sábado, 18 de fevereiro de 2012

Bicicleta coletiva ou policicleta?


Bicycle School Bus leva crianças para a escola

Maneira mais sustentável e saudável de transporte

Por Gisele Eberspacher às 10h52 de 14/02/2012
Um novo modelo de transporte é adotado na Holanda para levar crianças pequenas para a escola: o Bicycle School Bus. O veículo é uma espécie de bicicleta coletiva, que pode transportar até 10 crianças entre 4 e 12 anos de idade.
A adoção do novo modelo pretende incentivar as crianças a usar a bicicleta como meio de transporte, além de fazer com que pratiquem exercícios físicos.
Modelo da bicicleta ainda tem espaço para adulto.

O modelo é equipado com um motor elétrico, para ajudar em subidas mais íngremes, e um sistema de som, para deixar a garotada animada. Ainda, o modelo dispõe de um toldo, para proteger os passageiros em dias de chuva.
A notícia é da Yes Magazine. O modelo da bicicleta foi desenvolvido pela Tolkamp Metaalspecials e pode ser comprada na De Café Racer, por 15 mil dólares (cerca de 25 mil reais).

Hotel na China é construção arborizada



Hotel com oito prédios tem árvores e vegetações em todos os apartamentos




Por Gisele Eberspacher às 10h44 de 16/02/2012




O hotel Sanya Block 5, na China, é um hotel que mostra como é possível ser um pouco mais sustentável sem se esforçar muito. A construção consiste em quatro blocos de prédios espelhados, sendo no total oito construções. Toda a parte externa é pensada para abrigar árvores e outras vegetações, dando mais conforto acústico e térmico para os apartamentos.
Além disso, as varandas em que ficam as plantas funcionam como uma extensão dos apartamentos, permitindo que os hóspedes também utilizem o local. Além disso, a água utilizada para regar as plantas é reaproveitada de vários setores do hotel.
O espaço mostra como é possível fazer grandes empreendimentos para cidades e permitir o crescimento de plantas locais, ajudando a manter a biodiversidade do local.

4 construções com contêiners marítimos



Reaproveitar a estrutura deixa obra mais limpa e rápida, além de ser uma alternativa para uso de contêiners aposentados


Por Gisele Eberspacher às 10h21 de 09/02/2012

Depois de um tempo de uso (entre 7 e 10 anos), contêiners usados para transportes marítimos precisam ser aposentados. Começou a surgir então uma preocupação em reutilizar o material nobre para outro fim. Com o tempo, diversos arquitetos em vários lugares do mundo criaram projetos de residências e outras construções com o material.
Além de uma obra mais limpa e rápida, já que evita a utilização de tijolos e cimento, o modelo oferece para os moradores conforto térmico e acústico.
Veja quatro projetos com contêiners em diversos locais do mundo:
O arquiteto francês Patrick Partouche criou uma residência com oito contêiners. A casa tem 208 metros quadrados de área construída e foi feita em três dias.
Veja mais imagens do projeto aqui e mais do trabalho de Patrick aqui.
Já o estúdio de arquitetura Poteet Architects, do Texas, tinha como pedido fazer uma casa de hóspedes para uma casa. A opção foi usar apenas um contêiner, o modelo pode ser usado como a residência de pessoas que moram sozinhas ou casais. Além da reutilização do material, foi feito também um telhado verde, deixando a construção ainda mais sustentável.
Veja outros trabalhos da Peteet Architects aqui.
A “12 Conteiner House”, como foi chamada, é uma casa que utiliza 12 contêiners em sua construção. Maior que as casas anteriores, cada um dos contêiners funciona como um cômodo da residência, que tem dois andares. O estúdio responsável é o Architecture and Hygiene.
Na cidade de Diemen, perto de Amsterdam, na Holanda, foi construído um prédio de contêiners para 250 alunos. A construção for feita em cinco meses apenas. O prédio conta ainda com um jardim central para encontro dos alunos e espaços para estacionar bicicletas. O projeto é da TempoHousing.

5 dicas para ter um Carnaval mais sustentável


5 dicas para ter um Carnaval mais sustentável

Cuidados podem deixar o impacto menor durante celebrações do Carnaval


Por Gisele Eberspacher às 14h23 de 13/02/2012

Quer aproveitar a festa mas não quer prejudicar o meio ambiente? Veja as dicas abaixo:
1. Antes de comprar qualquer fantasia, veja no seu armário peças que podem ser usadas de uma maneira diferente. Vale usar uma saia colorida com uma blusa de outra cor. Lenços podem ser usados como bandanas ou laços para prender o cabelo. Vale a criatividade.
2. Faça máscaras usando jornais ou revistas antigos. Basta pegar um molde e cortar o papel (você pode colar várias camadas para deixar mais resistente). Depois, colocar uma fita para prender e decorar com aquilo que você tiver em casa (pode ser papel colorido, lápis de cor, tinta, giz de cera…). Aqui você pode ver como fazer uma máscara com uma caixinha de leite.
3. Cuide com o excesso de materiais descartados. Não desperdice copos ou pratinhos descartáveis enquanto pula o Carnaval. Pense em usar louças que não quebrem (como as de metal ou plástico não descartável), ou opte por descartáveis biodegradáveis (veja mais sobre eles aqui).

