terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Village of Yorkville Park em Toronto, Canadá


Toronto Parks: Village of Yorkville Park


Posted by Staff / AUGUST 19, 2012
Yorkville ParkWhat better place to build a park than right over top of a parking lot? In a move that would surely please Joni Mitchell — who, it should be noted, used to spend time around these parts — that's what the planners behind Village of Yorkville Park did, reclaiming a parking lot in the upscale Toronto neighbourhood and turning it into a distinctly Yorkville kind of park. The park has been honoured with the American Society of Landscape Architects Award, the City of Toronto Urban Design Award of Excellence and the International Downtown's Association Award of Merit.
Yorkville Village Park is divided into 11 sections designed to represent the differing Canadian landscapes. Dividing lines between the sections also marks the lot lines where Victorian houses used to sit. These houses were demolished in the 1950s to make way for the Bloor subway line. The former residents allowed the city to make way for the future, but were firm that they wanted a park to be built over top of the subway station. What the residents got instead was a commuter parking lot paved over the area.
Yorkville Village ParkThe former neighbours let it be known they were not going to abandon hope that a park would be built, and their persistence finally paid off in 1973 when the city agreed to replace the parking lot with a public park. As these things tend to go in Toronto though, the park didn't really get moving until 18 years later. It wasn't until 1991 (around the vintage of the above photo) that the city began planning for the area. A design competition was launched and a jury of local residents and design gurus selected the plan that became what the park is today.
Yorkville Village ParkThe 11 landscapes represented in the park include upland forests, marshes, groves, prairies, orchards and of course the Rock (pre-wrestler). The 650 tonne granite rock was taken from the Canadian Shield and required 20 truckloads to transplant it to Yorkville. The approximately 1 billion year old rock was assembled in Toronto and serves as neighbourhood and city landmark just outside the entrance to Bay Station.
At the east end of the park you'll find circular benches around a group of Scots Pine trees. Moving westward the park includes crab apple trees, a marshy wetland with tall weeds and a wooden boardwalk around the marshy terrain. A manmade waterfall borders a courtyard filled with benches and chairs. The park has some very intricate and diverse plant life, but the grey areas between the designated sections are continuous with the busy street and sidewalk.
Yorkville Village ParkIt avoids seeming like just an art piece, with benches, rocks and other elements becoming crowded with people on summer weekends and lunch hours. The park mixes well sculpted exotic plants and inner-city concrete smoothly, appearing both artistic and approachable, high-concept and functional.
The $3.5 million park is located on the south side of Cumberland Street and borders some prime real estate. The park is just steps from many specialty boutiques and fine dining, with the surrounding shops ranked as the third-most expensive retail space in all of North America in 2008. Village of Yorkville Park is a good indication of what thoughtful design, innovation, and a chunk of money can provide.
PARK PERKS
  • Tables and chairs
  • A waterfall!
  • Superb sight lines for people-watching
Writing by Matt Stephen / Photos by Sharon VanderKaay and the City of Toronto Archives

Quando a corrupção afeta o meio ambiente


06/02/2013 14:20:51

Quando a corrupção afeta o meio ambiente


Marcela Valente, da IPS

A Bacia Matanza-Riachuelo continua contaminada, apesar da decisão judicial sobre seu saneamento./ Foto: Malena Bystrowicz /IPS

Dois escândalos de corrupção, um deles originado na Espanha, alertam para a reiterada relação, na Argentina, entre o uso de investimentos irregulares, o aproveitamento espúrio de projetos de melhorias ambientais e planos que contribuem para a deterioração dos recursos naturais. A organização Transparência Internacional considera que a mudança climática, as florestas e a água são tópicos cruciais para detectar casos de corrupção, sobretudo em países em desenvolvimento onde os recursos naturais são abundantes e os econômicos escassos.

