sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O ataque global das formigas lava-pés

Formiga global

25/2/2011


Nativa da América do Sul, a Solenopsis invicta se deslocou pelo continente até chegar aos Estados Unidos, onde se estabeleceu no sul do país há quase um século. Dali, partiu para conquistar Califórnia, Caribe, China, Taiwan, Filipinas e Austrália em pelo menos nove invasões distintas.







 
Agência FAPESP – A formiga lava-pés (Solenopsis invicta), muito comum no Brasil, é uma das principais pragas invasoras no mundo, tendo causado muita preocupação nos últimos anos por conta de seu deslocamento entre países.

Em artigo publicado na edição desta sexta-feira (25/2) da revista Science, Marina Ascunce, do Centro de Entomologia Médica, Agrícola e Veterinária do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, e colegas descrevem a história do processo de invasão mundial promovido pela pequena formiga.


 
Segundo os autores, trata-se de uma história com implicações importantes, uma vez que o impacto econômico da praga é superior a US$ 6 bilhões de dólares por ano apenas nos Estados Unidos. A agressiva lava-pés afeta comunidades locais de insetos, promovendo desequilíbrio ecológico e favorecendo o desenvolvimento de organismos nocivos à agricultura.



O nome comum da formiga deriva da característica de subir rapidamente pelas pernas quando alguém pisa no ninho, injetando por meio de seus ferrões um veneno de alcaloides que provoca dor intensa. Além de dolorida, sua picada provoca bolhas, alergias e até choque anafilático. A espécie se alimenta de plantas, animais e alimentos domésticos.



A Solenopsis invicta teve seu genoma sequenciado recentemente e publicado no fim de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences



No novo estudo, os cientistas analisaram variações genéticas de 2.144 colônias de formigas lava-pés em 75 locais no mundo de modo a traçar a sua proliferação. O estudo verificou que a base norte-americana do inseto foi o ponto de partida para todas as invasões identificadas, com exceção de uma, que foi da Califórnia a Taiwan.



Os resultados da pesquisa apóiam a presença do chamado “efeito de ponte”, no qual uma única população – ela própria estabelecida por uma invasão anterior – torna-se a fonte de repetidas invasões em novas regiões.



Os autores apontam que provavelmente a Solenopsis invicta chegou aos seus destinos principalmente por meio de navios e ressaltam que o aumento no comércio e turismo globais pode incorrer em novas invasões da formiga pelo mundo.



O artigo Global Invasion History of the Fire Ant Solenopsis invicta (doi: 10.1126/science.1198734), de Marina Ascunce e outros, poderá ser lido em breve por assinantes da PNAS em www.pnas.org.







Absurdo: Além de um conceito, o Parque Biológico é uma marca registada, em Portugal. E os Parques Urbanos Sustentáveis? Parques Urbanos...etc.

Além de um conceito, o Parque Biológico é uma marca registada


18/02/2011


Fonte: http://www.planetazul.pt/edicoes1/planetazul/desenvArtigo.aspx?c=2253&a=19735&r=37


Autor: Carlos Teixeira Gonçalves




O Parque Biológico de Gaia (PBG), que o Planetazul visitou, como lhe mostramos na passada segunda-feira, reservou para si a denominação (Parque Biológico), sendo assim o único do país que a pode usar. Dos restantes parques espalhados por Portugal, dois têm um protocolo com o de Gaia e três estão a utilizar indevidamente o nome. Para Nuno Gomes Oliveira, o problema nem é propriamente o termo, mas o risco de transformação destes parques em jardins zoológicos.





“Parque Biológico é uma marca registada [número 338327], ninguém pode usar o termo”, revelou Nuno Gomes Oliveira, administrador do PBG, quando perguntámos sobre os restantes parques biológicos que existem em Portugal.



Qual foi o motivo que levou ao registo o termo? “Essencialmente, para preservar o conceito. Não queremos que comecem a surgir parques biológicos que não respeitam esse conceito. Não é fazer um jardim zoológico”, explicou.



Ora, esse conceito está explicado no site oficial, onde se lê que o “Parque Biológico apenas tem em cativeiro animais domésticos ou, sendo da nossa fauna, que [...] se encontram incapacitados para sobreviverem na natureza”. Os animais que chegam “em estado que permita a sua recuperação são tratados e restituídos à natureza em local apropriado”. Ou seja, só ficam fechados no parque os que não têm outra hipótese.



De acordo com o gestor e fundador deste espaço, os parques de Vinhais (totalmente projectado pelo PBG) e de Lamego foram autorizados a manter o nome. “Temos protocolos com eles”, confirmou num e-mail enviado ao Planetazul depois da nossa visita a Vila Nova de Gaia. Mas isso não acontece com os restantes: Parque Biológico da Lousã, de Silves e do Douro.



“O da Lousã foi por esse caminho [de transformar o sítio num jardim zoológico] e nós metemo-lo em tribunal”, adiantou Nuno Oliveira. Neste momento, o processo para retirarem a denominação, “aguarda despacho do juiz sobre a contestação feita por eles [Lousã]”.



Parque biológico como hospital



Jaime Ramos, presidente do Conselho de Administração da Fundação Associação de Desenvolvimento e Formação Profissional (AFDP), proprietária do Parque Biológico da Lousã, confirmou a acção em tribunal. “Surpreendeu-nos”, comentou Jaime Ramos, ao telefone. “É disparatado. Revela alguma má fé. Para quem está preocupado com o ambiente...”, acrescentou.



Na opinião de Jaime Ramos esta acção não faz sentido, até porque “parque biológico é uma definição genérica, tal como hospital”. “O nosso parque tem uma diferença em relação ao de Gaia. A ideia do nosso parque é a de um negócio social, para criar emprego para pessoas com deficiência ou desempregados de longa duração. É evidente que isso nos distingue dos restantes parques”, afirmou.



“É absurdo imaginar... Depois de o projecto criado, vêm dizer que não se pode usar o nome”, terminou.



Relativamente ao Parque Biológico de Silves, que inclui um centro cinegético e uma quinta pedagógica, os esclarecimentos foram dados pela autarquia. “A Câmara Municipal de Silves está, neste momento, a reestruturar o espaço [...] devendo este serviço receber, dentro de pouco tempo, uma designação própria e nova, bem como uma imagem gráfica e materiais comunicacionais/ promocionais sobre a nova forma como se pretende ali trabalhar”, respondeu, via e-mail.



O Planetazul tentou contactar, através de correio electrónico, o Parque Biológico do Douro, mas até à data não obteve resposta.

SAÚDE AMBIENTAL: PROIBIDO FUMAR NOS PARQUES, NAS PRAÇAS E NAS PRAIAS...se a moda pega...






Mayor Signs Legislation Prohibiting Smoking in Parks and Beaches

 Volume XXV, Number 5356





Thursday, February 24, 2011





This week, Mayor Bloomberg signed Introductory Number 332-A, amending the Smoke Free Air Act to prohibit smoking in the City’s parks, beaches, boardwalks, and pedestrian plazas. Below is a message from Commissioner Benepe to all Parks employees.

