nos deltas dos rios Yangtzé e Pérola, contêm um "coquetel de substâncias químicas perigosas", alertou a ONG no relatório do mês passado.
Nike e Puma, outras grandes marcas de roupa esportiva, asseguraram desde então que eliminarão o uso de agentes químicos tóxicos de seus produtos até 2020, mas a Adidas não o fez, segundo a porta-voz do Greenpeace, Vivien Yau.
A Adidas Hong Kong não respondeu aos telefonemas para fazer comentários.
Mas a empresa havia dito anteriormente que utiliza o grupo Youngor, um dos fabricantes acusados, apenas para cortar e costurar as peças, e não para fabricá-las, embora tenha pedido a Youngor que investigue as denúncias do Greenpeace.
A companhia acrescentou, ainda, que tem uma política de evitar substâncias perigosas.
No entanto, Yau disse que como segunda maior marca de roupas esportivas, a "Adidas tem a obrigação de desintoxicar sua cadeia de fornecimento mundial".
"Até agora, a marca não fez nada, apesar das nossas demandas repetidas, o que realmente é inaceitável", destacou.

O incêndio, ocorrido em Ribeirão Preto, acabou com 60% do banco genético, que tem um total de 3.375 árvores

O incêndio, ocorrido em Ribeirão Preto, acabou com 60% do banco genético, que tem um total de 3.375 árvoresO incêndio, ocorrido em Ribeirão Preto, acabou com 60% 
do banco genético, que tem um total de 3.375 árvores

Silva Junior/Folhapress

24/08/2011 - 11h25

Incêndio em mata experimental prejudica 15 pesquisas da USP


ELIDA OLIVEIRADE RIBEIRÃO PRETO



Uma área de 27 hectares do maior banco genético de floresta mesófila semidecidual do país, a mata atlântica do interior, foi destruída por um incêndio na semana passada. Ao menos 15 pesquisas da USP foram prejudicadas.
O incêndio, ocorrido em Ribeirão Preto, acabou com 60% do banco genético, que tem um total de 3.375 árvores.
Suspeita-se que algumas das atingidas eram os últimos exemplares de sua espécie, já que elas são raras na região.
"Era uma coleção de espécies nativas coletadas em mais de 400 remanescentes de mata", diz Elenice Mouro Varanda, coordenadora do Ceeflor (Centro de Estudos e Extensão Florestal) da USP em Ribeirão Preto.
"A perda é inestimável", avalia Paulo Kageyama, do Departamento de Ciências Florestais da Esalq/USP. Segundo ele, as espécies foram recolhidas em áreas que hoje não têm mais mata, devido ao avanço da agricultura.
Ao longo de 13 anos, foram coletadas 45 espécies de árvores, entre elas ipês, jequitibás, jacarandás, jenipapos e jatobás, cada uma delas com 75 exemplares.


Ao contrário de outros bancos de floresta, as espécies plantadas na USP seguiam um modelo matemático para que as árvores de uma mesma espécie ficassem a 30 metros de distância uma da outra, para evitar a polinização cruzada e manter a variabilidade genética.
As sementes e mudas produzidas ali eram enviadas a áreas de reflorestamento.
"Quando a gente entende a evolução do ecossistema recém-plantado podemos agir para acelerar outros processos de restauração florestal", diz José Ricardo Barosela, doutorando da USP.
A pesquisa de Barosela e outras 14 que estavam em andamento terão de ser refeitas ou concluídas sem os dados vindos do banco genético.
Segundo Varanda, será preciso esperar as chuvas e a recuperação natural das árvores para saber quais foram totalmente queimadas pelo fogo e quais vão rebrotar. "Só depois vamos contabilizar os danos causados."
As espécies replantadas levarão ao menos dez anos para atingir a maturidade.
Além da perda no banco genético, mais 6 hectares reflorestados foram atingidos.



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A ideia é reduzir o número de fumantes de 15,1% para 9% até 2022


Saúde - 23/08/2011 - 10h53

Governo pretende reduzir o número de mortes com doenças crônicas

http://www.pantanalnews.com.br/contents.php?CID=74879





Por Redação Pantanal News/Portal Educação
Governo quer reduzir 2% ao ano o número de mortes causado com as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), entre elas o câncer, diabetes e doenças cardiovasculares como infarto e AVC. O anúncio veio do ministro da saúde, Alexandre Padilha, após o lançamento do plano de ações à DCNT. A meta deve durar 10 anos.

As doenças crônicas são as que mais matam no Brasil e no mundo. Em 2009, 72% dos óbitos foram causados por elas, num total de 742 mil pessoas e, em nível mundial, segundo o governo. A estimativa é que as doenças crônicas sejam responsáveis por 63% das mortes, sendo que 1/3 tem menos de 60 anos.

Para chegar a essa redução, o governo prevê uma série de ações, sobretudo, nos fatores de risco. O ministro quer reduzir a obesidade no Brasil incentivando a atividade física, além da ampliação de diagnósticos e tratamento para câncer, assim como reestruturar a rede de urgência e emergência para dar conta das situações de doenças cardiovasculares.

