4/Outubro/2012Governo do Distrito Federal contrata empresa de Cingapura para fazer planejamento de BrasíliaProjeto Brasília 2060 prevê a criação de bairros-parque com áreas para trabalho, moradia, lazer e estudoAline Rocha | |
Na última quarta-feira (3), o Governo do Distrito Federal (GDF) assinou contrato com a Jurong Consultants, empresa de Cingapura, para que seja feito o planejamento estratégico da cidade de Brasília para os próximos 50 anos. O investimento para o projeto Brasília 2060 é de 4,25 milhões de dólares.
A empresa começará a pesquisa já na próxima semana, em visita oficial à capital brasiliense. Nos próximos 24 meses, a equipe vai levantar características topográficas, sociais e econômicas de todo o Distrito Federal.
Após a produção de relatórios e estudos, o planejamento estratégico detalhado será entregue ao governo. A expectativa é de que o material fique pronto em abril de 2014.
O levantamento vai criar uma espinha dorsal para integrar quatro eixos: a cidade-aeroportuária, programada para ser instalada próximo de Planaltina; o polo logístico entre Samambaia e Recanto das Emas; o centro financeiro internacional, em São Sebastião; e a ampliação do Polo JK, em Santa Maria.
A ideia é planejar, em cada um desses locais, um bairro-parque, no qual as pessoas poderão morar, trabalhar, estudar e se divertir. Os empreendimentos serão semelhantes ao complexo One North Park, em Cingapura, um conjunto de quatro grandes bairros também planejados pela Jurong.
O GDF também assinou uma parceria com o Governo de Cingapura para um treinamento gratuito de gestores públicos do Distrito Federal. O projeto prevê, inicialmente, que uma equipe de 20 servidores sejam enviados para a Ásia para cursos de gestão e planejamento.
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Parques sustentáveis com enfoque na sustentabilidade; socioambiental; saúde; longividade; qualidade de vida; Feng Shui; terapia holística e afins.
domingo, 14 de outubro de 2012
Planejamento para os próximos 50 anos: Projeto Brasília 2060 com bairros-parque
sábado, 13 de outubro de 2012
"Cidades no Futuro: o ser humano em primeiro plano"
1/Outubro/2012São Paulo pode perder competitividade, acredita arquiteta dinamarquesaHelle Søholt, do escritório Gehl Architects, alerta que problema de mobilidade pode culminar na fuga de empresas e de pessoas e faz algumas recomendações para a cidade
Luciana Tamaki, da revista AU
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A arquiteta dinamarquesa Helle Søholt, sócia-fundadora e CEO do escritório Gehl Architects, alerta que o problema de mobilidade na cidade de São Paulo pode trazer perda de competitividade, culminando em perdas econômicas e fuga de pessoas. Helle participou da quinta edição do Aula São Paulo, evento promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano e pela Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa), na última quinta-feira (27).
Durante a palestra "Cidades no Futuro: o ser humano em primeiro plano", a arquiteta urbanista mostrou sua preocupação com o futuro da cidade e do País. "Esta cidade vai ser engolida pelo tráfego e vai morrer no tráfego. Empresas se mudarão para outras cidades, pessoas se mudarão, se puderem", alertou a CEO. A consequência seria a perda de competitividade para outras cidades que consigam se tornar mais prósperas e viáveis.
Embora São Paulo seja, ainda, a principal cidade para investimentos, o desenvolvimento econômico pode sair daqui. "Isso seria perigoso não só para São Paulo como para todo o País. São Paulo gera 11% do PIB de todo o País, então, toda oportunidade de trabalho que se cria aqui tem um impacto enorme no resto das cidades brasileiras", conclui.
É preciso escolher agora qual o paradigma que deve ser implementado. "Aqui [no Brasil], se está copiando um modelo norte-americano de planejamento e o mundo está começando a ver o final deste modelo", ressaltou a arquiteta.
O escritório de Helle tem casos bem-sucedidos de planejamento urbano, como Copenhague, cidade famosa por apresentar 35% dos trajetos em bicicleta, além de Melbourne e Nova York - especificamente a rua Broadway e a Times Square. Lá, com medidas como separar as ruas das passagens de pedestres e praças com pintura no chão, os acidentes diminuíram em 63%; a presença de pedestres na pista de rolamento diminuiu em 80%; e até mesmo a velocidade média dos carros aumentou em 17%, tudo em dois anos.
O fundamental, em qualquer caso, é que as pessoas estejam no centro das mudanças, defende Helle Søholt. Para o caso da cidade de São Paulo, a CEO faz três recomendações que seriam fundamentais para mudanças:
a) planejamento regional ao "nível do olho"
"Ouço uma tendência, em resposta a tudo que digo - como mobilidade - que isso não seria tão importante, pois aqui há muitas questões urgentes como pobreza, crescimento econômico, saúde, saneamento... todas essas questões são de fato muito maiores. Mas é preciso conectar todas as grandes questões no 'nível do olho', onde as pessoas se sentem seguras e confortáveis para usá-las. É preciso fazer o planejamento regional neste 'nível do olho'."
b) unir pensamentos e ações
"Há um departamento de planejamento que planeja, um departamento de tráfego que lida com tráfego, um departamento de parques e áreas verdes que lida com árvores... e segrega-se tudo nas cidades. Mas o espaço público é onde todas essas questões se unem. É preciso trabalhar junto, com comunicação, workshops, envolver os cidadãos."
c) melhores práticas e aplicação do conhecimento
"O Brasil tem dinheiro, know-how, conhecimento. É preciso aplicar este conhecimento e criar exemplos de melhores práticas no Brasil, de forma que aqui se faça de modo diferente. São Paulo é a principal cidade do Brasil. O Brasil inteiro olha para o que se faz aqui. Se vocês fizerem espaços maravilhosos, podem criar um movimento sobre a forma de se pensar em todo o Brasil. Esta é sua realidade, e sua oportunidade. É possível colocar as pessoas no centro do planejamento. É possível criar cidades mais atrativas, seguras, que incluam a todos, cidades que promovam a vivência saudável e sustentável. Todas essas questões também somam ao crescimento econômico das cidades."
Sobre a afirmação de que os espaços públicos são um luxo, que Helle costuma ouvir, ela rebate dizendo que eles são uma necessidade: "são como uma cola na sociedade". Veja abaixo os principais temas abordados pela arquiteta em sua palestra e na coletiva de imprensa que se seguiu.
Elementos de convencimento
"Não vejo uma cidade mudar sem um bom líder", diz. Para convencimento de figuras do poder público, segundo ela, é preciso levantar muitos dados ("hard core data") que provem, garantidamente, os benefícios da mudança de paradigma.
