quinta-feira, 14 de abril de 2011

Serviço de entregas via bicicleta é opção para substituir motoboys em São Paulo

Serviço de entregas via bicicleta é opção para substituir motoboys em São Paulo




Postado em 13/04/2011 ás 17h14

"Só na cidade de São Paulo já existem 2500 cicloboys" l Imagem: Divulgação / Inclusão Brasil




Autoria e fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2362

 
Trocar os motores pelos pedais é uma boa alternativa para entregas de documentos e alimentos na cidade grande.



De acordo com dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), o total de motos na cidade de São Paulo chega a quase 900 mil, o que representa 12,6% de todos os sete milhões de veículos da capital paulista. Boa parte dessas motocicletas é utilizada como ferramenta de trabalho no serviço de motofrete.



Para imaginar o impacto desse serviço na cidade, basta lembrar que São Paulo tem o maior número de motoboys do país: são cerca de 600 mil profissionais circulando diariamente. Segundo relatório da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), as motocicletas emitem cerca de 28% mais poluentes por ano do que automóveis flex.



No entanto, uma boa alternativa para substituir esse serviço é substituir os motores pelos pedais, fazendo entregas “limpas”, com todos os equipamentos de segurança que uma pedalada segura exige.



"Só na cidade de São Paulo já existem 2500 cicloboys", afirma Gilberto Almeida dos Santos, presidente do SindimotoSP, em entrevista a Revista Quatro Rodas. Outra vantagem da bike seria a facilidade de estacionamento "No centro de São Paulo leva-se cerca de 40 minutos para estacionar a moto", complementa.



Segundo a SindimotoSP – que representa a categoria - o valor chega a ser 30% menor que o do motofrete por não haver gastos com combustível e pela manutenção da bicicleta ser mais em conta.



Diariamente, os bikeboys entregam alimentos em geral e documentos, mas apesar de ser uma boa opção para o solicitante, a cidade ainda não está preparada para receber os ciclistas.



São Paulo não possui um plano ciclo viário que integre as poucas ciclovias já existentes, porém, existe um projeto para a construção de 367 quilômetros de vias para as magrelas.



Redação CicloVivo



Reciclagem de equipamentos de refrigeração merece cuidados especiais

Reciclagem de equipamentos de refrigeração merece cuidados especiais






Autoria e fonte: http://playpress.com.br/2011/04/reciclagem-de-equipamentos-de-refrigeracao-merece-cuidados-especiais/

O correto descarte de aparelhos eletroeletrônicos, pilhas e baterias tem gerado inúmeras campanhas pelo país voltadas a cuidados com o meio ambiente. Apesar destas ações, a reciclagem de eletrodomésticos ainda é um mistério para muitas famílias que não sabem onde colocar seus equipamentos após adquirirem um novo. No caso de geladeiras e ar condicionado, o tratamento previne a destruição do meio ambiente e contaminação de pessoas. Para a reciclagem dos gases, Porto Alegre já conta com um Centro de Regeneração, evitando que material poluente seja lançado na atmosfera. O problema, porém, ainda é o que fazer com a carcaça de refrigeradores e freezers.



A Política Nacional de Resíduos Sólidos, que institui o princípio de responsabilidade pelo ciclo de vida dos produtos, trata sobre distinção entre resíduo (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado) e rejeito (o que não é passível de reaproveitamento). Conforme o diretor da Refrigeração Capital, empresa associada à ASBRAV, Adão Lumertz, no Rio Grande do Sul não há um local específico para descarte deste tipo de material como existe em São Paulo, mas aconselha entrar em contato com as lojas de varejo e solicitar encaminhamento dos produtos antigos a um ferro velho certificado.



