quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Mostra Senac traz conceitos de sustentabilidade em arquitetura

11/02/2014 20h22 - Atualizado em 11/02/2014 20h22

Mostra Senac traz conceitos de sustentabilidade em arquitetura

Denominada como “Design White & Blue” atração segue até dia 14.
Exposição foi criada por alunos do curso técnico em design de interiores.

Do G1 Presidente Prudente
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Mostra está instalada no interior da unidade do Senac em Presidente Prudente (Foto: Elga Shirane)Mostra está instalada no interior da unidade do Senac em Presidente Prudente (Foto: Elga Shirane)
A mostra “Design White & Blue”, realizada por alunos do curso técnico em Design de Interiores do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), segue até 14 de fevereiro, no interior da unidade, em Presidente Prudente. Interessados podem visitar o espaço gratuitamente de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 21h.
A atração é composta por um projeto residencial de quatro cômodos, que traz tendências do setor aliando sustentabilidade à contemporaneidade.
Título da ação “White & Blue” se refere à paleta de cores eleita pelos alunos, no caso azul e branca (Foto: Elga Shirane)Título da ação “White & Blue” se refere à
paleta de cores eleita pelos alunos, no caso
azul e branca (Foto: Elga Shirane)
Para a criação da exposição, alunos desenvolveram o “redesenho” de peças de mobiliário já existentes. Além disso, os estudantes optaram pelo uso de materiais cujo processo de fabricação não tenha agredido o meio ambiente.
“A criatividade é grande desafio para todos, em diversas etapas desta obra, além disso, nas dificuldades estão inclusos os prazos de entrega, custos, bom relacionamento com parceiros e prestadores de serviço em geral, utilizando de clareza e objetividade nas informações e o trabalho em equipe”, afirma um dos professores responsáveis, Cleyber Luciano.
A exposição conta com quatro ambientes: dormitório da mãe, dormitório da filha, sala de estar ehome office, em uma casa montada no interior da unidade. O projeto completo do imóvel é de 60 metros quadrados e está aberto à visitação. O título da ação, “White & Blue” se refere à paleta de cores eleita pelos alunos, no caso azul e branca, utilizadas por serem cores frias e, segundo Cleyber, “provocarem um frescor psicológico nos visitantes, em uma região quente como Presidente Prudente”.
Serviço
O que: Mostra Senac White & Blue.
Quando: Até 14/2, de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 21h.
Onde: Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), localizado na Avenida Manoel
Goulart, 2881, em Presidente Prudente.
Quanto: Grátis
Classificação: Livre.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Fiscais do Inea flagram caça em APA e levam um detido em Cabo Frio, RJ

09/02/2014 13h04 - Atualizado em 09/02/2014 13h04

Fiscais do Inea flagram caça em APA e levam um detido em Cabo Frio, RJ

Ocorrência foi na Ilha do Japonês, no Parque Estadual da Costa do Sol.
Ao todo foram 26 armadilhas para animais apreendidas durante a operação.

Do G1 Região dos Lagos
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Leonardo Sandre mostra o guaiamu encontrado dentro de uma das armadilhas apreendidas (Foto: Inea / Divulgação)Leonardo Sandre mostra o guaiamu encontrado dentro de uma das armadilhas apreendidas
(Foto: Inea / Divulgação)
Guarda-parques do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) flagraram uma caça proibida de animais na manhã deste domingo (9) em uma área de proteção ambiental em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio. O crime estava sendo cometido na Ilha do Japonês, que faz parte do Parque Estadual da Costa do Sol.
O homem encontrado no local, identificado apenas como Romário, foi detido por policiais militares da Unidade de Policiamento Ambiental (UPAm) e encaminhado para a 126ª DP (Cabo Frio).
Homem foi levado detido pelos policiais militares por crime ambiental (Foto: Inea / Divulgação)Homem de camisa vermelha foi detido pela PM 
por crime ambiental (Foto: Inea / Divulgação)
"Além de transitar com os apetrechos de caça no local, o que é proibido pela legislação, ainda houve o agravante de ser encontrado dentro de uma das armadilhas um guaiamu azul, espécie que está no defeso (período em que a captura é proibida para reprodução mesmo nos lugares em que a caça é autorizada) desde outubro até março", explicou fiscal responsável pela operação, Leonardo Sandre.
Ao todo foram 26 armadilhas para animais apreendidas durante a operação que contou com o apoio da Secretaria de Meio Ambiente de Cabo Frio. Na delegacia o acusado foi autuado por crime ambiental. Ele vai responder ao processo criminal em liberdade.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Global Warming: Don't Confuse Us with the Facts

