segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

FRENTE PARLAMENTAR DEVE DISCUTIR SUSTENTABILIDADE NA CIDADE

FRENTE PARLAMENTAR DEVE DISCUTIR SUSTENTABILIDADE NA CIDADE

http://www.camara.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=14168:projeto-propoe-frente-parlamentar-pela-sustentabilidade&catid=63:projetos&Itemid=65


Acaba de ser proposto na Câmara Municipal, por iniciativa do vereador Ricardo Young (PPS), o Projeto de Resolução (PR) 3/2013, que cria a Frente Parlamentar pela Sustentabilidade. A proposta, que seguirá para votação em plenário, tem como objetivo contribuir na criação de bases sociais e políticas para a construção uma São Paulo mais sustentável.
O vereador Ari Friedenbach (PPS) também assinou o projeto e explica que a Frente pretende “discutir questões que são prioritárias para o crescimento sustentável da cidade, como mobilidade urbana e transparência política”.
Se o PR for aprovado em plenário, as reuniões do grupo serão abertas e poderão contar com a participação de organizações representativas, incluindo empresários, sociedade civil organizada e o público em geral. As conclusões dos encontros, seminários e simpósios serão apresentadas em relatórios.
O vereador Gilberto Natalini (PV) também assinou a proposta e afirma que os trabalhos da Comissão de Meio Ambiente deverão convergir com as atividades da Frente. “Nada pode ser feito em São Paulo sem levar em conta o avanço da sustentabilidade. Estou pleiteando ser presidente da Comissão de Meio Ambiente de novo. Vamos somar com a Frente para trabalharmos por uma cidade melhor”, afirmou.
Suprapartidária, a proposta ainda recebeu assinatura dos vereadores Abou Anni (PV), Andrea Matarazzo (PSDB), Ari Friedenbach (PPS), Aurélio Nomura (PSDB), Floriano Pesaro (PSDB), Gilberto Natalini (PV), José Police Neto (PSD), Juliana Cardoso (PT), Laércio Benko (PHS), Mário Covas Neto (PSDB), Nabil Bonduki (PT) e Toninho Véspoli (PSOL).
(22/2/2013 - 12h21)

E o cigarro?


China pode proibir churrasco para melhorar poluiçãoo
21 de Fevereiro de 2013 • Atualizado às 14h05





http://ciclovivo.com.br/noticia/china-pode-proibir-churrasco-para-melhorar-poluicao





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 O plano sugere que os próprios administradores das grandes cidades adotem medidas legais para proibir a prática e outras atividades relacionadas. | Foto: <a href='http://www.flickr.com/photos/leniners/8385761713/sizes/z/in/photostream/' target='_blank'>Leniners/Flickr</a></p>

O plano sugere que os próprios administradores das grandes cidades adotem medidas legais para proibir a prática e outras atividades relacionadas. | Foto:Leniners/Flickr

A agência Xinhua informou nesta quinta-feira (21) que o governo da China pode proibir os churrascos nas regiões urbanas. O objetivo é reduzir a poluição atmosférica que cobre o país.
O anúncio da agência citou uma fonte do ministério do Meio Ambiente, que espalhou a informação para outros países do mundo. A possibilidade teve repercussão na rede social Weibo, o equivalente chinês do Twitter.
Desde o início do ano, o país sofre com índices recordes de poluição. No dia 13 de Janeiro, por exemplo, a cidade de Pequim, capital da China, amanheceu com o céu encoberto, após o governo emitir um alerta à população. A situação provocou dificuldades respiratórias e causou diversos transtornos na rotina da população.
Segundo o site Xinhua Net, um projeto do Ministério da Proteção Ambiental foi divulgado, no início deste mês, com a proposta de controlar os churrascos. O plano sugere que os próprios administradores das grandes cidades adotem medidas legais para proibir a prática e outras atividades relacionadas.
A ideia é também reduzir o consumo de energia no processo de cozimento, optando por técnicas de preparação de alimentos que produzem menos fumaça e menos poluição. O projeto também especifica algumas medidas a serem tomadas pelos setores industriais, agrícolas, incluindo melhor qualidade de óleo para carros e usos mais eficientes de energia. Com informações do G1 e Xinhua Net.
Redação CicloVivo











São Paulo adere ao Cadastro Ambiental Rural (CAR)


São Paulo adere ao CAR

Izabella e Covas: trabalho conjunto pela regularizaçãoJosé Jorge Neto / SMA-SP Izabella e Covas: trabalho conjunto pela regularização
Já são 19 as unidades da federação que se unem ao governo federal para cadastrar 5,2 milhões de imóveis rurais 





O Cadastro Ambiental Rural (CAR) como ferramenta de gestão ambiental, econômica e social foi destacada pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, na manhã desta quarta-feira (20/2), durante assinatura do Acordo de Cooperação Técnica com o governo do Estado de São Paulo. A ministra firmou o acordo com o secretário estadual do Meio Ambiente, Bruno Covas, na capital paulista. O documento prevê ações conjuntas para implantação de ações de regularização ambiental.


“Com o cadastro dos imóveis rurais, além de montar um banco de dados com informações georreferenciadas numa distância jamais vista no Brasil, conseguiremos enxergar melhor as realidades socioambientais e econômicas de todas as regiões”, disse a ministra. Hoje, São Paulo possui 330 mil imóveis rurais a serem cadastrados. Izabella Teixeira acredita que o diálogo e parceria com o órgão estadual de meio ambiente é fundamental para esse grande e ambicioso passo de cadastrar todas as propriedades brasileiras até 2014.



SUSTENTABILIDADE


O secretário Bruno Covas destacou que o acordo reflete o empenho dos setores ambiental e agrícola de cadastrar e regularizar os imóveis rurais do estado, que responde por um terço do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. “Além de conhecer a realidade das propriedades e as áreas de reserva legal e de preservação permanente, o nosso objetivo é que o produtor continue produzindo, produzindo muito, com sustentabilidade, de forma ambientalmente legal”, disse. “Ninguém se preocupa mais com a preservação do meio ambiente do que o próprio produtor”.



O CAR é um instrumento do Ministério do Meio Ambiente que pretende cadastrar mais de 5,2 milhões imóveis rurais em todo o Brasil. Para o produtor, os benefícios da regularização são a comprovação de regularidade ambiental, segurança jurídica, acesso a crédito e aos programas de regularização ambiental, além de servir como instrumento para planejamento do imóvel rural. Para o governo, representa a consolidação de informações ambientais do território nacional.



ADESÃO



Com a adesão, São Paulo receberá uma série de informações e dados que contribuirão para implantação do CAR, como imagens via satélite em alta resolução e apoio institucional do Ministério do Meio Ambiente e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama). Além disso, o Ibama disponibilizará ao estado, responsável pelo cadastramento dos imóveis rurais, um sistema eletrônico para promover a ação – Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR).



Com este acordo, um total de 19 estados já aderiram ao CAR: Goiás, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia, Amapá, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Sergipe, Alagoas, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.



SAIBA MAIS



O CAR foi instituído pela Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, e regulamentado pelo Decreto nº 7.830, de 17 de outubro de 2012 (Nova Lei Florestal), que tornam o cadastramento obrigatório para todos os imóveis rurais. Será feito via internet, por meio do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR) ou nos órgãos estaduais e municipais de meio ambiente.



Durante o cadastramento, o produtor deverá indicar localização georreferenciada da propriedade, perímetro, áreas de vegetação nativa, Áreas de Preservação Permanente (APP), de Reserva Legal (RL), e de uso restrito. A partir daí, o CAR irá operar como uma base de dados com integração de informações ambientais das propriedades e posses rurais, com diversas aplicações, seja para o controle e monitoramento do desmatamento, como para planejamento ambiental e econômico dos imóveis.