Para esse levantamento e análise de dados, o escritório costuma contar com auxílio de universidades, entre professores e alunos. Na cidade do México, foram cerca de 40 pessoas; em Nova York, 80. Além de professores e universitários, também é importante agentes de diversos departamentos da Prefeitura, que doem uma hora por dia por semana para mensuração de pedestres, por exemplo.
BRT
Embora seja uma boa solução, a arquiteta critica que em São Paulo não há, ainda, boa conexão com os bairros: "não há calçadas em certos trechos nem infraestrutura para bicicletas. É difícil chegar até as estações". Os projetos de infraestrutura não são suficientes por si só; eles devem vir acompanhados com soluções que o integrem a cada bairro.
Centro esvaziado
A arquiteta mostrou o exemplo de Melbourne, cujo centro, assim como São Paulo, era esvaziado. Ela chama de "cidade Donut", com um vazio no meio e um entorno repleto. Nessa cidade, as mudanças ainda estão ocorrendo, e não só no centro, como também nesse anel sufocado.
Helle defende o espaço público como parte da solução: "Os empregos devem estar onde estão as pessoas, os bairros devem ter escolas, bibliotecas, lojas, deve-se aumentar a quantidade de espaços públicos e sua conectividade com esses lugares. Paralelamente, tornar o centro viável para morar".
Legado da Copa e Olimpíadas
Os jogos que serão sediados no Brasil podem deixar um legado fantástico para o país. A arquiteta cita os bons exemplos de Barcelona (Olimpíadas 1992) e de Londres e a reconstrução de sua "Zona Leste" para as Olimpíadas deste ano.
Não é, porém, o que a CEO viu no Rio de Janeiro. A vila olímpica, aponta ela, está desconectada da cidade, segregada, com foco nos automóveis, sem conexões para bicicletas ou pedestres. É como se tudo tivesse sido feito tão rápido, que simplesmente repetiu o modelo antigo.
Cidades médias
Cidades médias têm um potencial fantástico por seu tamanho. Nas cidades grandes os problemas aumentam em escala, são mais complexos. Os desafios são os mesmos que nas grandes cidades, como a cultura de priorizar os carros, tirar as pessoas da pobreza. "Tantas pessoas querem seu carro para se sentirem pertencentes à classe média. É preciso mudar essas prioridades, olhar para a liberdade individual e qualidade de vida de modos diferentes, não se focar nos carros como único modo de transporte", defende Helle.
Outra vantagem das cidades médias é que, por seu tamanho, e pelo tamanho dos governos municipais, seria mais fácil conectar a liderança política com a sociedade civil. Em cidades maiores, há mais distância entre os agentes que tomam decisões e as comunidades locais.
Para Helle, as cidades médias podem liderar as grandes cidades, mostrando o caminho das mudanças de paradigma.
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http://www.youtube.com/watch?v=jxgXLM0znYQ
Enviado por arisol100 em 28/12/2009
Matéria muito interessante que mostra a situação caótica do transito da cidade de São Paulo, e possíveis soluções para o futuro.
Enviado por Henrique Boney em 05/01/2010
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Calçada acessível em rua inclinada
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/calcadas/
Download cartilha: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/subprefeituras/calcadas/arquivos/cartilha_-_draft_10.pdf
Consulte também:
Programa passeio livre: http://www.reformadecalcada.com.br/
Obra no porto de Santos faz dragagem de resíduos contaminados com uso de geobags
10/Outubro/2012Entre os materiais recolhidos estão prata, enxofre e cádmio, que são compactados nos sacos geossintéticosCarlos Carvalho, da Infraestrutura Urbana | |||||||
A Empresa Brasileira de Terminais Portuários (Embraport) está aplicando uma técnica com geobags para reutilizar o material sólido contaminado presente na área onde constrói um novo terminal portuário, na margem esquerda do porto de Santos.
Com a utilização de uma draga, esses materiais contaminados são retirados do mar e transportados até uma planta química, onde recebem tratamento para serem alocados nas geobags. "Usamos uma draga de sucção e recalque, que permite dragar cerca de 1.500 m³/h de material contaminado, que é, então, encaminhado até uma central onde recebe a adição de um polímero responsável por aglutinar esse material e impedir que ele atravesse os poros da geobag", explica o gerente de produção e responsável pela obra Giorgio Bullaty Neto, da Odebrecht Infraestrutura.
Depois de passar pela adição de polímero, o material é depositado nas geobags em um procedimento sequencial de enchimento, drenagem e novo enchimento, até que toda a área de cada uma das 169 geobags esteja completamente preenchida de material contaminado. Cada geobag é produzida com material geossintético e tem 64 m de comprimento, 16 m de largura e 2,5 m de altura. "Embaixo desses sacos, criamos o que chamamos de tapete drenante, com 25 cm de brita, para garantir o escoamento da água pela parte inferior das geobags", explica Bullaty.
Após seu enchimento completo, as geobags também recebem uma camada semelhante de brita em sua parte superior, além de serem aterradas com 5 m de material sólido temporário, que vai ajudar na compactação dos resíduos contaminados depositados nas geobags, já que seu peso contribui para o processo de drenagem da água contida nos sacos escoe pelos poros.
"Para garantir que as geobags vão secar completamente e terão uma capacidade de suportar altas cargas, já que em cima delas haverá um pátio de contêineres, é feita uma sobrecarga de 5 t/m² que garante toda a drenagem, preparando esse material para estar apto a receber um aterro em cima dele", diz Bullaty. Aproximadamente, depois de seis meses, esse sobrepeso é retirado e a área passa a servir de subleito para o pavimento do terminal de carga. "Ao longo de todo esse aterro, são colocadas placas de recalque e vamos acompanhando a compactação no corpo do aterro. Há uma curva que indica a descida e quando ela se estabiliza, o aterro já pode ser retirado", completa.
De acordo com o responsável pela obra, a água proveniente dessa drenagem é analisada antes de ser devolvida ao estuário. "Toda a água vai para um tanque de acumulação. Essa água é bombeada para a estação de tratamento da obra a fim de se checar se há a necessidade de decantação, aeração e ajuste de nível de pH. Se houver a necessidade de algum desses tratamentos, ele é realizado e só então a água é devolvida ao estuário", explica Bullaty.
Segundo o gerente da obra, a Embraport conta com vários poços de inspeção nos quais são feitos controles periódicos com relatórios mensais para o Ibama com o comparativo da qualidade da água em três pontos: durante a coleta, depois de passada pelas geobags e no momento em que ela for devolvida ao estuário. Ao todo, 580 mil m³ de material contaminado já foi dragado e depositado nas geobags e faltam apenas 25 mil m³ para que o processo seja completamente finalizado, de acordo com Bullaty. A previsão é de que esta etapa da obra seja concluída em dezembro deste ano.