4. Cuidado com o seu lixo. É importante não largar ele em qualquer lugar da rua, causando poluição e podendo ainda machucar alguém, principalmente com latinhas ou vidro. Por isso, procure jogar em latas de lixo.

5. Se for viajar, tente ir com a lotação máxima do carro e escolha destinos próximos, diminuindo a pegada ecológica dos viajantes.

O Brasil está em 30º...


Os 10 países mais verdes do mundo em 2012

http://www.recriarcomvoce.com.br/blog_recriar/os-10-paises-mais-verdes-do-mundo-em-2012/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+recriarcomvoce+%28Blog+Recriar+com+Voc%C3%AA%29

O ranking de desempenho ambiental realizado pelas Universidades americanas de Columbia e Yale, o Environmental Performance Index (EPI) classificou 132 países utilizando 22 indicadores distribuídos por 10 categorias: critérios de saúde ambiental; poluição do ar; recursos de água; biodiversidade e habitat; recursos naturais; florestas; alterações climáticas, entre outros.
Estes são os 10 países mais verdes do mundo em 2012.


1 – SUÍÇA
População: 7,825,243
Área: 41,271 km²
PIB per capita: $ 37,441
O empenho em reduzir progressivamente o uso de combustíveis fósseis e nuclear, por meio de uma política nacional sólida, coloca a Suíça na liderança do ranking de Yale. Recordista mundial em usinas geotérmicas, cuja energia é quase totalmente vertida para aquecer casas, escritórios, hotéis e estufas durante os meses de inverno, o país se destaca nos quesitos emissão de dióxido de carbono, qualidade do ar e políticas ambientais.
Há 20 anos, a Suíça foi um dos primeiros países da Europa a exigir o uso de catalisador e o controle do gás de escapamento dos carros. Também vale menção a invejável pontuação (98,1) no quesito conservação da biodiversidade e proteção de habitats naturais. Em geral, os suíços são adeptos fervorosos da mobilidade sustentável, principalmente da bicicleta. Ao menos 10 ciclovias nacionais cortam o país de ponta a ponta. Lá, taxas para serviços de água e gestão de resíduos, bem como impostos ambientais que promovam a responsabilidade social são comuns.


2 – LETÔNIA
População: 2,242,916
Área: 64,385 km²
PIB per capita: $12,938
Um lugar de beleza natural quase intocada pela civilização. A frase um tanto quando piegas se aplica bem à paisagem letã. Muitos turistas e especialistas em meio ambiente costumam dizer que o país inteiro é um parque natural enorme. A vitalidade de seus ecossistemas e a proteção às florestas, que ocupam 44% do território, lhe rendem pontuações altas no EPI.
Mesmo as áreas dedicadas ao cultivo agrícola e à criação de gado são cuidadosamente delimitadas e tendem a seguir as práticas mais sustentáveis. Dados oficiais indicam que o uso de pesticidas caiu 12 vezes desde 1990 e que, atualmente, pelo menos 200 fazendas adotam práticas ecológicas, que dispensam agrotóxicos e outros produtos químicos industrializados, usando apenas compostos naturais. A redução de emissões é uma meta importante para o país, que desde 1990 reduziu a poluição por fontes fixas (fábricas, casas e caldeiras) em 46%.


3 – NORUEGA
População: 4,885,240
Área: 325,602 km²
PIB per capita: $46,926
Terceira colocada no ranking de países mais verdes, a Noruega pretende se tornar carbono neutra até 2030, ou seja, todas as suas emissões devem ser compensadas. Pelo menos 2/3 delas serão reduzidas com ações ambientais internas e para dar conta do restante as autoridades norueguesas financiarão projetos sustentáveis em países em desenvolvimento, como geração de bioenergia e proteção de florestas.
Uma meta ambiciosa para uma nação que é ao mesmo tempo progressista sobre as alterações climáticas – com impostos sobre combustíveis fósseis e uma matriz energética dominada pela hidroeletricidade – mas também emissora por causa de suas exportações volumosas de óleo e gás natural. Felizmente, o que não falta é potencial e tecnologia para cumprir o objetivo. Em 2009, a Noruega inaugurou a primeira estrada com rede integrada de postos de abastecimento a hidrogênio em todo o mundo. Na avaliação do EPI, o país leva nota máxima no quesito saúde ambiental e na conservação de suas reservas naturais.