A justiça espanhola investiga um caso de corrupção que envolve Luis Bárcenas, gerente e depois tesoureiro do governante Partido Popular (PP) entre 1993 e 2009. O escândalo tem um capítulo argentino, estreitamente vinculado com o avanço sobre as florestas nativas que deveriam ser protegidas. Um dos proprietários de La Moraleja, estabelecimento agrícola de 30 mil hectares na província de Salta, é o espanhol Ángel Sanchís, tesoureiro do PP entre 1982 e 1987, e na mira da justiça de seu país por estreitos vínculos com Bárcenas.
A justiça espanhola informou em janeiro que Bárcenas tinha pelo menos uma conta na Suíça, no valor de US$ 29,8 milhões, da qual, segundo vazou da investigação, foram desviados fundos para uma empresa ligada a La Moraleja, e suspeita-se que também chegaram à própria fazenda, embora a família Sanchís desminta. Também no mês passado, o responsável por florestas no Greenpeace Espanha, Miguel Ángel Soto, contou que, em 2004, Sanchís pediu à organização que avalizasse seu projeto de reflorestamento com madeiras exóticas em Salta, e ofereceu “uma gratificação” em troca.
Soto contou que Sanchís explicou que sua propriedade na Argentina tinha apenas 12 mil hectares produtivos e que, por isso, queria desmatar e produzir, em troca, madeiras “nobres”, como teca, cerejeira e mogno. Contudo, a área era de alto valor de conservação, segundo a organização. O Greenpeace Argentina estava naquele momento fazendo intensa campanha em defesa das florestas nativas de Salta, onde a expansão da soja e de outros cultivos arrasava a floresta e a sobrevivência de povos originários da região.
A ação da organização ambientalista havia começado com a denúncia da venda de uma reserva provincial em Pizarro, localidade perto de La Moraleja. O então governador de Salta, o direitista Juan Carlos Romero, que visitava com frequência a fazenda, considerava que a reserva estava deteriorada. A denúncia por desmontes finalmente derivou na promulgação, em novembro de 2007, da Lei 26.331 de Orçamentos Mínimos de Proteção Ambiental das Florestas Nativas, a qual estabelece que cada província, mediante um ordenamento territorial, define áreas de alto, médio ou baixo valor de conservação, marcadas como vermelha, amarela e verde, respectivamente.
Hernán Giardini, encarregado da campanha do Greenpeace, disse à IPS que La Moraleja está em uma área de transição entre a floresta do Chaco, ao leste, e a selva de Yungas, a oeste, com espécies de ambas as regiões. “Resta muito pouco da floresta de transição em Salta, e justo quando termina a gestão desse governo provincial e a lei já estava aprovada, as autorizações de desmonte são multiplicadas por cinco”, inclusive em La Moraleja, que é toda zona vermelha, denunciou.
Segundo o Greenpeace pôde constatar, os proprietários do estabelecimento rural obtiveram autorizações para o desmonte de 5.900 hectares em dezembro de 2007, dias depois de sancionada a lei que proíbe essa prática. No mesmo ano, foi autorizado o desmatamento de 435 mil hectares nessa província. Os dados constam do informe Monitoramento de Desmatamento nas Florestas Nativas da Região do Chaco Argentino, publicado no final de 2012 pela não governamental Rede Agroflorestal Chaco Argentina, que indica que em Salta foram cortados dois milhões de hectares de florestas nativas entre 1976 e 2012.
“Os dados nos indicam que a Lei de Florestas não teve um impacto significativo para uma queda na taxa de desmontes em Salta nos anos imediatamente posteriores à sua sanção”, conclui o documento. Também ressalta que o mais afetado é o departamento de Anta, onde fica La Moraleja, que representa 40% do desmatamento da província. Giardini explicou à IPS que ele nunca pôde comprovar versões que surgiram de que Romero emitia autorizações em troca de dinheiro, mas conseguiu comprovar a aceleração das permissões quando a lei já era uma decisão tomada.
Romero governou Salta por três mandatos consecutivos (1995-2007) e atualmente é senador. Pertence à ala do governante Partido Justicialista que confronta a presidente, Cristina Fernández, que lidera o setor centro-esquerdista Frente para a Vitória.
Bacia contaminada pela justiça
Outro caso emblemático que envolve a corrupção na deterioração do meio ambiente é o do projeto de saneamento da bacia do rio que percorre 64 quilometres desde o nordeste da província de Buenos Aires, onde se chama Matanza, até servir de limite com a capital argentina, onde passa a se chamar Riachuelo. “A corrupção deve ser considerada uma fonte a mais de contaminação da Bacia Matanza-Riachuelo”, disse à IPS o ativista Andrés Nápoli, da Fundação Meio Ambiente e Recursos Naturais.
A Suprema Corte de Justiça determinou, em 2007, o saneamento da bacia, a mais contaminada do país, a mitigação dos danos e a melhoria da qualidade de vida dos moradores que vivem nas ribeiras do afluente que desemboca no Rio da Prata. Para avançar com esse plano foi criada a Autoridade da Bacia Matanza-Riachuelo, com representantes da Cidade Autônoma de Buenos Aires, de 14 distritos da província de mesmo nome e do governo nacional.
As organizações ambientalistas afirmam que o plano conseguiu melhorias gerais, embora ainda restem numerosas medidas para cumprir a sentença. Entretanto, no final de 2012, chegou à decepção, quando o jornal Página/12 informou sobre supostos atos de corrupção do juiz Luis Armella, encarregado de executar a sentença. A publicação dizia que familiares do magistrado criaram empresas que se beneficiavam de contratos de obras de saneamento sem licitação, alegando sua urgência.
O tribunal remanejou Armella e dividiu a competência entre dois novos juízes: Sergio Torres e Jorge Rodríguez. A Auditoria Geral da Nação ratificou as denúncias mediante uma investigação independente, enquanto o Conselho da Magistratura investiga se Armella deve ser destituído do cargo de juiz. “Foi uma surpresa para nós e um grande custo para a credibilidade obtida com a intervenção do tribunal”, afirmou Nápoli. A Bacia tem o estigma de contaminação, desídia e corrupção, e agora a atuação irregular de Armella parece confirmar esse destino, lamentou.
Nápoli recordou, por exemplo, que o Banco Interamericano de Desenvolvimento concedeu, na década de 1990, um empréstimo de US$ 250 milhões para um plano anterior de saneamento do Riachuelo, e que esse dinheiro “não teve nenhum destino” salvo o de incrementar a dívida pública da Argentina. O Greepenace Argentina jogou sal na ferida, quando, no dia 3, lançou uma campanha para denunciar que a contaminação da Bacia Matanza-Riachuelo se mantém em níveis iguais aos de cinco anos atrás e a toxicidade de sua água continua muito alta.
(Envolverde/IPS)

E o Mercosul?


Estratégia europeia para a qualidade do ar revista este ano

2013-02-11

http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=13202

Não é por acaso que 2013 foi designado como o Ano do Ar, uma decisão europeia que reflecte a preocupação das autoridades com a saúde pública e o ambiente, assim como o receio dos cidadãos com o escalar da má qualidade do ar. Aliás, o mais recente Eurobarómetro conclui isso mesmo: os cidadãos europeus estão preocupados com a qualidade do ar que respiram e quatro quintos dos participantes (79 por cento) acreditam que a UE deveria propor medidas adicionais de combate à poluição do ar.
O inquérito perguntava especificamente aos participantes se tinham conhecimento das normas de qualidade do ar da UE e dos limites máximos de emissão fixados a nível nacional; dos que conhecem estes instrumentos (25 por cento em cada um dos casos), mais de metade (58 e 51 por cento) pensa que devem ser reforçados. As conclusões, divulgadas no mês passado, serão agora integradas na revisão das políticas da UE em matéria de qualidade do ar, que se estima que esteja pronta noo segundo semestre de 2013.
No contexto dessa revisão, a Comissão lançou também uma consulta online, até ao dia 4 de Março, em que os cidadãos, organizações e empresas da UE podem dar as suas opiniões e apresentar ideias sobre opções para a revisão da política de qualidade do ar.
«Os cidadãos querem que actuemos: a nossa resposta será a revisão da política da UE em matéria de qualidade do ar em 2013. Pedem mais medidas em sectores fundamentais e melhor informação sobre a eficácia das políticas. Para responder a estes desafios, precisamos de trabalhar conjuntamente a todos os níveis políticos – e de dar seguimento a esse trabalho, adoptando medidas no terreno.», afirmou Janez Potočnik, Comissário Europeu responsável pelo Ambiente.
No mês passado, a CE anunciou a abertura de um novo processo contra Portugal e outros 16 Estados-membros, devido à poluição atmosférica.
O País é um dos quatro países que já havia sido condenado, no ano passado, pelo Tribunal Europeu de Justiça, apesar de não ter sido fixada pena alguma.

Mini casa-bike sustentável


Ecodesign | 08/02/2013 11:47

Chineses criam mini casa-bike sustentável

Funcional, micro lar portátil garante o mínimo de conforto e pode até contar com uma horta para cultivo de alimentos


Vanessa Barbosa

Ainda é de graça...


01/02/2013 16:15:03

Chinês vende ar enlatado em tempos de poluição extrema

CicloVivo
Personalidade na China, Chen Guangbiao decidiu vender latas com ar comprimido para os habitantes de Pequim, Xangai e Guanzhou, cidades que vêm enfrentado um dos piores índices de poluição do planeta. De acordo com o criador, a invenção já rende bons lucros.

Cada lata de ar é comercializada em tendas ambulantes, custando pouco mais de R$ 1,20 cada. O inventor afirma que o “produto” é extraído de locais em que o ar apresenta excelente qualidade – geralmente, as latas procedem do Tibete e das províncias de Yunnan e Quinhai.
A novidade entrou no mercado em setembro de 2012, pouco tempo antes da comemoração do Dia Mundial Sem Carro. No entanto, a procura aumentou significativamente neste ano, em que a China vem registrando os índices de poluição mais altos da última década.
De um lado, Chen Gungbiao afirma que a população chinesa deixou de acreditar nas promessas do governo, que promete uma série de melhorias, mas não toma atitudes concretas para reduzir a poluição do ar no país.
Por outro lado, o chinês acredita que vai ganhar muito dinheiro com sua invenção neste ano: só no primeiro dia de vendas, os lucros chegaram 1,6 mil reais. Chen Gungbiao diz que, a cada lata vendida, cerca de dois centavos são doados para instituições de caridade.
* Com informações da Época Negócios e do portal Exame.com.
(CicloVivo)

A busca da sustentabilidade


08/2/2013 - 10h46

A busca da sustentabilidade



por Tinna Oliveira, do MMA
Leila A busca da sustentabilidade
Leila Chalub, da UnB: pesquisa é fundamental. Foto: Martim Garcia/MMA
Debate sobre educação ambiental levanta os principais desafios do tema no país.
Ampliar a temática ambiental na educação formal, sensibilizar gestores responsáveis por políticas públicas produtoras de grande impacto ambiental e ampliar alianças e parcerias com a sociedade civil foram alguns dos desafios da educação Ambiental levantados durante debate realizado na tarde desta quinta-feira (07/02), em Brasília. O encontro, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), reuniu especialistas que refletiram sobre as políticas públicas de educação ambiental e mobilização social.
O diretor do Departamento de Educação Ambiental (DEA), da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (SAIC) do MMA, Nilo Diniz, ressaltou que o encontro serviu para refletir sobre como é possível fortalecer o processo educativo, para que ele se torne cada vez mais eficiente no país.
Pesquisa
A professora da Universidade de Brasília (UnB), Leila Chalub, falou sobre as perspectivas e os desafios do tema no âmbito das universidades. “Não há como trabalhar a educação ambiental, se não for por meio da possibilidade da pesquisa”, afirmou, reforçando a importância da integração de saberes e da abordagem interdisciplinar neste processo educativo.
A ação do estado foi o foco da palestra de José Quintas, ex-coordenador-geral de Educação Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Enfatizou que não adianta difundir conhecimento de modo meramente instrumental. “É necessário disseminar concepções e práticas de educação ambiental comprometidas com o desenvolvimento da nossa problemática socioambiental e com o protagonismo transformador da sociedade”, enfatizou.
Para Marcos Sorrentino, assessor especial do Ministro da Educação e livre docente da Universidade de São Paulo (USP), é preciso fortalecer a educação ambiental como instrumento transformador do modelo social atual. “Precisamos apresentar caminhos que materializem a mudança que a educação é capaz de realizar”, destacou. Reforçou, ainda, a necessidade de se desenvolver a Educação Ambiental de forma permanente e articulada.
Ferramenta
A professora Vera Catalão, da UnB, também chamou a atenção para o poder da Educação Ambiental como ferramenta crítica, transformadora e reflexiva. Ela salientou que devem existir autores e coautores envolvidos com o tema ambiental. “Para que as ações sejam realizadas em parceria e de forma compartilhada. A Educação Ambiental demanda a união de saberes”, finalizou.
O painel reuniu, além dos especialistas, servidores do MMA e das unidades vinculadas, estudantes e acadêmicos envolvidos com o tema, que também contribuíram para a discussão. Nilo Diniz esclareceu, ainda, que o grande desafio será consolidar tudo que foi debatido em dois importantes eventos que acontecerão neste ano – a 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente e Conferência Infanto- Juvenil pelo Meio Ambiente. “Será uma oportunidade de levar o tema a todos os brasileiros e debater com a sociedade a importância da Educação Ambiental”, afirmou.
* Publicado originalmente no site Ministério do Meio Ambiente.
(Ministério do Meio Ambiente) 

Santos, no litoral paulista, cria programa para descarte de resíduos sólidos da construção civil

16/Janeiro/2013

Santos, no litoral paulista, cria programa para descarte de resíduos sólidos da construção civil



Lei Complementar pretende reduzir impacto ambiental das construções e aumentar vida útil de aterros sanitários


http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/santos-no-litoral-paulista-cria-programa-para-descarte-de-residuos-276433-1.asp

Gustavo Jazra



Marcelo Scandaroli
A Prefeitura de Santos publicou na última terça-feira (15), no Diário Oficial da cidade, a Lei Complementar 792 que institui o Programa Municipal de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos da Construção Civil (RSCC). Visando reduzir o impacto ambiental e ampliar a vida útil dos aterros sanitários, as medidas promovem a destinação adequada dos materiais descartados nas obras.
O texto estabelece diretrizes, critérios e procedimentos técnicos para a destinação de resíduos, além de propor ações que estimulem o beneficiamento ou reciclagem dos materiais, como a criação de postos para a entrega de resíduos em menor quantidade. Além disso, a lei estabelece a realização de campanhas educacionais para orientação de empresários, funcionários da construção civil e demais cidadãos sobre as novas regras.
De acordo com o Plano Municipal, pequenos geradores serão atendidos através do serviço de atendimento de coleta, transporte e destinação final, disponibilizado pela prefeitura. O serviço poderá ser solicitado uma vez por semana para resíduos que não excedam 1 m³ ou 200 kg. Entulho a partir dessas quantidades será considerado gerador de grande volume.
Já os grandes geradores deverão requerer análise do órgão municipal do meio ambiente para obter a licença de edificação e demolição. Os métodos previstos pela lei determinam a sucessão das seguintes etapas: caracterização, triagem, acondicionamento, transporte, estocagem, destinação e disposição final dos resíduos.
Um dos aspectos definidos pela lei é a regulamentação quanto ao uso de caçambas para recolhimento de resíduos de obras. O equipamento, com dimensões máximas de 2,7 m de altura, estipulado pela lei, poderá permanecer estacionado em vias públicas apenas pelo período de três dias seguidos, sendo proibido nas avenidas de orla a partir das 18h da sexta-feira até as 9h da segunda-feira seguinte.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Empresa de Bertioga (SP) transforma água do mar em água potável

Mutirão de limpeza

Salvador ganha palco sustentável em uma das praças mais famosas da cidade


08/2/2013 - 11h15

Carnaval 2013: Salvador ganha palco sustentável em uma das praças mais famosas da cidade

http://envolverde.com.br/noticias/carnaval-2013-salvador-ganha-palco-sustentavel-em-uma-das-pracas-mais-famosas-da-cidade/

por Redação do EcoD
palco Carnaval 2013: Salvador ganha palco sustentável em uma das praças mais famosas da cidade
Uma tecnologia holandesa vai possibilitar a captura de aproximadamente 500 Watts por hora. Foto: Turismo Bahia

Montado em uma das praças mais famosas de Salvador, Castro Alves, no Centro Histórico, o palco sustentável vai aproveitar a alegria dos foliões para capturar energia e reutilizá-la durante a festa. Promovido pela Prefeitura de Salvador em parceria com o banco Itaú, o palco utilizará uma tecnologia holandesa que vai possibilitar a captura de aproximadamente 500 Watts por hora.
Segundo o Itaú, a energia que será gerada pelos foliões ao longo de toda a festa, pode ser capaz de carregar 2.200 celulares, manter 130 televisores ligados por uma hora e 450 horas de uso de um aparelho de som.
“Nosso principal objetivo é a geração de energia sustentável, mas não temos dúvidas de que será emocionante ver a energia aumentando com a alegria do folião pipoca, e quando acontecer o encontro das atrações dos trios com o palco, esse número pode ser ainda maior”, afirma o diretor executivo de Marketing do Itaú, Fernando Chacon.
As apresentações serão realizadas de domingo, 10 de fevereiro, a terça-feira (12), com duração de aproximadamente sete horas por dia. Todos os shows estão previstos para começar a partir das 18h.
Conheça a grade de atrações:
Domingo: Nara Costa | Gaby Amarantos | e banda Calypso;
Segunda-feira: Moraes Moreira e Davi Moraes (com convidados) | banda Baiana System | e Diamba;
Terça-feira: Luiz Caldas | Ju Moraes (The Voice) e o Grupo Vozes do Brasil | Magary Lord com participação de Toni Garrido.

* Publicado originalmente no site EcoD.

Ciclopassarela estaiada ligará USP ao Parque Villa-Lobos, em São Paulo








http://www.piniweb.com.br//construcao/infra-estrutura/ciclopassarela-estaiada-ligara-usp-ao-parque-villa-lobos-em-sao-paulo-277565-1.asp

Estrutura cicloviária sustentada por quatro mastros terá cinco vãos e tabuleiro de 500 m


Gustavo Jazra

6/Fevereiro/2013

Ciclopassarela estaiada ligará USP ao Parque Villa-Lobos, em São Paulo

  

Foi assinado, no último dia 25, o contrato de implementação do projeto para construção de "ciclopassarela" estaiada ligando o campus da Universidade de São Paulo (USP) ao Parque Villa-Lobos, sobre a Marginal Pinheiros, na capital paulista. Desenvolvido pelo Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e Urbanismo (Nutau) da USP, a passarela integra o Plano de Requalificação Urbana e Social das Marginais do Sistema Tietê-Pinheiros, para orientação do processo de transformação das margens dos principais rios da cidade.


Divulgação
Com base na requalificação do entorno dos rios Docklands, em Londres, e Manzanes, em Madri, o projeto prioriza a acessibilidade de pedestres e ciclistas e dá qualidade à paisagem. Sendo assim, a ciclopassarela vai conectar rotas integradas ao transporte público e às centralidades, contendo sinalização correta e postos de apoio.
A passarela sai da Praça do Relógio, na USP, e passa sobre o Rio Pinheiros e a Raia Olímpica da Cidade Universitária, chegando ao Parque Villa-Lobos. Com forma duplamente curva, a estrutura estaiada com cinco vãos terá tabuleiro de 500 m de extensão, sustentado por um conjunto de quatro mastros, dois principais com 42 m de altura e outros dois secundários com 18 m.

Todo o trecho possui um plano de implantação de 40 estais, que será executado em avanços sucessivos.


Divulgação
Além do programa de mobilidade, definição de novas pontes e passarelas aos parques, o plano envolve questões jurídicas, mercadológicas e financeiras, gestão dos recursos hídricos, iluminação, calçamento, cultura, lazer e recuperação de espaços degradados.

Equipe Técnica:

Nutau/USP - Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo

Coordenação Científica
Prof. Dr. Bruno Roberto Padovano
Coordenação do Projeto
Prof. Dr. Roberto Righi
Coordenação de Arquitetura
Dra. Arquiteta e Urbanista Patrícia Bertacchini

Coordenação Comunicação VisualProf. Dr. Issao Minami

Coordenação de Engenharia (Segurança, Elétrica, Hidráulica, Comunicações)Prof. Dr. Moacyr E. A. da Graça

Coordenação de Engenharia EstruturalEngenheiro Catão Francisco Ribeiro

Coordenação de Intervenções ArtísticasProf. Dr. Cláudio Tozzi

Coordenação LuminotécnicaProf. Dr. Cláudio Soares Braga Furtado

Coordenação de Mobilidade
Engenheiro Luis Antônio Seraphim

Coordenação de Intervenções MusicaisArquiteto e Urbanista Emanuel Dimas de Melo Pimenta

Coordenação de PaisagismoArquiteta e Urbanista Suely Suchodolski

Equipe
Arquiteta Bibiana Carreño Zambra
Arquiteta Giovanna Astolfo
Arquiteto e Urbanista José Arnaldo Degasperi da Cunha
Engenheiro Leandro S. Souza
Divulgação

Divulgação

Divulgação

Divulgação

Parques da Copa recebem recursos do SEBRAE


Parques da Copa recebem recursos do SEBRAE

Publicado em Ambiente Legal PPA*
http://www.ambientelegal.com.br/parques-da-copa-recebem-recursos-do-sebrae/
Parceria irá promover a manutenção e fortalecimento da atividade turística nas unidades de conservação ambiental.
SEBRAE e ICMBio investirão R$ 13,2 mi em parques.
SEBRAE e ICMBio vão investir R$ 13,2 mi em parques federais.
Por Danielle Denny
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) assinaram na terça-feira (05), um Termo de Reciprocidade que garantirá investimentos da ordem de R$ 13,2 milhões em 22 unidades de conservação federais que integram o projeto Parques da Copa. A contrapartida do Sebrae será de R$ 6,6 mi. em estudos e a do ICMBio de outros R$ 6,6 milhões na estruturação/implementação das unidades de conservação, pelo período de quatro anos.
Para o presidente do ICMBio, Roberto Vizentin a parceria com o Sebrae representa mais um avanço do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, integrando-o cada vez mais à agenda do desenvolvimento nacional e, além disso, fortalecerá atividades econômicas turísticas relacionadas a esses parques e às cidades no entorno.
Para o diretor presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto: “com a parceria esperamos contribuir para a agenda estratégica da sustentabilidade, abrindo oportunidades de crescimento. O turismo em sua maioria é feito por micro e pequenos empresários. O ecoturismo é um dos que mais se desenvolve no Brasil.”.
O Brasil já gera 5% do PIB do turismo mundial, segundo dados da Organização Mundial do Turismo (OMT), com os jogos da Copa 2014 projeta-se um significativo incremento, principalmente no fluxo de turistas estrangeiros para o Brasil, boa parte dessas pessoas podem optar por destinos ecológicos, se houver uma boa estrutura de visitação.
O ICMBio é o gestor de 312 unidades de conservação federais brasileiras que abrigam os maiores atrativos naturais do País – símbolos do ecoturismo em nível mundial. O Sebrae tem potencial de promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável das Micro e Pequenas Empresas (MPE) que atuam nessas áreas e fomentar o empreendedorismo.
O Projeto Parques da Copa é uma parceria do ICMBio com os Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo e a Embratur prevê investimentos de R$ 668 milhões, que serão aplicados na infraestrutura dos parques para garantir estrutura adequada para receber os visitantes nas unidades de conservação próximas às cidades sede dos jogos da Copa do Mundo 2014, prolongando assim o tempo de permanência deles no Brasil.
Unidades de Conservação federais contempladas pelo Projeto Parques da Copa:
PN de Brasília – DF
PN da Chapada dos Veadeiros – GO
PN Chapada dos Guimarães – MT
PN Pantanal Matogrossense – MT
PN do Caparaó – MG/ES
PN da Serra do Cipó – MG
Flona de Ipanema SP
PN Serra da Bocaina RJ/SP
PN da Tijuca – RJ, PN do Itatiaia – RJ
PN da Serra dos Órgãos – RJ
RESEX Arraial do Cabo –RJ
PN Restinga de Jurubatiba – RJ
PN Aparados da Serra e Serra Geral RS/SC
PN de Jericoacoara – CE
PN de Ubajara – CE
PN Serra da Capivara– PI
APA do Delta do Parnaíba- PI
PN Chapada da Diamantina – BA
PN Marinho dos Abrolhos – BA
PN dos Lençóis Maranhenses – MA
PN de Anavilhanas – AM


PROJETO PARQUES DA COPA (MMA/MTur)
O projeto dos ministérios do Meio Ambiente e do Turismo, que têm a participação direta do
ICMBio, prevê investimentos de R$ 668 milhões, que serão aplicados na infraestrutura dos parques
para receber os turistas que virão para os jogos da Copa do Mundo 2014 e, assim, prolongar seu
tempo de permanência no Brasil.
Unidades contempladas: Parque Nacional do Jaú/Anavilhas/Resex Unini/AM; Parque Nacional do
Iguaçu/PR; Parque Nacional do Pantanal Matogrossense/MT; Parque Nacional do Itatiaia/RJ;
Parque Nacional Serra dos Órgãos/RJ; Parque Nacional da Tijuca; Parque Nacional da Serra da
Bocaina/SP/RJ; Parque Nacional do Caparaó/MG; Parque Nacional Aparados da Serra/Serra
Geral/RS; Parque Nacional Restinga de Jurubatiba/RJ; Parque Nacional da Serra do Cipó/MG;
Parque Nacional Chapada dos Veadeiros/GO; Parque Nacional de Brasília/DF; Parque Nacional da
Chapada Diamantina/BA; Parque Nacional Chapada dos Guimarães/MT; Parque Nacional da Serra
da Capivara/PI; Parque Nacional de Ubajara/CE; Parque Nacional Marinho dos Abrolhos/BA;
Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha/PE; Parque Nacional dos Lençóis
Maranhenses/MA; Parque Nacional de Jericoacoara/CE e Área de Proteção Ambiental Delta do
Parnaíba/PI; Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais/AL e Reserva Extrativista Arraial do
Cabo/RJ.
PROGRAMA TURISMO NOS PARQUES (MMA/MTur/Embratur) 
O Programa de Turismo nos Parques visa desenvolver um turismo responsável e integrado à
diversidade sociocultural, aos conhecimentos tradicionais e à conservação da biodiversidade. O
programa foi baseado em estudos realizados no Plano de Ação para Estruturação e Promoção do
Turismo nos Parques Nacionais.
Unidades contempladas: Parque Nacional de Aparados da Serra/Serra Geral/RS; Parque Nacional
da Serra da Capivara/PI; Parque Nacional Chapada dos Veadeiros/GO; Parque Nacional Serra dos
Órgãos/RJ; Parque Nacional do Jaú/AM; Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses/MA; Parque
Nacional Marinho dos Abrolhos/BA; Parque Nacional do Iguaçu/PR; Parque Nacional da Tijuca/RJ;
Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha/PE.
PROJETO DE FOMENTO DO TURISMO EM PARQUES NACIONAIS E ENTORNO (Parceria
com o Sebrae)
O projeto tem como objetivo viabilizar ações de fortalecimento da cadeia econômica turística
relacionadas a parques nacionais e seu entorno, por meio da implantação de infraestrutura de apoio
à visitação, bem como o desenvolvimento de estudos e ações voltadas para o empreendedorismo e
desenvolvimento sustentável. A ideia é aumentar a competitividade dos destinos e melhorar a
experiência e percepção do turista sobre a importância da conservação do patrimônio ambiental da
região. 
Unidades já contempladas: Parque Nacional Chapada dos Veadeiros/GO; Parque Nacional de
Anavilhanas/AM; Parque Nacional Serra dos Órgãos/RJ; Parque Nacional Marinho de Fernando de
Noronha/PE e Parque Nacional Aparados da Serra/RS.
FONTE: Coordenação Geral de Visitação do ICMBio