sábado, 19 de julho de 2014

Expectativas sobre a sustentabilidade

Expectativas sobre a sustentabilidadehttp://www.clientesa.com.br/estatisticas/54718/expectativas-sobre-a-sustentabilidade/imprimir.aspxEngajamento de CEOs e clientes sobre o assunto são desconexas
Apenas um terço dos clientes analisa regularmente a sustentabilidade em suas decisões de compras, de acordo com um estudo global da Accenture e Havas Media. Que também procurou revelar as razões para a diferença de expectativas entre empresários e consumidores de produtos e serviços sustentáveis. O relatório, From Marketing to Mattering, é baseado em um levantamento de 30 mil consumidores de 20 países e foi comissionado em resposta e em conjunto para o UN Global Compact-Accenture CEO Study on Sustainability, publicado em 2013, no qual dois terços dos CEOs admitiram que as empresas não estavam fazendo o suficiente para enfrentar os desafios da sustentabilidade, semelhante aos 73% dos consumidores que na última pesquisa afirmaram que as empresas estão falhando em cuidar do planeta e da sociedade.

Ambos os estudos revelam que, embora os CEOs vejam o engajamento com os consumidores como o fator mais importante para motivá-los a acelerar seus progressos em termos de sustentabilidade, eles estão ainda fora de compasso com o que motiva os clientes a comprar produtos e serviços sustentáveis. Ao todo, 81% dos CEOs acreditam que a reputação de suas empresas sobre sustentabilidade é importante para o público. Contudo, a nova pesquisa mostra que menos de um quarto (23%) dos clientes relatam procurar regularmente informação sobre o desempenho em sustentabilidade das marcas consumidas. Apenas 32% dos consumidores afirmam que ´muitas vezes´ ou ´sempre´ consideram o fator sustentabilidade em suas decisões de compra. 

Dos entrevistados, 85% dos indianos e 66% de chineses consideram que a sua qualidade de vida irá melhorar nos próximos cinco anos. 73% dos indianos e 79% dos chineses afirmam comprar ativamente de marcas responsáveis. Em comparação, 37% dos europeus ocidentais e 51% dos norte-americanos consideram que a sua vida vai melhorar ao longo do mesmo período e apenas 49% e 44%, respectivamente, disseram que compram ativamente de marcas responsáveis. Entre os consumidores brasileiros que participaram da pesquisa, 73% disseram que irão considerar os fatores relacionados à sustentabilidade em suas compras nos próximos 12 meses, enquanto 46% já avaliam o desempenho sustentável das empresas e 34% procuram ativamente por informações relacionadas.

"Os consumidores das economias emergentes percebem uma ligação direta entre os produtos comprados e a qualidade de suas vidas", disse Sharon Johnson, CEO da Havas. "Eles também sofrem as consequências negativas da produção irresponsável e de corrupção, de forma mais imediata. Nas economias maduras, onde estes links são mais fracos, as marcas não podem mais ganhar os consumidores através da promoção de suas credenciais sustentáveis. As pessoas têm muito mais conhecimento sobre os produtos e sobre as empresas. Para serem significativas hoje em dia, as marcas devem criar produtos e serviços que palpavelmente fazem a diferença para a vida das pessoas enquanto preenchem os critérios sustentáveis. Para todos os consumidores, o significado é o que importa. Ser uma corporação ou marca com sentido e critério não é mais baseado em como você distribui o seu dinheiro; mas sim sobre como os negócios são realizados." 
"Os consumidores claramente desempenham um papel-chave para ajudar a motivar os líderes empresariais na tomada de decisões, reforçar os cases de negócio para a sustentabilidade corporativa, e afetam diretamente o core business da empresa e estratégias relacionadas", disse Georg Kell, diretor executivo da UN Global Compact. "Como as empresas criam e desenvolvem produtos e serviços, e comunicam ao consumidor, no entanto, serão fatores críticos no caminho rumo à sustentabilidade com base em princípios universais em todas as transações de mercado".

