quinta-feira, 9 de junho de 2011

Parques sustentáveis: Projeto V.I.D.A. - Valor da Importância da Água surpreende com quase 53% de economia no parque!





Projeto V.I.D.A. - Valor da Importância da Água
da 
FOX-IT SERVICE
é
Sustentável!


1º lugar no Premio Melhores Práticas da A3P do MMA – Gerência Regional de Administração do Ministério da Fazenda em São Paulo com o projeto “Vida: Valor e Importância da Água , na Subcategoria Melhor Gestão da Água 


fotos: parques sustentáveis
 
torneiras com economizador






Testamos no parque


Resultado já no 1º mes: rápida implantação entre os dias 06 e 09 de maio

Consumo médio =345,86m³/mes

Consumo maio/2011=162m³/mes

Economizou 183,86m³/mes= 53,16%



Mês referência
Consumo (m³)
Vencimento
Valor Faturado

Maio/2011
16223/7/2011R$ 3.282,40
Abril/2011
36323/6/2011R$ 7.728,52
Março/2011
37223/5/2011R$ 7.927,60
Fevereiro/2011
34023/4/2011R$ 7.219,76
Janeiro/2011
35523/3/2011R$ 7.727,54
Dezembro/2010
29923/2/2011R$ 6.312,84
Novembro/2010
36623/1/2011R$ 7.794,88
Outubro/2010
32623/12/2010R$ 6.910,08


Valvula de descarga com adaptador


  • Projetos para solução de redução do consumo de água.
Um projeto de economia de água, visando combater o desperdício de água em grandes consumidores, atendendo clientes como:

       Parques;
       Faculdades;
       Hospitais;
       Hotéis;
       Empresas;
       Condomínios Comerciais e
       Administradoras de Condomínios



       Torneira antivandalismo no bebedouro do parque



Impactando uma redução em sua conta de água mensal em até 30% do consumo em m3.
Sem alterar a plataforma hidráulica de seu ambiente.



                                                         Educação ambiental

    • Gerenciamento de água.
    • Reduza seu consumo de água em até 30%.
    • Laudos e vistorias técnicas em condomínios.
    • Sistema de captação de água da chuva.
        • Instalação completa
        • Captação, Filtragem e Armazenamento.
        • Sistema ambientalmente correto
        • Assistência técnica e manutenção.
        Bebedouro
        Bebedouro coletivo
    Consulte:

    marcelo.athayde@fox-itservice.com
    Fone: (11)3120-5156



    fonte: http://www.fox-itservice.com/home/projetos.php






    .
    • Medição Individualizada de água.
    Conceito
    A medição individualizada de água em unidades privativas constitui-se numa metodologia muito importante para a redução do desperdício de água, pois permite que cada um conheça o seu consumo e pague proporcionalmente ao mesmo.
    Assim sendo, independentemente do consumo individual real de cada unidade, tenha ele uma ou dez pessoas, sempre a cobrança dos serviços é feita por igual. E o que é mais grave, mesmo que o consumidor viaje de férias e mantenha a unidade fechada, sempre pagará com se estivesse normalmente consumindo.
                                  
    Objetivo Geral
    A medição individualizada de água em unidades autônomas é destinada a combater o desperdício predial de água em edifícios de apartamentos e nos demais condomínios prediais. Podemos destacar;
    • Redução do consumo de água;
    • Redução do consumo de energia elétrica pela redução do volume bombeado para o reservatório superior;
    • Contas de água/esgoto das unidades baseadas em consumo reais;
    • Identificação de vazamentos de difícil percepção;
    • Maior satisfação dos usuários;
    • Redução do volume efluente de esgoto com benéficos ecológicos.

    Instalação
    • A Fox deverá fazer uma visita técnica no condomínio para avaliar que tipo de instalação se adéqua melhor.
    • Somos responsáveis pelo fornecimento do hidrômetro, instalação e leitura e emissão de cada conta individual.
    • Não há necessidade de adentrar as unidades para fazer a leitura mensal, pois é feito através de telemetria.
    Toda informação coletas é transmitida ao sistema da Fox de forma confiável.



    Condomínios novos
    Algumas edificações novas já estão preparas para a individualização de água sendo atendida por uma única prumada.