A origem dos contaminantes é desconhecida. "Costumamos dizer que retiramos uma tabela periódica inteira da água. Há mercúrio, prata, cádmio, enxofre, uma gama de metais pesados, fruto de meados do século passado, onde as indústrias não tinham essa consciência de responsabilidade ambiental e não havia muita fiscalização", diz Bullaty.
O novo porto que está sendo construído pela Embraport na margem do porto de Santos terá capacidade para movimentar 2 milhões de TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e 2 bilhões de litros de granéis líquidos.
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A falta que bons engenheiros fazem
A falta que bons engenheiros fazem
A escassez de bons engenheiros não atrapalha apenas o aumento da produção — é um fator do baixo desempenho brasileiro em inovação
http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1023/noticias/a-falta-que-eles-fazem
Germano Lüders/EXAME.com
Engenheiros em ação: professores e alunos do ITA desenvolvem robôs para automatizar parte da produção de aviões da Embraer
São Paulo - O Brasil não é conhecido pela habilidade de criar novos produtos, por isso mesmo chama a atenção o fato de o país ter ganhado projeção recente por causa de alguns inventos. Uma das criações foi o Pig Palito, mecanismo que percorre os dutos de transporte de petróleo e gás para detectar avarias e evitar vazamentos.
Os instrumentos do gênero são usados no setor desde 1970, mas o brasileiro é o primeiro que opera sob a pressão de águas profundas. Foi premiado pela Sociedade Americana de Engenharia Mecânica e, desde 2005, quando chegou ao mercado, é utilizado por petroleiras em países como Estados Unidos, Canadá e Malásia.
Outro invento de destaque é o plástico verde da Braskem. Por ser produzido do etanol da cana-de-açúcar e ser reciclável, conquistou o primeiro lugar no European Bioplastics Award de 2007, da Associação Europeia de Bioplástico, entidade que reúne fabricantes e consumidores de plástico, como DuPont e Kraft.
Sucesso de vendas internacionais, está em produtos tão distintos quanto as embalagens de perfume da Carolina Herrera e as cadeiras do Amsterdam Arena, na Holanda. Apesar de bem diferentes, há um elemento que une os dois produtos: ambos foram concebidos porengenheiros.
O Pig Palito é uma criação do centro de pesquisa da Petrobras, no Rio de Janeiro, coordenada pelo engenheiro mecânico Claudio Camerini. A ideia do plástico verde foi do engenheiro químico Antonio Morschbacker, que, ao confirmar a viabilidade do produto, o sugeriu à diretoria da Braskem.
Mas Petrobras e Braskem, Pig Palito e plástico verde, bem como Camerini e Morschbacker, são exceções — uma pequena demonstração do que o Brasil seria capaz de fazer se levasse mais a sério a formação de um profissional básico para o desenvolvimento industrial: o engenheiro.
Pesquisas indicam que há uma relação direta entre a capacidade de as empresas e os países criarem inovação e o número e a qualidade dos engenheiros dos quais dispõem. Na Coreia do Sul, dos 125 000 profissionais que trabalham com pesquisa, 90 000 são engenheiros e técnicos com formação ligada à engenharia.
Não é à toa que o país concentra algumas das maiores empresas de ponta em seus setores no mundo, como a Samsung, em eletrônica, e a Hyundai, nos automóveis. Nos Estados Unidos, estão seis das dez melhores faculdades de engenharia do mundo e a sede de empresas como HP, Boeing e Apple.
Lá são 750 000 os pesquisadores debruçados sobre novos produtos — dois terços deles, engenheiros. No total, há mais de 5 milhões de engenheiros no país. Não faltam exemplos para ilustrar sua relevância. A fase decisiva das pesquisas do primeiro grão transgênico comercial, a soja da Monsanto, foi coordenada pelo engenheiro agrônomo americano Robert Fraley.
O também americano Larry Page cursou engenharia da computação antes de ingressar no doutorado que o levaria, ao lado do russo Sergey Brin, a criar o Google. “Inovação e engenharia são sinônimos”, diz Joel Schindall, coordenador do programa de liderança para engenheiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o mítico MIT. “Quase tudo que nos cerca hoje é resultado direto da inovação de um engenheiro. Automóveis, aviões, computadores, celulares e vacinas existem não apenas porque os governos legislaram ou as empresas produziram, mas porque os engenheiros tiveram ideias novas e ousadas e fizeram o trabalho duro para torná-las reais.”
No mapa global da engenharia, o Brasil é uma espécie de contraexemplo. O país forma hoje pouco mais de 40 000 deles por ano — bem menos do que a demanda, causando um déficit de 150 000 profissionais no mercado, pela estimativa da Confederação Nacional da Indústria.
Pior ainda é o problema da baixa qualidade da formação. Na lista das 50 melhores faculdades de engenharia do mundo, não consta nenhuma do Brasil. Há apenas 10 000 profissionais dedicados a pesquisa e desenvolvimento e um total de 583 000 engenheiros registrados no país. Resultado: o Brasil é 11º colocado na requisição de patentes.
Em 2010, fez apenas 23 000 pedidos de registro, de acordo com a Organização Mundial de Propriedade Intelectual. Quase 90% deles foram apresentados por estrangeiros. Os Estados Unidos, país líder em pedidos, fizeram 490 000 requisições, 49% de autoria de americanos.
Parte do problema — a falta de engenheiros — está sendo resolvida pelo movimento natural do mercado. À medida que crescem a demanda e os salários pagos na área, os cursos de engenharia atraem cada vez mais estudantes. Em 2001, 65 000 ingressaram nas faculdades da área.
Em 2010, quando foi feito o último censo nas universidades, o número havia subido para quase 200 000. Em teoria, portanto, o número de formados vai crescer naturalmente nos próximos anos. O outro desafio — bem maior —, aprimorar a qualidade, só se resolve com trabalho duro.
A melhoria requer não apenas a revisão do currículo dos cursos como também medidas na base da educação nacional: a criação de condições para que estudantes com aptidão para matemática e ciências possam florescer desde a infância.
“Faltam professores de exatas e há muita gente despreparada lecionando nos níveis fundamental e médio”, diz José Roberto Cardoso, diretor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. “Muitos estudantes têm graves deficiências em matemática e física, essenciais na formação de um engenheiro.”
Efeito colateral
A falha na formação cria três problemas. O primeiro deles é a desmotivação diante de números e fórmulas ainda na infância, o que faz com que a maioria se volte para disciplinas como história e geografia. Por causa do ranço com a matemática, apenas 13% dos estudantes que concluem o ensino médio encaram cursos de engenharia, enquanto 40% buscam a área de humanas.
