sábado, 20 de outubro de 2012

Acordo Serasa-Ethos vai ajudar a monitorar cadeia de valor


Acordo Serasa-Ethos vai ajudar a monitorar cadeia de valor

19 de outubro de 2012 11h19


Parceria entre Instituto Ethos e Serasa Experian vai melhorar o monitoramento ambiental e social das cadeias de valor da pecuária, madeira e soja. O acordo vai facilitar o acesso a informações em tempo real de empresas signatárias do pacto promovido pela iniciativa Conexões Sustentáveis, em benefício do meio ambiente e do trabalho justo.

A partir do acordo, o Serasa Experien disponibilizará para o Ethos a ferramenta Conformidade Ambiental, um banco de dados de todas as empresas brasileiras com atividades geradoras de impactos na área.

Atualmente, o serviço é comercializado para bancos e empresas de todo o Brasil, ajudando os executivos do segmento a pensar de maneira ambientalmente correta e socialmente justa antes de fechar um negócio.

A partir do CNPJ ou CPF da empresa ou produtor rural, é possível visualizar informações de órgãos federais, como Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Ministério do Trabalho e secretarias de 27 Estados.

O Ethos vai ter acesso a dados sobre licenciamentos, cadastro ambiental rural, áreas contaminadas ou embargadas, registro de trabalho escravo e outras autuações.

Com a nova ferramenta, a organização terá evidências para monitorar se o pacto está sendo cumprido. "Estabelecer parcerias e pactos é essencial, mas sem monitoramento, não funciona", afirma o presidente do Instituto Ethos, Jorge Abrahão.

Caso o fornecedor de empresa vinculada ao pacto apresente problemas, ele terá 30 dias para resolver a pendência ou será excluído da lista de colaboradoras. "A relação fica mais transparente. Dessa maneira, os signatários do pacto irão pressionar seus fornecedores a cumprir a lei e os padrões estabelecidos pelo acordo", explica o diretor de Políticas Públicas do Instituto Ethos, Caio Magri.

Conexões Sustentáveis - Organizada pela Rede Nossa São Paulo e pelo Fórum Amazônia Sustentável, a iniciativa Conexões Sustentáveis propõe acordos em três setores: madeira, carne bovina e soja.

As companhias que assinam o documento se comprometem voluntariamente a financiar, comercializar e distribuir apenas produtos que sejam feitos cumprindo a legislação brasileira do ponto de vista social e ambiental. Ou seja, produtos certificados - ou que estejam em processo de regularização - e provenientes de fornecedores que não utilizem trabalho escravo, ou áreas embargadas pelo Ibama.

No caso do Pacto da Soja, ainda há a exigência de que as propriedades dos fornecedores estejam localizadas em áreas liberadas pela Moratória da Soja.


Restaurante itinerante aproveita energia solar na cozinha



Postado em 25/08/2011 às 11h18
O restaurante itinerante utiliza apenas a energia solar no preparo dos alimentos. | Imagem: Divulgação / Lapin Kulta Solar Kitchen
Um novo conceito de gastronomia sustentável foi apresentado na Semana de Design de Milão, em abril deste ano. A ideia consiste em um restaurante itinerante que utiliza energia solar no preparo dos alimentos. O projeto foi idealizado por Antto Melasniemi e Martí Guixé, chef de cozinha e designer, respectivamente.
O cardápio do restaurante varia de acordo com as condições climáticas do dia. Quando o céu está nublado ou chuvoso, a luminosidade diminui e o calor também, por isso é necessário criar receitas rápidas e que consumam menos energia. Mas, a grande novidade e o diferencial do restaurante é que seus clientes podem saborear alimentos feitos de maneira inteiramente natural, cozinhados a partir do calor do sol.
Um prato recebe o calor captado por painéis solares e, assim, aquece o alimento. O site do projeto diz que “uma nuvem pode mudar o curso de um almoço de negócios”, fazendo referência à influência que as condições térmicas e climáticas têm sobre a cozinha do restaurante.
O projeto foi batizado de Lapin Kulta Solar Kitchen, por ter o patrocínio da cerveja finlandesa Lapin Kulta. É possível acompanhar pelo blog o desenvolvimento do projeto para entender como funciona o restaurante e suas filiais temporárias.
O Lapin Kulta Solar Kitchen passa por vários locais durante o verão europeu, entre eles Estocolmo, na Suécia, e Helsinki, na Finlândia. Este modelo integra as novas percepções de negócios sustentáveis. Com informações da Revista Criativa.
Confira o vídeo dos cozinheiros em ação:


