sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Tóquio pode ter super terremoto nos próximos quatro anos


BBC
Publicado em 24 de Janeiro de 2012
Segundo cientistas, um terremoto de grandes proporções tem muito maior probabilidade de atingir a capital japonesa, Tóquio, nos próximos anos do que o governo tem anunciado. 

A equipe, da Universidade de Tóquio, afirma haver uma probabilidade de 75% de que um terremoto de magnitude 7 atinja a região nos próximos quatro anos. 

O governo tem anunciado que as chances de um evento como esse são de 70% nos próximos 30 anos. 

O grupo de cientistas que faz as previsões para o governo ainda não se manifestou sobre os novos dados estudados pela equipe. 

Tremores 

A última vez que Tóquio foi atingida por um grande terremoto foi em 1923, quando um terremoto de magnitude 7,9 matou mais de 100.000 pessoas. 

Os pesquisadores da Universidade de Tóquio basearam-se em dados que mostram um crescente aumento no número de tremores na capital desde o terremoto de 11 de março de 2011. 

O alerta vem menos de um ano depois que um terremoto seguido de tsunami devastou a costa nordeste do Japão. 

Eles afirmam que, em comparação com anos normais, tem havido cinco vezes mais tremores na área metropolitana de Tóquio desde o desastre do ano passado. 

Encruzilhada tectônica 

O Japão está localizado em uma encruzilhada tectônica apelidada de "Anel de Fogo do Pacífico". 

Por isso o país é considerado um dos mais sujeitos a terremotos em todo o mundo. 

Tóquio está localizada em uma das áreas mais perigosas. 

Tecnologia de tratamento térmico do lixo


Tratamento de resíduos sólidos


Prefeitura de São José dos Campos opta pela queima de lixo urbano, gera renda com a venda de energia elétrica resultante da combustão e aumenta vida útil do aterro da cidade

Por Marina Pita



Contando os dias para o fim da vida útil de seu aterro, São José dos Campos decidiu tomar providências antes de ter de remediar a gestão de resíduos da cidade. Depois de um ano e meio de estudos, o município tem hoje em consulta pública um projeto de licitação para conceder o direito de construção e operação do sistema de aproveitamento energético do lixo a uma empresa privada, por meio de uma parceria público-privada.


Usina termoelétrica


As áreas 1 a 5 são divisões do aterro sanitário, sendo que 1, 2 e 3 não recebem mais resíduos sólidos. 
Área 4 está funcionando com novas melhorias implantadas.
Área 5 ainda não entrou em operação.
ETRS.ADM é a área destinada à implantação da sede administrativa da Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos.
Área 6 está destinada à construção da usina de recuperação energética de São José dos Campos.


A sexta maior cidade do Estado de São Paulo com cerca de 630 mil habitantes e dona do 21o maior Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil produz diariamente 672 t de lixo, volume semelhante ao produzido por grandes cidades do País e com tendência de crescimento. Apesar de ter ampliado os programas de conscientização da população e a coleta seletiva de lixo cobrir praticamente toda a área urbana, o município trava uma corrida contra o tempo para definir como lidar com o esgotamento do aterro sanitário em cerca de 13 anos se nada for modificado.
Dois fatos agravam o problema. O primeiro deles, a predominância de área de preservação ao Norte da cidade por ser região de manancial. E, em segundo, a impossibilidade de novo aterro sanitário na zona Central e Sul do município por conta da resolução 04/95 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), que impede a construção de aterros a menos de 20 km de aeroportos.
Para evitar maiores gastos futuros com a destinação final de resíduos sólidos urbanos, uma das soluções encontradas foi o tratamento térmico do lixo, aproveitando o calor para geração de energia elétrica, que, por sua vez, pode ser comercializada de forma a não onerar o contribuinte, por meio da instalação de uma Usina de Recuperação de Energia (URE). "Não apoio a energia termoelétrica, mas sim uma solução para o problema da destinação final do lixo com reaproveitamento de energia em um momento de desenvolvimento tecnológico que nos permite ter a garantia de não poluir o ambiente", afirma o secretário de meio ambiente de São José dos Campos, André Miragaia. A iniciativa encontra respaldo no plano nacional de saneamento básico, que prevê a busca de alternativas ao aterramento do lixo e a expansão da vida útil do atual aterro.

