Parques sustentáveis com enfoque na sustentabilidade; socioambiental; saúde; longividade; qualidade de vida; Feng Shui; terapia holística e afins.
sexta-feira, 29 de março de 2013
Reciclagem aliada
Reciclagem aliada
Reaproveitamento dos resíduos gerados em canteiro diminui o volume de entulho e ainda ajuda a reduzir custos. Projeto estrutural também contribui para reduzir descarte de madeira
Reportagem: Juliana Martins
http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/57/reciclagem-aliada-reaproveitamento-dos-residuos-gerados-em-canteiro-diminui-278275-1.asp
Entre abril e dezembro de 2012, 70% dos resíduos gerados em um dos canteiros da WTorre foram reciclados, percentual que chegou a 75% em dezembro de 2012 e que, estima Demetrius de Feo, gerente de projetos, atingirá 95% até março. Ele conta que a empresa promove a reciclagem de madeira, sucata de ferro, entulho limpo e plástico.
Uma das ações foi não descartar o resíduo, mas utilizá-lo como bica corrida ou para estabilização do solo. De Feo conta que cerca de 60% do entulho limpo é aproveitado. "Britamos no canteiro e usamos em aterros de sapata ou rampa ou mandamos para reciclagem", conta. A esse material, são incorporados também os corpos de prova de concreto já rompidos.
| Os resíduos de agregados - incluindo os corpos de prova já rompidos - são processados no próprio canteiro e reaproveitados em aterros de sapatas ou em acessos temporários |
| Ponto principal da redução de custos com resíduos está na separação para destinação adequada de cada material, seja por meio de doação, venda ou descarte |
| Decisão do projetista de usar cubetas para concretagem das lajes diminuiu o descarte de madeira que seria utilizada para as fôrmas |
Ações adicionais O uso de cubetas na concretagem das lajes, embora tenha origem no projeto estrutural, é fundamental para a redução da quantidade de resíduos gerados na obra. Isso implica redução de custos. "Quando usamos fôrmas tradicionais, de madeira, reutilizamos determinada quantidade de vezes. Depois disso, é inutilizada, gerando um volume muito grande de resíduo. Com a cubeta, não. Apesar de ainda utilizarmos o assoalho de madeira, o volume de material descartado diminui consideravelmente", compara De Feo.
As cubetas são de plástico e só são descartadas quando quebram, tendo vida útil indefinida. A madeira só é usada, explica ele, em algumas vigas e na junção da parede-diafragma com as lajes. "Gastamos menos com mão de obra, pois o processo é mais rápido e dispensa o trabalho do carpinteiro, já que ela é encaixada. Ganho na mão de obra, no resíduo e na velocidade", pontua.
Apoio técnico: Demetrius de Feo, gerente de projetos da WTorre Engenharia, e Eduardo Straub, do Centro de Tecnologia de Edificações (CTE).
Coincidência?
Projeto Arco Tietê tem 45 empresas habilitadas
Cadastrados estão convocados para a reunião de início aos trabalhos no dia 2 de abril. Estudos enviados à Prefeitura também demonstraram a viabilidade financeira do projeto
O Diário Oficial da cidade de São Paulo divulgou nesta terça-feira (26) as 45 empresas que foram habil ouitadas para o desenvolvimento dos projetos e estudos para a construção do Arco do Tietê (veja abaixo a lista). Foram convocados arquitetos e urbanistas que elaboraram estudos de transformação urbana para a região, que engloba a Marginal Tietê e suas margens, ao norte e ao sul, da região de Pirituba à região do Tatuapé. Os estudos enviados à Prefeitura também demonstraram a viabilidade financeira do projeto.
Nesta primeira fase, 45 empresas apresentarão propostas. Elas foram habilitadas pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU) e terão 60 dias para realizar os estudos e determinar conceitos e diretrizes.
