domingo, 7 de agosto de 2011

Faça o que eu digo...


03/08/2011 - 21h10

Órgão ambiental do Amazonas licencia obra em lugar tombado


KÁTIA BRASIL
DE MANAUS




O Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas) anunciou nesta quarta-feira que concedeu licença de instalação para construção da obra do terminal Porto das Lajes, na margem direita do encontro das águas dos rios Negro e Solimões, em Manaus. A obra é contestada por ambientalistas.
Em 2010, o Conselho Consultivo do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) tombou a região do encontro das águas pelo seu valor arqueológico, etnográfico e paisagístico.
No tombamento, o Iphan demarcou como área protegida os dez quilômetros contínuos em que os rios Negro e Solimões se encontram, mas não se misturam. A junção forma o rio Amazonas.
Segundo o Movimento SOS Encontro das Águas, a ministra da Cultura, Ana Buarque de Holanda, que é presidente do Conselho Consultivo do Iphan, ainda não homologou o tombamento.
"É vergonhoso o Ipaam licenciar uma obra num lugar que é tombado pela União como patrimônio natural', disse Elisa Wandelli, integrante do movimento.
Rickey Rogers/Reuters
Encontro das águas dos rios Negro e Solimões, no Amazonas, foi tombado em 2010
Encontro das águas dos rios Negro e Solimões, no Amazonas, foi tombado em 2010
O licenciamento da obra estava suspenso desde 2010 por determinação da Justiça Federal do Amazonas. A empresa Lages Logística, formada pelos grupos Log-in Logística Intermodal e Simões, contestou a ação. No último dia 29, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região autorizou a retomada do processo de licenciamento.
Nesta quarta-feira, o Ipaam concedeu a licença de instalação da obra, que tem investimentos previstos em R$ 280 milhões.
À Folha, o presidente do Ipaam, Antônio Ademir Stroski, disse que o órgão considerou que a empresa Lages Logística cumpriu treze condicionantes ambientais para iniciar as obras. Segundo ele, o processo de licenciamento tramitava no órgão desde 2008.
"O Iphan nunca definiu as diretrizes restritivas da área tombada, que tem outros empreendimentos e bairros, mas nós reconhecemos a importância do tombamento", disse Stroski.
O Iphan do Amazonas informou que não comentará a decisão do Ipaam.




04/08/2011 15h13 - Atualizado em 04/08/2011 16h19

Amazonas dá licença ambiental para obra de porto no Encontro das Águas

Construção é polêmica porque é próxima a importante ponto turístico.
Instituto de Proteção Ambiental diz que impôs 16 condicionantes.


