quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Green goal: Classificação pelo número de baratas...


23/01/2013 - 05h00

Restaurantes serão classificados pela higiene



JOHANNA NUBLAT
DE BRASÍLIA

Será que o frango oferecido no cardápio do restaurante foi estocado à temperatura correta? E que a cozinha tem uma proteção que barra a entrada de baratas?
Questões como essas devem ficar mais transparentes para o consumidor com um projeto em fase final de elaboração pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária): a classificação dos restaurantes do país com base nas condições de higiene do estabelecimento.
Até novembro, a Anvisa deve apresentar as primeiras "notas" de restaurantes das 12 cidades-sede da Copa.
A ideia segue experiências já adotadas em países como Dinamarca e Nova Zelândia e em cidades como Nova York.
Na cidade americana, desde 2010 os restaurantes são categorizados por letras --em que A é a melhor classificação, e C é a pior. Depois de avaliado, o restaurante deve afixar, de forma visível para o consumidor, sua "nota" --informação que vai parar até num aplicativo para smartphones.
Após a medida, um estudo apontou na cidade queda no número de casos de Salmonella --bactéria que pode causar diarreias, vômitos etc.
Um sistema de letras semelhante é usado na Nova Zelândia. Já a Dinamarca usa carinhas mais e menos felizes para indicar a condição sanitária dos restaurantes.
Essa transparência é boa, avalia o dinamarquês Simon Lau, chef do badalado restaurante Aquavit, em Brasília.
"Eu gostaria de colocar um sorriso ou uma letra 'A' no meu restaurante", afirma.

Editoria de Arte/Folhapress

MODELO NACIONAL
No caso do Brasil, ainda não foi definido se a categorização vai ser por letras, diz Denise Resende, gerente-geral de alimentos da Anvisa. Nem a forma como a comunicação será feita -se pela internet ou com aviso no estabelecimento.
"Queremos mostrar para o consumidor a variação na qualidade mesmo entre os restaurantes com permissão de funcionamento", diz Denise.
Durante dois anos, a agência quer testar o projeto, ainda tido como piloto, nas cidades da Copa -até para ser um guia a turistas estrangeiros. Há a possibilidade de estender a iniciativa a outras localidades.
A adesão das cidades é voluntária e haverá recursos federais (R$ 5 milhões) para qualificação de técnicos locais de vigilância sanitária.
Segundo Denise, caberá ao município estabelecer prioridades locais -como focar em um tipo de restaurante ou priorizar bairros-, com base num "check-list" de principais riscos à saúde.
O diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, ressalva que nenhum local ficará aberto sem o mínimo de higiene hoje determinado pelas leis brasileiras.

APROVAÇÃO
De forma geral, a proposta é bem vista pelo setor.
Fernando Cabral, da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), defende que seja voluntária a divulgação do resultado pelo restaurante -o que não está previsto. A entidade ainda questiona a capacidade de fiscalização da vigilância.
A ANR (Associação Nacional dos Restaurantes) diz que o modelo funcionou no exterior e que aguarda a divulgação dos critérios nacionais.

Gesso pode ser reciclado indefinidamente

Gesso pode ser reciclado indefinidamente

Por Jornal da Unicamp

Publicado em 17 de janeiro de 2013

http://www.iengenharia.org.br/site/noticias/exibe/id_sessao/4/id_noticia/7295/Gesso-pode-ser-reciclado-indefinidamente


Um estudo conduzido na Unicamp apontou a viabilidade de reciclar o resíduo do gesso proveniente da construção civil.

A pesquisa, desenvolvida pela engenheira civil Sayonara Maria de Moraes Pinheiro, atestou a possibilidade de recuperar o material, mantendo as mesmas propriedades físicas e mecânicas do gesso comercial.

O crescimento da construção civil no país na última década tem acentuado o descarte inadequado do resíduo no ambiente, que pode contaminar o solo e o lençol freático.

"Mostramos que é viável recuperar um resíduo que não era considerado possível de ser reciclado. Tanto que não existem usinas de reciclagem para este material no país. Estima-se que o resíduo do gesso represente em torno de 4% do volume do descarte da construção civil, que no Estado de São Paulo corresponde a mais de 50% de todo o resíduo sólido urbano gerado," evidencia a engenheira civil.

