quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Lâmpada incandescente deve desaparecer em breve por culpa de sua ineficiência energética



Fim de um ícone: mundo vai ter de trocar a lâmpada


Utilizada em larga escala desde o final do século 19, lâmpada incandescente deve desaparecer em breve por culpa de sua ineficiência energética



 Foto: Arte Terra / Getty ImagesFoto: Arte Terra / Getty Images








Você talvez consiga imaginar sua vida sem muitos apetrechos tecnológicos que existem hoje. Mas certamente não se imagina vivendo em um mundo sem luz. E quando falamos em luz, difícil não pensar na lâmpada incandescente, presente na vida das pessoas desde sua disseminação comercial, no fim do século 19, por conta de Thomas Alva Edison.
O problema é que as lâmpadas incandescentes não são sustentáveis: gastam mais energia, iluminam menos e têm vida útil menor do que os produtos mais recentes – ao menos seis vezes inferior do que a das fluorescentes, por exemplo. "Elas produzem 5% luz e 95% calor. Com a sua substituição por outras tecnologias, o meio ambiente ganhará com a menor produção de calor, de CO2 e, portanto, de efeito estufa. O País ganhará economizando recursos para gerar e transmitir energia", explica Isac Roizemblatt, diretor Técnico da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux).
A iluminação corresponde a 15% do gasto com energia elétrica em um lar brasileiro médio, segundo estudo realizado pela Eletrobrás em 2007. Esse percentual tende a ser reduzido, já que a comercialização das incandescentes tem diminuído em relação à das novas lâmpadas. Por lei, caso não atinjam maior nível de eficiência, elas deixarão o mercado brasileiro nos próximos anos.
De acordo com levantamento da Abilux, em 2011 e 2012, no Brasil, foram vendidas 300 milhões de lâmpadas incandescentes, 200 milhões de fluorescentes compactas, 90 milhões de fluorescentes tubulares, 20 milhões de halógenas e 250 mil LEDs. Considerando as vendas de 2012 e 2013 (com a estimativa de vendas até o final do ano), o número de vendas é, respectivamente, 250 milhões, 200 milhões, 90 milhões, 20 milhões e 500 mil.
Confira a seguir alguns dados sobre os tipos de lâmpadas existentes hoje no mercado.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Além da pele, cigarro pode danificar os fios de cabelo

Além da pele, cigarro pode danificar os fios de cabelo


Além da pele, cigarro pode danificar os fios de cabelo
NO CASO DAS MULHERES, POR EXEMPLO, AS PIORES CONSEQUÊNCIAS ESTÉTICAS SÃO CABELOS DANIFICADOS E CRESCIMENTO EXCESSIVO DE PELOS NO ROSTO E NOS BRAÇOS
Você sabia que o cigarro também pode danificar os fios de cabelo e antecipar o aparecimento de brancos? Os estragos que o cigarro causa no corpo humano:

No caso das mulheres, por exemplo, as piores consequências estéticas são cabelos danificados e crescimento excessivo de pelos no rosto e nos braços. A explicação é que o fumo aumenta os níveis do hormônio masculino testosterona.

A pele dos fumantes é mais propensa a ter manchas e infecções, como acne (espinhas). Além disso, a pele do fumante parece insalubre porque os produtos químicos da fumaça do cigarro promovem a perda da elasticidade.

Para se ter uma ideia, os não-fumantes têm cinco vezes menos rugas que as pessoas que fumaram um maço por dia durante 25 anos.

As mulheres que fumam um maço de cigarros ou mais por dia são mais propensas a períodos menstruais irregulares e menopausa precoce. Os homens que fuma têm duas vezes mais chances de apresentar problemas de ereção, já que a nicotina prejudica o fluxo de sangue para o pênis. Outro problema provoca pelo fumo é em relação à fertilidade.

As toxinas do cigarro diminuem a concentração e a mobilidade dos espermatozoides no sêmen, prejudicando a estrutura da célula. Além de prejudicar o pulmão, o cigarro também aumenta o risco de úlceras no estômago. Isso porque a nicotina reduz a capacidade do estômago combater uma bactéria que provoca a doença.

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Plano de Dilma tentará esvaziar discurso de Marina

Eleições | 17/10/2013 13:19

Plano de Dilma tentará esvaziar discurso de Marina

No momento em que a oposição se prepara para atacar a política ambiental do governo, a presidente disse que o país pode crescer protegendo o meio ambiente

Daiene Cardoso e Rafael Moraes Moura, do 

Roberto Stuckert Filho/PR
Dilma Rousseff durante lançamento do Plano Brasil Agroecológico
Dilma Rousseff durante lançamento do Plano Brasil Agroecológico: o programa visa ampliar a produção e o consumo de alimentos orgânicos e agroecológicos
Brasília - Em discurso durante o lançamento do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica - Brasil Agronegócio, a presidente Dilma Rousseff disse que o país pode crescer com melhor distribuição de renda e protegendo o meio ambiente. "É possível que o Brasil cresça e proteja o meio ambiente", disse a presidente.
O discurso acontece num momento em que a ex-senadora Marina Silva se alia ao presidenciável Eduardo Campos para a sucessão de 2014 e a oposição se prepara para atacar a política para o meio ambiente do atual governo, com a bandeira da sustentabilidade.
No discurso, Dilma disse que o país tem dado passos significativos na construção de um padrão de desenvolvimento sustentável. Segundo ela, cresce a importância e consciência sobre agroecologia e a agricultura orgânica. "É crescente no planeta", afirmou.
O Brasil Agronegócio visa ampliar a produção e o consumo de alimentos orgânicos e agroecológicos. No início do evento, o ministro da Agricultura, Antonio Andrade, foi vaiado pela plateia. O plano tem por objetivo articular políticas e ações de incentivo ao cultivo de alimentos orgânicos e com base agroecológica.
O investimento inicial será R$ 8,8 bilhões, divididos em três anos. Desse total, R$ 7 bilhões serão disponibilizados via crédito agrícola por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Plano Agrícola e Pecuário e R$ 1,8 bilhão será destinado para ações específicas, como qualificação e promoção de assistência técnica e extensão rural, desenvolvimento e disponibilização de inovações tecnológicas e ampliação do acesso a mercados institucionais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
Ao lado da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, Dilma disse hoje que a execução do plano de agroecologia é compromisso do seu governo.
"É possível uma produção rural compatível com o meio ambiente", afirmou a presidente. Segundo Dilma, o governo também pretende ampliar o PAA, alvo de suspeitas de irregularidades apuradas pela Polícia Federal, e incentivar a produção agrícola de baixo carbono.
"Nós queremos também uma produção agroecológica", disse. Ao falar sobre os investimentos no setor, a presidente informou que foram direcionados mais de R$ 4,5 bilhões em agricultura de baixo carbono na safra de 2013-2014.
Dilma anunciou também que o governo prepara um decreto com 100 desapropriações para a reforma agrária até o final do ano. "Vamos seguir trabalhando juntos, cada um com sua visão, por uma agricultura sustentável", defendeu. Ao final do discurso, Dilma prometeu levar creches e profissionais do Programa Mais Médicos para o meio rural.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Paulínia vai abrir Conferência Mundial sobre 'Cidades Inteligentes Saudáveis'

Paulínia vai abrir Conferência Mundial sobre 'Cidades Inteligentes Saudáveis'



Paulínia vai abrir Conferência Mundial sobre 'Cidades Inteligentes Saudáveis'
EVENTO CONTARÁ COM A PARTICIPAÇÃO DO MINISTRO DA SAÚDE ALEXANDRE PADILHA
Paulínia  vai realizar a abertura oficial da SDPS World Conference 2013, que contará com a presença do Ministro da Saúde Alexandre Padilha. A abertura inicia-se no dia 28 de outubro às 9h39 no Theatro de Paulínia e a continuidade as congresso será no The Royal Palm Plaza em Campinas entre os dias 28 e 31 de Outubro.

A SDPS World Conference 2013 trata-se de um evento científico-acadêmico que tem como objetivo discutir mudanças de paradigmas na gestão de saúde pública e fomentar descobertas e práticas de desenvolvimento de sistemas e processos de inovação colaborando com a solução de problemas complexos nas áreas social, saúde, gestão, sustentabilidade, urbanismo, gestão de recursos financeiros, operacionais, tecnológicos e humanos. 

O tema que será trabalhado na SDPS World Conference de 2013 é “Cidades Inteligentes Saudáveis” (Smart Healthy Cities), e serão apresentados modelos, indicadores e resultados de ações em municípios que tiveram sua realidade melhorada após a implementação de sistemas e processos para gestão de saúde, segurança, meio ambiente, transporte público e educação. O fórum irá estabelecer relações entre tecnologias, modelos de gestão, pesquisas científicas, suas aplicações e contribuições para construção de cidades e comunidades saudáveis. O evento incluirá também a apresentação de teorias, sistemas metodológicos e técnicos como ferramentas para a gestão de inteligência, elementos necessários à realização de projetos. O resultado do programa criará fóruns permanentes mundiais para discussões temáticas e aplicações de políticas com o objetivo de criar cidades-referência em saúde e gestão pública pelo mundo.

No Brasil a aplicação do projeto será realizada na cidade de Paulínia, nos próximos anos, e terá como foco a educação e remodelação da gestão de saúde, visando melhorar a qualidade e expectativa de vida da população. A expectativa é de criar na cidade de Paulínia um modelo que sirva de referência de mudança de paradigma em gestão de saúde e gestão pública para o mundo.

A conferência contará também com a presença de autoridades representantes do  Ministério do Planejamento, Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Educação. Também participarão Governo de Estado, prefeitos, gestores públicos da área de saúde, saneamento, planejamento urbano e gestão integrada, além de diretores e líderes de decisão da indústria, agências internacionais, institutos de pesquisa Nacionais e Internacionais, Acadêmicos dos campos de Educação, Saúde, Engenharias e TI e pesquisadores associados da SDPS em todo o mundo.

A programação do evento será disponibilizada através do sitewww.sdps.com.br/conference.

Conferência Nacional do Meio Ambiente pede fim dos lixões

Lixo | 20/10/2013 11:33

Conferência Nacional do Meio Ambiente pede fim dos lixões


Acabar com os lixões até 2014 e aumentar percentual de reciclagem é uma das principais metas da 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente

Ana Cristina Campos, da 
Roosewelt Pinheiro/ABr
Lixão
O Brasil tem 2.906 lixões em atividade e das 189 mil toneladas de resíduos sólidos produzidas por dia apenas 1,4% é reciclado
Brasília - O Brasil tem 2.906 lixões em atividade e das 189 mil toneladas de resíduos sólidosproduzidas por dia apenas 1,4% é reciclado. Mudar esse quadro –  acabando com os lixões até 2014 e aumentando o percentual de reciclagem – é uma das principais metas da 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente, que este ano vai discutir a geração e o tratamento dos resíduos sólidos. O evento ocorre em Brasília, de 24 a 27 de outubro.
O tema ganhou relevância após a publicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei 12.305, de 2010, que determina que todos os municípios tenham um plano de gestão de resíduos sólidos para ter acesso a recursos financeiros do governo federal e investimento no setor.
Os 1.352 delegados debaterão a PNRS com base nas propostas apresentadas nas 26 etapas estaduais e na etapa distrital e nas 643 conferências municipais e 179 regionais que mobilizaram 3.602 cidades e 200 mil pessoas. A conferência terá quatro eixos temáticos: produção e consumo sustentáveis, redução dos impactos ambientais, geração de emprego e renda e educação ambiental.
Na etapa nacional, será produzido um documento com 60 ações prioritárias, sendo 15 por eixo. “O governo vai deter sua atenção nessas ações demandadas pela conferência para implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos,” disse o diretor de Cidadania e Responsabilidade Socioambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Geraldo Abreu. Esses resultados constarão na carta de responsabilidade compartilhada da 4ª CNMA.
Pela Lei 12.305, após 2014 o Brasil não poderá mais ter lixões, que serão substituídos pelos aterros sanitários. Além disso, os resíduos recicláveis não poderão ser enviados para os aterros sanitários e os municípios que desrespeitarem a norma podem ser multados.
O desafio é grande: existem quase 3 mil lixões no Brasil para serem fechados no prazo fixado na PNRS, apenas 27% das cidades brasileiras têm aterros sanitários e somente 14% dos municípios brasileiros fazem coleta seletiva do lixo. “Precisamos transformar os resíduos em matéria-prima para que o meio ambiente não seja tão pressionado. Perdemos potencial econômico com a não reutilização dos produtos”, explicou Abreu. Segundo o MMA, se os resíduos forem reaproveitados podem valer cerca de R$ 8 bilhões por ano.
“A gestão de resíduos sólidos, até a publicação da lei, se deu de forma muito desordenada, trazendo uma série de prejuízos à população. Vimos proliferar lixões por todo o Brasil, com desperdício de recursos naturais que, pela ausência de um processo de reciclagem, acabam indo para esses locais inadequados”, disse Abreu.
A conferência vai discutir, entre outras medidas, o fortalecimento da organização dos catadores de material reciclável por meio de incentivos à criação de cooperativas, da ampliação da coleta seletiva, do fomento ao consumo consciente e da intensificação da logística reversa, que obriga as empresas a fazer a coleta e dar uma destinação final ambientalmente adequada dos produtos.

domingo, 20 de outubro de 2013

Festival de Gastronomia Orgânica - Vegeterianismo e Sustentabilidade

SP: aberto ao público, Festival de Gastronomia Orgânica vai até domingo


Espaguete bicolor da chef Leila D Foto: Divulgação
Espaguete bicolor da chef Leila D
Foto: Divulgação
Acontece em São Paulo, até domingo (20), a quarta edição do Festival de Gastronomia Orgânica - Vegeterianismo e Sustentabilidade. O objetivo do evento é trazer mais informações sobre a cadeia alimentar orgânica, desde a produção até o consumo, e apresentar a culinária vegetariana como uma opção acessível. 
Neste sábado, os visitantes contam com oficina de culinária para crianças, feiras gastronômicas com cardápios veganos e feira de produtos, entre outros eventos. No domingo, último dia, apresentação de pratos dos chefs e campanha Segunda Sem Carne fazem parte da programação, assim como a feira de produtos e a gastronômica.
O evento, idealizado por Leila D, chef especializada em gastronomia orgânica, é aberto ao público em geral e recebe profissionais das áreas de saúde, nutrição, agricultura, gastronomia e educação. O Festival de Gastronomia Orgânica estima receber a visita de 10 mil pessoas nesta edição, que acontece no Parque da Água Branca.

30 MBAs para quem quer trabalhar com sustentabilidade

Educação | 19/10/2013 08:00

30 MBAs para quem quer trabalhar com sustentabilidade


Além da reciclagem: Conheça as escolas de negócios que mais se preocupam com o meio ambiente e preparam seus alunos para preservá-lo

Divulgação
Schulich School of Business
Schulich School of Business: a que melhor prepara para sustentabilidade 
São Paulo - Na lista das profissões do (e com) futuro, as profissões ligadas à área desustentabilidade, como gestor de ecorrelações e engenheiro ambiental, são destaque. Não é para menos. As empresas perceberam que investir em ações de preservação do meio ambiente, além de politicamente correto, também traz retorno - financeiro inclusive.

Neste cenário, nada mais justo do que o tema ter mais espaço dentro dos programas deMBA. E, neste sentido, o curso da canadense Schulich School of Business é a que mais prepara seus futuros alunos para atuar na área, segundo ranking da Corporate Knights.

Para chegar aos nomes, a publicação levou em conta os programas que a escola mantém voltados para o tema (como estágios, pesquisa e eventos), iniciativas dos alunos relacionados a sustentabilidade e o peso do assunto no currículo. 
RankingEscolaPaís
1Schulich School of Business, York UniversityCanadá
2John Molson School of Business, Concordia UniversityCanadá
3University of Exeter Business SchoolReino Unido
4Haskayne School of Business, University of CalgaryCanadá
5Nottingham University Business SchoolReino Unido
6Korea Advanced School of Science and TechnologyCoreia do Sul
7Desautels School of Management, McGill UniversityCanadá
8Palumbo-Donahue School of Business, Duquesne UniversityEstados Unidos
9Lundquist College of Business, University of OregonEstados Unidos
10Copenhagen Business SchoolDinamarca
11School of Management, Boston UniversityEstados Unidos
12Heller School for Social Policy & Management, Brandeis UniversityEstados Unidos
13Presidio Graduate SchoolEstados Unidos
14Sauder School of Business, University of British ColumbiaCanadá
15École des sciences de la gestion, Université du Québec à MontréalCanadá
16Leeds Business School, University of Colorado BoulderEstados Unidos
17Graduate School of Management, Clark UniversityEstados Unidos
18Mannheim Business School, University of MannheimAlemanha
19La Trobe Business SchoolAustrália
20Audencia Nantes School of ManagementFrança
21College of Business Administration, University of Detroit MercyEstados Unidos
22University of San Francisco School of ManagementEstados Unidos
23Guanghua School of Management, Peking UniversityChina
24Loyola University Chicago Quinlan School of BusinessEstados Unidos
25Rowe School of Business, Dalhousie UniversityCanadá
26School of Management, Royal Holloway, University of LondonReino Unido
27Central European University Business SchoolHungria
28International Institute for Management DevelopmentSuíça
29Scheller College of Business, Georgia Institute of TechnologyEstados Unidos
30ESSEC Business SchoolFrança