Adotada em diversos países como Portugal, Itália, França, Alemanha, Holanda, Espanha e Estados Unidos, a tecnologia de tratamento térmico do lixo ganhou força como alternativa para amenizar o passivo que representam hoje os aterros depois da atualização da política estadual de resíduos sólidos (lei estadual 21.300) pelo decreto 54.645, em agosto de 2009, e da aprovação da política nacional de resíduos sólidos (lei federal 12.305) em agosto de 2010 e regulamentada pelo decreto 7.404, de dezembro de 2010.
As duas leis somadas à Resolução da Secretaria de Meio Ambiente (SMA) de novembro de 2009 - que estabelece os limites operacionais, de emissão, critérios de controle e monitoramento para disciplinar o processo de licenciamento do aproveitamento energético de tratamento térmico de resíduos sólidos em usinas de recuperação de energia - fecham o arcabouço legal que sustenta este tipo de iniciativa.
Para se certificar da viabilidade técnica, econômica e ambiental do projeto, a prefeitura encomendou um projeto de engenharia, realizado pela Estruturadora Brasileira de Projetos (EBP), que se valeu de informações técnicas obtidas em seis instalações visitadas - sendo uma no Canadá, uma na Bélgica e quatro na Holanda - e de discussões com fornecedores em relação à disponibilidade atual de tecnologia, para definir qual a melhor solução para o caso brasileiro e, mais especificamente, de São José dos Campos.
A EBP considerou ainda a resolução do Conama 316/02 que determina que a implantação de sistema de tratamento térmico de resíduos de origem urbana seja precedida de implementação de programa de segregação de resíduos integrado com o sistema de coleta e tratamento térmico para fins de reciclagem ou reaproveitamento. O entendimento da diferença do lixo produzido no Brasil para lixo produzido na Europa também foi levado em consideração, uma vez que há maior volume de matéria orgânica (lixo úmido) nos resíduos sólidos urbanos nacionais - em São José equivale a 56% do total produzido -, o que diminui o poder calorífico da mistura e reduz a produtividade de energia.
Há ainda um componente da posição política da gestão municipal que aposta na reciclagem e que já conta com um centro de triagem para separar o material advindo da coleta seletiva, que vem sendo estimulada e ampliada. Assim, foi escolhido um mix de tecnologias para o caso de São José dos Campos, que combina três principais processos: a separação inicial, a biodigestão da fração úmida - com indicação para a anaeróbica - e a incineração da fração seca do lixo.


AGECOM
Instalações da usina de recuperação energética de São José dos Campos deve ser semelhante a infraestrutura da usina termelétrica Termoverde, de Salvador (BA), na foto ao lado
Recuperação de energia

