sábado, 30 de julho de 2011

O método brasileiro de realizar de chuvas artificiais foi considerado não poluente


29/07/2011 20h40 - Atualizado em 29/07/2011 20h40

Empresa de SP faz chuva artificial com avião bimotor

Desenvolvida por brasileiros, técnica é considerada não poluente pela ONU.
Próxima etapa é provocar tempestades em áreas do semiárido brasileiro.























Tecnologia para provocar chuva artificialmente, desenvolvida por um grupo de brasileiros, pode ser a solução para aliviar os períodos de forte seca no semiárido brasileiro e contribuir no combate à desertificação.
A produção de chuvas artificiais se dá com o lançamento de gotas de água em nuvens que concentram alta umidade a partir de um avião bimotor equipado com um tanque de 300 litros e um mecanismo que controla o tamanho das gotículas dispersadas.
O processo foi desenvolvido para ajudar a sanar problemas em sistemas de abastecimento de água em áreas urbanizadas, alimentar nascentes de rios em regiões de forte seca e para prevenir incêndios florestais em reservas e parques nacionais.
Motosserras
Segundo Ricardo Imai, 42 anos, sócio da Modclima, empresa que criou a técnica, a ideia das chuvas artificiais partiu de seu pai, o engenheiro mecânico Takeshi Imai. “Ele trabalhava com implementos agrícolas e tinha uma empresa que produzia motosserras e herbicidas para derrubar árvores. Entretanto, decidiu parar e começou a estudar o processo de crescimento das nuvens de chuva, no intuito de contribuir com a natureza”, conta o filho.
Ricardo Imai disse que o que ocorre é a aceleração de um processo natural. O avião entra nas nuvens cumulus, que concentram alta umidade, e lançam as gotas que “pegam carona” nos ventos ascendentes. Dentro da nuvem, elas se juntam e formam a chuva, que cai em local previamente determinado. A precipitação ocorre 30 minutos depois do início da operação.
Um longo processo de busca das nuvens ideais antecede as chuvas artificiais. Radares meteorológicos instalados em Bragança Paulista (SP) ajudam na “caça”, juntamente com imagens de satélite. “Passamos horas monitorando o deslocamento das nuvens, para saber se elas vão para as áreas de interesse e se podem ser semeadas com as gotículas de água. Às vezes, temos que esperar muito tempo", diz Ricardo.
  (Foto: Editoria de Arte/G1)











Aplicação
Em 1998, quando o projeto começou a sair do papel, a técnica foi implementada pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), que contratou a empresa dos Imai para provocar chuvas artificiais na cabeceira dos sistemas Cantareira e Alto Tietê, responsáveis pelo abastecimento de 18 milhões de pessoas na Grande São Paulo. Foram mais de 500 voos, com ocorrências positivas de chuva em 50% deles.
As chuvas também foram empregadas no Nordeste a pedido de prefeituras da Bahia. Os municípios de Mirorós e Gentio do Ouro, localizados no semiárido brasileiro, sofriam com a seca intensa entre 2008 e 2009 e com a redução do nível da represa que abastecia esta região.
“Nessas áreas, a represa vinha perdendo água há cinco anos e as nascentes dos rios tinham sido gravemente afetadas por um incêndio. Fizemos 25 voos nessas localidades para fortalecer os lençóis freáticos e 17 deles tiveram resultados positivos”, disse. Lavouras também foram salvas devido às chuvas artificiais.
De acordo com Imai, o principal projeto da Modclima é contribuir com o Ministério do Meio Ambiente no combate às secas e queimadas em florestas e biomas como o Cerrado e Amazônia. “A chuva umedece o solo e a vegetação antes do período de estiagem, reduzindo os efeitos. Segundo estudo da Agência Nacional de Águas, 93 cidades brasileiras sofreram com fortes secas em 2010 e outros 490 municípios tiveram graves períodos de estiagem.
Exemplos de nuvens cumulus fotografadas durante um voo. (Foto: Modclima)
Exemplos de nuvens cumulus fotografadas
durante um voo. (Foto: Modclima/Divulgação)







ONU

A técnica foi apresentada em 2010 na Convenção de Combate à Desertificação das Nações Unidas (UNCCD), realizada na Alemanha. Segundo Heitor Matallo, coordenador regional para a América Latina e Caribe da entidade, o método brasileiro de realizar de chuvas artificiais foi considerado não poluente em ações contra a desertificação em determinados países.
“É possível que a ONU utilize esta tecnologia, mas precisamos testá-la em diversos ambientes para comprovar sua eficácia. O governo brasileiro precisaria apresentar esta prática para que a Organização das Nações Unidas faça a recomendação desta técnica”, informou Matallo, de seu escritório no México, aoGlobo Natureza.