4 – LUXEMBURGO
População: 505,831
Área: 2,592 km²
PIB per capita: $71,161
A presença deste pequeno país europeu no ranking das nações mais verdes justifica-se por seu empenho, mesmo em tempos de crise econômica, em garantir um crescimento “verde” e sustentável. Em 2009, Luxemburgo adotou programas de incentivo à população para compra de carros ecológicos e eletrodomésticos mais eficientes em energia.
Antes, entre 2001 e 2008, o país investiu mais de 70 milhões de euros na expansão do setor de energia solar fotovoltaica. Luxemburgo também leva pontuação máxima em saúde ambiental e proteção à biodiversidade e habitats naturais.


5 – COSTA RICA
População: 4,658,887
Área: 51,452 km²
PIB per capita: $10,258
Fortemente empenhado em seguir o exemplo dos seus antecessores na lista do EPI, o governo costa-riquenho estabeleceu a meta de tornar a região carbono neutra até 2021. Esse pequeno país da América Central sofreu com o desmatamento durante anos, mas agora um dos seus principais objetivos é reflorestar as regiões devastadas.
Nos últimos anos, mais de cinco milhões de árvores foram replantadas. Cerca de 50% da superfície total do país encontra-se coberta de bosques e selvas e 25% do território encontra-se protegido. Os investimentos em energias alternativas e índices inéditos de recuperação da mata nativa fazem da Costa Rica referência mundial. Com esse desempenho ambiental o país tem conseguido apoio internacional e financiamento para programas de Redd (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação).


6 – FRANÇA
População: 64,876,618
Área: 549,096 km²
PIB per capita: $29,647
No país de Sarkozy, a bandeira verde é hasteada principalmente por uma política agressiva de eficiência energética, que prevê a redução das emissões de gases efeito estufa em 20% até 2020 além da expansão da matriz de fontes renováveis para 25% no mesmo período. O que não será fácil, já que a França é um dos mais dependentes de energia nuclear do mundo. Cerca de 75% de toda eletricidade vem de usinas atômicas.
No EPI, a França apresentou bom desempenho em saúde ambiental, indicador que avalia a interação entre a natureza, a saúde humana e o desenvolvimento. Segundo um estudo do Proforest e do Imazon, a França também se destaca por ser um dos países que mais protegem suas florestas, com um programa forte de recuperação ambiental. Par se ter uma ideia, a área florestal total passou de 14,5 milhões de hectares em 1990 para 16 milhões de hectares em 2010, o que corresponde a 29% do território do país. O mais recente projeto verde francês de repercussão mundial é o programa de aluguel de carros elétricos Autolib, inaugurado no final de 2011 em Paris.


7 – ÁUSTRIA
População: 8,384,745
Área: 83,879 km²
PIB per capita: $35,266
Não é de se espantar a presença da Áustria entre os países mais verdes do mundo. Além de arquitetura, história e muita música, ela oferece à sua população e aos visitantes uma natureza incrível e, principalmente, bem conservada.
Atravessado pelo Rio Danúbio, este país montanhoso da Europa Central é destino recorrente dos amantes de esportes de inverno que têm nos Alpes seu ponto de encontro. Uma curiosidade: o país possui um programa que estimula a população a cultivar jardins com plantas e flores locais em suas casas.


8 – ITÁLIA
População: 60,483,521
Área: 300,906 km²
PIB per capita: $26,753
Em ritmo de preservação, a Itália tornou-se o primeiro país da Europa a banir as sacolas de polietileno. A proibição nacional começou a valer em janeiro de 2011. Desde então, as lojas italianas, que utilizavam 20 bilhões de sacolas por ano (o maior índice europeu), só podem oferecer sacos de papel, pano ou de materiais biodegradáveis.
Palco recente de uma tragédia com riscos ambientais graves (de um possível vazamento de óleo do Costa Concordia), a Itália ocupa o nono lugar do ranking EPI. Diante do naufrágio do cruzeiro em uma ilha paradisíaca de rico ecossistema, o governo italiano resolveu enrijecer as regras de navegação na costa e limitar a aproximação de grandes embarcações da costa.


9 – REINO UNIDO
População: 62,218,761
Área: 244,840 km²
PIB per capita: $32,187
Depois da Eco-92, no Rio de Janeiro, e da segunda Conferência Ministerial para a Proteção das Florestas na Europa, ocorrida em 1993, o governo adotou uma política para promover o uso sustentável das florestas com o objetivo de implementar o manejo sustentável e assegurar uma expansão constante da cobertura florestal.
Nos últimos anos, o Reino Unido vem oferecendo generosos incentivos para o desenvolvimento de tecnologias ambientais, que vão do tratamento de água à reciclagem, a fim de atender às rígidas metas nacionais e da União Europeia para redução de emissões. Entre o G8, o país é líder no combate às mudanças climáticas.