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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Apartamentos verdes: já pensou morar em um?

Apartamentos verdes: já pensou morar em um?
[17-07-2014
http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=casa&id=32943

O Brasil já é o 5º país no ranking mundial de empreendimentos “verdes”, segundo dados da Green Building Council (GBC Brasil), responsável por fomentar esse mercado no país. Ainda de acordo com a instituição, este tipo de empreendimento – que busca colaborar com o meio ambiente adotando medidas sustentáveis e ecologicamente corretas tanto na obra como no dia a dia – representa apenas 1% do total de edificações construídas no país. No entanto, a procura por edifícios sustentáveis é crescente e cada vez mais pessoas buscam alternativas sustentáveis para suas casas e espaços de trabalho. Diante desta realidade, você já pensou em morar um apartamento “ecologicamente correto”? Em Cascavel, no Paraná, o primeiro residencial sustentável da cidade – edifício Rosa dos Ventos – além de beneficiar o meio ambiente, tem impacto direto no bolso do morador.
De acordo com Laila Rotter, diretora de marketing da CSD Ideias, responsável pela criação do empreendimento, o sistema de geração de energia solar e eólica, possuem potencial para uma economia estimada de até R$ 1.000,00 por mês na conta de energia elétrica do condomínio. “A garantida deste sistema é de aproximadamente 20 anos, ou seja, ao longo de sua vida útil ele pode gerar uma economia de R$ 240.000,00 para o edifício, que é quase duas vezes o seu custo”, detalha Laila.
Além da energia, a economia também é sentida no reaproveitamento da água da chuva, que possibilitará a irrigação das áreas verdes do edifício e lavagem das calçadas. “Isso tudo gera uma redução de gastos com o condomínio e manutenção de áreas comuns”, complementa.

No apartamento

Além da economia em todo o prédio, a redução de gasto também ocorre de forma específica nos apartamentos: na conta de gás, em razão do aquecimento solar da água dos chuveiros, na conta de água com o poço artesiano e na de energia elétrica, com a menor necessidade de iluminação artificial durante o dia e de uso de ar condicionado devido às aberturas maiores e em posições estratégicas.
Laila ressalta ainda, que a menos de um ano da entrega do empreendimento – prevista para abril de 2015 – ele está sendo vendido com preços até menores do que outros lançamentos imobiliários de padrão semelhante, mas que não oferecem os mesmos sistemas de sustentabilidade. “Além disso, dados do GBC apontam que a valorização destes edifícios é 10 a 20% maior que a dos empreendimentos comuns, mas temos casos no sul do país onde este número chegou a 100% só no período entre o lançamento e a entrega do edifício”, exemplifica Laila.


Para o meio ambiente


O edifício conta com painéis fotovoltaicos para geração de energia e aquecimento de água, captação da água de chuva, gerador eólico, calçamento permeável que permite que água volte para o lençol freático, além da maximização do aproveitamento dos recursos naturais, como a luz do sol e o vento. “A escolha da vidraça – mais espessa do que os edifícios convencionais – propicia o aproveitamento máximo da iluminação natural do sol durante todas as estações do ano”, explica o arquiteto e urbanista Caio Smolarek Dias.

Isso ocorre pelo posicionamento dos blocos em forma de “L”, que recebe tanto o sol do Verão, quanto do Inverno. Já a posição em que o edifício é construído, somado às janelas maiores, também propicia a climatização dos apartamentos sem a necessidade do uso de ar condicionado, já que todos os apartamentos recebem a corrente do vento que corta a cidade de Cascavel em sentido diagonal. “Este corte diagonal que o vento faz na cidade também propiciou a inserção de um gerador eólico no edifício”, finaliza Caio.