Dennis BarbosaDo Globo Natureza, em São Paulo
O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) concedeu nesta terça-feira (2) a licença de instalação de um terminal portuário na altura do Encontro das Águas (confluência do Rio Negro, de água escura, com o Rio Solimões, de água barrenta), em Manaus, um dos pontos turísticos mais importantes da Amazônia.
A contrução é polêmica, já que ambientalistas e moradores de um bairro da cidade querem o porto em outro lugar. O movimento que se opõe à construção alerta para possíveis danos ambientais e sociais irreversíveis.
Em novembro, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) aprovou  o tombamento do Encontro das Águas do Rio Negro com o Solimões, em Manaus, no Amazonas. Isso, no entanto, não impede a obra, apenas implica que condicionantes de conservação do patrimônio histórico tenham que ser cumpridas.
De acordo com o Ipaam, a licença concedida tem 16 condicionantes, entre elas uma que obriga o empreendedor a fazer um levantamento arqueológico do local.
"Do ponto de vista ambiental, (o terminal)não compromete o Encontro das Águas", garante o presidente do Ipaam, Ademir Stroski. "O porto é um píer flutuante e a intervenção na margem será somente a necessária", diz, acrescentando que a maior parte da construção ficará em terra firme. "Não é recomendado fazer aterro nas margens do Rio Negro para construir porto.
"O Rio Negro é geologicamente mais antigo e já definiu suas praias. Se for aterrado, pode responder a isso", explica.
Investimento
A companhia que quer fazer a obra, a Lajes Logística (associação da Juma Participações, empresa sediada em Manaus, com a Log-In Logística Intermodal, um dos maiores operadores logísticos do Brasil, que surgiu como subsidiária da Vale e abriu capital em 2007) acena com a criação de centenas de empregos e investimento de mais de R$ 200 milhões.
Se sair do papel, o Porto das Lajes ocupará um terreno de 600 mil metros quadrados (150 mil deles construídos). O terminal terá capacidade de receber dois navios de grande porte simultaneamente.
Não é recomendado fazer aterro nas margens do Rio Negro para construir porto.
O Rio Negro é um rio geologicamente mais antigo e já definiu suas praias. Se for aterrado, pode responder a isso.
Moradores da Colônia Antônio Aleixo, bairro onde o terminal portuário deve ser construído, se opõem à construção. Organizações locais, o Conselho de Direitos Humanos da Arquidiocese e ambientalistas de Manaus se uniram no movimento SOS Encontro das Águas, e alegam que o porto vai causar dano à atividade turística pelo impacto paisagístico.
Eles defendem que a poluição e o trânsito de navios vão prejudicar a pesca e as atividades de lazer da comunidade local.Segundo o projeto, o terminal deve se situar próximo ao Lago do Aleixo, localizado na beira do rio, onde os moradores da Colônia Antônio Aleixo pescam e nadam.
  •  
Mapa (acima) e imagem de satélite (abaixo) reproduzidos do estudo de impacto ambiental da obra mostram a localização do futuro terminal portuário (polígono destacado em vermelho). Na imagem de satélite é possível ver as águas com duas cores separadas passando diante do local.  (Foto: Reprodução)Mapa (acima) e imagem de satélite (abaixo) reproduzidos do estudo de impacto ambiental da obra mostram a localização do futuro terminal portuário (polígono destacado em vermelho). Na imagem de satélite é possível ver as águas com duas cores separadas passando diante dolocal. (Foto: Reprodução)


Correr atrás do carro...


07/08/2011 - 02h17

Dono esquece cão amarrado ao carro e o arrasta por 400 m



Um homem esqueceu o cachorro amarrado ao engate do carro e o arrastou por aproximadamente 400 metros, em Botucatu (238 km de São Paulo), na manhã de sábado (6). O motorista só parou o carro depois de ser abordado por guardas municipais.
Divulgação/GCM-Botucatu
Cachorro fica ferido após ser arrastado por cerca de 400 metros amarrado ao engate do carro do dono no interior de SP
Cachorro fica ferido após ser arrastado por cerca de 400 metros amarrado ao engate do carro do dono no interior de SP




















O motorista disse aos guardas municipais que era o dono do cachorro e que amarrou a coleira ao reboque do carro para que não fugisse. Na pressa, ele afirmou ter esquecido de soltar o animal.
O cachorro foi levado pelos guardas municipais para o Hospital Veterinário da Unesp, com ferimentos nas quatro patas.
O motorista foi levado para a Delegacia de Botucatu, onde foi registrado boletim de ocorrência por abuso de animal.

Quem vai puxar a carroça?


Bairro de Bruxelas recolhe lixo com carroça puxada a cavalos

Eles estão substituindo um dos três caminhões de lixo que fazem o serviço na vizinhança

06 de agosto de 2011 | 15h 33


O bairro de Schaerbeek, na capital da Bélgica, Bruxelas, trocou um caminhão de lixo por simpáticas carroças puxadas por dois cavalos.
BBC
BBC














A administração local diz que a medida não é econômica, mas sim ecológica e que também promove um melhor relacionamento entre os funcionários e os moradores.
Taram e Vouziers, os dois cavalos da raça Ardennais foram comprados pela subprefeitura para substituir um dos três caminhões de lixo.
O custo do investimento não-poluente gira em torno de R$ 115 mil, mas as autoridades esperam que ele valha a pena em longo prazo.
O projeto foi inspirado em iniciativas semelhantes em cidades da França.

Estrada com ciclovia...