Para iniciar os diálogos, os indicados deverão se reunir com uma comissão da Secretaria de Desenvolvimento Urbano para detalhar e aprofundar as diretrizes econômicas, ambiental, mobilidade e acessibilidade habitacional. O evento acontecerá dia 2 de abril, às 9 horas na Biblioteca Mário de Andrade (rua da Consolação, 94).
Para iniciar os diálogos, os indicados deverão se reunir com uma comissão da Secretaria de Desenvolvimento Urbano para detalhar e aprofundar as diretrizes econômicas, ambiental, mobilidade e acessibilidade habitacional. O evento acontecerá dia 2 de abril, às 9 horas na Biblioteca Mário de Andrade (rua da Consolação, 94).
O Arco do Tietê é um dos principais projetos da gestão do prefeito Fernando Haddad. Trata-se da construção um novo eixo de desenvolvimento urbano para São Paulo, diminuindo o número de deslocamentos em direção às regiões centrais e distribuindo empregos e equipamentos públicos para novos polos nas periferias da cidade.
Os projetos apresentados para o Arco Tietê levaram em conta iniciativas já previstas para a região, como a implantação do Trem de Alta Velocidade (TAV) do Governo Federal e a expansão da rede metroviária do município, além do enterramento de linhas já existentes. O trecho ferroviário que liga a Lapa ao Brás, por exemplo, deve se transformar na Avenida Diagonal Sul, enquanto a Avenida Diagonal Norte será construída onde hoje existe um “linhão” da Eletropaulo na Zona Norte da cidade.
Empresas habilitadas
1. CR Almeida S/A Obras de Engenharia
2. Planos Engenharia
3. José Paulo N. Gouvêa Arquitetos
4. Cândido Malta Campos Filho
5. José Roberto Mendrano
6. Construcap – CCPS Engenharia e Comércio
7. Softwise Politécnica Comércio e Serviços Ltda.
8. Joã o Rafael Morette Macedo
9. Tecton Planejamento e Consultoria
10. Axal Consultoria e Projetos Ltda.
11. Grupo de empresas composto por Construtora Odebrecht S/A e Construtora OAS
12. Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos do Município de São Paulo
13. Thiago Freitas Gomes de Andrade Medeiros
14. Grupo de empresas composto por UTC Participações e Constran S/A
15. Triptyque Projetos Ltda.
16. Consórcio Carioca/Blac
17. Construções e Comércio Camargo Corrêa
18. Geométrica Engenharia e Projetos Ltda.
19. Construtora Andrade Gutierrez
20. Grupo de profissionais representados por Léa Geper Struchiner
21. Barbosa & Corbucci Arquitetos Associados
22. AECOM do Brasil Ltda.
23. Fundação Centro de Tecnologia de Hidráulica
24. Terra e Tuma Arquitetura e Urbanismo Ltda. EPP
25. Consórcio TC URBES/IB C
26. Magalhães e Associados Arquitetura e Planejamento S/C Ltda
27. Grupo de empresas composto por Ruy Ohtake Arquitetura e Urbanismo Ltda. e Enger Engenharia S/A
28. IDOM Consultoria Ltda.
29. URBEM – Instituto de Urbanismo e Estudos pela Metrópole –
30. Gabinete de Projeção Arquitetônica Ltda.
31. Miguel Saraiva + PMA
32. Ambiente Arquitetura Ltda.
33. DNA – Drenagem, Navegação & Locação Ltda.
34. Construtora Queiroz Galvão
35. Argeplan Arquitetura e Engenharia Ltda.
36. Consórcio Pedro Taddei e Tito Lívio.
37. IXR Consultoria e Participações Ltda.
38. Associação Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
39. Geasanevita Engenharia Ltda.
40. Diagonal Empreendimentos e Gerenciadora de Negócios Ltda.
41. Grupo Remova SP – representado por Marilena Áquila
42. Loureiro e Associados Arquitetura Ltda.
43. Grupo de profissionais representados por Filipe Barcelos de Faria
44. Grupo de empresas composto por Arcadis Logos Ltda, RTKL Brasil Design Ltda., Patrícia Akinaga Arquitetura e Desenho Urbanos S/C Ltda., Mia Lehrer + Associates e Price Waterhouse Coopers Serviços Profissionais Ltda.