- Geladeiras e aparelhos de ar condicionado possuem partes e peças que tem alto poder de destruir o meio ambiente e contaminar pessoas. Os compressores têm óleo que, derramado no chão ou esgoto pode atingir rios e lençóis freáticos e contaminar a água. Além disso, eles usam gases de refrigeração que, quando vazam para atmosfera, podem destruir a camada de ozônio contribuindo para o aquecimento global – explica.



Os equipamentos de refrigeração contêm, em sua maioria, ferro, aço, alumínio, cobre, vidro e plásticos. Os materiais passam por um processo de trituração, onde os aparelhos são moídos e os metais separados e reaproveitados. Os gases CFC são retirados e são transformados em solução ácida que pode ser reaproveitada pela indústria química.



Uma das soluções é a troca dos equipamentos feita de forma consciente. A Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) está em campanha para recolher cerca de 10 mil geladeiras na grande Porto Alegre. Clientes da CEEE na região metropolitana que estão cadastrados em programas sociais do governo federal poderão trocar suas antigas geladeiras (com mais de três anos de uso) por novas que gastem menos energia. Mais informações sobre o projeto com os atendentes da companhia ou pelo teleatendimento 24 horas no telefone 0800-721-2333.



Plante esta idéia! Campanha de incentivo permanente à arborização: Distribuição gratuita de mudas nos parques municipais.

Plante esta idéia! Campanha de incentivo permanente à arborização






Fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/servicos/viveiros/index.php?p=34





Qualquer pessoa poderá obter uma muda de árvore gratuitamente para plantio em endereço na cidade de São Paulo.




Para isso deverá dirigir-se a um dos parques municipais da cidade de São Paulo e no momento da entrega receberá orientação técnica e a Cartilha de Arborização Urbana, contendo dicas de plantio e cuidado com a árvore. A cartilha contém parte técnica ilustrada. O cidadão irá assinar um Termo de Responsabilidade, onde consta um pequeno questionário a ser preenchido pelo munícipe informando as características do local onde pretende realizar o plantio. As informações necessárias são as seguintes:



Endereço do plantio (OBRIGATORIAMENTE na cidade de São Paulo)

Local para plantio: interno ou calçada

Plantio na Calçada:

Largura da calçada:

Comprimento da calçada onde será(ão) plantadas as mudas:

Existe fiação no lado da calçada onde será(ão) plantada(s) a(s) mudas?

Existem equipamentos públicos (poste, telefone, placas, caixa da SABESP, caixa de luz, caixa de TELEFONE ou gás) no lado da calçada em que será(ão) plantada(s) a(s) muda(s)? Caso afirmativo, qual equipamento?

Existe(m) árvore(s) plantada(s) no lado da calçada em que será(ão) plantada(s) a(s) muda(s)?

Após a análise destes dados, o profissional da prefeitura avaliará qual espécie arbórea adequada para o plantio. Maiores informações poderão ser obtidas entrando em contato com algum parque municipal.



Saiba mais:





Clique aqui e veja o Termo de Responsabilidade:


Atendimento da campanha - Viveiro Manequinho Lopes - Parque do Ibirapuera



O viveiro também constitui um dos locais onde se pode obter mudas através da Campanha de Incentivo à Arborização.

O atendimento é realizado de segunda a sexta, das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 15h30.



Telefone para contato: 3887 6761


Veja também:



Cartilha de arborização - saiba com realizar um plantio corretamente: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/publicacoes_svma/index.php?p=4161











ACCOR divulga pesquisa sobre sustentabilidade

ACCOR divulga pesquisa sobre sustentabilidade



12/04/2011


Autoria e fonte: http://www.brasilturis.com.br/diretodaredacao_materia.neo?Materia=21877





Realizada em agosto de 2010 em seis países e com 6.973 hóspedes, a Accor compartilha os resultados da primeira pesquisa internacional durante evento Earth Guest Day, em São Paulo no próximo dia 18, às 9 horas no Novotel Jaraguá, em São Paulo.