To All Parks & Recreation Staff:

On Tuesday, Mayor Bloomberg signed a bill that prohibits smoking within New York City’s parks, beaches and pedestrian plazas. The new law, which will take effect on May 23, will reduce people’s exposure to secondhand smoke outdoors.

By supporting this legislation, we welcome the chance to improve the beauty and health benefits of the city’s public outdoor spaces. Parkies throughout the agency work hard to ensure that tens of millions of visitors—New Yorkers and visitors alike—enjoy our public parks year round, and we hope this new legislation ensures an even healthier and cleaner experience at our parks and beaches.

We all work together to make parks cleaner and healthier places to visit, and many of you know firsthand what a big problem cigarette butts are as a source of litter that is very difficult to pick up, especially at beaches. By eliminating smoking in parks we will make the visitors’ experience more pleasant and make our clean-up job easier.

We expect that the new law will be enforced mostly by New Yorkers themselves, who will ask people to follow the law and stop smoking. This is how similar laws have worked in other places, including Chicago and Los Angeles. However, people who violate the new law could receive a $50 ticket from one of our PEP officers.

It is very important that our Parks & Recreation staff take the lead and set an example for New Yorkers by following this new law and refraining from smoking on Parks property.

Over the next few weeks we’ll be educating all of you more on the new legislation, posting signs throughout our properties, and removing ashtrays from outside our offices and comfort stations. You’ll note that smoking will still be allowed on sidewalks outside parks, including the sidewalks that form the perimeter of parks and in the parking lots of all Parks properties.

We all realize that smoking is a hard habit to kick, so we also want to make sure you know about some great resources available to those of you who make the decision to do so. To serve New York City employees who want to quit smoking, the Department of Health and Mental Hygiene offers an Employee Smoking Cessation Program (ESCAPE). The ESCAPE program offers comprehensive quit smoking services to all New York City employees, their families, or anyone with whom a New York City employee lives. ESCAPE provides individualized counseling and smoking cessation medications free of charge. Parks employees may enroll in the ESCAPE program by calling 212-676-2393 Monday through Friday. I encourage any employee who wants to quit smoking to take advantage of this valuable free program to assure that they have the support they need to quit smoking successfully.

You’ll be hearing more from me and from your supervisors on this important new initiative to improve public health and the park experience over the coming weeks.

Best regards,

Adrian Benepe



EYE ON PARKIES

Parks is fortunate to have talented and diverse employees who come to us from all walks of life, with an impressive variety of skills, and who work in innovative and visible ways that enhance the quality of life in the City. We should all be proud of the work we do on behalf of all New Yorkers and of our coworkers.

But, how well do we really know each other? Parks staff throughout the agency are not just impressive at work, but have fascinating lives outside of work. We have musicians of all types, and athletes who have competed at the highest levels including professional sports and the Olympics. A few among us have climbed mountains, completed marathons, sailed the oceans, written books, or raised 7 or more children. Some have culinary expertise and have worked as professional chefs. Others have honorably served our country in the various branches of the United States armed forced. Many Parks staff complement their professional public service with volunteerism and community service in their neighborhoods. Still others have extraordinary artistic talents such as painting, poetry, or sculpture.

These outstanding stories are worth sharing with the rest of the Parks community. That is why we are launching for the first time “Eye on Parkies” beginning in March 2011, a fun effort to share these cool personal stories with the broader Parks community. On a regular basis, we will post new Eye on Parkies story on the Parks intranet and in the Daily Plant. We encourage you all to share your stories with us and encourage your co-workers to do the same.

Story ideas should be sent to mahanth.joishy@parks.nyc.gov by email or sent to room 228 in the Arsenal. Anyone can submit a story, but please keep it focused on your life outside of work, not during it.



QUOTATION FOR THE DAY

“The one function TV news performs very well is that when there is no news we give it to you with the same emphasis as if there were.”

David Brinkley

(1920 - 2003)


Poluição do ar: Fator de risco relevante para infarto

Poluição causa mais infarto que cocaína



Estudo mostra que ar poluído das grandes cidades é um dos maiores gatilhos para ataques cardíacos



Conclusão é de uma revisão de 36 pesquisas envolvendo cerca de 700 mil pessoas expostas aos riscos



Autoria: MARIANA VERSOLATO

DE SÃO PAULO



Respirar ar poluído causa mais ataques cardíacos que usar cocaína, segundo revisão de estudos envolvendo 700 mil pessoas, publicada ontem no "Lancet".

O trabalho, feito pela Hasselt University, na Bélgica, cruzou fatores de risco para infarto e a exposição da população a esses fatores.

É por isso que a poluição ficou em primeiro lugar. Individualmente, aumenta apenas 2,9 vezes o risco de infarto, em comparação com a cocaína (23 vezes).

Mas, como a população toda é exposta à poluição, e apenas uma fração pequena usa a droga (0,04%), a poluição desencadeia muito mais infartos do que a cocaína.

O estudo também coloca em patamares semelhantes os riscos da poluição e de outros fatores mais conhecidos, como esforço físico e consumo de álcool e de café.

Para o médico epidemiologista Luiz Alberto Pereira, do Laboratório de Poluição Atmosférica da USP, é esse o mérito do estudo.

Segundo Pereira, a poluição não é valorizada como fator de risco e ainda há muito ceticismo a seu respeito.

"O estudo pode fazer com que os clínicos finalmente olhem para a poluição como fator de risco relevante para infarto. Não se pode mais menosprezar um risco de 7%, similar ao do álcool."

Os gatilhos fazem a doença preexistente piorar ou se manifestar. No caso da poluição, a piora da qualidade do ar pode causar um infarto poucas horas depois da exposição em quem tem hipertensão ou problemas cardiovasculares.

Mas mesmo pessoas saudáveis podem sofrer dano e ter o risco de infarto aumentado ao longo do tempo, principalmente se morarem em cidades como São Paulo, diz o pneumologista Ubiratan de Paula Santos, do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Já aqueles que se protegem com medicamentos para pressão alta e se expõem menos aos riscos sofrem menos os efeitos dos gatilhos.



OUTROS FATORES

Ao todo, o trabalho revisou 36 pesquisas. A partir delas, foi feito um ranking de 13 fatores de risco que estimularam infartos uma hora ou dez dias depois do estímulo.

Alguns desses fatores são uso de maconha, emoções positivas e negativas, atividade sexual e refeições pesadas. O fumo passivo não foi incluído no estudo, mas os autores dizem que seus efeitos são similares aos da poluição ao ar livre, e há a evidência de que banir o fumo em lugares públicos reduziu as taxas de infarto em 17%.

O esforço físico, que pode proteger o coração se é feito com regularidade, é o segundo principal fator de risco, para quem é sedentário ou esportista de fim de semana.

Da mesma forma, o álcool, terceiro no ranking dos gatilhos, pode ser um fator de proteção quando consumido em pequenas quantidades.