Sobre o Edifício Rosa dos Ventos


O Rosa dos Ventos é um edifício em construção na cidade de Cascavel e tem como objetivo oferecer sustentabilidade associada ao design contemporâneo, baixo custo de condomínio e maior área privativa. Os 20 apartamentos do prédio concebem o uso consciente dos recursos naturais por meio da captação de energia eólica e solar, para iluminação de ambientes e aquecimento de água dos chuveiros, além da coleta de água das chuvas para irrigação das áreas verdes e lavagem de calçadas.


Sobre a CSD Ideias


Criada há pouco mais de um ano em Cascavel, a CSD Ideias tem como objetivo estruturar negócios imobiliários que ofereçam rentabilidade a investidores, baseados no conceito, na sustentabilidade e no design. Além disso, o grupo oferece construções de alta qualidade, focados em quem irá morar, além de disseminar a construção sustentável, com baixo impacto no meio ambiente.

Com pior IDH do país, população de Alagoas pede mais investimento em saúde e educação

Com pior IDH do país, população de Alagoas pede mais investimento em saúde e educação


16/07/2014 - O Globo - Por Odilon Rios Blog Terra Magazine
Estado precisa de recursos também na área de Segurança 

Anderson Gabriel da Silva: escândalo para arrumar vaga na UTI e internar pai no maior hospital público


Maceió— Na análise da previsão de gastos dos nove candidatos ao governo de Alagoas (R$ 142,5 milhões), chama atenção o contraste entre a corrida milionária por votos e o dia a dia dos eleitores do estado com o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil — 0,631 —, onde muitas pessoas se apinham na porta do maior hospital público do estado em busca de atendimento.  Na manhã de ontem, Anderson Gabriel da Silva, de 30 anos, era um deles.  Ele esperava notícias do pai, Jorge Gabriel da Silva, de 49, internado na UTI do Hospital Geral do Estado.  Com o pai sujo de fezes na maca do hospital e o mau cheiro, ele conta que precisou apelar para conseguir uma vaga na UTI.

— Fiz um escândalo para que eles pusessem uma fralda em meu pai e lençóis limpos, e o levassem para a UTI — disse.

Jorge está internado na área vermelha — para doentes com risco de morte.

— É tudo péssimo.  Não saio daqui enquanto não souber como está meu pai — comentou Anderson, que veio do interior de Alagoas e não tem o que comer nem onde dormir na capital: — Mais Saúde, moço.  A gente precisa de Saúde, de medicamento.  As pessoas precisam de assistência.  Não é certo viver assim.

ESTADO QUE MAIS MATA

Lucimeire dos Santos: ‘Sinto falta de escola nos dois horários para minhas netas’

Lucimeire dos Santos é avó.  Cata o sururu de capote, um marisco que vive na lama do fundo da Lagoa Mundaú, no bairro Virgem dos Pobres, onde mora.  Ele é retirado da lama envolvido em uma casca, chamada de capote, e é torrado para abrir.  É vendido em latas de leite em pó reaproveitadas.  Cada uma sai a R$ 5.  Os carros de luxo param à beira da lagoa para comprar.  O marisco é revendido nos restaurantes de Maceió.  Um prato não sai a menos de R$ 25.  Regina tem 6 anos e é neta de dona Lucimeire.  Em Virgem dos Pobres, quem manda é o tráfico de drogas que não tem rosto, só nome.  A lei do silêncio impede Lucimeire de falar desse assunto.  A menina estuda na Escola Municipal Nossa Senhora Aparecida, no bairro de Ponta Grossa, a dois quilômetros de distância.

— Sinto falta da escola ser nos dois horários.  Minha neta entra às 7h e sai às 10h30m.  Se tivesse aula à tarde seria bom, sairia daqui, seria gente — disse Lucimeire.

Os nove candidatos ao governo de Alagoas prometem implantar escolas em tempo integral.  E mais segurança.  Números do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, sigla em inglês), divulgados em dezembro do ano passado, mostram que, se Alagoas fosse um país, seria o pior do mundo em leitura, ciência e matemática.