“Com esse novo plano de ações de combate às Doenças Crônicas Não Transmissíveis haverá uma redução no número de casos destas doenças, porém a população brasileira também deve realizar a sua parte, melhorando os hábitos de vida”, enfatiza o enfermeiro, tutor do
Portal Educação, Alisson Daniel.

Um dos fatores que imperam sobre essa estimativa de redução é a obesidade que atinge não só adulto, mas também as crianças. Dados indicam que 16% das crianças de 5 a 9 anos são obesas. A meta é reduzir este índice pela metade. Outra problemática é com o tabaco e o álcool, as campanhas publicitárias do governo continuarão a reforçar o desligamento do vício. E, no caso do cigarro, a pasta pretende trabalhar para elevar a carga tributária do produto, dos atuais 60% para 81%. A ideia é reduzir o número de fumantes de 15,1% para 9% até 2022.

De contra partida, o Plano Nacional vai fazer a sua parte. A proposta é distribuir gratuitamente remédios para diabetes e hipertensão arterial, aumentar os impostos sobre o cigarro, incentivar a prática de atividade físicas dentro do Programa Academia da Saúde, realizar exames preventivos e acordos com a indústria alimentícia para redução do sal e gordura trans nos alimentos.

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Cientistas calculam quantas espécies existem na Terra: Só 8,7 milhões!





Terra tem 8,7 milhões de espécies, indica estudo na estimativa mais precisa já feita sobre a vida no planeta (Bathocyroe fosteri, exemplo do filo Ctenophora / foto:Marsh Youngbluth)

Cientistas calculam quantas espécies existem

24/08/2011

http://agencia.fapesp.br/14383

Agência FAPESP – Cientistas acabam de estimar quantas espécies existem na Terra. O total chegaria a 8,7 milhões, com 1,3 milhão a mais ou a menos.

Apesar do tamanho da margem de erro, é o cálculo mais preciso já feito sobre a presença de vida no planeta. Até então, as estimativas giravam entre 3 milhões e 100 milhões.

Dos 8,7 milhões, 6,5 milhões são espécies terrestres e 2,5 milhões, marinhas. Para a ciência, os números representam um desafio gigantesco, uma vez que a grande maioria ainda não foi classificada ou mesmo descoberta.

Os números foram divulgados pelo Censo da Vida Marinha, uma rede de pesquisadores de mais de 80 países em uma iniciativa de dez anos focada na diversidade, distribuição e abundância de vida nos oceanos. Estão em artigo publicado na revista PLoS Biology.

“A questão de quantas espécies existem tem intrigado cientistas há séculos e a resposta, somada a pesquisas em distribuição e abundância de espécies, é particularmente importante nesse momento, uma vez que diversas atividades e influências humanas estão acelerando as taxas de extinção”, disse Camilo Mora, da Universidade do Havaí, um dos autores do estudo.

“Muita espécies podem desaparecer antes mesmo que saibamos de sua existência, de seu nicho particular ou de sua função em ecossistemas”, alertou.

Os autores do estudo destacam que a mais recente Lista Vermelha, feita pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, estima que 19.625 espécies estão classificadas como ameaçadas. Isso de uma amostragem total de 59.508, ou menos de 1% do total agora estimado de espécies.

“Sabemos que o número exato de livros na Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos em 1º de fevereiro de 2011 era de 22.194.656, mas não somos capazes de dizer, mesmo em uma ordem de magnitude, quantas espécies distintas de plantas e animais dividem o mundo conosco”, disse Lord Robert May of Oxford, ex-presidente da Royal Society.

Desde que o sueco Carl Linnaeus (1707-1778) publicou, em 1758, um sistema usado até hoje para classificação biológica, cerca de 1,25 milhão de espécies – aproximadamente 1 milhão em terra e 250 mil nos oceanos – foram descritas e seus dados estão disponíveis em bancos de dados. Outras cerca de 700 mil foram descritas mas ainda não publicadas.

Segundo o estudo, do total estimado de 7,77 milhões de espécies de animais, apenas 953.434 foram descritas e catalogadas. Das espécies marinhas, 11% foram descritas e catalogadas. Entre as plantas o conhecimento é muito maior: das estimadas 298 mil espécies, 215.644 foram descritas e catalogadas.

Mais informações e inscrições: www.coml.org.

O artigo How Many Species Are There on Earth and in the Ocean? (doi:10.1371/journal.pbio.100112), de Camilo Mora e outros, pode ser lido em www.plosbiology.org.