O segundo efeito colateral da má-formação é a evasão depois de iniciado o curso. Estima-se que 40% dos estudantes que escolhem engenharia não se graduam, porque têm dificuldade para acompanhar disciplinas como cálculo. O terceiro problema afeta diretamente as empresas.
De acordo com um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, com base nas notas do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes, a maioria dos engenheiros se forma com aproveitamento medíocre. Entre os que concluem os 867 cursos das faculdades públicas de engenharia, 51% têm desempenho médio ou insatisfatório.
A situação é pior nos 1 364 cursos das escolas particulares: quase 90% têm nota mediana ou insatisfatória. Esses profissionais ingressam no mercado com tantas deficiências que, não raro, só podem ser aproveitados após receber uma boa dose de treinamento do empregador.
Uma pesquisa com médias e grandes indústrias revelou que os engenheiros recém-formados têm limitação para se comunicar, assumir a gestão de projetos e exercer liderança. A maioria não tem espírito empreendedor nem consegue trabalhar em equipe. A pior nota foi no item habilidade para realizar pesquisa, fator essencial na criação de tecnologia.
É um perfil bem diferente do apresentado por estudantes de engenharia nos centros mais avançados do exterior. Veja o caso da brasileira Isabel Pesce, de 24 anos. Ela concluiu o ensino médio no Colégio Etapa, em São Paulo, e decidiu fazer engenharia fora do país.
Escolheu o MIT, a segunda melhor instituição de ensino de engenharia no mundo — e foi aceita. Durante o curso de engenharia elétrica, Isabel fez estágios no Deutsche Bank, na Microsoft e no Google. Após um ano de formada, em agosto de 2011, fundou, no Vale do Silício, na Califórnia, sua própria empresa, a Lemon.
Um de seus produtos — um aplicativo para cálculo de finanças pessoais em smartphones — é um sucesso: registrou mais de 1 milhão de downloads. Isabel ganhou projeção ao publicar o livro A Menina do Vale, onde narra a paixão pelo empreendedorismo.
Boa parte de seu impulso profissional pode ser atribuída às disciplinas extras do MIT, que lhe deram conhecimento em ciência da informática, matemática, administração e economia e incentivaram seu espírito empreendedor nato. “O MIT entende que o engenheiro tem de criar e inovar, mas, se não souber explicar suas ideias, não tem como torná-las viáveis no mercado”, diz Isabel.
Hoje, poucas instituições brasileiras estão preocupadas em adequar o ensino às demandas globais — e não por acaso são as que já se encontram em posição de destaque. Uma delas é o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), de São José dos Campos, no interior de São Paulo.
O ITA, criado em 1950 por militares da Aeronáutica em parceria com o MIT, explica o fato de o Brasil ter desenvolvido a Embraer, a terceira empresa do mundo no sofisticado setor da produção de aviões. Dos 120 alunos que entraram no ano passado, 60 haviam sido premiados em olimpíadas nacionais de matemática, física ou computação.
No começo deste ano, o ITA assinou um novo acordo com o MIT para os próximos cinco anos. Estão previstos a troca de experiência acadêmica, a cooperação em programas de liderança e o intercâmbio de professores e alunos. A meta, ao final, é aproximar o currículo local ao do MIT para incentivar a inovação e o empreendedorismo.
Outra meta é ampliar as trocas com a iniciativa privada, apesar de a instituição já ter o diferencial de trabalhar com empresas como a Embraer. Neste momento, alunos e professores batalham lado a lado no desenvolvimento de um robô que irá fixar as placas de metal da estrutura dos aviões e semiautomatizar a produção.
“Queremos parcerias de longo prazo para fazer pesquisa e melhorar a relação com o mercado”, diz Carlos Américo Pacheco, reitor do ITA. Também está nos planos a ampliação das instalações para duplicar a oferta de vagas para 240 até 2015.
Empreendedorismo
Seguindo a lógica de que crises geram oportunidades, algumas instituições aproveitam as falhas nos cursos de engenharia para investir num ensino mais qualificado. Em São Paulo, o Instituto de Pesquisa e Ensino (Insper), uma das melhores faculdades de economia e administração do país, vai oferecer, a partir de 2015, três cursos de engenharia (mecânica, da computação e mecatrônica).
“Vamos completar nosso leque”, diz Claudio Haddad, sócio do Insper. “Teremos ensino de engenharia num ambiente favorável ao empreendedorismo, com a integração a nossos demais cursos.” O currículo tomou como inspiração a americana Olin College, uma das mais inovadoras faculdades de engenharia do mundo.
O programa tentará corrigir o que o mercado considera uma das maiores falhas do ensino brasileiro: manter os estudantes de portas fechadas para o mundo real.
“O principal problema da formação em engenharia no Brasil é que a academia fica distante do mercado”, diz Irineu Gianesi, diretor de novos projetos do Insper. “Já estamos firmando convênios com empresas para que esse intercâmbio comece o mais cedo possível.”
A proposta do Insper foi bem recebida. O projeto do curso (que inclui a construção de salas de aula e de laboratórios) foi estimado em 80 milhões de reais. Três quartos do valor já foram doados por empresas interessadas em se aproximar da nova escola.
Com a maioria das universidades brasileiras ensinando engenharia num modelo similar ao dos anos 60, está claro que o Brasil não acordou para a urgência e o desafio que tem pela frente. Veja o dilema chinês. A China investe na formação de engenheiros há três décadas.
Resolveu o entrave da quantidade e forma 600 000 por ano. Mas a qualidade não avançou na mesma velocidade. Praticamente metade dos alunos faz cursos técnicos de dois anos e os que cumprem os cinco anos entram no mercado com deficiências na formação.
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Uma pesquisa da consultoria McKinsey com 83 multinacionais que atuam em países emergentes identificou que, de cada 100 engenheiros chineses, apenas dez têm formação adequada ao mercado.
Nesse quesito, os brasileiros estão em estágio parecido — 13 de cada 100 têm bom perfil. O melhor desempenho é o da Hungria: metade de seus engenheiros é bem formada. O risco, caso a defasagem não seja resolvida, vai além de ficar na rabeira tecnológica.
“Não há futuro sem inovação, por isso os países que não investirem na formação de engenheiros não vão prosperar”, diz Joel Schindall, do MIT. “Seus governos ficarão limitados a tratar os sintomas dessa ausência — baixo crescimento, desemprego, conflitos sociais —, em vez de investir na expansão de uma sociedade mais saudável, com mobilidade social e empregos qualificados em indústrias de ponta.” Ainda dá para o Brasil escapar dessa sina — mas é preciso correr.