Lei estadual que obriga estrada a ter ciclovia é ignorada



Trecho Sul do Rodoanel é apenas um exemplo de rodovia em São Paulo que, de acordo com a legislação, deveria contar com rota para bicicletas

07 de agosto de 2011 | 0h 00


autoria: Rodrigo Burgarelli e Felipe Frazão - O Estado de S.Paulo

Lei estadual de 1998 que obriga a incluir ciclovias em todas as rodovias paulistas construídas desde então está praticamente esquecida pelo governo e pelas concessionárias. Daquele ano para cá, São Paulo ganhou 4.542 novos quilômetros de estrada, segundo o Departamento de Estradas de Rodagem (DER). As ciclovias, porém, somam apenas 17,4 km em três pequenos trechos de rodovias no Estado.
Também conhecida como Plano Cicloviário do Estado de São Paulo, a Lei 10.095 determina que as ciclovias sejam construídas em todos os trechos urbanos, de conurbação e onde há locais de atração de pessoas, como indústrias, escolas e comércios.
Também exige construção de vias exclusivas para ciclistas em pontes, viadutos e túneis. Não há dados sobre o quanto a lei foi respeitada nesse tipo de construções, mas até obras em cartões-postais paulistanos, como a Ponte Octávio Frias de Oliveira, desrespeitaram a legislação.
"Essa diferença (entre os quilômetros novos e os trechos de ciclovias) é uma vergonha! Mostra qual é o enfoque do governo: priorizar o transporte motorizado e só", diz o cicloativista Felipe Aragonez. "Isso tinha de ser feito principalmente em trechos urbanos", afirma.
Entre as rodovias construídas desde que a lei entrou em vigor estão os Trechos Oeste (2001) e Sul (2010) do Rodoanel, a extensão da Bandeirantes até Cordeirópolis (2001) e as novas pistas da Imigrantes (2002), além de 2.986 km de rodovias vicinais.
Outra obrigação é a formulação de um programa para a construção de ciclovias e ciclofaixas nas estradas existentes antes da lei. Isso, porém, ainda não foi feito e mesmo obras a serem iniciadas não preveem ciclovias. É o caso dos novos trechos do Rodoanel - Leste e Norte - e da duplicação de 42,9 km da Raposo Tavares.
Enquanto isso, concessionárias proíbem bicicletas de trafegar no acostamento de rodovias. A Ecovias, que administra a Imigrantes, por exemplo, afirma que o objetivo da restrição é garantir a segurança dos ciclistas. A empresa não informou a razão de a Nova Imigrantes não ter ciclovia. Já a CCR SPvias, responsável pela duplicação da Raposo Tavares, afirmou que o projeto não contempla ciclovias porque o Executivo não regulamentou o programa.
Já a Secretaria de Transportes afirmou que vai criar neste ano um grupo de estudo para a elaboração desse plano. A pasta afirmou também que existem projetos de ciclovias em duas estradas e uma terceira está em construção entre Salto e Itu. 

sábado, 6 de agosto de 2011

Bomba de Hiroshima e revisão regular da usina nuclear...rotina?


06/08/2011 - 06h05

Japão relembra 66 anos da bomba atômica que arrasou Hiroshima




EFE




O Japão lembrou neste sábado as vítimas da bomba atômica que arrasou Hiroshima há 66 anos, em cerimônia que o primeiro-ministro do país, Naoto Kan, aproveitou para questionar "o mito da segurança" da energia nuclear.
Às 8h15 locais (20h15 de sexta pelo horário de Brasília), um minuto de silêncio só rompido por várias badaladas lembrou no Parque Memorial da Paz de Hiroshima o momento em que a bomba caiu sobre a cidade e acabou de forma imediata com a vida de 120 mil de seus habitantes.
Representantes de cerca de 70 países --incluindo os Estados Unidos-- e da ONU estiveram entre os quase 50 mil presentes na homenagem, entre eles idosos que sobreviveram à bomba e seus familiares, cuja mensagem contra a radioatividade se viu amplificada este ano pela crise na usina nuclear de Fukushima.

Toru Yamanaka/France Presse
Japoneses participam de cerimônia em memória dos 66 anos da
bomba atômica que arrasou Hiroshima






