terça-feira, 2 de outubro de 2012

Itaquerão e a temperatura...


01/10/2012 - 17h09

Itaquerão recebe primeiras peças para cobertura


EDUARDO OHATA
DE SÃO PAULO

O futuro estádio do Corinthians começou a receber nesta segunda-feira suas primeiras treliças --peças para a cobertura da arena. Elas foram colocadas no setor leste do estádio, que é a parte mais adiantada da obra.
As duas treliças centrais ficam sobre a central de controle do estádio e pesam, juntas, 140 toneladas.
O comprimento é de 78 metros, a altura de 10,5 m e ficam a 50 metros de altura (o equivalente a um prédio de 16 andares) sobre o campo.
O guindaste utilizado para erguê-las, o maior em operação no Brasil em obras civis (114 metros e capacidade de 1.500 toneladas), foi transportado desmontado em 80 carretas.
O perfil aerodinâmico, projetado pela Coutinho, Diegues, Cordeiro/DDG e com cálculo da alemã Werner Sobek, de Stuttgart, servirá para repercutir o som da torcida, amplificando-o, e direcionar o ar para as arquibancadas e ajudar no combate aos efeitos dos ventos.

Obras do Itaquerão - outubro

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1.out.12/Divulgação
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O futuro estádio do Corinthians começou a receber, hoje, suas primeiras treliças. Elas foram colocadas no setor leste da arena
De acordo com o Corinthians, o Itaquerão tem mais de 50% das obras já concluídas. O setor leste do estádio já tem os degraus das arquibancadas inferior e superior assentados e os trabalhos de assentamento nas arquibancadas do setor oeste, sul e norte também caminham para o seu final. A expectativa é que o estádio esteja pronto em dezembro de 2013.
O Itaquerão será palco da abertura da Copa do Mundo-2014 e de mais cinco partidas da competição.
As obras no Itaquerão começaram em 30 de maio de 2011 com o início da terraplenagem. Desde 16 de janeiro, as obras da arena corintiana estão sendo feitas em três turnos e conta com 1.710 trabalhadores. O primeiro turno tem início às 7h30 e o último só termina às 5h30. Com isso, a arena fica paralisada por menos de duas horas por dia.

Ilustrações do Itaquerão

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Bernardo Itri/Divulgação
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Ilustração do estádio do Corinthians
Os recursos serão repassados pelo Banco do Brasil, agente do BNDES, à EPE (Empresa de Propósito Específico) formada pela Odebrecht Participações e Investimentos e a Jequetibá Patrimonial, responsáveis pela construção e manutenção da Arena.
A capacidade normal do estádio será para 48 mil lugares, mas durante a Copa serão adicionados 20 mil assentos temporários.
Editoria de Arte/Folhapress
Editoria de Arte/Folhapress

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Parque chinês é refúgio na metrópole e um bom exemplo de preservação da natureza

Parque chinês é refúgio na metrópole e um bom exemplo de preservação da natureza


http://prefeitosonline.com.br/site/parque-chines-e-refugio-na-metropole-e-um-bom-exemplo-de-preservacao-da-natureza.html
Por Carolina Abrahao em agosto 24, 2012




Um das maiores economias do mundo nos dá um exemplo de incentivo ao amor pela natureza. Na região sul da China, próximo a Hong Kong, existe o ‘Shenzhen International Garden and Flower Expo Park’, espaço de 660 mil m² fundado em 2004. O local é um refúgio no meio do concreto e uma ótima dica de passeio (se você estiver na China).



“Shenzhen lembra a cidade de São Paulo. Está cercada de arranha-céus, shoppings e recebe milhares de migrantes. O parque tem vários jardins temáticos, lagos e obras de arte contemporânea. Recomendo a visitação do meio para o final da tarde, porque o calor é muito intenso. A média de temperatura chega aos 30 graus no verão. É fundamental estar hidratado, não esquecer do protetor solar e de usar um sapato bem confortável para encarar muitas subidas e descidas”, aconselha a brasileira Ana Flávia Pinheiro. Ela fez várias fotos, que coloquei na galeria logo abaixo.