Como se vê no projeto que abre esta reportagem, fará parte do sistema de recuperação energética um sistema mecânico de pré-processamento, com o objetivo de separar os componentes orgânicos digestíveis, ou seja, parar partículas com pequeno diâmetro (menor que 45 mm) que contém elevadas quantidades de orgânicos, como sobras de comida. Este sistema incluirá cilindros (trommel), grades, peneiras e telas, equipamentos para remoção de metais ferrosos e não-ferrosos e esteiras para transporte dos resíduos ao longo do processo e encaminhamento dos materiais processados até áreas de estocagem designadas. Depois do pré-processamento de resíduos - fundamental para maximizar o retorno de energia e minimizar os investimentos do capital - será separado o material reciclável, do conjunto inorgânico.
Em seguida, o material orgânico será decomposto por meio da biodigestão anae­róbica. O material resultante será bombeado aos reatores de digestão, onde ficarão de 20 a 25 dias. Este é o reator que produzirá biogás, especialmente o metano, 21 vezes mais poluente que o gás carbônico, e que poderá ser vendido para o uso em veículos.
Miragaia lembra que o processo de biodigestão traz vantagens ambientais em relação ao simples aterramento do material orgânico, uma vez que todo o metano pode ser captado, enquanto no aterro cerca de 50% do gás acaba escapando pela camada porosa de terra que encobre o lixo e causando poluição. Os detritos desses processos também podem ser reutilizados como fertilizantes, a depender de sua composição. A dispensa do resíduo no aterro será cobrada do concessionário, que continua sendo de gestão da Urbam, o que acaba estimulando o empreendedor a dar outro fim a este material, aponta Miragaia.
O sistema de combustão de queima em massa terá capacidade de 388 t/dia e utilizará a fração separada durante o pré-processamento, ou seja, aquilo que não puder ser reciclado. A queima será feita por meio de um sistema de turbina a vapor, um gerador. Como resultado da combustão, estima-se a produção de 35.000 t/ano de cinzas pesadas e 3.900 t/ano de cinzas leves.
O equipamento de controle da poluição do ar previsto será usado para remover contaminantes dos gases de exaustão antes da liberação à atmosfera. De acordo com Miragaia, o valor dos sistemas de filtros e demais tratamentos para evitar poluição correspondem a dois terços do valor do empreendimento.



Veja imagem ampliada aqui

PPP: modelo de concessão
O projeto de usina de recuperação de energia de São José dos Campos deverá ter uma capacidade mínima de processamento de 750 t/dia, escala que exigirá um investimento estimado em R$ 189 milhões. Neste valor, financiado junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), não está considerado o custo de desapropriação da área para instalação, a cargo da prefeitura, da planta ao lado do atual aterro municipal.
A usina terá capacidade de geração de 16 MW, sendo que 4 MW devem ser usados para o funcionamento da própria unidade de reaproveitamento energético. Os 12 MW sobressalentes poderão ser comercializados pela concessionária e são a base da viabilidade econômica do projeto. Essa quantidade de energia equivale a um quinto do consumo de eletricidade da população de São José.
O modelo de exploração se dará por meio da parceria público-privada (regulamentada pela lei 11.079/04) em que o concessionário pagará pelo resíduo sólido fornecido pela Urbam, responsável pela limpeza urbana do município e disposição final do lixo. O maior lance por tonelada será um dos fatores a serem considerados no processo licitatório. O concessionário terá como fonte de renda a comercialização da energia produzida e a venda de materiais recicláveis obtidos com o processo de separação inicial do lixo. Não foi considerada na modelagem econômica a venda dos subprodutos do processo e de crédito de carbono, embora a prefeitura considere que essas sejam receitas acessórias possíveis de exploração pelo concessionário. O prazo de concessão será de 30 anos, com perspectivas para retorno do investimento inicial em oito anos. Segundo estimativa da prefeitura, depois de concluída a licitação serão necessários cerca de quatro anos para o início das atividades.
De acordo com o secretário do meio ambiente, André Miragaia, a parceria público-privada foi escolhida para evitar que o município tivesse de taxar os contribuintes para a realização do investimento na planta e manutenção do processo. Além disso, aponta, o parceiro privado possui experiência no negócio e é capaz de prover serviços de alta qualidade.

Barreiras acústicas metálicas


As variáveis principais de cálculo e projeto para instalar painéis metálicos em rodovias e reduzir a propagação de ruído



Por Giovanny Gerolla



Isolamento acústico é o processo que impede por reflexão ou absorção a passagem do som de um ambiente para o outro. Em rodovias de vários países da Europa, a construção de barreiras acústicas já é uma realidade regulada por lei e normas técnicas. No Brasil, porém, as regulamentações são escassas, o que pode conduzir a dúvidas sobre o desenvolvimento de projetos e a contratação de obras.
Os painéis metálicos são, hoje, os mais aplicados na Europa em chapas de aço galvanizado de 1 mm de espessura, ou de alumínio, de 1,2 mm. Coloridos e de fácil substituição, têm vida útil de até 15 anos. O Institue of Noise Control Engeneering divulga que o ótimo desempenho na redução do barulho desses painéis varia de 5 dBA a 12 dBA. Conheça as premissas para elaboração de projeto:

Projeto
Para se elaborar o projeto de barreiras acústicas, é necessário elaborar: a) estimativa de fluxo de veículos por meio da contagem de automóveis, utilitários, motos e veículos pesados do trecho em que se pretende instalar os painéis; b) medições de ruído, desconsiderando resultados produzidos em momentos de grandes fluxos - tráfego intenso a baixas velocidades -, ou com chuvas e/ou ventos a mais de 18 km/h; c) cálculo das barreiras (dimensões e capacidade de isolamento acústico).
Medidas de cálculo
O cálculo da barreira deve avaliar: a propagação geométrica a partir do foco emissor de som; as condições meteorológicas (temperaturas, graus de umidade, ventos) que influenciam a absorção da energia acústica pelo ar; e as próprias condições do terreno e de ambiente (existência ou ausência de vegetação).
Variáveis importantes
Importante avaliar o conjunto de fenômenos de difração e de reflexão que possam existir em determinados locais, a certas alturas de barreira e de acordo com as características de absorção e de isolamento do material aplicado. Agirá também sobre a eficácia da barreira não só sua distância em relação a focos emissores e receptores, mas a opção por painéis simples ou espessos, ou mesmo a aplicação de sistemas paralelos (barreiras nos dois lados de uma única via).
Caminhos da energia sonora
Nem toda a energia acústica que atinge a barreira volta para o outro lado da pista; uma parte dela ultrapassa, por cima, a própria barreira; outra é refletida para pontos diversos do lado oposto a ela e outra é dissipada pela cobertura da superfície (grama) e pelo ar. Reflexões múltiplas entre painéis planos e paralelos podem reduzir a eficiência do sistema, se aumentam os ruídos pré-existentes em mais de 3 dBA. Para evitar tal efeito, a relação "distância entre painéis x altura dos painéis" deverá acompanhar a proporção 10:1. Se isso não for possível, serão necessários materiais como lã de rocha ou de vidro.
Execução
Concluído o projeto, sua execução é posta em concorrência ou licitação, de acordo com os custos orçados. A execução estrutural pede, de forma geral, fundação em estacas ou sapatas de seção retangular, atendendo aos requisitos de segurança e cálculo da NBR 14.313. Após a escavação, os perfis estruturais, dimensionados de acordo com a altura da barreira e a espessura dos painéis, são encaixados nas respectivas fundações, e posteriormente betonados.

Leis, normas e publicações
Tanto a ABNT NBR 14.313, com diretrizes para cálculo de absorção acústica e montagem de barreiras, quanto regulamentações locais, como é o caso da 389/2010/P da Cetesb (publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 24/12/2010), propondo limites máximos ao ruído lindeiro em função dos diferentes tipos de ocupação urbana, servirão como fonte de consulta para a contratação de projeto de obras, além da fiscalização e manutenção das barreiras.

Fontes: Associação Nacional de Empresas de Acústica (Anea), Consplu, F.H. Aidar Engenharia

Sacola vira brinde?






26/01/2012 21:22

Mercados não são obrigados a fornecer sacolas

Para estimular consumidores, Idec orienta que estabelecimentos forneçam caixas de papelão gratuitamente

http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/11347/Mercados+nao+sao+obrigados+a+fornecer+sacolas


Carol Rocha
carol.rocha@diariosp.com.br




A substituição das sacolinhas plásticas que eram distribuídas gratuitamente nos supermercados de São Paulo será gradativa. De acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), somente na capital paulista devem deixar  de ser utilizadas cerca de 650 milhões de sacolas ao mês.