Diante da mortal lembrança, o primeiro-ministro do Japão expressou seu "profundo pesar" por ter acreditado no "mito da segurança" da energia nuclear e prometeu investigar a fundo as causas do acidente na central de Fukushima Daiichi, o pior em 25 anos.
Kan, que chegou ao Governo há pouco mais de um ano e anunciou que renunciará uma vez que esteja encaminhada a solução para a crise provocada pelo terremoto de março, insistiu que o Japão "revisará sua política energética desde a base", para reduzir seu nível de dependência com relação às centrais atômicas.
Além disso, em uma chamada ao desarmamento, o premiê apontou que o Japão, como único país que sofreu os efeitos da bomba atômica, tem "a responsabilidade" de transmitir a toda a humanidade a ameaça que representam as armas nucleares.
Na cerimônia deste sábado foram acrescentados 5.785 novos nomes à lista das pessoas que perderam suas vidas direta ou indiretamente pela tragédia de Hiroshima, em balanço que chegou então ao total de 275.230 vítimas fatais.
Pouco antes do discurso de Kan, o prefeito da cidade, Kazumi Matsui, questionou a política energética nacional e ressaltou a "tremenda ansiedade provocada pela atual ameaça da radioatividade" em Fukushima.
Sem chegar a pedir claramente o fim das centrais atômicas, Matsui, filho de dois sobreviventes da bomba atômica, solicitou ao Governo medidas "para resgatar a compreensão e a confiança do povo".
Além disso, em sua tradicional Declaração da Paz, reivindicou a abolição das armas nucleares e lançou uma morna crítica aos EUA ao lembrar que o país "continua levando a cabo seus testes nucleares e outros experimentos relacionados".
O debate sobre a segurança das usinas nucleares citou também as homenagens celebradas nos arredores da simbólica Cúpula da Bomba, o esqueleto do edifício que ficou de pé na região após o ataque.
Apesar de não ter havido grandes manifestações antinucleares, junto aos cartazes pela paz podiam ser vistas algumas mensagens de advertência contra a energia nuclear, da qual o Japão obtinha 30% de sua eletricidade antes do acidente de Fukushima.
No Parque da Paz se concentraram milhares de pessoas, muitas delas para dedicar homenagens e orações aos falecidos e também para mostrar seu respeito aos sobreviventes, que durante anos padeceram do estigma social da discriminação.
Em Hiroshima, que hoje é uma dinâmica cidade de mais de 1 milhão de habitantes, há 68.886 sobreviventes da bomba atômica, com uma idade média de 77 anos e cujos relatos adquirem cada vez mais valor para proteger suas trágicas experiências do esquecimento.
Para que suas lembranças passem às gerações futuras e promovam ao mesmo tempo o desarmamento nuclear, o Governo japonês incluiu testemunhos de 30 "hibakushas" (vítimas da bomba atômica) em sete idiomas na página oficial de seu Ministério das Relações Exteriores.
As novas tecnologias também permitem se aproximar das experiências das vítimas de Hiroshima e Nagasaki através de vários sites. Desde esta sexta-feira, o Google oferece, com seu serviço StreetView, uma visita virtual ao interior da Cúpula da Paz, normalmente com acesso proibido.





06/08/2011 - 02h30

Japão paralisa mais um reator nuclear para revisão

DA EFE



A Tokyo Electric Power Company (Tepco) interrompeu neste sábado as atividades da unidade 1 da usina nuclear de Kashiwazaki-Kariwa, em Niigata (noroeste), para sua revisão regular, o que deixa apenas 15 reatores em funcionamento no Japão e reacende a inquietação pela escassez de provisão elétrica.
Além de ter de submeter o reator à revisão prevista por lei durante 60 dias, a Tepco, que também opera a danificada usina nuclear de Fukushima, deverá empreender os testes de resistência anunciados pelo governo como obrigatórios para que uma unidade seja reativada.
Ainda não se sabe em que data a unidade poderá voltar a funcionar, já que o presidente da Tepco, Toshio Nishizawa, disse que a companhia deverá obter a permissão das autoridades locais para reativá-la, informou a agência local Kyodo.
A maioria dos municípios e regiões que abrigam os reatores paralisados devido a revisões rotineiras, ou por precaução após o desastre de 11 de março e o início da crise nuclear em Fukushima, se opõe a sua reativação até que seja garantida sua segurança.
"Primeiro é necessário examinar o desastre nuclear na central de Fukushima Daiichi. Não é o momento de debater a reativação (do reator)", respondeu o governador de Niigata, Hirohiko Izumida, ao ser questionado se a província daria autorização à Tepco.
Dos sete reatores da central de Kashiwazaki-Kariwa, o 5, o 6 e o 7 estão em funcionamento, mas este último também será paralisado em 23 de agosto para passar por manutenção.
Isto complicará ainda mais a oferta de energia elétrica, especialmente em Tóquio, cidade de 30 milhões de habitantes que é abastecida pela Tepco, que planeja compensar o deficit reativando suas usinas térmicas.
As unidades 2, 3 e 4 tiveram suas atividades interrompidas e segundo a Tepco continuam sendo submetidas a "controles periódicos" após o terremoto de 6,8 graus que sacudiu Niigata em julho de 2007 e cujo epicentro se situou a apenas 25 quilômetros da usina.
Como o Japão tem no momento menos de um terço de seus reatores em atividade, o Executivo e as companhias elétricas pediram a empresas e cidadãos que economizem 15% de eletricidade durante o verão, a época de maior consumo, para evitar cortes de energia.