Gesso sustentável

O modelo experimental para a reciclagem do resíduo envolve duas fases, moagem e calcinação. Após estas etapas foram avaliadas as propriedades físicas e mecânicas do material reciclado.

"Os resíduos foram submetidos a ciclos de reciclagem consecutivos. Com estes ciclos, nós queríamos verificar se era possível reciclar o gesso, que já havia passado por processo de reciclo. Chegamos até o 5º ciclo de reciclagem e o gesso apresentou características químicas e microestruturais similares ao longo de todo o processo. Podemos inferir, portanto, que ele pode ser reciclado indefinidamente", conclui.

Os ciclos de reciclagem provam, segundo a engenheira, que o gesso da construção civil pode ser totalmente sustentável.

"Pode-se utilizar o resíduo do gesso em diversos ciclos de reciclagem, que é uma das diretrizes da sustentabilidade no setor. Além disso, evita a extração da matéria-prima de fabricação do gesso, que é a gipsita", complementa.

Impactos ambientais do gesso

O gesso é amplamente utilizado na construção civil.

Seus usos mais comuns incluem o revestimento de tetos e paredes, a confecção de componentes pré-moldados como forros e divisórias e como elemento decorativo, devido às suas propriedades de lisura, endurecimento rápido e relativa leveza.

A matéria-prima para a fabricação do gesso é o minério chamado gipsita, cujas maiores jazidas estão localizadas no polo gesseiro de Araripe, no sertão de Pernambuco - o polo é responsável por 95% da produção nacional.

A deposição inadequada do resíduo de gesso pode contaminar o solo e o lençol freático, devido às características físicas e químicas do material, que, em contato com o ambiente, pode se tornar tóxico. "O resíduo do gesso é constituído de sulfato de cálcio di-hidratado. A facilidade de solubilização promove a sulfurização do solo e a contaminação do lençol freático", explica Sayonara.

Do mesmo modo, a deposição do resíduo em aterros sanitários comuns não é recomendada. Neste caso, além de tóxico, a dissolução dos componentes do gesso pode torná-lo inflamável, explica a pesquisadora. "O ambiente úmido, associado às condições aeróbicas e à presença de bactérias redutoras de sulfato, permite a dissociação dos componentes do resíduo em dióxido de carbono, água e gás sulfídrico, que possui odor característico de ovo podre. A incineração do gesso também pode produzir o dióxido de enxofre, um gás tóxico. As possibilidades de minimizar o impacto ambiental, portanto, são a redução da geração do resíduo, a reutilização e a reciclagem", aconselha.

Tô me apressando para morrer...algum dia!

               Ministro das Finanças do Japão diz que idosos do País devem "se apressar e morrer"

A declaração virou manchete mundial e não agradou a população do País, cuja grande parte é idosa

     http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/aposentadoria/noticia/2664562/ministro-das-financas-japao-diz-que-idosos-pais-devem-apressar         

Por Luiza Belloni Veronesi


SÃO PAULO - O novo ministro das Finanças do Japão, Taro Aso, fez uma declaração polêmica nesta semana, durante uma reunião de governo. Aso afirmou que os idosos do País deveriam “se apressar e morrer” para aliviar os gastos governamentais com a saúde pública.
Segundo informações do The Guardian, o comentário acabou virando manchetes de jornais e não agradou nada o povo japonês, em parte porque um em cada quatro cidadãos é idoso. Daqui 50 anos, 40% da população terá idade superior a 60 anos.


Taro Aso - ministro das Finanças  (Reuters)
Taro Aso - ministro das Finanças (Reuters)