    Condomínios antigos
    Em edificações mais antigas existem varias prumadas de distribuição de água, sendo necessária a instalação de um hidrômetro para cada prumada, conforme o desenho abaixo.




      • Medição Individualizada de gás.








    Da Agência Ambiente Energia - O Ministério do Meio Ambiente (MMA) entregou, na semana passada, o 2º Prêmio Melhores Práticas da A3P, que busca estimular a implementação de iniciativas inovadoras de gestão ambiental que contribuam para a melhoria do ambiente organizacional e do meio ambiente. Na categoria Inovação na Gestão Pública, a Caixa Econômica Federal venceu com o projeto “Sistema de Aquecimento Solar de Água na Habitação de Interesse Social”. Na subcategoria Melhor Gestão de Energia, o primeiro lugar ficou com a prefeitura municipal de Natal (RN) com o projeto “Agenda Verde: Economizando Energia”.
    Veja a relação completa com os vencedores em todas as categorias:

    I – Categoria Gestão de Resíduos
    1º lugar – Banco da Amazônia com o projeto “Amazônia Recicla”;
    2º lugar – Prefeitura Municipal de Mesquita (RJ) com o projeto “Coleta Seletiva nas Repartições Públicas”;
    3º lugar – Universidade Federal de Santa Catarina (SC) com o projeto “Plano de Gerenciamento de Resíduos do Hospital Universitário: Faça seu Papel, Não Encha o Saco”.


    II – Categoria Uso sustentável dos Recursos Naturais- Subcategoria Melhor Gestão da Água
    1º lugar – Gerência Regional de Administração do Ministério da Fazenda em São Paulo com o projeto “Vida: Valor e Importância da Água ;
    2º lugar – Caixa Econômica Federal com o projeto “Construção Sustentável “Uso Racional da Água nos Prédios da Caixa”;
    3º lugar – Instituto Tecnológico e de Pesquisas do Estado de Sergipe com o projeto “Recuperação das águas de refrigeração dos laboratórios – preservando os recursos hídricos do Estado”.


    - Subcategoria Melhor Gestão de Energia
    1º lugar – Prefeitura Municipal de Natal (RN) com o projeto “Agenda Verde: Economizando Energia”;
    2º lugar – Prefeitura Municipal de Ibirarema (SP) com o projeto “Programa Municipal de Habitação Sustentável”;


    III – Categoria Inovação da Gestão Pública
    1º lugar – Caixa Econômica Federal com o projeto “Sistema de Aquecimento Solar de Água na Habitação de Interesse Social”;
    2º lugar – Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) com o projeto “Reciclagem Cidadã”;
    3º lugar – Departamento Autônomo de Água e Esgoto de Penápolis (SP) com o projeto “Agenda Ambiental na Administração Pública: Experiência do DAEP”;

