domingo, 1 de janeiro de 2012

Para ambiente, 1º ano de Dilma é pior que o de Collor

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/17741-para-ambiente-1-ano-de-dilma-e-pior-que-o-de-collor.shtml

São Paulo, domingo, 01 de janeiro de 2012Ciência


Presidente não criou reservas ambientais e aceitou perda de poder do Ibama
Por outro lado, desmate manteve tendência de queda, embora área absoluta desmatada ainda seja gigantesca

CLAUDIO ANGELO
DE BRASÍLIA



Presidente da conferência Rio +20, Dilma Rousseff teve uma atuação apagada na área ambiental em seu primeiro ano de governo. Sob alguns aspectos, pior que a de Fernando Collor, em cujo governo aconteceu a Eco-92.
Dilma não criou nenhuma unidade de conservação em 2011; em 1990, seu primeiro ano de mandato, Collor criou 15. O desmatamento em 1990 caiu 22% em relação ao ano anterior, o dobro da queda estimada para 2011 -embora Dilma esteja melhor nos números absolutos de desmate.
Diante da repercussão internacional da polêmica obra da usina hidrelétrica de Cararaô, no rio Xingu, Collor engavetou o projeto.
Dilma o ressuscitou, sob o nome de Belo Monte, concedendo-lhe a licença de instalação mesmo sem o cumprimento de todas as condicionantes impostas pelo Ibama.
Unidades de conservação e terras indígenas são indicadores importantes do desempenho ambiental de um governo, pois elas mexem na estrutura fundiária e em interesses econômicos nas regiões onde são criadas.
Enquanto ministra da Casa Civil do governo Lula, Dilma represou a criação de novas unidades, especialmente na Amazônia, submetendo-as ao crivo do MME (Ministério de Minas e Energia).
Na Presidência, manteve o ritmo. Seu governo é o primeiro desde FHC-1 (1995-1998) a não criar áreas protegidas no primeiro ano de mandato.
Um refúgio da vida selvagem no Médio Tocantins, por exemplo, está com sua proposta de criação parada no MME, que tem interesse em construir na região a hidrelétrica de Ipueiras -um projeto que o Ibama já havia considerado inviável do ponto de vista ambiental.
O governo também cortou 30% do orçamento do Instituto Chico Mendes, órgão gestor das unidades.

SEM CLIMA

O primeiro ano de Dilma passou sem avanços na agenda de mudança climática.
Conforme a Folha mostrou, o governo não fez quase nada para implementar em 2011 a meta brasileira de cortar até 39% das emissões de gás carbônico em 2020 em relação à tendência de crescimento atual dos gases.
"O pacote de mudança climática ela recebeu pronto do governo Lula. Não avançou nem regrediu", disse Nilo Dávila, do Greenpeace. "Em outras coisas, ela deu continuidade para o mal."
Ele se refere ao maior retrocesso legislativo na área ambiental: a Lei Complementar 140, que reduz o poder de fiscalização do Ibama.
Pelo texto aprovado no Senado em outubro, a competência de multar crimes ambientais é do ente federativo (União, Estado ou município) que licencia. Como desmatamentos são sempre licenciados pelos Estados, autuações feitas pelo Ibama poderão ser anuladas pelas secretarias de Meio Ambiente estaduais.
Em 2009, durante a cúpula do clima de Copenhague, quando o enfraquecimento do Ibama foi inserido no projeto durante sua votação na Câmara, o presidente Lula se comprometeu a vetá-lo.
Dilma concordou com a promessa. Mas, no dia 8 deste mês, durante outra cúpula do clima, em Durban, a presidente sancionou o texto.
Questionado pela Folha, o Planalto deferiu a resposta ao Ministério do Meio Ambiente. Este disse que, "na prática, o Ibama continua atuando normalmente".
Sobre a falta de criação de unidades de conservação, o ministério afirmou que está revendo a Estratégia Nacional de Conservação da Biodiversidade, com a definição de critérios para a proposição de novas áreas protegidas.