Importado ilegalmente uma carga de lodo de esgoto vinda da Antuérpia, na Bélgica...


29/07/2011 - 21h27

Empresa é multada por deixar esgoto da Bélgica no porto de Santos


FELIPE CARUSO
DE SANTOS




O Ibama multou em R$ 60 mil nesta sexta-feira uma empresa transportadora e o terminal portuário Santos Brasil por ter importado ilegalmente no dia 8 de junho uma carga de lodo de esgoto vinda da Antuérpia, na Bélgica.
Segundo o Ibama, o contêiner era para ser descarregado na Argentina, mas, como causava mau cheiro a bordo, o navio transportador decidiu descarregá-lo no Brasil.
Quando a Receita Federal recebeu o pedido para destinação da carga em território nacional, pediu ao Ibama para avaliar possíveis riscos à saúde pública e ao meio ambiente.
Como, desde de 2006, a lei brasileira proíbe a importação de lodo de esgoto e seus produtos derivados, o Ibama concluiu que a carga não poderia ser recebida e multou as empresas.
Além da multa, as companhias responsáveis precisam devolver a carga para o país de origem, no prazo máximo de nove dias.
Em nota, a Santos Brasil informa que o contêiner foi descarregado em situação emergencial por solicitação do comandante do navio e com a devida autorização das autoridades competentes.
No texto, a empresa afirma que o material foi imediatamente direcionado para um dispositivo de contenção projetado para evitar possíveis danos ambientais.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Escola Municipal de Jardinagem




AGOSTO 2011
O mês em que podemos ver o pé de café florir!


























 Andando pelas ruas da cidade de São Paulo, às vezes nos deparamos com uma planta rara na arborização urbana: o café (Coffea arabica L.).  Nem imaginamos que foi o sargento-mor Francisco de Melo Palheta, que o introduziu em 1727, em Belém do Pará. Daí, então, a expansão foi quase que total pelo Brasil. Quem não toma seu café diário; o cafezinho entre amigos? Foi até instituído o dia 24 de maio, como o dia do café. Contudo, é no mês de agosto que vemos o cafezal florido, com suas flores brancas, que chamam muito nossa atenção: é o "cafezal em flor". Delicie-se com o seu cafezinho!

Redação: Patricia Morales Bertucci (Arquiteta Paisagista/UMAPAZ-1) e Roberto Martin (Engenheiro Agrônomo/UMAPAZ-1)
Imagem: www.nacozinhabrasil.com - data: 20/07/2011.
O detalhamento da programação, com atualização ao longo do ano, é divulgado mensalmente pelo Boletim Informativo da Escola Municipal de Jardinagem e fica disponível no site www.prefeitura.sp.gov.br/escoladejardinagem.

SERVIÇOS À COMUNIDADE


·        PAP - PROGRAMA DE ATENDIMENTO ÀS PLANTAS
Se você tem dúvidas de como cuidar de sua planta ou se ela apresenta algum tipo de doença, NÃO HESITE EM CONSULTAR O PAP! Através do e-mail papjardim@prefeitura.sp.gov.br e do telefone (11) 5539-5291 você poderá esclarecer suas dúvidas ou até mesmo agendar uma visita para obter orientações mais adequadas.
·        RESPEITE AS ÁRVORES DE SÃO PAULO
A poda irregular é considerada crime ambiental! Conheça a Campanha "Respeite as árvores de São Paulo" da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente - S.V.M.A./P.M.S.P. contra a poda radical. E veja como é possível denunciar! www.prefeitura.sp.gov.br/meio_ambiente, no link CAMPANHAS.
DICAS DO PAP:
BEGÔNIA
