    Proteção bacteriana

    Proteção bacteriana

    08/06/2011

    Estudo publicado na Science, com participação brasileira, mostra como plantas exploram combinação específica de bactérias do solo para se proteger de patógenos. Trabalho identificou 33 mil microrganismos (reprodução)
    autoria: Por Fábio de Castro
    Agência FAPESP – Os chamados “solos supressivos” são ecossistemas naturalmente especiais: nesse tipo de solo, mesmo que os agentes patógenos persistam, eles causam pouquíssimo dano às plantas. No entanto, os microrganismos e mecanismos responsáveis por essa característica são pouco conhecidos.
    Utilizando uma técnica metagenômica, um grupo internacional de cientistas, com participação brasileira, identificou uma série de bactérias e genes envolvidos no fenômeno.
    Os dados, publicados na revista Science, indicam que, sob um ataque de patógenos, as plantas, a fim de se proteger contra infecções, podem explorar uma combinação de micróbios específica contida no solo.
    O primeiro autor do artigo, Rodrigo Mendes, atualmente pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Meio Ambiente, participou do estudo durante seu pós-doutorado na Universidade de Wageningen, na Holanda, entre 2009 e 2010. Entre 2003 e 2008, Mendes cursou o doutorado na Universidade de São Paulo (USP), com Bolsa da FAPESP.
    O estudo identificou 33 mil bactérias associadas, de forma consistente, à supressão de doenças. Segundo Mendes, o estudo, que ganhou comentário na revista Nature Biotechnology, concluiu que o fenômeno de supressão de doenças não depende apenas da atuação de bactérias isoladas, mas também da sinergia de todo um consórcio de bactérias. Os dados indicam que essa combinação específica de microrganismos é ativada por uma sinalização no contexto da própria comunidade bacteriana.
    “Um dos pontos fortes do estudo é que ele teve um enfoque transversal, abrangendo desde a observação de campo, passando pela identificação da comunidade, dos grupos bacterianos, do gênero, da espécie, das linhagens específicas dos microrganismos e de seus genes, até chegar aos metabólitos utilizados pela bactéria para defender a planta do patógeno”, disse à Agência FAPESP.
    Um dos objetivos gerais da pesquisa era contribuir para a compreensão de como as plantas utilizam e dependem da comunidade microbiana associada a elas para sobreviver. Mendes explica que estudos semelhantes são frequentemente realizados em mamíferos.
    “Sabemos, por exemplo, que o homem depende, para sobreviver, de microorganismos presentes nos nossos intestinos ou na nossa pele, que auxiliam na absorçao de nutrientes e na proteção contra doenças. Muitas vertentes de literatura consideram, por isso, que o homem, por viver em conjunto com esses microrganismos, é um superorganismo, que inclui não apenas o genoma humano, mas também os de milhões de microorganismos associados. Aplicamos essa mesma visão às plantas, observando-as não só como um organismo hospedeiro isolado, mas um superorganismo em conjunto com seu microbioma”, explicou.
    O estudo teve foco especificamente nos microrganismos que vivem associados à raiz das plantas. À medida que são infectadas, as plantas expostas aos patógenos do solo sofrem pressão positiva para recrutar as bactérias necessárias para sua proteção. O solo é considerado supressivo quando essa comunidade de bactérias é tão bem selecionada que, mesmo na presença do patógeno, a planta não é infectada.
    “Em um extremo, há o solo supressivo no qual a planta resiste completamente à presença do patógeno. No outro extremo está aquele solo no qual a planta morre rapidamente ao ser exposta ao patógeno. Nossa estratégia foi avaliar, em um solo semelhante, seis níveis diferentes de supressão de doenças. O que diferenciava essas seis porções de solo era justamente a estrutura da comunidade bacteriana neles presente”, explicou Mendes.
    Controle biológico indireto
    O primeiro passo da pesquisa consistiu na observação de campo, a fim de identificar os lugares em que a infecção aparecia. Em seguida, os pesquisadores analisaram a comunidade bacteriana presente nos seis níveis diferentes de proteção do solo, identificando quais grupos desempenhavam algum papel nessa proteção.
    Na fase seguinte foram selecionados e isolados alguns grupos-alvo, em uma prova de princípio, para mostrar que grupos específicos estavam relacionados à proteção no campo.
    “Um dos grupos que usamos para provar esse fenômeno é um grupo bem estudado, que algumas vezes foi associado com solos supressivos. Mas isso nunca tinha sido observado em tamanho grau de detalhamento. Nosso estudo revelou um conjunto muito maior do que se imaginava de grupos bacterianos diferentes associados à proteção”, afirmou.
    Segundo Mendes, o estudo poderá contribuir para a futura descoberta de novas moléculas e compostos antibióticos que possam ser utilizados no controle biológico de doenças de plantas.
    “Podemos até mesmo pensar em um controle biológico indireto, isto é, em vez de apostar na introdução no solo de um componente biológico de proteção, os genes da planta podem ser manipulados para que ela selecione com mais eficiência os microrganismos que aumentam seu nível de proteção”, disse.
    Para que a alternativa da engenharia genética seja possível, no entanto, Mendes lembra que será preciso antes compreender com precisão o funcionamento da comunicação entre a planta e os grupos de bactérias de interesse.
    “Demonstramos que a planta utiliza esse recurso. Agora temos que entender como a planta se comunica com esse microbioma. A partir daí será possível manipular a planta para que ela aprimore sua capacidade de seleção microbiana”, disse.
    O artigo Deciphering the Rhizosphere Microbiome for Disease-Suppressive Bacteria (DOI: 10.1126/science.1203980), de Rodrigo Mendes e outros, pode ser lido por assinantes da Scienceem www.sciencemag.org/content/332/6033/1097.full
     

    Criaram mais dois metais pesados na tabela periódica: "ununquadium" e "ununhexium" para poluir?