A poluição mata mais em São Paulo que AIDS e tuberculose somadas

“A poluição mata mais em São Paulo que AIDS e tuberculose somadas”



Fonte: http://www.oecocidades.com/2011/02/24/%E2%80%9Ca-poluicao-mata-mais-em-sao-paulo-que-aids-e-tuberculose-somadas%E2%80%9D/
Autoria: Por Luana Caires, em 24.02.11

 
 
No Brasil, 80% da população está nas áreas urbanas, mas os efeitos da falta de políticas ambientais e do crescimento desordenado das metrópoles na saúde dos seus habitantes ainda são pouco discutidos. Tentando mudar essa realidade, o Instituto Saúde e Sustentabilidade lança o livro Saúde e Meio Ambiente: o desafio das metrópoles. O Ecocidades conversou sobre esse assunto com o coordenador da obra, Paulo Saldiva, professor titular de Patologia da Faculdade de Medicina da USP e membro do Comitê da OMS que definiu os novos padrões de qualidade do ar. Na área metropolitana de São Paulo, estima-se um excesso de 7 mil mortes por ano decorrentes de problemas causados pela poluição do ar – número maior do que os de AIDS e tuberculose somados. O livro será lançado nesta sexta-feira, 25 de fevereiro, em São Paulo*.



Como surgiu a ideia de lançar o livro?



Esse projeto do Instituto Saúde e Sustentabilidade pretende reunir em um só lugar informações de múltiplas fontes, para permitir às pessoas se inteirarem sobre o tema. A ideia era pegar os milhares de trabalhos científicos que estudam o efeito das condições de vida nas megacidades sobre a saúde. Isso engloba falar sobre ilhas de calor, o perigo de morar em regiões com riscos de inundações e deslizamentos e a política de formar cidades cada vez menos compactas – o que obriga a construção de uma enorme infraestrutura de mobilidade e de fornecimento de água e esgoto. A ideia era traduzir isso em uma obra clara, para quem não tem formação técnica no assunto e que oferecesse uma visão global dos problemas. Queremos que os cidadãos vejam essa fotografia. No momento em que a discussão é trazida para perto das pessoas, elas se interessam.



Nesse trabalho são abordados problemas principalmente de São Paulo. Por quê?



Nós escolhemos São Paulo primeiro por ser uma megalópole que teve um crescimento desordenado e, segundo, por contarmos com bom um banco de dados sobre ela. Cada grande cidade tem seu diagnóstico particular e complexo. Aqui a velocidade do trânsito é baixa, as ilhas de calor estão preservadas, o nível de poluição está demonstrado. Todo mundo sabe o que faz mal e o remédio não é tomado. Depois, gostamos de São Paulo e queremos melhorá-la. É muito fácil gostar da Gisele Bündchen, ela não precisa nem abrir a boca… O duro é você gostar de São Paulo, que tem muito problemas e nenhuma beleza natural evidente.



Se o remédio é conhecido, por que não é usado?



Os interesses econômicos dentro da cidade de São Paulo são muito poderosos. É o lugar onde um quarto do combustível do Brasil é vendido, é onde se encontram as sedes dos maiores grupos financeiros e é onde, digamos, a polêmica entre a aparente divisão entre desenvolvimento e sustentabilidade ocorre com maior intensidade. Existem soluções para tudo, você pode facilmente colocar combustível limpo na frota de São Paulo. Ou poderíamos pegar a Avenida Paulista e dividi-la em duas metades, com corredores exclusivos para ônibus, como fez o prefeito de Bogotá. Mas também existe um problema cultural. As pessoas ainda estão esperando uma solução milagrosa, uma solução tecnológica. E sozinha a solução tecnológica não vai resolver. É preciso mudar hábitos. Se isso não acontecer, os gestores terão que tomar medidas muito impopulares. Imagine o dia em que utilização de automóveis na Paulista for restringida. Acho que vai ter uma forte campanha contra. E o prefeito que fizer isso não vai se eleger mais para nada, nem para síndico de prédio. Ninguém em sã consciência vai tomar medidas que comprometam para sempre o seu futuro político.



Qual é a magnitude do problema da poluição do ar?



No Brasil, de modo geral, está melhor porque houve melhoria tecnológica. Mas em algumas áreas piorou. É o caso do campo, por conta das queimadas, uso intensivo de pesticidas e, também, por menor fiscalização. Nas grandes cidades tende a melhorar, mas ela ainda é suficiente para causar problemas. Estima-se um excesso de 7 mil mortes ao ano na região metropolitana de São Paulo e 4 mil na capital. Esse número é maior do que os de AIDS e tuberculose somados, que são considerados problemas de saúde pública. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que, entre as causas evitáveis, a poluição do ar mata mais do que cigarro. Embora o cigarro seja muito pior do que a poluição do ar, o seu risco se aplica apenas aos fumantes, enquanto a poluição atinge a todos.



Como a poluição afeta a saúde do indivíduo?



A poluição do ar age da mesma maneira que o cigarro, só que em menor escala. Causa e piora doenças respiratórias, causa câncer de pulmão, doenças coronarianas e aumenta o número de partos prematuros…. A diferença é que quando você põe todo mundo para respirar ar poluído, aumenta o número de vulneráveis. A poluição do ar é a mais democrática das poluições. No caso da água contaminada, só é afetado quem tem contato direto. É possível comprar água engarrafada ou ter uma estação de tratamento. Não existe uma estação de tratamento do ar, nós temos que lidar com o ar que nós temos.



O que o paulistano deve fazer para se proteger?



Os cuidados que cada um pode tomar vão depender da sua condição financeira. Do ponto de vista da exposição, é recomendado evitar os horários de pico e minimizar o seu tempo de permanência nos corredores de tráfego. Mas se o indivíduo bate ponto fica meio difícil. O que se pode fazer é praticar um pouco mais de exercício físico, que é anti-inflamatório e melhora as defesas contra a poluição. Também é bom beber mais água, porque tanto a parte respiratória quanto a cardiovascular se beneficiam da hidratação. Em relação à alimentação, deve-se ingerir frutas e tudo o que envolve betacaroteno e vitamina E. Há estudos mostrando que crianças e adultos adeptos a uma dieta rica em antioxidantes naturais mantêm uma saúde melhor.



Quanto tempo de vida pode perder uma pessoa que mora em São Paulo?



Ela pode sofrer uma redução de mais ou menos 9 a 10 meses para cada 10 microgramas de material particulado fino inalado. Isso significa que a expectativa de vida em São Paulo aumentaria em um ano e meio caso a gente tivesse a poluição de Recife, por exemplo.



E qual é o impacto que a poluição do ar no orçamento público destinado à saúde?



Na cidade de São Paulo a poluição do ar custa, considerando as internações no SUS, de 180 a 200 milhões de reais por ano. Se multiplicar esse valor por três, ou seja, cerca de 600 milhões de reais, você chega ao número do SUS somado ao das redes conveniadas. Se contabilizar a mortalidade precoce, que contabiliza a perda do valor de anos produtivos, esse custo ultrapassa 2,5 bilhões de reais. A conta que se faz é que, no nível em que estamos hoje – de poluição intermediária –, para cada real investido em controle de poluição você economiza de R$7 a 8 em gastos de saúde nos cinco anos subsequentes. Não existe nenhum investimento público hoje com taxa de retorno tão alta. Defendemos igualmente que esse enorme custo da poluição, hoje pago por todos, deveria ser pago por quem polui. Agora, não adianta ficar só apelando para a responsabilidade social e ambiental das empresas. O compromisso delas é diferente, é com o lucro. Ninguém vai prejudicar os seus acionistas em nome de uma causa ambiental vaga.