45. IURB Arquitetos Associados
quinta-feira, 28 de março de 2013
Parar de fumar reduz risco cardiovascular, mesmo com o ganho de peso que ocorre após a cessação do fumo, em adultos com e sem diabetes, em artigo publicado pelo JAMA
sexta-feira, 15 de março de 2013
Atalho: 6W2WEAD
Parar de fumar reduz risco cardiovascular, mesmo com o ganho de peso que ocorre após a cessação do fumo, em adultos com e sem diabetes, em artigo publicado pelo JAMA
Acredita-se que a cessação do tabagismo reduz os riscos dedoenças cardiovasculares (DCV), mas o ganho de peso que segue após a parada pode enfraquecer os benefícios cardiovasculares alcançados. Com o objetivo de testar a hipótese de que o ganho de peso advindo da cessação do tabagismo não atenua os benefícios cardiovasculares, entre adultos com e sem diabetes, foi realizado um projeto publicado pelo Journal of the American Medical Association (JAMA).
O estudo prospectivo de coorte, de base comunitária, com dados do Framingham Offspring Study, coletados de 1984 a 2011, avaliou, a cada quatro anos, o auto-relato a respeito do tabagismo. Foi feita uma avaliação e classificação dos indivíduos em:
- Fumantes.
- Aqueles que deixaram de fumar recentemente (menos de quatro anos).
- Aqueles que deixaram de fumar há mais de quatro anos.
- Não fumantes.
Análises estatísticas foram realizadas para estimar a associação entre deixar de fumar e os eventos cardiovasculares em seis anos e para testar se a mudança de peso em quatro anos, seguindo a cessação do fumo, modifica a associação entre parar de fumar e os eventos cardiovasculares.
Os eventos cardiovasculares incluídos foram doença coronariana, eventos cerebrovasculares, doença arterial periférica e insuficiência cardíaca congestiva.
Após um seguimento médio de 25 anos, 631 eventos cardiovasculares ocorreram entre 3.251 participantes. O ganho de peso médio em quatro anos foi maior para aqueles que tinham deixado de fumar recentemente (menos de quatro anos) sem diabetes (2,7 kg) e diabéticos (3,6 kg) do para aqueles que deixaram de fumar a mais de quatro anos (0,9 kg e 0,0 kg para não diabéticos e diabéticos, respectivamente, P <0 p="">
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Entre os participantes sem diabetes, após ajustes para idade e sexo, a taxa de incidência de doença cardiovascular foi de:
- 5,9 por 100 pessoas examinadas em fumantes.
- 3,2 por 100 pessoas examinadas em ex-fumantes recentes.
- 3,1 por 100 pessoas examinadas para ex-fumantes de longo prazo
- 2,4 por 100 pessoas examinadas em não-fumantes.
Após o ajuste para fatores de risco cardiovascular, em comparação com fumantes, os ex-fumantes recentes tiveram uma taxa de risco para DCV de 0,47 e os ex-fumantes de longo prazo tiveram uma taxa de risco para DCV de 0,46. Estas associações tinham apenas uma mudança mínima após ajustes para a mudança de peso. Entre os participantes com diabetes, havia estimativas pontuais semelhantes, que não alcançaram significância estatística.
Concluiu-se que, nesta coorte de base comunitária, parar de fumar está associado a um menor risco de eventos cardiovasculares entre os participantes sem diabetes, e que o ganho de peso que ocorreu após a cessação do tabagismo não alterou esta associação. Estes resultados apoiam o benefício cardiovascular obtido com a cessação do tabagismo, apesar do possível ganho de peso subsequente.