Sendo assim, quando você for a Shenzken, no sul da China, visite o parque. A entrada é de graça é o local funciona diariamente das 6h às 21h. Fica em West Zhuzilin, no bairro de Futian, entre as rodovias Shenan e a East Qiaochen. A estação de metrô mais próxima é Qiaocheng Dong, utilizando a saída A.



Fonte: Estadão, Blog Flores de Lulu

CONSTRUÇÃO DE CASA SUSTENTÁVEL É PREOCUPAÇÃO DE MORADORES DO PARQUE DOS PRÍNCIPES



http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=91713:-construcao-de-casa-sustentavel-e-preocupacao-de-moradores-do-parque-dos-principes&catid=50:cat-demais&Itemid=331


Márcia Brandão NOTÍCIAS - Demais






Beatriz Makhoul Pascual, moradora no Residencial Parque dos Príncipes, localizado na zona Oeste de São Paulo, apostou na implementação de sistema para reutilizar água da chuva e energia solar na construção da sua nova casa.



Beatriz apostou na reutilização de água e energia solar na sua nova casa.



Hoje a preocupação com questões ambientais não se limita apenas a reduzir, reutilizar e reciclar os materiais. O uso racional de recursos naturais está sendo aposta também nas construções tanto comerciais, industriais como residenciais. A eficiência energética, o reuso da água, preferência por materiais ecologicamente corretos e o não desperdício durante a obra são alguns dos requisitos essenciais quando se pensa em uma casa sustentável.



O crescimento de empreendimentos verdes para moradia fez com que fosse elaborada certificação específica para o segmento. O selo ambiental LEED - Leadership in Energy and Environmental Design registradas pelo USGBC - Green Building Council, organização mundial, sem fins lucrativos, com representação no Brasil e AQUA - Alta Qualidade Ambiental, desenvolvido no País, a partir da certificação francesa Démarche HQE, são alguns dos institutos que fizeram referenciais para habitações sustentáveis.



No Residencial Parque dos Príncipes, localizado no bairro do Butantã, zona Oeste de São Paulo, Beatriz Makhoul Pascual acaba de projetar a construção de uma casa sustentável, que será entregue no inicio de 2013. Ela adotou a utilização de sistema que permite reutilizar a água da chuva para lavar o quintal e regar a horta e o jardim, como também a captação da energia solar. Além disso, tem planos para instalar turbinas eólicas visando a economia de energia. “Deixarei a estrutura semipronta para quando tiver certeza da sua eficiência, porque no Brasil ainda não há uma pesquisa comprovando a sua capacidade”, explica.



Segundo Beatriz o que a levou ao engajamento ambiental foi o nascimento de seu filho. “Desde que eu tive meu pequeno, refleti sobre qual mundo quero deixar para ele. Mesmo que, em algumas vezes, tenha que arcar com um custo maior em prol da preservação dos recursos naturais, mesmo assim vai valer a pena”, ressalta. Atualmente, ela faz parte de uma das 700 famílias do local que separa material reciclável e descarta no Ecoponto, instalado pela APRPP - Associação dos Proprietários do Residencial Parque dos Príncipes em parceria com Cooper Vira Lata, cooperativa que realiza a coleta e separação do material. A iniciativa começou no final de 2011.



A compra de produtos de empresas ambientalmente sustentáveis e o reaproveitamento de materiais durante a obra é outro cuidado fundamental que contribui para a melhor utilização dos recursos naturais. “Geralmente durante a contrução de uma residência há o desperdício de 30% de materiais como, concreto, tijolos, entre outros. Isso significa que, de cada três casas construídas uma é praticamente jogada fora”, afirma Eduardo Schirrmeister, arquiteto e urbanista responsável por mais de 60 projetos no Parque dos Príncipes.



Para Schirrmeister, as construções sustentáveis vêm cada vez mais difundindo no Brasil e por isso é um caminho sem volta, além de já estar constituído em lei. “Hoje quando se vai projetar uma residência, os próprios donos têm a preocupação de reaproveitar a água, diminuir o consumo de energia e apostar em áreas verdes”, destaca.



Saiba Mais



Sistema de captação de água da chuva: utilização de calhas no telhado para captar a água da chuva que depois é dirigida a um reservatório (separado do convencional). Em seguida, a água passa por um filtro no qual é retirada a sujeira. Logo após, o líquido é bombeado e encaminhado a uma caixa d’água para poder ser utilizado. No caso do seu uso para descarga do banheiro será necessário fazer um sistema duplo.