O BRASIL NA VISÃO DOS AMERICANOS - CBS O BRASIL NA VISÃO DOS AMERICANOS - CBS
Traduzido Legendado Portugues.mp4
Enviado por VeCCon100 em 30/03/2011
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Dia das Crianças no Parque do Carmo!
11/10/2012 10h01 - Atualizado em 11/10/2012 11h41
Veja sugestões para aproveitar o Dia das Crianças em SP
Cidade oferece uma seleção especial para curtir a data.
Entre os destaques está apresentação gratuita de Balé, no Ibirapuera.
Do G1 SP
A cidade de São Paulo tem muitas opções para quem quer aproveitar o feriado do dia 12 de outubro com as crianças. Entre programas gratuitos e pagos, o G1 fez uma seleção de passeios ao ar livre e em locais fechados para os pais fazerem com os filhos.
Entre os destaques, estão as apresentações de dança contemporânea gratuita para crianças no Instituto Itaú Cultural, na Avenida Paulista, e também as atividades em diversos parques públicos da cidade. No Parque do Carmo, na Zona Leste, por exemplo, as crianças terão oito horas de atividades gratuitas, entre teatro, pinturas, danças, brincadeiras, contadores de histórias, apresentações musicais e atividades esportivas.
Veja abaixo opções de programação para curtir o Dia das Crianças na capital paulista.
Cultural (Foto: Divulgação/Maura Carvalho)
Dança para Crianças
Entre os dias 12 e 14 de outubro, o Instituto Itaú Cultural receberá espetáculos de dança contemporâneos para crianças. O “Dança para Crianças” é gratuito e leva aos palcos historinhas coreografas por Denise Stutz e Felipe Ribeiro, da Meia Ponta Cia. de Dança e da Companhia Giz de Cena, sempre às 16h. No próprio Dia das Crianças, o espetáculo interativo “Espalha para Geral!” convida a plateia a participar da história de um menino que não sabe dançar e de uma menina que não conhece o mar. As peças são feitas com poesia, dança, música e vídeo.
Entre os dias 12 e 14 de outubro, o Instituto Itaú Cultural receberá espetáculos de dança contemporâneos para crianças. O “Dança para Crianças” é gratuito e leva aos palcos historinhas coreografas por Denise Stutz e Felipe Ribeiro, da Meia Ponta Cia. de Dança e da Companhia Giz de Cena, sempre às 16h. No próprio Dia das Crianças, o espetáculo interativo “Espalha para Geral!” convida a plateia a participar da história de um menino que não sabe dançar e de uma menina que não conhece o mar. As peças são feitas com poesia, dança, música e vídeo.
Dança para Crianças
Quando: de 12 a 14 de outubro.
Horário: 16h
Onde: Sala Itaú Cultural – Instituto Itaú Cultural
Endereço: Avenida Paulista, 149.
Entrada franca (retirar ingresso com meia hora de antecedência).
Quando: de 12 a 14 de outubro.
Horário: 16h
Onde: Sala Itaú Cultural – Instituto Itaú Cultural
Endereço: Avenida Paulista, 149.
Entrada franca (retirar ingresso com meia hora de antecedência).
através da dança (Foto: Divulgação/João Mussolin)
Balé da Cidade de São Paulo
Para os pais e filhos que gostam de teatro e dança, um bom programa para o Dia das Crianças é a apresentação do espetáculo “Terra Papagallis”, no Auditório Ibirapuera. Na peça, 15 bailarinos da companhia Balé da Cidade de São Paulo que, através da dança, contam a história de uma menina que naufraga em uma terra desconhecida e cheia de animais, como papagaios, onças e insetos. O espetáculo cheio de cores tem como objetivo manter o encantamento das crianças com a floresta e os animais brasileiros.
Para os pais e filhos que gostam de teatro e dança, um bom programa para o Dia das Crianças é a apresentação do espetáculo “Terra Papagallis”, no Auditório Ibirapuera. Na peça, 15 bailarinos da companhia Balé da Cidade de São Paulo que, através da dança, contam a história de uma menina que naufraga em uma terra desconhecida e cheia de animais, como papagaios, onças e insetos. O espetáculo cheio de cores tem como objetivo manter o encantamento das crianças com a floresta e os animais brasileiros.
Terra Papagallis
Quando: de 12 a 14 de outubro
Horário: 16h
Onde: Auditório Ibirapuera
Endereço: Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n, (Portão 2 do Parque do Ibirapuera)
Entrada franca (distribuição de ingressos uma hora e meia antes da apresentação)
Quando: de 12 a 14 de outubro
Horário: 16h
Onde: Auditório Ibirapuera
Endereço: Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n, (Portão 2 do Parque do Ibirapuera)
Entrada franca (distribuição de ingressos uma hora e meia antes da apresentação)
musicais e aulas de circo (Foto: Divulgação)
Dia das Crianças no Parque
O Parque do Carmo, na Zona Leste, vai aproveitar o feriado para comemorar o Dia das Crianças com um evento especial. Ao todo, serão oito horas de atividades gratuitas, entre teatro, pinturas, danças, brincadeiras, contadores de histórias, apresentações musicais e esportes. Uma série de brinquedos infláveis vão estar espalhados pelo parque, bem como oficinas ecológicas e espaços de aulas de circo. Durante a tarde, o evento ainda vai contar com um show de cachorros da Turma do Agility.
O Parque do Carmo, na Zona Leste, vai aproveitar o feriado para comemorar o Dia das Crianças com um evento especial. Ao todo, serão oito horas de atividades gratuitas, entre teatro, pinturas, danças, brincadeiras, contadores de histórias, apresentações musicais e esportes. Uma série de brinquedos infláveis vão estar espalhados pelo parque, bem como oficinas ecológicas e espaços de aulas de circo. Durante a tarde, o evento ainda vai contar com um show de cachorros da Turma do Agility.
Dia das Crianças no Parque
Quando: 12 de outubro
Horário: das 9h às 17h
Onde: Parque do Carmo
Endereço: Av. Afonso Sampaio e Souza, 951, Itaquera
Entrada Franca
Quando: 12 de outubro
Horário: das 9h às 17h
Onde: Parque do Carmo
Endereço: Av. Afonso Sampaio e Souza, 951, Itaquera
Entrada Franca
fim de semana (Foto: Douglas Cometti/Folhapress)
1º Parque da Criança no Memorial
A Fundação Memorial da América Latina recebe nos dias 12, 13 e 14 de outubro o 1º Parque da Criança, que deve reviver programas infantis antigos, como o festival da Criança, feito no Playcenter. Nos três dias de programação, o evento contará com a apresentação de 18 peças teatrais, como “Cocoricó – O Musical”, “O Mágico de Oz”, “A Pequena Sereia”, um parque com brinquedos infláveis, brinquedoteca, oficinas artísticas, apresentação de filmes e animações, entre outras atividades.