NEWS.MED.BR, 2013. Parar de fumar reduz risco cardiovascular, mesmo com o ganho de peso que ocorre após a cessação do fumo, em adultos com e sem diabetes, em artigo publicado pelo JAMA. Disponível em: . Acesso em: 28 mar. 2013.
Saiba mais
- Parar de fumar: como é? O que fazer quando dá aquela vontade de voltar?
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- Infarto do Miocárdio. Saiba mais.
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- Entendendo o colesterol do organismo
Fábricas vegetais sustentáveis erguem-se nas sombras de Fukushima
Fábricas vegetais sustentáveis erguem-se nas sombras de Fukushima
Com informações da New Scientist - 26/03/2013
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Fábricas vegetais sustentáveis erguem-se nas sombras de Fukushima. 26/03/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fabricas-vegetais-sustentaveis-erguem-se-sombras-fukushima. Capturado em 27/03/2013.
Os grandes domos isolam as culturas hidropônicas de qualquer risco de contaminação radioativa. [Imagem: Rob Gilhooly]
Responsabilidade
"Eu não posso deixar de sentir responsabilidade pelo desastre nuclear. Ele destruiu comunidades inteiras. Após os desastres prometi para mim mesmo encontrar uma forma de ajudar em um processo de recuperação que pode levar 20 ou 30 anos."
As palavras são Eiju Hangai, ex-diretor da Tepco, que havia deixado a empresa meses antes dos desastres de Fukushima.
E ele pensou e trabalhou rápido.
O ex-executivo acaba de inaugurar em Minamisoma, a 25 km da zona de exclusão nuclear, o Fukushima Recovery Solar-Agri Park.
São grandes domos infláveis, construídos entre milhares de painéis solares, formando um projeto de agricultura sustentável totalmente alimentada por energia solar.
Hangai chama os domos de "fábricas vegetais", onde os agricultores afetados pelo desastre nuclear poderão recomeçar sua vida.
Fábricas vegetais
As fábricas vegetais não são estufas comuns.
Com um leiaute em forma de roda, elas são constituídos por "bolsas" rotativas que levam as culturas do centro para fora em intervalos regulares.
O parque servirá também como escola, onde as crianças terão aulas sobre a importância do cultivo sustentável e das energias renováveis. [Imagem: Mitsubishi Corp.]
Isto significa que os agricultores não terão que caminhar de um lado para o outro para semear e colher, podendo trabalhar sempre no centro de cada uma das rodas.
Segundo Hangai, essa técnica duplica a capacidade e a eficiência dos domos em relação às estufas convencionais.
A expectativa é que os domos iniciais produzam 64 toneladas de verduras anualmente por meio da técnica de hidroponia - o projeto já possui um contrato com redes de supermercados para venda integral da produção.
Como as verduras ficarão isoladas do meio ambiente, não há risco de contaminação radioativa pelo ar ou pela chuva.
Os painéis solares do parque produzirão um excedente de eletricidade que será vendido para a concessionária local.
Ocupando uma área de 2,4 hectares, o parque servirá também como escola, onde as crianças terão aulas sobre a importância do cultivo sustentável e das energias renováveis - lá não será necessário nenhum esforço para que as pessoas saibam quem ganha e quem perde com a energia nuclear.
Várias grandes empresas ajudaram a financiar o projeto, entre elas a Toshiba e a Mitsubishi, além de fundos governamentais.
quarta-feira, 27 de março de 2013
De novo...
26/03/2013 - 10h11
Reintegração na zona leste começa com confronto entre moradores e PM
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Moradores e policiais militares entraram em confronto na manhã desta terça-feira (26) durante a reintegração de posse de um terreno no Jardim Iguatemi, na zona leste de São Paulo.