Redação CicloVivo

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Fórum de eficiência energética 2012


17/10/2012

Agência FAPESP – A Associação Brasileira pela Conformidade e Eficiência de Instalações (Abrinstal) e o Sindicato da Indústria de Instalação de São Paulo (Sindistalação) promoverão, no dia 23 de outubro, o “Fórum de eficiência energética 2012”.
O objetivo do evento, realizado com o apoio do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (USP), é levantar discussões a respeito da eficiência energética no ambiente da construção civil e sua aplicação em edificações.
“Perspectivas do setor da construção civil sobre eficiência energética”, “Roadmap internacional sobre eficiência energética nas construções” e “Iniciativas para eficiência energética no setor industrial” são alguns assuntos que serão debatidos durante o encontro.
O evento será realizado no Auditório da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), situado na Av. Paulista, nº 1313, 4º andar. As inscrições são gratuitas.

EU VOU PARAR DE FUMAR



Visite o site:

http://www.euvouparardefumar.com/wp-signup.php

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Acústico Folk Music Brazil no Parque Victor Civita


Acústico Folk Music Brazil




20/10/2012, entre 15:00 e 18:00 Música



No sábado, dia 20 de outubro, das 15h às 18h, a Praça Victor Civita recebe o Acústico Folk Music Brazil, que reúne artistas folk em São Paulo.
Levada suave, acordes harmoniosos de violão e vozes encantadoras, é o que o evento promete ao público na tarde de sábado.
São quatro artistas folk reunidos no mesmo palco, combinando seus talentos para apresentar suas músicas em um formato inédito e emocionante.
Em um cenário onde a música folk ganha cada vez mais espaço, com festivais especializados e um crescente número de artistas apresentando um trabalho de altíssima qualidade, o evento visa criar um clima de união entre artistas e fãs desse gênero musical, incentivando a experimentação musical e a difusão da música folk independente.
O Acústico Folk Music Brazil traz apresentações de Eric Taylor, Phillip Nutt, Victoria Vaz e Gilmore Lucassen, quatro artistas que vem se destacando com um trabalho notável e autêntico, e emocionando plateias em toda cidade de São Paulo. Os artistas compartilham o mesmo estilo folk acústico, cada um com personalidade e características únicas, que são marcantes em suas músicas.

Este evento é gratuito.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Novidade: DECLARAÇÃO DE LIUBLIANA
 EDIFÍCIOS SUSTENTÁVEIS E INFRAESTRUTURA


Forum Mundial de Engenharia 2012 - Declaração de Liubliana


Em 10-10-2012


DECLARAÇÃO DE LIUBLIANA
 EDIFÍCIOS SUSTENTÁVEIS E INFRAESTRUTURA


Declaração aprovada pelos Membros do Conselho Executivo da Federação Mundial de Organizações de Engenharia e os participantes do Fórum Mundial de Engenheiros 2012, em Liubliana, Eslovênia.