Forte terremoto atinge litoral do Japão

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1028553-horoscopo-chines-preve-mudancas-e-desastres-no-mundo-em-2012.shtml


01/01/2012 04h24 - Atualizado em 01/01/2012 07h27

Forte terremoto atinge litoral do Japão

Agência dos EUA registrou tremor de magnitude de 6,8.
Agência japonesa informou que terremoto teve magnitude 7.

Do G1, com agências internacionais
Um forte terremoto de magnitude 7 atingiu, neste domingo (1º) o mar ao sul do litoral do Japão, informou a Agência Meteorológica do país.
Não há informações sobre vítimas, danos nem sobre possibilidade de formação de tsunami na região.
A agência japonesa informou que o tremor ocorreu às 14h28 (3h28 de Brasília) em águas afastadas da área central de Torishima Kinkai, a uma profundidade de 370 km.
O terremoto alcançou intensidade 4, na escala japonesa fechada de 7 graus, e foi sentido em cidades das regiões assoladas pelo potente terremoto de 11 de março de 2011, como Iwanuma, na província de Miyagi; Hitachi, na de Ibaraki; e Minamisoma, em Fukushima.
O Serviço de Vigilância Geológica dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) também registrou o forte terremoto, e informou que a magnitude do tremor chegou a 6,8.
Em Tóquio, o terremoto foi sentido com uma intensidade de 4 na escala japonesa no distrito de Chiyoda, e de 3 em outros como Minato e Shinjuku. Não há registro de danos ou vítimas.
Segundo a televisão japonesa "NHK", o tremor não causou alterações no país. Trens e os principais aeroportos operam com normalidade.
O Japão fica sobre uma das zonas sísmicas mais ativas do mundo, e é por isso que os terremotos ocorrem com frequência na região.
O terremoto e posterior tsunami que arrasou o nordeste do país no dia 11 de março mataram 15.844 pessoas e deixou 3.451 desaparecidos, segundo dados atualizados em 30 de dezembro pela polícia japonesa.




PPP Fukushima?


01/01/2012 - 12h23

Comissão nuclear japonesa recebeu doações da indústria

DA FRANCE PRESSE, EM TÓQUIO

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1028573-comissao-nuclear-japonesa-recebeu-doacoes-da-industria.shtml


Quase um terço dos integrantes da comissão oficial japonesa sobre segurança nuclear recebeu doações da própria indústria nuclear do país, informa o jornal "Asahi Shimbun", em um claro questionamento da neutralidade do painel.
De acordo com o jornal, dois dos cinco membros permanentes e 22 dos 84 observadores externos da comissão receberam doações de empresas e organizações industriais vinculadas ao setor nuclear, em um período de cinco anos, até março de 2011, quando aconteceu o acidente de Fukushima.
As doações chegaram a US$ 1,1 milhão, segundo o jornal. Pelo menos 11 integrantes receberam doações de fabricantes de reatores nucleares e empresas ligadas à produção de combustível nuclear e que eram objeto de análise da própria comissão.
As revelações do Asahi Shimbun representam um duro golpe à neutralidade do grupo, no momento em que a segurança dos reatores nucleares japoneses é um tema chave após o terremoto seguido por um tsunami de 11 de março.
A catástrofe deixou 20 mil mortos ou desaparecidos e provocou um grande acidente na central nuclear de Fukushima.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Top 6 Green Architecture Stories of 2011 – Vote for Your Favorite!

http://inhabitat.com/top-6-green-architecture-stories-of-2011-vote-for-your-favorite/

by Diane Pham, 12/31/11
filed under: Architecture, Best of 2011


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2011 saw more exciting, innovative and record-breaking green buildings than ever before, and judging from the popularity of our eco architecture stories, many of you agree! From the world’s largest wooden structure in Seville to the world’s first vertical forest beginning construction in Milan, if you want to see some of the most mind-blowing designs that made waves this year, then check out 2011′s most popular stories below — and be sure to vote for your favorite!

Which is your favorite green architecture story of 2011?