    Tabela periódica cresce com inclusão de mais dois elementos


    08/06/2011 - 15h13


    DA ASSOCIATED PRESS

    Atualizado às 15h55.

    A tabela periódica ensinada nas escolas acaba de ganhar mais dois elementos químicos.
    Reconhecidos como números 114 e 116, eles não foram batizados e por isso não têm nome ainda. Provisoriamente, estão sendo chamados de "ununquadium" e "ununhexium".
    A inclusão foi reconhecida por um comitê internacional de químicos e físicos que pertencem ao Iupac (União Internacional de Química Pura e Aplicada) e ao Iupap (União Internacional de Física Pura e Aplicada).
    No total, são 114 os elementos químicos conhecidos. Os de número 113, 115 e 118 não foram aceitos oficialmente pelas evidências e testes não se mostrarem conclusivos.
    Os dois novos integrantes são os metais mais pesados da tabela e tiveram que passar por experimentos antes de serem reconhecidos.
    Os pesquisadores criaram os elementos a partir de uma colisão de dois átomos produzida em um acelerador e "existiram" por menos de um segundo antes de se separarem.

    quarta-feira, 8 de junho de 2011

    MÊS DO MEIO AMBIENTE NOS PARQUES

    JUNHO 2011

    Fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/nucleos_de_gestao/index.php?p=28251


    MÊS DO MEIO AMBIENTE TEM VIRADA SUSTENTÁVEL, ANIVERSÁRIO DAS APAs E ATIVIDADES EM VÁRIOS PARQUES MUNICIPAIS

    O mês de junho, quando se celebra o meio ambiente, está com uma programação cheia em São Paulo. As Àreas de Proteção Ambiental (APAs) municipais fazem aniversário e há atividades espalhadas em vários parques municipais. Os Núcleos de Gestão Descentralizada da Secretaria do Verde fecharam uma programação bastante diversificada, que vai se desenrolar nas diversas regiões da cidade.
    Em junho a cidade também ganha sua primeira Virada Sustentável, com ampla programação socioculturalambiental gratuita. A Secretaria do Verde abriu seus parques para receber as atividades e agregou parceiros. Além de programação oferecida também pelos próprios Parques, haverá um quiosque da campanha Segunda Sem Carne, lançada em São Paulo pela Sociedade Vegetariana em parceria com a SVMA em 2009, no Conjunto Nacional, onde será possível conhecer a campanha, aderir a provar alimentos sem carne.
    Para festejar mais um aniversário das Áreas de Proteção Ambiental da cidade de São Paulo a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, os Conselhos Gestores e a SPTuris promovem atrações musicais, oficinas de educação ambiental, passeio ciclístico, barracas de comidas típicas que valorizam a cultura da região, dentre outras atividades. A festa acontece no dia 18 de junho, a partir das 10h, e conta com o apoio das duas Subprefeituras de Parelheiros e Capela do Socorro, associações e comerciantes locais.
    A exposição Somos Terra, que acontece de 4 de junho a 31 de agosto, na Universidade do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), conta a trajetória de tudo que faz parte do universo e forma o planeta Terra. De forma interativa, crianças e adultos passeiam pelos diversos estágios como ar, água, terra, flores e folhas. 
    Escolha a atividade mais perto de você e programe-se !

