sábado, 20 de abril de 2013

Premio Virada Sustentável é 16!


Prêmio Virada Sustentável destaca 100 nomes para indicação

Redação em 

A Virada Sustentável, em parceria com o siteCatraca Livre, divulga a partir desta segunda-feira, 15, a lista dos 100 nomes indicados para a primeira edição do Prêmio Virada Sustentável.Ele é voltado para cidadãos que, pelo conjunto de seu trabalho ou atuação, estão transformando a cidade de São Paulo num lugar mais alegre, civilizado e sustentável.
Os nomes foram indicados pelos membros doConselho Curador e pela equipe de organização da Virada Sustentável.  As  pessoas serão convidadas a relatar sua estória pessoal, de vida e trabalho nas 100 rodas de conversa que acontecem na edição da Virada 2013, de 6 a 9 de junho. As rodas de conversa terão o nome de “Conta Aí” e serão realizadas em diversos pontos da capital paulista.
O prêmio terá dois vencedores, um eleito pelo voto popular, através do site doCatraca Livre (enquete abaixo) e outro eleito por um júri específico, formado peloConselho Curador da Virada Sustentável – veja aqui. 
Para a organização do evento, a votação popular é apenas uma forma de aumentar a curiosidade e ampliar a informação sobre a estória de pessoas que estão transformando São Paulo numa cidade melhor para se viver.
Etapas 
De 15 de abril a 10 de maio serão selecionados 10 (dez) nomes de toda a lista.
De 11 de maio a 25 de maio será eleito um nome entre os 10 mais votados.
Dia 26 de maio sai o resultado final, indicando os vencedores (júri popular e júri específico).
**Cada pessoa poderá votar uma vez em seu nome preferido a cada 24 horas.
Os dez mais votados Prêmio Virada Sustentável receberão menção honrosa no Prêmio Cidadão Paulistano. 
O Prêmio Cidadão Paulistano surgiu ano passado, com a proposta de reconhecer e valorizar as pessoas que, de fato, ajudam a transformar São Paulo em uma cidade mais justa, democrática, saudável e solidária.
Em função do grande sucesso da premiação – que foi pensada apenas para ter uma edição, com o nome de “Prêmio Cidadão Sustentável” – este ano vai acontecer a segunda edição, também em parceria com a Rede Nossa São Paulo e a mudança de nome para “Prêmio Cidadão Paulistano”. Em breve, mais detalhes sobre a edição deste ano.
Conheça os indicados
Indicados ao Prêmio Virada Sustentável

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Urina é fertilizante natural e não é explosivo


Urinol ecologicamente correto filtra a urina para regar plantas

Já imaginou regar plantas enquanto urina? Conheça este projeto de banheiro público mais discreto e ecológico

http://www.tecmundo.com.br/tecnologia-verde/10918-urinol-ecologicamente-correto-filtra-a-urina-para-regar-plantas.htm?utm_source=artigo_bottom_saibamais&utm_medium=tecmundo


Por Danilo Amoroso em 21 de Junho de 2011




Urinol de Eddie Gandelman. (Fonte da imagem: Tuvie)




Já diz o ditado que, quando a natureza chama, é melhor atender. E numa dessas pode acabar sobrando para um inocente arbusto. Felizmente, no que depender do designer Eddie Gandelman, as plantinhas poderão tirar proveito da situação um tanto desconfortável.
Gandleman pensou em um urinol público mais higiênico, discreto e capaz de utilizar a urina para regar plantas. A estrutura proposta tem quatro urinóis com espaço e privacidade para quem precisa se aliviar e, na parte central, uma estrutura que coleta e filtra a urina para utilizá-la para regar uma planta na parte de cima.
De acordo com o site Tuvie, que divulga projetos de design, o processo de filtragem é dividido em três etapas e foi aprovado por um professor de toxicologia.
Já o site Tree Hugger consultou Michael Hines, de outro site, o Trend Hunter (que pode ser traduzido como “Caçador de Tendências”), e a ideia lhe soou boa. Para Hines, bares e restaurantes podem cultivar vegetais ou frutas, ao mesmo tempo economizando em gastos e diminuindo a emissão de carbono. Obviamente, nesse caso, será necessário certificar a eficiência do mecanismo de filtragem para evitar contaminações.
E, por mais que a eficácia seja comprovada, não se pode dizer que a ideia de aproximar dejetos humanos com o cultivo de plantas e frutas é facilmente aceita pelo público. Ao que tudo indica, a natureza agora vai chamar e, de quebra, ser mais correspondida do que se pode pensar.

Galeria de Imagens



Nitrato de amônio
Nitrato de amônio é um composto químico de fórmula molecular +–. Wikipédia
Fórmula(NH4)(NO3)
Massa molar80,052 g/mol
Densidade1,72 g/cm³
IUPACAmmonium nitrate
Ponto de fusão169,6 °C

18/04/2013 13h47 - Atualizado em 18/04/2013 18h42

Entenda os perigos ligados ao fertilizante nitrato de amônio

Composto pode ter causado explosão no Texas nesta quarta-feira (17).
Seguro a temperatura ambiente, ele pode explodir quando aquecido.

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/04/entenda-os-perigos-ligados-ao-fertilizante-nitrato-de-amonio.html

Da AFP
mapa explosão texas versão 4 (Foto: 1)


Explosões que destruíram no passado fabricas de fertilizantes, como a ocorrida na noite de quarta-feira (17) perto de Waco, no Texas, e na fábrica AZF em Toulouse, na França, em setembro de 2001, em muitos casos envolveram nitrato de amônio, um fertilizante amplamente usado na agricultura.
Ainda não se sabe as causas exatas da explosão da fábrica de fertilizantes West Fertilizer, mas a amônia anidra (fórmula química NH3), um gás usado para a produção de nitrato de amônio (NH4NO3), foi citado como possível responsável pelo acidente.
A fórmula química NH4NO3, por vezes erroneamente denominada "nitrato de amoníaco" pela indústria, pode também ser utilizado na fabricação de explosivos e bombas, tal como no atentado em Oklahoma City, em 1995, e no ataque em Oslo, em 2011, pelo atirador norueguês Anders Breivik.
O nitrato de amônio, por si só, é relativamente pouco explosivo. Ele se apresenta como um pó branco ou em grânulos solúveis em água e é seguro, desde que não aquecido. A partir de 210 °C, decompõe-se e, se a temperatura aumentar para além de 290 °C, a reação pode tornar-se explosiva.
Um incêndio, tubos superaquecidos, fiação defeituosa ou relâmpagos podem ser suficientes para desencadear tal reação em cadeia.
Mas para que uma explosão ocorra, deve haver também uma quantidade significativa de nitrato de amônio, segundo especialistas. Este foi o caso da AZF (300 toneladas) e na catástrofe em Texas City, em abril de 1947, quando um incêndio em um navio que transportava 2.300 toneladas de nitrato de amônio causou uma série de explosões que mataram mais de 500 pessoas.
As causas exatas da explosão na AZF nunca foram determinadas com precisão, embora os investigadores e peritos acreditem que o evento tenha ocorrido por uma mistura acidental de um produto clorado com o nitrato de amônio.
Quanto à amônia anidra (NH3) - cerca de 25 toneladas estavam armazenadas na fábrica West Fertilizer, segundo a imprensa local -, é um gás considerado relativamente de baixa inflamabilidade.
Não é explosivo, mas pode formar uma mistura explosiva com o ar a certas concentrações (16% a 25% em volume no ar). Do mesmo modo, pode formar uma mistura explosiva em contato com certas substâncias, em especial flúor, cloro, bromo, iodo, óxido de prata e mercúrio.
O principal perigo da amônia anidra, um dos gases mais solúveis em água, é a sua toxicidade. Como um gás ou líquido é muito irritante para a pele e os olhos, e no sistema respiratório, em contato direto, pode provocar queimaduras graves.

NITRATO DE AMÔNIO
INFORMAÇÕES AGRONÔMICAS Nº 120 – DEZEMBRO/2007
autoria Luiz Antonio V. Mesquita, Fosfertil, email: mesquita@fosfertil.com.br
A Fosfertil é a maior produtora de fertilizantes fosfatados da
América Latina e também grande produtora de fertilizantes nitrogenados.
O nitrato de amônio é um produto sólido, perolado, branco
cristalino, com 34% de nitrogênio (50% N-nítrico e 50% N-amoniacal).
Possui forte ação oxidante e, por ser muito higroscópico, requer
recobrimento de seus grânulos para reduzir o empedramento e o
conseqüente esfarelamento.
O produto é obtido por intermédio da neutralização do ácido
nítrico pela amônia. É obtido basicamente em duas etapas:
• Produção de ácido nítrico, e
• Neutralização do ácido nítrico com amônia, segundo a
reação: NH3 + HNO3 —— NH4NO3.
As principais características agronômicas deste fertilizante
são: nitrogênio nítrico prontamente disponível; nitrogênio amoniacal
com disponibilidade mais prolongada; baixo índice de salinidade; é
compatível com as demais matérias-primas das misturas NPK (com
exceção da uréia). Por conter um radical nítrico e outro amoniacal, o
produto sofre menor perda por volatilização e acidifica menos o
solo, comparado aos demais fertilizantes nitrogenados.
As culturas que mais consomem nitrato de amônio no Brasil
são: cana-de-açúcar, café e citros.
O único produtor de nitrato de amônio no Brasil é a Fosfertil,
que possui duas fábricas em Cubatão, SP: uma de produto denso
(406.600 t por ano) e outra de produto de baixa densidade (Ultraprill,
84.900 t por ano). Na forma densa, o nitrato de amônio é utilizado
principalmente como fertilizante, já em baixa densidade, o produto
se presta à confecção de explosivos.
Os aspectos negativos do produto relacionam-se ao seu
poder oxidante e ao seu uso indevido como explosivo em ações
criminosas e terroristas. Existe uma série de regras básicas de
segurança que devem ser seguidas quando no manuseio do nitrato
de amônio, quais sejam: não superaquecer; não confinar; evitar
condições ácidas anormais; remover o produto completamente antes
da manutenção; evitar a combinação de condições perigosas;
assegurar-se de que os materiais em contato são compatíveis; utilizar
ferramentas próprias de segurança; compartilhar conhecimentos
sobre segurança, etc.
Em termos mundiais, a participação desse fertilizante na
matriz nitrogenada aumentou de 73,3 milhões de t de N, em 2002,
para 85,8 milhões de t de N, em 2006, sendo o segundo fertilizante
nitrogenado mais produzido, depois da uréia.
Os maiores produtores de nitrato de amônia são Rússia,
Estados Unidos e China, e os principais exportadores são Rússia e
Ucrânia, que representam mais de 50% do total mundial. Os grandes
importadores do produto são Estados Unidos, Turquia e Brasil,
seguidos por França e Reino Unido.
Embora o cenário do setor de fertilizantes nitrogenados no
mundo seja positivo nos próximos quatro anos (2008-2012), no Brasil não haverá investimentos significativos durante esse período.
Os fatores determinantes seriam a oferta limitada de gás natural no
País, a prioridade de seu uso para a geração de energia elétrica e o
alto custo de produção.



sexta-feira, 19 de abril de 2013

Mineração de asteroides...é sustentável?


24/01/2013 - 07h00

Deep Space Industries é a segunda empresa a se voltar para a mineração de asteroides

DE SÃO PAULO

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1219280-deep-space-industries-e-a-segunda-empresa-a-se-voltar-para-a-mineracao-de-asteroides.shtml

A Deep Space Industries, empresa americana focada na mineração espacial, anunciou ontem (22) que vai lançar, a partir de 2015, pequenas sondas espaciais para explorar os minerais e outros recursos encontrados nos asteroides em nosso Sistema Solar situados entre as órbitas de Marte e Júpiter.
A empresa acredita que os humanos estão prontos para começar a colher recursos do espaço para o uso no espaço em missões espaciais e para aumentar a riqueza e prosperidade das pessoas na Terra.
Por tanto sua missão é localizar, explorar, coletar e utilizar o vasto número de asteroides presentes do cinturão de asteroides do Sistema Solar