Sistema de energia solar: é feita com a instalação de um painel solar, de um inversor de corrente e baterias para a retenção da radiação solar. Depois que as células fotovoltaicas absorvem a luz solar, a eletricidade gerada é enviada ao dispositivo de armazenagem. Antes da utilização e distribuição pela casa, essa corrente passa pelo inversor de corrente, transformando o que antes era corrente contínua em corrente alternada. A corrente alternada então é distribuída por meio das caixas de distribuição e por toda casa, como a corrente elétrica convencional.

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APRPP (www.parquedosprincipes.com.br)



Associação dos Proprietários do Residencial Parque dos Príncipes



Em 1983, os proprietários do loteamento Parque dos Príncipes criaram a “Sociedade Amigos do Parque dos Príncipes”, visando assegurar a qualidade de vida prevista nos contratos de compra dos lotes.



A atual denominação “Associação dos Proprietários do Residencial Parque dos Príncipes” – APRPP – surgiu em 2006, com a atualização do estatuto pelo novo Código Civil.



O Parque dos Príncipes situa-se parte em São Paulo (72% dos lotes) e parte em Osasco (28%). Os moradores de Osasco possuem sua própria associação. A APRPP representa somente os proprietários da área paulistana do loteamento, onde há 1.287 lotes, com 500 m2 em média, e áreas verdes que perfazem 236.261 m2.



As principais atribuições da APRPP são: zelar pela segurança dos moradores, exercendo vigilância privada em cooperação com a segurança pública; fazer respeitar as restrições de ocupação do solo e impedir atividades incompatíveis com a zona estritamente residencial (ZER1); cuidar das áreas verdes, evitando que haja degradações e que surjam pontos de insegurança; representar os residentes perante o poder público para fazer valer seus direitos, firmar parcerias e obter melhorias de infraestrutura e saneamento; promover a união dos moradores por meio de atividades e eventos sociais.

sábado, 29 de setembro de 2012

Projeto Cidade Inteligente Búzios está entre os 10 mais sustentáveis do mundo




http://prefeitosonline.com.br/site/projeto-cidade-inteligente-buzios-esta-entre-os-10-mais-sustentaveis-do-mundo.html


Por Carolina Abrahao em julho 16, 2012
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Projeto brasileiro no segmento de energia está entre os dez mais inovadores na área de infraestrutura urbana, de acordo com o relatório global Infraestrutura 100: Cidades Mundiais, preparado pela consultoria internacional KPMG.



O projeto Cidade Inteligente Búzios foi incluído na categoria infraestrutura de energia urbana e, de acordo com a publicação, responde a um dos maiores desafios do século 21, que é o desenvolvimento da infraestrutura urbana sustentável.



Segundo a diretora da KPMG no Brasil, Iêda Novais, a questão da sustentabilidade foi determinante na escolha dos melhores projetos mundiais de infraestrutura urbana, que são modelos para serem copiados em outras cidades e regiões. “O fundamental é trazer projetos que ajudem os países a ter boas práticas. Ter um modelo.”



Segundo Iêda, os projetos selecionados podem criar uma nova fronteira na gestão de cidades. Para a diretora da KPMG, acordos, como o que foi firmado durante a Rio+20 envolvendo 20 cidades, é que vão determinar a adoção de práticas sustentáveis no mundo. “Esse tipo de acordo é que vai fazer com que a questão da sustentabilidade nas grandes cidades venha a tomar forma, a partir de agora, para atender às exigências futuras das populações.”



Para ela, tais práticas determinarão o surgimento de novas “fronteiras” entre cidades, regiões e países, que ultrapassarão a questão geográfica. “As cidades vão competir entre si economicamente e na geração de empregos. As cidades sustentáveis têm melhor clima para atrair investimentos e oferecer mais qualidade de vida às pessoas”, afirma.



Futuro – O projeto Cidade Inteligente Búzios, incluído entre os dez mais relevantes do mundo, está sendo desenvolvido no município do Rio pela Endesa Brasil, uma holding (união de empresas) que atua nas áreas de distribuição, geração, conversão e transmissão de energia no País.