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Software da Embrapa sobre avaliação de segurança e impactos de plantas geneticamente modificadas está disponível na web

http://www.cnpma.embrapa.br/nova/mostra2.php3?id=857


28.12.2011

A primeira iniciativa no sentido de criar uma metodologia mais robusta e embasada para a avaliação da segurança e dos impactos integrados de Plantas Geneticamente Modificadas é de autoria de pesquisadores brasileiros e culminou na elaboração da Metodologia de avaliação e do Software “Sistema de Avaliação de PGM” ou AS-GMP (Assessment System for Genetically Modified Plants), disponível no site da Embrapa Meio Ambiente: http://www.cnpma.embrapa.br/ASGMP.html.

Este método, de autoria de Katia Regina Evaristo de Jesus, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) e colaboradores, foi publicado na revista Environmental Impact Review, e tem por finalidade a disponibilização de uma metodologia pioneira para análise da segurança e de impactos de plantas geneticamente modificadas. “Para facilitar do emprego da metodologia são apresentados critérios de segurança para análise e indicadores de impactos técnicos e gerais das plantas GM”, explica a pesquisadora. 

“Apesar da importância e preocupação atribuídas aos efeitos advindos da aplicação de plantios transgênicos a campo, a Metodologia de avaliação - software “Sistema de Avaliação de PGM” ou AS-GMP (Assessment System for Genetically Modified Plants) é a primeira proposta com a finalidade de realizar a avaliação integrada da segurança e dos impactos de PGM”, diz. 

Este método conta com uma ferramenta de apoio, o Software AS-GMP. Este consiste em um formato eletrônico para a disposição das planilhas, nas quais os indicadores ou critérios para avaliação são apresentados e pode ser acessado no site da Embrapa Meio Ambiente: http://www.cnpma.embrapa.br/ASGMP.html. 

A avaliação é realizada por meio de indicadores organizados em dimensões gerais, dentre elas: ambiental, econômico, social e abordagem institucional. Para uma avaliação completa é necessário analisar os indicadores técnicos relacionados com a modificação genética: inserção do gene, características da planta, fluxo gênico, questões alimentares, introdução do PGM, ocorrências inesperadas, dentre outros.

O Software está organizado em três ferramentas: planilhas para a ‘Análise da Segurança’, através do Índice de significância, as planilhas de indicadores de Impacto, calculado através do Índice de Magnitude. Finalmente, a combinação dos dois índices (Significância x Magnitude) é apresentada na Matriz de Impacto, na qual é apresentada o Valor de Impacto Geral. O Software AS-GMP funciona como um guia que aponta os indicadores que devem ser analisados e os componentes que podem ter alguma importância na avaliação, portanto, o método contribui para reduzir a subjetividade da análise.

“A organização dessas informações em um software na web permite que resultados de ensaios laboratoriais ou de campo sejam anexados para justificar os pesos atribuídos para cada indicador ou critérios avaliado. Outra vantagem é a possibilidade de definir acessos diferentes para pesquisadores que fazem parte da avaliação, agentes reguladores ou gestores. Os resultados são apresentados de modo ilustrativo, no formato de gráficos, tabelas, matrizes de modo a facilitar a proposição de medidas corretivas para melhorar a segurança ou mitigação dos impactos negativos”, enfatiza Kátia.

Cristina Tordin
Jornalista, MTB 28499
Embrapa Meio Ambiente


Ministra do Meio Ambiente volta a elogiar texto-base do novo Código Florestal


30/12/2011

http://www.seculodiario.com.br/exibir_not.asp?id=33292


Manaira Medeiros


A ministra do Meio Ambiente. Izabella Teixeira. voltou a elogiar o texto do novo Código Florestal aprovado no Senado, em entrevista concedida à Agência Brasil. Segundo ela, o texto tem avanços “muito expressivos” e a intenção do governo federal é buscar convergência com os deputados federais. O apoio público da ministra às alterações da legislação ambiental, apesar dos inúmeros alertas da comunidade científica e de movimentos sociais, motivou recente protesto em Brasília.