Quem também não gostou da declaração foi o novo primeiro-ministro, Shinzo Abe, que já comandou o Japão mas foi demitido com apenas um ano no poder, em 2007, devido a uma série de gafes feitas por membros de seu gabinete.
Na declaração completa, Aso referiu-se aos idosos que não conseguem viver sem a ajuda de aparelhos. “Deus me livre se você é forçado a viver quando quer morrer. Eu acordaria me sentindo cada vez pior sabendo que [o tratamento] foi tudo por conta do governo. O problema não será resolvido, a menos que as pessoas o deixe se apressar e morrer”.
Não é a primeira vez que o ministro de 72 anos, um dos políticos mais ricos do Japão, questiona o dever do Estado para com sua grande população idosa. Em 2008, enquanto era primeiro-ministro, Aso descreveu pensionistas como pessoas "senis" e que deveriam cuidar melhor de sua saúde.
Cuidar de idosos é um grande desafio para os serviços sociais do Japão. De acordo com um relatório atual, o número de famílias que recebem cuidados médicos, que incluem membros da família com 65 anos ou mais, foi mais de 678 mil, ou cerca de 40% do total. O governo planeja reduzir tais despesas em seu próximo orçamento, que deve entrar em vigor em abril deste ano, com os detalhes dos cortes esperados dentro de dias.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

TOKAMAK: Recriar o sol na Terra...


Projeto que quer reproduzir a energia do Sol na Terra começa a sair do papel

Inauguração de sede do Reator Experimental Termonuclear Internacional marca início da busca pela fusão nuclear em larga escala

20 de janeiro de 2013 | 2h 04

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,projeto-que-quer-reproduzir-a-energia-do-sol-na-terra-comeca-a-sair-do-papel-,986446,0.htm

LIVIO ORICCHIO, ENVIADO ESPECIAL - O Estado de S.Paulo
CADARACHE,  FRANÇA - O maior projeto científico da humanidade começou a sair do papel na quinta-feira passada. Numa cerimônia em Cadarache, no sul da França, foi inaugurado o edifício-sede do Iter - abreviação em inglês de Reator Experimental Termonuclear Internacional, iniciativa multinacional destinada a desenvolver a tecnologia da fusão nuclear em grande escala para a geração de energia.
O projeto pretende nada menos que reproduzir o Sol na Terra: num reator chamado tokamak, dois átomos de hidrogênio serão submetidos a temperaturas elevadíssimas, até se fundirem num átomo de hélio e liberar energia, como ocorre no Sol. A aventura deverá consumir até 2020, quando o reator estará operacional, US$ 15 bilhões (R$ 32 bilhões).
O planeta Terra está a aproximadamente 150 milhões de quilômetros do Sol. Há cerca de 4,6 bilhões de anos, recebe sua luz e calor, fonte de energia da origem e manutenção da vida. E deverá ser assim por outros 5 bilhões de anos, restante do tempo de vida do Sol.
Numa forma bastante simplificada, o Sol e as demais estrelas funcionam assim: sob a enorme pressão e temperatura do seu núcleo, dois átomos de hidrogênio se fundem e dão origem a um átomo de hélio. Essa reação libera enorme quantidade de energia. Apesar da considerável distância do Sol, é possível senti-la na Terra, sob a forma de luz e calor.
Não é de hoje que o homem observa o Sol com o desejo de reproduzir no planeta o seu processo de geração de energia. Primeiro, por ser muito eficiente. Basta uma pequena quantidade de matéria, ou átomos de hidrogênio, para a produção de muita energia. E, depois, por essa reação de fusão utilizar o elemento mais abundante no universo, o hidrogênio.
Não é tudo: a fusão dos átomos de hidrogênio requer cuidados, mas não cria impacto ambiental. Sua energia é limpa.
Efeitos. Os desafios científicos, de engenharia e financeiros para recriar o Sol na Terra são imensos. Não dá para reproduzir na superfície do planeta os efeitos da gravidade no interior das estrelas, razão da elevada pressão e temperatura no seu núcleo, essenciais para os átomos de hidrogênio atingirem o estado de plasma, condição em que se fundem.
Fazem parte do Iter a União Europeia, com 45,5% de participação, e seis outras nações, cada uma com 9,1% - Estados Unidos, Japão, China, Rússia, Índia e Coreia do Sul-, representando 34 países.
Atenção: fusão nuclear é diferente de fissão nuclear. Na fissão, núcleos de átomos de elementos radioativos, como urânio, são bombardeados para se romperem. E esse processo também gera elevada quantidade de energia, mas os riscos de contaminação da fissão, quase inexistentes na fusão, representam um grande problema. Há no mundo 440 usinas nucleares com reator a fissão.
O comissário de energia da União Europeia, Günther Oettinger, e a ministra francesa da Educação, Geneviève Fioraso, assistiram à inauguração do edifício-sede do Iter, em Cadarache.
Tecnologia. O professor titular do Instituto de Física da Universidade de São Paulo Ricardo Galvão acompanha de perto o projeto. "A fusão nuclear é uma tecnologia promissora como fonte de energia e sem os problemas da fissão nuclear. Ainda há algumas dificuldades científicas e técnicas para serem resolvidas, mas os experimentos na Inglaterra e nos Estados Unidos demonstraram sua viabilidade", diz.
"A demanda mundial de energia hoje é 15 terawatts (1 terawatt equivale a 1 trilhão de watts), enquanto em 2050 será de 30 terawatts, considerando-se que a população do planeta será de 10 bilhões de habitantes. Se a fusão nuclear não funcionar, a situação ficará difícil", explica Galvão.
"O principal objetivo do Iter é apenas desenvolver a tecnologia da fusão. Cada país envolvido depois realizará seus próprios projetos de fusão nuclear e construir seus reatores (tokamak) com base no conhecimento adquirido em conjunto no Iter", explica Robert Arnoux, do departamento de comunicações do projeto.
A diferença entre o tokamak e o reator da fissão nuclear é a forma como se obtém calor. Como já mencionado, a fusão funde os átomos de hidrogênio e a fissão rompe o núcleo dos átomos de urânio, por exemplo. Uma vez gerado o calor, a sequência do processo para a obtenção da energia elétrica é a mesma: o calor do tokamak e do reator a fissão esquenta água até o estado de vapor para movimentar uma turbina coligada a um gerador elétrico.
Os técnicos do Iter acreditam que o tokamak apresentará rendimento energético semelhante aos reatores da fissão nuclear. Os da última geração têm potencial para produzir 1,3 mil megawatts (MW). Para se ter uma referência, a Hidrelétrica de Itaipu tem uma capacidade instalada para gerar 14 mil MW.
Mas há desconfiança da comunidade científica no projeto Iter. Nem todos os desafios científicos e de engenharia foram resolvidos e há ainda problemas decorrentes das profundas diferenças culturais e dos interesses políticos existentes entre as nações envolvidas.
Essas incertezas, somadas à impossibilidade de as nações envolvidas investirem os valores elevados necessários, causaram atrasos importantes no Iter. Mas é verdade também que nunca o projeto andou como agora, o que mostra a confiança dos interessados no sucesso do programa da fusão nuclear.