Por volta das 9h40, a Tropa de Choque da PM invadiu o local atirando bombas de efeito moral e spray de pimenta contra o grupo de sem-teto. Os manifestantes revidam atirando pedras contra os policiais. Muitos moradores usavam camisetas para cobrir o rosto.
| Editoria de Arte/Folhapress |
Tiros de borracha também estão sendo disparados contra os ocupantes da área. Enfileiradas e protegidos com escudos, os policiais avançam pelo terreno e pretendem tomar o controle da local.
De acordo com os moradores, a área tem cerca de 130 mil m2 e é ocupada por cerca de 700 famílias. Na área, invadida há cerca de sete meses, foram construídas casas de alvenaria. Segundo os sem-teto, as famílias ocuparam a área após suas casas terem sido demolidas para a construção do trecho sul da avenida Jacu-Pêssego, na zona leste.
Ontem (25), houve uma audiência no fórum de Itaquera para transformar a área em terreno de caráter social com o objetivo da prefeitura construir moradias populares. O juiz, no entanto, emitiu parecer favorável aos donos da área e determinou a desocupação imediata do terreno.
Reintegração na zona leste de SP
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Moradores e policiais militares entraram em confronto durante a reintegração de posse de um terreno na zona leste de São Paulo
terça-feira, 26 de março de 2013
"Montadoras manipulam testes de emissão e consumo de carros"
"Montadoras manipulam testes de emissão e consumo de carros"
Da BBC - 20/03/2013
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Montadoras manipulam testes de emissão e consumo de carros. 20/03/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=montadoras-manipulam-testes-emissao-consumo-carros. Capturado em 24/03/2013.
Em termos de consumo de combustível e emissão de poluentes, os carros atuais estão no nível que os números oficiais diziam que eles estavam em 2001, mesmo com todos os avanços tecnológicos da última década.[Imagem: Transport & Environment]
Acredite se quiser
Pneus lisos (slick) são cheios muito além da calibração normal para reduzir a resistência ao rolamento.
Os freios são ajustados, ou, às vezes, até mesmo desligados, para reduzir o atrito.
Fendas na lataria são tapadas com fita adesiva para reduzir a resistência do ar.
Algumas vezes, até os espelhos retrovisores são removidos.
Estes são alguns dos truques usados pelas montadoras antes de submeter seus carros aos testes de eficiência no consumo de combustível e emissão de gases poluentes.
"São vários e vários pequenos ajustes," explica Greg Archer, especialista em transporte limpo da ONG Transport & Environment, responsável pela publicação de um relatório que faz as denúncias sobre as práticas questionáveis da indústria automobilística.
Todos os carros vendidos na União Europeia passam por testes oficiais que medem o consumo de combustível e as emissões de gases nocivos, como o dióxido de carbono (CO2) e os óxidos de nitrogênio (NOx).
Esses dados são usados pelos governos - para fundamentar suas políticas de controle ambiental e para determinar o nível de impostos cobrados de cada carro - e pelos consumidores, interessados em comprar carros mais econômicos e menos poluentes.
Na realidade, porém, segundo a entidade, os dados são cada vez mais enganosos, em grande parte porque as montadoras estão melhorando sua capacidade de manipulação dos testes.
"Consequentemente, há um fosso crescente entre o que os motoristas conseguem de fato com seus carros e o que os testes relatam sobre a economia de combustível e as emissões," disse Archer.
Diferença entre oficial e real
De acordo com os números oficiais, as emissões médias de CO2 dos automóveis na União Europeia caíram de cerca de 180g/km, em 2001, para menos de 150g/km, em 2011.
Em comparação, no mundo real, as emissões caíram de mais de 190g/km para 180g/km no mesmo período, de acordo com dados de um estudo realizado na Alemanha pelo Conselho Internacional de Transporte Limpo, citado pelo relatório daTransport & Environment.
Ou seja, os carros atuais estão no nível que os números oficiais diziam que estavam os carros fabricados em 2001, mesmo com todos os avanços tecnológicos da última década.
"A diferença entre os números do mundo real e os números oficiais está crescendo ano a ano," disse Archer, apontando como a diferença entre as duas cifras, de 7% em 2001, aumentou para 23% em 2011.