Tratamento ético dos animais e materiais ecológicos...


05/08/2011 - 15h58

Defensores dos animais protestam fantasiados de vaca; veja



DA EFE


Um grupo de defensores dos animais se fantasiaram nesta quinta-feira de vaca para protestar contra o uso do couro na fabricação de sapatos durante uma manifestação realizada em frente à sede da associação de fabricantes de calçados de moda em Nova York.
Seis integrantes da organização Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA) chegaram em um veículo conversível fantasiados de vaca e tocando chocalho na porta do local, situado em pleno centro da cidade, perto do Museu de Arte Moderna (Moma) e do Radio City Music Hall.








Apicultura para a melhor idade, gratuito.






por karinaninni

02.agosto.2011 15:18:33



http://blogs.estadao.com.br/planeta/2011/08/02/apicultura-para-a-melhor-idade/

Estão abertas as inscrições para o curso Abelhas para a melhor idade, promovido pelo Departamento de Genética da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP como parte do Projeto Universidade Aberta à Terceira Idade. O curso acontece desde 2004 e é grátis.
ABELHA.FLOR.JPG


Em aulas teóricas e práticas, o aluno tem acesso ao conhecimento básico sobre a biologia e o manejo das abelhas indígenas sem ferrão, conhecidas como meliponíneos, conscientizando os participantes sobre a função ecológica importante desses insetos na manutenção de ecossistemas através da polinização. A criação racional destas abelhas nativas, como a jataí, iraí, mandaçaia, borá, moça-branca e canudo, entre outras, contribui para a preservação das espécies regionais e da biodiversidade. O curso é coordenado pelo professor Ademilson Espencer Egea Soares e acontec de 12 de agosto a 21 de outubro, às sextas-feiras e sábados, das 13h às 18h.


São apenas 30 vagas e o único pré-requisito é não ser alérgico a picada de abelha. As inscrições vão até o dia 10 de agosto, pelo telefone (16) 3602-3102.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Revitalização dos lagos dos parques do Ibirapuera e Aclimação

Revitalização dos lagos dos parques do Ibirapuera e Aclimação


IPT conclui levantamento geofísico para subsidiar a revitalização dos
 lagos dos parques do Ibirapuera e Aclimação, em São Paulo (IPT)


Lagos revitalizados

05/08/2011
FONTE: http://agencia.fapesp.br/14291

Agência FAPESP – Pesquisadores do Laboratório de Riscos Ambientais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) concluíram um estudo de levantamento geofísico, iniciado em março, que tem por objetivo fornecer subsídios ao projeto de revitalização dos lagos dos parques do Ibirapuera e Aclimação, na cidade de São Paulo.
O levantamento geofísico nos lagos consiste na avaliação simultânea da espessura das camadas sedimentares depositadas no fundo desses lagos. Para o procedimento, foram usadas três fontes acústicas diferentes.
De acordo com o IPT, para o mapeamento da espessura da coluna d’água foi adotada a ecobatimetria de dupla frequência (38/200khz), método acústico que mede a profundidade do lago ao longo da linha de navegação, e o sonar de varredura lateral, que fotografou o fundo dos lagos e gerou imagens que possibilitaram a visualização de interferências, como estruturas de concreto antigas, tubulações, além de permitir a caracterização geológica do fundo do lago, definindo as áreas de ocorrência de areias, lamas e cascalhos.
Para medir a espessura da camada de assoreamento depositada no fundo do lago foi utilizada a perfilagem sísmica contínua, na qual as fontes acústicas são arrastadas pelo barco na superfície da água – e, à medida que o barco se desloca, é possível observar a espessura de sedimentos depositados.
“Os sinais acústicos de baixa frequência emitidos pelo perfilador atravessam a coluna d’água e a coluna de sedimentos e mostram sua espessura”, explicou Luiz Antonio Pereira Souza, pesquisador responsável pelo estudo no IPT.
Segundo Souza, nas investigações de lagos, a resolução é mais importante que a penetração, já que nesses ambientes não há necessidade de penetrar dezenas de metros na superfície de fundo e sim medir espessuras centimétricas ou decimétricas da coluna sedimentar.
O objetivo final das investigações geofísicas programadas é gerar subsídios técnicos para a ASA Science, empresa contratada pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente no projeto de revitalização dos lagos dos grandes parques de São Paulo.


29.07.11

Revitalização dos lagos


IPT conclui levantamento geofísico nos lagos do Parque do Ibirapuera e Aclimação

FONTE: http://www.ipt.br/noticia/382-revitalizacao_dos_lagos.htm

Pesquisadores do Laboratório de Riscos Ambientais do IPT iniciaram em março de 2011 um estudo que dará subsídios para o projeto de revitalização dos lagos do parque do Ibirapuera e Aclimação, na cidade de São Paulo. O IPT é a única instituição no país capaz de avaliar simultaneamente a espessura das camadas sedimentares depositadas no fundo dos lagos com três fontes acústicas diferentes. “Estamos contribuindo para a melhoria do ambiente urbano da cidade”, afirma Luiz Antonio Pereira Souza, pesquisador responsável pelo estudo no IPT.

Esse conjunto de equipamentos coloca hoje o IPT numa posição diferenciada no mercado, pois permite identificar, com rapidez e segurança, soluções aos problemas geológicos e geotécnicos ainda na fase de planejamento de uma obra subaquática, seja ela em lagos urbanos, rios, reservatórios ou áreas portuárias.

Foram utilizados os perfiladores do tipo Chirp Low Frequency e Chirp High Frequency

São utilizadas técnicas para o levantamento geofísico nos lagos, com instrumentos modernos de última geração. A geofísica permite a varredura de grandes extensões subaquáticas, por meio de equipamentos emissores de ondas acústicas instalados nas embarcações. Todas as informações obtidas são georreferenciadas com precisão centimétrica (DGPS, uma estrutura que acrescenta maior precisão aos dados coletados por receptores GPS a partir de uma correção diferencial, em tempo real).

Para o mapeamento da espessura da coluna d’água foi adotada a ecobatimetria de dupla frequência (38/200khz), clássico método acústico que mede a profundidade do lago ao longo da linha de navegação. O sonar de varredura lateral, conhecido como ‘peixinho’, modelo Klein 3000, fotografa o fundo do lago e gera imagens que podem variar de poucos a dezenas de metros , possibilitando a visualização de interferências de toda ordem, como estruturas de concreto antigas, tubulações, além de permitir a caracterização geológica do fundo do lago, definindo as áreas de ocorrência de areias, lamas e cascalhos. A técnica foi utilizada no Lago do Taboão, em Bragança Paulista, e envolveu o diagnóstico dos processos erosivos e do nível atual de assoreamento do lago.
O sonar de varredura lateral, conhecido como ‘peixinho’, modelo Klein 3000, fotografa o fundo do lago e gera imagens que podem variar de poucos a dezenas de metros

Para medir a espessura da camada de assoreamento depositada no fundo do lago, está sendo utilizada a perfilagem sísmica contínua – as fontes acústicas são arrastadas pelo barco na superfície da água – e, à medida que o barco se desloca, é possível observar a espessura de sedimentos depositados. “Os sinais acústicos de baixa frequência emitidos pelo perfilador atravessam a coluna d’ água e a coluna de sedimentos mostrando sua espessura”, afirma Laps. Ele explica que, no caso da investigação de lagos, a resolução é mais importante que a penetração, já que nestes ambientes não há necessidade de se penetrar dezenas de metros na superfície de fundo e sim medir espessuras centimétricas ou decimétricas da coluna sedimentar. Para isso são utilizados os perfiladores do tipo Chirp Low Frequency que utiliza freqüências entre 2 e 8 Khz e Chirp High Frequency, que utiliza frequências entre 10 e 18Khz. Outra fonte acústica usada na perfilagem foi o Boomer, que mede também a espessura da coluna sedimentar, mas que, por lidar com frequências mais baixas (entre 500 e 2000 Hz), tem capacidade de penetrar mais na coluna sedimentar que as fontes do tipo Chirp.