Considerando que:

• há uma necessidade urgente da sociedade em viabilizar projetos e construções sustentáveis de edifícios e de infraestrutura para atender às necessidades de bem-estar humano e proteção do meio ambiente;
• as novas tecnologias existentes combinadas com a melhoria dos processos e procedimentos permitirão a implantação e gestão para a construção sustentável de edifícios e de infraestrutura;
• soluções exequíveis para a construção sustentável devem levar em conta o local e as necessidades regionais, culturais, prioridades e a disponibilidade de capacidades humana e financeiras;
• as propostas e projetos de desenvolvimento requerem profunda análise técnica e de viabilidade econômica e ambiental e os impactos sociais e culturais, antes de sua aprovação e implantação;
• a normalização internacional dos princípios de sustentabilidade em edifícios e engenharia de infraestrutura está em rápido desenvolvimento;
• existem muitos métodos para avaliação da sustentabilidade de edifícios e de infraestrutura disponíveis em todo o mundo;
• é necessário, através da colaboração interdisciplinar de engenheiros, arquitetos, planejadores e cientistas, implantar soluções eficazes e novos modelos para as comunidades, devido às rápidas mudanças demográficas e das condições de vida.


Declaram que:

Sustentabilidade e confiabilidade de edifícios e de infraestrutura para as comunidades devem ser consideradas, através de projetos integrados elaborados por equipes multidisciplinares comprometidas com a análise do ciclo de vida (Início do projeto até o fim da vida útil).
Uma substancial melhoria tecnológica, bem como políticas baseadas em evidências, são fundamentais, para assegurar a construção de edifícios sustentáveis e os serviços de infraestrutura (Transporte, água e esgoto, gás canalizado, distribuição de energia elétrica e de sistemas de comunicação).
Os engenheiros podem criar soluções sustentáveis para o projeto, construção, operação, manutenção e desmantelamento de edifícios e de infraestrutura das comunidades, pela troca e aplicação do conhecimento técnico e científico, a inovação e a prática em:


→ Edifícios 

• pela aplicação de métodos e ferramentas de avaliação de sustentabilidade, com base em ciclo de vida, incluindo análise de efeitos econômicos, sociais e ambientais;

• usando indicadores acordados internacionalmente para a construção sustentável levando em conta fatores locais;
• usando "Declaração de Produto Ambiental" no projeto de edifícios verdes;

• implantando o projeto integrado, baseado em equipes multidisciplinares de projeto;

• integrando critérios para o projeto de construção sustentável com instalações socialmente aceitáveis em resposta às tendências demográficas.



→ Comunidades 

• analisando e considerando a demografia e a tendência de urbanização no planejamento do uso da terra;

• considerando a mobilidade da população e conceitos de desenvolvimento de grandes centros urbanos;
• cumprindo critérios de sustentabilidade nos projetos, planejamento, construção, operação, manutenção e desativação de instalações de infraestrutura;

• usando ferramentas de avaliação da sustentabilidade para as comunidades e para infraestrutura.



→ Gestão de Risco de Desastres 

• pela mitigação dos inaceitáveis impactos de catástrofes de origem humana e natural através de um planejamento sustentável;

• incorporando reforços para manter o funcionamento de sistemas críticos essenciais para o funcionamento de uma comunidade, tais como transporte, água, águas residuais, gás canalizado, distribuição elétrica e sistemas de comunicação.

A Federação Mundial de Organizações de Engenharia e seus membros estão prontos, dispostos e preparados para contribuir com a sua experiência, criatividade e dedicação para desenvolver os elementos da presente Declaração.

Instamos os líderes do mundo para se engajarem à comunidade mundial de engenharia como um parceiro de pleno direito para enfrentar estes complexos desafios como o de evoluir para um planeta sustentável.


Tradução livre por Edemar de Souza Amorim em 08/out/2012


Forum Mundial de Engenharia - realizado em Ljubljana, Eslovênia

Publicado em 15 de outubro de 2012

Participaram do evento Fórum Mundial de Engenharia, aproximadamente 500 profissionais de mais de 60 países dos cinco continentes, que concordaram entre outras coisas de que existe uma necessidade urgente para a sociedade de se alcançar projetos e construções sustentáveis de edifícios e de infraestrutura para atender às necessidades de bem estar humano e proteção ambiental. 