Izabella acredita que haverá “muita conversa com a Câmara, diálogo e postura construtiva”, em busca de se fechar um consenso sobre a questão. Mas também pontos de polêmica, como o envolvendo a regularização ambiental. “Minha disposição é de dialogar e de manter as APPs [Áreas de Preservação Permanente], a reserva legal e tudo o que tivemos no Senado”, afirmou à agência.

O clima de otimismo da ministra, porém, não condiz com as movimentações da bancada ruralista na Câmara dos Deputados, tão logo o texto-base aprovado no Senado retornou à Casa. Mesmo tendo pressa na aprovação do projeto, os parlamentares do agronegócio adiaram a votação para depois do recesso, em março de 2012, devido a divergências. Embora o texto tenha sofrido algumas alterações, porém, mantendo intactos os interesses da bancada e os principais pontos polêmicos, os deputados querem enviar à sanção o primeiro relatório, do hoje ministro Aldo Rebelo (PCdoB-SP).

O Senado manteve a anistia aos desmatadores, a redução das áreas protegidas e a flexibilização das leis que irão gerar ainda mais desmatamento no País. É esse texto que a ministra Izabella Teixeira defende, contrariando compromissos públicos da própria presidente Dilma Rousseff, de não aceitar o perdão às multas e qualquer ato que permita o aumento das áreas desmatadas, o que ameaça os acordos internacionais assumidos pelo Brasil para reduzir as emissões dos gases de efeito estufa até 2020.

A postura da ministra em relação ao resultado das articulações com senadores diverge da ocasião em que o relatório foi aprovado na Câmara, quando Izabella fazia coro às declarações de Dilma e cobrou posição firme dos membros do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), o qual preside, quanto à questão.


Há duas semanas, entidades da sociedade civil realizaram protesto com foco no Ministério de Meio Ambiente, com divulgação de manifesto que trata o novo Código como retrocesso na gestão ambiental e um “apagão ambiental”. Documento com assinatura de 1,5 milhão de brasileiros contra as alterações foi entregue à presidente Dilma. Intenção é cobrar da presidente o veto aos principais pontos do projeto.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Estado de MS cria formulário para controle da poluição da água






http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=78471

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente divulgou hoje (29) no Diário Oficial uma resolução que dispõe sobre a declaração de carga poluidora de fontes potenciais ou efetivamente poluidoras de águas. A criação do formulário se deve à necessidade de revisão dos procedimentos e critérios utilizados no licenciamento ambiental visando à melhoria contínua e ao desenvolvimento sustentável. O procedimento leva em conta que o controle da poluição está diretamente relacionado com a proteção da saúde, garantia do meio ambiente ecologicamente equilibrado e a melhoria da qualidade de vida.

Todos os empreendimentos geradores de efluentes líquidos, efetiva ou potencialmente poluidores das águas devem apresentar, até o dia 31 de março de cada ano, a declaração de carga poluidora referente ao ano anterior.

A declaração deve conter, entre outros dados, a caracterização qualitativa e quantitativa de seus efluentes, baseada em amostragem composta dos efluentes durante o período de funcionamento da atividade, bem como as condições de manutenção dos equipamentos e o estado de conservação do sistema de controle da poluição.

Conforme a publicação, o formulário terá que vir acompanhada da respectiva anotação de responsabilidade técnica do profissional responsável pela sua elaboração, bem como pelos boletins analíticos referentes aos ensaios laboratoriais dos efluentes, devidamente assinados por profissional legalmente habilitado.

O Instituto de Meio Ambiente do Estado deverá ser informado das substâncias que poderão estar contidas no efluente gerado. Se caso o formulário não for entregue no prazo estabelecido o empreendimento perderá a licença ambiental.

Mais informações e conhecimento do formulário na página 25 do Diário Oficial.