"As montadoras estão enganando seus clientes, promovendo valores de eficiência de combustível que elas sabem que não serão alcançados," complementa Archer.
Truques legais
Segundo o relatório, para chegar aos níveis inatingíveis pelos carros reais rodando nas estradas, os fabricantes de automóveis contam com um arsenal de truques para usar durante os testes que incluem:
- desconectar o alternador, para que o motor não gaste potência para recarregar a bateria durante o teste;
- usar lubrificantes especiais que não são usados em veículos de série, a fim de reduzir o atrito;
- desligar todos os aparelhos elétricos, incluindo ar condicionado e rádio;
Segundo o relatório, contudo, não há qualquer evidência de que as montadoras estejam quebrando regras formais.
"Mas elas não precisam. Os procedimentos dos testes atuais são tão frouxos que há amplas oportunidades para massagear os resultados do teste," diz a publicação.
De fato, sob o sistema New European Driving Cycle, os fabricantes são livres para declarar resultados dos testes de CO2 4% abaixo dos resultados medidos.
"Nós vamos ter de fechar essas brechas", diz Archer.
Bibliografia:
Mind the Gap! Why official car fuel economy figures don’t match up to reality
T&E Report
Transport & Environment
http://www.transportenvironment.org/publications/mind-gap-why-official-car-fuel-economy-figures-don%E2%80%99t-match-reality
Mind the Gap! Why official car fuel economy figures don’t match up to reality
T&E Report
Transport & Environment
http://www.transportenvironment.org/publications/mind-gap-why-official-car-fuel-economy-figures-don%E2%80%99t-match-reality
segunda-feira, 25 de março de 2013
China construirá sistema de certificação unificada para produtos de baixo carbono
| China construirá sistema de certificação unificada para produtos de baixo carbono http://portuguese.cri.cn/661/2013/03/22/1s164275.htm |
| 2013-03-22 11:12:23 cri |
A China construirá um sistema de certificação unificada para produtos de baixo carbono como parte dos esforços para encorajar o consumo de produtos ecológicos, de acordo com o planejador econômico do país.Uma agência independente terceirizada avaliará a pegada de carbono de produtos e serviços e concederá certificados de baixo carbono para aqueles que cumpriram certos requisitos, de acordo com um documento divulgado pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (CNDR).
A CNDR divulgará um catálogo de produtos certificados e uma marca de identificação será impressa nas embalagens dos produtos, segundo o documento. O programa de certificação está sendo testado nas regiões provinciais de Guangdong, Chongqing e Hubei. A expansão do programa piloto é parte dos trabalhos crescentes para promover um modelo de desenvolvimento mais ecológico. Até o final de 2015, a China busca baixar seu consumo de energia por unidade do PIB em 16% em relação ao de 2010, e também as emissões de dióxido de carbono por unidade do PIB em 17%, segundo o 12º Plano Quinquenal (2011-2015) do governo. Por Xinhua |
Responsabilidade objetiva na Holanda
Strict liability in the Netherlands
It is a myth that is really only believed outside the Netherlands: “Because there is strict liability in the Netherlands, drivers are more cautious around cyclists, and that leads to more cycling” some even take this a step further adding “and because ‘we’ don’t have strict liability, we’ll never have such levels of cycling.”
Cycling in ‘s-Hertogenbosch in the 1980s. A decade before ‘strict liability’ became law, this was already the level of cycling and how the infrastructure looked.
There are a number of (false) assumptions that lead to such an assertion. The first being that drivers are always at fault when they are in a collision with a cyclist, regardless of how the cyclist behaved. As I will explain later, this is not the case, and that already takes away the largest part of the base of the assertion.
Secondly, it is believed that people, in this case first of all drivers, would change their behaviour because of this law. That is not true. This law only regulates who (or more correctly: whose insurance company) pays for damage after an unintentional accident. Unintentional accidents will always happen, simply because people are not flawless. Unfortunately there is no law that can change that fact.