A Fundação Memorial da América Latina recebe nos dias 12, 13 e 14 de outubro o 1º Parque da Criança, que deve reviver programas infantis antigos, como o festival da Criança, feito no Playcenter. Nos três dias de programação, o evento contará com a apresentação de 18 peças teatrais, como “Cocoricó – O Musical”, “O Mágico de Oz”, “A Pequena Sereia”, um parque com brinquedos infláveis, brinquedoteca, oficinas artísticas, apresentação de filmes e animações, entre outras atividades.
1º Parque da CriançaQuando: de 12 a 14 de outubro
Horário: das 11h às 20h
Onde: Memorial da América Latina
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda
Ingressos: R$ 58 (inteira) / R$ 29 (meia) (vendas no site do Ingresso Rápido)
Horário: das 11h às 20h
Onde: Memorial da América Latina
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda
Ingressos: R$ 58 (inteira) / R$ 29 (meia) (vendas no site do Ingresso Rápido)
nesta sexta-feira (Foto: G1)
Dia das Crianças no Parque Linear Tiquatira
Também na Zona Leste, as crianças vão poder aproveitar a programação especial do Parque Linear Tiquatira, na Penha, durante a sexta-feira. As atividades vão desde oficina de reciclagem, até apresentação de música instrumental dançante e exibição artística de Kung-Fu. Há também uma feira de artesanato, uma pista de skate e de bicicross, e ciclofaixa para que os pais possam aproveitar o dia ao ar livre com os filhos.
Também na Zona Leste, as crianças vão poder aproveitar a programação especial do Parque Linear Tiquatira, na Penha, durante a sexta-feira. As atividades vão desde oficina de reciclagem, até apresentação de música instrumental dançante e exibição artística de Kung-Fu. Há também uma feira de artesanato, uma pista de skate e de bicicross, e ciclofaixa para que os pais possam aproveitar o dia ao ar livre com os filhos.
Dia das Crianças no Parque Linear Tiquatira
Quando: 12 de outubro
Horário: a partir das 9h30
Onde: Praça de Eventos do Parque Linear Tiquatira
Endereço: Avenida Governador Carvalho Pinto, s/n, Penha
Entrada Franca
Quando: 12 de outubro
Horário: a partir das 9h30
Onde: Praça de Eventos do Parque Linear Tiquatira
Endereço: Avenida Governador Carvalho Pinto, s/n, Penha
Entrada Franca
Boom Kids Festival
A casa de shows Via Funchal, na Vila Olímpia, vai sediar o Boom Kids Festival, um evento com brinquedos e apresentações voltadas para o público infantil. As crianças terão direito a Pula-pula, malabares, pinturas, balões e comidinhas diversas. Além disso, as atrações incluem um show da Turma da Mônica, a apresentação do espetáculo “A Aventura dos Piratas”, com os integrantes do Lazy Town, e a cantora Giovanna Vampesi. O evento contará também com a participação de uma trupe circense que animará os participantes na recepção do público e durante os intervalos dos shows.
A casa de shows Via Funchal, na Vila Olímpia, vai sediar o Boom Kids Festival, um evento com brinquedos e apresentações voltadas para o público infantil. As crianças terão direito a Pula-pula, malabares, pinturas, balões e comidinhas diversas. Além disso, as atrações incluem um show da Turma da Mônica, a apresentação do espetáculo “A Aventura dos Piratas”, com os integrantes do Lazy Town, e a cantora Giovanna Vampesi. O evento contará também com a participação de uma trupe circense que animará os participantes na recepção do público e durante os intervalos dos shows.
Boom Kids Festival
Quando: 12 de outubro
Horário: a partir das 15h30
Onde: Via Funchal
Endereço: R. Funchal, 65, Vila Olímpia
Ingressos: de R$ 80 a R$ 170 (bilheteria no local ou pelo site da casa de shows)
Quando: 12 de outubro
Horário: a partir das 15h30
Onde: Via Funchal
Endereço: R. Funchal, 65, Vila Olímpia
Ingressos: de R$ 80 a R$ 170 (bilheteria no local ou pelo site da casa de shows)
dia interativo (Foto: Divulgação/ Espaço Temático)
Sítio do Pica Pau Amarelo, Mairiporã
Durante o dia todo, os visitantes poderão acompanhar os personagens do conto infantil em atividades realizadas nas bases temáticas que recriam os ambientes originais da obra. A programação especial contará ainda com oficinas lúdicas de jardinagem, culinária, reciclagem e construção de pipas, com a participação da Emília, Narizinho, Pedrinho e seus amigos. No espaço são recriados os cenários da Gruta da Cuca, da Casa da Dona Benta, do Laboratório do Visconde, da Cabana do Tio Barnabé e do Reino das Águas Claras.
Durante o dia todo, os visitantes poderão acompanhar os personagens do conto infantil em atividades realizadas nas bases temáticas que recriam os ambientes originais da obra. A programação especial contará ainda com oficinas lúdicas de jardinagem, culinária, reciclagem e construção de pipas, com a participação da Emília, Narizinho, Pedrinho e seus amigos. No espaço são recriados os cenários da Gruta da Cuca, da Casa da Dona Benta, do Laboratório do Visconde, da Cabana do Tio Barnabé e do Reino das Águas Claras.
Sítio do Pica Pau Amarelo, Mairiporã
Quando: 12 de outubro
Horário: das 9h30 às 17h
Onde: Espaço Temático Sítio do Picapau Amarelo
Endereço: Estrada Armando Barbosa de Almeida, 8035 – Caceia, Mairiporã
Ingressos: Adultos - R$ 110,00 Crianças - R$ 95,00
Quando: 12 de outubro
Horário: das 9h30 às 17h
Onde: Espaço Temático Sítio do Picapau Amarelo
Endereço: Estrada Armando Barbosa de Almeida, 8035 – Caceia, Mairiporã
Ingressos: Adultos - R$ 110,00 Crianças - R$ 95,00
Dia das Crianças (Foto: Divulgação/SP Diversões)
SP Diversões
De 12 a 14 de outubro, o SP Diversões, na Zona Oeste da capital, preparou uma programação especial para tornar a comemoração do Dia das Crianças mais animada. A principal atração é o chamado Cine Action 6D, uma cabine de cinema que promete exibições de filmes em seis dimensões. Oficinas de escultura de balões, pintura de rosto e sorteio de brindes especiais também fazem parte da programação. O espaço também tem 18 pistas de bolice, pista de kart e mais de 150 opções de brinquedos e jogos eletrônicos. Para os menores, há os tradicionais carrossel e a mini montanha russa.