Coordenada pela equipe de Desenvolvimento Sustentável da Accor em Paris, a pesquisa foi conduzida on-line nos seguintes países: Brasil - 908 pessoas; França- 1.233; Alemanha- 1.219; Inglaterra – 1.189; Austrália – 1.209 e China – 1.215.



Para 86% dos brasileiros, a sustentabilidade é vista como responsabilidade dos governos, seguida dos cidadãos. Cerca de 58% dos brasileiros também levam em conta a sustentabilidade na hora de comprar um produto e 25% se dispõem a pagar mais por produtos sustentáveis.



Os principais temas que empresas hoteleiras devem ter em conta em relação à sustentabilidade, para os pesquisados no Brasil, são água (21%); suporte ao desenvolvimento local (14,1%); energia (12,9%) e proteção às crianças (12,3%). Este último item vem em terceiro lugar como preocupação em todos os países pesquisados.



Organizado em todo o mundo pela Accor em comemoração ao Dia da Terra (22 de abril), o tema do Earth Guest Day deste ano aborda a questão da luta contra a exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo. O evento conta com a presença do Ministério do Turismo, São Paulo Turismo, ABIH, UNB, Condeca, Epah, Neval, São Paulo Conventions & Visitors Bureau.



Centro Sebrae será referência em sustentabilidade

Centro Sebrae será referência em sustentabilidade


Instituição lança na próxima quinta-feira (14), na Chapada dos Guimarães (MT), espaço disseminador de conhecimento


 
Da Agência Sebrae de Notícias


 
A inserção das micros e pequenas empresas (MPE) na economia de baixo carbono será intensificada a partir das ações do Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS). A previsão é do diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, ao assinalar que a instituição cria esse novo centro irradiador de conhecimento e de boas práticas como referência nacional para os pequenos negócios. O espaço será lançado na próxima quinta-feira (14), no município de Chapada dos Guimarães (MT), a 65 quilômetros da capital Cuiabá.



Instalado no Espaço Sebrae de Conhecimento, na capital mato-grossense, o CSS vai se dedicar primeiramente a dois focos: política nacional de resíduos sólidos e eficiência energética. “Há experiência e conhecimento acumulados no Sistema Sebrae que serão aperfeiçoados e colocados à disposição das empresas de pequeno porte”, explica o diretor. Na visão dele, “é preciso inovar com sustentabilidade para aumentar a competitividade dos pequenos negócios”.



Com o CSS, o Sistema Sebrae dá um salto qualitativo na construção conjunta de metodologias, ferramentas e orientações às empresas de pequeno porte frente aos novos desafios da sustentabilidade. “Consumidores cada vez mais conscientes, exigentes e seletivos num ambiente global de negócios impõem um novo direcionamento às empresas, em especial, àquelas que pretendem se manter competitivas e participar da cadeia de valor de grandes organizações”, diz Carlos Alberto.



Mercado global



Aperfeiçoar ou desenvolver novos produtos e serviços com a marca da sustentabilidade certamente vai exigir a revisão de processos, métodos e a obtenção de certificações necessárias à inserção competitiva das micro e pequenas empresas no mercado global. O Sebrae vai apoiar empresas de pequeno porte que decidiram ser inovadoras e buscam na excelência a longevidade das relações com os mercados.



O CSS vem se somar a dois outros centros de referência do Sistema Sebrae instalados no país. No Paraná, funciona o Sebrae CDT/AL - Centro de Desenvolvimento de Tecnologias para Integração Transfronteiriça de Micro e Pequenas Empresas do Mercosul e América Latina, instalado em Foz do Iguaçu. No Rio de Janeiro, está o Crab - Centro de Referência do Artesanato Brasileiro. “Com esse novo Centro, no Mato Grosso, estamos nos preparando também para as discussões que se intensificarão durante a Rio+20, em 2012”, pondera Carlos Alberto.

terça-feira, 12 de abril de 2011

IPT desenvolve linha de atuação para avaliar desempenho de empreendimentos, serviços e produtos: Certificação IPT?