Thirdly, it is extremely unlikely that people will cycle more because they know their damage will be financially compensated in case they are involved in an accident. In that respect it is telling that this law was implemented in the early 1990s: when cycling had been on the rise again for at least two decades. People will only cycle more when first and foremost they feel it is very unlikely that they will be involved in an accident at all.
The Dutch do indeed try to avoid accidents from happening in the first place. By designing a traffic environment that is safer for all road users. The policy to get to a safer traffic situation is called ‘sustainable safety’ and that is much more a real reason for so much cycling. It’s like with disease: it’s good to know there is a cure for an illness, but you’d rather not get sick in the first place. In this analogy ‘strict liability’ is the antidote, whereas ‘sustainable safety’ is the vaccine.
There is no equivalent for the phrase “strict liability” in Dutch. It is usually described by the general public (“as a driver you are liable when you crash into a cyclist”), or referred to by the article number and the name of the law: Article 185 of the Road Law (by legal professionals). The objective of this article in the law is to protect vulnerable road users from financial damage caused by drivers of motorised vehicles. Because due to the differences between motorised and non-motorised road users, it is very likely that the latter will suffer more and more severe damage and/or injuries when both are involved in a traffic accident. The law also considers the fact that drivers are obliged to be insured for such damage and non-motorised road users are not.
The driver always at fault? This flow chart makes clear it is not that simple! And this is an already simplified (and translated) version of the flow chart by the union of insurance companies in the Netherlands.
So when is article 185 of the Wegenverkeerswet (Road Law) applicable?
There has to be a traffic incident on the public road, involving a (driving) motor vehicle and a road user who is not using a motor vehicle. The article is not applicable when there is damage to goods or people transported in the motor vehicle, when there is damage to other motor vehicles, or when one or more stray animals are involved. The article is also not applicable for parked motor vehicles. If the article is not applicable other laws regulate who is liable for the financial consequences of the incident.
When art. 185 WVW is applicable, it means the motor vehicle user is liable for financial damage, unless that driver can prove the incident was caused by circumstances beyond his/her control. That will be hard, because the driver must then prove he/she drove flawless, or that his/her mistake was not the cause of the incident. If the mistake leading to the incident was made by the non-motorised road user, that mistake has to be so unlikely, that a motor vehicle user could not reasonably have considered it to happen. Failing to give way or jumping a red light (deliberately or by mistake) are not such unlikely events, they happen regularly, so drivers are not granted ‘circumstances beyond control’ very often.
Besides ‘circumstances beyond control’ the driver can also argue the non-motorised road user was at fault. This is only possible for road users from the age of 14. If that road user was indeed at fault, the driver is still liable for 50% of the damage. Dutch law makers considered this to be reasonable, because the non-motorised road user usually suffers more and more severe damage. That warrants this extra legal protection. A protection that is lost when it can be proved the non-motorised road user caused the damage on purpose, or his/her behaviour was so careless, that it can be seen as “recklessness verging on intent”.
Children under the age of 14 are always protected. Even if they were at fault, because they cannot be held fully accountable for their actions yet. With one exception: in case of intent, similar to that of people of 14 years or older, then the parents or legal guardians are liable for the damage.
If there is ‘fault’ on the part of the non-motorised road user, a judge will have to consider in how far the different parties in the incident did contribute to the damage (share in fault), and also if there are specific circumstances that should in all reasonability have significance to the determination of the share in fault (correcting for reasonability). There are no objective rules for the former. A judge will take a ‘perfect road user’ as a yard stick and see in how far the parties involved can be considered to be such a ‘perfect road user’ in the particular incident. For the latter, the severity of the damage to the non-motorised road user is very important. The larger that damage (especially injuries) the more likely the liability will shift to the driver. Whether the non-motorised road user is insured for the sustained damage/injuries will also be taken into consideration. If a judge considers it reasonable, the liability for the driver may be increased from the minimum of 50% to a higher percentage, sometimes even to the full 100%. The fact that the onus is on the driver, is because the driver is the one who voluntarily used a vehicle of which it is widely known that it may cause severe damage to other road users, who are not protected in a vehicle.