O prazo para aderir ao CAR será de apenas um ano, renovável por outro, a contar da data de publicação de lançamento do CAR que ocorrerá por meio da edição de instrumento normativo do Ministério do Meio Ambiente, que ocorrerá até o próximo mês de maio.

casa-contêiner que aproveita a água da chuva


Arquitetos do Reino Unido criam casa-contêiner que aproveita a água da chuva
19 de Fevereiro de 2013 • Atualizado às 17h29




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 A estrutura possui um sistema de aproveitamento de águas pluviais, além de equipamentos de eficiência energética e uma rampa de acesso para cadeirantes. | Foto: <a href='http://www.ecopigdesigns.co.uk/' target='_blank'>Divulgação</a></p>



A estrutura possui um sistema de aproveitamento de águas pluviais, além de equipamentos de eficiência energética e uma rampa de acesso para cadeirantes. | Foto: Divulgação

A SCH-1 é uma casa sustentável de quatro cômodos, criada por britânicos e montada dentro de um contêiner. A estrutura possui um sistema de aproveitamento de águas pluviais, além de equipamentos de eficiência energética e uma rampa de acesso para cadeirantes.
Criado pela empresa Eco Pig Designs, o protótipo da casa-contêiner será apresentado ainda neste mês. Além dos sistemas de economia de energia e água, a estrutura, que também conta com um jardim e uma piscina, pode ser transportada para vários lugares.
A SCH-1 ainda não tem data prevista para ser comercializada, mas os criadores estimam que o preço de cada moradia fique em torno de 40 mil euros. No entanto, a casa deverá ser montada em indústrias e será alugada durante a temporada de verão na Inglaterra (que tem início em junho).
A construção da casa-contêiner produzida pela Eco Pig Designs dará origem a uma série de TV no Reino Unido, que abordará as vantagens e os desafios deste tipo de projeto, que, embora sustentável, nem sempre agrada aos mais conservadores.
Os contêineres estão entre os modelos mais eficientes de construção ecologicamente correta. Além de poupar materiais que seriam utilizados para erguer as paredes – como cimento, concreto e cal – as obras nas caixas de metal quase não produzem entulhos e, ainda, reaproveitam um material que geralmente é abandonado nas zonas portuárias do mundo inteiro. Com informações do InHabitat.
Redação CicloVivo

Geração de eletricidade com lixo

China Everbright e Banco Asiático de Desenvolvimento cooperam na geração de eletricidade com lixo
  2012-12-28 09:43:00  cri

O Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD) e a companhia China Everbright International Ltda. assinaram um acordo de empréstimo em Beijing para financiar os projetos de geração de eletricidade com incineração de lixos urbanos e agrícolas na China.
Segundo o acordo, a Everbright receberá US$ 200 milhões do BAD e do Banco Comercial Unido para projetos de geração de eletricidade com lixo doméstico (WTE, em inglês), com o objetivo de queimar 7,3 mil toneladas de lixo por dia.
Os projetos deverão gerar 1,24 bilhões de quilowatts-horas de eletricidade anualmente até 2016, segundo a China Everbright International.
O BAD tem foco no meio-ambiente e desenvolvimento sustentável na sua agenda até 2020, e a companhia apoiará a construção da China como civilização ecológica, de acordo com a estratégia do governo chinês, afirmou o diretor para a Missão de Residente na China do BAD, Hamid L. Sharif.
Juntamente com o valor de US$ 200 milhões investido pelo BAD em 2009, a China Everbright International investiu até agora em 20 projetos de WTE no país, segundo o diretor-executivo da companhia, Chen Xiaoping.
A China produz mais lixo agrícola que qualquer país do mundo. A palha da colheita totalizou 700 milhões de toneladas em 2010. O país também produz 200 milhões de toneladas de lixo sólido urbano anualmente.
A companhia Everbright também pretende promover a sua tecnologia de tratamento de lixo para outros países asiáticos, disse Chen. (por xinhua)

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Parque do Vale das Nove Aldeias na China

Vale das Nove Aldeias
http://portuguese.cri.cn/693/2011/11/23/1s142700.htm
  2011-11-23 15:12:07  cri
Jiuzhaigou, Vale das Nove Aldeias, situa-se nas montanhas do noroeste da província de Sichuan. Aos olhos dos orientais que lá chegam, ele é um "paraíso no mundo humano" e para os ocidentais que a visitaram, ele representa um "mundo de fadas".
O Parque do Vale das Nove Aldeias tem uma superfície de 720 quilômetros quadrados sendo a sua maior parte coberta por densas florestas. A boca do vale situa-se a 2 mil metros e o seu pico chega a 4784 metros da altitude. O vale principal se estende por mais de 50 quilômetros em forma da letra Y com três ramificações denominadas respectivamente de Shuzheng, Rize e Zechawa. No vale, há nove aldeias tibetanas, o que deu origem a seu nome.
Antigamente, existiam apenas algumas trilhas aqui e os aldeões tinham poucos contatos com o mundo fora. O isolamento terminou nos anos 70 do século vinte, com a chegada dos estrangeiros, ou talvez, com um grupo de madeireiros.
Em 1978, foi criada a reserva no Vale das Nove Aldeias. No dia 5 de setembro de 1992, Beijing recebeu uma carta da UNESCO, que considerava o vale uma "reserva incrivelmente belo" e que o "Vale das Nove Aldeias deveria ser tombado como patrimônio natural mundial". O mesmo aconteceu em dezembro do mesmo ano.
Mares verdejantes, cataratas sobrepostas, florestas coloridas, picos nevados e estilo tibetano são as cinco maravilhas do Vale. Os dois primeiros tipos de paisagens se destacam como suas especificidades.
Os mares verdejantes são na realidade os lagos de cor de jade. Entrando no vale, depara-se um mundo límpido e todo tranqüilo. Os pequenos lagos misteriosos mostram-se a seus visitantes um mundo sem nenhuma partícula de pó. Os 114 lagos se encontram na ordem de escadarias com a diferença de queda de mais de 1800 metros.
Milhares de lagos do mundo costumam mostrar a beleza de sua suavidade sob o luar. No entanto, sob o efeito da luz solar, os lagos do Vale das Nove Aldeias mostram um mundo harmonioso e silencioso tal como sob o luar.
Água e cor são as almas do Vale das Nove Aldeias. Muitas pessoas não se atrevem a tocar as águas do Vale ao vê-las pela primeira vez, temendo que as mãos se manchem com suas cores. As águas dos lagos transparentes são coloridas. As cores azul, verde, amarelo, vermelho juntam-se em um espectrograma natural, ora claro ora escuro nas águas.
As águas do Vale das Nove Aldeias são tão transparentes que parecem cristais, sendo visíveis as plantas aquáticas, rochas brancas e areias amarelas finas a 20 a 30 metros de profundidade de água. Dizem que "nas águas extremamente limpas não há peixes". Mas, há um tipo de carpa sem escamas que vive nos lagos do Vale.
No Vale das Nove Aldeias há 17 conjuntos de cataratas de dimensões diferentes. A grande maioria delas não cai diretamente do alto de precipícios, mas deslizam em suas escadarias. No curso superior do rio, há muitos lagos e matas fechadas. Quase todas as cataratas atravessam os bosques criando-se assim uma paisagem única em que as árvores crescem nas águas e as águas transcorrem pelas florestas. A catarata de Nuorilang é a mais larga com 2365 metros de largura e mais de 270 metros de altura, sendo assim a paisagem-símbolo do Vale das Nove Aldeias. 

Como se criaram os lagos e as cataratas do Vale das Nove Aldeias e onde estão os mananciais de seus rios?
Segundo os geólogos, os lagos do Vale são produtos do movimentos de geleiras, em que as terras se empilharam na boca do vale obstruindo os rios. Exemplo disso é o lago de Changhai, o maior lago no Vale. Situado a 3120 metros acima do nível do mar e com uma extensão de cerca de 7 quilômetros, cujo ponto mais profundo atinge 80 metros, o lago reúne as águas da neve e não tem saída na superfície da terra. A sua drenagem depende da evaporação e dos canais subterrâneos. Na temporada de chuva, o lago não se transborda e na temporada de seca, ele não fica seco. No pleno inverno, as águas se congelam e do fundo do lago, ouvem-se grandes estrondos. Os habitantes tibetanos locais dizem que isso é o "canto do dragão".
E mais lagos e cataratas foram criados pela queda do corpo de montes e enxurradas, que obstruíram o vale. Depois, as acumulações ficaram calcificadas tornando-se as "decorações" do Vale. As águas do Vale das Nove Aldeias são ricas em bicarbonato de cálcio. Sob as influências de diversos fatores, o bicarbonato de cálcio se transforma em travertino acumulando-se no fundo dos lagos e do Vale. Passados anos e anos, os travertinos formam-se em muitos "diques" grandes ou pequenos. As águas passam por estes diques tornando-se grandes ou pequenas cataratas.
O conjunto dos lagos de Shuzheng é típico do fenômeno. Composto por 19 lagos, o conjunto se estende por mais de 5 quilômetros com uma queda de cerca de 100 metros. O menor lago do conjunto tem apenas vários metros quadrados. O maior deles, cobre mais de mil metros quadrados. A altura dos diques de travertino varia entre vários centímetros e vários metros. Nos diques amarelados, crescem espécies de árvores como salgueiros, pinheiros e abetos.
Em algumas partes do Vale, crescem nas águas os juncos, que parecem as miniaturas em vasos de flores.
A mais famosa área de travertino é a Área das Pérolas, que se localiza a cerca de 2500 metros de altura se estende por 189 metros de comprimento e 112 metros de largura, onde os travertinos se acumulam no fundo das águas parecendo cachos de pérolas.
Em alguns casos, o aumento da altura dos "diques" eleva a superfície das águas no curso superior. Exemplo disso é o lago de Wolong, que se localiza a 2215 metros de altura. O lago tem 22 metros de profundidade e uma área de mais de 60 mil metros quadrados. Através da superfície plana das águas como um espelho, pode-se ver um grande dique de cor amarelada em baixo da água parecendo um dragão.
Caídas nas águas, muitas árvores não ficam podres durante muitos anos por serem embrulhadas de travertinos e plantas aquáticas, além da baixa temperatura das águas.
No Vale das Nove Aldeias, cada lago tem suas cores misteriosas e imagináveis por seres humanos, até muitos pintores reconheceram não conseguir combinar as cores tão ricas como nos lagos. O lago das Cinco Flores se situa a 2472 metros de altura, tem 5 metros de profundidade e uma área de mais de 90 mil metros quadrados. As águas brilhantes mostram um acervo de cores: verde clara, azul escura, púrpura, amarela, alaranjada, ...
Além das águas e suas cores, as florestas são mais uma especificidade do Vale das Nove Aldeias. A metade das áreas do sitio estão cobertas de florestas primitivas. Devido às mudanças dos climas verticais, as florestas, desde o sopé até o cume das montanhas, dividem-se em paisagens verdes, amarelas e brancas e se caracterizam de acordo com a mudança das estações.
O inverno no Vale das Nove Aldeias compreende o período desde outubro até abril do ano próximo e as nevascas são freqüentes. Nestes momentos, os lagos são congelados e as cataratas tornam-se obras da escultura em gelo.
O Vale das Nove Aldeias abriga 170 animais selvagens, 141 espécies de pássaros e cerca de 3 mil espécies de plantas, entre os animais, os pandas gigantes devem ser os "habitantes" mais antigos.



Não basta apenas a inspeção veicular...

Beijing elimina veículos velhos para combater poluição
  2012-12-21 09:18:50  cri


Devido às preocupações com sua qualidade do ar, Beijing intensificou os esforços para eliminar gradualmente os veículos motorizados velhos e altamente poluentes, disse o órgão local de proteção ambiental.
Nos últimos dois anos, 515 mil veículos motorizados obsoletos foram retirados das ruas da cidade, superando a meta de 400 mil veículos estabelecida pelo Plano Quinquenal de Desenvolvimento Municipal (2011-2015), segundo o Departamento de Proteção Ambiental Municipal de Beijing.
Os veículos motorizados contribuem com cerca de 22,2% dos dados da cidade do índice PM2,5, que mede partículas menores que 2,5 micrômetros no ar, e os veículos velhos liberam mais poluentes, disse Fang Li, porta-voz do departamento, citando uma análise sobre as fontes de poluição na cidade.
Beijing está sofrendo com a má qualidade de ar, com a média do índice PM2,5 ficando este ano entre 70 e 80 microgramas por metro cúbico, duas vezes o padrão regulamentado de 35 microgramas por metro cúbico.
Fang disse que os veículos motorizados que estão em uso há mais de oito anos representam cerca de 20% da população de veículos da cidade, mas geram mais de 60% da poluição do ar.
"Eliminar gradualmente os veículos motorizados obsoletos é de enorme importância para diminuir os dados de PM2,5 de Beijing", sublinhou Fang.
Enquanto isso, Beijing vem trabalhando para melhorar a qualidade de seu abastecimento de combustível e aplicar padrões de emissões mais rigorosos.
De acordo com o plano municipal de controle da poluição do ar, Beijing espera implementar o padrão estatal VI de emissões, que é equivalente ao padrão Euro VI, até 2016.
O governo municipal de Beijing também impulsionará o uso de veículos verdes no futuro e ampliará o transporte público para que represente metade de todo o trânsito.
Com o objetivo de diminuir os problemas crônicos de trânsito da cidade, Beijing iniciou um programa de sorteio de placas de automóveis em 2011, que permite a emissão de um máximo de 240 mil novas placas para carros privados por ano. (por xinhua)

Calcule a redução na sua conta de luz

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Wulingyuan abrange o Parque Nacional Florestal de Zhangjiajie, a Reserva Natural de Suoxiyu, a Reserva Natural de Tianzishan e a Reserva Natural de Yangjiajie na China

Wulingyuan
http://portuguese.cri.cn/693/2011/12/28/1s144163.htm
  2011-12-28 09:46:13  cri

Até os anos 70 do século vinte, Wulingyuan era mundialmente desconhecido. Alguns pintores e fotógrafos ficaram surpreendidos quando a visitaram pela primeira vez e casualmente a consideraram como "uma pérola esquecida nas montanhas".
Em 1992, Wulingyuan foi tombado como patrimônio natural mundial. Um relatório do Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO diz: Wulingyuan se situa na província do Hunan, centro da China. Possui uma área de mais de 260 quilômetros quadrados e paisagens espetaculares. A especificidade paisagística do sítio reside em seus mais de 3 mil pilares e cumes de pedra delgados, cuja maioria tem mais de 200 metros de altura. Entre os cumes, vêem-se barrancos, gargantas, riachos, lagoas e cataratas, além de mais de 40 cavernas e duas enormes pontes de pedra naturais. A área chama atenção ainda por abrigar grande quantidade de espécies de plantas e animais que estão à beira de extinção.
Wulingyuan abrange o Parque Nacional Florestal de Zhangjiajie, a Reserva Natural de Suoxiyu, a Reserva Natural de Tianzishan e a Reserva Natural de Yangjiajie. A maior parte do sítio é esparsamente povoada e mantém ainda seus aspectos originais.
Wulingyuan parece uma floresta de pilares. A maior parte das montanhas tem encostas. Pode-se subir pelas ladeiras e a vegetação verde se espalha do sopé aos picos das montanhas. Mas, em Wulingyuan, os picos são de fato íngremes e formam grandes precipícios, mostrando os penhascos de cor púrpura e impossibilitando muitas vezes a subida.
Limitado pelas florestas compostas de pilares, o sítio,visto de longe, é apenas uma área de pequenas colinas. Mas ao entrar nele, depara-se um mundo tranqüilo de beleza espantosa. A altura dos picos varia desde dezenas de metros a 400 metros. Muitos deles parecem pilares feitos com enxadas. Alguns picos têm seu cume mais largo que suas bases parecendo flutuar no ar. Alguns picos são tão inclinados que parecem prontos a cair a qualquer momento; alguns têm grandes fendas desde a base até o cume. Todos são diferentes, mas todos eles tem uma plataforma no cume, onde crescem umas árvores ou até florestas verdejantes.
Os mais de 3 mil picos ficam em pé em sua própria estrutura. Parece que estão se reunindo ou pararam os passos numa marcha devido a uma inesperada mudança drástica. Segundo os geólogos, mais de 300 milhões de anos atrás, a região era um oceano. Posteriormente, o oceano retrocedeu e deixou expostas as rochas sedimentares, que se tornaram finalmente os atuais picos, precipícios e pontes ou portas de pedra através das erosões de chuva e vento durante milhões de anos. Há ainda até as linhas sedimentares das águas do oceano em alguns penhascos e fósseis de corais.
As montanhas em Wulingyuan são principalmente de arenito quartzo. Há ainda poucas rochas calcárias e arenáceas. O arenito quartzo e as rochas arenáceas se alternam em diversas camadas. Como as rochas de areias de quartzo são resistentes à erosão, muitos pilares de rocha, apesar de terem o cume maior que a base e de estarem inclinados, se encontram em pé por mais de milênios. As rochas rígidas de areias de quartzo caem em pedaços, por isso, os picos de rocha raramente têm ladeiras em curvas e apresentam perfeitamente as linhas retas parecendo terem sido feitas por cortes de facas verticais, horizontais e oblíquos.
Em Wulingyuan, Zhangjiajie é a área mais famosa. Huangshizhai é o mais alto pico. O cume do pico é uma plataforma natural e tem um horizonte amplo. Contemplando desde a plataforma, não se vê nada senão bosques de picos e florestas. Os habitantes locais dizem que uma pessoa viajaria em vão a Zhangjiajie sem ter subido ao pico de Huangshizhai. Mas, para outros, jamais se conheceria tão bem Wulingyuan sem conhecer o pico Tianzishan, que, numa posição dominante, possibilita uma vista aérea de largo panorama com magníficas paisagens, tais como mar de nuvens, neve, sol ou arrebóis. 

Além dos picos, Wulingyuan têm mais de 100 cavernas, sendo a do Dragão Amarelo no barranco de Suoxiyu a mais famosa. Dividida em quatro camadas, a caverna do Dragão Amarelo tem um lago, dois rios, três cataratas, 13 salões e 96 corredores com uma extensão total de 15 quilômetros. O maior salão pode abrigar mais de 10 mil pessoas. Estalactites de diferentes tamanhos, posturas e cores se vêem no teto e no chão da caverna. O pilar de estalactite - com um diâmetro de apenas 10 centímetros e uma altura de 19,2 metros -, é o mais esplendoroso.
As florestas virgens cobrem 88% de Wulingyuan. Há mais de 3 mil espécies de plantas de alta qualidade. Este número é muito maior do que o total em alguns países ou até em algum continente. Muitas destas espécies são plantas antigas raras e algumas são únicas da China. Por exemplo, os antigos gingkos são chamados "fósseis vivos da herança natural"; as preciosas árvores de pombo desabrocham no início da primavera e foram batizadas com o nome "árvores de pombo chinesas" porque suas flores parecem os pombos empoleirados nas árvores. Com pouca população, densas florestas e altas montanhas, o sítio é naturalmente um paraíso dos pássaros e animais. Segundo uma estimativa preliminar, vivem aqui mais de 110 espécies de pássaros e alguns animais bravos como tigres e leopardos.
Wulingyuan tem sido esparsamente povoado durante longo tempo e o seu ecossistema tem se mantido intocável. Especialistas dizem que os desastrosos climas, erosão, queda de rochedos ou pestes nunca aconteceram.
Wulingyuan é rico em recursos hídricos. Os riachos sinuosos confluem em lagoas e cataratas. As correntes nunca se interrompem, mesmo nos anos de grave estiagem. A zona ao longo do riacho Chicote de Ouro é um dos pontos mais belos em Zhangjiajie. Com cinco a seis quilômetros de extensão, ele atravessa florestas e barrancos, um mundo em que reina a tranqüilidade.
O barranco Suoxiyu, apesar de não ser tão famoso como Zhangjiejie, têm paisagens maravilhosas, iguais às de Zhangjiajie, com montanhas grotescas, rios límpidos, cavernas misteriosas e pontes arriscadas. As pontes aqui são produtos da Natureza; algumas, de 10 metros de comprimento e mais de um metro de largura, colocam-se sobre os barrancos de mais de 100 metros de profundidade. Só os que a conheçam pessoalmente, entendem o que significa " passear no vale andando sobre uma pintura".
Apesar do difícil acesso a Wulingyuan, este nunca estava totalmente isolado do mundo exterior. Por entre as montanhas verdes e os rios cristalinos, encontram-se as aldeias espalhadas esporadicamente. Bambus verdejantes se agitam ao vento e espirais de fumaça se erguem das cozinhas, mostrando um harmonioso e simples panorama campestre.

É preciso um gasto extra de apenas 50 yuans (US$ 8) por metro quadrado para satisfazer os requisitos mínimos de edifícios verdes, em comparação com os edifícios comuns

China promoverá edifícios ecológicos
  2013-02-22 08:40:42  cri
A China exigirá que os novos edifícios em cidades satisfaçam os padrões obrigatórios de economia energética e renovará os existentes para que sejam mais ecológicos até 2015, anunciou o principal órgão de planejamento econômico do país.
O padrão de edifícios verdes, que permite poupar recursos e energia e é mais favorável ao meio ambiente, será adotado em todos os edifícios investidos pelo governo a partir de 2014, disse um funcionário da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (CNDR).
Até 2014, o padrão também será aplicado aos projetos de moradia de preço acessível nas quatro cidades de nível provincial, nas capitais provinciais e nas cinco cidades de nível vice-provincial, assim como nas construções públicas com uma área maior que 20 mil metros quadrados em um único edifício, indicou o funcionário.
É preciso um gasto extra de apenas 50 yuans (US$ 8) por metro quadrado para satisfazer os requisitos mínimos de edifícios verdes, em comparação com os edifícios comuns, de acordo com o funcionário.
As renovações serão realizadas em edifícios urbanos para melhorar a eficiência de seus sistemas de aquecimento.
A China planeja construir 1 bilhão de metros quadrados de edifícios verdes entre 2011 e 2015 e fazer com que os edifícios ecológicos representem 20% de todos os novos edifícios nas cidades em 2015, segundo um plano governamental. (por xinhua)

Pobreza reina na área mais protegida do Pará



Com 74% de seu território preservado e protegido, a região da Calha Norte traz poucas alternativas de renda para a população

19 de fevereiro de 2013 | 22h 30

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,pobreza-reina-na-area-mais-protegida-do-para,998980,0.htm

Giovana Girardi - O Estado de S.Paulo
CALHA NORTE (PARÁ)- Se o desmatamento gera pobreza nas cidades e comunidades ao seu entorno, tampouco a conservação da floresta por si só tem conseguido garantir um quadro econômico melhor. A região mais preservada e protegida do Pará é também uma das mais pobres do Estado. É o que mostra um levantamento do instituto de pesquisa Imazon divulgado hoje e obtido com exclusividade pelo Estado. O trabalho identificou que os indicadores socioeconômicos da Calha Norte são inferiores aos da média do Estado e mostra que é preciso avançar muito em soluções que possibilitem um desenvolvimento sustentável aliado à floresta para que ela possa permanecer preservada.
Barco leva oito horas no percurso entre Oriximiná e Santarém; viajantes dormem em redes - Evelson de Freitas/AE
Evelson de Freitas/AE
Barco leva oito horas no percurso entre Oriximiná e Santarém; viajantes dormem em redes
A região, localizada ao norte do Estado, à margem esquerda do Rio Amazonas, tem 27 milhões de hectares e abriga cerca de 321 mil pessoas. Remota, cortada por rios com vários trechos não navegáveis, acabou ficando fora do alcance do desenvolvimento e do arco do desmate. Até 2011, só 5% desse território havia sido desmatado, contra uma média de 20% do resto do Estado.
Caso raro no Brasil, foi protegida pelos governos federal e estadual de modo preventivo. Hoje, 74% da área é composta por áreas protegidas (unidades de conservação e terras indígenas). Mas a proteção e a riqueza de biodiversidade ainda não se traduziram em melhores condições de vida para a população.
Em geral, o próprio Pará se encontra em situação mais precária que os outros Estados. O PIB per capita médio, de R$ 7.993 em 2008, de acordo com os últimos dados do IBGE, o deixava na 22.ª posição no ranking nacional. Menor do que a média para toda a Amazônia Legal (R$ 11.200). Já municípios da Calha Norte apresentaram média de R$ 6.155.
Os indicadores sociais também são ruins, segundo o levantamento. Por exemplo: somente 11% dos domicílios da região têm saneamento adequado (IBGE, 2010). A média do Pará era de 19% e a da Amazônia Legal, 24%. O Índice Firjam de Desenvolvimento Municipal reforça o retrato. Numa classificação que vai de 0 (baixo estágio de desenvolvimento) a 1 (alto estágio), os municípios da Calha Norte ficaram, em média, com nota 0,533. As médias do Pará (0,628) e da Amazônia Legal (0,658) os colocam em desenvolvimento moderado.
Antes do ‘boom-colapso’. Para Adalberto Veríssimo, pesquisador sênior do Imazon e um dos autores do estudo, a ocorrência de indicadores baixos era esperada pelas características da região: muito grande, muito afastada, com pouca gente. Mas é diferente de outras regiões do Pará que sofreram com o processo que ficou cunhado como "boom-colapso" - na onda do desmatamento, num primeiro momento ocorre um rápido e efêmero crescimento de renda e emprego, seguido depois de um colapso social, econômico e ambiental.