IPT desenvolve linha de atuação para avaliar desempenho de empreendimentos, serviços e produtos




O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) está desenvolvendo uma linha de atuação que se tornará uma ferramenta para avaliar os aspectos de sustentabilidade de edificações residenciais e comerciais, e também de materiais e produtos no mercado de construção.



A ideia dos pesquisadores do Centro Tecnológico do Ambiente Construído (CETAC), do IPT, é consolidar critérios em uma ampla abordagem que identifique os impactos de projetos, produtos e serviços do ponto de vista de três áreas estratégicas – econômica, ambiental e social.



“Esse conceito reflete as demandas do mercado, já que muitas construtoras e fabricantes hoje buscam qualificação em abordagens sustentáveis”, afirma Fulvio Vittorino, diretor do CETAC.



A abordagem sustentável deve abranger todas as etapas de um empreendimento, contemplando projeto, execução e uso. “No caso de edificações, o custo da adoção de medidas sustentáveis varia entre 2% e 7% do dispêndio da obra”, diz Vittorino.



Pela abordagem proposta, uma edificação deve não apenas ser eficiente do ponto de vista do consumo de energia e de água, aspectos que atualmente são valorizados pelas consultorias, mas saudável e confortável para seus ocupantes.



Esse conceito está também presente no Processo AQUA (Alta Qualidade Ambiental), adaptado pela Fundação Vanzolini à realidade brasileira. Desde que esse sistema de certificação foi criado, em 2008, mais de 20 processos foram iniciados, envolvendo 150 mil metros quadrados.



“O prédio deve ser também um bom vizinho, tendo harmonia com as edificações de entorno”, afirma Fulvio. Isso requer, por exemplo, estratégia para conceber os acessos às garagens, evitando impactos que gerem mais trânsito no sistema viário. O empreendimento precisa ainda de uma boa inserção urbana, em área que seja servida por transporte coletivo, entre outros fatores.



FINANCIAMENTOS – Um das razões que impele as empresas para as abordagens sustentáveis é o setor governamental, que deverá cada vez mais exigir critérios de desempenho para a concessão de financiamentos. A linha de atuação desenvolvida no IPT ganha assim uma interlocução com o mercado.



Na Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), do governo do Estado, os critérios de sustentabilidade pouco a pouco ingressam na rotina de desenvolvimento de projetos.

A companhia já adotou, por exemplo, coletores solares em empreendimentos de caráter popular, disseminando um recurso que até então era restrito aos projetos para consumidores de alto poder aquisitivo.



A reciclagem de resíduos de construção também é uma frente de destaque na CDHU, lembra Vittorino. Um projeto de recuperação socioambiental da Serra do Mar está desmobilizando habitações localizadas no parque de Cubatão. Os moradores estão sendo removidos para habitações legalizadas e as áreas degradadas serão recuperadas. “Esse projeto contribuirá para que não existam mais demolições no conceito tradicional”, afirma.



O programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, por sua vez, é orientado com cadernos de encargos que apresentam as diretrizes para que as moradias sejam sustentáveis, o que também acaba por proporcionar maior produtividade no canteiro de obras. Cada vez mais, a Caixa Econômica Federal terá um papel fundamental no mercado imobiliário, promovendo a disseminação desses critérios entre os segmentos da construção civil.



Há ainda as iniciativas em favor das construções sustentáveis no Sistema Nacional de Avaliação Técnica de Produtos Inovadores (SINAT), vinculado ao Ministério das Cidades. Essa frente foi criada para estimular a inovação tecnológica e orientar o mercado na escolha de produtos.



http://www.ipt.br/noticia/313-sustentabilidade_na_construcao.htm



IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas

Autoria e fonte: http://www.recriarcomvoce.com.br/blog_recriar/sustentabilidade-na-construcao/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+recriarcomvoce+%28Blog+Recriar+com+Voc%C3%AA%29





Simpósio Ecosofia - ecologia, redes digitais e sustentabilidade

Simpósio Ecosofia - ecologia, redes digitais e sustentabilidade





Centro de Pesquisa ATOPOS promove conferências e debates, dias 26 e 27 de abril, sobre a relação entre o homem, o meio ambiente e as redes digitais.