Mineração espacial

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Divulgação/Deep Space Industries
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Concepção de sonda de segunda geração voltada para pequenas prospecções em solo asteroide
A estratégia da Deep Space Industries é ser práticos e criativos, dando passos pequenos mas contínuos. As sondas exploratórias que eles devem enviar serão econômicas e criadas com elementos em miniatura de satélites existentes.
Elas vão ser enviadas ao espaço a um preço acessível, pegando carona em lançadores de missões maiores usados para transportar astronautas ou grandes satélites de comunicação.
Com esses planos a Deep Space Industries está começando a buscar investidores e clientes para suas atuações. E também está trabalhando junto à Nasa e outras entidades para descobrir os primeiros asteroides mais promissores para a exploração de minerais.
Os planos deles são lançar sondas pequenas de até 25 kg em 2015 e a partir de 2016 enviar sondar mais pesadas de 32 kg capazes de contatar os asteroides e iniciar a análise no local.
A recém-lançada Deep Space Industries é a segunda empresa a se voltar para a prospecção e exploração de minerais presentes em asteroides. A primeira foi a Planetary Resources, criada em abril de 2012 pelo presidente da Google, Larry Page, e pelo cineasta James Cameron.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Base na Antártida sustentável?


16/04/2013 - 03h00

Instituto de Arquitetos do Brasil escolhe projeto para nova base na Antártida

DO RIO

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2013/04/1263231-instituto-de-arquitetos-do-brasil-escolhe-projeto-para-nova-base-na-antartida.shtml


O projeto elaborado pelo arquiteto Fábio Henrique Faria, de Curitiba, foi escolhido pelo IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil) para a reconstrução da Estação Comandante Ferraz, base de pesquisa científica brasileira na Antártica.
O prêmio para o vencedor é de R$ 100 mil, que representa um adiantamento de um contrato de R$ 5 milhões com a Marinha.
A estação foi destruída por um incêndio, em fevereiro do ano passado, que deixou dois mortos e um ferido.
A nova base terá dois blocos horizontais, dispostos paralelamente, com as extremidades envidraçadas para permitir a entrada de luz.
Divulgação
Projeto vencedor para reconstrução da base antártica prevê lados envidraçados para aproveitar luz natural
Projeto vencedor para reconstrução da base antártica prevê lados envidraçados para aproveitar luz natural
O trabalho foi escolhido por meio de concurso público. Agora a Marinha, que administra a base, vai fazer uma licitação para escolher quem vai construir os dois prédios.
O objetivo da Marinha é que em novembro, verão na Antártida, já seja lançada a pedra fundamental da nova base. A obra deverá estar concluída em cinco meses.
Como não é possível fazer obras físicas no continente, os prédios projetados são pré-moldados e serão montados lá.
A competição teve 109 equipes e 74 trabalhos entregues. A área onde a estação será instalada tem 3,2 mil m² e fica no mesmo local onde a anterior pegou fogo. A estimativa da Marinha é serão gastos R$ 72 milhões para reconstruir a base, que terá capacidade para receber 64 pessoas durante o verão e 34 no inverno.
Divulgação
Croqui do projeto vencedor, elaborado por Fábio Henrique Faria, de Curitiba
Croqui do projeto vencedor, elaborado por Fábio Henrique Faria, de Curitiba
A estação, que começou a funcionar em 1984, terá 19 laboratórios, sistemas de água potável, energia, de coleta e separação de resíduos sólidos, rede avançada de comunicações de dados e de voz, segurança, logística, instalações mecânicas e sistemas especiais, como fontes de energias renováveis.
Além disso, terá biblioteca, academia de ginástica, lan house e centro cirúrgico de emergência. Foi permitida a participação de escritórios nacionais e sócios de empresas estrangeiras.
Empresas estrangeiras não puderam participar sozinhas.

Antes considerado um problema, lixo se transforma em solução energética


Edição do dia 04/04/2013
04/04/2013 12h06 - Atualizado em 04/04/2013 12h06

Antes considerado um problema, lixo se transforma em solução energética

Brasil tem protótipo com tecnologia nacional que pode produzir energia suficiente para abastecer 15 mil residências, mas custo ainda é elevado.