O objetivo final das investigações geofísicas programadas é gerar subsídios técnicos para a ASA Science, contratada pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, no projeto de revitalização dos lagos dos grandes parques na cidade.

Fotos: Laps


O nosso logotipo: "Parques Sustentáveis!



O nosso colaborador, Geraldo Degásperi, criou para os "Parques Sustentáveis" este logotipo.

Obrigado, Geraldo!


Oficina gratuita: COSMÉTICOS NATURAIS no SESC ITAQUERA




COSMÉTICOS NATURAIS



No mês de agosto, o programa Jardinagem nas 4 Estações trará uma proposta de oficina com o tema COSMÉTICOS NATURAIS. 

Abordaremos este tema em dois dias: 06 e 13/08/2011, das 11h às 13h, no Quiosque do Viveiro.

As oficinas serão divididas em momentos práticos e teóricos, onde iremos aprender quais as plantas mais indicadas para o uso em cosméticos naturais, as formas de cultivo e manutenção e também poderemos fazer as receitas de alguns cosméticos úteis ao nosso dia-a-dia, como máscara de argila (com alecrim), esfoliante (com calêndula) e spray bucal (com menta).

As oficinas são gratuitas e as vagas são limitadas! 

Para participar faça sua inscrição pelo telefone 2523-9309 ou 2523-9326 ou pelo e-mail caroline@itaquera.sescsp.org.br até o dia 06/08/2011,às 10h. 
Por favor, ao realizar a inscrição envie o nome completo, telefone, RG e endereço. 
Para aqueles que vierem de carro, será cobrado o valor de R$ 7,00 pelo estacionamento.
É importante que os interessados venham nas duas datas (06 e 13/08), mas caso queiram participar de apenas uma das oficinas, por favor, me avisem através do e-mail.


Caroline Almeida
Núcleo Integrado de Educação e Gestão Ambiental
Programação - SESC Itaquera
caroline@itaquera.sescsp.org.br (11) 2523-9324; Fax (11) 2523-9306+ 
Av. Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1000 - Itaquera -SP Cep: 08265-045

Estudo vincula aumento do nível dos rios a epidemias de cólera


Estudo vincula aumento do nível dos rios a epidemias de cólera

Os resultados podem ajudar os cientistas a elaborar um sistema de alarmes com vários meses de antecedência para mobilizar recursos e, assim, diminuir o impacto das epidemias

04 de agosto de 2011 | 9h 24


Efe
WASHINGTON - As cheias nos rios, acompanhadas de um aumento dos nutrientes e das algas no oceano, estão vinculadas às epidemias de cólera, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira no American Journal of Tropical Medicine and Hygiene.
Veja também:
Divulgação
Divulgação
Imagem de satélite do Rio Amazonas