Programação:



Dia 26/4

14h – Abertura

14h30 – Conferência:

Michel Maffesoli

16h – Coffee break

16h20 – Mesa-redonda

18h – fim das atividades do dia



Dia 27/4



Manhã

9h – Conferência:

Derrick de Kerckhove

10h30 – Coffee break

11h – Mesa-redonda

12h30 – pausa





Tarde

14h30 – Conferências:

Massimo Di Felice e

José Eli da Veiga

16h – Coffee break

16h30 – Mesa-redonda

18h – Encerramento





As vagas são limitadas e as inscrições deverão ser feitas através do site do eventohttp://www.atopos.usp.br/ecosofia/. O evento é gratuito e prevê a entrega de certificados de participação.


Um grande desafio da educação ambiental: Programa Virada Cultural Sustentável, sem lixo no chão.

  Prefeito anuncia Programa Virada Cultural sem lixo no chão





11 de Abril de 2011 - 14:00

Autoria e fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=43853



Para ajudar os paulistanos a não jogar o lixo no chão durante a Virda Cultural, a Prefeitura oferecerá uma infraestrutura com 4.900 lixeiras adicionais nos locais que receberão os eventos, 3.300 homens para trabalharem no recolhimento do lixo e 299 caminhões e equipamentos.



A Virada Cultural contará com 4.900 lixeiras adicionais


O prefeito de São Paulo convidou a população da Cidade que irá participar da Virada Cultural a não jogar lixo no chão. O megaevento, que acontecerá no sábado (16/4) e domingo (17/4), deve receber mais de 3 milhões de pessoas nos cerca de 15 quilômetros de vias onde as atrações culturais serão realizadas. Diante da magnitude do espetáculo, o chefe do Executivo Municipal propôs uma parceria com os espectadores da Virada.



“Em 2011, a limpeza será um dos focos da Virada Cultural. Queremos que a população ajude para que o evento tenha mais conforto. Tão importante quanto as ações da Prefeitura é a colaboração das pessoas. Essa é a razão de estarmos fazendo um apelo aos cidadãos. Com a colaboração deles, teremos uma Virada mais limpa”, afirmou o prefeito na manhã desta segunda-feira (11/4), em evento realizado no Paço Municipal.



Para ajudar os paulistanos a não jogar o lixo no chão, o Poder Público oferecerá a infraestrutura. Serão colocadas 4.900 lixeiras adicionais nos locais que receberão os eventos. Nada menos do que 3.300 homens trabalharão no recolhimento do lixo, utilizando 40 contêineres e 299 caminhões e equipamentos.



As lixeiras, contêineres e equipamentos serão identificados com adesivos que remetem à campanha. A iniciativa prevê, ainda, que mensagens sonoras serão veiculadas nos intervalos dos shows e apresentações pedindo a colaboração das pessoas. “Além disso, os artistas serão convidados a solicitar a todos os participantes que depositem o lixo nos locais disponibilizados pela Prefeitura, para que elas não descartem no chão”, ressaltou o secretário municipal de Serviços.



Cartazes com as mensagens da campanha serão fixados nas 155 barracas de alimentos que funcionarão durante a Virada. “Isso também ocorrerá nos banheiros químicos. Eles estarão maiores nessa edição e serão limpos com mais velocidade. Esses banheiros serão adaptados, inclusive, para pessoas com limitação física”, explicou o secretário municipal de Coordenação das Subprefeituras.



