terça-feira, 20 de maio de 2014

Inédito: Estradas que geram energia!

olar | 14/05/2014 16:14

 Conheça o projeto Solar Roadways




Painéis rodoviários solares podem ser instalados em estradas, estacionamentos, calçadas, ciclovias, parques infantis ou em qualquer superfície onde incida sol

Guia da construção verde: Economia de água

Guia da construção verde: Economia de água


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Que a água é um recurso essencial para a vida na terra e que ela está sendo utilizada de forma irresponsável por boa parcela da população mundial, isso todo mundo já sabe. Mas mudar esse cenário pode começar dentro de nossas casas. Nesse guia você encontrará dicas de como reduzir seu consumo de água a partir de medidas simples que podem ser adotadas hoje, em qualquer residência.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cada pessoa precisa de 40 litros de água diariamente para atender as suas necessidades de consumo e higiene. No entanto, nos grandes centros urbanos do país e em cidades com mais de 120 mil habitantes, o consumo por pessoa pode chegar a mais de 200 litros por dia.
Aqui no Brasil, o uso doméstico é responsável por 18% do consumo de água do país. Em uma casa com quatro moradores fixos, o consumo de água do chuveiro, vaso sanitário e cozinha podem chegar a mais de 70% do gasto total. Mas esses não são os únicos vilões do desperdício. Conheça algumas formas de racionalizar o uso da água e ajude a garantir o acesso das futuras gerações a esse recurso vital.
Banheiro
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Se tivéssemos que eleger um cômodo para reduzir o consumo de água, ele certamente seria o banheiro. Apenas a água utilizada pelo chuveiro e vaso sanitário corresponde a 47% do consumo total da família. Por isso, é importante prestar bastante atenção a essa parte da casa.
Banho curto. Um banho de ducha de 15 minutos, com o registro meio aberto, consome 135 litros de água. Se fechar o registro ao se ensaboar e reduzir o tempo para cinco minutos, o consumo cai para até 30 litros.
Menos água para escovar os dentes. Se uma pessoa escova os dentes em cinco minutos com a torneira não muito aberta, ela gasta 12 litros de água. No entanto, se ela molhar a escova e fechar a torneira enquanto escova os dentes e ainda enxaguar a boca com um copo de água, ela consegue economizar mais de 11,5 litros.
Descarga econômica. Se ainda estiver construindo sua casa, prefira as descargas com sistema de sucção a vácuo, capazes de economizar até 80% de água. Alguns modelos tradicionais mais modernos também são vantajosos, já que consomem apenas seis litros de água por acionamento (cerca de metade do consumo das bacias sanitárias antigas). Você ainda pode colocar uma garrafa PET cheia e fechada na caixa d’água para reduzir ainda mais o consumo.
Evite banheiras. Uma banheira consome cerca de 80 litros de água por banho. Por isso, evite instalar esses equipamentos no seu banheiro ou deixe para usá-las apenas em ocasiões especiais.
Chuveiros inteligentes. Instale um chuveiro com dispositivo econômico para reduzir a quantidade de água liberada durante o banho. Outra opção é instalar uma torneira única para misturar a água - isto ajudará você a encontrar a temperatura ideal mais rapidamente e evitará o desperdício. Você ainda pode instalar arejadores nos chuveiros e pias. Esse pequeno instrumento introduz bolhas de ar no jato d’água, reduzindo o consumo de água em até 50%. 
Cozinha
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A cozinha é responsável por grande parte da água consumida em uma casa. Seja no preparo dos alimentos ou na limpeza das louças, muitos litros podem ser poupados com medidas simples. Confira:
Utilize o lava-louças cheio. O uso de uma máquina lava-louças pode ajudar a reduzir o gasto com água e detergente, mas isso só será vantagem se o equipamento estiver na sua capacidade máxima. Por isso, nada de ligá-la apenas para lavar alguns pratos e talheres – espere encher e lave tudo de uma vez.
Deixe de molho. Se não for possível comprar uma lava-louças, uma alternativa para economizar água é deixar as panelas e pratos de molho antes de lavar. Isso ajuda a soltar os restos de alimento e reduz o tempo de lavagem. Para economizar água, tampe o ralo da pia e encha-a de água. Coloque toda a louça na água, lave-a e só abra a torneira na hora de enxaguar.
Feche a torneira. Se você não tiver como deixar os pratos de molho, ao menos deixe a torneira fechada enquanto lava a louça e abre-a apenas para molha e enxaguar. Retirar o excesso dos alimentos antes de lavar também ajudar a reduzir o consumo de água. Lavar a louça com a torneira meio aberta durante 15 minutos consome 117 litros de água. Com economia o consumo pode chegar a 20 litros.
Lavanderia, jardim e quintal
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Essa região da casa também é responsável por boa parte do consumo da casa, especialmente quando se trata de lavar roupa, regar as plantas ou limpar a calçada. Mas algumas medidas simples podem te ajudar a reduzir esses gastos.
Acumule antes de lavar. Só ligue a máquina de lavar quando ela estiver com a sua capacidade máxima. A lavadora de roupas com capacidade de cinco quilos gasta 135 litros de água a cada lavagem, por isso deixe para usá-la de uma vez só.
Regue as plantas pela manhã. Nesse horário a terra ainda está fria e as plantas absorvem mais a água. Ao molhar a terra quente, parte da água irá evaporar e você terá que usar mais água para conseguir o mesmo efeito.
Instale um gotejador. Esse sistema de irrigação molha as plantas de forma lenta, contínua e controlada e garante uma boa economia de água. Você pode montar um desses em seu jardim fazendo pequenos furos em uma mangueira e colocando-a próxima ao caule das plantas, de modo a umedecer continuamente as raízes.
Vassoura e balde. Na hora de lavar o carro ou a calçada, nada de mangueira. Prefira varrer o chão e usar um balde com água para limpar o carro. Dados do Instituto Akatu mostram que uma mangueira ligada por 15 minutos gasta 279 litros de água. Isto significa que se você usá-la uma vez por semana, mais de 14 mil litros de água vão para o bueiro da rua em um ano.
Cubra a piscina. Ao fazer isso, você evita que litros de água evaporem todos os meses. Uma piscina média exporta ao sol e ao vento tem uma taxa de evaporação de até 3.800 litros mensalmente. Com uma cobertura (encerado, material plástico), a perda é reduzida em 90%.
Aproveitamento de água
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Aproveite o que vem do céu. A água da chuva é destilada, cai sem cobrar impostos e ainda permite que você deixe a água potável para outros fins. Um sistema de aproveitamento pode ser mais complexo e captar a água em calhas, passá-la por um filtro e armazenar na cisterna para ser bombeada e distribuída para a casa, ou mais simples, como uma caixa d’água ou balde deixados a céu aberto durante a chuva.
Fim dos vazamentos. O primeiro passo para aproveitar melhor a água da sua casa é eliminando todos os vazamentos. Um buraco de 2mm (um pouco maior do que a cabeça de um alfinete) em um cano desperdiça até 3.200 litros de água em um dia. Para controlar os vazamentos, vale a pena ficar de olho no relógio de água (hidrômetro), nos canos alimentados diretamente pela água da rua e pela caixa d'água e nos reservatórios subterrâneos dos edifícios.
Reaproveite a água. A água utilizada durante o banho pode servir para a descarga, a da máquina de lavar pode ser útil para limpar a calçada e a que foi usada para lavar as verduras pode irrigar o jardim. Se for possível, instale um sistema de reaproveitamento de água em sua casa, mas se não for, um balde comum pode fazer o serviço muito bem.