Os resultados do estudo, liderado pelo cientista Shafiqul Islam, podem ajudar os cientistas a elaborar um sistema de alarmes com vários meses de antecedência para mobilizar recursos e, assim, diminuir o impacto das epidemias de cólera em regiões pobres.
"O plâncton e a cólera estão relacionados (...) A cólera aumenta quando há um aumento dos nutrientes (que alimentam o plâncton) que fluem ao estuário", disse Islam, em entrevista por telefone.
"Esperamos que estudos como este nos ajudem a elaborar um sistema de detecção precoce e a fazer prognósticos com pelo menos dois ou três meses de antecedência. Isso nos ajudará a mobilizar pessoal e recursos antes que haja surtos de cólera", explicou o cientista.
O estudo começou na baía de Bengal, onde os especialistas analisaram 12 anos de dados, incluindo imagens de satélite da Nasa (agência espacial americana) e os grandes caudais dos rios Ganges, Brahmaputra e Meghna, que desembocam no delta de Bengal.
Ali, os cientistas determinaram que os caudais desses rios, que acarretavam nutrientes do solo, eram a causa do florescimento ou boom no fitoplâncton.
Esse aumento de fitoplâncton, por sua vez, foi seguido de um aumento do zooplâncton, que foi vinculado à bactéria da cólera, "Vibrio cholerae", que vive e se multiplica entre os dois tipos de plâncton em águas salubres, onde o rio desemboca no mar, explicou Islam.
Ele disse que, para comprovar a hipótese, sua equipe ampliou o estudo às águas dos rios Orinoco e Amazonas, na América do Sul, e no Congo. Segundo Islam, os especialistas constataram "o mesmo fenômeno".
"Os processos físicos foram os mesmos. A beleza disso é que não necessitamos analisar uma enorme quantidade de dados", enfatizou Islam, professor da Faculdade de Engenharia Ambiental e Civil da Universidade Tufts em Medford (Massachusetts, EUA).
Segundo ele, o estudo também deixou manifesto que, ao contrário do que se achava até agora, os fatores relacionados ao aquecimento global - como um aumento nas temperaturas da superfície do mar - não conduzem diretamente a um aumento dos surtos de cólera.
No entanto, o aquecimento global sim poderia exercer um papel indireto significativo, ao contribuir para condições muito extremas, como a seca e altos níveis de salinidade e inundações, que podem elevar os surtos da cólera, explicou o especialista.
Nos últimos nove meses, uma epidemia de cólera no Congo já deixou centenas de mortos e mais de 100 mil infectados, informou o mês passado a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Normalmente, os surtos da doença ocorrem uma vez por ano na África e na América Latina, embora em Bangladesh (Sul da Ásia) surjam na primavera e no outono.
Islam liderou outro estudo em 2009 que sugeriu uma conexão entre a cólera e os níveis flutuantes no Ganges, Brahmaputra e Meghna.

Vilões do aquecimento global: CO2, metano e óxido nitroso


04/08/2011 - 10h27

Gases-estufa secundários são negligenciados no aquecimento global



RAFAEL GARCIA
DE WASHINGTON




Os poluentes tidos como coadjuvantes no aquecimento global não têm papel tão irrelevante quanto se pensava. O corte de emissão de gases como metano e óxido nitroso faria diferença no combate à mudança climática, dizem cientistas americanos.
Um estudo da Noaa (Agência Nacional de Oceanos e Atmosfera dos EUA) aponta que é possível reduzir o potencial de aquecimento dos gases de efeito estufa em 19% atacando essas substâncias.
Esse seria o benefício caso fossem incluídas junto com o dióxido de carbono (CO2), o vilão protagonista do aquecimento global, num acordo para redução de emissões.
Historicamente, o metano, o óxido nitroso e outros gases-estufa têm ficado de fora de acordos como o Protocolo de Kyoto, que combate o aquecimento global.
Razões para isso eram tanto o papel menor dessas substâncias frente ao CO2 quanto a complexidade política de incluí-las nas negociações.

REVISÃO
A Noaa, porém, após fazer extensa revisão de pesquisas sobre o tema, sugere que os gases-estufa secundários podem facilitar as negociações em vez de atravancá-las, porque permitiriam uma folga no cronograma da redução de emissões.
Segundo os cientistas, como a vida útil do metano e do óxido nitroso na atmosfera é menor que a do dióxido de carbono, a inclusão desses gases nos acordos de corte traria um efeito mais rápido de redução de temperatura.
Os cientistas explicam isso em termos de forçante radiativa, ou seja, a diferença entre a quantidade de energia que entra na atmosfera e a que sai dela.
O trabalho indica que a inclusão dos gases secundários numa política de corte de 80% para todos os gases-estufa reduziria a forçante radiativa dos gases-estufa emitidos em atividades humanas de 3,2 watt por metro quadrado para 2,6. Isso equivaleria a ter 0,5ºC a menos de aumento de temperatura no fim deste século, calcula-se.
Pode parecer pouco, mas é uma boa fatia de redução, quando se leva em conta que a ONU estabeleceu como 2ºC o limite do aumento de temperatura considerado perigoso para a Terra.
Como fazer isso, porém, é uma pergunta que ninguém sabe responder. Um alvo óbvio seria a agropecuária, que emite metano na produção de animais, arroz e outras commodities. O uso de fertilizantes também é responsável pela emissão de óxido nítrico.
Esse é um bom alvo, mas as reduções de emissão de metano do setor de combustíveis fósseis também são, disse à Folha Ed Dlugokencky, um dos autores do estudo. Reduzir vazamento durante a transmissão e distribuição de de gás natural, por exemplo, é algo que teria um custo-benefício muito bom.