Na Segurança, números do Ministério da Justiça e do Mapa da Violência 2014 mostram que o estado é o que mais mata no Brasil: mais de mil assassinatos este ano, 70% entre 18 e 24 anos.

Acampados na porta do Palácio Floriano Peixoto, sede do governo, integrantes da reserva técnica da Polícia Militar esperam ser chamados ao trabalho.  Eles foram aprovados no concurso público, que foi homologado, fizeram os testes físicos e esperam assumir os postos:

— O governador (Teotonio Vilela Filho, PSDB) disse que não nos contrata porque não tem como pagar nossos salários, precisa obedecer à Lei de Responsabilidade Fiscal — disse Rodrigo Lima, representante dos 800 aprovados no concurso: — Vemos que os políticos de Alagoas gastam muito dinheiro com festas e inaugurações, e ficam devendo em investimentos na área social.  Somos os piores em Segurança.  E estamos dispostos a trabalhar. 

*Especial para O GLOBO

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Cliente quer economia e sustentabilidade


Eficiência energética é palavra de ordem no controle operacional de edifícios para enfrentar a crise nos reservatórios de água em São Paulo e o aumento da conta de luz. Pesquisa do Instituto Sensus, encomendada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), destaca quatro "inovações tecnológicas" como preferências do comprador na hora de adquirir imóvel. "Economia", na opinião de 30,2%, vem em primeiro lugar, seguida por "segurança" (16,3%), "conforto" (4,9%) e "é ecológico" (4,1%) entre os itens lembrados de forma espontânea.
Economia de água e energia, com a consequente redução de gastos do condomínio e menor impacto ambiental representam eixos das construções sustentáveis. São processos enraizados nos chamados prédios verdes, segmento cuja participação cresce no País, notadamente em São Paulo. As outras duas inovações, apontadas pelos clientes, estão ligadas à automação residencial, uma ferramenta capaz de já trazer a casa do futuro para os dias de hoje.
As lembranças espontâneas coincidem com as respostas às perguntas induzidas. Para 21,4%, a racionalização de energia é a inovação "mais importante" que os entrevistados esperam ver em casa. Alarme elétrico (12,7%), racionalização de água (12,1%), teto solar para geração de energia (8,5%) e monitoramento por câmera (7,5%) completam os cinco itens mais citados.
Realizado pela CBIC, o estudo "A inovação da construção civil no Brasil sob a ótica do consumidor" foi coordenado pelo Sensus, que ouviu 1.100 pessoas em 23 estados e no Distrito Federal. A divulgação ocorreu na Feira da Construção (Feicon), em março.
Prédios verdes têm duas certificações principais: Leed (Leadership Energy and Enviromental Design), do Green Building Council, e Aqua (Alta Qualidade Ambiental), da Fundação Vanzolini. Promovem práticas sustentáveis na construção, ações que aumentam o conforto, redução nos custos operacionais e de manutenção dos imóveis.
Corporativo

Para Hamilton de França Leite Junior, diretor de sustentabilidade do Sindicato da Habitação (Secovi-SP) e da Casoi Desenvolvimento Imobiliário, há dois lados no mercado. Um é o corporativo, com lajes para grandes empresas. "Está bem desenvolvido", diz. "Locatários e investidores demandam por isso."
Corporações como Google e Microsoft, segundo ele, se instalam lá para ligar a construção sustentável à imagem da empresa e porque sabem que é econômico. "A indústria produz esse tipo de imóvel porque o cliente pede", afirma. "Hoje, é impensável fazer lançamento corporativo em São Paulo que não seja sustentável."
Residencial
Outro lado da moeda é o residencial, diz o diretor do Secovi, destacando que, neste caso, o número de empreendimentos é bem menor. E aponta a razão: "A obra sustentável é um pouco mais cara. Grosso modo, 2% a 5% a mais que a convencional".
O incorporador, segundo ele, não sabe se o consumidor paga o custo adicional. "O consumidor vai querer esse imóvel quando tiver conhecimento dos benefícios, em termos de economia, saúde e bem-estar. Aí vai ver que a conta sai barata."
Barreira