February 9, 2014

Global Warming: Don't Confuse Us with the Facts

Timothy Birdnow

http://world.einnews.com/article/189660595/x-S7UOW0wh4fBenE?n=1&code=F07q1UXf1Vm9sFJd
Global warming is a planetary emergency, climate alarmists tell us.  America and the rest of the world  must fundamentally alter our lifestyles and radically reduce our consumption of energy and our industrial emissions if we are to survive thermogeddon.  This isscience, they tell us, and the science is settled.
President Obama echoed this in his State of the Union address, pointing his bony little finger at the American people and declaring global warming a "fact" despite the evidence on the ground.  If Mr. Obama is to make such a decisive statement on the accuracy of computer models, then one would suppose he was privy to precise and accurate -- and complete -- data.
If global warming aka climate change aka global climate flatulence is so serious a problem, then why are they allowing our system of moored ocean buoys that measure sea surface temperatures and the El Niño/La Niña phenomenon to degrade?
From Nature News:
Nearly half of the moored buoys in the Tropical Atmosphere Ocean (TAO) array have failed in the last two years, crippling an early-warning system for the warming and cooling events in the eastern equatorial Pacific, known respectively as El Niño and La Niña. Scientists are now collecting data from just 40% of the array.
"It's the most important climate phenomenon on the planet, and we have blinded ourselves to it by not maintaining this array," says Michael McPhaden, a senior scientist at the US National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) in Seattle, Washington. McPhaden headed the TAO project before it was transferred out of NOAA's research arm and into the agency's National Weather Service in 2005.
The network was developed over the course of a decade following the massive El Niño of 1982‒1983. NOAA maintains some 55 buoys across the eastern and central Pacific that monitor weather conditions as well as water temperatures down to 500 metres. Working in concert, the Japan Agency for Marine-Earth Science and Technology (JAMSTEC) maintains another dozen buoys in the western tropical Pacific. Combined, the monitoring system has become a cornerstone for seasonal weather forecasting given the tropical Pacific's influence on broader weather patterns.
It's strange that this administration -- so worried about global warming -- is so incurious about what is actually happening in the oceans.
This mirrors a number of other such acts of neglect by the U.S. government where climate data is concerned.  For instance, the Obama administration has allowed our satellite capabilities to degrade, and most recently, Elbert Friday, Jr., former director of the National Weather Service, warned of a rather desperate need for next-generation satellites to replace America's aging "fleet."
Friday blames budget cuts, and others try to pin this on the GOP.  But it must be remembered that the sequester was the brainchild of the administration, not the GOP, and that if this really is a planetary emergency, as Mr. Obama and his friends allege, there surely is a way of finding funding for these satellites.
And the number of surface measurement stations has declined precipitously during Mr. Obama's tenure of office.  In fact, there have been over 600 weather station closures in the last two years, and the aging stations still in operation have a warming bias due to aging radiation screens -- a bias as high as 1.6 degrees Celsius in daytime hours.  When stations are closed, their records are deduced from averaging records from other stations, many of them quite distant from the closed station.
There are major problems with this type of data-smoothing.  Also, meteorologist Anthony Watts conducted a survey of surface stations and found a warming bias as a result of the Urban Heat Island Effect as cities have blossomed around once isolated stations.  Watts's survey found a warming bias between 2 and 5 degrees Celsius, well above the alleged planetary temperature rise.  (It should be pointed out that the U.S. data set is considered the gold standard for temperature measurements.)  See surfacestations.org for more details.
Strange -- we are being asked to support an enormously expensive project to reduce atmospheric CO2 and pay for mitigation projects based on data of such poor quality.  We are supposed to fundamentally transform our civilization based on suspect information.  And even this suspect data shows no warming in 16-plus years.
It's not as if this administration were broke; it wasted money on studies of duck penises, on tax deductions for Nevada brothels, by the State Department to buy followers on Facebook, for a Long Island puppet festival, and a host of other absolutely critical services.
Could not the administration find a few paltry dollars to upgrade our climate data?  It seems that the truth is not so important to science after all.
Timothy Birdnow is a St. Louis-based writer.  He is editor of The Aviary www.tbirdnow.mee.nu.