Anistia concedida a quem degradou áreas preservadas?


Procuradoria Geral questiona trechos do Código Florestal no Supremo

Em ações, procuradora-geral questiona a anistia concedida a quem degradou áreas preservadas

21 de janeiro de 2013 | 19h 58

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,procuradoria-geral-questiona-trechos-do-codigo-florestal-no-supremo,987077,0.htm

O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal (STF) vai ter de decidir se o novo Código Florestal está ou não está de acordo com a Constituição brasileira. A procuradora-geral da República interina, Sandra Cureau, encaminhou nesta segunda-feira, 21, três ações ao STF questionando artigos da lei que foi aprovada no ano passado.
Veja também:

Na opinião de Sandra Cureau, entre os dispositivos inconstitucionais do código estão trechos que reduziram e extinguiram áreas que anteriormente eram protegidas. "A criação de espaços territoriais especialmente protegidos decorre do dever de preservar e restaurar os processos ecológicos essenciais, de forma que essa deve ser uma das finalidades da instituição desses espaços", disse.
Nas ações, a procuradora também questiona a anistia concedida a quem degradou áreas preservadas. Para ela, o código acaba com o dever de pagar multas e impede sanções penais. "Se a própria Constituição estatui de forma explícita a responsabilização penal e administrativa, além da obrigação de reparar danos, não se pode admitir que o legislador infraconstitucional exclua tal princípio, sob pena de grave ofensa à Lei Maior", sustentou.
Sandra Cureau pediu que o STF conceda liminares para suspender trechos do novo Código Florestal. Diante da relevância do tema, a procuradora também requereu que o tribunal adote um rito abreviado na tramitação do processo. Se esse rito for aprovado, o julgamento definitivo dos processos poderá ocorrer mais brevemente.
A votação pelo STF das ações sobre o Código Florestal deverá provocar bastante polêmica. Quando tramitou no Congresso, o projeto dividiu diversos setores da sociedade, como ambientalistas, ruralistas e acadêmicos. Como o STF pode declarar a inconstitucionalidade de trechos da lei, as discussões deverão voltar praticamente à estaca zero. 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Vamos cobrar a sustentabilidade na Cãmara Municipal de São Paulo