Tem algo estranho...Quem jogar bituca na rua será multado pelos agentes de trânsito??? E os pedestres?

CIGARRO 17/05/2014 - 14h15

Câmara pode aprovar multa para quem jogar bituca na rua


http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/brasil/2014/05/17/noticiasbrasil,3252395/camara-pode-aprovar-multa-para-quem-jogar-bituca-na-rua.shtmlDe acordo com a proposta, fica ''proibido jogar filtro de cigarro no chão das vias, praças, parques e de quaisquer outras áreas e logradouros de acesso público.'
A Câmara dos Deputados pode aprovar um projeto que estabelece multa de R$ 100 para quem jogar filtros de cigarro, as chamadas bitucas, ou qualquer outro produto fumígeno, como cigarrilhas e charutos, em vias públicas.

O projeto de Lei (PL 3259/12), que tramita em caráter conclusivo, foi aprovado na quarta-feira (14) na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. O texto ainda deve passar nas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se for aprovado, vai direto para a sanção da presidenta Dilma Rousseff.

De acordo com a proposta, fica “proibido jogar filtro de cigarro no chão das vias, praças, parques e de quaisquer outras áreas e logradouros de acesso público.” A multa, que ficará a cargo dos agentes de trânsito federais, estaduais ou municipais, será cobrada em dobro em caso de reincidência.

Caberá aos restaurantes, bares e estabelecimentos que vendem o produto “disponibilizar recipientes adequados ao descarte de filtros de cigarros.” O projeto diz anda que os materiais aproveitáveis serão reciclados e os demais devem seguir para os aterros sanitários.

As empresas fabricantes de cigarros serão obrigadas providenciar cartazes com as determinações da lei, que deverão ser fixados nos locais de venda e de consumo de produtos fumígenos. Quem desrespeitar a regra será penalizado com multa de R$ 800, que será cobrada em dobro em caso de reincidência.

O projeto diz ainda que o governo e as empresas fabricantes de cigarros devem desenvolver políticas educacionais voltadas para a conscientização popular “no tocante ao descarte adequado de resíduos pós-consumo, objetivando evitar impactos ambientais futuros".

De acordo com o relator do projeto, deputado Edson Pimenta (PSD-BA), a proposta visa a diminuir problemas ambientais causados por esse tipo de material, que leva de cinco a dez anos para se decompor. “Em geral, o destino desses resíduos são canos de esgotos, rios e praias. No primeiro caso, seu acúmulo em galerias de esgoto pode causar enchentes; nos outros casos, a poluição das águas; e, em ambas as situações, o resultado é o comprometimento da saúde humana, pois na composição dos filtros usados há metais pesados, arsênico e outras substâncias nocivas”, argumentou.


Agência Brasil 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Banco Mundial prevê guerra por comida e água nos próximos anos

Banco Mundial prevê guerra por comida e água nos próximos anos





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Efeitos das mudanças climáticas devem agravar a crise do sistema hídrico
Foto: UN Photo/Martine Perret
As batalhas por alimento e água devem eclodir dentro de cinco a dez anos, devido ao efeitos das mudanças climáticas. A projeção do presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, foi feita durante entrevista ao jornal britânico The Guardian.
Ele pediu que ativistas e cientistas trabalhem em conjunto para criar uma solução para este problema global, e usou o exemplo do HIV para demonstrar como a união de esforços pode resultar em soluções mais rápidas e mais eficazes.
A fim de manter o aquecimento global abaixo do limite acordado internacionalmente, de 2 graus Celsius, Kim observou que o mundo precisa de um plano para mostrar que está comprometido com a meta.
Ele delineou quatro áreas em que o Banco Mundial poderia ajudar a combater a mudança climática: investir em cidades mais limpas e sustentáveis, encontrar um preço estável para o carbono, reduzir os subsídios aos combustíveis fósseis e desenvolver uma agricultura mais inteligente e resistente ao clima.
Os comentários de Kim seguem a publicação da segunda parte do quinto relatório do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (IPCC), que advertiu que nenhuma nação ficaria intocada pelo aquecimento global.
O relatório também alertou para os efeitos que as mudanças climáticas teriam sobre os preços dos alimentos, assim como em muitas outras áreas, como recursos hídricos. A produtividade agrícola pode cair 2% por década até o final do século, ao passo que a demanda deverá aumentar 14% até 2050.

Como a cidade de São Paulo poderá estar preparada para o futuro, sem engenheiros e arquitetos municipais?