A cidade em equilíbrio



Dinâmica Urbana e sustentabilidade – paradigmas da mobilidade


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A “mobilidade sustentável” engloba um conjunto de ações, tanto por parte dos profissionais do setor, bem como das pessoas em geral, para conseguir como objetivo final um uso racional dos meios de transporte.
A necessidade de reconstruir o espaço cotidiano surge porque este modelo urbano, se tornou ineficaz no qual se inverte cada vez mais tempo e energia e não resolve ou facilita as necessidades básicas de seus habitantes: acessibilidade, sociabilidade e, em definitivo a qualidade de vida.
A sustentabilidade urbana é a busca de modelos que contribuam com a melhoria da qualidade de vida das pessoas nas cidade, questões como habitabilidade, equidade e meio ambiente. O modelo urbanístico baseado no uso do automóvel aumentou em muito a segregação socioeconômico espacial, onde as desigualdades sociais, foram cristalizadas na ocupação do solo urbano.
O presente trabalho visa fazer um contraponto entre a situaçao ideal imaginária, porém nao utópica e “”el estado del arte”"

"Green roofs"

Telhado de planta 

Saiba por que os são a nova mania da arquitetura e prepare-se para vê-los pela cidade.


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PUBLICADO EM 09/02/14 - 04h00
Sustentabilidade é a palavra de ordem nos melhores projetos arquitetônicos atualmente. E é desse conceito que vem uma das grandes manias da arquitetura: o telhado verde, ou green roof.

A substituição dos clássicos revestimentos artificiais por plantas nos terraços e telhados se mostra uma alternativa bonita e gentil com a natureza, cada vez mais utilizada em novos projetos. “Os telhados verdes economizam energia, fazem o ambiente ficar mais fresco, deixam a cidade mais bonita, contribuindo com a gentileza urbana, e são uma ótima alternativa de ambiente”, acredita a arquiteta Ângela Roldão, que está executando um projeto de telhado verde neste momento. “Estamos construindo um green roof no condomínio Canto das Águas (Rio Acima, MG). A demanda do cliente foi não só pela sustentabilidade e frescor, mas também uma gentileza com o vizinho. Como os terrenos do lugar são encostas, quisemos fazer uma vista agradável para quem está ao lado. Assim o telhado verde se mostrou uma ótima opção”, diz Ângela.
Conceito recente de sustentabilidade, os green roofs começaram a ser utilizados há poucos anos em países da Europa e nos EUA, com ótimos resultados em termos práticos e estéticos. “Há muitos edifícios públicos que já têm essa tecnologia e parques que têm muito a oferecer ao público. O Highline Park (uma antiga linha de trem transformada em um imenso parque), em Nova York, é o maior exemplo de telhado verde do mundo e é um sucesso aumentando a área verde da cidade e oferecendo lazer à população”, lembra Ângela, que cita uma forte corrente arquitetônica em Portugal que tem utilizado o conceito. Ângela menciona o nome do arquiteto Eduardo Souto de Moura como representante do movimento.
Mais fácil do que se pensa
Para quem ainda acredita que o conceito é um bicho de sete cabeças de modernidade, é bom saber que ter um telhado verde não é nada de outro mundo. “Usando plantas de manutenção simples, que não exijam muitas podas e que não deem muito trabalho no dia a dia, a obra passa a ser algo de simples manutenção”, diz Ângela. Lembrando que há de se tomar um cuidado minucioso com a impermeabilização, antes de se plantar os vegetais. Cuidado tomado, basta escolher as plantas e curtir o jardim sustentável, tendência que veio para trazer mais verde e frescor às nossas cidades.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Curso de gestão de resíduos sólidos

Curso de gestão de resíduos sólidos de 2014 do Ministério do Meio Ambiente já têm primeira turma completa.



7 de fevereiro de 2014
Por 
Resíduos Sólidos (foto: Arquivo ABr)
Resíduos Sólidos (foto: Arquivo ABr)

Foram preenchidas as mil vagas oferecidas para o curso de ensino a distância para Elaboração de Plano Simplificado de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. O curso é oferecido gratuitamente pelo Ministério do Meio Ambiente a gestores e técnicos ambientais que tenham interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o tema.
Com quarto módulos e 20 horas/aula, o curso será ministrado entre os dias 6 de março e 9 de abril, e terá acompanhamento de tutores do Ministério do Meio Ambiente. Está prevista uma nova turma para o segundo semestre de 2014.
Fonte: Ministério do Meio Ambiente

sábado, 8 de fevereiro de 2014

É possível ter universidades de classe mundial no Brasil?

É possível ter universidades de classe mundial no Brasil?

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=universidades-classe-mundial-brasil&id=010175140203&ebol=sim

Com informações da Agência Fapesp - 03/02/2014


Ao mesmo tempo em que a excelência de ensino deve ser a meta de todas as universidades brasileiras, algumas poucas instituições do país teriam hoje condições de dar um salto de qualidade e tornarem-se de classe mundial em pesquisa científica.
Para que isso ocorra, as universidades vocacionadas precisam receber investimentos diferenciados para desenvolver planos institucionais ousados, afirmaram especialistas durante um simpósio realizado pela FAPESP e pela Academia Brasileira de Ciências (ABC).
"Diferenciar não quer dizer que uma parte do sistema é melhor ou pior que outra. Mas um sistema em que todas as partes são iguais em geral não funciona. Um sistema se caracteriza pela excelência de todas as suas partes, embora cada uma tenha função distinta da outra", avaliou Hernan Chaimovich, vice-presidente da ABC.
Para a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, o peso da ciência que cada universidade produz é um fator relevante e, portanto, o investimento não pode ser o mesmo para todas as instituições.
"A ciência, para ser de ponta, precisa de um investimento superior ao que está sendo feito no país. A sociedade precisa decidir em quais áreas devem ser feitos investimentos pesados e quais instituições têm perfil para trilhar esse caminho da internacionalização. Cada uma deve ter um perfil e uma área de excelência. Somente assim o Brasil vai se tornar capaz de pautar a ciência internacional e não apenas ser pautado", opinou.
Na avaliação do presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães, um dos possíveis critérios de seleção das instituições vocacionadas a atingir o status de classe mundial é o percentual de cursos de pós-graduação com conceitos 6 ou 7 - considerados de excelência em nível internacional - na Avaliação Trienal dos Programas de Pós-Graduação.
"Temos a USP [Universidade de São Paulo] na frente, com 89 cursos [com conceitos 6 e 7], seguida pelo grupo formado pela UFRJ [Universidade Federal do Rio de Janeiro], UFMG [Universidade Federal de Minas Gerais], Unicamp [Universidade Estadual de Campinas] e UFRGS [Universidade Federal do Rio Grande do Sul], que tem em torno de 30. Todas essas têm uma proporção de 40% dos cursos com conceito 6 e 7. Depois despenca. Se considerarmos apenas o conceito 7, a situação é ainda mais dramática", afirmou.
Guimarães destacou a necessidade de maior autonomia e sistemas eficientes de governança, internacionalização das operações de ensino e pesquisa, redução no número de horas que o estudante passa em sala de aula e investimentos em residências estudantis dentro do campus.
"Os alunos do Ciência Sem Fronteiras estão nos mostrando a necessidade de não passar mais do que 14 horas em sala de aula por semana, desenvolver muitos trabalhos experimentais, ter tempo para estudar sozinho e convivência com colegas do mundo inteiro nas moradias do campus", afirmou o presidente da Capes.
Para Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, embora a produção científica brasileira tenha crescido significativamente nos últimos anos, o impacto dos artigos publicados continua abaixo da média mundial - atrás de países como Argentina, Espanha, China e Coreia do Sul.
"O que estamos fazendo de errado? Em algum momento o sistema parece ter entrado em um desvio buscando multiplicar a quantidade e não a qualidade", avaliou Brito Cruz.
Segundo Brito Cruz, a exceção é a área de Física, na qual os artigos com participação de autores brasileiros apresentam impacto cerca de 60% maior que a média mundial. "A área de Física se beneficiou de colaborações internacionais em tópicos de interesse mundial, como o projeto do Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (Cern), o Projeto Pierre Auger e outros da área de partículas elementares", avaliou.