 Novos vereadores: Ricardo Young defende sustentabilidade
  
http://www.camara.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=13822:novos-vereadores-ricardo-young-defende-acoes-de-sustentabilidade&catid=146:novos-vereadores&Itemid=65
 




RenattodSousa
RICARDO_YANG-1412012-RttodSousa_0058-72-ABREEleito com mais de 42 mil votos, o novo vereador da Câmara Municipal de São Paulo Ricardo Young chega ao Legislativo com o objetivo de desenvolver projetos voltados para uma cidade mais sustentável.
 O tema sustentabilidade, segundo o empresário, é "transversal" e deve ser levado em consideração na discussão de todas as políticas públicas. "A sustentabilidade é a lei da precaução, ou seja, de nada adianta fazermos um projeto hoje sem pensarmos no meio ambiente, porque com certeza no futuro teremos problemas e precisaremos refazer as obras, e quem vai pagar por isso é a sociedade", argumentou Young.
 Para executar suas metas, adianta o empresário, o objetivo é levar a sustentabilidade para a discussão do Plano Diretor – política de desenvolvimento e expansão urbana – que deve ser debatido na Câmara Municipal ainda neste primeiro semestre. "É fundamental levar em consideração esse aspecto quando formos debater o Plano Diretor, porque é por meio dele que vamos ter uma reapropriação do espaço urbano pelo cidadão e a revisão na forma de como esses locais estão sendo usados", explicou Young.
 Durante o mandato, Ricardo Young também pretende apresentar projetos para a ampliação das ciclovias e melhorias no transporte público. "Somos defensores do não uso do automóvel, no entanto, não adianta falarmos isso sem termos alternativas. Além de aumentar a oferta de transporte público, é necessário que exista pontualidade e conforto para atender as pessoas", afirmou.
 O novo parlamentar, nascido em São Paulo, deverá integrar as comissões ordinárias de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente e a extraordinária de Meio Ambiente.
 Sobre o seu mandato, o empresário garante que os cidadãos podem esperar uma atuação transparente e de participação popular. "Estamos criando mecanismos de comunicação com a população e pretendo fazer mensalmente uma roda de conversas com temas importantes para a cidade. Além disso, faremos dois grandes seminários neste ano para discutirmos a educação", sinalizou.

Nome: Ricardo Young Silva
Nome parlamentar: Ricardo Young
Partido: Partido Popular Socialista – PPS
Coligação: PPS / PMN
Legislatura: 1ª
Idade: 55 anos
Natural de: São Paulo - SP
Estado Civil: Casado
Ocupação: Empresário
Escolaridade: Superior completo
Votação: 42.098 votos

Confira entrevista em vídeo:




domingo, 20 de janeiro de 2013

Programa de reciclagem transforma bitucas de cigarro em plástico

Programa de reciclagem transforma bitucas de cigarro em plástico

Em Trenton

veja os destaques de Meio Ambiente (2013)

Foto 18 de 18 - 18.jan.2013 - Programa de reciclagem transforma pontas de cigarro em plástico. As cinzas são esterilizadas e dissecadas, misturando o papel e o tabaco, enquanto o acetato de celulose, material plástico usado no filtro, é fundido e reciclado. Segundo o criador do projeto, o empresário Tom Szaky, os cigarros são a principal fonte de resíduos mundial e respondem por 37% de tudo o que as pessoas jogam fora Emmanuel Dunand/AFP