...................................................................................

http://ww1.imprensaoficial.ms.gov.br/pdf/DO8099_29_12_2011.pdf



Cidade ecológica




Nº edição: 742 | 22.DEZ.11 - 19:10 | Atualizado em 22.Dez.11 - 19:10

Sem fazer muito alarde, o Brasil começa a seguir os passos de outros países da Europa e da Ásia que apostam em cidades verdes.

por Rosenildo Gomes Ferreira

Sem fazer muito alarde, o Brasil começa a seguir os passos de outros países da Europa e da Ásia que apostam em cidades verdes. Um dos projetos que estão em fase avançada de implantação é o Bairro Pedra Branca, situado em Palhoça, cidade da região metropolitana de Florianópolis. Iniciado em 2000, o empreendimento dará seu maior salto no período 2012-2013, quando serão entregues o shopping center ao ar livre e os 17 edifícios residenciais e comerciais que compõem o coração do bairro. Um deles abrigará uma filial do hospital suíço Clinique Des Grangettes, orçado em US$ 60 milhões. O local foi idealizado pelo empresário catarinense Valério Gomes, dono do terreno, para funcionar no conceito trabalho-moradia-lazer-estudo. “Pedra Branca nasce com a pretensão de ser o primeiro bairro-cidade de emissão zero de carbono no Brasil”, diz Gomes. Conheça mais detalhes do projeto.

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10 recomendações para as PME para 2012

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=528205


Copacabana recebe 2012 com espectáculo ecológico


Mundo

http://www.sabado.pt/Ultima-hora/Mundo/Copacabana-recebe-2012-com-espectaculo-ecologico.aspx

29-12-2011

A tradicional festa de Ano Novo de Copacabana, no Rio de Janeiro, celebrará a chegada de 2012 com um espectáculo ecologicamente correcto, fazendo jus à tarefa da cidade como anfitriã da conferência Rio+20, dedicada à sustentabilidade do planeta.

Por Correio da Manhã
A previsão é que o evento seja celebrado em clima de paz e receba mais de dois milhões de pessoas que, como manda a tradição, estarão vestidas de branco.A maior festa a céu aberto do mundo será marcada pelo tradicional fogo-de-artifício com a duração de 16 minutos. Para animar a noite, o espectáculo conta com vários artistas, entre os quais, o famoso DJ francês David Guetta.Em linha com o tema escolhido, a festa será realizada com materiais ecologicamente correctos e, cuja matéria-prima, será posteriormente reutilizada para outros fins.De acordo com a Secretaria Municipal de Turismo do Rio de Janeiro, as lonas utilizadas na infra-estrutura dos quatro palcos serão transformadas em estojos para as crianças da rede escolar pública.Para compensar as emissões geradas com a inevitável queima de fogos, o presidente da Câmara do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, garantiu que haverá uma 'neutralização' com a plantação de árvores nativas da Mata Atlântica.Para fazer a segurança em torno da orla de Copacabana, haverá uma equipa de 1.500 polícias militares, que contará com o apoio de helicópteros e 30 torres de observação. No total devem estar 7.200 agentes nas ruas da 'Cidade Maravilhosa'.          



Edição do dia 27/12/2011
27/12/2011 14h39- Atualizado em 27/12/2011 14h39

Sustentabilidade é o tema da queima de fogos no Rio de Janeiro

Palco em Copacabana será totalmente reciclado e depois da festa vai virar material escolar. São esperadas dois milhões de pessoas no dia 31.



Mônica TeixeiraRio de Janeiro






Os hotéis no Rio de Janeiro já estão praticamente lotados, com 96% de ocupação. A maioria dos hóspedes vai para o Rio especialmente para um dos maiores réveillons do mundo, em Copacabana.
Para animar a festa com dois milhões de convidados, estão programados shows em quatro palcos. O principal vai receber Beth Carvalho, O Rappa, Latino, o DJ francês David Guetta e a bateria da Beija Flor.
O palco feito de madeira certificada e será todo revestido de lona branca, que depois da festa já tem destino certo: a reciclagem. Toda a lona será transformada em 10 mil estojos que vão ser doados para alunos de escolas municipais do Rio.
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A organização do réveillon de Copacabana quer dar exemplo de sustentabilidade. O tema da festa deste ano também será visto no céu, nas formas projetadas por 24 toneladas de fogos de artifício.
2012 será recebido com 16 minutos de queima de fogos. “A queima de fogos será divida em seis fases. “A gente começa com o céu todo verde, e divide em fase das águas, bem azuis, fazendo efeito de cascata. “Depois os fogos vão representar o vento, são efeitos nunca vistos em Copacabana”, conta Flavio Machado, diretor do evento.
A chef de cozinha, Nalva Pereira, não perde esse show por nada. Há 26 anos a carioca trocou o Rio de janeiro pela Itália, mas no fim de ano o ponto de encontro da família e dos amigos é em Copacabana. “O sol, alegria, os fogos, aqueles milhões de pessoas na rua. Na Itália está muito frio pra sair pra festejar, e não dá pra festejar de bota, cachecol, tem que ser de biquíni, né?”, diz Nalva Pereira, chef de cozinha.