Parks in Norway


Vigeland Sculpture Park

© Vigeland-museet/BONO 2012 - Photo: VisitOSLO/Rolf Thoresen
© Vigeland-museet/BONO 2012 - Photo: VisitOSLO/Rolf Thoresen
© Vigeland-museet/BONO 2012 - Photo: VisitOSLO/Nancy Bundt
© Vigeland-museet/BONO 2012 - Photo: VisitOSLO/Nancy Bundt
© Vigeland-museet/BONO 2012 - Photo: VisitOSLO/Rolf Thoresen
© Vigeland-museet/BONO 2012 - Photo: Kristian Qvigstad
© Vigeland-museet/BONO 2012 - Photo: VisitOSLO/Matjaz Intihar
© VisitOSLO/Rod Costa
Move right

Vigelandsparken is one of Norway's most visited attractions with more than 1 million visitors every year. 


The unique sculpture park is the life work of the sculptor Gustav Vigeland (1869-1943) with more than 200 sculptures in bronze, granite and cast iron. Vigeland was also responsible for the design and architectural outline of the park. A monumental artistic creation with a human message that is well worth seeing. 

The park is open all year at all times and is a popular recreation area.



Publicado em 20/08/2012
Vigeland Sculpture Park in Oslo is home to more than 200 sculptures and an evocative tribute to humankind in all its complexity. Every year more than one million people visit the park for an art experience out of the ordinary, and to play or relax in beautiful surroundings.
www.visitoslo.com/en/product/?TLp=181601­&Vigeland-Sculpture-Park-Vigelandsparken­-



© VisitOSLO/Leif-Harald Ruud
© VisitOSLO/Leif-Harald Ruud
© VisitOSLO/Leif-Harald Ruud
© VisitOSLO/Leif-Harald Ruud
© VisitOSLO/Leif-Harald Ruud
Move right

The biggest park in central parts of Oslo is a popular recreational area for people from all over the city. 


On a nice summer day, Frogner Park is full of people; here you can go for a run, walk the dog, have a picnic or barbecue, play badminton or just do some sunbathing. Frogner Park has Norway's biggest collection of roses; a total of 14,000 plants of 150 different species.


Frogner Stadium and Frogner Open-Air Bath is located in one corner of the park, towards Majorstua. In the corner by Frogner plass, you find Frogner Manor House and Oslo City Museum. In the middle of the park is Vigeland Sculpture Park, Oslo's most visited attraction. 

Frogner Park has a summer-open café and a restaurant. And children can play in Norway's biggest playground, located between the main gates and Frogner Manor House.

Compostagem Humanure em um Festival de Música Usando recipientes de 5 litros

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Parks in Moscow

Parks & Estates

http://expat.ru/s_parks_estates.php
There are ninety-six parks and eighteen gardens in Moscow, including four botanical gardens. There are also 450 sq.km (174 sq.mi) of green zones besides 100 sq.km (39 sq.mi) of forests. Moscow is a very green city if compared to other cities of comparable size in Western Europe and America. There are on average twenty seven square meters (290 sq.ft) of parks per person in Moscow compared with 6 for Paris, 7.5 in London and 8.6 in New York.

Moscow has many large and pleasant parks. Some are plain parks, others have ponds or beaches and yet others contain old palaces/estates or other places of interest. Some are great for hiking, cycling, rollerblading and/or cross-country skiing. Most parks are open daily from sunrise to sunset. Note that most neighborhoods also have smaller local parks, some of which have playgrounds.

PARKS

Aleksandrovsky Sad (Garden)
Aleksandrovsky SadThe capital's most central park runs along the Kremlin's western walls. Aleksandrovsky Sad is directly accessible from the metro station bearing the same name. Picturesque gardens with shady trees and broad lanes were designed and set up in 1821 by O. Bove, one of the chief architects of Moscow, who reconstructed the city after the Great Fire of 1812. First called the Kremlin Gardens, they changed the name in 1856 after the crowning of Alexander II. On the central square of the gardens you can see the "Ruines" grotto, a peculiar memorial of the revival of Moscow after the devastation in 1812. It contains the Grave of the Unknown Soldier and the Eternal Flame, where you can watch the hourly changing of the guards. To get to the garden, take the metro to the station Aleksandrovsky Sad; it is also just a 3 minute walk from the metros Teatralnaya, Okhotny Ryad, Ploshchad Revolutsii, and a 5 minute walk from Borovitskaya.
Metro: Aleksandrovsky Sad

All-Russia Exhibition Center (VVTs - formerly called VDNKh)
All-Russia Exhibition Center (VVTs - formerly called VDNKh)This huge exhibition center and park containing samples of monumental Soviet architecture and oversized statues was established in 1937. There are over 80 pavilions that used to display communism's latest achievements in science, agriculture, industry, and technology. Most pavilions have been turned into miniature shopping centers, but some still function as exhibits, for example the "Sadovodstvo" (Gardening) pavilion. Do not miss the impressive Fountain of People's Friendship (Fontan Druzhby Narodov) right in the center of the park. It consists of 15 gold-covered statues representing all 15 republics of the former Soviet Union. There is also a Museum of Astronautics; that is definitely what Soviet Union had reasons to be proud of. There are many legendary objects on display including first ever astronauts - stuffed dogs Belka and Strelka. The museum is located in the monument to the Explorers of Space. And, of course, recently restored Vera Mukhina's 24.5 meter (80 ft.) "Worker and Kolkhoznitsa" monument is a must-see sculpture. The VVTs features Russia's biggest Ferris wheel and many other attractions. When you get tired of wandering around this seemingly endless territory, you can sit down to enjoy a shashlik or plov at one of the many outdoor and indoor cafes. To get to the exhibition center, just take the metro to the station VDNKh - VVTs is a 3 minute walk from the metro.
Open: 08:00-22:00 (summer); 09:00-19:00 (winter)
Metro: VDNKh
Tel: 544-3400
Web: www.vvcentre.ru

Aptekarsky Ogorod (Apothecary's Garden)
Aptekarsky OgorodThis is Moscow State University's (MGU's) oldest botanical garden (founded in 1706 by a decree from Peter the Great). You can also visit the greenhouse and laboratory. To get to the garden, take the metro to the station Prospekt Mira, take a short walk along Prospekt Mira and turn to Grokholsky pereulok, the entrance to the garden is just a 1 minute walk after the turn.
Open: 10:00-18:00 (winter); 10:00-20:00 (summer)
Address: Prospekt Mira, 26
Metro: Prospekt Mira
Tel: 680-5880
Web: www.hortus.ru

Bitsevsky Forest Park
This is a large park and silver birch forest in the south of Moscow. It has two ponds with beaches, and although swimming is not recommended, you can still enjoy the beach atmosphere. The park also features volleyball, basketball, and badminton courts; and you can hire a rowboat, paddleboat, or bike. Further into the forest there is an equestrian center. Great for sledding in winter. To get to the park, take the metro to the station Novoyasenevskaya (the park is just next to the station); the park is also accessible from the metro station Ulitsa Akademika Yangelya - once out of the metro, walk along Akademika Yangelya ulitsa for about 1 mile or take bus 680, 118 or minibus 566M to the station "Ulitsa Akademika Yangelya", then take a 3-4 minute walk to the park.
Metro: Novoyasenevskaya, Ulitsa Akademika Yangelya
Tel: 426-0022
Web: www.bitsevskipark.ru

Botanical Garden
Botanical GardenRose garden, arboretum with exotic trees and bushes, greenhouse with orchids, lilies and lotuses, Japanese Garden. Founded in 1945. To get to the garden, take the metro to the station Vladykino, once out of the metro, walk for about 200 meters (0.12 mi) to the main entrance. The garden is also accessible from the metro VDNKh - take trolleybus 73, 36 to the station "Botanicheskaya ulitsa 33", or minibus 324M to the station "Glavny Vkhod Botanicheskogo Sada".
Open: 10:00-20:00 (garden summer only, except Mon, Thu); 10:00-16:00 (hothouse except Thu, Sat, Sun)
Address: Botanicheskaya ul., 4
Metro: Vladykino
Tel: 997-9145
Web: www.gbsad.ru

Boulevard Ring
The Boulevard Ring is comprised of the following streets: Gogolevsky Bulvar, Tverskoy Bulvar, Strastnoy Bulvar, Petrovsky Bulvar, Rozhdestvensky Bulvar, and Sretensky Bulvar. It forms a semi-circle around the center of Moscow and is ideal for leisurely strolls. A walk along the boulevard ring's park-like areas is a great way to explore the city center, undisturbed by traffic. The park strip is situated in the middle of the road, in-between traffic lanes. Scores of beautiful old buildings are located along this route (and down the side streets leading off the Boulevard Ring), and there are plenty of benches to sit and relax on along the way. It is also well worth venturing into some of the side streets branching off from the ring - you will find lots of pretty lanes with interesting buildings there.
Metros: Kropotkinskaya, Chistye Prudy, Turgenevskaya, Tsvetnoy Bulvar, Pushkinskaya

Filyovsky Park
Great park for walking, hiking, and cycling. The famous Gorbushka shopping center is located right outside metro Bagrationovskaya. Centrally-located Filyovsky Park runs along the banks of Moscow River and covers 266.6 hectares with 90% of it being perfectly green area. Once it was the estate of Naryshkiny noble family that owned the estate for 175 year. The restored palace of the 18th century is a beautiful reminder of those days. Filyovsky Park is a great place for both quiet contemplation of nature and active recreation. Different parts of the park are accessible from 4 metro stations: your options are to take the metro to the station Bagrationovskaya, once out of the metro walk for about 450 meters (0.3 mi) to the park along Barklaya ulitsa, or to choose the metro station Filyovsky park and a 0.3 mile walk along Minskaya ulitsa, or you can take the metro to the station Pionerskaya and walk for about 250 meters (0.16 mi) along Polosukhina ulitsa, and finally you can come to the metro station Kuntsevskaya and walk for about 600 meters (0.4 mi) along Rublevskoe shosse (duplicate).
Adress: Bolshaya Filevskaya ul., 33
Metro: Bagrationovskaya, Filyovsky Park, Pionerskaya, Kuntsevskaya
Tel: 146-0531
Web: www.park-fili.ru

Gorky Park
Gorky ParkMoscow's most famous park runs along the banks of the Moscow River. Gorky Park is truly one of the most popular places for families to spend their week-end. Numerous fairground attractions such as the Big Wheel, switchback (for unknown reason known in Russia as American Hills), swirling see-saw make children's heads go round of joy while their parents are screaming of fear. There are also horses, boats to hire and caf?s. An ice-skating rink operates in winter. To get to the park, take the metro to the station Park Kultury and cross the bridge over the Moscow River, or take the metro to the station Oktyabrskaya and walk for about 400 meters (0.2 mi) along Krymsky Val ulitsa.
Open: 10:00-22:00
Address: Krymsky Val ul., 9
Metro: Oktyabrskaya, Park Kultury
Tel: 237-0707
Web: www.propark.ru

Hermitage Garden
Three theatres are located inside this very centrally located park - the Hermitage Theatre, the Novaya Opera, and the Sfera. Outdoor dancing hall and several open-air cafes. Lots of flowers and benches, alleys and the fountain create a special atmosphere of peace and quiet. To get to the garden, take the metro to the stations Chekhovskaya, Tverskaya, or Pushkinskaya and then walk along Malaya Dmitrovka ulitsa and turn right to Uspensky pereulok.
Open: 11:00-23:00
Address: Karetny Ryad ul., 3, str. 7
Metro: Chekhovskaya, Tverskaya, Pushkinskaya
Tel: 699-0849
Web: www.mosgorsad.ru

Izmailovsky Park
Izmallovsky Park consists of a vast area of parkland (over 1500 hectares) and a large forest consisting of pine trees, birch woods, and ponds. It is 6 times larger then the central park in New York. This is where the Russian tsars once had their summer estates and hunting grounds. Other attractions include a large skating rink in winter. The park is great for family picnics in summer. It is located adjacent to Izmailovsky Vernisazh - Moscow's famous outdoor souvenir market. The park also features a wide variety of attractions for children. To get to the park, take the metro to the station Partizanskaya (the park is just next to the station) or take the metro to the station Shosse Entuziastov, once out of the metro, take a 3 minute walk along Elektrodny proezd.
Metro: Partizanskaya, Shosse Entuziastov
Tel: 8 499 166-6119
Web: www.izmailovsky-park.ru

Krylatskoye
Located in the West of Moscow in one of the capital's few ecologically clean areas, this park has grassy slopes that are great for cross-country skiing and sledding in winter. Good hiking trails and a challenging cycling track are ideal for summer sports. To get to the park, take the metro to the station Krylatskoye and take a 5 minute walk from the metro to the park.
Metro: Krylatskoye

Losiny Ostrov
Losiny OstrovRussia's first national park used to be the nobility's favorite hunting ground. Some wild animals including moose, wild boar, and beavers still live here. There are three ponds with different kinds of fish. The park is also great for hiking. "Los" in Russian means "elk", and there are many elks in the park indeed. The visitors may watch them in their natural habitat. Excursions in English are available. To get to the park, take the metro to the station Shchelkovskaya, once out of the metro take trolleybus 23, or minibus 583, or bus 257 to the station "Uralskaya ulitsa 19", and then take a short walk to reach the park.
Metro: Shchelkovskaya
Tel: 8 499 268-7926
Web: www.elkisland.ru

Moskovsky Park Iskusstv (Moscow Park of Arts)
Founded in 1993, this open-air sculpture museum has a collection of over 700 sculptures. Here you will find many Soviet-era monuments that were removed from their pedestals in Moscow's squares and parks after 1991, including the controversial statute of the Soviet Union's first KGB chief Felix Dzerzhinsky that used to stand right in the middle of Lubyanskaya Ploshchad in the city center. The park is located next to the Central House of Artists, across the road from Gorky Park. To get to the park, take the metro to the station Park Kultury and cross the bridge over the Moscow River, or take the metro to the station Oktyabrskaya and walk for about 400 meters (0.2 mi) along Krymsky Val ulitsa.
Open: 10:00-21:00 (winter); 09:00-22:00 (summer)
Address: Krymsky Val ul., 10
Metro: Oktyabrskaya, Park Kultury
Tel: 8 499 238-3396
Web: www.muzeon.ru

Neskuchny Sad (Garden)
Neskuchny SadThis garden consists of terraces sloping down to the Moscow River and provides scenic hiking trails. It houses a wooden playground, an open-air theater, and plenty of benches. The name of the park translates as "Never Boring Garden." Once a noble estate, it is one of the oldest parks in Moscow. In the 18th century there were three mansions which belonged to Prince Trubetskoy. All that is left is part of the park and a "Hunters' house". In the middle of the 19th century a new owner, Prokofy Demidov, built a palace here. Originally it was designed in Baroque Style, rebuilt in the time of Classicism and its interiors are typical for the Empire Style. Here on the bank of the Moscow-river one of the largest in Europe Botanic gardens appeared; among its trees several historical objects are found today: the house of Count Orlov (1796), a vaulted bridge, and the house with rotunda. You can get to this park either through Gorky Park or take the metro to the station Leninsky Prospekt and take a 2 minute walk to reach the park.
Metro: Leninsky Prospekt, Oktyabrskaya, Park Kultury