Que tipo de medidas de curto prazo podem ser tomadas para melhorar a situação da cidade?



Embora com atraso, algumas já começaram, como a expansão da malha do metrô. É possível investir em transporte público de qualidade e na criação de corredores de ônibus. O governo municipal já proibiu, a partir de 2018, sua frota de utilizar combustíveis fósseis. Houve um avanço grande recente, mas ele foi circunstancial, porque o Secretário Municipal do Meio Ambiente é médico. Assim, certas providências não foram fruto de um diálogo institucional, mas de um feliz acaso. E boa política pública, de longo prazo, não se faz a partir de acasos felizes.



Existe um descompasso entre a produção científica e a formulação de políticas públicas?



Sim, a Universidade de São Paulo está entre os cinco grupos que mais publicam no mundo sobre poluição do ar e saúde e, apesar disso, nós não temos conseguido controlar de forma adequada a poluição, mostrando que a universidade falhou em criar mecanismos que influenciem as políticas públicas. Além disso, a qualificação dos nossos gestores, do ponto de vista técnico, não é das melhores – e olha que nós temos uma agência ambiental muito sofisticada que é a Cetesb. Fazer vigilância ambiental ainda não entrou na agenda do Brasil. E não somos apenas nós. Pouco se faz na América Latina e África mesmo que, de acordo com a OMS, as condições ambientais sejam responsáveis por 20% a 30% das causas evitáveis de doenças e mortes.



Qual a razão desse imobilismo?



Aqui a gente separou saúde e meio ambiente. Floresta faz parte da agenda ambiental, cidade não. Tiramos o homem do elenco das espécies a serem preservadas. Além disso, nós, pesquisadores, temos muita dificuldade de diálogo com o sistema público. Na academia, o horizonte é de longo prazo. Eu posso fazer um projeto que demora seis anos para ser concluído e não depende da mudança de prefeito. Então, você progride, mesmo a passos lentos. A burocracia interna das universidades, incluindo a USP, faz com que as pesquisas andem em velocidade de lesma paralítica. Mas quando chega a parte do governo, a velocidade é de lesma paraplégica, porque lá o peso dos interesses econômicos é muito maior. Mesmo assim, a produção científica faz diferença. Não fomos o único fator, mas as informações desse grupo de pesquisa da USP influenciaram a revisão dos padrões de qualidade do ar da cidade de São Paulo. Acho que se São Paulo pode mudar, o Brasil também pode.







* O lançamento é aberto ao público e acontecerá às 19h na Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, 278 – 9º Andar, São Paulo



O espaço Parque Escola, em Santo André, promove a educação ambiental e tem grande diversidade de espécies de plantas e flores.

Sto.André tem espaço para educação ambiental


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 20:00

fonte: http://www.dgabc.com.br/News/5868888/sto-andre-tem-espaco-para-educacao-ambiental.aspx

Autoria: Do Diário do Grande ABC



Ao caminhar pelas trilhas do Parque Escola, em Santo André, às vezes é difícil acreditar que se está próximo ao centro da cidade. O espaço Parque Escola, em Santo André, promove a educação ambiental e tem grande diversidade de espécies de plantas e flores.



O parque é fonte de informações sobre biologia, botânica e reciclagem. Por isso, o agendamento de visitas monitoradas por escolas é uma das principais atividades realizadas, por causa das diversas coleções de plantas nativas e exóticas e construções baseadas em reaproveitamento de materiais e sustentabilidade.



O cactário, como é conhecido o espaço dedicado ao cultivo de plantas que vivem sob o clima seco, possui exemplares imensos de mandacaru, muito comum no Nordeste, cactos "Chic-chic" e "Banco de Sogra" e plantas como Dedo de Moça e a Agavea. E assim descobrir, por exemplo, como sobrevivem as plantas com tão pouca água e para que servem seus espinhos.



Outro local que desperta muita curiosidade das crianças é o viveiro de plantas carnívoras, com nove espécies, como a Nephente e a conhecida Dionaea, com suas folhas parecendo uma "boca" aberta, pronta para receber os insetos.



Há ainda a coleção de sementes e frutos secos, onde o visitante pode descobrir que a bucha usada para tomar banho é um fruto seco e como é o urucum, usado pelos índios para se pintar para a guerra.



Uma visita de escola costuma durar em média 2h30, e conta com o acompanhamento de um educador ambiental. O passeio é gratuito e o agendamento deve ser feito pelo telefone 4438-1758.



A programação de cursos e palestras pode ser conferida no www.santoandre.sp.gov.br.











Cidade de São Paulo ganha o seu primeiro bicicletário elétrico

Cidade de São Paulo ganha o seu primeiro bicicletário elétrico




http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2088


Postado em 24/02/2011 ás 14h51

A cidade de São Paulo acabou de receber o seu primeiro bicicletário elétrico. A novidade já está em funcionamento e é fruto de uma parceria feita entre o shopping Iguatemi e a fabricante de bicicletas elétricas General Wings.



A estrutura, chamada de Eco Place, foi instalada no estacionamento do shopping Market Place, na zona sul da capital paulista. O bicicletário possui quatro vagas disponíveis, com tomadas para 110v e 220v. Conforme informações divulgadas pela empresa, em breve outras estruturas como esta serão instaladas nos estacionamentos de outros shoppings da rede Iguatemi.



A criação desses estacionamentos, equipados para servirem como postos de recarga, tem como objetivo incentivar o uso das bicicletas elétricas em substituição aos automóveis. Além de ser uma das soluções para o transporte nas grandes cidades, a representante da General Wings, Tânia Janeiro, explica que através do uso das bicicletas está sendo desenhada uma nova cultura. É resgatado o valor de poder circular pelas ruas sobre as duas rodas, deixando de lado o modo preconceituoso como os ciclistas costumavam ser julgados.



A tecnologia de bicicletas elétricas, que ainda está em crescimento no Brasil, transmite os conceitos de sustentabilidade, mostrando que ao deixar os carros, altamente poluidores em casa, as pessoas podem colaborar para uma melhor condição ambiental e com a sustentabilidade de maneira geral.



Tânia cita como exemplo bem sucedido no uso das bicicletas a Colômbia, que teve boa parte da sua realidade transformada graças ao incentivo do uso de bicicletas e investimento nacional feito em ciclovias. Lembrando que essa é uma realidade que ainda não existe no Brasil.



A fabricante brasileira possui representantes espalhados por diversos estados do país, mas o local que concentra a maior parte das vendas é a cidade de São Paulo. A explicação, segundo Tânia, é simples: as pessoas buscam mais agilidade, com conforto e segurança. As bicicletas proporcionam essa facilidade aos usuários, e o posto de recarga também, já que ele está instalado dentro de um shopping, para garantir segurança e eficiência. O ciclista também não precisa se preocupar com o gasto financeiro, pois a empresa garante que a recarga é muito barata e no Eco Place ela é gratuita. No posto podem ser recarregadas todos os tipos de bicicletas elétricas, basta o usuário estar portando um cadeado e o carregador da bateria.