“A medida vem para estimular uma mudança mais radical nos padrões de produção, distribuição e consumo. Todos terão de alterar seus hábitos, desde fabricantes até consumidores. Com isso, o processo de mudança requer informação e boa comunicação com os consumidores", diz a pesquisadora do Idec, Adriana Charoux.


No entanto, o custo de adaptação dos estabelecimentos, que terão de mudar a maneira como oferecem embalagens aos consumidores, não deve ser repassado aos clientes. "O consumidor só entenderá o benefício ambiental dessa medida se não for onerado e responsabilizado a arcar sozinho com a mudança de hábitos necessária daqui pra frente. Dessa forma, as redes de supermercados devem oferecer alternativas gratuitas", explica Adriana.
Apesar de não haver uma obrigação legal para que os estabelecimentos ofereçam meios gratuitos de transporte dos produtos, o Idec orienta que os estabelecimentos auxiliem o consumidor nesse processo. “Ampliar a oferta de caixas de papelão e estimular o não uso das sacolas com algum tipo de desconto nos produtos são boas opções para preparar o consumidor nesse período de transição, até que a lei comece a vigorar", orienta a pesquisadora.

UMAPAZ comemora a chegada do 7° ano de atividade




Para comemorar a entrada do 7° ano de atividades, a Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ) promove de 30 de janeiro a 5 de fevereiro uma programação extensa. O evento conta com a parceria do Auditório Ibirapuera, Instituto Parada Vital e Design Possível.

A abertura das festividades se inicia no dia 30 de janeiro a partir das 18h com a Orquestra Furiosa do Auditório Ibirapuera seguida de uma breve apresentação sobre a UMAPAZ e suas perspectivas para 2012.

A programação se estende pela semana com Palestra sobre o histórico e a vegetação do Parque Ibirapuera, atividade especial no Planetário, Lançamento do  Guia Sustentabilidade para Instalações Domiciliares - Água e Energia, oficinas de teatro, trilha no Parque Independência, documentários com temáticas ambientais, exposição “Mãos que Transformam o mundo” do Fotógrafo Douglas Mansur, entre outras.

Para fechar a semana de comemoração a UMAPAZ promove um passeio ciclístico, em parceria com o Instituto Parada Vital. O encontro será às 9h na Praça do Ciclista (Avenida Paulista) passando pelo Parque Mario Covas, Parque Tenente Siqueira Campos, Parque Ibirapuera (Ciclofaixa), Parque Municipal Mario Pimenta (Parque do Povo) e retornando ao Parque Ibirapuera (UMAPAZ). A distância a ser percorrida será de 10 km aproximadamente. Na chegada faremos um grande piquenique de confraternização na UMAPAZ e para saber o que levar entre no site do Akatu (http://www.akatu.org.br) e veja o guia com cuidados e dicas práticas para um piquenique de consumo consciente.

A UMAPAZ é um departamento da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente da cidade de São Paulo, tem o propósito de sensibilizar e contribuir para a formação de pessoas capazes de viver de forma sustentável, de promover na sua comunidade, modos de convivência socioambiental sustentável. Oferece cursos e atividades de educação ambiental e para a convivência, tendo como princípios o respeito à comunidade da vida, a biodiversidade e a diversidade humana, a transdisciplinaridade e a cultura de paz, acolhendo a Carta da Terra como documento-base.

As atividades são gratuitas.

Programação:
30 de janeiro – segunda-feira

15h30 - Atividade especial de Aniversário no Planetário – Local: Planetário Professor Aristóteles Orsini
17h30 – Abertura exposição “Mãos que Transformam o mundo” do Fotógrafo Douglas Mansur
18h – Apresentação da Furiosa do Auditório Ibirapuera
18h30 – Cerimônia de Abertura
19h30 - Um passeio pelo cancioneiro brasileiro: show da cantora paulistana Dandara e o músico e compositor cuiabano Paulo Monarco
20h30 – Café de confraternização