    A vez do bambu

    A vez do bambu


    Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI239213-18067,00-A+VEZ+DO+BAMBU.html

    Autoria: Por Vanessa Lima

    Marko Brajovic, um dos criadores do laboratório Bamboo Lab, dá dicas para utilizar melhor esse material, que é tendência na decoração, no design e na arquitetura


    Divulgação
    Pisos de madeira podem ser substituídos pelos de bambu. Este é da Neobambu

    Bonito, durável e vindo de fonte renovável, o bambu está em momento de glória no design, na decoração e na arquitetura. Muitas vezes, a fama é atribuída ao caráter sustentável, mas de acordo com o arquiteto croata Marko Brajovic, é preciso tomar cuidado ao tocar nesse assunto. “A sustentabilidade não pode se referir só ao material, mas deve ser entendida como um sistema integral. É preciso considerar o processo inteiro, como a plantação, o cultivo, o processamento e a produção industrial de larga escala”, explica o profissional, que é um dos fundadores do Bamboo Lab, um grupo de arquitetos e designers que cria desde móveis a pontes, usando bambu. 

    Segundo Brajovik, também é importante compreender que o material tem uma identidade própria. “O bambu não é madeira e acho que é um erro usá-lo como se fosse”, diz o especialista. Confira a entrevista:



    Casa e Jardim – Como começou a trabalhar com essa matéria-prima? 
    Marko Brajovic – Em 2001, fui convidado, junto com o meu escritório – na época chamado Su-Studio – a fazer o projeto de uma casa, na Costa Rica. Seguimos em uma viagem de estudo pelo Japão e pelo Brasil, até que, em Maceió, no ano de 2004, construímos uma ponte para uma comunidade carente. Finalmente, em 2005, em Palma de Maiorca, na Espanha, criamos o primeiro workshop internacional de design e construção experimental em bambu na Europa. Assim, criamos o Bamboo Lab, que constrói desde mobiliários a pontes de emergência, graças a arquitetos e engenheiros provenientes de doze diferentes países. Em 2006, publicamos o livro Bamboo Lab, que inclui todas as experiências e projetos dos últimos anos, pela editora Actar, de Barcelona. CJ – E por que esse material? MB – Comecei a usar o bambu porque fui seduzido pela elegância, pela inteligência e pela alta tecnologia que esse material tem, por natureza.

    Marcelo Magnani
    Molduras de bambu em volta dos quadros enfeitam a parede atrás da cabeceira da cama. Projeto do arquiteto Marco Antonio Medeiros


    CJ – O bambu é um bem renovável e abundante. Acredita que a tendência é continuar apostando no uso desse material? 
    MB – O bambu virou “moda” nos últimos anos e isso pode até prejudicar uma pesquisa séria sobre o material e suas possibilidades reais de uso no design, na arquitetura e na decoração. Ele tem suas próprias limitações, sobretudo com raios UV ou contato direto com água. Por isso, é preciso aprender bastante sobre o material antes de usá-lo. Caso contrário, graves erros podem ser cometidos. O bambu é usado pela humanidade na construção há cerca de 5 mil anos. Esse know-how está documentado. Além disso, temos novos conhecimentos graças a institutos e universidades competentes. CJ – Na sua opinião, qual é o futuro do bambu nesse meio? MB – Pessoalmente, acho que o futuro está nos formatos industrialmente processados, em usar a matéria-prima do bambu para criar laminados e materiais compostos e híbridos, onde as fibras se misturam com polímeros e outros materiais sintéticos. As pesquisas mais avançadas caminham nesse sentido. No entanto, precisamos ter aplicações concretas para incentivar o interesse das indústrias sustentáveis.
    Divulgação
    O banco Peque, de Marco Brajovic


    CJ – O mundo presta mais atenção na preservação e na sustentabilidade hoje em dia? 
    MB – Não gosto muito da palavra “sustentável”, porque ela é frequentemente mal utilizada para a publicidade de produtos. Acho que a sustentabilidade não pode referir-se somente ao material usado, mas precisa ser entendida como um sistema integral. No caso do meu último produto realizado em bambu, o banco Peque, todo o processo de produção foi otimizado, em termos de material e de recursos humanos. O uso do bambu, que é uma planta com altíssimo índice de crescimento da própria biomassa, poderia criar uma indústria nacional. Isso daria trabalho a muitas comunidades e cooperativas no país, promovendo um desenvolvimento econômico e social inteligente. Assim, considerando o processo integral, como a plantação, o cultivo, o processamento e a produção industrial de larga escala, o bambu poderia ser, seguramente, o material mais “sustentável” do mercado nacional e mundial. CJ – Existe algum produto de bambu que, em algum momento, pareceu ser impossível de ser realizado? Qual? MB – Sim. Ultimamente vejo várias propostas de projetos de arquitetura em bambu que acho pouco viáveis porque não contemplam as limitações e as características melhores do material. O bambu não é madeira e acho um erro usá-lo como se fosse. É um erro por causa das características do material e da linguagem estética. O bambu precisa ser entendido, conhecido e reconhecido como material único, com identidade específica.CJ – Quais projetos utilizando o material foram mais desafiadores? MB – O banco Peque, em bambu laminado, foi um deles. A peça é uma inovação do uso estrutural do bambu e foi produzida graças a uma pesquisa de dois anos junto à jovem fábrica paulistana TIVA Design, dos arquitetos Rafael Paolini, Bruno Bezerra e Alexandre Xandó. O banco é feito por meio de um processo de laminação do painel de bambu-mossô (Phyllostachys pubescens). Assim, chega-se às lâminas de 1,5 mm de espessura com excelentes características mecânicas e estéticas. Essas lâminas aplicadas no molde são coladas entre si com resina natural. Com isso, chegamos a um banco de 7 mm de espessura e 1,8 kg. Isso porque o bambu é um material de alta tecnologia por natureza.
    Evelyn Müller
    Parafusados diretamente na parede, os números de bambu foram criados pelo ateliê Kanela Bambu. Uma camada de verniz garante a durabilidade na área externa

    Governo quer garantir gestão ambiental pública e sustentabilidade

    Governo quer garantir gestão ambiental pública e sustentabilidade 




    fonte: http://www.youtube.com/watch?v=MSgh0R0oE8s

    Enviado por em 07/06/2011

    NBR NOTÍCIAS - 06.06.11: O Brasil ainda vai ter que enfrentar muitos desafios para garantir a sustentabilidade do país. A afirmação foi feita, em Brasília, pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Durante o Encontro em comemoração a Semana Mundial do Meio Ambiente, a ministra deu uma palestra sobre crescimento e benefícios para as áreas florestais.

    Tecnologia LED ilumina a torre da Band

    Terça-feira, 7 de junho de 2011 - 12h42       Última atualização, 07/06/2011 - 18h20

    Iluminação da torre da Band segue os princípios da sustentabilidade


     
     A torre que, há 15 anos já faz parte da cena paulistana, acenderá todos os dias ao anoitecer
    Foto: Fabio Nunes/Divulgação
    A torre que, há 15 anos já faz parte da cena paulistana, acenderá todos os dias ao anoitecer

    Autoria e fonte: http://www.band.com.br/jornalismo/brasil/conteudo.asp?ID=100000437952

    Da Redação

    brasil@eband.com.br


    O novo cartão-postal de São Paulo – a iluminação da torre da Band, que será inaugurada nesta terça-feira – foi um projeto que considerou, como um dos seus pontos mais importantes, a sustentabilidade.


    "Procuramos a tecnologia LED para a economia de energia", conta o lighting designer Peter Gasper, idealizador do projeto. O presidente da Philips, Marcos Bicudo, explica a decisão: "Uma lâmpada comum consome 45 watts, enquanto uma lâmpada de LED consome apenas entre 8 e 9 watts".

    A iluminação irradiante utiliza 29.824 leds que podem formar até 16 milhões de tonalidades de capazes de fornecer um verdadeiro espetáculo a céu aberto. 

    A torre que, há 15 anos já faz parte da cena paulistana, acenderá todos os dias ao anoitecer, e exibirá uma marca luminosa no início de cada hora cheia. Nas ocasiões festivas, como Natal, Réveillon, Carnaval e grandes eventos como a Parada Gay, o marco muda de acordo com o clima da cidade. Nestes períodos, os efeitos ganham ainda mais requinte ao emitir um jogo de cor e brilho com a reprogramação da iluminação artística.

    Inauguração ao vivo após o Jornal da BandA Band também transmite a inauguração da iluminação da torre. Logo após o Jornal da Band de hoje, o público verá um show de luzes por meio de diferentes pontos de vista. Câmeras da Band espalhadas pela capital paulista - em regiões como Liberdade, Pacaembu, Paulista e Morumbi – e a visão aérea do helicóptero - produzem um panorama completo. A torre da Band, oficialmente denominada Maria Helena de Barros Saad, será a protagonista da noite. Serão exibidas reportagens que detalham a história do marco. Com a presença do governador Geraldo Alckmin, do prefeito Gilberto Kassab,  empresários, direção e elenco, a emissora também realiza uma comemoração para convidados na suíte presidencial do Hotel Renaissance, que tem vista para o novo cartão-postal. 

    Prêmio Jovem Cientista este ano será sobre cidades sustentáveis

    Prêmio Jovem Cientista este ano será sobre cidades sustentáveis

    Ideia da premiação é dar visibilidade à produção científica no Brasil

    06 de junho de 2011 | 18h 41


    Agência Brasil
    A 25ª edição do Prêmio Jovem Cientista foi lançada nesta segunda-feira na Universidade de Brasília (UnB). Este ano o tema são as cidades sustentáveis. Podem se inscrever estudantes dos ensinos médio e superior e graduados das mais diversas áreas do conhecimento.
    O prêmio ajuda a dar visibilidade à produção científica no Brasil.O diretor do serviço de prêmios do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Guilherme Sales, disse que uma das grandes preocupações do conselho é assegurar a permanência dos pesquisadores no País, uma vez que a maioria acaba indo para o exterior em  busca de mais recursos e oportunidades para desenvolver seus trabalhos.
    O reitor da UnB, José Geraldo de Souza, disse que este ano o prêmio abrirá muito mais oportunidades aos pesquisadores, tal a amplitude do tema, que envolve urbanização, meio ambiente, gestão das águas urbanas, agricultura e sustentabilidade, entre outros.
    A doutora em Arquitetura Marta Adriana Bustos Romero ressaltou a relevância do tema, que envolve questões urgentes para a sociedade brasileira.
     “A importância do prêmio se dá a partir do momento em que buscamos melhores condições de vida, que foram perdidas ou prejudicadas pelo processo do crescimento desordenado das cidades”.
    Quem quiser inscrever trabalhos ou buscar informações, deve acessar a página do Prêmio Jovem Cientista na internet.

    Brasil vira o maior exportador de frango do mundo, mas ...

    Brasil vira o maior exportador de frango do mundo

    Segundo relatório da FAO, País vai superar os Estados Unidos neste ano, mas entidade alerta para problemas de infraestrutura

    08 de junho de 2011 | 0h 00


    Autor: Jamil Chade - O Estado de S.Paulo
    CORRESPONDENTE / GENEBRA
    Nilton Fukuda/AE-21/5/2009
    Nilton Fukuda/AE-21/5/2009
    Marca. Frangos em granja brasileira; País deve exportar mais de 4 milhões de toneladas
    O Brasil caminha para superar pela primeira vez os Estados Unidos em alguns dos setores agrícolas que por mais de 30 anos estiveram sob o controle dos exportadores americanos e obriga importadores a rever suas estratégias de abastecimento.
    Dados divulgados ontem pela FAO apontam que, em 2011, o Brasil será já o maior exportador de frango do mundo, com um terço do comércio global.
    Além disso, dá passos importantes para se aproximar dos EUA na liderança da soja no planeta. Setores como carne bovina, milho e arroz também registraram ganhos importantes no ano.
    Se os avanços são claros no País, a FAO alerta que um salto maior exigirá que o governo dê uma solução aos entraves que a falta de infraestrutura está causando para as exportações nacionais. Em seu relatório bianual sobre a produção agrícola no mundo, o real fortalecido e os custos de produção no País também terão de ser tratados pelas autoridades nos próximos anos.
    No setor de carnes, a FAO aponta que o Brasil já o segundo maior produtor do mundo e sua expansão tem "mais que compensado a queda persistente da Argentina". No país vizinho, 3,5 mil empregos foram eliminados no setor. Entre os exportadores, o Brasil já é o primeiro do mundo, com 1,5 milhão de toneladas neste ano.
    A FAO admite que a único fato que pode afetar a expansão brasileira seria um eventual entrave colocado pela Rússia, como acabou ocorrendo. Mesmo assim, a previsão é de que as exportações do País devem crescer em 2011, depois de três anos de queda diante do consumo doméstico.
    Para 2011, a entidade prevê uma queda nas vendas de frango dos Estados Unidos. Isso deve tirar dos americanos a tradicional posição de maior exportador de frango do mundo. "Como consequência, o Brasil deve se tornar neste ano o maior exportador de frango do mundo, com entregas que podem superar a marca de 4 milhões de toneladas, um terço do comércio global", afirmou a entidade.
    No complexo de soja, a produção brasileira chegará a 76,9 milhões de toneladas no ano, contra apenas 61 milhões há apenas dois anos. A diferença entre a produção americana e a brasileira diminui. Nos EUA, a produção neste ano deve ser de 100 milhões de toneladas. A expansão brasileira permitirá ainda que o mundo registre em 2011 uma produção recorde de soja na história: 464 milhões de toneladas.
    A produção de milho no Brasil atingirá um recorde em 2011, com 60 milhões de toneladas. As exportações também baterão recorde: 12 milhões de toneladas.
    Entraves. Mas a expansão do Brasil não ocorre sem problemas. De acordo com a entidade, não há mais dúvida de que o Brasil ocupará um espaço cada vez maior em alguns dos principais produtos de consumo mundial. Mas já sofre para conseguir escoar o que produz.
    Um exemplo é a situação do açúcar. Em 2011, a produção nacional de açúcar será de 39 milhões de toneladas, 4,6% acima do volume de 2010. As exportações do Brasil, porém, vão cair em 1,5% em comparação com2010, por conta dos problemas de escoamento da safra. 
    