Zoológico vertical em Buenos Aires serve como base para aves migratórias: Avatar, Pandora...

Zoológico vertical em Buenos Aires serve como base para aves migratórias


Postado em 24/02/2011 ás 11h35

Autoria e fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2086





Os arquitetos Hila Davidpu, Tal Gazit, Eli Gotman e Hofi Harari divulgaram recentemente a criação do "ECO-Cliff", proposta desenvolvida para a competição de “Zoológico Vertical de Buenos Aires”. O "ECO-Cliff", que em tradução livre seria um penhasco ecológico, é uma torre revolucionária que irá servir como uma base para a nidificação de milhares de aves migratórias e também como um habitat ecológico para os diferentes animais e espécies da "Reserva Costanera Sur". A estrutura deve funcionar como um zoológico tradicional.



A Reserva Costanera Sur de Buenos Aires, está localizado no bairro de Puerto Madero e é visitada por centenas de turistas que passam pela cidade. Esta gigantesca área natural oferece uma interessante variedade de flora e fauna contra o leito do Rio de La Plata.



Com a forma de um penhasco é basicamente um esqueleto rígido coberto por redes e cabos de aço de diversas densidades que cobrem diferentes funções enquanto mantém, à distância, a imagem da torre como um penhasco orgânico.



Este emaranhado permite a abundante entrada de luz solar e ar fresco, assim como a água da chuva, em áreas preferenciais. Juntamente com um sistema de vegetação enraizada no sistema de rede, assim essa estrutura cria um pequeno ecossistema nos limites do edifício.



A entrada dos visitantes na torre ocorre através de um sistema de teleférico. O controle é feito dessa maneira para minimizar os danos à reserva causados por veículos motorizados e reduzir a emissão de gases de efeito estufa na cidade. A entrada principal se conecta a um sistema de transporte público.



Como uma de suas principais funções, a "Eco-Cliff" vai acomodar uma variedade de aves migratórias que passam para a Reserva Costanera Sur acada ano. As áreas de nidificação das aves migratórias poderão acompanhar os visitantes humanos ao longo de sua trajetória ascendente em todos os variados elementos da torre, incluindo os espaços de outros animais e as plataformas de observação.



A torre terá sistemas de energia solar por células fotovoltaicas, instalações de tratamento de água e reciclagem, que em conjunto, fazem deste jardim zoológico vertical praticamente auto-suficiente.



O ponto de vista educacional da "Eco-Cliff" criaria uma experiência inesquecível para educar o visitante a bordo, bem como um marco espetacular para a Reserva Costanera Sur e para a cidade de Buenos Aires.



Redação CicloVivo



quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Stuttgart é exemplo mundial no combate às ilhas de calor

Stuttgart é exemplo mundial no combate às ilhas de calor


Postado em 23/02/2011 ás 14h26
Fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2078




O município conta com telhados verdes, ruas arborizadas, parques e até mesmo os trilhos do trem foram adequados ao perfil de Stuttgart. l Imagens: Divulgação




A cidade alemã de Stuttgart se tornou referência mundial em projetos de combate às ilhas de calor. O investimento feito pela prefeitura desde a década de 80 resultou na maior cobertura vegetal da Alemanha e em uma melhor qualidade do ar para os seus habitantes.



Para que a cidade tivesse 60% de sua área com cobertura vegetal foi preciso um planejamento de cada detalhe. O município conta com telhados verdes, ruas arborizadas, parques e até mesmo os trilhos do trem foram adequados ao perfil de Stuttgart.



Segundo Ulrich Reuter, responsável pelo Departamento de Climatologia Urbana da Prefeitura de Stuttgart, em declaração ao jornal O Estado de S. Paulo, "a lei ambiental protege 39% da área de Stuttgart, onde são proibidas novas construções. Temos cinco mil hectares de florestas, 65 mil árvores em parques e 35 mil nas ruas, 300 mil metros quadrados de telhados verdes e 32 quilômetros de trilhos de bonde onde, a partir de 2007, foi plantada grama".



Reuter explicou que, a partir da década de 70, a cidade intensificou seus estudos, o que resultou na criação de um atlas climático. A medida era necessária para poder melhorar a circulação de ar na cidade, que possui cerca de 600 mil habitantes. Mesmo assim, com toda a estrutura e desenvolvimento alcançado ainda existem áreas sujeitas à formação de ilhas de calor.



As modificações e adequações ecológicas caminharam juntamente com o desenvolvimento urbano de Stuttgart e a própria sociedade teve papel importante nesse processo.



A cidade de Kobe, no Japão, se inspirou no atlas climático alemão para repensar os corredores por onde passam as correntes de ar e a distribuição das áreas verdes em seu território. A realidade das grandes cidades brasileiras ainda não permite um trabalho desse tipo. Conforme explicado pela professora Maria Fernanda Lemos, da Pontifícia Universidade Católica (PUC- Rio), “precisa-se primeiro pensar no micro”, ou seja, existem medidas diretas e menores que devem ser aplicadas antes de pensarmos em grandes estratégias como o exemplo alemão. Com informações do Estadão.



Crescimento acelerado na Antártica



Crescimento acelerado na Antártica


23/2/2011

Autoria e fonte: http://www.agencia.fapesp.br/materia/13497/divulgacao-cientifica/crescimento-acelerado-na-antartica.htm


Ao comparar o crescimento de briozoários atuais com exemplares coletados por Robert Scott no início do século 20, cientistas verificam que pequenas criaturas marinhas estão capturando mais carbono (divulgação)





Agência FAPESP – O estudo de pequenas criaturas marinhas coletadas na Antártica nos primeiros anos do século 20 pelo explorador inglês Robert Falcon Scott (1868-1912) acaba de fornecer novas informações sobre as mudanças ambientais no continente que rodeia o polo Sul.



Ao comparar briozoários – animais invertebrados aquáticos – existentes atualmente com exemplares obtidos nas expedições lideradas pelo capitão Scott, um grupo de cientistas do Reino Unido e dos Estados Unidos encontrou a primeira evidência conclusiva do aumento da captura e do armazenamento de carbono por uma vida marinha na Antártica.



Em artigo publicado nesta semana na revista Current Biology, David Barnes, do British Antarctic Survey, e colegas descrevem como examinaram as marcas de crescimento em esqueletos de espécimes de briozoários (Cellarinella nutti) coletados no mar de Ross por meio do Censo da Vida Marinha Antártica, programa internacional de pesquisa iniciado em 2005 como parte do Censo da Vida Marinha.



Quando comparados com espécimes pertencentes a coleções de museus no Reino Unido, Estados Unidos e Nova Zelândia, entre os quais exemplares coletados nas expedições de Scott, os cientistas observaram que desde 1900 os briozoários estão crescendo mais rapidamente do que jamais o fizeram.