10 – SUÉCIA
População: 9,379,116
Área: 443,016 km²
PIB per capita: $33,686
O esforço em adotar fontes alternativas de energia é um dos pontos que garantiu a presença da Suécia entre os dez primeiros colocados do ranking. Há cidades, como Borás, que praticamente são livres de lixo porque reciclam a maior parte dos resíduos sólidos gerados pela população transformando-os em energia. A produção de bioenergia abastece casas, estabelecimentos comerciais e até mesmo frotas de ônibus, que integram o sistema de transporte público.
Mas essa geração limpa não nasceu de forma espontânea, ela foi implementada para atender uma rigorosa legislação que proíbe a existência de aterros sanitários nos países da União Europeia. A Suécia foi também um dos primeiros países onde as leis de conservação da floresta entraram em vigor, em 1886. Essas leis estipulavam que áreas desmatadas deveriam ser reflorestadas. Atualmente, a cobertura florestal corresponde a 69% do território do país.
No ranking o Brasil ficou no 30º, graças à biodiversidade e o investimento em energia renovável, abaixo da Colômbia, Eslovênia e Taiwan.
http://planetasustentavel.abril.com.br

Reforma com a sustentabilidade


Postos de salvamentos de Copacabana e e
Ipanema serão reinaugurados neste sábado

Obras de reestruturação custaram mais de R$ 1 milhão
Do R7 | 17/02/2012 às 12h38

Serão reinaugurados, no próximo sábado (18), os postos 9, em Ipanema, e 5 em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Eles passaram por obras de modernização e reestruturação durante cinco meses em um investimento de R$ 1.060.000. As grades de ferro foram substituídas por painéis de vidro e alumínio. Foram construídos mais dois sanitários femininos e um masculino, três mictórios, boxes para banhos, duchas abertas com visibilidade para a praia, instalação de material antiderrapante nos banheiros e fraldário com ducha higiênica. 

De acordo com o vice-presidente da Orla Rio, João Marcello, o objetivo é oferecer mais rapidez no serviço à população.  

- Aumentamos a área de infraestrutura do posto para podermos atender mais usuários ao mesmo tempo, diminuindo o tempo de espera. 

Novos armários foram instalados para guardar volumes e equipamentos de esporte e de praia. Os acessos estão mais amplos para facilitar a circulação de portadores de necessidades especiais. 

A preocupação com a sustentabilidade também foi pensada durante a reforma, que incluiu a instalação de placas solares para gerar energia para iluminação interna, dutos que permitem o reaproveitamento da água do banho para uso nos vasos sanitários e os decks. 

Outra ação importante em prol do meio ambiente foi a instalação de madeiras plásticas obtida da reciclagem de garrafas pet nos decks, assim como já acontece nos novos quiosques da orla de Copacabana. Ao todo, o investimento para a reforma dos 27 postos de salvamento será de R$ 6 milhões.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Um dia a gente aprende...


Justiça suspende aulas em faculdade construída sobre lixão em Suzano

Área foi cedida à UniPiaget, que deveria, em contrapartida, recuperar ambientalmente o local

15 de fevereiro de 2012 | 23h 51


Paulo Saldana, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Uma faculdade recém-construída em Suzano (Grande São Paulo) foi erguida em uma área onde era realizada atividade de mineração e existia um lixão clandestino, sem que houvesse recuperação ambiental. Por conta do depósito de lixo, há riscos de explosões e desmoronamento e, por isso, a Justiça suspendeu o início das aulas.
Veja também:

Apesar do risco apontado pela promotoria, funcionários trabalham normalmente - Nilton Fukuda/AE
Nilton Fukuda/AE
Apesar do risco apontado pela promotoria, funcionários trabalham normalmente
Os três prédios da UniPiaget já estão prontos para receber os alunos. Mas, atendendo a pedido do Ministério Público, a juíza Ana Luiza Liarte, da 4.ª Câmara de Direito Público, entendeu que há “potenciais riscos” no local. Segundo a juíza, não há elementos para dizer que a recuperação do solo tenha sido feita e existem “fortes indícios de que a área onde a atual universidade se situa já foi local de depósito de lixo urbano”.
O local foi usado para extração de areia e argila. Ainda hoje, há duas grandes lagoas resultantes da atividade. O Estado teve acesso a autuações da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) de 1997 a 2008. Os documentos citam que o local recebia descarte de lixo doméstico, industrial e hospitalar, além de sucatas e entulhos. A decomposição de matéria orgânica do lixo pode produzir metano, um gás inflamável. Em 2005, relatório Cetesb atesta que houve “aterramento com entulhos”.
 