Foi editada uma “Declaração de Liubliana” afirmando que a WEFO World Federation of Engineering Organizations e seus membros estão prontos, dispostos e capazes de contribuir com a sua experiência, criatividade e dedicação para oferecer os elementos desta Declaração. Concluíram que a Declaração com um desejo, dirigida a líderes mundiais, para envolver a Comunidade Mundial da Engenharia como parceiro de pleno direito na resolução desses problemas complexos, como evoluir para um planeta sustentável. 

Foi solicitado às entidades membros que divulgassem a Declaração em seus sites e nos sites de suas filiadas para que muitos engenheiros e habitantes do planeta tomassem conhecimento o quanto possível. 

Anexo à presente mensagem colocamos o texto original em PDF e uma tradução livre que fizemos para o português. 

Paralelamente ao evento tivemos oportunidade de sermos convidados a participar de duas reuniões muito importantes para a FEBRAE. 

A primeira foi o 5º Encontro de Presidentes das Organizações de Engenharia da Europa, onde também presidentes de outras organizações da engenharia (Austrália, China, EEUU, Canadá, Koreia, Japão) também participaram. Durante a reunião, foi apresentada a visão da ECCE (European Council of Civil Engineers) sobre a mobilidade de engenheiros na Europa e no mundo, incluindo exibição do documento de reconhecimento profissional em estudo para implantação na Europa dentro de alguns meses. 

A outra reunião, a convite do presidente da WEFO senhor Adel El Kharafi (Kwait), com a delegação brasileira, para demonstrar sua admiração pelo nosso país e apresentou formas de cooperação entre a WEFO e a FEBRAE para o desenvolvimento técnico de engenheiros de todo o mundo. 

Atenciosamente 

Edemar de Souza Amorim 



Arquivos para download

World Federation of Engineering Organizations
World Engineers Forum 2012

September 2012

LJUBLJANA DECLARATION ON SUSTAINABLE BUILDINGS AND INFRASTRUCTURE

Members of the World Federation of Engineering Organizations Executive Council and the
participants of the World Engineers Forum 2012 in Ljubljana, Slovenia, agreed to this Declaration.
Considering that:
• there is an urgent societal need to achieve sustainable design and construction of
buildings and infrastructure to meet the needs of human well being and environmental
protection;
• existing and new technologies combined with improved processes and procedures will
enable implementation and management for sustainable construction of buildings and
infrastructure;
• implementable solutions for sustainable construction must account for local and
regional needs, cultures, priorities, and available human and financial capacity;
• development proposals and projects require thorough analysis of their technical,
economic and environmental feasibility and social and cultural impacts, before their approval
and implementation;
• international standardization on sustainability principles in buildings and engineered
infrastructure is rapidly developing;
• there are many methods for sustainability assessment of buildings and infrastructure
available worldwide;
• it is necessary, through interdisciplinary collaboration of engineers, architects, planners
and scientists, to implement effective solutions and new models for communities due to rapidly
changing demographics and living conditions.
Declare that:
Sustainability and reliability of buildings and infrastructure for communities should be considered
through integrated design by multidisciplinary teams, who are committed to life-cycle analysis
(project inception to end of service life).
Substantial technological improvement as well as sound, evidence based policies are needed to
assure construction of sustainable buildings and the supporting infrastructure services
(transportation, water and wastewater, gas pipeline, electrical distribution and communication
systems).
By exchanging and applying scientific and technical knowledge, innovation and practice, engineers
create sustainable solutions to the design, construction, operations, maintenance and
decommissioning of buildings and infrastructure that support communities, for:
• Buildings
• o by applying sustainability assessment methods and tools, based on
life-cycle analysis including economic, social and environmental effects;
• o by using internationally agreed indicators for building sustainability with
consideration of local factors;
• o by using “Environmental Product Declaration” in design of green
buildings;
• o by implementing integrated design, based on the multidisciplinary
project teams;
• o by integrating criteria for sustainable building design of socially
acceptable facilities in response to demographic trends.
Communities
• o by analyzing and considering demographics and the trend of
urbanization in land use planning;
• o by considering population mobility in development concepts of large
urban centers;
• o by complying with sustainability criteria in planning, design,
construction, operations, maintenance and decommissioning of infrastructure projects;
• o by using sustainability rating tools for communities and infrastructure.
Disaster Risk Management
• o by mitigating unacceptable impacts of manmade and natural disasters
through sustainable planning;
• o by incorporating resilience to maintain the operation of critical systems
essential for the functioning of a community such as, transportation, water and
wastewater, gas pipeline, electrical distribution and communication systems.
The World Federation of Engineering Organizations and its members are ready, willing and able to
contribute their expertise, creativity and dedication to delivering the elements of this Declaration.
We urge the world’s leaders to engage the World Engineering Community as a full partner in
addressing these complex challenges as we evolve into a sustainable planet