Sentado em seu escritório em Trenton, em Nova Jersey, na costa leste dos Estados Unidos, Tom Szaky é o bem sucedido jovem presidente de uma empresa que lançou o primeiro programa de reciclagem de pontas de cigarro exportado ao mundo.
Segundo Szaky, os cigarros são a principal fonte de resíduos do mundo e respondem por 37% de tudo o que as pessoas jogam fora. Como o jovem empresário adora desafios, encontrar uma solução para reciclar esse descarte era um dos seus três grandes objetivos de 2012, junto com o das gomas de mascar e o das fraldas usadas. O programa de coleta de gomas de mascar será lançado no Brasil e o de fraldas usadas, nos Estados Unidos, explicou.
Lançado em maio no Canadá, o programa de reciclagem de pontas de cigarro da sua empresa TerraCycle garante a coleta do material descartado e a transformação das bitucas em plástico. O material, depois, pode ser usado em novos produtos, como cinzeiros. O programa também já foi levado para os Estados Unidos e a Espanha.
O princípio é o mesmo e independente do país: os voluntários, que podem ser pessoas, empresas, organizações de defesa do meio ambiente, coletam as pontas de cigarro e as enviam à sede nacional da TerraCycle, que paga pelo custo do pacote. As cinzas são esterilizadas e dissecadas, misturando o papel e o tabaco, enquanto o acetato de celulose, material plástico usado no filtro, é fundido e reciclado. 
O programa é pago pela indústria do tabaco, de acordo com Szaky. Ele afirma que s empresas do setor ficam satisfeitas em demonstrar uma boa ação perante a opinião pública, e os voluntários recebem pontos para financiar projetos em escolas ou associações de caridade.
A reciclagem de pontas de cigarro não é a primeira operação lançada pelo TerraCycle, uma empresa que há dez anos se especializou em reciclagem e na "transreciclagem" (transformação de um produto reciclado em algo novo e de valor superior) de sessenta maços diferentes.
Entre eles estão embalagens de sucos de fruta, garrafas plásticas, canetas, copos de café, papéis de bombons e escovas de dentes. O sucesso da empresa tem superado as expectativas.
"Recuperamos muito rápido mais de um milhão de cigarros. Organizações formidáveis têm garantido a coleta, e a indústria do tabaco mostrou tanto entusiasmo que lançou o programa nos Estados Unidos e na Europa", comemorou Szaky.
"Nos próximos quatro meses, o programa será lançado na França, na Alemanha, na Suíça, na Áustria, na Noruega, na Dinamarca, na Suécia, na Finlândia e talvez no México", afirmou o jovem nascido há 30 anos na Hungria e criado no Canadá.
Tom Szaky, cuja empresa emprega uma centena de pessoas no mundo, disse que quer chegar em 2013 a novos países da América Latina e do leste europeu. "Quero resolver todos os problemas de resíduos que existem, começando pelos produtos que se pensa que não podem ser reciclados", afirmou.

Vamos Recriar com você na ag21 Macroleste

A arq. Miriam Morata Moraes da Recriar com você visita a plenária do Fórum da Agenda 21 Macroleste em 19/01/13






Cintia, Miriam e a Margarete







Plenária Fórum Agenda 21 – Macro Leste

 http://www.recriarcomvoce.com.br/blog_recriar/plenaria-forum-agenda-21-macroleste/