A área total tem 292 mil m² e fica na região central de Suzano. Foi cedida à instituição de ensino em 2007 pela prefeitura. A faculdade deveria, como contrapartida, recuperar ambientalmente o local e instalar um parque contíguo aos prédios, além de oferecer bolsas à comunidade. A recuperação - que custaria cerca de R$ 20 milhões - não aconteceu nem o parque foi inaugurado.

Ação. Segundo a promotora Cilene dos Santos, a área deveria ter sido recuperada em três meses. “A Constituição estabelece o princípio da precaução. Por isso, exige-se licenciamento prévio.”
Na ação, estão como réus a prefeitura, a faculdade e também a Cetesb. Em 2008, a própria companhia dispensou licenciamento para terraplanagem onde estão as construções. Questionada pela reportagem, entretanto, informou que não foi consultada pela UniPiaget sobre a construção dos prédios.
Para a Cetesb, a atividade de mineração exercida na área torna necessário a realização de estudos de investigação de passivos ambientais - mesmo se não houvesse lixo. A companhia informou que já notificou a prefeitura de Suzano e a UniPiaget sobre a necessidade de apresentação de estudos de investigação da área antes das obras.
Regular. O secretário municipal de Política Urbana de Suzano, Miguel Reis Afonso, defende que não há irregularidades. Segundo ele, a recuperação só seria necessária na área vizinha aos prédios.
A prefeitura afirma que o contrato não foi descumprido e o licenciamento da área da lagoa só ficou pronto em agosto. “A promotora vem perseguindo a prefeitura e a faculdade, impedindo um projeto importante para a cidade”, afirma.
A advogada Ana Carolina Freitas Barbosa, que defende a instituição, afirma que vai pedir hoje a reconsideração da decisão. Ana afirma que deve entregar à Justiça nesta semana laudos feitos por empresas contratadas pela UniPiaget que atestam que não há resíduos nocivos à saúde e ao meio ambiente no solo nem gás metano no local.
A promotoria já sinalizou que vai recusar laudos particulares. Mesmo discordando que haja riscos, a prefeitura informou que vai solicitar estudos sobre o solo e presença de gases.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Construção de cisternas em edificações no Mato Grosso...e o Estado de São Paulo?


13/Fevereiro/2012

Projeto de Lei prevê a construção de cisternas em edificações no Mato Grosso


http://www.piniweb.com.br/construcao/legislacao/projeto-de-lei-preve-a-construcao-de-cisternas-em-edificacoes-250302-1.asp


Se aprovado, as obras do governo deverão ser projetadas com sistemas de captação de água da chuva


Mauricio Lima


O deputado Mauro Savi (PR) colocou em pauta na Assembleia Legislativa do Estado do Mato Grosso um projeto para que as novas edificações do governo contem com sistemas de captação de água pluvial. De acordo com o texto, o projeto arquitetônico desses edifícios deve prever a instalação de reservatórios e cisternas, "para fins de economia, sustentabilidade e preservação do meio ambiente." 

No final de 2011, o governador do Estado do Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), já havia sancionado uma lei para a criação de linha de crédito para a construção de reservatórios ou cisternas para captação de água da chuva. 

Segundo Savi, a sustentabilidade deve nortear todas as ações do Executivo. "A água da chuva não é potável, mas é limpa, pode ser usada para várias atividades como limpeza de calçadas, regas de plantas e jardins, descargas de vasos sanitários entre outros. E hoje existe uma preocupação mundial com essa questão, tanto que a maioria dos arquitetos já propõe esse recurso em seus projetos", observou o deputado. Segundo a Assembleia legislativa, ainda não há previsão de votação do PL.

É preciso mudar...


15/02/2012 - 18h25

Juristas fazem ato em apoio às famílias do Pinheirinho


A Comissão de Direitos Humanos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São José dos Campos (97 km de SP) e o Sindicato dos Advogados de São Paulo realizam na quinta-feira (16), às 19h, na sala dos estudantes da Faculdade de Direito da USP --no Largo São Francisco, centro de SP--, um ato em apoio às famílias do Pinheirinho.





Entre os juristas presentes estarão Carlos Duarte, presidente do Sindicato dos Advogados de São Paulo; Aristeu César Pinto Neto, da Comissão de Direitos Humanos da OAB de São José dos Campos; Toninho Ferreira, advogado dos moradores do Pinheirinho; Marcio Sotelo, procurador do Estado e articulador do manifesto dos juristas sobre o caso Pinheirinho; Jorge Luiz Souto Maior, juiz e professor da Faculdade de Direito da USP; e Raquel Rolnik, relatora especial da ONU para o direito à moradia adequada.
O objetivo do ato é aprofundar os questionamentos acerca da violência estatal e da violação dos direitos humanos.
"Não bastassem tais aberrações jurídicas antecedentes à ordem de reintegração de posse, ocorreram inaceitáveis violações de direitos humanos na forma como foi levada a cabo e no modo como as famílias estão sendo tratadas depois da desocupação", diz o comunicado sobre o ato.
A íntegra do comunicado pode ser lida no site do Sindicato dos Advogados de São Paulo.
A reintegração de posse do Pinheirinho ocorreu no dia 22 de janeiro e desalojou milhares de pessoas. Há denúncias de truculência da Polícia Militar, restrição do trabalho da imprensa e demolição de casas ainda com pertences das famílias. Os ex-moradores do local foram levados para abrigos sem condições sanitárias.