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Votem no PARQUES SUSTENTÁVEIS...no segundo turno do TOPBLOG! Desta vez, sem a Gisele no meu pé!







 Categoria

Sustentabilidade

Pessoal
 - Ordem Alfabética
 

Profissional - Ordem Alfabética 

 























Presidenta Dilma veta nove itens do Código Florestal


Quarta-feira, 17 de outubro de 2012 às 21:04

Presidenta Dilma veta nove itens do Código Florestal


A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou nesta quarta-feira (17), durante entrevista no Palácio do Planalto, que a presidenta Dilma Rousseff vetou nove itens da medida provisória aprovada pelo Congresso que altera o texto do novo Código Florestal.
Segundo a ministra, os vetos tiveram como diretriz não estimular desmatamentos ilegais e não anistiar quem descumpriu a lei. A redução da área de reflorestamento em margens de rio para médias e grandes propriedades rurais foi um dos pontos vetados pela presidenta. Também foi vetada a permissão do plantio de árvores frutíferas na recuperação de áreas de preservação permanentes ao invés de vegetação nativa.
”São nove vetos. Aquilo que nós entendemos que o Congresso fez que na realidade contribui para o aperfeiçoamento da medida provisória e que não fere os princípios de levar ao desmatamento, à anistia; e a questão da inclusão social e da permanência do pequeno agricultor, isso foi mantido”, disse a ministra.
De acordo com a ministra, um decreto presidencial será publicado na edição desta quinta-feira (18) do Diário Oficial para suprir as lacunas ocasionadas em razão dos vetos. A regulamentação das regras do Cadastro Ambiental Rural e do Programa de Recuperação Ambiental devem, segundo a ministra, fazer parte do decreto.
Ouça a íntegra da entrevista:

17/10/2012 - 18h56

Dilma Rousseff deve vetar pelo menos cinco pontos do Código Florestal


DO VALOR

A presidente Dilma Rousseff deve vetar pelo menos cinco pontos do Código Florestal aprovado pelo Congresso e suprir as modificações do texto com um decreto presidencial.
O decreto presidencial deve ser o método legal preferido para cobrir os espaços deixados, já que o governo não pretende submeter novamente a aprovação das mudanças ao Congresso Nacional. Vence hoje o prazo para a presidente se manifestar sobre o código.
O governo trabalha nos últimos ajustes das mudanças posteriores ao veto, já que desde as últimas semanas havia discussões sobre se todas as mudanças poderiam ser feitas por decreto ou resoluções do Conama ou se algumas precisariam ser feitas por medida provisória.
A principal modificação a ser feita será no sistema conhecido como "escadinha", que define o quanto de mata em beira de rios deve ser recuperado, conforme o tamanho das propriedades.
Pelo texto original, quanto maior a propriedade rural, maior seria a recomposição, mas a proposta foi alterada pelos parlamentares, reduzindo a área de reflorestamento para médias e grandes propriedades, desagradando a presidente Dilma Rousseff, que defendia o texto original da MP enviada por ela ao Congresso.
Outro ponto que deve ser vetado é a possibilidade de que sejam usadas monoculturas de árvores frutíferas na recuperação de áreas de preservação permanentes ao invés de vegetação nativa.