Paraná deve perder cerca de 40% de sua produção de inverno por problemas climáticos

24/08/2011 - 03h30

Clima derruba a safra de inverno no Paraná



Segundo maior produtor de milho safrinha do país, atrás de Mato Grosso, o Paraná deve perder cerca de 40% de sua produção de inverno por problemas climáticos.








autoria: MAURO ZAFALON - mauro.zafalon@uol.com.br

Clima derruba a safra de inverno no Paraná

Segundo maior produtor de milho safrinha do país, atrás de Mato Grosso, o Paraná deve perder cerca de 40% de sua produção de inverno por problemas climáticos.
A ocorrência de duas geadas no Estado -uma em julho e outra neste mês- prejudicou a segunda safra de milho em quantidade e em qualidade. Agora, a chuva, constante há pelo menos cinco dias, atrasa a colheita.
Segundo a Seab (Secretaria de Agricultura do Paraná), até a semana passada 55% das áreas cultivadas com milho haviam sido colhidas. Na média das últimas três safras para esta época do ano, esse percentual foi de 74%.
A estimativa do órgão para a produção no Estado é de 5,19 milhões de toneladas, 37% abaixo do potencial de 8,19 milhões de toneladas. Parte dessas perdas já foi computada pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) no início deste mês. Mas, caso a chuva persista, o dano pode ser maior ainda.
A situação também é preocupante no caso do trigo, que ainda está em estágio de maturação. A Seab prevê uma quebra de, no mínimo, 12% na produção de trigo, estimada em 2,53 milhões de toneladas, mas já admite revisão.
"Se a chuva continuar por mais três ou quatro dias, vamos ter mais prejuízos", diz Otmar Hubner, da Seab.
O feijão, cuja colheita já terminou, também sofreu com as geadas. Os produtores paranaenses que plantaram tardiamente perderam de 35% a 40% da produção, o que prejudica o abastecimento no Estado e contribui para a alta de preço em todo o país. Neste mês, o preço do feijão sobe 26%, em média, segundo pesquisa da Folha.

PRATA
-2,40%
Ontem, em Nova York
OURO
-1,61%
Ontem, em Nova York

Efeito seca Enquanto a chuva atrapalha a colheita no Sul do Brasil, a seca nos EUA prejudica a produtividade da safra de grãos. E a expectativa sobre a produção americana sustenta os preços em Chicago. Nesta semana, a soja sobe 3,7% e o milho, 2,3%.

Altos estoques 1 A oferta de carnes nos EUA está em um nível muito superior ao do ano passado. Em julho, os estoques de carne bovina do país estavam 8% acima dos do mesmo mês de 2010.

Altos estoques 2 No caso da carne suína, os estoques estão 16% maiores neste ano. No caso da de frango, o aumento é de 14%, informou ontem o Usda (Departamento de Agricultura dos EUA).

Recuperação O petróleo voltou a subir ontem em Nova York e atingiu US$ 85,44 por barril (mais 1,2%). A expectativa do anúncio de novos estímulos à economia americana estimulou a valorização, pois permanece a incerteza sobre o retorno da Líbia no fornecimento da commodity.

Quem paga mais Apesar da alta de 5% do álcool nas usinas na semana passada, o açúcar remunerou o produtor 47% mais que o anidro. Em relação ao hidratado, a vantagem do açúcar é de 60%, segundo o Cepea.

Em alta Ontem, o açúcar fechou estável em Nova York, mas nesta semana sobe 10%.

DE OLHO NO PREÇO
COTAÇÕES

Mercado Interno

Trigo
(R$ por saca) 27,53
Algodão
(R$ por arroba) 18,60

Nova York

Algodão
(cent. de US$)* 105,14
Café
(cent. de US$)* 268,85

*por libra-peso

TATIANA FREITAS (interina) com KARLA DOMINGUES

Mulheres entrarão em extinção, diz estudo da ONU!



Mulheres entrarão em extinção, diz estudo da ONU


David W Cerny/Reuters

Garotos observam mulher tomando sol; sexo feminino será artigo de
 luxo se taxas de natalidade não mudarem





23/08/2011 - 
18h54
DE SÃO PAULO



Você, pobre leitora que não consegue namorado, pode comemorar, porque tempos melhores vêm por aí.

De acordo com um estudo elaborado pela ONU, as mulheres serão artigo de luxo e ficarão cada vez mais disputadas porque --pasmem-- entrarão em extinção.
O estudo, reproduzido na "Economist", diz que as mulheres não terão filhas suficientes para substitui-las, a não ser que as taxas de fertilidade mudem radicalmente nos 83 países e territórios pesquisados.
Em Hong Kong, por exemplo, um grupo de mil mulheres daria à luz 547 meninas com as taxas de fertilidade atuais. Essas 547 meninas dariam origem a apenas 299 crianças do sexo feminino e assim por diante.
Nos cálculos da "Economist", que levou em conta também a idade média em que as mulheres têm filhos em cada país, em 25 gerações a população feminina do país passará de 3,75 milhões para apenas uma, que nascerá no ano 2.798.
Pelos mesmos cálculos, países como Japão, Alemanha, Rússia, Itália e Espanha não verão o próximo milênio.
Mas, calma, dos países pesquisados, o Brasil é o que está na melhor situação.
Por aqui, a última mulher só vai nascer por volta do ano 5.000.