Originária da América Tropical e obtida através do cruzamento da Begônia Tuber híbrida com a Begônia socotrana, a Begonia elatior é uma angiosperma da família Begoniaceae, pertencente ao grupo de herbáceas híbridas. De lindas flores cuja profusão de tonalidades as tornam ideais para a decoração da casa, podendo ser utilizadas também no paisagismo, colocadas em vasos, terraços ou jardins. Com florescimento vistoso e aspecto suculento, as begônias podem chegar até 30 cm de altura, e são encontradas nas cores: branca, rosa, amarela, salmão, vermelha e cores intermediárias. Cultivadas normalmente em vasos, necessitam de solo permeável, rico em matéria orgânica, mantido úmido e devem ser cultivadas a meia-sombra. Por tratar-se de um híbrido estéril, sua multiplicação só é possível através de divisão da planta.

Cuidados no cultivo:
*    Para plantar a Begônia é necessário que o local seja bem drenado, tendo abertura para escoar o excesso de água que não é absorvido pela planta.
*    Na hora da rega, é importante molhar apenas o solo, e não as folhas.
*    Sempre que crescerem muito, transfira para um vaso maior ou divida-as em vários vasos.
*    Deixe um espaço de tempo entre as regas para que a terra seque um pouco, especialmente no inverno.
*    Para o plantio, prepare o substrato com 1/3 de areia, 1/3 de terra comum e 1/3 de matéria orgânica.

Fonte Imagem: http://www.thegardenhelper.com - data: 20/07/2011.
Redação: Thamyres Soares de S. Costa (Graduanda em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1).

INSCRIÇÕES:
OFICINA, PALESTRA, TRILHA E MINICURSO

As inscrições são feitas mediante preenchimento de ficha própria para cada oficina, palestra ou minicurso, eventos estes que são divulgados/disponibilizados através de e-mail enviado com pelo menos cinco dias de antecedência à data de suas realizações.


PROGRAMAÇÃO DO MÊS NA ESCOLA MUNICIPAL DE JARDINAGEM


QUADRO RESUMO

ATIVIDADE
DATA
     HORÁRIO

Oficina Como Cuidar de um Jardim
09/08/2011
9h-12h

Oficina Compostagem Doméstica
11/08/2011
14h-17h

Oficina Aprenda a Fazer sua Horta
16/08/2011
9h-12h

Oficina Como Cultivar Plantas dentro de Casa
18/08/2011
14h-17h

Oficina Como Fazer um Terrário
22/08/2011
9h-12h

Oficina Ervas Aromáticas
25/08/2011
14h-17h

Palestra Como Escolher Árvores para Áreas Púbicas
(ruas, praças e parques)
30/08/2011
14h-17h






·        Oficina Como Cuidar de um Jardim
Objetivo: Mostrar cuidados básicos para manutenção de jardins.
Facilitador: Roberto Martin (Eng. Agrônomo/UMAPAZ-1).
Público focalizado/Quantidade de vagas: Todos os interessados. Serão oferecidas 30 vagas.
Data, horário e local: 09 de agosto, terça-feira, das 09h às 12h, campo 01.

·        Oficina Compostagem Doméstica
Objetivo: Mostrar como produzir composto orgânico com resíduos gerados diariamente em casa, contribuindo assim para a saúde de suas plantas e diminuindo a quantidade de lixo encaminhado para os aterros da cidade.
Facilitadoras: Juliana Meira e Thamyres Soares de S. Costa (Graduandas em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1).
Público focalizado/Quantidade de vagas: Todos os interessados. Serão oferecidas 30 vagas.
Data, horário e local: 11 de agosto, quinta-feira, das 14h às 17h, campo 01.

·        Oficina Aprenda a Fazer sua Horta
Objetivo: Demonstrar procedimentos e técnicas de cultivo de hortaliças, visando melhor aproveitamento das áreas disponíveis para produção de legumes e verduras de boa qualidade.
Facilitador: Adão Luiz Castanheiro Martins (Eng. Agrônomo/UMAPAZ-1).
Público focalizado/Quantidade de vagas: Todos os interessados. Serão oferecidas 30 vagas.
Data, horário e local: 16 de agosto, terça-feira, das 09h às 12h, campo 01.