O projeto deve consumir R$ 35 milhões até 2015 e tem a meta de tornar Búzios a primeira cidade da América Latina em consumo eficiente de energia. Segundo o diretor de Relações Institucionais da Endesa, André Moragas, a iniciativa prevê a introdução gradual de novas tecnologias e inovações relacionadas à rede elétrica.



Um exemplo é um medidor digital de energia, instalado em caráter experimental em 200 casas do município, que permite a medição da energia consumida e indica ao consumidor qual cômodo consome mais e a que horas. “Isso vai permitir que haja, no futuro, descontos diferenciados, como ocorre hoje com a telefonia. Dependendo da hora em que a energia é usada, o preço pode cair, pode haver descontos por horário.”



Entre os projetos brasileiros selecionados nestye ano estão a modernização do Hospital do Subúrbio e o Projeto Integrado de Gestão de Água e Saúde, na Bahia; o Centro de Operações Rio da IBM, o corredor de transporte coletivo Transolímpica, o Porto Maravilha, e o Parque Olímpico, todos no Rio de Janeiro; a primeira parceria público-privada (PPP) do país para a construção e operação de escolas, em Belo Horizonte; a Linha 4 do Metrô de São Paulo; e o Embraport, maior terminal privado multiuso do Brasil, no Porto de Santos, em São Paulo.



Entre os projetos de outros países que fazem parte da lista estão o Acesso pelo Lado Leste, da cidade de Nova York, na categoria mobilidade urbana; Corredor Industrial Delhi-Mumbai, na Índia, em conectividade global; Desenvolvimento Regional de Oresund, Dinamarca e Suécia, sobre recuperação urbana.



Fonte: Terra

Circuitos eletrônicos biodegradáveis dissolvem no corpo

Circuitos eletrônicos biodegradáveis dissolvem no corpo



Circuitos eletrônicos biodegradáveis são reabsorvidos pelo corpo

Primeira fase da dissolução do circuito eletrônico biodegradável. Os cientistas esperam usá-los também para a fabricação de aparelhos mais ambientalmente amigáveis. [Imagem: Fiorenzo Omenetto]
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Circuitos eletrônicos biodegradáveis dissolvem no corpo. 27/09/2012. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=circuitos-eletronicos-biodegradaveis-reabsorvidos-pelo-corpo. Capturado em 28/09/2012.


Redação do Site Inovação Tecnológica - 27/09/2012

Circuitos eletrônicos biodegradáveis dissolvem no corpo

Os circuitos eletrônicos temporários começam a dissolver segundo uma temporização programada neles próprios. [Imagem: Fiorenzo Omenetto]



Eletrônica transiente



Uma nova classe de circuitos eletrônicos pode não apenas ser implantada no corpo humano, como também se degrada, desaparecendo por completo depois de cumprir sua tarefa.



Ao contrário dos circuitos eletrônicos tradicionais, que são projetados para durar pelo menos até a próxima versão deles próprios, os circuitos eletrônicos biodegradáveis são temporários, com um tempo de vida bem demarcado, agendado no próprio circuito.



A tecnologia poderá ser útil nos implantes biomédicos, para ajudar a tratar condições temporárias, como infecções, ou para estimular ações fisiológicas, como o crescimento de ossos.



Os circuitos eletrônicos "transientes", ou temporários, foram fabricados por Suk-Won Hwang, da Universidade de Tufts, em colaboração com a equipe do Dr. John, um pioneiro na área da eletrônica flexível.



Circuitos eletrônicos biodegradáveis



Para construir os circuitos biodegradáveis, os pesquisadores usaram fios de seda - que são essencialmente proteínas - e finíssimas folhas de silício e magnésio, materiais que são facilmente reabsorvidos pelo organismo.



Os aparelhos são feitos intercalando camadas de componentes eletrônicos e camadas de encapsulamento. As camadas de encapsulamento são as primeiras a se dissolver, e determinam o início da biodegradação.



Um segundo "relógio" é composto pelos eletrodos de magnésio. Os dois temporizadores combinados determinam o tempo de dissolução do circuito inteiro.