Casa ou barco?


15/02/2012 - 12h42

Britânicos projetam 'casa anfíbia' à prova de enchentes

DA BBC BRASIL

Autoridades britânicas autorizaram a construção daquela que seria a primeira "casa anfíbia" do país, projetada para ser imune a inundações.
De acordo com os arquitetos responsáveis pelo projeto, a casa será apoiada em fundações fixas, mas, em caso de uma inundação, a construção inteira se erguerá e flutuará sobre a água.
Baca
A casa terá fundações fixas que, durante a enchente, vão erguê-la para flutuar sobre a água
A casa terá fundações fixas que, durante a enchente, vão erguê-la para flutuar sobre a água
A casa deve ser erguida em uma ilha na cidade de Marlow (condado de Buckinghamshire), a apenas 10 metros da margem do rio Tâmisa.
Com 225 metros quadrados, ela substituirá um bangalô, construído no início do século 20 e em más condições de preservação.

FLUTUANTE
A residência foi projetada pelo escritório de arquitetura Baca, com sede em Londres, especializado em construções resistentes a inundações.
De acordo com os arquitetos, a casa ficará apoiada entre quatro "golfinhos", ou postes verticais permanentes que manteriam a construção flutuante no lugar durante uma enchente.
Estes postes, normalmente encontrados em marinas, foram integrados ao design da residência e serão visíveis do lado de fora.
Construída de madeira leve, a parte habitável da casa será altamente isolada e apoiada em uma cobertura de concreto, criando uma plataforma flutuante.
O jardim, segundo os arquitetos, funcionará como um sistema de alerta, com plataformas posicionadas em diferentes níveis, projetadas para inundar gradualmente e, assim, chamar a atenção dos moradores antes que a água chegue a um nível ameaçador.
A "casa anfíbia" foi projetada porque as leis urbanas da região onde a construção original está localizada não permitiriam que, ao ser reformada, ela ficasse muito alta.
"Se ela fosse trocada por uma nova habitação, o piso teria de ser erguido para 1,5 metro acima do nível do chão", diz o diretor da Baca, Richard Coutts.

CUSTO
De acordo com Coutts, os custos de uma casa anfíbia são entre 20% e 25% maiores do que de uma casa convencional do mesmo tamanho.
No entanto, diz, o investimento é compensado pela economia feita com a redução dos gastos com seguros.
Embora se estime que a região sofra com apenas uma inundação a cada 20 anos, o nível do Tâmisa é motivo de temor por parte dos moradores. Em 2007, uma cheia do rio causou enormes prejuízos.
"Uma cidade resistente precisa ser adaptável, e para ser adaptável, o ambiente construído [pelo homem] precisa inovar", afirma o diretor da Baca.
"O design anfíbio é uma das soluções que possibilita aos residentes viver com segurança e adaptar-se aos desafios das mudanças climáticas, e nós estamos muito ansiosos para construir o primeiro exemplo desta abordagem no Reino Unido."

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Energy for life: Neste jogo tens de voltar ao passado para garantir o futuro energético


Vídeojogos
13/02/2012
Carlos Teixeira Gonçalves
Ninguém aprende nada com os jogos de computador? O Energy 4 Life, criado pela produtora tecnológica Inovaworks em parceria a organização não governamental para o desenvolvimento Oikos, pretende contrariar esta premissa ao tentar juntar a emoção de um jogo comum com a informação teórica de uma boa enciclopédia. No jogo, somos, ao mesmo tempo, um governante com pouco conhecimento sobre energia e um jovem com vontade de aprender. Os conhecimentos e decisões do passado vão-nos permitir gerir melhor um país no futuro.
Todos os jogos didácticos ou criados com o intuito de transmitir algum tipo de informação sofrem, grosso modo, de um problema: são piores que os outros que não têm esse objectivo. O que poderia levar uma criança, um pré ou um pós-adolescente, no seu perfeito juízo, a sentar-se à frente do computador e aprender sobre a fotossíntese das plantas, num jogo com gráficos mais arcaicos que o Pac-Man da Atari 2600? Entre disparar sobre inimigos, chutar uma bola, atropelar gratuitamente pessoas no meio da rua ou levar uma lição sobre o processo físico-químico que os seres vivos clorofilados realizam, onde está a dúvida? A Inovaworks e a Oikos sabiam que os pesos na balança estavam desequilibrados desde o princípio, quando decidiram criar o Energy 4 Life, jogo de computador interactivo em que vestimos a pele de um governante que não sabe nada de políticas energéticas e que tem a possibilidade de voltar à juventude para emendar o seu erro.