De 12 a 14 de outubro, o SP Diversões, na Zona Oeste da capital, preparou uma programação especial para tornar a comemoração do Dia das Crianças mais animada. A principal atração é o chamado Cine Action 6D, uma cabine de cinema que promete exibições de filmes em seis dimensões. Oficinas de escultura de balões, pintura de rosto e sorteio de brindes especiais também fazem parte da programação. O espaço também tem 18 pistas de bolice, pista de kart e mais de 150 opções de brinquedos e jogos eletrônicos. Para os menores, há os tradicionais carrossel e a mini montanha russa.
SP Diversões
Quando: de 12 a 14 de outubro
Horário: Das 12h às 4h
Onde: SP Diversões
Endereço: Rua Santa Rosa Junior, 189, Butantã
Ingressos: Entrada gratuita até as 18h; depois, R$ 4.
Quando: de 12 a 14 de outubro
Horário: Das 12h às 4h
Onde: SP Diversões
Endereço: Rua Santa Rosa Junior, 189, Butantã
Ingressos: Entrada gratuita até as 18h; depois, R$ 4.
(Foto: Divulgação/SVMA)
Parque do Ibirapuera
No Dia das Crianças, os pequenos poderão participar de oficinas de reciclagem e do lançamento do programa Meu Prato Saudável, que vai acontecer no Parque do Ibirapuera, das 9h às 17h. O evento vai ter avaliação nutricional, distribuição de cartilhas, realização de jogos e dinâmicas com atores mirins e personagens da Turma da Mônica. Já os pais contarão com avaliação nutricional para adultos, além de exames grátis e atividades para interagir com os filhos.
No Dia das Crianças, os pequenos poderão participar de oficinas de reciclagem e do lançamento do programa Meu Prato Saudável, que vai acontecer no Parque do Ibirapuera, das 9h às 17h. O evento vai ter avaliação nutricional, distribuição de cartilhas, realização de jogos e dinâmicas com atores mirins e personagens da Turma da Mônica. Já os pais contarão com avaliação nutricional para adultos, além de exames grátis e atividades para interagir com os filhos.
Meu Prato Saudável
Quando: 12 de outubro
Horário: Das 9h às 17h
Onde: Parque do Ibirapuera
Endereço: Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n
Entrada franca
Crianças (Foto: Divulgação / Museu da Língua
Portuguesa)
Museu da Língua PortuguesaAs crianças que forem ao museu, que fica na Praça da Luz, nesta sexta-feira, poderão participar de oficinas que prometem potencializar e estimular a criatividade delas. Os pequenos poderão descobrir as origens das palavras e curiosidades sobre elas. Os ingressos custam R$ 6 e dão direito também à visita ao acervo. A oficina "Palavras Animais" também acontecerá no sábado e no domingo.
Museu da Língua Portuguesa
Quando: 12, 13 e 14 de outubro
Horário: Das 10h às 18h
Onde: Praça da Luz, Centro
Entrada: R$ 6 - aos sábados, a entrada é gratuita
Quando: 12, 13 e 14 de outubro
Horário: Das 10h às 18h
Onde: Praça da Luz, Centro
Entrada: R$ 6 - aos sábados, a entrada é gratuita
pequenos (Foto: Divulgação/Museu do Futebol)
Museu do Futebol
O Museu do Futebol preparou ações especiais para comemorar o Dia das Crianças. Para receber o público mirim e também os adultos, o Museu oferecerá jogos educativos relacionados ao tema futebol e também oficinas de futebol de mesa. na brincadeira “Qual Jogador Sou Eu?”, o visitante é convidado a testar sua memória sobre jogadores, goleiros e treinadores que fizeram e ainda fazem a história do futebol nacional.
O Museu do Futebol preparou ações especiais para comemorar o Dia das Crianças. Para receber o público mirim e também os adultos, o Museu oferecerá jogos educativos relacionados ao tema futebol e também oficinas de futebol de mesa. na brincadeira “Qual Jogador Sou Eu?”, o visitante é convidado a testar sua memória sobre jogadores, goleiros e treinadores que fizeram e ainda fazem a história do futebol nacional.
Dia das Crianças no Museu do Futebol
Quando: 12, 13 e 14 de outubro
Onde: Museu do Futebol
Endereço: Praça Charles Miller, s/n
Ingressos: R$ 6 (inteira) /R$ 3 (meia)
Programação: dias 12, 13 e 14 de outubro - Jogos educativos: das 11h às 12h30 e das 14h às 15h30 / dias 12 e 13 de outubro - Oficinas de futebol de botão: das 9h às 12h e das 13h às 16h
Sesc Pompeia
A programação para o Dia das Crianças no Sesc Pompeia acontece nos dias 12, 13 e 14 de outubro, com atividade do grupo acrobático Fratelli, as estripulias do palhaço Gil Caetano, da Cia Estripulias Imagináveis e do mágico Julyano Kampos, com seu show “Mágicas de Pertinho”. As atrações são gratuitas.
A programação para o Dia das Crianças no Sesc Pompeia acontece nos dias 12, 13 e 14 de outubro, com atividade do grupo acrobático Fratelli, as estripulias do palhaço Gil Caetano, da Cia Estripulias Imagináveis e do mágico Julyano Kampos, com seu show “Mágicas de Pertinho”. As atrações são gratuitas.
SESC Pompeia
Quando: 12, 13 e 14 de outubro
Horário: variados
Onde: Sesc Pompeia
Endereço: Rua Clélia, 93
Entrada franca
- Acrobático Fratelli - Bichos Muito Loucos / Nas passarelas e paredes do Conjunto Esportivo e Deck, às 17h30
- Mágicas de Pertinho / Área de Convivência, às 11h; 13h30; 16h
- Estripulias Imagináveis / Área de Convivência, Rua Central e Deck, às 10h; 12h30; 15h
Quando: 12, 13 e 14 de outubro
Horário: variados
Onde: Sesc Pompeia
Endereço: Rua Clélia, 93
Entrada franca
- Acrobático Fratelli - Bichos Muito Loucos / Nas passarelas e paredes do Conjunto Esportivo e Deck, às 17h30
- Mágicas de Pertinho / Área de Convivência, às 11h; 13h30; 16h
- Estripulias Imagináveis / Área de Convivência, Rua Central e Deck, às 10h; 12h30; 15h
Palavra Cantada E Osesp - Concertos a preços populares
Em uma parceria inédita, a Osesp e a Palavra Cantada apresentam uma programação especial para a Semana das Crianças. São quatro concertos a preços populares, com a participação dos sopros (madeiras e metais), harpa e percussão da Orquestra, além do Coro Infantil da Osesp e do Coral Infantil da Palavra Cantada.