Circuitos eletrônicos biodegradáveis são reabsorvidos pelo corpo

Primeira fase da dissolução do circuito eletrônico biodegradável. Os cientistas esperam usá-los também para a fabricação de aparelhos mais ambientalmente amigáveis. [Imagem: Fiorenzo Omenetto]



Os testes foram feitos em ratos de laboratório, implantando circuitos destinados a liberar um medicamento bactericida destinado a proteger uma abertura cirúrgica intencionalmente infectada.



Antes do implante, os pesquisadores programaram o circuito para começar a se degradar depois de ficar exposto por um determinado tempo aos biofluidos.



Examinando as cobaias depois de três semanas, a equipe verificou uma redução na infecção no local da cirurgia e detectou apenas traços residuais do circuito eletrônico.



Lixo eletrônico biodegradável



A reabsorção - a biodegradação dos circuitos implantados - também pode ser acionada por calor, radiação, variações no pH e outros fatores ambientais.



Por isso, os cientistas não descartam a possibilidade do uso mais geral da técnica, eventualmente para combater o acúmulo de lixo eletrônico.



"Os circuitos eletrônicos transientes oferecem um desempenho robusto, comparável ao dos equipamentos tradicionais, mas eles serão reabsorvidos pelo ambiente em um tempo programado, que pode ir de minutos a anos, dependendo da aplicação," disse Fiorenzo Omenetto, membro da equipe.



Embora o estudo agora publicado tenha analisado um implante médico específico, a equipe já construiu diodos, bobinas, sensores de temperatura e tensão, fotodetectores, células solares, osciladores de rádio e até uma câmera digital muito simples, tudo usando a sua eletrônica transiente.

Bibliografia:



A Physically Transient Form of Silicon Electronics

Suk-Won Hwang, Hu Tao, Dae-Hyeong Kim, Huanyu Cheng, Jun-Kyul Song, Elliott Rill, Mark A. Brenckle, Bruce Panilaitis, Sang Min Won, Yun-Soung Kim, Young Min Song, Ki Jun Yu, Abid Ameen, Rui Li, Yewang Su, Miaomiao Yang, David L. Kaplan, Mitchell R. Zakin, Marvin J. Slepian, Yonggang Huang, Fiorenzo G. Omenetto, John A. Rogers

Science

Vol.: 337 - PP 1640-1644

DOI: 10.1126/science.1226325

Seminário: Inter-relações Oceano-Continente no Cenário das Mudanças Globais


Inter-relações Oceano-Continente no Cenário das Mudanças Globais


http://agencia.fapesp.br/16256

28/09/2012



Agência FAPESP – A Academia Brasileira de Ciências promoverá simpósio sobre as inter-relações oceano-continente no cenário das mudanças globais.



O evento, que ocorrerá nos dias 2 e 3 de outubro, busca fazer avançar a discussão sobre o tema no Brasil. E, ao mesmo tempo, avaliar criticamente a participação brasileira na pesquisa e monitoramento oceânicos.



Alberto Piola (Universidad de Buenos Aires), Björn Kjerfve (World Maritime University), Edmo Campos (USP), Ilana Wainer (USP), José Marengo (Inpe), José Maria Landim (Universidade Federal da Bahia), José Muelbert (Universidade Federal do Rio Grande), Michel Mahiques (USP), Milton Rondó Filho (Ministério das Relações Exteriores), Paulo Artaxo (USP), Pedro Leite da Silva Dias (Laboratório Nacional de Computação Científica) e Sidney Mello (Universidade Federal Fluminense) farão as apresentações. A coordenação geral é de Luiz Drude de Lacerda (Universidade Federal do Ceará).



As relações oceano-continente desempenham papel fundamental nas mudanças globais, mas são ainda pouco entendidas. O Brasil tem desenvolvido pesquisa de alto nível em Ciência do Mar, mas ainda carece de uma base científica mais sólida sobre processos oceânicos em grande escala. Daí a grande atualidade do evento.



Mais informações e inscrições: www.abc.org.br/article.php3?id_article=2253



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Relatório de mudanças climáticas tem consulta pública



Interessados têm até 30 de setembro para enviar críticas e sugestões ao primeiro volume do Relatório de Avaliação Nacional do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas



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Relatório de mudanças climáticas tem consulta pública



Relatório de mudanças climáticas tem consulta pública


26/09/2012

http://agencia.fapesp.br/16241


Agência FAPESP – O primeiro volume do Relatório de Avaliação Nacional do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, intitulado Base Científica das Mudanças Climáticas, está disponível para consulta pública até 30 de setembro.