All in all it is safe to say that ‘Strict Liability’ does in a way protect cyclists and pedestrians, but it tries to be a fair answer to the inequity in the consequences of a crash. The driver must compensate the heavier burden a more vulnerable road user suffers, because of that driver’s decision to take part in traffic in a dangerous vehicle. But the law does consider the boundaries of reasonability for both driver and cyclist/pedestrian.
In 1997 the Dutch government tried to change the law. A bill was initiated in which the age restriction would be scrapped and the ‘under 14’ regulations would extend to non-motorised road users from the age of 14. That would have led to a ‘strict liability’ as many perceive it is: the driver would always be liable. But this proposed law change did not make it. In 1999 the bill was withdrawn.
When the law change was under consideration two comedians in the Netherlands made a funny parody. After a short fragment of a news broadcast, they used exaggeration to make fun of people who believed that the law would lead to reckless behaviour of cyclists. A behaviour that could not be corrected any more. They even went so far as to suggest that people would give up driving all together under such circumstances. Total nonsense of course! But it is an amusing illustration of what strict liability in the Netherlands is not.
This video shows a parody made in 1997 when there were plans to extend the law regulating who is liable for financial damages after a crash. A perfect illustration of what Strict Liability is not.
Uso racional de água no canteiro
Uso racional de água no canteiro
http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/162/artigo185458-1.asp
Ações simples podem ajudar a reduzir o consumo de água nos canteiros, com impactos positivos para o meio ambiente e também para o bolso do construtor
Vaso acopladoO consumo de água diário por operário não alojado em um canteiro de obras pode chegar a 45 l. Quando as refeições são preparadas na obra, esse valor chega a 65 l. A utilização de vasos sanitários com caixa acoplada é uma das ações que permitem reduzir esse consumo. Segundo a RKM Engenharia, com a caixa acoplada é possível reduzir em 50% o consumo de água ao se dar descarga, em comparação com vasos sanitários com válvulas.
Poço artesianoO acesso à água subterrânea presente no aquífero, através poços tubulares profundos (poços artesianos), pode contribuir para reduzir o consumo de água das concessionárias. Durante as obras, a água retirada pode ser usada na limpeza de áreas e equipamentos do canteiro. Após conclusão da obra, o condomínio pode se beneficiar com a existência de um poço artesiano, desvinculando-se parcialmente da companhia de fornecimento local. (Consulte antes a legislação de sua cidade.)
Redutores de vazãoEm geral, as construtoras tendem a adquirir os metais sanitários mais em conta. Mas já há opções que economizam água e têm custo competitivo. Ainda que não dê para usar torneiras com desligamento automático e chuveiros com temporizadores, é possível economizar água com a instalação de arejadores e redutores de vazão.
domingo, 24 de março de 2013
Tempestade com 'ovos' de gelo causa devastação na China
22/03/2013 - 12h45
Tempestade com 'ovos' de gelo causa devastação na China
DA BBC BRASIL
Pedras de gelo do tamanho de ovos, chuvas torrenciais e ventos de até 177 quilômetros por hora vêm provocando devastação em 5 províncias do sul da China desde a terça-feira.
A tempestade provocou a morte de pelo menos 24 pessoas até a tarde desta sexta-feira.
Na quarta-feira, uma balsa virou em um rio na Província de Fujian, matando 11 pessoas e deixando outras quatro desaparecidas.
Aproximadamente 215 mil pessoas foram retiradas de suas residências e o prejuízo está estimado em R$ 418 milhões.
As autoridades chinesas alertaram a população do sul do país para se preparar para mais tempestades. A previsão é de que o mau tempo continue até domingo.
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