 Autoria: Arq. Míriam Morata Novaes

Neste sábado 19 janeiro de 2013 participei da Plenária Fórum Agenda 21 Macro Leste, no espaço Benfeitores da Natureza do SESC Itaquera, representando a RECRIAR. O convite foi feito pela Cintia Okamura, socióloga, pesquisadora e educadora ambiental; que desenvolve ações de apoio às Agências Ambientais da CETESB e coordenadora do grupo.
Agenda 21 é um documento estratégico, um programa de ações abrangente para ser adotado global, nacional e localmente, visando fomentar em escala planetária, a partir do século XXI, um novo modelo de desenvolvimento que modifique os padrões de consumo e produção de forma a reduzir as pressões ambientais e atender as necessidades básicas da humanidade.
O capítulo 28 da Agenda 21 global estabelece que “cada autoridade em cada país implemente a Agenda 21 local, tendo como base de ação a construção, operacionalização e manutenção da infra-estrutura econômica, social e ambiental, estabelecendo políticas ambientais locais e prestando assistência na implementação de políticas ambientais nacionais”.
Dentro deste contexto, em junho de 2005, instituiu-se o Fórum da Agenda 21 Macro Leste, com a adesão das 11 subprefeituras que englobam a Zona Leste do município (Aricanduva/Formosa/Carrão, Cidade Tiradentes, Ermelino Matarazzo, Guaianases, Itaim Paulista, Itaquera, Mooca, Penha, São Mateus, São Miguel, V. Prudente/Sapopemba), como um fórum democrático com participação de organizações da sociedade civil, iniciativa privada e do poder público que se reúne, organiza e trabalha para viabilizar a implantação de ações voltadas ao desenvolvimento sustentável da Região Macro Leste que tenha reflexos na Cidade de São Paulo.
Uma das ações priorizadas por este Fórum refere-se ao fomento de políticas públicas para fazer frente aos desafios da atualidade no que se refere aos conflitos da ocupação urbana. Tal tema surgiu diante das questões vivenciadas pelos participantes desse fórum na realidade local principalmente no que se refere a ocupações irregulares e em áreas de risco, bem como pelas dificuldades enfrentadas no dia a dia pelos próprios órgãos públicos e instituições que lidam com o assunto.
Sendo assim, foi deliberada na plenária do Fórum Agenda 21 Macro Leste de junho de 2010, após reunião prévia com os Defensores Públicos da Região Leste, a realização de um encontro ampliado com o tema “Conflitos da Ocupação Urbana: ocupação irregular em APP e áreas de risco”, que aconteceu em 05 de agosto de 2010, e teve a participação das instituições que lidam com o assunto e que muitas vezes enfrentam situações de conflito entre elas próprias.

A proposta é a RECRIAR trabalhar junto no “GT Conflitos da Ocupação Urbana: ocupação irregular em APP e áreas de risco”. O objetivo do grupo é repensar de forma ampla a questão “meio ambiente e moradia” através da formulação de uma nova forma de se fazer políticas públicas de forma participativa, principalmente um “pacto socioambiental na zona leste” e evitar confrontos futuros.  Abrir um caminho inédito para o diálogo e para a construção de um novo modelo na constituição de parcerias entre as diversas instituições de forma voluntária baseada na ambiência e cultura de paz.
Desse grupo de trabalho participam representantes de instituições estaduais como a Defensoria Pública, Cetesb, Sabesp; das instituições municipais como Habitação, Verde e do Meio Ambiente, Subprefeituras , Defesa das Águas, Defesa Civil, Saúde, Educação, Assistência Social, Representantes dos Cades Regionais; além dos Representantes do Fórum Macro Leste, Comunidade envolvida, entre outros.
No momento, esse Grupo de Trabalho está construindo um “plano de urbanização” participativo para o exercício de uma nova forma de parceria que possa construir um novo modelo. E assim,  está sendo possível buscar uma solução integrada inédita: A “regularização fundiária sustentável”, na prática, a RECRIAR tem como meta fazer pesquisa, capacitação e construção de casa popular sustentável de baixo custo (R$ 5.000,00) e tentaremos unir nossos objetivos e realizar esse desafio juntos.
Agradeço ao Fred do “Parques Sustentáveis” e todos que receberam nosso trabalho e projeto com respeito e atenção. Que esta parceria possa produzir muitos frutos para muitos seres.
Leia mais: http://forumag21macroleste.webnode.com.br/
Conheça nosso parceiro – http://parquessustentaveis.blogspot.com.br/
Arq. Míriam Morata Novaes


Habitação Popular


Ruas de São Paulo revelam história da cidade; veja fotos


20/01/2013 - 11h08

Ruas de São Paulo revelam história da cidade; veja fotos

DE SÃO PAULO

http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/1216929-ruas-de-sao-paulo-revelam-historia-da-cidade-veja-fotos.shtml


No dia 25 de janeiro, a cidade de São Paulo comemora 459 anos. A partir da segunda metade do século 20, as ruas da capital ganharam novos edifícios e paisagens.
Para relembrar essa época, a Folha selecionou algumas imagens de ruas e dos principais bairros da cidade.

As fotos selecionadas fazem parte do acervo da Folha.
Para conhecer mais sobre a história de algumas ruas da cidade, a Secretaria Municipal de Cultura disponibiliza na página do Arquivo Histórico de São Paulo um serviço de busca em que é possível saber a origem dos nomes das ruas.