quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Campanha incentiva o turismo em Parques Nacionais

Campanha incentiva o turismo em Parques Nacionais

http://www.brasil.gov.br/turismo/2014/02/campanha-incentiva-o-turismo-em-parques-nacionais

Ecoturismo

Com investimentos em infraestrutura, sinalização e divulgação, o objetivo é aumentar a visita às unidades de conservação do País
por Portal BrasilPublicado: 17/02/2014 15:40Última modificação: 17/02/2014 15:40

Cativar e atrair turistas brasileiros e estrangeiros para a visitação dos Parques Nacionais é um dos objetivos da campanha promocional que será lançada pelo Ministério do Turismo, em parceria com Ministério do Meio Ambiente e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
A assunto foi tratado em uma reunião realizada na última quinta-feira (12), em Brasília, com a presença do secretário Nacional de Políticas de Turismo, Vinícius Lummertz, e representantes do ICMBio, entre eles, o presidente da instituição, Roberto Ricardo Vizentin.
Em 2013, os parques receberam cerca de seis milhões de visitantes, o que representou um acréscimo de 10% em relação ao ano de 2012. A campanha quer fortalecer os vínculos da população com a natureza, e que as pessoas sintam orgulho de poder compartilhar essas belezas naturais com outros, obtendo um crescimento de 20% nos próximos anos.
O Brasil é o primeiro no ranking de competitividade de atrativos naturais, entre 140 nações, avaliadas pelo Fórum Econômico Mundial. Os Parques Nacionais poderiam gerar, só com visitação, pelo menos R$ 1,6 bilhão por ano, sem considerar o efeito nos arredores, que ainda não foram calculados, de acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).
“Estamos equipando alguns parques com infraestrutura para que atendam às necessidades dos turistas. Feito isso, precisamos de uma campanha promocional que mostre e incentive as pessoas a se encantarem com as paisagens e sentirem curiosidade de conhecer os lugares”, diz o secretário Vinícius Lummertz.
A campanha será veiculada na internet, em revistas, por folhetos, parada de ônibus, prédios públicos e por meio de vídeos promocionais, com prioridade para as 12 cidades-sedes da Copa do Mundo.
O público alvo é formado por famílias, jovens, casais e grupos que apreciam atividades ao ar livre. Além de mostrar as belezas naturais, a campanha pretende sensibilizar os cidadãos para a conservação dos parques, além de destacar a diversidade dos biomas brasileiros.
Em um termo de cooperação técnica entre o MTur e o ICMBio, assinado no final do ano passado, foram destinados R$ 10,4 milhões para infraestrutura de apoio ao turismo de 16 parques nacionais, próximos às cidades-sedes da Copa.
Fonte: 

MMA promove oito cursos de sustentabilidade em 2014

Quarta, 29 Janeiro 2014 15:50 Última modificação em Segunda, 03 Fevereiro 2014 16:10|
Paulo de Araújo/MMAÁgua, recurso finito: economizar é fundamentalÁgua, recurso finito: economizar é fundamental
Inscrições serão abertas a partir de fevereiro. Está prevista a participação de mais 400 servidores públicos.

TINNA OLIVEIRA

Com o objetivo de promover a responsabilidade socioambiental na administração pública, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) promove, este ano, mais oito cursos de sustentabilidade. Cada turma terá capacidade de receber até 50 participantes e as inscrições para a primeira turma serão abertas a partir de fevereiro. Os cursos serão realizados em Recife, Belém, Palmas, Porto Alegre, Curitiba, Aracaju, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.


A analista ambiental do MMA Angelita Coelho destaca que os primeiros cursos promovidos ao longo do ano passado contaram com a participação de 157 servidores, que avaliaram positivamente a iniciativa. Os participantes estão encontrando, nas palestras, alternativas que auxiliam na promoção da sustentabilidade no ambiente de trabalho. “A procura para as próximas turmas já está intensa”, destaca. “Esperamos continuar obtendo bons resultados com as turmas deste ano e conseguir, assim, tornar a administração pública brasileira mais sustentável”. 