Segundo eles, a explicação mais provável é a maior disponibilidade de alimento (fitoplâncton) desde o início do século 20. O estudo sugere que esse novo crescimento é um mecanismo importante para o depósito de carbono no leito do mar.



“Usamos um registro antigo de crescimento em um animal como evidência das mudanças rápidas e recentes para a vida existente no leito do mar. As coleções biológicas de Scott são consideráveis em qualidade e quantidade e se tornarão ainda mais valiosas para determinar como a vida responde a mudanças no transcorrer do tempo”, disse Barnes.



Segundo o cientista, como poucos estudos biológicos na Antártica envolvem períodos de mais de 30 anos, os dados do novo trabalho são “muito valiosos e destacam a importância de se realizar monitoramentos de longo prazo”.



Os briozoários se alimentam de fitoplâncton, pequenas plantas marinhas que precisam de dióxido de carbono para crescer e se reproduzir. O carbono no fitoplâncton é assimilado pelos briozoários e usado para formar os tecidos e esqueletos desses animais.



O crescimento acelerado dos briozoários implica que o animais atingem mais cedo seu tamanho máximo, quando são quebrados pelas correntes oceânicas. À medida que os briozoários caem, eles liberam carbono, aumentando o potencial de sequestro de carbono do leito marinho.



Scott liderou duas expedições à Antártica, a primeira de 1901 a 1904 e a segunda de 1910 a 1913, tentando ser o primeiro homem a atingir o polo Sul. Na segunda, o grupo conseguiu alcançar o polo, mas apenas para descobrir que a expedição liderada pelo norueguês Roald Amundsen havia chegado primeiro. Na jornada de retorno, Scott e seus quatro companheiros morreram devido ao cansaço, à desnutrição e ao frio extremo da região.



O artigo Scott’s collections help reveal accelerating marine life growth in Antarctica (doi:10.1016/ j.cub.2011.01.033), de David K.A. Barnes e outros, pode ser lido por assinantes da Current Biology em www.cell.com/current-biology.





Green goal: Meio ambiente e marketing discutidos em seminário para sedes da Copa

Meio ambiente e marketing discutidos em seminário para sedes da Copa



23 de Fevereiro de 2011 - 17:59



Fonte: Assessoria  http://www.sonoticias.com.br/noticias/7/121568/meio-ambiente-e-marketing-discutidos-em-seminario-para-sedes-da-copa




O segundo dia do Seminário Geral das Sedes da Copa 2014 promovido pelo Comitê Organizador Local (COL) em Brasília foi dedicado às discussões sobre sustentabilidade ambiental, responsabilidade social, calendário de eventos, responsabilidades contratuais e diretrizes para a área de comunicação e marketing.



Durante todo o dia, representantes da FIFA transmitiram ao corpo técnico das cidades informações sobre os requerimentos e diretrizes necessários para o atendimento de todas as exigências que a organização do mega evento requer. O seminário inaugura uma nova fase na organização da Copa, quando os contatos com as cidades sedes serão intensificados. Ainda este ano novos encontros serão realizados, dois com temas gerais e alguns com assuntos específicos.



Durante as discussões sobre sustentabilidade ambiental, os palestrantes destacaram a importância de fazer no Brasil a Copa mais "verde" de todas, aproveitando a grande diversidade só encontrada aqui. Neste aspecto, Cuiabá e Manaus ganham relevância especial, já que as duas cidades foram escolhidas com o objetivo de divulgar para o mundo as potencialidades do ecoturismo, um diferencial bem brasileiro.



Na área de comunicação e marketing, as equipes do COL/FIFA apresentaram o calendário oficial de eventos que começa pelo sorteio das chaves das eliminatórias em julho deste ano. Outros temas em discussão foram o uso das marcas oficiais da Copa, as normas para a proteção dos direitos autorais, a decoração das cidades sedes e o site oficial da entidade máxima do futebol mundial, fifa.com.



Os gestores do site promoverão a inclusão progressiva de informações gerais sobre as sedes, proporcionando a divulgação turística - especialmente - graças ao inigualável índice de acessos que esta ferramenta proporciona. Durante a Copa da África, o site da FIFA bateu recorde mundial de acessos, com mais de 6 bilhões de acessos (page views), três vezes mais do que na Copa da Alemanha.



Modelagem

Durante o seminário o presidente da Agecopa, Yênes Magalhães, foi procurado por vários representantes de outros estados interessados em conhecer a modelagem da agência, que permite a centralização de todas as ações, sob a coordenação do governador Silval Barbosa. Nos estados que optaram pela criação de secretarias extraordinárias, há dificuldades geradas pela necessidade de acessar outras secretarias ou prefeituras para a solução de problemas específicos na área de segurança, saúde e transportes, por exemplo. O próprio relacionamento com o COL/FIFA é mais fácil e desburocratizado em cidades que centralizam todas as ações em um único órgão público, como Cuiabá.



Sustentabilidade também pode ser digital

Sustentabilidade Também Pode Ser Digital

 23 de fevereiro de 2011, às 14h08min
 
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/sustentabilidade-tambem-pode-ser-digital/52507/


Depois de transitar com muito vai-e-vem pelos âmbitos científico, acadêmico, empresarial e político, o conceito da Sustentabilidade finalmente chega à casa das milhões de famílias brasileiras.

Autoria: Por E-Consulting Corp

Depois de transitar com muito vai-e-vem pelos âmbitos científico, acadêmico, empresarial e político, o conceito da Sustentabilidade finalmente chega à casa das milhões de famílias brasileiras. Além do resultado da rodada do futebol do dia anterior e da condição climática para o final de semana, os impactos do descarte de lixo doméstico ou do consumo residencial de água no aquecimento global passam a fazer parte da pauta de assuntos e preocupações cotidianas de boa parte dos cidadãos brasileiros.





Em outras palavras, depois que a palavra Sustentabilidade foi dita e "martelada" na consciência do cidadão uma porção de vezes durante os debates e a propaganda política das eleições para presidente e governador, o tema definitivamente entrou na agenda de prioridades da sociedade (e da mídia em geral) como relevante para seu envolvimento, contribuição e aplicação.







Este cidadão comum, que por sua vez também é um cliente de empresas e consumidor de produtos e serviços, cada vez mais se questiona em relação ao seu papel como agente de transformação e, por conseqüência, busca informações sobre como transformar seus hábitos e ações em aplicação da Sustentabilidade. Algumas das questões que se colocam são: Como devo contribuir? O que devo fazer para cumprir minha obrigação e co-responsabilidade?







E quanto se fala de co-responsabilidade, cada pessoa (em seus diversos papéis: cidadão, consumidor, familiar, líder, etc) ou organização de pessoas (empresa, governo, entidade, associação, etc) tem sua "parcela de culpa e responsabilidade no cartório".







Quando avaliamos o papel das empresas, outros pontos aparecem, tais como: Qual deve ser o conjunto de filosofias, ações e premissas que as empresas devem seguir, respeitar e incentivar para se tornarem qualificadas como praticantes da Sustentabilidade (considerando seus aspectos econômico, social e ambiental – triple bottom line)? Quão profunda ou ampla deverá ser a defesa de tais conceitos em sua adoção corporativa? E quais os resultados esperados para a empresa, para seus públicos de interesse e para o entorno?