A obra foi elaborada pela comunidade científica do país que trabalha na área de ciência do clima, seguindo os moldes dos relatórios científicos do IPCC, e tem procurado evidenciar as diferentes contribuições naturais e humanas sobre o aquecimento global.



De acordo com os organizadores, a publicação tem como base a análise de grandes quantidades de dados observacionais e modelos climáticos que, apesar de se constituírem no estado da arte atual, ainda apresentam algum grau de incerteza em suas projeções das mudanças futuras de clima e dos seus impactos nos sistemas naturais e humanos.



Além do relatório, também se encontra disponível no site do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas uma planilha para comentários, por meio da qual especialistas e interessados no setor poderão enviar sugestões, correções e observações.



O segundo e o terceiro volumes – intitulados Impactos, Vulnerabilidades e Adaptação e Mitigação das Mudanças Climáticas – encontram-se em fase final de elaboração e devem ser colocados em breve para Consulta Pública.



Mais informações: www.pbmc.coppe.ufrj.br/pt





sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Solar Decathlon Europe 2012 na Espanha

19/Setembro/2012

Começa o Solar Decathlon Europe 2012 na Espanha



http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/comeca-o-solar-decathlon-europe-2012-na-espanha-269474-1.asp

Protótipos de 19 equipes para casas sustentáveis participarão da competição até 30 de setembro. Conheça as propostas


Aline Rocha

O concurso internacional entre universidades Solar Decathlon Europe 2012, que promove o desenvolvimento de casas autossuficientes, foi iniciado na última sexta-feira (14) em Madri, na Espanha. Um espaço de 38,3 mil m² vai receber projetos de 19 equipes de universidades de todo o mundo até o dia 30 de setembro.
As casas desenvolvidas ficam expostas na Villa Solar e ao final do evento, uma comissão de jurados vai decidir o projeto vencedor do concurso. O Brasil está representado pelo projeto daEkó House, desenvolvido pelos alunos da Universidade Federal de Santa Catarina e Universidade de São Paulo.
No site do Solar Decathlon, está disponível um ranking com as melhores pontuações até o momento. A China está em primeiro lugar, seguida pelos projetos da Itália e Espanha. Já o Brasil está em 8ª lugar.
Confira os projetos participantes:

Brasil - Ekó House

Divulgação

O projeto brasileiro consiste em uma casa de 50 m² com cozinha, banheiro, espaço para refeições, sala de estar, dormitório e área de serviço externa. A residência também possui geração de energia e descarte de resíduos, além de varanda dimensionada para controlar trocas de calor e separação de águas para serem tratadas e reutilizadas posteriormente.
Espanha - (e)co

Divulgação

Idealizada por estudantes da Escola Tècnica Superior d'Arquitectura del Vallès, da Barcelona Tech (UPC), a casa térrea de 150 m² possui três blocos internos como ambientes, sendo divididos entre dois quartos e uma cozinha.
Espanha - Patio 2.12

Divulgação

A equipe é formada por alunos das Universidades de Seville, Granada, Málaga e Jaén. A casa é um protótipo autossustentável formado pela junção de quatro módulos pré-fabricados que abrigam diversas funções e permitem a formação de um pátio no centro da estrutura.
Portugal - cem' casas em movimento

Divulgação

Os alunos da Universidade do Porto criaram uma casa sustentável que aproveita as fontes de luz e calor para produzir energia. Os espaços da residência também se adaptam aos habitantes com ambientes modulares que podem ser adicionados ou retirados da estrutura.
Japão - The Omotenashi House

Divulgação

Projetada por estudantes da Chiba University, a casa Omotenashi - que significa hospitalidade - se baseia em três conceitos: saúde e sustentabilidade; vida com as plantas; e conexão com o exterior.
Espanha - Pi

Divulgação

Os estudantes de arquitetura da Universidade de Zaragoza idealizaram a casa Pi, dividida em dois andares - o primeiro possui 70 m² e o segundo, 50 m². O protótipo, que não produz resíduos, é capaz de gerar toda a energia que consome.
Romênia - PRISPA

Divulgação

O projeto foi idealizado por estudantes da "Ion Mincu" University of Architecture and Urbanism, University Politehnica of Bucharest e Technical University Of Civil Engineering of Bucharest. Entre as soluções sustentáveis, está a configuração das janelas de modo que há o equilíbrio entre a luz incidente e o calor que reflete de dentro para fora.
Alemanha - Counter Entropy House

Divulgação

A equipe da RWTH Aachen University projetou uma casa de 50 m² dividida em quatro "blocos funcionais". O teto da casa ainda promove a integração entre energia fotovoltaica e térmica.
Dinamarca - Fold

Divulgação

Os estudantes da Universidade Técnica da Dinamarca projetaram uma casa que possui a forma de um papel retangular dobrado. A residência permite que seus moradores controlem o clima dos ambientes e diversas outras funções.
França e Itália - Astonyshine

Divulgação

O projeto foi idealizado por quatro universidades: France_Ecole des Ponts ParisTech, ENSA Paris-Malaquais, Italy Polytechnic of Bari e University of Ferrara. A casa possui uma planta quadrada, internamente dividida em dois retângulos, com um deles aberto para a área externa.
Egito - Arkan

Divulgação

A casa Arab, projeto da The American University in Cairo, tem entre seus principais elementos a madeira e o vidro. O teto ainda possui captação de energia solar e é inclinado para aumentar sua eficiência.
França - Sumbiosi

Divulgação

A Sumbiosi foi projetada pelos estudantes da Universidade de Aquitaine, no Campus Bordeaux. O protótipo funciona exclusivamente com energia solar.
Espanha - SML system

Divulgação

Projetada pelos estudantes da Universidad CEU Cardenal Herrera, do campus de Valencia, a casa SML é formada por blocos modulares, que podem ser adicionados de acordo com a necessidade da família.
Espanha - Ekihouse

Divulgação

A Ekihouse foi projetada pela Universidad del País Vasco/Euskal Herriko Unibertsitatea e possui grandes janelas para maior incidência do sol, além de um teto solar.
Itália - Med in Italy

Divulgação

A casa foi projetada por uma equipe composta por diversas universidades da Itália, baseada em cinco conceitos considerados essenciais pelo grupo: passivo, ativo, rapidez, consciência ecológica e densidade.
Hungria - Odoo

Divulgação

A Budapest University of Technology and Economics apresentou o projeto de uma casa pequena que prioriza espaços externos, o que também permite a economia de energia.
França - Canopea

Divulgação

O protótipo da equipe de Rhône Alpes possui dois andares, sendo que o segundo oferece um espaço para relaxar, com ventilação natural. A casa também produz sua própria energia.
China - Para Ecohuse

Divulgação

Os alunos da Tongji University combinaram sistemas de energia passivos e ativos para criar uma casa autossustentável, além de fornecer bastante ventilação e uma varanda.
Alemanha - Ecolar

Divulgação

A equipe da HTWG Konstanz - University of Applied Sciences na Alemanha apresentou uma casa modular que tem como principal fonte de energia o sol, com painéis de captação solar instalados no teto.

Construção sustentável:Estrutura de steel frame



Passo a Passo: Estrutura de steel frame



Alinhamento e prumo exigem atenção redobrada para evitar problemas estruturais e de alinhamento dos fechamentos. Veja como subir estrutura de casas em steel frame

http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/52/estrutura-de-steel-frame-alinhamento-e-prumo-exigem-atencao-267880-1.asp

Reportagem: Gisele Cichinelli


Estruturas em steel frame são compostas por perfis leves de aço galvanizados conformados a frio. Como os perfis chegam prontos ao canteiro, não há desperdício de materiais. Além disso, a execução dessas estruturas é seca e rápida.



Por conta dessas características, lembra o engenheiro Alexandre Mariutti, diretor da Construtora Sequência, especializada nesse tipo de construção, o sistema é indicado, sobretudo, "para projetos com muita repetição de elementos, como no caso de conjuntos habitacionais, ou que contam com muitas divisões internas, como hospitais, alojamentos e escritórios", observa.
A etapa de montagem dos frames (estrutura) exige muita atenção. Isso porque o alinhamento e o prumo da estrutura devem ser perfeitos, o que exige capacitação técnica do instalador. "Erros nessa etapa afetarão o revestimento, pois placas também chegam à obra nas medidas corretas", explica o engenheiro, lembrando ainda que o correto alinhamento da estrutura para os andares superiores também deve ser observado. De acordo com ele, o steel frame não aceita desvios maiores do que 0,5 cm, sob risco de haver falhas estruturais.
Para que a montagem seja rápida e eficiente os instaladores precisam ter em mãos todas as medidas para posicionamento dos painéis, evitando paradas e erros. Em geral, o tipo de fundação adotado para essas obras é o radier. "É mais leve, mais rápido de ser executado e com menos consumo de concreto. Também já incorpora o contrapiso", lembra Mariutti.
Confira nas próximas páginas como levantar estruturas de casas de steel frame.

MATERIAIS E EPIs
Capacete, protetor auricular, luvas, óculos, furadeira, brocas, parafusos, lixadeira, esquadro, linha de giz, marcadores, nível bolha, chave catraca, trena, martelo, estilete e chumbadores.

1. No dia anterior à chegada dos painéis na obra, transfira o desenho da posição dos frames para o radier.

2. Faça a marcação do local onde serão posicionados e fixados os painéis com a linha de giz.

3. Cheque o esquadro, garantindo que os ângulos tenham 90 graus.

DICA
Essa etapa é muito importante, pois o esquadro do radier nem sempre é preciso, já que a fôrma pode se deslocar em alguns milímetros durante a concretagem. Mesmo que esse desvio não prejudique o desempenho da fundação, lembre-se que o steel frame não tolera desvios maiores do que 0,5 cm. Logo, não é recomendável tomar o radier como base para o posicionamento da estrutura.Reportagem: Gisele Cichinelli


4. Com o projeto em mãos, transfira a numeração de cada painel para a posição correta onde serão montados.

ATENÇÃO!
A numeração pode ser conferida na face interna do painel metálico.

Fotos: Marcelo Scandaroli
5. Inicie a aplicação da manta acústica rente à marcação previamente executada. Esse material evita o contato direto do aço com a laje, permitindo que os painéis se acomodem melhor à estrutura e reduzindo a transmissão de ruídos.

Fotos: Marcelo Scandaroli
6. Com o auxílio da furadeira, faça os furos no painel e no concreto.

Fotos: Marcelo Scandaroli
7. Para fixar os perfis ao radier utilize uma chave catraca e parafusos com rosca soberba, que dispensam o uso de bucha.

Fotos: Marcelo Scandaroli
8. Utilize a chave catraca para fixar os chumbadores ao radier. Os chumbadores, cuja quantidade varia de acordo com o tamanho do painel e o projeto estrutural, são geralmente fixados à distância de 40 cm a 1,20 m entre eles.

Fotos: Marcelo Scandaroli
9. Conforme as bandas de impermeabilização forem sendo distribuídas, faça os recortes necessários nos pontos por onde passarão as tubulações que ficarão embutidas no painel.

Reportagem: Gisele Cichinelli


Fotos: Marcelo Scandaroli
10. É preciso cortar os perfis para que as tubulações possam passar através deles. Para tanto, meça e transfira a medida da tubulação para o painel. Em seguida, execute o corte com o auxílio de uma lixadeira com disco de corte.

Fotos: Marcelo Scandaroli
11. Com a parafusadeira, fixe um painel ao outro, utilizando parafusos a cada 50 cm. Fique sempre atento, no entanto, à definição de projeto sobre a quantidade de parafusos necessários para fixação dos frames.

Fotos: Marcelo Scandaroli
12. Ao finalizar os cantos, confira, com um esquadro metálico, se os painéis formam ângulos de 90 graus entre si.

Fotos: Marcelo Scandaroli
13. Os painéis devem ser fixados continuamente, um ao lado do outro, conforme determina o projeto.

Fotos: Marcelo Scandaroli
14. O procedimento é o mesmo ao longo de toda a estrutura, inclusive nos andares superiores.

Apoio técnico: Everaldo Barbosa e Walter Cleiton, montadores, e Roberto Pereira da Costa, encarregado de obra da Construtora Sequência.