Em uma parceria inédita, a Osesp e a Palavra Cantada apresentam uma programação especial para a Semana das Crianças. São quatro concertos a preços populares, com a participação dos sopros (madeiras e metais), harpa e percussão da Orquestra, além do Coro Infantil da Osesp e do Coral Infantil da Palavra Cantada.
Palavra Cantada E Osesp
Quando: 12 e 13 de outubro
Horário: às 11h e às 16h30
Onde: Sala São Paulo
Endereço: Rua Júlio Prestes, 16
Ingressos: R$ 15 (aposentados, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pública têm 50% de desconto, mediante comprovação)
Quando: 12 e 13 de outubro
Horário: às 11h e às 16h30
Onde: Sala São Paulo
Endereço: Rua Júlio Prestes, 16
Ingressos: R$ 15 (aposentados, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pública têm 50% de desconto, mediante comprovação)
Galinha Pintadinha
Para celebrar o Dia das Crianças, todas as apresentações da Galinha Pintadinha em outubro terão valores promocionais a partir de R$ 50. No dia 12 de outubro, haverá sessões especiais às 15h e 17h. As apresentações acontecem no Teatro das Artes.
Para celebrar o Dia das Crianças, todas as apresentações da Galinha Pintadinha em outubro terão valores promocionais a partir de R$ 50. No dia 12 de outubro, haverá sessões especiais às 15h e 17h. As apresentações acontecem no Teatro das Artes.
Galinha Pintadinha
Quando: até 25 de novembro (Dia 12 de outubro haverá sessão especial – 15h e 17h)
Horários: sábado e domingo, às 15h e às 17h
Onde: Teatro das Artes – Shopping Eldorado
Endereço: Avenida Rebouças, 3970 – 3º piso
Preço promocional em outubro: a partir de R$ 50
Quando: até 25 de novembro (Dia 12 de outubro haverá sessão especial – 15h e 17h)
Horários: sábado e domingo, às 15h e às 17h
Onde: Teatro das Artes – Shopping Eldorado
Endereço: Avenida Rebouças, 3970 – 3º piso
Preço promocional em outubro: a partir de R$ 50
Shows de Mágica no Catavento Cultural e Educacional
O mágico Edoo realiza espetáculo cheio de humor e diversão no auditório do Catavento Cultural nos dias 12, 13 e 14 de outubro. Serão duas apresentações diárias, uma às 14h e outra às 16h.
O mágico Edoo realiza espetáculo cheio de humor e diversão no auditório do Catavento Cultural nos dias 12, 13 e 14 de outubro. Serão duas apresentações diárias, uma às 14h e outra às 16h.
Shows de Mágica no Catavento Cultural e Educacional
Quando: 12, 13 e 14 de outubro
Horários: às 14h e às 16h
Onde: Palácio das Indústrias
Endereço: Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/no (Av. Mercúrio), Parque Dom Pedro II
Entrada: show – gratuito / Museu R$ 6 e meia-entrada para estudantes, idosos e portadores de deficiência
Quando: 12, 13 e 14 de outubro
Horários: às 14h e às 16h
Onde: Palácio das Indústrias
Endereço: Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/no (Av. Mercúrio), Parque Dom Pedro II
Entrada: show – gratuito / Museu R$ 6 e meia-entrada para estudantes, idosos e portadores de deficiência
Maratona Infantil no MIS - Museu da Imagem e do Som
Quando: 14 de outubro
Horário: das 10h às 17h30
Onde: Área externa do MIS, Auditório LABMIS, Auditório MIS e Espaço Expositivo
Endereço: Avenida Europa, 158 – Pinheiros
Entrada franca
Quando: 14 de outubro
Horário: das 10h às 17h30
Onde: Área externa do MIS, Auditório LABMIS, Auditório MIS e Espaço Expositivo
Endereço: Avenida Europa, 158 – Pinheiros
Entrada franca
Programação
- 10h às 17h: Intervenções circenses
- 10h às 11h, 13h às 14h e 15h às 16h: Oficina "Detalhe Fotográfico"
- 10h às 11h e 14h às 15h: Contação de histórias
- 11h às 12h e 14h às 15h: Espetáculo "Poemas para brincar"
- 12h às 13h e 15h às 16h: Espetáculo "Esperando Gordô"
- 16h30 às 17h30: Espetáculo "Chapeuzinho Vermelho"
- 10h às 17h: Intervenções circenses
- 10h às 11h, 13h às 14h e 15h às 16h: Oficina "Detalhe Fotográfico"
- 10h às 11h e 14h às 15h: Contação de histórias
- 11h às 12h e 14h às 15h: Espetáculo "Poemas para brincar"
- 12h às 13h e 15h às 16h: Espetáculo "Esperando Gordô"
- 16h30 às 17h30: Espetáculo "Chapeuzinho Vermelho"
Folclore e cultura popular na Casa das Rosas
Quando: 13 de outubro
Horário: 14h (A Moça de Bambuluá); 15h30 (Sarauzinho da Casa)
Onde: Casa das Rosas
Endereço: Avenida Paulista, 37 - Bela Vista
Entrada franca
Quando: 13 de outubro
Horário: 14h (A Moça de Bambuluá); 15h30 (Sarauzinho da Casa)
Onde: Casa das Rosas
Endereço: Avenida Paulista, 37 - Bela Vista
Entrada franca
Dia das Crianças no Museu da Casa Brasileira
Quando: 12 de outubro
Horários: 11h (Show: Brasileirinhos 2); 14h30 (Oficina: Bicho de fantoche, brincadeira de bicho)
Onde: Museu da Casa Brasileira
Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705, Jardim Paulistano
Entrada franca
Quando: 12 de outubro
Horários: 11h (Show: Brasileirinhos 2); 14h30 (Oficina: Bicho de fantoche, brincadeira de bicho)
Onde: Museu da Casa Brasileira
Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705, Jardim Paulistano
Entrada franca
Circo Zanni
Quando: a partir de 12 de outubro (estreia às 17h)
Horários: sexta-feira, às 20h30; sábado, às 17h e 20h30; domingo, às 17h e 19h30
Onde: Memorial da América Latina
Endereço: Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664
Bilheteria no próprio local, aberta 2h antes do início de cada espetáculo
Ingressos: sexta-feira – R$ 15 (preço único); sábado, domingo e feriado – R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Quando: a partir de 12 de outubro (estreia às 17h)
Horários: sexta-feira, às 20h30; sábado, às 17h e 20h30; domingo, às 17h e 19h30
Onde: Memorial da América Latina
Endereço: Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664
Bilheteria no próprio local, aberta 2h antes do início de cada espetáculo
Ingressos: sexta-feira – R$ 15 (preço único); sábado, domingo e feriado – R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
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