AGENDA AMBIENTAL



Dos quatro cursos promovidos no ano passado, 157 servidores, de 89 entidades, foram orientados sobre gerenciamento de projetos, construções sustentáveis, eficiência energética, eficiência no uso da água, gestão de resíduos (plano de gerenciamento), qualidade de vida no ambiente de trabalho, sensibilização e capacitação dos servidores, análise do ciclo de vida e licitações sustentáveis.



A iniciativa faz parte do programa Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), que tem como meta aprimorar e ampliar as ações de sustentabilidade na gestão pública e reforçar a implantação do programa nas instituições públicas. Atualmente, mais de 150 órgãos tem termo de adesão assinado com a A3P e mais de 400 servidores participam da rede A3P - canal de comunicação que serve para troca de experiências dos participantes.



PELO PAÍS



O primeiro curso deste ano acontecerá em Recife, nos dias 11, 12 e 13 de março, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A segunda turma será em Belém, de 18 a 20 de março, na Universidade Federal do Pará (UFPA). Nos dias 25 a 27 de março, será a vez de Palmas receber o curso. Em Porto Alegre, o curso acontecerá na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), de 1º a 3 de abril. 



De 8 a 10 de abril, será a vez de Curitiba. Em Aracaju, o curso acontecerá de 22 a 24 de abril. No Rio, ocorrerá no Jardim Botânico, entre 6 a 8 de maio. O último treinamento está previsto para acontecer de 13 a 15 de maio, em Belo Horizonte, no Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região. Em breve, será divulgado o período de inscrição de cada turma.



Reunião dos Comitês Temáticos da CBCS

CBCS está retomando nossas atividades e a partir da próxima reunião dos Comitês Temáticos,  irá disponibilizar ACESSO ONLINE EM TEMPO REAL para a participação de todos os interessados nos encontros dos nossos grupos de trabalho.   

Aproveitem e participem de qualquer cidade ou país, sendo necessário somente uma conexão com a internet! Com esta iniciativa o CBCS espera tornar o conteúdo dos encontros dos Comitês Temáticos mais acessíveis aos associados e o processo de troca de informações mais participativo.

As próximas reuniões já contarão com o ACESSO VIRTUAL em TEMPO REAL! Confira o cronograma e participe:

- Dia 21 de fevereiro às 10h00 - Comitê Temático Água sobre o Programa PURA e o Uso do BIM em sistemas prediais;
- Dia 21 de fevereiro às 14h00 - Comitê Temático Materiais sobre a Desmontagem de componentes construtivos e sua ecoeficiência;
- Dia 24 de fevereiro às 14h00 - Comitê Temático Gerenciamento de Riscos sobre a Segurança e Saúde no Ambiente de Trabalho.

O link de acesso virtual em tempo real para os encontros dos Comitês Temáticos será enviado via Informativo CBCS.  A disponibilização do link e a participação é um benefício exclusivo aos filiados CBCS. 

Virtual ou pessoalmente, esperamos por você na nossa próxima reunião!  

Equipe de comunicação CBCS


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Google investe mais de 1 bilhão de dólares em energias renováveis


Google investe mais de 1 bilhão de dólares em energias renováveis


Por Redação em | 18.02.2014 às 09h00 - atualizado em 18.02.2014 às 10h20
Usina de Ivanpah