“Como criar um projecto lúdico e educativo?”, perguntou Hugo José Pinto, director da Inovaworks. Em traços gerais, o jogo queria-se “atractivo”, com “qualidade gráfica boa”, “divertido” e que “permitisse aos professores explorá-lo em sala de aula”, revelou José Luís Monteiro, representante da mesma empresa. “Não podia ser uma valente seca. Não queríamos que o jogo fosse uma valente seca”, assumiu Hugo José Pinto. Tendo em conta esta vontade de agradar a gregos e a troianos, e as dificuldades de orçamento típicas do mercado dos videojogos em Portugal, “o resultado final não envergonha ninguém”, analisou José Luís Monteiro.

Uma reflexão sobre a energia

O Energy 4 Life é uma aventura “point and click” (apontar e clicar, tradução livre) em que o jogador ou jogadora (pode escolher o sexo da personagem) se desloca pela casa (no passado) e gabinete (no futuro), interagindo com outros personagens e objectos. No decorrer da acção, temos de tornar a nossa vida e a da nossa família mais eficiente energeticamente e aprender o suficiente para nos tornarmos um líder competente. Aqui, todas as acções têm consequências. Acordamos com 36 anos, com um país fortemente depende de energia a nosso cargo, uma conferência de imprensa em que não sabemos dar respostas certas e apercebemo-nos de que deixámos escapar a oportunidade de reflectir sobre lâmpadas eficientes enquanto garotos. Mudar o passado sempre foi o sonho do homem moderno, resta saber se os jovens partilham dessa vontade.

O jogo, embora pretenda consciencializar os jovens para os problemas energéticos do mundo, é também uma “reflexão sobre o tema da energia”. “Ao contrário do que é habitual no sistema educativo, a Oikos achou melhor incentivar a reflexão sobre o tema”, comentou o director executivo da Oikos, João José Fernandes, e não trazer os dogmas energéticos para o ecrã.

O videojogo Energy 4 Life, criado para a Comissão Europeia, foi apresentado no passado dia 9 de Fevereiro, no Fórum Picoas, em Lisboa, está disponível para download gratuito e pode jogar directamente no site.  








Unity Web Player. Install now!


http://www.energy4life-game.com/EnergyForLife/

FUMAR É HUMANO


Fumar é humano demais para ser permitido pelos princípios da vida e do bem-estar

http://revistatrip.uol.com.br/revista/207/colunas/fumar-e-humano.html

icone postado
08.02.2012 | Texto por Ricardo Guimarães, Fotos Reprodução



Reprodução


Caro Paulo,

Fumar. Tem que proibir mesmo. Não é questão de liberdade individual, é questão de saúde pública. Tratar as doenças desse vício custa muito caro e nós, o povo, temos outras prioridades para o dinheiro público.

Tem que proibir porque somos ignorantes, frágeis e imaturos demais para fazer boas escolhas.

Eu parei porque me proibiram de fumar nos lugares gostosos de ficar. Se me deixassem ainda estaria fumando, apesar do esforço fantástico do queridíssimo doutor Drauzio para me convencer de que cigarro faz mal a minha saúde.

Eu sou a favor dessas intervenções na nossa liberdade, já que a maturidade e a sabedoria estão demorando a nos chegar antes das catástrofes que nossa imaturidade e ignorância podem provocar.

Outro dia debatemos se a ética não devia se apoiar mais na ciência para legitimar escolhas e decisões duras que imponham restrições a nossa liberdade.

Por exemplo, água é recurso finito que precisa ser gerenciado com ciência para poder abastecer toda a população do planeta, sob risco de termos guerras terríveis pelo valioso bem. O que fazer? Esperamos que todos ganhem consciência e amadureçam seus hábitos? Ou tomamos providências como instalar torneiras que fecham sozinhas depois de 15 segundos?

Argumentos apoiados em consciência e virtude levam tempo para vingar no comportamento da sociedade porque são considerados opcionais.

A natureza, que é de onde nós tiramos a ciência, não dá opção, e tudo funciona muito bem e de forma linda, a estética da eficiência.

Por exemplo, não se conhece animal que encha seus pulmões com algo nocivo que o deixará doente apenas por prazer – isso seria, vamos dizer, humano demais para ser permitido pelos princípios que regem a vida e o bem-estar na natureza.