31 de janeiro – terça-feira
10h – Palestra: Histórico e vegetação do Parque Ibirapuera – Vitor Octavio Lucato
18h - Entretodos - Exibição de curtas metragens ganhadores do Festival Entretodos de Direitos Humanos

1 de fevereiro – quarta-feira
9h- Roda aberta de Danças Circulares Sagradas "Celebração de Aniversário da UMAPAZ"
10h - Lançamento do  Guia Sustentabilidade para Instalações Domiciliares - Água e Energia
14h – Exibição e debate do Filme Home

2 de fevereiro – quinta-feira
14h – Exibição dos curtas do Circuito Tela Verde
14h Jogo Carta da Terra – Uma estratégia de educação para a sustentabilidade - Instituto Harmonia
16h – Exibição dos curtas do Circuito Tela Verde
17h - Jogo Carta da Terra – Uma estratégia de educação para a sustentabilidade - Instituto Harmonia

3 de fevereiro – sexta-feira
10h30 – Prática de Tai Chi - Espaço da Serraria
14h - Jogo Planetarium - princípios da Carta da Terra - Nearts - PUC/SP
15h - Oficina Brincando com o Corpo (Grupo Algazarra Teatral) - Facilitador Edson Caeiro – Inscrições por e-mail: inscriçõesumapaz@prefeitura.sp.gov.br

4 de fevereiro – sábado
9h - Jogo Planetarium - princípios da Carta da Terra - Nearts - PUC/SP
10h - Trilhas Urbanas Parque Independência – Encontro no Museu Paulista
14h - Jogo Planetarium - princípios da Carta da Terra - Nearts - PUC/SP

5 de fevereiro – domingo
9h - Passeio ciclístico
Rota: Encontro na Praça do Ciclista (Avenida Paulista), Parque Mario Covas / Parque Tenente Siqueira Campos / Parque Ibirapuera (Ciclofaixa) / Parque Municipal Mario Pimenta (Parque do Povo) / Parque Ibirapuera (UMAPAZ)
Distância a ser percorrida: 10 km aproximadamente
Chegada: Faremos um grande piquenique de confraternização na UMAPAZ e para saber o que levar entre no site do Akatu (http://www.akatu.org.br) e veja o guia com cuidados e dicas práticas para um piquenique de consumo consciente.

Serviço:
Aniversário da UMAPAZ
Dias: de 30 de janeiro a 5 de fevereiro de 2012
Local: Av. IV Centenário, 1268 – Portão 7A – UMAPAZ – Parque Ibirapuera
Informações: 11 5572-1004
Imprensa: 11 3396-3076

Pedalada também gera $$$


26/01/2012 - 14h06

Na França, empresas cobrirão gasto de bicicleta para funcionários

DA EFE

http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1039790-na-franca-empresas-cobrirao-gasto-de-bicicleta-para-funcionarios.shtml


O governo francês anunciou nesta quinta-feira uma iniciativa para estimular o uso da bicicleta. A principal medida é o financiamento pelas empresas das despesas de transporte dos funcionários que a adotarem. Em troca, serão garantidas isenções.
O ministro dos Transportes, Thierry Mariani, informou que o sistema é similar ao existente na Bélgica. Naquele país, paga-se 21 centavos de euro por quilômetro rodado.
Benoit Tessier/Reuters
O governo parisiense foi um dos primeiros a incentivar a adoção de bicicletas como transporte; acima, ponto de aluguel
O governo parisiense foi um dos primeiros a incentivar a adoção de bicicletas como transporte; acima, ponto de aluguel
A norma, apresentada em Paris, é resultado de um estudo encomendado pelo Executivo ao deputado conservador e prefeito do 15º distrito de Paris, Philippe Goujon.
No jornal "Le Figaro", Goujon estimou em 20 milhões de euros o custo do Estado para indenizar por quilômetro as 2 milhões de pessoas que vão de bicicleta ao trabalho. Na França, o percurso médio é de 5 km.
Em entrevista ao jornal "Metro", Mariani indicou que outras medidas serão estudadas, como modificar a norma de circulação para permitir que os ciclistas avancem o semáforo vermelho quando virarem à direita, marcar as bicicletas com código para combater os roubos e construir mais ciclovias.
O ministro destacou que na França a utilização desse meio de transporte permite economizar 5,6 bilhões de euros pelos benefícios que proporciona à saúde das pessoas, além de limitar os gases poluentes.
Para Mariani, se cada europeu pedalasse 2,6 quilômetros por dia ao invés de usar um carro, haveria uma redução no transporte em torno de 15% das emissões de CO2, um dos gases responsáveis pelo aquecimento global.