·        Oficina Como Cultivar Plantas dentro de Casa
Objetivo: Apresentar os conceitos e conhecimentos sobre o cultivo de plantas em ambientes internos.
Facilitadoras: Juliana Meira e Thamyres Soares de S. Costa (Graduandas em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1).
Público focalizado/Quantidade de vagas: Todos os interessados. Serão oferecidas 30 vagas.
Data, horário e local: 18 de agosto, quinta-feira, das 14h às 17h, campo 01.
  
·        Oficina Como Fazer um Terrário
Objetivo: Apresentar conceitos básicos sobre o funcionamento dos ciclos da natureza a partir da criação de um ambiente que simule, em pequena escala, as condições naturais do Planeta Terra.
Facilitadora: Maria de Lourdes da Costa (Bióloga/UMAPAZ-1).
Público focalizado/Quantidade de vagas: Todos os interessados. Serão oferecidas 30 vagas.
Data, horário e local: 22 de agosto, segunda-feira, das 09h às 12h, campo 01.
Nota: O participante deverá trazer um vidro ou plástico pequeno, com boca larga, para montagem do terrário.

·        Oficina Ervas Aromáticas
Objetivo: Ensinar técnicas de cultivo de ervas aromáticas em vasos.
Facilitadora: Rivelene C. F. Waldvogel (Graduanda em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1).
Público focalizado/Quantidade de vagas: Todos os interessados. Serão oferecidas 30 vagas.
Data, horário e local: 25 de agosto, quinta-feira, das 14h às 17h, campo 01.

·        Palestra Como Escolher Árvores para Áreas Púbicas (ruas, praças e parques)
Objetivo: Apresentar noções básicas sobre a escolha, plantio e manutenção de árvores que podem ser utilizadas em áreas púbicas (ruas, praças e parques).
Facilitador: Luciano Araújo (Graduando em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1).
Público focalizado/Quantidade de vagas: Todos os interessados. Serão oferecidas 40 vagas.
Data, horário e local: 30 de agosto, terça-feira, das 14h às 17h, sala 02.


ACONTECEU

 
·     
































  Trilha para crianças da AACC-Associação de Apoio às Crianças com Câncer

No dia 14 de julho, quinta-feira, a professora Assucena Tupiassú (Bióloga/UMAPAZ-1) junto com o estagiário Luciano de Araujo Costa (graduando em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1), ministraram a Trilha Conhecendo as árvores do Parque Ibirapuera para as crianças da AACC- Associação de Apoio às Crianças com Câncer.
Imagem: Assucena Tupiassú (Bióloga/UMAPAZ-1) junto com o estagiário Luciano de Araujo Costa (graduando em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1) e as crianças da AACC durante a trilha dentro do parque Ibirapuera.
·        Programa de Zeladoria de Praças

No dia 11 de julho iniciamos o curso de formação de Zeladores de Praças, uma parceria entre a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente e a Secretaria Municipal do Trabalho, com apoio da Escola Municipal de Jardinagem no tocante às capacitações. Estamos capacitando 120 pessoas, das subprefeituras Itaim, Lapa, Cidade Tiradentes, Perus e São Mateus. O curso está acontecendo nos períodos de manhã e tarde e irá até o dia 03 de agosto, com o objetivo de capacitar os zeladores para trabalharem com manutenção das áreas verdes em praças públicas. Nossas praças agradecem!


A Divisão Técnica Escola Municipal de Jardinagem é uma unidade da UMAPAZ, Departamento da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) da Prefeitura do Município de São Paulo. Em funcionamento desde 1975, o seu objetivo é ministrar cursos e oficinas relacionadas à jardinagem e ao paisagismo, tornando estes, elementos de sensibilização à educação ambiental, ao meio ambiente e à qualidade de vida.

Informativo Mensal da Divisão Técnica Escola Municipal de Jardinagem - UMAPAZ-1 / SVMA
Secretário Municipal do Verde e do Meio Ambiente: Eduardo Jorge Martins Alves Sobrinho
Coordenação UMAPAZ-G: Rose Marie Inojosa
Diretora da Divisão Técnica Escola Municipal de Jardinagem - UMAPAZ-1: Cristina Pereira de Araujo
Redação: Patricia Morales Bertucci


   Divisão Técnica Escola Municipal de Jardinagem - UMAPAZ-1
   Parque Ibirapuera, Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº
   Prédio da Administração - Entrada pelos portões 3 ou 4
   (em frente ao antigo Detran) - Telefone: 5539-5291