Empresas de tecnologia são uma das maiores consumidoras de energia do planeta. Os gigantescos data centers consomem quantidades imensas de eletricidade, e a demanda por estruturas desse tipo é cada dia maior, ou seja, o consumo cresce exponencialmente. E o impacto ambiental também aumenta muito, fora os custos dessa energia.
Pensando nisso, grandes empresas da área estão procurando diversificar as fontes energéticas, e um dos focos são as energias renováveis, como energia eólica e solar. Porém, nenhuma empresa está usando mais energia limpa do que o Google, que já investiu mais de US$ 1 bilhão em 15 instalações. Para se ter uma idéia do volume do investimento, no mesmo período a empresa gastou US$ 2 bilhões para manter e atualizar o hardware de seus servidores.
O investimento mais recente e notório é a usina solar de Ivanpah, na fronteira entre os estados da Califórnia e Nevada, nos EUA, que é a maior usina térmica solar do planeta. Na estrutura, 347 mil espelhos refletem a luz solar abundante do deserto em uma torre com água, que ferve e faz girar uma turbina capaz de produzir 392 megawatts de eletricidade, o suficiente para alimentar 140 mil casas.
Porém ainda há um longo caminho pela frente. Por enquanto, apenas 34% do total de energia consumida pela empresa vem de fontes renováveis, mas ela se comprometeu a atingir a marca de 100%. Se todas as grandes empresas da área tomassem a mesma iniciativa, o impacto ambiental seria minimizado consideravelmente. 
Além do impacto ambiental, pode-se considerar a economia a longo prazo, pois a energia de uma fonte limpa vem com um preço bem menor, após um certo tempo de operação. Os custos para a construção e instalação de usinas eólicas e solares são altos, mas o custo da energia é praticamente zero após elas entrarem em operação.


O relatório de Riscos Globais do Fórum Económico Mundial de 2013 identificou as "crises de abastecimento de água" como o maior "risco social" para a prosperidade global.

Aumentar a sustentabilidade da água
18 Fevereiro 2014, 21:30 por Giulio Boccaletti

De acordo com algumas estimativas, para satisfazer as necessidades de uma economia global em constante crescimento será necessário destinar pelo menos um bilião de dólares por ano às infra-estruturas hídricas nos próximos 20 anos, o que representa cerca do dobro do valor que é gasto actualmente por ano.
Desde 2000, quando foram adoptadas as Metas de Desenvolvimento do Milénio das Nações Unidas, a comunidade global esforçou-se para aumentar o acesso a serviços básicos de água e saneamento. De 1990 a 2010, mais de dois mil milhões de pessoas obtiveram acesso a fontes melhoradas de água. Numa altura em que as Nações Unidas se preparam para adoptar os chamados Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, como os sucessores das Metas de Desenvolvimento do Milénio depois de 2015, a infra-estrutura hídrica de grande escala deve ser colocada no centro do debate.

Normalmente as pessoas pensam que, para melhorar o acesso à água, é necessário cavar poços, tomar decisões ao nível comunitário e alargar os programas de ajuda a um número maior de pessoas. Contudo, estas medidas fundamentais são apenas parte de uma estratégia muito maior e na qual é necessário investir muito mais. 

De acordo com um relatório realizado recentemente pela UNICEF e pela Organização Mundial da Saúde, no âmbito do seu programa conjunto de monitorização dos serviços de água e saneamento, mais de 1,2 mil milhões de pessoas obtiveram acesso a água canalizada entre 1990 e 2008. Este número torna pequeno o impacto das fontes de "pequena escala" – desde a escavação de poços ao aproveitamento das águas fluviais – que muitos acreditam terem sido as mais importantes para resolver o problema. 

Na verdade, o número de pessoas que obtiveram acesso a água foi maior na década que antecedeu a adopção das Metas de Desenvolvimento do Milénio. A Índia e a China representaram a grande maioria desses ganhos, já que os dois países registaram um crescimento económico acelerado na década de 1990 e foram capazes de retirar um grande número de pessoas da pobreza.

Como estes exemplos sugerem, os países são mais bem sucedidos no fornecimento de serviços de água quando podem confiar no seu próprio crescimento económico para preencher a lacuna nos custos de infra-estruturas hídricas. Mas a brecha está a aumentar. O relatório de Riscos Globais do Fórum Económico Mundial de 2013 identificou as "crises de abastecimento de água" como o maior "risco social" para a prosperidade global. De acordo com algumas estimativas, para satisfazer as necessidades de uma economia global em constante crescimento será necessário destinar pelo menos um bilião de dólares por ano às infra-estruturas hídricas nos próximos 20 anos, o que representa cerca do dobro do valor que é gasto actualmente por ano. 

Enfrentar este desafio exigirá novas formas de pensar, inovação e acção em áreas como a energia hidroeléctrica sustentável, agricultura eficiente e acesso à água potável para as cidades. O primeiro passo deve ser assegurar que as infra-estruturas naturais - rios, aquíferos e áreas húmidas que determinam a quantidade, fiabilidade e qualidade da nossa água - podem continuar a funcionar. Em muitos casos, esta é, de longe, a opção mais eficaz em termos de custos para garantir a sustentabilidade da água a longo prazo.

Vários países em todo o mundo - da Colômbia e México à China e Estados Unidos - começaram a investir nesse sentido, provando que podemos melhorar os resultados através da planificação da nossa infra-estrutura artificial de uma forma que seja compatível com a sobrevivência e a saúde das bacias hidrográficas.

É claro que, mesmo que se destine apenas 10% do investimento total em recursos hídricos às infra-estruturas naturais rentáveis - a mesma percentagem que, por exemplo, a cidade de Nova Iorque destina à protecção da sua própria infra-estrutura natural, os reservatórios das Catskills - ainda é necessário conseguir cerca de 100 mil milhões de dólares por ano. 

A mobilização de capital a essa escala requer a alocação dos riscos certos para os investidores certos. Não é de surpreender que seja extremamente escasso o capital disponível para investimentos com poucos antecedentes, uma projecção incerta dos ganhos futuros e marcos regulatórios que ainda não foram testados na prática. A chave para aumentar os investimentos em infra-estruturas naturais é assegurar que, em cada etapa sucessiva de crescimento, haja uma quantidade de capital disponível de apoio ao risco. Para tal, será necessário contar com uma combinação adequada de capital público, privado e filantrópico. 

O capital público tem sido tradicionalmente o "tomador de risco de última instância", subscrevendo projectos de grande escala e financiando grande parte das infra-estruturas hídricas existentes. Mas, dadas as restrições de crédito, muitas instituições públicas não serão capazes de garantir o desenvolvimento de novas soluções. 

O capital privado - em particular as grandes quantidades de poupanças privadas nos países de rendimento médio - pode, em princípio, subscrever sozinho, novas combinações de soluções de infra-estruturas naturais e artificiais. Mas o capital privado enfrentaria custos de oportunidade significativos, e é improvável que os investidores escolham veículos com os quais têm pouca experiência. 

Isto torna o capital filantrópico – seja de fontes públicas ou privadas - um componente-chave da fase inicial de investimento. A filantropia tem um papel importante no que diz respeito a suportar os riscos enquanto se estabelece o historial necessário de soluções de infra-estruturas naturais essencial para atrair maiores fontes de capital público e privado. 

Ainda que as soluções de pequena escala, tais como a escavação de poços, continuem a ser uma parte importante dos esforços para garantir a segurança da água, um caminho verdadeiramente sustentável de gestão da água - em particular nos países em rápido desenvolvimento da América Latina, Ásia e África - exigirá o investimento de milhares de milhões de dólares em infra-estruturas. O processo de formulação dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável oferece uma oportunidade ideal para começar a traçar esse caminho.

© Project Syndicate, 2014.

www.project-syndicate.org

Tradução: Rita Faria

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Rolezinho nos parques

15/2/2014 às 19h42 (Atualizado em 15/2/2014 às 20h04)

Com MC Chaveirinho e Netinho, debate sobre rolês em shoppings de SP termina em impasse 


Encontro aconteceu no Parque Ibirapuera entre rolezeiros e representantes da prefeitura 
Do R7
Mc Chaveirinho junto com os "rolezeiros" da associaçãoBárbara Garcia/R7
Representantes da Secretaria do Verde, da Cultura, da Igualdade Racial de São Paulo e do Ministério Público se reuniram na tarde desde sábado (15) com a associação composta pelos “rolezeiros” mais populares da internet, como MC Chaveirinho e seu empresário Ricardo Sucesso. A intenção era discutir alternativas de espaços para os encontros entre jovens nos shoppings da cidade.

O coordenador de Parques da capital, Nilton Persoli, disse que a capital paulista tem “103 parques disponíveis” que são opções para os rolês. Os jovens questionaram sobre a infraestrutura precária em muitos deles, como foi constatado em reportagem do R7, ao que o assessor de Políticas Urbanas, Maurício Lopes, respondeu “que é um problema fácil de resolver”, mas sem dar detalhes.

Chaveirinho, que não revela o nome, disse que não pretende deixar os centros de compras. 
— Queremos ir para o parque, mas queremos ir para o shopping, sim.

Ele também mostrou como o movimento é poderoso para o comércio.
— Se cada um que vai aos rolezinhos tem 1.000 seguidores, imagina quantas pessoas são ao todo. Também podemos derrubar as vendas.

Ricardo Sucesso, rolezeiro e empresário de MC Chaveirinho, garantiu que não há filiação partidária na organização dos encontros e que os jovens querem apenas se reunir com segurança.

— O intuito não é criar tumulto. Os rolezinhos acontecem desde 2007, 2008. Agora é que estão expostos. O problema é a depredação.

Designado pelo prefeito Fernando Haddad para ser o interlocutor com a associação, o secretário da Igualdade Racial, Netinho de Paula, afirmou que todo lugar com aglomeração de pessoas é passível de tumulto e que o jovens têm que ser amparados.
— Se não ouvirmos o que eles querem, não tem como ajudar.
O presidente da Abrasce (Associação Brasileira de Shoppings Centers), Luiz Fernando, disse não ter poder sobre a postura de cada shopping com relação aos rolezinhos, mas que está disponível para dialogar com os jovens. 
— O empreendimento tem o direito de aceitar ou não, mas eu me disponho a fazer a interlocução. Tudo vai depender da disposição de shopping a shopping.
Apesar da disposição para o debate por parte das autoridades, MC Chaveirinho deu uma espécie de ultimato para que as negociações sejam agilizadas.
— Estamos cansados. Esta é a última reunião. 

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Bitucas de cigarros na construção dos ninhos...

Descubra por que os pássaros das cidades estão usando bitucas de cigarros na construção dos ninhos








Isso parece meio doentio. Os pássaros das grandes cidades tem aproveitado as bitucas jogadas no chão pelas pessoas para complementar o material usado na construção de seus ninhos. Os ecologistas  descobriram que os pássaros tem substituído a vegetação por bituca com o objetivo de manter os parasitas afastados.
 Os pássaros são conhecidos por tecer os seus ninhos com vegetação rica em compostos que afastem parasitas. As folhas de tabaco, por exemplo, possui substâncias químicas capazes de repelir artrópodes como ácaros e insetos. Seguindo este mesmo instinto, os pássaros das grandes cidades tem buscado a mesma proteção com as bitucas de cigarro.
 Ecologistas fizeram testes com ninhos de 27 Passer domesticus (pardais) e 28 de Carpodacus mexicanususando luz para atrair os artrópodes. Alguns ninhos receberam bitucas de cigarro e outros receberam cigarros que não foram fumados ou acesos. Os ninhos ornamentados com cigarros que não foram acesos apresentava muito mais parasitas do que os ninhos com bitucas. As bitucas são mais ricas em nicotina e isso faz pensar que os pássaros descobriram que as bitucas de marcas mais ricas em nicotina são mais eficientes para proteger seus ninhos contra parasitas. Isso é incrível!
 Ainda não se sabe se este comportamento pode desencadear alguma doença aos pássaros devido aos agentes cancerígenos presentes nos cigarros.
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Fonte: Nature