Container ou contêiner ou contentor vira loja!


11/09/2011 07h51 - Atualizado em 11/09/2011 12h06

Franquia transforma contêiner velho em loja de roupa e cresce no país

São 40 lojas espalhadas pelo Sul.
Rede chega ao Sudeste e pretende fechar 2011 com 100 franqueados.


Do G1, em São Paulo








Uma empresa inovadora monta lojas de roupas multimarcas dentro de contêineres adaptados. O negócio já virou franquia com 40 lojas espalhadas pelo Sul do Brasil. A franquia chega ao Sudeste e pretende fechar 2011 com 100 franqueados em todo o país.

Quem passa pela rua e vê a loja, pensa: tem algo diferente. É um contêiner, daqueles que transportam mercadorias em navios, e que virou loja de roupa. O negócio é uma franquia, lançada há dois anos pelo franqueador André Krai. Em vez de edificações, ele aluga terrenos, monta a loja contêiner e, de cara, elimina custos e reabilita áreas degradadas.


“A Faria Lima é uma das ruas mais caras, uns dos pontos comerciais mais caros de São Paulo. A gente encontrou um terreno vazio, era um estacionamento feio, escuro, abandonado. Transformamos nesse ponto comercial. Nosso cliente teve uma redução de até R$ 200 mil apenas na economia do ponto”, afirma Krai.

A franquia pode ter um ou mais contêineres, cada um com 30 metros quadrados. Eles são pintados de laranja, para chamar a atenção. Tirando a cor, a frente é de um contêiner original, com sua autêntica e pesada porta. Na lateral, o aço foi cortado em um retângulo para colocar a vitrine.

A arara é um corrimão velho de ônibus, parte do piso também é de ônibus e o tambor de óleo cortado virou puff, todo esse reaproveitamento de material derrubou os custos pela metade comparando com uma loja tradicional e com um pouquinho de decoração aqui e ali transformou sucata em uma boutique de luxo.

O empresário compra contêineres com mais de 10 anos de uso. Cada um custa em média R$ 10 mil. A reforma varia entre R$ 20 e R$ 30 reais.

Para não esquentar, as chapas de aço das paredes são revestidas de isopor e madeira. O espaço ganha provadores, espelhos, prateleiras, TV e iluminação. E em uma semana a loja-contêiner está pronta.

“A realidade a gente conseguiu ter hoje um custo de até 50% mais barato do que o mesmo padrão de loja com o mesmo tamanho em alvenaria, isso possibilita que o nosso investidor possa investir em marketing, possa investir em estoque, em outros segmentos do seu negócio”, diz Krai.

A franquia vende roupas: calças, camisas e casacos. São 500 marcas nacionais e internacionais. O público é o jovem, em busca de estilo diferente e ousado.

“O contêiner, na realidade, ele mostra uma atitude, uma personalidade, uma loja com personalidade. E o jovem hoje gosta muito disso, na realidade ele quer consumir de uma maneira diferente, de uma maneira mais sustentável, uma maneira mais moderna e eu acho que o contêiner alinha todos os aspectos em uma loja só, música, atitude, próprio contêiner que é uma coisa bacana, irreverente”, revela.

Para montar uma franquia da loja-contêiner, o investimento é a partir de R$ 79 mil. Não há taxa de franquia, a empresa cobra royalty de R$ 1.500 por mês. O faturamento médio mensal é de R$ 80 mil.