O lixo que era um problema em boa parte do mundo se transformou em solução energética. Existem cerca de 1,5 mil usinas térmicas que queimam resíduos para produzir energia, sendo 800 delas apenas no Japão. O Bloco Europeu, segundo no ranking, tem 542 e os Estados Unidos, 86.
No Brasil, há apenas um protótipo com tecnologia 100% nacional, a Usina Verde, que opera no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Funcionando na capacidade máxima, ela é capaz de produzir energia suficiente para abastecer 15 mil residências, mas o custo ainda é elevado: só o protótipo custou cerca de R$ 50 milhões.
Mais do que produzir energia, o grande benefício é transformar lixo em cinzas. Para cada tonelada de resíduos que entra no forno, saem 120 quilos de material carbonizado. “Essas cinzas podem ser aproveitadas em calçamentos ou base asfáltica para pavimentação de cidades ou pode ir para aterros, ocupando 12% da área que seria ocupada com todos os resíduos”, destaca o presidente da Usina Verde, Mário Amato Neto.
Cidades e Soluções - Material Orgânico (Foto: Arte/Cidades e Soluções)Material orgânico (Arte: Cidades e Soluções)
Outra forma de produzir energia a partir do lixo, o biogás ganha escala. A parte orgânica leva aproximadamente seis meses para se decompor e virar gás metano, que é de fácil combustão. São Paulo foi a primeira cidade do Brasil a aproveitar o biogás como fonte de energia. Depois de 30 anos recebendo diariamente o lixo dos paulistanos, o aterro Bandeirantes devolve agora energia. As máquinas transformam o biogás em energia elétrica suficiente para abastecer 35 mil domicílios da cidade.
Junto com o aterro de São João, o Bandeirantes responde por mais de 2% de toda a energia elétrica consumida em São Paulo, além de gerar receitas extras para o município através dos créditos de carbono. Entre outros investimentos, a prefeitura usou os créditos de carbono dos aterros para construir, no Parque do Anhanguera, uma escola de marcenaria e o maior centro de manejo e conservação de animais silvestres da América Latina.
No Rio, o aterro de Gramacho, que foi o maior da América Latina até junho do ano passado, vai passar a ser o único fornecedor de biogás para uma refinaria de petróleo do mundo. São 70 milhões de metros cúbicos de biogás por ano, o suficiente para abastecer todas as residências e estabelecimentos comerciais do estado do Rio.
Mapeamento do biogás no Brasil
Em 2010, o Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, realizou o primeiro mapeamento do biogás do lixo no Brasil. De acordo com o estudo, a quantidade de metano estocada em 56 aterros situados em áreas densamente povoadas seria suficiente para abastecer uma população equivalente ao do município do Rio de Janeiro, que é de 5,6 milhões de habitantes. Para 2020, a estimativa é que a produção supra as necessidades de quase nove milhões de pessoas.
Em fevereiro deste ano, a Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) fez um novo mapeamento do biogás do lixo no Brasil, mas a área pesquisada foi menor do que a do Ministério do Meio Ambiente: apenas 22 aterros. Ainda assim, os números são impressionantes: o volume de biogás estocado hoje é suficiente para abastecer de energia 1,67 milhões de pessoas.
Segundo o diretor-executivo da Abrelpe, Carlos Silva Filho, se a capacidade instalada for mantida, será possível abastecer 1,5 milhão de habitantes em 2039, número que pode dobrar se for aplicada a Política Nacional de Resíduos Sólidos. “O que nós pretendemos com esse estudo é mostrar que é possível aproveitar esse biogás, que é viável e economicamente sustentável”, diz Filho.
Para o presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Maurício Tolmasquim, ainda há um universo de negócios a ser explorado para o melhor aproveitamento do gás do lixo, principalmente o uso como combustível para veículos. “Você tem duas utilizações principais para os resíduos: uma delas é gerar gás, a outra é gerar enérgica elétrica. A geração de energia a partir do lixo é cerca de três vezes mais cara que a geração de energia eólica. Já a energia a partir do metano é cerca de 30% mais barata do que o GNV. Portanto, gerar biogás é, a princípio, mais interessante do que gerar energia elétrica com aquele resíduo”, aponta
.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Degelo na Antártida se intensifica em 50 anos


16/04/2013 - 03h05

Degelo na Antártida se intensifica em 50 anos

Um estudo divulgado nesta segunda-feira indica que o degelo atual do verão antártico está dez vezes mais rápido que há 600 anos.
De acordo com o trabalho, publicado na revista especializada "Nature Geoscience", esse fenômeno se intensificou ainda mais nos últimos 50 anos.
Para chegar a esses resultados, os cientistas perfuraram, a uma profundidade de 364 metros, calotas da ilha James Ross, no norte da geleira antártica.
O objetivo dos pesquisadores era medir as temperaturas de centenas de anos que ficaram registradas no gelo.
As sucessivas camadas na geleira revelam o movimento de degelo e de congelamento que ocorreu, e ao medir a espessura destas camadas, os cientistas foram capazes de comparar as variações de temperatura nas camadas mais superficiais com as do núcleo de gelo ao longo dos últimos mil anos.
Robin Bell/Divulgação
Capa de gelo perto das montanhas Gamburtsev, na Antártida
Capa de gelo perto das montanhas Gamburtsev, na Antártida
Constatamos que, há 600 anos, havia condições mais frias na península antártica e uma menor quantidade de gelo derretido", disse Nerilie Abram, líder do trabalho e pesquisadora do British Antarctic Survey de Cambridge, no Reino Unido.
Naquela época, as temperaturas eram aproximadamente 1,6 grau Celsius menor que as registradas no fim do século 20, e a proporção de neve que derretia a cada ano e depois voltava a congelar era de 0,5%, segundo Abram.
"Hoje, a quantidade de neve que derrete a cada ano é dez vezes maior."
Apesar do aumento regular das temperaturas que ocorre há centenas de anos, o degelo se intensificou a partir da metade do século 20, afirma o novo estudo.
Isso significa que o aquecimento na Antártida alcançou um nível em que até leves aumentos de temperatura podem provocar uma forte aceleração do degelo.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Guia gratuito mostra como atender à nova norma de desempenho

10/Abril/2013

Guia gratuito mostra como atender à nova norma de desempenho


http://www.piniweb.com.br//construcao/legislacao/guia-gratuito-mostra-como-atender-a-nova-norma-de-desempenho-280776-1.asp

Publicação de 300 páginas da CBIC traz comentários técnicos e esclarecimentos jurídicos sobre como atender à NBR 15.575:2013


Renato Faria, da revista Téchne


Reprodução
Qual a resistência mínima das paredes a fechamentos bruscos das portas? Que normas regem os ensaios necessários para verificar a isolação sonora de fachadas? Quais as características do revestimento de piso a ser usado em áreas molhadas, rampas e terraços? Perguntas como essas se tornaram mais comuns a partir da exigência da nova norma NBR 15.575:2013 - Edificações Habitacionais - Desempenho, publicada no último mês de fevereiro e que passará a ser exigível a partir do próximo mês de julho. É com o objetivo de respondê-las que a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) lançou nesta quarta-feira (10) o Desempenho de Edificações Habitacionais - Guia Orientativo para Atendimento à Norma ABNT NBR 15575/2013.
A publicação apresenta, em 15 capítulos, considerações e comentários detalhados sobre os principais conceitos apresentados na nova norma, como conforto tátil e antropodinâmico, desempenho térmico, desempenho acústico, desempenho lumínico, estanqueidade à água, entre outros.
O texto é ilustrado com desenhos e tabelas que compõem a norma de desempenho, acompanhados de referências nas margens das páginas. Um apêndice com cinco anexos traz ainda esclarecimentos de natureza jurídicas relacionados à NBR 15.575.
A CBIC disponibiliza a versão online do guia orientativo para download gratuito em seu site


Veja os capítulos do guia:

1. Definições e conceitos
2. Incumbências
3. Requisitos gerais de desempenho
4. Desempenho estrutural
5. Segurança contra incêndio
6. Segurança no uso e na operação
7. Funcionalidade e acessibilidade
8. Conforto tátil e antropodinâmico
9. Desempenho térmico
10. Desempenho acústico
11. Desempenho lumínico
12. Estanqueidade à água
13. Durabilidade
14. Manutenibilidade/gestão da manutenção predial
15. Considerações finais


Apêndice: esclarecimentos de natureza jurídica
Anexo A - Vidas Úteis de Projeto (VUPs) sugeridas para diversos elementos e componentes da edificação
Anexo B - Diretrizes sugeridas para o estabelecimento de prazos de garantia
Anexo C - Gestão da manutenção predial
Anexo D - Referências normativas (normas técnicas a serem consultadas para aplicação da NBR 15.575)
Anexo E - Relação de laboratórios/capacitação para ensaios de desempenho


Serviço:

Desempenho de Edificações Habitacionais - Guia Orientativo para Atendimento à Norma ABNT NBR 15575/2013

Câmara Brasileira da Indústria da Construção
300 páginas



Paraná inclui planos municipais de Mata Atlântica nas políticas públicas

09/04/2013

Paraná inclui planos municipais de Mata Atlântica nas políticas públicas


 Jurandir Ambonatti


O Paraná será o primeiro estado do país a incluir a elaboração dos Planos Municipais da Mata Atlântica na política pública do Estado. A iniciativa, inédita no Brasil, será uma parceria entre a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, a Fundação SOS Mata Atlântica e a Anama, que é a Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente. O secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, esteve nesta segunda-feira com o diretor de políticas públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani, para formalizar a parceria. A fundação, juntamente com a Secretaria do Meio Ambiente, vai capacitar os técnicos e profissionais de todas as cidades do Paraná para que os municípios possam elaborar e implementar os planos, assumindo a competência da gestão ambiental local. De acordo com Mario Mantovani, a inclusão dos Planos Municipais da Mata Atlântica na política estadual do meio ambiente do Paraná representa um momento ímpar e demonstra uma visão diferenciada do Governo em relação à questão ambiental. No Paraná, todos os 399 municípios estão inseridos na área do bioma Mata Atlântica. A Lei da Mata Atlântica possibilita aos municípios inseridos no bioma atuarem proativamente para a proteção e a recuperação. O secretário Luiz Eduardo Cheida disse que os planos de Mata Atlântica também contribuirão para o inventário florestal do Paraná, que começa a ser desenvolvido para gerar informações detalhadas sobre as florestas paranaenses. Além disso, poderão fornecer informações para a elaboração dos planos diretores municipais, planos municipais de bacias hidrográficas, de saneamento e de resíduos sólidos, contribuindo com o Programa Paraná Sem Lixões. Segundo o secretário, após a conclusão dos planos, a próxima etapa será garantir que as medidas compensatórias possam ir direto para os municípios. O coordenador de Biodiversidade e Florestas da Secretaria do Meio Ambiente, Paulo de Tarso Lara Pires, disse que os planos de Mata Atlântica também irão auxiliar no Cadastro Ambiental Rural. O Cadastro Ambiental Rural é a “carteira de identidade” do imóvel rural e o pré-requisito, de acordo com o novo Código Florestal para obtenção de licenciamentos e autorizações ambientais para quaisquer atividades econômicas, agropecuárias ou florestais. (Repórter: Jurandir Ambonatti) 

Caixa e CBIC vão compartilhar queixas de clientes do Minha Casa Minha Vida

10/Abril/2013

Caixa e CBIC vão compartilhar queixas de clientes do Minha Casa Minha Vida



Segundo convênio, reclamações feitas pelos serviços de atendimento ao cliente do banco serão encaminhadas às empresas responsáveis

http://www.piniweb.com.br/construcao/habitacao/caixa-e-cbic-vao-compartilhar-queixas-de-clientes-do-minha-280782-1.asp

Renato Faria, da revista Téchne


Divulgação: Prefeitura de Votuporanga
A Caixa Econômica Federal e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) vão trocar informações sobre queixas pós-obra dos clientes do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A iniciativa faz parte de um convênio de cooperação que as instituições assinaram nesta quarta-feira, em Brasília, visando à melhoria da qualidade dos empreendimentos residenciais financiados pelo banco estatal.
Pelo acordo, a Caixa fará o levantamento das reclamações e comentários dos proprietários dos novos imóveis realizados por meio de seus serviços de atendimento ao cliente. As informações serão encaminhadas à CBIC, que deverá estruturar um canal de comunicação para que as dúvidas ou queixas dos clientes sejam encaminhadas para as empresas responsáveis e sejam respondidas com mais agilidade. Segundo o presidente da Caixa, Jorge Hereda, a iniciativa apoia as empresas que não têm condições de montar seu próprio serviço de atendimento ao cliente.
A CBIC também deverá fazer uma ampla divulgação entre as empresas do setor sobre a importância do atendimento pós-obra do MCMV. Também oferecerá apoio técnico à Caixa no desenvolvimento de material informativo que será distribuído entre os clientes do programa. Com isso, o banco pretende orientá-los sobre os cuidados na operação do imóvel e reduzir as ocorrências por mau uso. A Caixa informa que foram contratadas cerca de 2,5 milhões de unidades pelo programa, e 1,1 milhão foram entregues. Cada unidade abriga, em média, 3,6 pessoas.