Logística reforçada



A Virada Cultural terá uma logística reforçada para a coleta e tratamento do lixo. Neste ano, 3.300 homens trabalharão na coleta e manuseio do lixo produzido durante o evento. Haverá também, pela primeira vez durante a Virada, a atuação de dez equipes de coleta seletiva que processarão parte do material descartado ainda durante a realização do evento, o que envolverá o trabalho de 120 membros de cooperativas de reciclagem.



A Prefeitura reforçou os pontos para o descarte do lixo com 4.900 novas lixeiras, além das que já estão instaladas nas vias em que serão realizadas as atrações, divididas pelos seguintes tipos:



- 1.300 novas lixeiras fixadas nos postes




- 2.500 lixeiras de papelão para uso apenas durante a Virada



- 800 lixeiras de arame colocadas especialmente para a Virada



- 300 carrinhos usados pelos garis, que serão amarrados nos postes e irão armazenar grandes volumes de lixo



O lixo coletado será tratado por 299 equipamentos assim distribuídos:



- 40 contêineres de 1.200 litros



- 76 caminhões carroceria



- 30 caminhões compactadores



- 66 caminhões antares



- 60 caminhões pipa



- 6 caminhões gaiola



- 11 coletores Iveco



- 10 mini coletores







segunda-feira, 11 de abril de 2011

CAIXA DE PANDORA DE FUKUSHIMA: DESASTRE AMBIENTAL NUCLEAR ATINGE O NÍVEL MÁXIMO. O QUE SERÁ DO JAPÃO DEPOIS DO "NÍVEL 7"?

http://www.bbc.co.uk/news/world-asia-pacific-13045341



Japão eleva ao máximo grau de seriedade de acidente nuclear





Desastre de Fukushima torna-se equiparável ao de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986

11 de abril de 2011
20h 35

Autoria e fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,japao-eleva-ao-maximo-grau-de-seriedade-de-acidente-nuclear,704926,0.htm
Agência Estado


TÓQUIO - A Agência de Segurança Nuclear do Japão decidiu elevar o grau de seriedade do acidente nuclear na usina Daiichi, em Fukushima, de 5 para 7 - o maior nível na escala internacional -, de acordo com a rede de televisão NHK. As autoridades já haviam anunciado que estudavam a mudança.


Segundo a NHK, a decisão foi tomada pela Agência de Segurança Nuclear e Industrial do Japão. No nível sete, o acidente nuclear japonês torna-se tão grave quanto o desastre nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, considerado o pior acidente nuclear da história. Antes da nova classificação, ele era comparável ao acidente de Three Mile Island, que aconteceu nos EUA em 1979.



As autoridades da agência e da Comissão de Segurança Nuclear concederão uma entrevista coletiva na terça-feira para explicar a mudança no grau do acidente.



Os problemas na usina de Fukushima começaram logo após o terremoto e o tsunami subsequente de 11 de março. Os desastres provocaram problemas no sistema de refrigeração de alguns reatores, o que posteriormente gerou o vazamento de material radioativo na região. As informações são da Dow Jones.






Crise nuclear no Japão já é igual a de Tchernobil, diz emissora



11/04/2011 - 21h59




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DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

Autoria e fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mundo/901374-crise-nuclear-no-japao-ja-e-igual-a-de-tchernobil-diz-emissora.shtml
Atualizado às 23h08.




A Agência de Segurança Nuclear do Japão decidiu aumentar a gravidade da crise nuclear no país do nível 5 para o 7, o pior na escala internacional e de mesma intensidade do desastre nuclear de Tchernobil, na Ucrânia, em 1986, informa a emissora estatal japonesa NHK.



De acordo com a NHK o governo deve conceder uma entrevista coletiva na terça-feira detalhando os motivos da decisão. De acordo com o porta-voz do governo, Yukio Edano, a Agência de Segurança Nuclear e o ministro de Energia devem fazer um anúncio sobre o nível de gravidade da crise nas próximas horas.