O franqueado Gabriel Bessa não tem dúvidas de que fez um bom negócio. “Por ser uma loja nova, ela tem apenas um mês, o movimento está muito bom pelo diferencial da loja, que acaba atraindo os clientes para dentro para conhecer esse conceito diferente da loja-contêiner”, afirma.

No primeiro mês de operação, a franquia vendeu 200 peças. E já começa a fazer sucesso entre a clientela descolada da cidade. “Nunca tinha entrado. Gostei. A ideia diferente combina com as roupas. Bem moderno, bem diferente mesmo”, opina Victor Rezende, consumidor.

A rede de franquias possui 45 lojas. A praticidade, o custo baixo e a inusitada estrutura das lojas são os principais atrativos dos interessados pelo negócio. A previsão é abrir mais 150 franquias até o final do ano que vem.

“Nossa ideia é dobrar a cada ano a partir do ano que vem, devido a essa facilidade que a gente tem de encontrar terrenos em grandes centros e até mesmo em cidades do interior. Hoje, nós temos lojas em cidades de até 20 mil habitantes, até em grandes capitais, então a gente se adapta a todos os tamanhos de cidades locais”, diz Krai.

E se fosse num banheiro do parque?


27/01/2012 - 08h49

Cartunista vai à Justiça para ter direito de usar banheiro feminino


NATÁLIA CANCIAN
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Em uma noite de terça, uma senhora entra no banheiro feminino da Real Pizzaria e Lanchonete, na zona oeste de São Paulo. Ela veste uma minissaia jeans, uma blusa feminina listrada, meia-calça e sandália.
Momentos depois, é proibida de voltar ao banheiro pelo dono do estabelecimento. Motivo: uma cliente, com a filha de dez anos, reconheceu na senhora o cartunista daFolha Laerte Coutinho, 60, que se veste de mulher há três anos.
Ela reclamou com Renato Cunha, 19, sócio da pizzaria. Cunha reclamou com Laerte. Laerte reclamou no Twitter. E assim começou a polêmica. O caso chegou ontem à Secretaria da Justiça do Estado.
A coordenadora estadual de políticas para a diversidade sexual, Heloísa Alves, ligou para Laerte e avisou: ele pode reivindicar seus direitos. Segundo ela, a casa feriu a lei estadual 10.948/2001, sobre discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero.
Proibido de entrar no banheiro feminino, mesmo tendo incorporado as roupas de mulher ao dia a dia, Laerte diz que pretende acionar a lei.
Ele conta que, avisado pelo dono, tentou argumentar com a cliente. "Até brinquei e passei para a minha personagem Muriel e disse: mas sou operado! E ela: mas não é o que você diz por aí."
Letícia Moreira/Folhapress
Cartunista Laerte vai recorrer à Justiça para ter o direito de usar banheiro feminino após polêmica
Cartunista Laerte vai recorrer à Justiça para ter o direito de usar banheiro feminino após polêmica

Laerte, que se define como alguém "com dupla cidadania", diz que passou a usar o banheiro feminino após aderir ao crossdressing (vestir-se como o sexo oposto) e se "consolidar" como travesti, mas não tem preferência por um banheiro específico.
"É uma questão de contexto, de como estou no dia. Não quero nem ter uma regra nem abrir mão do meu direito", disse o cartunista.
Cunha, o sócio da pizzaria, diz que não sabia da "dupla cidadania" do cartunista nem que o caso iria gerar polêmica.
"Eu nem sabia o que era crossdressing. Houve a confusão, e no final eu cometi esse erro de falar: se o senhor puder usar o banheiro masculino, por favor." Ele diz que se arrependeu do pedido.
Ontem, a proibição gerou comentários e dividiu usuários das redes sociais. A discussão ganhou apoio entre associações de travestis e transexuais.
Segundo Adriana Galvão, presidente da Comissão da Diversidade Sexual e Combate à Homofobia da OAB-SP, não há lei específica sobre o tema.