    Na ponta do lápis, digo, lapiseira: Exploração sustentável de áreas protegidas renderia R$ 10 bilhões por ano


    Exploração de áreas protegidas renderia R$ 10 bilhões por ano


    08/06/2011 - 08h17


    Autor: REINALDO JOSÉ LOPES
    EDITOR DE CIÊNCIA

    As áreas naturais protegidas do Brasil poderiam render a nada desprezível quantia de R$ 9,8 bilhões por ano se fossem administradas com mais afinco, de acordo com levantamento divulgado na terça-feira em Brasília.
    A conta inclui apenas possíveis lucros com visitação de turistas, extração sustentável de recursos (como madeira e borracha) e estoques de carbono, que tendem a se tornar cada vez mais valorizados no mercado internacional com o aquecimento global.
    O estudo recebeu a chancela do Pnuma, principal órgão ambiental da ONU, e foi coordenado por Rodrigo Medeiros, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Carlos Eduardo Frickmann Young, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), e Fabio França Silva Araújo, do Ministério do Meio Ambiente.
    No trabalho, os especialistas levam em conta o fato de que a diversidade das unidades de conservação no Brasil permite, em muitos casos, um uso criterioso da mata, o chamado manejo florestal.
    Seguindo critérios como tamanho mínimo de árvores abatidas, tempo de crescimento das espécies e impacto do corte sobre o resto da mata, é possível realizar uma exploração madeireira de baixo impacto.
    A lei já permite concessões para esse tipo de atividade em unidades de conservação como as Flonas (florestas nacionais), embora a ideia ainda esteja engatinhando.

    CÁLCULO
    E foi com base na Flona do Jamari (RO) que os pesquisadores calcularam o potencial desse mercado para todas as florestas nacionais e estaduais da Amazônia: até R$ 2,2 bilhões anuais -- mais do que todo o mercado atual de madeira nativa do Brasil.
    Atividades extrativistas de baixo impacto, como obtenção de castanha-do-pará e borracha, somam mais de R$ 50 milhões a esse número.
    Outro potencial inexplorado, segundo a pesquisa, é o dos parques nacionais --de 67 existentes hoje, apenas 18 cobram ingresso dos visitantes e monitoram seu fluxo.
    Usando dados de locais bem conhecidos, como o Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ), e estimativas do aumento do turismo nos próximos anos por conta de eventos como as Olimpíadas de 2016, os pesquisadores afirmam que seria possível obter até R$ 2 bilhões por ano.
    A principal aposta para o futuro, no entanto, envolve a emissão evitada de gás carbônico, principal causador do aquecimento global.