A questão é se a ciência e a natureza não deviam se impor mais na nossa cultura para dar a correta e humilde dimensão do humano na hierarquia de valores de nossa sociedade. Uma revolução cultural inspirada na natureza. Seria animal!

Se isso acontecer, teremos muito mais proibições excelentes e bem-vindas que evitariam um desperdício enorme de tempo e energia e riscos absurdos como os que temos tido na saúde pública, no meio ambiente, no sistema financeiro internacional, na violência urbana.

A proposta seria decidir voltar conscientemente para o tal do paraíso que, diz a lenda, tinha a harmonia, o equilíbrio e o bem-estar, sem alternativa do contrário.

Mas existe uma distância muito grande entre decidir e executar. Por isso, entre o querer (ideal) e o fazer (real), uma lei que proíba ou obrigue seria sempre uma boa ajuda para colocar a gente no melhor caminho. O problema é: quem vai fazer essas leis? Aí a solução vira um problema.

É nóis

Enquanto isso, estou me sentindo muito bem sem fumar. É um bem-estar físico e social.

Mas, quando eu ficar bem velhinho, não prestar para mais nada e estiver morando sozinho na Itamambuca sem ninguém para reclamar de cheiro nem fumaça, aí eu volto a fumar. É nóis: muito burro e humano demais.

Abraço do amigo cheio de virtude sem mérito.

*Ricardo Guimarães, 62, é presidente da Thymus Branding. Seu e-mail éricardoguimaraes@thymus.com.br e seu Twitter é twitter.com/ricardo_thymu
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Green City Index


February 14, 2011

O Green City Index é um projecto que tem como objectivo analizar a performance ambiental nas principais cidades do mundo, comparando os resultados entre as mesmas e o caminho que estão a seguir para se tornarem mais sustentáveis. Tem como base o conceito de cidade sustentável tal como é descrito pela Siemens.
Este projecto reflecte-se numa ferramenta online que está disponível para consulta, onde basta seleccionar o continente correspondente à cidade que pretende consultar e poderá ver inclusivé o seu lugar no ranking das cidades com uma maior performance em termos de sustentabilidade.

A investigação da performance de cada cidade é feita através da análise de oito categorias – emissões de CO2, energia, edifícios, transportes, água, resíduos e uso de solo, qualidade do ar e política ambiental – e de 30 indicadores individuais, subdivididos quantitativamernte e qualitativamente.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Na prática, a sustentabilidade...


Centrais de triagem da cidade também estão lotadas

Secretaria afirma que há 'problemas pontuais' na coleta


11 de fevereiro de 2012 | 3h 01


O Estado de S.Paulo

A montanha de sacos de lixo vai até o teto do galpão. A central de triagem da Coopervivabem, na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo, uma das 21 da cidade, chega a processar 230 toneladas de material reciclado por mês e está no limite. "Tem dias que tenho de barrar o caminhão da Loga. A gente não consegue atender toda a demanda", contou a presidente da cooperativa, Elma de Oliveira Miranda.

Segundo Elma, no fim de ano há uma grande remessa de materiais, como papelão, latas, garrafas e isopor - a unidade é a única que recebe esse último material. "Isso acaba lotando as centrais. A gente precisa fazer um rodízio com os caminhões para não ficar com tudo. Vamos precisar de outras centrais para dar conta de tudo que é produzido." Sua cooperativa também faz a coleta com caminhões-gaiola. "Mas temos só quatro. Não dá para atender todo mundo."
Ela espera aumentar a produtividade da central para até 300 toneladas por mês. "Recebemos mais três caminhões e vamos poder ampliar o atendimento."
Para Carlos Silva Filho, diretor executivo da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), existem dois gargalos no processo. "A capital ainda não está bem estruturada com as centrais nem a indústria que recicla consegue atender a demanda. É preciso resolver essa equação para ampliar a coleta."
A Agenda 2012, plano de metas da Prefeitura, prevê a instalação de mais cinco centrais até o fim do ano.
"O ideal era uma para cada um dos seus 96 distritos", calcula Delaine Romano, coordenadora de projeto com catadores da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes). / F.N.
A Secretaria Municipal de Serviços, responsável pelo Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb), disse que houve uma falha na coleta do Edifício Saint Moritz, em Moema, e por isso a Ecourbis foi notificada e pode receber multa. Já no caso do Edifício Rio Sena, a Limpurb explicou que o local não tinha coleta seletiva porta a porta, mas que agora o endereço foi incluído no roteiro.
Segundo a Ecourbis, estão ocorrendo atrasos pontuais porque muitas das centrais de triagem estão trabalhando no limite de sua capacidade. A Loga disse que também tem problemas em descartar os materiais nas centrais, mas explicou que tem um projeto para uma central de triagem e está projetando mais quatro unidades na zona norte. / F.N.