Ferramenta permite avaliação de sustentabilidade em móveis





Ecotool




Ferramenta permite avaliação de sustentabilidade em móveis

Ecotool mostra para os usuários as partes menos sustentáveis de um móvel
Por Gisele Eberspacher às 13h12 de 29/12/2011


Uma nova ferramenta pode ajudar designers e compradores a avaliar a sustentabilidade de um móvel: o Ecotool. Um software disponível para uso online, o projeto avalia o grau de melhoria ambiental de um produto de acordo com os princípios de eco-design, reciclagem e possibilidades de reutilização.
O Ecotool permite, por exemplo, avaliar quais são os pontos menos sustentáveis de um produto para serem melhoradas. Para isso, o usuário deve inserir uma série de informações sobre o produto, como as matérias-primas utilizadas e os processos de construção.
O projeto indica, porém, que os resultados finais são destinados para quantificar o grau de melhoria ambiental através de um valor numérico, não servindo como índice oficial ou um valor normativo.
Clique aqui para acessar o Ecotool (em italiano).

Estado assina convênios para Parques Tecnológicos no interior


http://www.oserrano.com.br/mais.asp?tipo=Local&id=23926
Em 30/12/2011
O governador Geraldo Alckmin e o secretário de Desenvolvimento Econômico Ciência e Tecnologia, Paulo Alexandre Barbosa, assinaram convênios com as prefeituras de Botucatu, Piracicaba, São José do Rio Preto e Sorocaba para a liberação de cerca de R$ 18,3 milhões aos parques tecnológicos dessas cidades, todos credenciados no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec). Os recursos visam à construção de incubadoras de empresas de base tecnológica, centros empresariais, ampliação e conclusão de obras civis. O evento aconteceu nesta quinta-feira, 29, no Palácio dos Bandeirantes, na capital.

"Nós estamos liberando recursos para incubadora de empresas de base tecnológica, laboratórios, áreas centrais, centros administrativos e as empresas, as universidades, os institutos de pesquisa vêm para o parque, em vários modelos. A pequena empresa vem para a incubadora. Em outros casos, a empresa cresceu, então elas erguem seus centros de pesquisa e desenvolvimento, inovação tecnológica no parque. Enfim, tem vários modelos. A inovação tecnológica alarga as fronteiras do comércio brasileiro, porque não há como você ter mais competitividade e mais eficiência sem inovação, sem avanço do conhecimento", explicou o governador.

Os parques tecnológicos são espaços onde há concentrações de empresas e instituições associadas que criam um ambiente favorável à atração de investimentos e inovação tecnológica. De acordo com o secretário Paulo Alexandre Barbosa, a integração entre empresas, universidades e centros de pesquisas, além de gerar renda, contribui para o desenvolvimento econômico, tecnológico e sustentável do Estado.


Convênios assinados/ repasses em 2011

São José do Rio Preto: construção de uma incubadora de empresas de base tecnológica, de um centro empresarial e da sede administrativa do Parque Tecnológico de São José do Rio Preto. Valor: R$ 7,2 milhões.

Botucatu: aditamento de recursos para ampliação e conclusão das obras do prédio da Administração, da portaria, de ruas e asfalto para a circulação interna, guias, sarjetas e passeios do Parque Tecnológico de Botucatu. Valor: R$ 4 milhões.