Essas são questões complexas e existenciais, que mexem profundamente na cultura e no modelo de negócio das empresas, e que deverão ser respondidas no curto prazo por livre e espontânea pressão estratégica.







Com o pequeno agravante de que a intensidade de cobrança das relações de co-responsabilidade entre os diversos envolvidos (e culpados) aumenta exponencialmente no ritmo das redes sociais digitais.







Neste contexto, não há espaço para a falta de transparência ou de diálogo contínuo com os diversos públicos de interesse, seja em relação a demandas relacionadas à postura sustentável da empresa ou não, pois o simples fato de atuar nas redes sociais representa uma oportunidade de aplicar a Sustentabilidade na prática.







Dessa forma, a aplicação digital da Sustentabilidade (ou o desenvolvimento de uma política e conduta de Sustentabilidade Digital) representa uma aplicação essencial do tema para as empresas conscientes e comprometidas com sua relação. Porém, um ponto importante a ser destacado se refere ao fato de que a Sustentabilidade Digital não é uma abordagem isolada de uma ou outra empresa, mas sim uma postura e compromisso setorial que não deve incluir apenas empresas, mas que fundamentalmente envolve o usuário e demais agentes como governo, universidades e ONGs.







Ou seja, de nada adianta a empresa ser digitalmente responsável se o usuário, consumidor ou funcionário não fizer sua parte. Como a Web é uma rede de relações e relacionamentos, todos os agentes estão correlacionados e são, portanto, interdependentes e co-responsáveis por sua governança e utilização responsável.







Dessa forma, a definição de um Código de Conduta para a Atuação Digital Sustentável nas empresas se faz premente. Como a próprio conceito de Sustentabilidade demanda a construção conjunta e colaborativa (co-construção), colocamos a primeira pedra sugerindo as 5 primeiras políticas e diretrizes para as empresas se tornarem digitalmente sustentáveis.







SUSTENTABILIDADE DIGITAL







1. Responsabilidade no Relacionamento com Públicos de Interesse









Adoção de clareza e respeito à permissão de interação e acesso dada por cada público e adequação da mensagem, conteúdo e formato da informação (e rede de interação) ao seu interesse e perfil.







2. Transparência na Comunicação Institucional







Garantir correção, atualização e prontidão na disponibilização de dados e informações de interesse e relevância para cada público.







3. Transparência nos Processos de Transação Online







Garantir a realização de compras, vendas, aquisições, licitações, leilões e demais formas de transação com condições claras e regras bem definidas, evitando erros de compreensão ou indução ao erro.







4. Responsabilidade no Monitoramento





Monitorar o comportamento do usuário para evitar fraudes à empresa ou aos públicos de interesse definindo os devidos limites entre monitoramento e invasão de privacidade.







5. Utilização Devida da Propriedade Intelectual





Utilizar de forma responsável a propriedade intelectual através da citação de fontes e autores, no caso de conteúdo de terceiros, e da adoção de dispositivos de proteção de capital intelectual quando proprietário, bem como incentivo aos demais públicos de interesse sobre esta diretriz.









Mercado global passa por transição e Brasil precisa se adaptar, aponta estudo do Ipea

Mercado global passa por transição e Brasil precisa se adaptar, aponta estudo do Ipea


Texto publicado em 23 de Fevereiro de 2011 - 03h12

Fonte: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=41291

Autoria: Vera Gasparetto de Florianópolis/SC

 
  
Foto: www.campoaberto.pt



O mercado global passa por uma transição para uma economia menos dependente de recursos naturais e alteração nos padrões de consumo e produção, rumo à sustentabilidade, à chamada green economy e o Brasil precisa aproveitar essa onda e se posicionar na vanguarda dessas mudanças, fazendo um debate com a sociedade pra definir as políticas públicas. Esse é um das indicações do estudo “Comércio Internacional e a Sustentabilidade Socioambiental no Brasil”, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e apresentado nesta terça-feira (22), em Brasília.



O estudo tem como ponto de partida o modelo brasileiro de exportações, os potenciais e limites de exploração do meio ambiente, o custo econômico, ambiental e social do Brasil como exportador de recursos naturais e a sustentabilidade na absorção dos resíduos que gera dentro do país.



Os problemas se destacam na questão ambiental e social, já que 50% da pauta exportadora do País são de recursos naturais de alto impacto (minério, terra e energia), que podem acabar ou fazer falta no futuro. Ainda que na economia tenham uma melhor elasticidade de renda, esses recursos crescem numa velocidade menor do que outros produtos, com menor conteúdo tecnológico, menos subprodutos, e menos geração de emprego e valor agregado, além da tendência histórica na queda dos valores das commodities.



O trabalho degradante é outra preocupação nesse setor, especialmente na área da cana de açúcar e do carvão, alerta o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea e autor do estudo, Jorge Hargrave. “Além de problemas de saúde relacionados a agrotóxicos, com intoxicação dos trabalhadores e resíduos despejados na natureza”.





Commodities são escoadas pelos principais portos brasileiros



No mercado de commodities, onde o Brasil é um fornecedor histórico de produtos naturais, os benefícios são econômicos, de geração de emprego, vetores de desenvolvimento no interior do País e geração de divisas. Na questão ambiental, competir no mercado externo leva a incorporar novas tecnologias e padrões de produção mais limpos.



O comércio internacional se dá entres países distintos, sendo que nos países periféricos são produzidos os produtos de baixa tecnologia, extraídos do meio ambiente, sem considerar a capacidade finita de produzir recursos e absorver resíduos. Hargrave observa que os benefícios econômicos são privatizados, enquanto os impactos ambientais são socializados, fazendo com que a sociedade pague o preço.



O estudo mostra que a fonte da emissão de poluentes é de quem produz, mas também de quem consome. “De nada adianta a produção limpa se há um excesso de consumo de produtos desenvolvidos em outros países, levando ao aumento da exploração de recursos naturais dos países pobres”.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

TRÁFEGO AÉREO: QUEM É O CULPADO PELAS COLISÕES?

Em dez anos, triplicam no país colisões entre aeronaves e pássaros




Em 2010, foram registrados 964 incidentes desse tipo; em 2000, eram 310 ocorrências

DE BRASÍLIA

Autoria e fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2202201120.htm


Nos últimos dez anos, triplicou o número de colisões entre aeronaves e pássaros registradas no Brasil.

Em 2010, segundo dados preliminares do Cenipa (Centro de Prevenção e Investigação de Acidentes Aeronáuticos), houve 964 incidentes entre aeronaves e pássaros.

Em 2000, foram registrados 310 incidentes do tipo.

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), teve o maior número de incidentes: foram 54 colisões no total. Em 2009, o campeão foi o Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio, com 93.

"É um número alto, mas também é preciso considerar que a quantidade de voos vem aumentando no Brasil. Logicamente que as chances de colisão também aumentam", afirma Ronaldo Jenkins, diretor técnico do Snea (Sindicato Nacional de Empresas Aeroviárias).

A maioria dos incidentes ocorre durante o pouso ou a decolagem dos aviões.

Especialistas alertam para a importância do cumprimento da resolução que restringe a ocupação nas áreas no entorno dos aeroportos.

Segundo Adyr da Silva, ex-presidente da Infraero e professor do Centro de Formação em Transportes e Recursos Humanos da UnB (Universidade de Brasília), o problema reflete o descumprimento das políticas públicas.

"Se as autoridades urbanas tomassem conta de cumprir a legislação, esse número seria bem pequeno. É inacreditável o estrago que um pássaro pode fazer num avião", afirma Silva.



QUERO-QUERO

Um dos casos mais notórios de colisão entre aeronaves e pássaros ocorreu há dois anos nos Estados Unidos, quando o piloto precisou fazer um pouso forçado no Rio Hudson, em Nova York, pouco depois da decolagem. "Os pássaros entupiram a entrada de ar do motor, e ele ficou sem potência", lembra o professor da UnB.

No Brasil, o quero-quero é o pássaro com maior registro de incidentes, seguido por urubus. (FLÁVIA FOREQUE)







Ar limpo: CERCO AO TABACO EM HONDURAS

CERCO AO TABACO



Lei antifumo em Honduras quer limitar cigarro até em residências


DA ASSOCIATED PRESS - Acender um cigarro em casa pode atrair a visita da polícia hondurenha, se um membro da família ou até um visitante reclamar da fumaça.

Uma nova lei que passou a valer na segunda em Honduras, na América Central, bane o fumo na maioria dos locais públicos fechados.

A regra não chega a proibir o fumo em casa, mas tem uma brecha que permite fazer denúncias sobre fumo passivo em residências.

Uma violação da lei pode render de advertência verbal até prisão e multa de US$ 311 (R$ 520), o equivalente a um salário mínimo do país.

Até grupos antitabagistas suspeitam que essa parte da lei não vai funcionar.

"Parece que a intenção é educar por meio de reclamações, algo que não acho possível", diz Armando Peruga, da Iniciativa por um Mundo Livre do Tabaco, da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Peruga elogia o país por adotar uma lei antifumo abrangente, lembrando que Honduras é só a 29ª nação a adotar esse tipo de regra entre os 193 membros da OMS.

Além de vetar o cigarro em locais fechados, a lei exige que o fumante fique a pelo menos 1,8 metro de um não fumante em locais abertos.

A publicidade de cigarros também fica proibida. Os maços terão que exibir fotos de pulmões afetados pelo câncer.

Em Honduras, 30% da população fuma. Para cada dólar que a indústria de cigarros ganha por lá, o país gasta US$ 10 para combater doenças relacionadas ao fumo.



terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Green goal: Tecnologia será o diferencial nos estádios de 2014

Tecnologia será o diferencial nos estádios de 2014


Integração de áudio, vídeo e dados pode ampliar uso das arenas, diz especialista

Fonte: http://www.copa2014.org.br/noticias/6383/TECNOLOGIA+SERA+O+DIFERENCIAL+NOS+ESTADIOS+DE+2014.html
autoria: Da redação - São Paulo


postado em 21/02/2011 12:23 h

atualizado em 21/02/2011 16:42 h
 
A Copa de 2014 deverá transformar os velhos estádios brasileiros em modernas arenas no padrão Fifa, confortáveis, cobertas e dotadas de áreas especiais para convidados e também para eventos culturais, de negócios, religiosos, além do futebol e de outros esportes. A previsão vale para os 12 estádios que receberão os jogos de 2014, mas também para dezenas de novos equipaamentos esportivos em projeto e construção em várias cidades do país, como Aracaju, Florianópolis, Belém, Vitória, Campinas, São Paulo, Natal e Rio de Janeiro, entre várias outras localidades.


Mais do que construções imponentes, as novas arenas deverão ser espaços multimídia, dotadas dos mais avançados sistemas de som e imagem, além de dados e recursos de telefonia. Essa é a tendência mundial apontada por Alexandre Novakoski, diretor da Seal Telecom, empresa especializada em soluções de automação e interatividade para ambientes como estádios, aeroportos, metrôs, hotéis e teatros.



Ele acredita que, em termos de novidades, o que veremos não deve diferir tanto do que se viu no evento da África do Sul, que já trazia grandes avanços tecnológicos. O que já seria muito, considerando a infraestrutura atual dos estádios nacionais. A expectativa é por estádios confortáveis, seguros, equipados com sistemas que garantam som claro, boa iluminação, além de mais tecnologia, como o uso de ingressos marcados com "digital signage", a exemplo do que já existe lá fora. Novakoski avalia que "além de ser exigência da Fifa, uma nova infraestrutura para os estádios brasileiros é também - antes de mais nada - um anseio do próprio público", afirma.


Integração e interatividade

Para oferecer soluções integradas e interatividade, a Seal Telecom firmou parceria com as empresas Harman (sonorização), Biamp (processamento de áudio), Sony (câmeras, monitoramento de painéis digitais) e Barco (paineis led). A ideia é permitir pré-programar, e fazer o processamento e controle por central de sistemas de sonorização, vídeo, elétrico e de segurança, de modo a atender a vários cenários: shows, jogos, festas de formatura ou outros usos que as arenas possam ter. Isso implica um planejamento complexo e detalhado, com softwares de simulação e técnicas apuradas. "A vantagem é o uso dos equipamentos nas quantidades adequadas, com mais economia de recursos", explica Novakoski.



Novas tecnologias

Entre as novidades, os estádios da Copa de 2014 poderão contar com painéis digitais LCD e Led, LCD interativo, sistemas de proteção antivandalismo, e telas com qualidade de full HD. Os próximos anos não reservam muitas inovações na área de áudio, que está muito evoluída, diz Novakoski. Já a internet e a tevê digital, com equipamentos móveis e tecnologia 3D, se não faltarem investimentos, farão a diferença nos estádios da Copa de 2014, aposta.



Já tecnologias mais "futuristas", como a telefonia 4G e grandes projetores holográficos, por exemplo, ainda estão em desenvolvimento e devem demorar um pouco mais. "Os sistemas holográficos ainda ficariam muito caros para a realidade de qualquer país e demanda técnicas mais apuradas. Quanto à telefonia 4G, que está em testes no Japão e na Coreia, há uma possibilidade remota de sua chegada ao Brasil até 2014", revela o técnico.



A Seal Telecom está preparada para dotar os estádios de recursos como o monitoramento eletrônico de imagens, digital signage (ingressos marcados digitalmente) e a sonorização de ambientes. Para equipar um estádio de médio a grande porte, o custo médio aproximado é de R$ 30 a 50 milhões, ou, de 7 a 10% do valor da construção. "É um investimento no sentido da sustentabilidade. Porque estádios preparados com aparatos tecnológicos mais avançados abrem novas perspectivas de uso, como arenas usadas não só para o futebol, mas o entretenimento, para shows e grandes eventos", conclui Novakoski.