Park Pobedy (Victory Park)
Park PobedyThis huge park, also referred to as Poklonnaya Gora was established in 1995 to celebrate the 50th anniversary of the Soviet Union's World Two victory over Nazi Germany. Once it was a hill where all important guests of the capital were met with a bow ("poklon" means a bow). It contains the Central Museum of the Great Patriotic War, an art gallery, the Cathedral of the Great Martyr Georg, a mosque and a synagogue erected in memory of those Muslims and Jews who have perished in the horror of the war. Moscow famous sculptor Zurab Tsereteli has placed here one of his most monumental masterpieces: the statue of St. Georg spearing the dragon. Another thing that attracts visitors is the chain of fountains illuminated in bloody red in the evening; this symbolizes the floods of blood shed by Soviet soldiers. Skateboarders love to use perfectly smooth marble surface for their exercises. On May 9th (Victory Day), Muscovites gather here to celebrate the triumph over Nazi Germany. The park is great for walking, rollerblading, skateboarding, or reading a book. To get to the park, take the metro to the station Park Pobedy, the park is just next to the station.
Open: 10:00-18:00 (museum Tue-Sun)
Metro: Park Pobedy
Tel: 237-0720

Serebryanny Bor (Silver Pine Forest)
This is a huge forest and park area that contains Moscow's most popular beaches. It features changing rooms, clean sand, beach volleyball areas, and boat, scooter and paddleboat rental. There are plenty of outdoor cafes and ice-cream stands. Note that the water may not be 100% safe for swimming. Serebryanny Bor is also great for cross-country skiing in winter. To get to the park, take the metro to the station Polezhaevskaya and take trolley bus 20, 21, 65 or minibus 65 to the stop "Serebryanny Bor", or you can take the metro to the station Oktyabrskoe Pole and then take minibus 15M to the station "4th Liniya".
Metro: Polezhaevskaya, Oktyabrskoe Pole
Tel.: 789-2570
Web: www.s-bor.ru

Sokolniki Park
Sokolniki ParkThis 600-hectare park surrounded by a forest is where the tsars used to bring their falcons (a falcon is called a "sokol" in Russian) to hunt foxes and other small animals. The first path was cut through the forest on the initiative of Peter the Great and since that all paths have the name "proseka" (cuttings). Today there are seven cuttings: Birch Cutting, Maple, Elm and others; they all form radial structure of the park. More than 500 kinds of plants and 70 kinds of animals inhabit this thicket. The international exhibition center in this park often holds large trade fairs. The spacious green areas with ponds, pavilions and playgrounds allow for nice walks. Fun fair, horseback riding, restaurant. To get to the park, take the metro to the station Sokolniki, and take a short walk along the alley.
Open: 11:00-21:00
Metro: Sokolniki
Tel: 8 499 268-6011
Web: www.park-sokolniki.ru

Troparyovsky Lesopark
A green oasis in the South of Moscow, this park has a beach, changing rooms, refreshment stands, a chess club, open-air stage, and ping pong tables. Canoes and paddleboats are available for rent. To get to the park, take the metro to the station Tyoply Stan, then walk for about 400 meters (0.2 mi) to reach the park.
Metro: Tyoply Stan
Tel: 438-6372

Vorobyovy Gory (Sparrow Hills)
Vorobyovy GoryLocated adjacent to Moscow State University (MGU), this area is great for walking and rollerblading in the summer with a magnificent view of the city on a smog-free day from the platform across from the University. Birds have nothing to do with the name: in the 15th century one noble lady bought a village here from a priest called Vorobey. Vorobey's name has outlived the glory of the Great Soviet leader Lenin, whose name this hill wore in the Soviet times. In front of the facade of MSU facing the Moscow-river there is a big square and a lovely alley decorated with busts of famous Russian scientists. The alley leads to the best observation point of the city. Many newlyweds will visit this famous place after their official wedding ceremony. In winter you can also observe snow-boarders and alpine skiers on the hill underneath. On weekend nights, the roads between the platform and Moscow State University are the scenes for impromptu car races. Souvenir vendors are always on the platform. To get to the park, take the metro to the station Vorobyovy Gory, then walk up the hill to the observation point.
Metro: Vorobyovy Gory

ESTATES

Abramtsevo
AbramtsevoAbramtsevo was mentioned in official documents for the first time in the 17th century. In 1843 Abramtsevo became property of a famous Russian writer Sergey Aksakov and after Aksakov's death it was bought by a successful manufacturer and patron of arts Savva Mamontov. At this estate you can see a collection of ceramics made by Vrubel and exhibitions dedicated to the estate's famous visitors (Turgenev, Repin, Vrubel, and others). Today Abramtsevo occupies about 50 hectares (0.2 sq. mi) along with a park and picturesque outskirts of the Vorya River and comprises architectural monuments created in the 18-19th centuries. The museum's collection features more than 25,000 items: pictures, drawings, sculptures, arts and crafts, photographs and archives of previous owners. To get to the estate, drive along Yaroslavskoe shosse from the city center, reach the 60th km of Yaroslavskoe shosse, watch for Khotkovo direction sign and turn left or you can take electric train (elektrichka) from Yaroslavsky railway station to the station "Abramtsevo".
Open: 10:00-19:30 (summer Wed-Sun ); 10:00-16:30 (winter)
Tel.: 8 496 543-2470
Web: www.abramtsevo.net

Arkhangelskoye Museum Estate
Arkhangelskoye Museum EstateArkhangelskoye is referred to as the Versailles of the Moscow region. At the beginning of the 18th century, the estate belonged to Prince D.M. Golitsyn. After his death, it was purchased by Prince N.B. Yusupov (1751-1831), one of Russia's richest noblemen. Prince Yusupov was a well-known art lover and collector and moved his art collection to Arkhangelskoye. It included over 500 paintings by European masters from the 17th to the 19th centuries, many of which are still on display at the estate today. The collection also includes rare books from the 16th to the 19th centuries, as well as sculptures, bronzes, clocks, furniture, porcelain, etc. The Church of Mikhail Archangel built in the 17th century stands on a high bank of the Moscow-river. There is also a theatre with decorations by famous artist P. Gonzaga, and, of course, The Colonnade. To get to the estate, go along Rublyovo-Uspenskoye shosse and turn right at the first traffic light after the village of Zhukovka onto llinskoye Shosse, drive 5 more km, or take the metro to the station Tushinskaya, then take bus 549, 541 or microbus 151 to the stop "Sanatory".
Open: 10:00-20:00 (Wed-Sun)
Metro: Tushinskaya
Tel: 363-1375
Web: www.arkhangelskoe.ru

Izmailovo Country Estate
Izmailovo Country EstateCountry residence of Russian tsars in the 17th and 18th centuries. The estate is located on the unique man-made island that was created at the behest of the tsar Alexey Mikhailovich, the father of Peter the Great. In 17th-18th centuries it was a summer residence of the tsar family where in 1666 Aleksey Mikhailovich organised an agricultural paradise with arable farming, bee- and poultry-keeping and other rural pleasures. Tsar's famous gardens became the prototype for future botanic gardens in Russia. The museum "Izmailovo and Russian Tsars" holds historical and dramatized excursions. The Mostovaya (Bridge) Tower, built in 1670, served as the main entrance to the Izmailovo estate and was part of an arched stone bridge across the Serebryany (Silver) Pond. The Tower's composition is typical of the middle-age architectural style of the second half of the 17th century and similar to some of the Moscow Kremlin towers. To get to the estate, take the metro to the station Partizanskaya, then take trolleybus 22 to the stop "Glavnaya Alleya".
Open: 10:00-22:00
Address: Gorodok Imeni Baumana, 1a
Metro: Partizanskaya
Tel.: 8 499 165-1236
Web: www.mgomz.ru

Kolomenskoye Open-Air Art Museum and Nature Preserve
Kolomenskoye Open-Air Art Museum and Nature PreserveThe Kolomenskoye estate was once the royal summer residence of the Grand Princes of Moscow Vasili III and Ivan IV, and was turned into a museum and nature preserve in 1923. While the wooden summer palace was pulled down under Catherine II after it fell into disrepair, some of the churches built in the 16th and 17th centuries remain intact and serve as monuments to important stages in development of Russian church architecture. Among them are the Church of the Ascension (1532) and the Church of the Icon of Our Lady of Kazan (1644-1670). Several examples of Russian wooden architecture have been moved to Kolomenskoye and are also displayed in the park, including the wooden house of Peter the Great dating back to 1702. The 390-hectare park is also famed for its alley of ancient oaks and linden trees - some purportedly more than 200 years old. It is ideal for family outings and picnics. Kolomenskoe, a small calm green island in the boiling ocean of the big city, has a very long history. The first known reference to Kolomenskoe village was found in the will-chart Moscow Grand Prince Ivan Kalita, dated 1339. But, according to archaeological evidence, the first settlement here was founded already 2.5 thousand years ago: it was so-called "Dyakovo Gorodische", the oldest settlement found on the territory of modern Moscow. Nowadays Kolomenskoe is included in the UNESCO List of World's Cultural and Natural Heritage. Among the other historical monuments in Kolomenskoe are the bell-tower of St. George (16th century), the Falcon Tower (1627) and Peter the Great's cabin (1702), brought here from Arkhangelsk. Some of the architectural monuments house the museum's expositions, changed from time to time. Various musical performances and festivals are arranged for numerous guests of Kolomenskoe. To get to the estate, take the metro to the station Kolomenskaya, then take a 10 minute walk along Prospekt Andropova.
Open: 08:00-22:00 (Apr-Oct); 08:00-21:00 (Nov-Mar)
Address: Prospekt Andropova, 39
Metro: Kolomenskaya
Tel: 8 499 612-5217 / 1155
Web: www.mgomz.ru

Kuskovo Estate and Ceramics Museum
Kuskovo Estate and Ceramics MuseumEntering the Kuskovo estate gates, you find yourself in a different dimension. It feels like you have come into the 18th century by a time machine. Kuskovo occupies the territory of about 32 hectares. Towards the 1750s, following new trends in lifestyle, Count Petr Sheremetev, an important member of nobility at the Russian Imperial Court, turned his family estate (dating from the 16th century) into a residence, or "chateau de plaisir", which amazed his contemporaries by its splendour. Up to 25,000 guests would flock here to lavish celebrations. Yet, Count Sheremetev had the mansion built as a recreational summer residence, as well as a focus for different art forms appreciated by connoisseurs. Exhibits displayed here form a large part of his vast collection of fine and applied art. Nowadays the museum stock counts some 34,000 items, including a huge collection of ceramics and glass from different countries, from antiquity up to the present day. Architectural composition of the estate unites the Palace itself, three pleasure pavilions in the shapes of a Dutch house, an Italian villa, a Chinese pagoda and some other buildings. Baroque gardens and park landscape are geometrically laid out in the English style near the Large Pond. The Neo-Classical style Palace is one of the best parts of the estate preserved till now. The dancing hall is the largest and most beautiful parlor in the palace. The whole interior looks very festive due to the white and gild decorations of the walls, mosaic parquet and crystal chandeliers. To get to the estate, take the metro to the station Ryazansky Prospekt, then take bus 133, 208 or minibus 157 to the stop "Muzei Kuskovo".
Open: 10:00-16:00 (Nov-Mar Wed-Sun); 10:00-18:00 (Apr-Oct Wed-Sun)
Address: Yunosti ul., 2
Metro: Ryazansky Prospekt
Tel: 375-3131
Web: www.kuskovo.ru

Kuzminki
This estate traces its history from 1702, when Peter the Great presented this land to his favourite Grigory Stroganov. Muscovites call Kuzminki Estate "the Russian Versal"; this wonderful architectural ensemble was created by celebrated architects Matvey Kozakov, Vasily Bazhenov and the Gilyardi family. Church of the Vlakhernskaya Virgin is an outstanding architectural masterpiece. Famous Peter Klodt and Ivan Vitali decorated the estate with their sculptures. In late 18th - early 19th centuries some landscape modifications took place: a "Star" park, English garden and a Chinese pond were laid out. The museum's exposition shows us life of the Russian nobility of the 19th century. In winter you can ride a dog team here or take part in the traditional Russian amusements; in summer you can make a bike-excursion about the estate or sail over the Kuzminki ponds and watch splendid flowerbeds planted for the flower festival. To get to the estate, take the metro to the station Kuzminki, once out of the metro take a 7-8 minute walk to reach the estate.
Open: 10:00-18:00 (museum)
Metro: Kuzminki
Tel: 377-9457
Web: www.kuzminky.ru

Lefortovo
LefortovoLefortovo park is connected with the history of a separate district in Moscow counting some 300 years. At first this area in the outskirts of Moscow on the bank of the Yauza River was called Nemetskaya Sloboda (German settlement). This district was created by Ivan the Terrible especially for foreigners standing on Russian service, so that they could keep their habits of living. Time went by; New Sloboda appeared in this area under Tsar Aleksey Mikhailovich, father of Peter the Great. Later on, this district beyond the Yauza River was named in the memory of Franz Lefort, a Swiss of French origin, close friend and fellow-champion of Peter the Great. The history of Lefortovo is also connected with the name of Yakov Bruce, the first Freemason in Russia and (as the legend tells) the offspring of Druids. In the 18th century Lefortovo was the residence of Russian Emperors and Empresses. Later Lefortovo became the base of some elite troops of the Russian army and a military school; military hospital was also built in this district. To get to the estate, take the metro to the station Baumanskaya, then take tram 37, 50 to the stop "Lefortovsky Most".
Open: 10:00-22:00
Address: Krasnokazarmennaya ul., 3
Metro: Baumanskaya
Tel: 8 499 612-5217
Web: www.mgomz.ru

Lublino Estate and Park
Lublino Estate and ParkThis lovely park and palace are mysteriously little-known by even native-born Muscovites. In the 17th century the lands had been a hunting park owned by the infamous Godunov family. By the end of the 18th century ownership had passed through the Razumovskys to the Durasovs, who built the present palace in the first decade of the 19th century. You can take a picnic and walk about the banks of the extensive Lublino Lake which forms the centre of the semi-landscaped park. Although Lublino's territory is adjacent to Kuzminki, it's a different estate with a different history, and is most easily accessed from a different metro station: Volzhkskaya. There is an extensive series of light classical concerts on weekend afternoons in summer, and even (free) outdoor performances of complete operas. To get to the estate, take the metro to the station Volzhskaya, once out of the metro, take a 5 minute walk to reach the estate.
Open: 09:00-18:00 (park); 10:00-17:00 (palace)
Metro: Volzhskaya
Web: www.mgomz.ru

Ostankino Estate Museum and Park
Ostankino Estate Museum and ParkOstankino was mentioned for the first time in the 16th century, but the oldest preserved building, the Church of Trinity, is dated 17th century. This beautiful palace belonged to Count Sheremetyev and is located on the shore of a lake right near the Botanical Garden and the VVTs Exhibition center. In the estate one of the first theatres in Russia was organised; all the actors here were serfs. This theatre still has one of the best acoustics in Moscow; moreover, it is the only preserved theatre of the 18th century. A considerable part of the Ostankinsky Park is occupied by the main Botanic Garden of the Russian Academy of Sciences with more than 2000 kinds of roses, 400 kinds of lilac, plenty of exotic plants, a 300-year-old linden alley and three ponds. The palace is not always open to visitors and is usually closed in winter months. Concerts in summer months. To get to the estate, take the metro to the station VDNKh, then take tram 17, 11 to the stop "Ostankino" or trolleybus 37 to the stop "Ulitsa Akademika Koroleva".
Open: 11:00-19:00 (museum in summer)
Address: 1st Ostankinskaya ul., 5
Metro: VDNKh
Tel.: 683-4645
Web: www.museum.ru/museum/ostankino

Tsaritsyno Museum and Nature Preserve
Tsaritsyno Museum and Nature PreserveThe name of this estate and park comes from the Russian word "tsar" and is home to the romantic ruins of the unfinished palace that Ekaterina II (Catherine the Great) ordered in 1775. The architect fell out of grace with Ekaterina and the incomplete project slowly fell apart. Its trees overlook the waters of the Upper Tsaritsyno pond, which together with the Shipilovsky and Borisovsky ponds form the largest cascade of ponds in Moscow. Tsaritsyno is the largest museum-reserve and historical and cultural monument of the federal level in Moscow, occupying over 700 hectares. A tremendously rich complex of architectural objects is gathered here - the historic village sites, plowed fields, barrows dated from the VI thousand years B.C. to the beginning of the XII century. To get to the estate, take the metro to the station Tsarityno, once out of the metro take a 5 minute walk to reach the estate.
Open: 06:00-24:00
Address: Dolskaya ul., 1
Metro: Tsarityno
Tel: 321-6366
Web: www.tsaritsyno-museum.ru