Sorocaba: obras civis para construção do Núcleo do Parque Tecnológico de Sorocaba - Fase II. Valor: R$ 6 milhões.

Piracicaba: aditamento de recursos para a conclusão das obras civis do Núcleo do Parque Tecnológico de Piracicaba. Valor: R$ 1,178 milhão.


Sobre o Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec)

Criado em 2003, o SPTec oferece apoio e suporte aos parques tecnológicos, com o objetivo de atrair investimentos e gerar novas empresas intensivas em conhecimento ou de base tecnológica, que promovam o desenvolvimento econômico, científico e sustentável do Estado. De 2003 a 2010, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT) repassou mais de R$ 53 milhões na realização de obras e estudos para a implantação de parques tecnológicos. Em 2011, os cinco convênios firmados totalizaram mais de R$ 24,3 milhões.

No Estado de São Paulo existem 19 iniciativas para implantação de parques tecnológicos, sendo duas com credenciamento definitivo: Parque Tecnológico de São José dos Campos e o ParqTec de São Carlos e outras 17 com credenciamento provisório: Araçatuba, Barretos, Botucatu, Campinas (três iniciativas: Polo de Pesquisa e Inovação da Unicamp, CPqD e CTI-TEC), Ilha Solteira, Mackenzie -Tamboré, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, EcoTecnológico Dahma São Carlos, São José do Rio Preto, São Paulo (duas iniciativas: Jaguaré e Zona Leste) e Sorocaba.


Como fazer parte do SPTec

Para fazer parte do SPTec, a prefeitura ou a entidade gestora do parque tecnológico deve encaminhar um ofício à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT) e solicitar sua inclusão no sistema. Após a aprovação dos documentos, o credenciamento é efetuado por meio de uma resolução válida por dois anos.

Para a obtenção do credenciamento provisório no sistema, o interessado (prefeitura ou entidade gestora) deve enviar a SDCET: comprovação de propriedade de uma área de no mínimo 200 mil m² documento manifestando o apoio à implantação do parque subscrito por empresas locais, bem como centros e instituições de ensino e pesquisa; apresentação de projeto básico do empreendimento, contendo o esboço do projeto urbanístico e estudos prévios de viabilidade econômica, financeira e técnico-científica e a apresentação de requerimento por parte da pessoa jurídica justificando o pleito.


Parques tecnológicos

Parque Tecnológico de São José do Rio Preto

Área: 846.400 m²

Área construída: 7.766 m²

Vocação: Saúde, Instrumentação, Química, Informática e Agronegócios.

O Governo do Estado investiu até o momento: R$ 7.200.000,00 para a construção de uma incubadora de empresas de base tecnológica, de um centro empresarial e da sede administrativa do Parque Tecnológico de São José do Rio Preto


Parque Tecnológico de Botucatu

Área: 280 mil m²

Área construída: 1.860 m²

Vocação: Bioprocessos, Serviços Ambientais, Produtos Florestais, Produtos Naturais da Fauna e Flora,Tecnologias Sociais e Logísticas.

De 2010 a 2011, o Governo do Estado repassou o total de: R$ 9.081.096,51 para a elaboração do Projeto de Ciência e Tecnologia do Parque e construções civis, que incluem portaria, ruas, sarjetas e o prédio da administração.


Parque Tecnológico de Sorocaba

Área: 1.178.600 m²

Área construída: 6 mil m²

Vocação: Eletro metal mecânica - Automobilística, Tecnologia da Informação e Comunicação e Energias Limpas e Renováveis.

De 2008 a 2011, o Governo do Estado repassou o total de: R$ 12.146.168,52 para obras civis e estudos de viabilidade técnica.


Parque Tecnológico de Piracicaba

Área: 422 mil m² (terreno cedido pela USP)

Área construída: Aproximadamente 4 mil m²

Vocação: Simulação e Modelagem, Métodos Quantitativos, Especializado Metrologia, Metalografia, Mecatrônica e Automação e Agroindustrial

De 2008 a 2011, o Governo repassou o total de: R$ 7.745.007,92 para obras civis e estudos de viabilidade técnica.


Da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia