sábado, 5 de maio de 2012

SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA POPULARIZAÇÃO DO CONHECIMENTO








SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA POPULARIZAÇÃO DO CONHECIMENTO


Inscrições de: 24/04/2012 a: 21/05/2012
Objetivo

O SINQUISP, que vem incorporando a responsabilidade socioambiental em sua estratégia de atuação, sob o patrocínio da Associação dos Engenheiros da Sabesp - AESABESP e Associação Sabesp, realizará o SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA POPULARIZAÇÃO DO CONHECIMENTO entre os dias 28/05 e 01/06, das 18h30 às 21h30 e no sábado dia 02/06 das 10h às 15h, em sua sede, na Rua Libero Badaró nº 152 - Centro. Serão monitores deste Seminário os profissionais: Geógrafo Maurício Oliveira Silva, Engenheira Ambiental Patrícia Martins Pedro, Químicas Elaine Sandovette e Alzira A. Garcia, Biólogos John E. Tatton e Edvaldo Sorrini, Cientista Político Leandro Belini, todos profissionais que atuam e são especialistas nos temas que abordarão.

Este Seminário será realizado na perspectiva de contribuir com a sociedade na construção de valores sociais, conhecimentos e desenvolvimento de competências para o despertar de uma nova consciência responsável e comprometida com as questões socioambientais locais e globais, considerando que as questões ambientais nas últimas décadas têm sido foco de diversas discussões em todo o mundo, mobilizando os setores público, privado e principalmente a sociedade civil, dada a peculiaridade dos problemas, percepção de ameaça às condições de sobrevida no planeta.

Neste contexto, o Seminário contemplará temas de Educação Ambiental priorizando assuntos ligados à conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade. Pretende-se ainda, disseminar os conceitos básicos de educação ambiental de forma sistêmica, discutindo conceitos e difundindo a interdependência dos fatores econômicos, sociais e ecológicos, em que as pessoas são estimuladas à participação e ao exercício da cidadania, com empenho e responsabilidade. Serão abordados os temas: direitos e deveres do cidadão, doenças provenientes de veiculação hídrica, consequências das mudanças climáticas, tratamentos de água e esgotos, melhoria da qualidade de vida da população, redução do consumo, coleta seletiva e reciclagem como fonte de renda, entre outros.

Lembrando que a Educação Ambiental se apresenta como uma das ferramentas para conscientizar as pessoas da importância do uso sustentável dos recursos naturais, na busca de um novo estilo de vida que respeite todos os seres vivos e de novas formas de ação coletiva em prol da conservação e proteção do meio ambiente.

Ressaltamos, que a menos que haja uma mudança comportamental, na qual cada pessoa reconheça e compreenda os problemas de forma sistêmica, toda a humanidade estará sujeita às consequências graves e irreversíveis.

Programação
- Visão Sistêmica do Meio Ambiente (Resgate histórico sobre o relacionamento do homem com água desde o século X A.C. Impactos ambientais decorrentes do uso e ocupação do solo. Revolução agrícola, industrial e a degradação ambiental. Doenças relacionadas à água, de veiculação hídrica e de origem hídrica)
- Usos Múltiplos da Água e Impactos Ambientais (Características e usos múltiplos da água, sistemas de produção e distribuição tratamento de água da RMSP e Uso Racional Água)
John Emilio Tatton (Biólogo)
28/05/12
18h30 às 21h30

- Tratamento de Esgoto (Definição de poluição ambiental, tipos de resíduos líquidos, sistema de esgotamento sanitário, etapas de tratamento de esgotos composição do esgoto, indicadores de matéria orgânica, sistemas de tratamento de esgotos da RMSP, reuso e como utilizar a rede coletora de esgotos)
Elaine Sandovette (Química)
29/05/12
18h30 às 21h30

- Resíduos Sólidos e a Política Nacional de Resíduos (“História do Lixo”. Principais aspectos das PERS e PNRS, conceitos, tipos de resíduo e classificação dos resíduos, coleta seletiva, conceito de gerenciamento de residuos3Rs e destinação e disposição final)
John Emílio Tatton (Biólogo)
Alzira A. Garcia (Química)
30/05/12
18h30 às 21h30

- Formação do Relevo Terrestre, Vegetação e Áreas Contaminadas (conceitos básicos)
Fornecer subsídios teóricos para compreensão dos processos de formação do relevo terrestre e assuntos relacionados tais como: tipos de rocha, ciclo das rochas (processos de formação), tipos de relevo, formação de solos e suas principais características. Biomas brasileiros destacando-se as formações florestais no estado de São Paulo, conceitos básicos de sucessão ecológica, importância das matas ciliares e recuperação de áreas degradadas através de plantio de espécies nativas. Poluição do solo e águas subterrâneas: conceitos, prevenção e controle.
Patrícia Martins (Engenheira Ambiental)
Edvaldo Sorrini (Biólogo)
Maurício O. Silva (Geógrafo)
31/05/12
18h30 às 21h30

- Mudanças Climáticas e Energias Renováveis (Mudanças climáticas e as energias renováveis como propostas concretas de redução das emissões de gases de efeito estufa. Avanços nas pesquisas sobre o aquecimento global e geração de energia a partir de fontes renováveis)
Leandro Belini (Cientista Político)
01/06/12
18h30 às 21h30

- Educação Ambiental para Sustentabilidade (Histórico da Educação Ambiental, retrospectiva da Educação Ambiental de 1960 a 2000, base conceitual do MEC e MMA e Educação Ambiental voltada à água, recursos hídricos e saneamento, com vista à proteção de mananciais, uso racional da água e despoluição hídrica. Educação Ambiental, desenvolvimento sustentável e as ferramentas para a sustentabilidade.
John Emilio Tatton (Biólogo)
- Elaboração e Gestão de Projetos de Educação Ambiental (Fornecer subsídios práticos e teóricos para elaboração e gestão de projetos de educação ambiental. Gestão de Projetos (conceitos gerais, tipos e etapas de um projeto) e Apresentação de Metodologias e Projetos voltados à Educação Ambiental. Monitor: Maurício Oliveira Silva (Geógrafo)
02/06/12
10h00 às 15h00

Público alvo
Profissionais da química e demais profissionais, voluntários, técnicos de ONGs e sociedade em geral

InvestimentoR$ 60,00

Data e local28 de maio a 02 de junho de 2012
2ª à 6ª feira das 18h30 às 21h30 e no sábado das 10h às 14h
EspaçoQuímico (Rua Libero Badaró, nº 152 - 13º andar - Centro - São Paulo - SP)

Dúvidas e maiores informações
Por e-mail cursos@sinquisp.org.br ou pelo telefone (11) 3289-1506, das 9h às 17h

PatrocínioAssociação dos Engenheiros da Sabesp, Associação Sabesp e Associação Guardião da Água



Investimento

> Profissional Associado do Sinquisp
120,00

> Profissional Registrado no CRQ-IV
150,00

> Estudantes de Química cadastrados no CRQ-IV
150,00

> Outros profissionais
450,00











Linha cruzada...


02/05/2012 - 09h53

Poluição sonora atrapalha 'diálogo' de aves


Você odeia ser interrompido durante uma boa conversa com os amigos? Agora imagine se isso acontecesse o tempo todo. Deve ser assim que os psitacídeos, passarinhos como os papagaios, os periquitos e as araras, se sentem no cerrado brasileiro.
Quem identificou possíveis interferências na comunicação entre os bichos foi o biólogo Carlos Barros de Araújo, em sua tese de doutorado na Unicamp. Após sete anos de pesquisa de campo nos Estados de Goiás e Tocantins e no Distrito Federal, Araújo demonstra que essas aves conseguem "bater um papinho" a distâncias de até 1,5 km.
Essa comunicação de longo alcance faz parte da dinâmica de vida dos bichos, que se separam em bandos pequenos durante o dia para se alimentar e avisam uns aos outros onde achar comida. "O que você vê em campo são esses pequenos bandos se juntando e se separando constantemente."
Proteger o grupo contra inimigos e afastar possíveis rivais também são outras utilidades dessa comunicação.
Divulgação
Casal de periquito-do-encontro-amarelo (Brotogeris chiriri), no Parque Nacional de Brasí­lia. Espécie foi uma das estudadas sobre o prejuí­zo causado pela poluição sonora humana na comunicação entre os psitacídeos
Casal de periquito-do-encontro-amarelo (Brotogeris chiriri), no Parque Nacional de Brasí­lia. Espécie foi uma das estudadas sobre o prejuí­zo causado pela poluição sonora humana na comunicação entre os psitacídeos

Segundo Araújo, já foi possível identificar notas emitidas em contextos específicos, como a sinalização feita por sentinelas. "Um indivíduo fica na copa da árvore observando a presença de predadores e emitindo um som de intensidade baixa. Quando um deles se aproxima, o sentinela emite uma nota de alarme para avisar aos demais."
A interferência do homem, no entanto, tem reduzido a distância na comunicação entre os animais de 1.500 m para menos de 50 m.
"Se você corta a comunicação, você corta a capacidade de informar onde tem alimento. [A ave] vai ter uma menor probabilidade de sobrevivência e de reprodução", afirma o biólogo.
A interferência sonora pode até fazer o animal mudar seu canto. "Muitas espécies passam a cantar em frequências mais agudas e com uma maior intensidade quando submetidas a ruídos de grande intensidade."
As medições realizadas pelo biólogo foram feitas em fazendas e também na Universidade de Brasília, um ambiente urbano mas bem tranquilo se comparado ao centro de grandes cidades. Mesmo assim, já foi percebida a grande redução no raio de comunicação entre as aves.
Barreiras sonoras em rodovias e avenidas perto de áreas onde os bichos vivem podem ajudar a protegê-los.
"Ao lado do Parque Nacional de Brasília passa uma grande rodovia. Em uma área que tem 80 decibéis de ruído é claro que os pássaros serão afetados de alguma forma."
A próxima etapa do trabalho, que centrou esforços no estudo do periquito-rei, do maracanã-nobre e da arara-de-barriga-amarela, será descobrir o impacto da poluição sonora na sobrevivência dos bichos. "Estamos correndo contra o tempo."
Editoria de arte/Folhapress

Seminário: Resíduos na Construção Civil

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Jardim vertical


Arquiteto japonês constrói casa semelhante a jardim vertical em Tóquio


Postado em 02/05/2012 às 18h00
A residência, vista de fora, se confunde com um jardim vertical. l Foto: Ryue Nishizawa
Em meio aos grandes edifícios de Tóquio o arquiteto Ryue Nishiziwa criou uma casa que mais parece um jardim vertical. Em um terreno estreito e plano, a residência lembra um santuário, trazendo o verde literalmente para dentro de habitação.
A casanão possui nenhuma fachada exterior, ela é forrada apenas por vasos de plantas. A divisão interna é feita por divisórias de vidro e cortinas de tecido. Os andares da casa não possuem paredes internas, deixando-a com planta aberta e livre. Os pisos são separados por lajes de concreto com recortes circulares para uma escada central, que liga todos os pavimentos.
A residência possui quatro andares. No térreo estão localizadas a sala de estar e a cozinha. No primeiro andar, o primeiro quarto. No segundo andar está o banheiro. Logo após, outro quarto. Na cobertura ainda existe um terraço com um pequeno quarto extra que pode servir tanto como depósito como quarto de hóspedes.
Todos os andares são ajardinados. Desta forma, parece que a casa está realmente em uma região ao ar livre e arborizada. Por não possuir fachada externa, a luz penetra para dentro da casa durante o dia nutrindo as plantas e auxiliando a economia de energia.
O lar foi mobiliado de acordo com a arquitetura japonesa minimalista, que utiliza apenas objetos essenciais. A residência, vista de fora, se confunde com um jardim vertical. A estrutura aberta contrasta com a metrópole em expansão de Tóquio e se destaca como um lembrete de que a densidade urbana não tem que significar o sacrifício do ar puro e dos espaços abertos.
Ryue Nishiziwa é vencedor do PrêmioPritzker, o mais importante prêmio de arquitetura do mundo. Ele é conhecido por suas expressões sobre o espaço natural na arquitetura.

Com informações do site Inthralld.
Redação CicloVivo
Leia também

Limpa Brasil chega a Diadema e São Bernardo no dia 6


http://www.reporterdiario.com.br/Noticia/342701/limpa-brasil-chega-a-diadema-e-sao-bernardo/

quinta-feira, 3 de maio de 2012 21:57 

Da Redação
Diadema e São Bernardo recebem neste domingo (6) o movimento Limpa Brasil Let´s do it!. Na ocasião, voluntários sairão às ruas para retirar resíduos sólidos descartados irregularmente nas vias públicas. No ABC a ação já foi realizada em Mauá em Santo André, quando 19 toneladas de lixo foram recolhidas no dia 15 de abril.
Os voluntários podem se cadastrar pelo site www.limpabrasil.com e fazer a inscrição para receber orientações por e-mail. O voluntário poderá retirar nesta sexta-feira (4), em qualquer agência do Banco do Brasil de Diadema e São Bernardo, kit com luvas e sacos confeccionados com matéria-prima renovável, produzidos e cedidos pelas empresas Braskem e Embalixo.
No dia 6 o participante deverá sair de sua casa para recolher o lixo que foi jogado fora do lixo, dando preferência aos materiais recicláveis (menos vidro, entulho e metais pesados). Em seguida, os resíduos deverão ser levados a um dos Pontos de Entrega do movimento. Acesse www.limpabrasil.com/diadema e www.limpabrasil.com/saobernardo para conferir esta lista.
O movimento acontecerá das 8h às 14h. Em Diadema a concentração será às 10h30 na Praça Serraria (avenida Lico Maia com avenida Rotary) em evento promovido pela Prefeitura. A abertura oficial do evento em São Bernardo será às 8h30 no Ecoponto do bairro dos Casa, localizado na avenida Capitão Casa, 687.


Let´s do it!

O Limpa Brasil Let’s do it! é um movimento de cidadania e cuidado com o meio ambiente que pretende incentivar a reflexão para a mudança de atitude do cidadão brasileiro em relação ao hábito de jogar lixo fora do lixo. A principal meta é despertar a responsabilidade individual do cidadão em relação aos resíduos que produz, incentivando o engajamento para limpar as cidades e, o que é mais importante, mantê-las limpas.

UNEP - SBCI 2012 AGM e Simpósio Eficiência no Uso de Recursos e Economia Verde: Oportunidades para Edifícios e Cidades Sustentáveis



O Sustainable Buildings and Climate Initiative (SBCI), entidade ligada ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), sediará seu simpósio anual de 2012 na cidade de São Paulo. O evento está sendo organizado juntamente com o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável - CBCS, Sindicato da Habitação - Secovi-SP, Secretaria da Habitação do Estado de São Paulo – SH, Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente - SVMA, Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano - CDHU e o Ministério das Cidades – Mcidades. 

A programação do evento conta com diferentes atividades para cada dia:

• 12 – AGM: reunião restrita a membros do SBCI;
• 13 – Simpósio aberto ao público: nesse dia o evento será aberto e gratuito, no formato de painéis temáticos compostos por especialistas das diversas áreas 
• 14 – Visita guiada: restrita a membros do SBCI.

O simpósio do dia 13 de junho será realizado no Sesc-Pinheiros e trará como tema Eficiência e Economia Verde: Oportunidades para Edifícios e Cidades Sustentáveis. O simpósio receberá palestrantes de todo o mundo para abordar temas relacionados ao setor de construção e seu impacto em energia, uso de recursos naturais, economia verde e visão geral sobre objetivos do desenvolvimento sustentável no setor.

Agendado para preceder a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, a ser realizada no Rio de Janeiro nos dias 20 a 22 de junho, o evento será uma grande plataforma para especialistas e tomadores de decisão, em nível local, nacional e internacional, apresentarem e discutirem oportunidades relevantes para promoção e avanço do desenvolvimento sustentável no setor de construção. Um destaque para o evento é o painel sobre o papel das cidades na promoção de construções sustentáveis. O simpósio atrairá representantes de ministérios, ONGs, institutos de pesquisa, associações profissionais e indivíduos do setor público e privado. 

  • Por que participar?

    • Envolva-se, compartilhe e aprenda sobre soluções integradas de vanguarda aos desafios urbanos interconectados que enfrentamos
    • Amplie sua rede de contatos
    • Discuta as diferentes experiências de diversos países

  • Publico alvo:

    • Arquitetos, engenheiros e projetistas;
    • Profissionais, pesquisa e desenvolvimento;
    • Construtores, Incorporadores;
    • Fabricantes de materiais, componentes e equipamentos;
    • Agentes Financeiros;
    • Representantes de entidades profissionais, empresariais, terceiro setor e governamentais;
    • Formuladores de políticas públicas e de fomento à pesquisa;
    • Docentes, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação em engenharia civil, arquitetura e áreas afins.

3/Maio/2012

Simpósio em São Paulo discute construção sustentável


Evento organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente acontece dia 13 de junho


Da Redação

Estão abertas as inscrições para o simpósio "Eficiência no Uso de Recursos e Economia Verde: Oportunidades para Edifícios e Cidades Sustentáveis", criado pelo SBCI (Sustainable Buildings and Climate Initiative), entidade ligada ao Unep (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente). O evento ocorrerá no dia 13 de junho, no Sesc-Pinheiros, na cidade de São Paulo, e faz parte da reunião anual da organização, que será constituída também por uma assembleia - restrita a membros do SBCI - no dia anterior.
Os temas destacados no simpósio têm como objetivo debater o papel do setor de construção na eficiência das cidades, economia verde e a influência de ferramentas e políticas públicas na promoção de construções sustentáveis, com a apresentação de iniciativas aplicadas em outras partes do mundo.
Coorganizado pelo CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável),  pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação), pelo Ministério das Cidades, pela Secretaria da Habitação do Governo do Estado de São Paulo, pelo CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) e pela SVMA (Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente), com o apoio institucional do Sesc-SP e apoio local da Viação Metropolitana, o evento pretende atrair representantes de ministérios, ONGs, institutos de pesquisa, associações e profissionais do setor público e privado.


Serviço
Reunião anual da Unep-SBCI (United Nations Environment Programme-Sustainable Buildings and Climate Initiative)
Tema do simpósio: Eficiência no Uso de Recursos e Economia Verde: Oportunidades para Edifícios e Cidades Sustentáveis
Data: 13 de junho de 2012
Horário: das 9h00 às 18h30
Local: rua Paes Leme, nº 195, Sesc-Pinheiros - São Paulo
Telefone: 11 3095-9400
Evento aberto ao público

Vazamento de chorume


30/04/2012 08h56- Atualizado em 30/04/2012 08h56

Vazamento de chorume leva polícia ao Aterro Pajoan, na Grande SP

Cetesb ainda avalia os impactos ambientais em Itaquaquecetuba.
Aterro poderá receber uma nova multa.




O Aterro Pajoan, em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, voltou a apresentar problemas neste fim de semana. Houve vazamento de chorume -- líquido gerado a partir da decomposição do lixo. A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) avalia os impactos ambientais e calcula o valor da multa que será aplicada à empresa que administra o aterro.
Moradores registraram quando um rio de chorume vazava pela passagem de pedestres, que fica atrás do Aterro Pajoan. “Quando eles viram o que estava acontecendo, que a gente começou a flagrar tudo, aí eles começaram a vir com as máquinas aqui para baixo e começaram a tirar”, conta o motorista Rogério Seleti.
Máquinas da empresa tentavam conter o vazamento quando a Polícia Ambiental chegou ao local. Segundo os moradores, o chorume vazou durante três horas e boa parte dele foi parar dentro do Córrego do Taboãozinho.
Para Milton Campos, engenheiro da Cetesb, a forte chuva de sábado (28) contribuiu para encharcar o solo do aterro. O volume de chorume aumentou e acabou vazando de um dos três tanques de contenção do aterro, que já apresentava problemas. “Um erro de manobra interna dos operadores do aterro ocasionou um aumento de volume no tanque, que atingiu uma tubulação. Caiu em uma caixa, que estava danificada por falta de manutenção, e atingiu a via pública e o corpo d’água”.

Você sabia? Multa nada sustentável!


03/05/2012 08h44- Atualizado em 03/05/2012 09h25

Lei Seca apreende bicicleta elétrica e multa condutor em mais de R$ 1,7 mil

Segundo governo do Rio, ele se recusou a fazer o teste do bafômetro.
Condutor também recebeu 21 pontos na carteira.


Do G1 RJ

O condutor de uma bicicleta elétrica foi multado numa blitz da Lei Seca na Rua Francisco Otaviano, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Segundo a Secretaria de Governo, Marcelo Toscano Bianco se recusou a fazer o teste do bafômetro, estava sem capacete, não tinha Carteira Nacional de Habilitação da categoria do veículo e teve a bicicleta apreendida. Por causa das infrações, o condutor foi multado em mais de R$ 1,7 mil e recebeu 21 pontos na carteira. Ele pode ainda ter a suspensão do direito de dirigir.

O fato aconteceu no sábado (28), quando Marcelo voltava de bicicleta para casa por volta das 4h conforme noticiou a Rádio CBN, mas só foi confirmada nesta manhã pela Secretaria de Governo.



Confira a íntegra da nota divulgada pela Secretaria de Governo:


"Marcelo Toscano Bianco foi abordado por agentes da Operação Lei Seca, na madrugada de 28 de abril (sábado), durante blitz realizada na rua Francisco Otaviano, em Copacabana. O condutor estava em um ciclo-elétrico, que segundo a Resolução nº 315, Art 1º, se equipara a um ciclomotor (veículo cuja velocidade não ultrapasse 50 km), e por isso, segue a legislação do mesmo. O artigo 129 do Código de Trânsito Brasileiro prevê que os ciclomotores deverão ter o seu registro e licenciamento regulamentados pela legislação municipal do domicílio ou residência de seus proprietários. Entretanto, é necessário que o condutor tenha habilitação compatível com veículo conduzido, além da utilização de equipamento de segurança, independentemente da lacuna que possa existir no processo de registro do ciclomotor. Marcelo Bianco se recusou a fazer o teste do etilômetro, sofrendo as seguintes sanções administrativas: multa de R$957,70 e perda de 7 pontos na carteira. Ele também foi autuado por estar com Carteira Nacional de Habilitação de categoria diferente do veículo conduzido, sofrendo perda de 7 pontos na carteira e multa de R$ 574,62. O condutor estava sem capacete e recebeu multa de R$ 191,54, perda de mais 7 pontos na carteira e pode ter a suspensão do direito de dirigir. O ciclo-elétrico é proibido de trafegar em ciclovia."


Só agora?


12/Abril/2012

Comissão do Meio Ambiente aprova Projeto de Lei que exige obras sustentáveis para a Olimpíada de 2016


PL 6364/09 torna obrigatória a adoção de medidas para o uso racional dos recursos naturais em construções públicas ou financiadas com recursos da União



Aline Rocha


A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou ontem (11) o Projeto de Lei 6364/09, criado pelo Deputado Sarney Filho (PV-MA), que torna obrigatória a adoção de medidas ecologicamente sustentáveis nas obras de infraestrutura da Olimpíada de 2016, sediada no Rio de Janeiro. 

Algumas das medidas estabelecidas no PL são o aproveitamento da luz natural em projetos arquitetônicos, uso racional dos recursos naturais e sistemas que privilegiem transportes públicos movidos a eletricidade ou bicombustível. 

As exigências são para obras executadas pelo Poder Público ou por empreendimentos beneficiados com recursos financeiros da União ou com financiamentos do BNDES. O texto também determina que, no processo de escolha para novas edificações, os projetos com luminosidade natural e que promovam economia de água e luz terão prioridade. 

O PL, que está em tramitação desde 2009, será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). O texto completo do Projeto de Lei pode ser consultado no site da Câmara dos Deputados


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Cursos gratuitos Portogente

http://www.portogente.com.br/evp/index.php?p=cursospg


A sustentabilidade corporativa ainda é uma escolha?


quarta-feira, 2 de maio de 2012

http://www.sustentabilidadecorporativa.com/2012/05/sustentabilidade-corporativa-ainda-e.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+sustentabilidadecorporativa%2FCsrj+%28Um+olhar+sustent%C3%A1vel+sobre+o+mundo+empresarial%29


Muitas empresas, a maioria, eu diria, associa a sustentabilidade a custos; mais um item para ser considerado na hora de formação do preço e que pode coomprometer a estratégia comercial de uma companhia. Sim, isto realmente pode acontecer. No entanto, a questão vai depender muito mais como as empresas lidam com o tema do que com o montante de dinheiro disponível.

Se para a empresa sustentabilidade significa apenas projetos sociais/ambientais como resposta a demandas da sociedade e dos stakeholdersem geral, sim, será um custo. Necessário, porém custo. No entanto, se ela encarar a sustentabilidade como um agente catalisador de mudança em seus processos e busca por eficiência operacional, o custo se transforma em investimento, que é pago ao longo do tempo.

Em um mundo que caminha para o esgotamento de recursos naturais, ao mesmo tempo em que a demanda por eles cresce exponencialmente, adotar a sustentabilidade é uma alternativa para garantir a perenidade do negócio em médio e longo prazo. É um sinal que as empresas dão aos seus investidores de que elas estão trabalhando para que questões como mudanças climáticas, racionamento de água ou mobilidade geográfica não comprometerão sua performance operacional e financeira.

Assim como foi com a qualidade décadas atrás, a sustentabilidade nada mais é que um novo modelo de gestão. Um modelo que proporciona uma série de ganhos. Um modelo que ainda é pouquíssimo praticado pelas empresas, que, em uma visão rasa, basicamente enxergam nela a possibilidade de retorno de imagem e reputação.

A grande dificuldade para que a sustentabilidade seja efetivamente praticada pelas companhias é mudança de valores e comportamento pela qual elas precisarão passar. É preciso engajar, é preciso capacitar, é preciso cobrar dos colaboradores uma postura sustentável. E o maior desafio é formar profissionais que tenham essa visão não apenas no trabalho, mas na vida.

Aliado ao engajamento e à formação, é preciso planejar em longo prazo e ter consciência de que os resultados nem sempre serão alcançados rapidamente. E é justamente essa relação entre tempo e retorno que pauta uma gestão sustentável. Com uma proposta de resultados que transcende as cifras, muitas vezes a implantação da sustentabilidade encontra resistência nas empresas que vivem no modelo de máximo lucro o mais rápido possível.

No entanto, este modelo capitalista vigente desde o século passado, e grande responsável pela crise que vem assolando Europa e Estados Unidos desde 2008, deixa claro que o esgotamento de matérias-primas e o colapso nas relações com stakeholders são apenas uma questão de tempo. Pouco tempo, eu diria.

Por conta disso, temas que há pouco tempo pautavam a agenda de trabalho de gerentes médios (e que muitas vezes acumulavam funções, como, por exemplo, saúde segurança e meio ambiente ou então comunicação e responsabilidade social), hoje chega ao topo da hierarquia corporativa. Mesmo que ainda estejam pisando em cacos de vidro, as empresas acordaram para a necessidade de se trabalhar a sustentabilidade de forma mais estratégica e menos reativa.

A jornada ainda está no começo e algumas empresas largaram na frente, ainda que não seja possível dizer que haja, sequer, uma 100% sustentável. Todas possuem um grande passivo que é o resultado de anos e anos de gestão focada apenas no lucro excessivo. Mas antes de resolver o que está lá atrás, precisamos assegurar que o daqui para frente seja diferente. E essa decisão tem de ser feita já. Porque hoje sustentabilidade não é mais uma questão de escolha.

Este texto foi, originalmente, escrito para a edição 27 da Revista Geração Sustentável.
E não se esqueçam:

Curso de TI Verde no Rio de Janeiro dia 15 de maio
Curso de Introdução à Sustentabilidade em Recife dias 22 e 23 de maio

Mais informações sobre os cursos:http://migre.me/8RcjQ


Minha foto
Jornalista (com diploma), corredora de alto rendimento físico e baixo rendimento financeiro (ou seja, só gasto dinheiro!), especializada em planejamento estratégico para a sustentabilidade, diretora da Agência de Sustentabilidade.


Read more: http://www.sustentabilidadecorporativa.com/2012/05/sustentabilidade-corporativa-ainda-e.html#ixzz1tndOayDM
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O Greenpeace e o meio ambiente na Rússia


A Rússia precisa mudar a sua abordagem política do assunto


O Greenpeace foi fundado na Rússia em 1991, num momento muito importante para o país. Exatamente naquela época, devido às grandes transformações pelas quais o país estava passando, muitos danos ao meio ambiente poderiam ter acontecido, o que só não ocorreu devido às ações determinantes do Greenpeace.
Nos últimos vinte anos, ou seja, o mesmo período que decorreu desde a Conferência Rio Eco-92, aconteceram várias mudanças na Rússia, relacionadas ao meio ambiente. Mas, infelizmente, nestas mudanças, a Rússia não conseguiu nada de positivo.
A Rússia tem muitos problemas nas questões ecológicas, tanto na emissão de gases estufa quanto no campo da poluição ambiental. O consumo de energia na Rússia ultrapassa cerca de duas vezes e meia o consumo médio de energia no mundo inteiro, e em três vezes e meia o consumo de energia nos países desenvolvidos.
É muito difícil falar da busca de petróleo na Rússia. Todos os anos, cerca de cinco milhões de toneladas de petróleo são jogadas para a superfície durante a sua extração, ou seja, cerca de sete vezes o volume do que foi derramado no golfo do México. Segundo informações oficiais, estão sendo transportados, da Rússia para o oceano Glacial Ártico, em torno de meio milhão de produtos petrolíferos. A mesma poluição se verifica em três rios da Sibéria que desembocam no Ártico: Lena, Ob e Enisey. Portanto, estamos enfrentando na Rússia os mesmos problemas que tivemos nos anos 90.
Analisando o relatório que está sendo preparado pelo governo russo para a Conferência Sobre Meio Ambiente Rio+20, podemos reparar que a Rússia está indo na direção errada. Diante dos problemas mundiais sérios, como mudanças climáticas, a Rússia prioriza a questão de recebimento de capital ao invés de modernizar os processos industriais e de extração de hidrocarbonetos. Os problemas ambientais sérios da Rússia começaram no período 2000-2001 com as grandes reformas relacionadas à chegada de Vladimir Putin ao poder.
Neste momento, o Greenpeace desempenha um papel muito importante na Rússia. Nós conseguimos chegar até os líderes do pais. Em março, conversei sobre esses problemas com o Presidente Dmitri Medvedev, e no mês de abril, com o Primeiro-Ministro Vladimir Putin. Disse a eles que a Rússia precisa mudar a sua abordagem política, porque, do contrário, só restará ao Greenpeace promover manifestações diante do governo, seja no Kremlin, do Presidente Medvedev, ou na Casa Branca, do Primeiro-Ministro Putin.

Fabricantes deveriam colocar esta mensagem nos seus produtos...


Recicle óleo de cozinha e conserve a casa e o meio ambiente


Ao acabar de fazer aquela porção deliciosa de batatas fritas, muita gente se depara com o dilema: o que fazer com o óleo? Não são poucos os que simplesmente o despejam pelos ralos ou jogam na privada. Quem faz isso geralmente não sabe que está plantando as sementes de um grande problema futuro. O resíduo líquido da fritura pode causar graves entupimentos nos encanamentos do prédio, cujos custos de reparo são altos. De maneira menos perceptível, mas tão grave quanto, o óleo usado é, também, um agente poluente que colocamos de volta no meio ambiente. Em vez disso, ele poderia virar sabão, tinta, verniz e biodiesel.

Foi a questão de o que fazer com os resíduos da fritura que levou a aposentada Cláudia Iramaia a procurar o síndico do seu prédio e propor uma solução. Ela já havia tido contato com a reciclagem de óleo, que é feita onde seu filho mora. Já no condomínio de Cláudia não havia esse tipo de serviço. Ela chegou a conversar com alguns moradores, que descartavam o resíduo pelas tubulações e nunca tinham pensado no problema. A administração do prédio acabou encontrando uma empresa que faz a coleta. Foi colocado um tambor na garagem do edifício no qual as pessoas colocam garrafas PET ou potes de vidro em que armazenam o óleo usado. Quando o recipiente está cheio, a empresa o esvazia.

Cláudia encontrou vizinhos dispostos a fazer a reciclagem, mas se não tivesse, poderia contar com a ajuda da Associação Brasileira para Sensibilização, Coleta e Reciclagem de Resíduos de Óleo Comestível, conhecida também como Ecóleo. O interessado pode procurar a entidade, que fornecerá material de sensibilização para ser distribuído, como folhetos e cartazes. Ela conta com uma rede de associados espalhada em vários pontos do Brasil, e que fazem o trabalho de coleta do material.

As empresas costumam trabalhar com volumes mínimos de 50 litros. Algumas pagam de 20 a 30 centavos por litro, valor que pode ser negociado entre o coletor e o condomínio. Célia Marcondes, presidente da Ecóleo, diz que há soluções também para quem quer reciclar pequenas quantidades. "A associação conta com um grupo de catadores credenciados, que passam nas residências pegando os resíduos e levando para um ecoponto, que são centros de coleta de materiais recicláveis em geral. A Ecóleo tem, em seu site, o endereço de ecopontos no Brasil todo", afirma ela.

Para se ter ideia do impacto da coleta, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) iniciou, em 2007, um programa pioneiro no bairro paulistano de Cerqueira César. O resultado foi a diminuição em 26% dos problemas de entupimento de canos na região. Os moradores continuaram cozinhando, mas sem gerar o que Marcondes chama de "colesterol da tubulação".

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Especial para o Terra


Crescimento do lixo eletrônico ameaça a saúde da população e o meio ambiente



Data:02/05/2012 - 08:41

Cidade:Regional




O resíduo desse tipo de materiais contém substâncias perigosas, que podem impactar o meio ambiente e ameaçar a saúde da população. A estimativa é que cada brasileiro descarta cerca de 0,50 quilo de resíduos de equipamentos eletroeletrônicos por ano.

O superintendente de Resíduos Sólidos da secretaria, Jorge Pinheiro, disse à Agência Brasil que em razão das substâncias perigosas contidas nesse tipo de aparelhos, é necessário organizar uma logística reversa no estado que acompanhe as discussões dos acordos setoriais, previstos na Lei 12.305/10, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Caberá ao grupo de trabalho técnico, constituído em Brasília, definir o acordo setorial, que dará as diretrizes para implementação da logística reversa dos eletroeletrônicos, disse.

Pinheiro avaliou que às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, programada para junho próximo, no Rio de Janeiro, a adequação dos empreendimentos à nova lei de resíduos sólidos será de vital importância. Segundo ele, para que isso possa ocorrer de forma equilibrada e em conformidade legal, as novas práticas entre fornecedores e clientes precisarão ser adequadas, visando ao compartilhamento de responsabilidades.

“Atualmente, existem ações pontuais de fabricantes que coletam os resíduos de seus equipamentos, por exemplo, e empresas ou organizações não governamentais (ONGs) que coletam ou recebem equipamentos eletroeletrônicos, dando a destinação final”, declarou.

É o caso, de acordo com Pinheiro, da Fábrica Verde, projeto da SEA, que recebe doações de computadores e periféricos para reutilização, capacitando jovens do Complexo do Alemão, na Penha, bairro da zona norte da cidade, para a atividade de manutenção e montagem de computadores.

Os novos aparelhos montados são destinados a entidades sem fins lucrativos e órgãos públicos instalados nas comunidades, declarou o superintendente. Ele ressaltou que novas empresas de remanufatura de resíduos eletroeletrônicos estão entre os negócios promissores para o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

O superintendente observou, por outro lado, que os equipamentos descartados têm valor econômico, pois contém materiais valiosos e raros. O seu descarte correto é importante porque muitos elementos apresentam elevado teor de toxicidade, e também pelo fato de que, de acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o mundo produz entre 20 a 50 milhões de toneladas métricas de lixo tecnológico todos os anos.

Na fabricação de computadores e celulares, por exemplo, são usados vários metais, entre os quais ouro, prata, gálio, índio, chumbo, cádmio e mercúrio. Alguns, como o cádmio, são agentes cancerígenos. Outros, como o chumbo, prejudicam o cérebro e o sistema nervoso, lembrou Pinheiro.

Nas duas campanhas de esclarecimento e conscientização dos consumidores para o descarte correto do lixo eletrônico, promovidas pela secretaria, foram coletadas quase 12 toneladas de resíduos eletroeletrônicos, “sem contar os computadores que são reaproveitados na Fábrica Verde,no Complexo do Alemão”.

Pinheiro ressaltou que a cadeia de reciclagem ainda não se acha estruturada para o fluxo desses resíduos e reforçou a necessidade de participação do setor produtivo para a viabilidade da logística reversa.

Segundo o superintendente da SEA, mesmo antes das definições dos acordos setoriais previstos no decreto de regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, a secretaria já vem trabalhando a questão de valorização dos resíduos dentro do Plano Estadual de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), que está em elaboração.

Em relação aos cuidados que a população deve ter em relação a esses materiais, o superintendente recomendou que devem procurar empresas de reciclagem que comprem resíduos eletroeletrônicos e tenham como garantir a destinação correta desses materiais. Outra alternativa, disse, “é guardar em casa até a montagem de uma logística reversa ou entrar em contato com o fabricante do produto e saber se ele tem uma solução”.

Os consumidores devem procurar empresas de reciclagem que comprem resíduos eletroeletrônicos e tenham como garantir a destinação correta desses materiais.

Fonte: Agência Brasil