Pesquisa feita por Leite Jr. para dissertação de mestrado, no ano passado, mostra que o custo adicional é o maior obstáculo para construção sustentável decolar no Brasil. Esta foi a avaliação de 82% dos profissionais ouvidos por ele. Segundo relato de quem já fez prédio verde, o acréscimo chega a 8,6%. Na percepção de incorporadores sem experiência no ramo, o adicional pode superar 17%.
"Existe muito desconhecimento", afirma o diretor comercial da Sustentech, Marcos Casado, que participou de painel na Feicon, em que apresentou dados de pesquisa feita pela revista Green Building. "80% dizem que o adicional fica abaixo de 6%", declara. "Nos projetos sob consultoria da Sustentech o índice não passa disso."
R$ 13 bilhões

O mercado da construção sustentável, tendo como base o valor geral de vendas dos imóveis com registros e certificações Leed, somou R$ 13,6 bilhões no País, segundo estudo da EY (antiga Ernst & Young), feito a pedido do GBC Brasil e divulgado em 2013. "Representa 8,3% do PIB de edificações de 2012, que chegou a R$ 163 bilhões", diz o estudo.
Um levantamento do GBC, com empreendimentos certificados nos Estados Unidos, indica que prédios verdes apresentam economia de até 30% nos gastos de energia e até 50% no consumo de água, além da redução de 35% na emissão de carbono.
Esses dados foram incluídos no estudo da EY, que destacou a expectativa do GBC Brasil de fechar 2013 com 900 projetos Leed. "Não atingimos a meta", diz o diretor do GBC Brasil, Felipe Faria. "O total chegou a 829."
Empreendimentos corporativos são maioria em certificações Leed. Faria também vê avanço nas obras para área industrial e de infraestrutura, além de estádios da Copa do Mundo.
O que atrapalha o aumento de construções residenciais, segundo ele, é a "falta de informação" de construtores e clientes. Ele lembra que o maior custo de qualquer construção ocorre durante sua ocupação. "Gastos com operação e manutenção são 75% do total", informa, estimando um ciclo de 30 anos de vida útil da edificação.
Faria diz estar finalizando o GBC Casa para lançar neste ano. "É estudo de caso para testar viabilidade técnica e econômica desse referencial, visando maior inserção do movimento de construção sustentável no maior volume construtivo do Brasil que é o residencial."
Horizonte

Faria considera "bem significativo" o valor de R$ 13,6 bilhões que dimensiona o total de prédios verdes no País, até porque esse número diz respeito somente a registros do selo Leed. "O horizonte é maior. Existem o Aqua e outros, além de construções que adotam práticas sustentáveis sem pedir certificação."
Para impulsionar os projetos verdes, é preciso que o mercado queira esse tipo de edificações, que as pessoas queiram comprar e morar nelas, diz Manuel Martins, coordenador executivo da certificação Aqua-Hqe. "E para querer, elas precisam saber usar." Ele conta ter retorno de clientes que falam de um custo adicional inferior a 3%.
O diretor de incorporação da Odebrecht Realizações Imobiliárias, Saulo Nunes, diz que o custo será 4% a mais para as certificações no Parque da Cidade, na zona sul de São Paulo. "Estudos que fizemos indicam que a taxa de condomínio, tanto do comercial como no residencial, será de 8% a 10% mais barata do que o mercado", afirma.
  
Fonte: O Estado de S. Paulo

ONDAS GIGANTES

OCULTAR MINIATURAS
REUTERS/Luke MacGregor
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Ondas enormes atingem um farol e um porto em Sussex, na Inglaterra