Ranking 06/05/2014 14:17

As 10 cidades mais preparadas para o futuro - e as 10 menos

Estudo listou as cidades mais "resistentes" em relação ao futuro: aquelas que melhor conseguirão lidar com problemas ambientais, econômicos e humanitários




Boas práticas de gestão municipal

18
Mai

Boas práticas de gestão municipal disponíveis em vídeos ajudam prefeituras brasileiras a mudarem suas realidades

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Ideia é estimular a troca de experiências e facilitar o diálogo entre os municípios para que as experiências exitosas possam ser replicadas em várias cidades

Sustentabilidade, proteção de nascentes em áreas urbanas, preservação dos conhecimentos tradicionais indígenas, educação pública de qualidade, geração de trabalho e renda. Todos esses temas são resultados de uma boa gestão pública que, consequentemente, melhoram a qualidade de vida da população. Foi a partir desse princípio que a Fundação Verde Herbert Daniel (FVHD) iniciou o mapeamento social e ambiental e a forma que os municípios lidavam com seus problemas mais graves. As experiências bem sucedidas foram transformadas em vídeos para serem difundidas pelo país e acessíveis em: http://fundacaoverde.org.br/portcat/videos/

O projeto, denominado Pesquisa, Diagnóstico e Troca de Experiências Verdes, desenvolvido pela FVHD com o apoio do Partido Verde, tem como objetivo elaborar um diagnóstico detalhado dos municípios, listar suas dificuldades e viabilizar, junto aos gestores públicos, boas práticas que beneficiem o local ambiental e socialmente.

A ideia é de estimular a troca de experiências, produzir material de pesquisa relatando as boas práticas e facilitar o diálogo entre os mais de cinco mil municípios brasileiros, para que as experiências exitosas possam ser replicadas em várias cidades.

Para complementar o estudo e facilitar a réplica em outros municípios, é elaborado um relatório detalhado com as mudanças que podem ser feitas e onde as prefeituras podem encontrar ajuda (fontes de financiamento, convênios, consultorias etc). Dessa forma, as experiências exitosas servem de exemplo para gestores e cidadãos, que passam a ter acesso às melhorias que podem ser implementadas em suas cidades. Com comprometimento e vontade política a Fundação prova que é possível transformar o cenário ambiental e social das cidades brasileiras e ainda sinaliza o caminho mais fácil para promover a mudança.

Para tanto, é feito um levantamento de dados sobre saúde, educação, mobilidade urbana, infraestrutura e outros problemas vivenciados pelo município. Cabe ressaltar que a execução dessas ações administrativas locais faz parte do comprometimento que os prefeitos e vereadores firmaram com suas cidades nas eleições municipais passadas, intitulado 'Cidades Verdes, Eleições Limpas'.

Os vídeos e mais informações sobre o trabalho podem ser acessados em www.fundacaoverde.org.br ou com José Paulo Tóffano, diretor técnico da Fundação Verde e coordenador do projeto, por e-mail dtfvhd@gmail.com.


CHINA LIDERA EMPREGOS EM ENERGIA RENOVÁVEL; BRASIL É SEGUNDO


São Paulo – A China é o pais que mais emprega na indústria de energia renovável, com 2,6 milhões de postos de trabalhos ligados à energia solar, eólica e outras fontes verdes.
Isso é 40% dos cerca de 6,5 milhões de empregos diretos e indiretos do setor em todo o mundo, segundo um novo estudo da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA).
O país é seguido do Brasil, com mais de 890 mil postos de trabalho, e dos EUA, com 625 mil postos.
De acordo com o relatório, a maior indústria de energia renovável por aqui é a bioenergia. O etanol gera cerca de 539 mil empregos diretos e indiretos, enquanto o biodiesel responde por 82 mil.
A energia eólica também cresce e já gera um número estimado de 32 mil postos de trabalho. Por sua vez, o biodiesel é “ainda menos importante do que o etanol no Brasil”, diz o estudo, mas o emprego está aumentando, chegando a 81 mil postos, em 2012.
De acordo com o estudo, a área que mais emprega na indústria renovável em todo o mundo é a de energia solar, com cerca de 2, 27 milhões de pessoas.
Ela é seguida pela indústria de biocombustíveis líquidos, com 1,4 milhão de pessoas empregadas
Fonte: Exame.com