No entanto, fontes da agência governamental adiantaram à NHK que a decisão foi tomada após a constatação de que quantidades consideráveis de substâncias radioativas têm vazado da usina nuclear de Fukushima, e que tais materiais colocam em risco a saúde humana e o meio ambiente num raio em torno do complexo maior do que se estimava.



Mais cedo, a agência Kyodo informou que a Agência de Segurança Nuclear do governo estima que a quantidade de material radioativo que vazou dos reatores de Fukushima chegou ao máximo de 10 mil terabequerels por hora em um determinado ponto por diversas horas, o que classificaria o incidente como um grande acidente, de acordo com a escala internacional de intensidade Ines.



A escala elaborada pela AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica, ligada às Nações Unidas) classifica os acidentes nucleares e radiológicos de 1 a 7.



Marcelo Correa/Arte/Folhapress





O Japão já tinha classificado o acidente nos reatores operados pela Tokyo Electric Power Co (TEPCO), cujos engenheiros ainda tentam estabilizar a usina, como nível 5, o mesmo estabelecido no acidente de 1979 em Three Mile Island, nos EUA.


Em 11 de março, um terremoto de magnitude 9,0 seguido por um tsunami danificaram os reatores do complexo nuclear Fukushima Daiichi, que desde então tem sofrido com vazamentos radioativos.



Um porta-voz da Agência de Segurança Nuclear e Industrial do Japão disse, nesta terça-feira, que a classificação do acidente em Fukushima permanecia no nível 5, e que ele não tinha conhecimento de elevação do nível.



TCHERNOBIL



O acidente da usina nuclear de Tchernobil, norte da Ucrânia, em 1986, é considerado o pior da história. A explosão foi de nível 7, o topo da classificação da Escala Internacional de Eventos Nucleares e Radiológicos.



A usina de Tchernobil, construída pela antiga União Soviética na década de 1970, explodiu durante um teste de segurança.



A explosão de um reator liberou uma grande quantidade de material radioativo no solo e na atmosfera. Ao menos 50 pessoas morreram imediatamente, e houve aproximadamente 4.000 casos de câncer provocados pela radiação.



As autoridades soviéticas tentaram "abafar" o estrago, o que aumentou a contaminação. O acidente fez com que o mundo passasse a questionar o uso da energia nuclear.









GAMBARE JAPÃO! DIA 17 DE ABRIL, ÀS 11H NO TEATRO GAZETA, EM SÃO PAULO






Após novo terremoto, Japão expande área de isolamento




Tremor de magnitude 6,6 sacudiu edifícios em Tóquio e deixou 220 mil famílias sem luz

11 de abril de 2011 7h 40

Autoria e fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,japao-expande-area-de-isolamento-novo-terremoto-atinge-pais,704627,0.htm#


Soldados fazem minuto de silêncio em Iwate às 14h26 locais, exato um mês após terremoto




TÓQUIO - O Japão expandiu nesta segunda-feira, 11, a área de isolamento em torno de uma usina nuclear, devido a elevados níveis de radiação acumulada, depois de um novo terremoto atingir o local um mês depois de um tremor e um tsunami gerarem a maior crise nuclear desde Chernobyl.



Um tremor de magnitude 6,6 sacudiu os prédios em Tóquio na noite de segunda-feira, deixando sem luz 220 mil famílias e interrompendo o bombeamento de água usado para esfriar três reatores danificados na usina de Fukushima. O epicentro do terremoto ocorreu a 88 quilômetros ao leste da usina.



O tremor também forçou os engenheiros a adiar os planos de remover água altamente contaminada perto do reator número 2.



O governo anunciou mais cedo que devido à contaminação por radiação, iria encorajar as pessoas a deixar algumas áreas além da área de exclusão de 20 quilômetros da usina.



Crianças, grávidas e pacientes hospitalizados devem ficar fora em algumas áreas a 20 ou 30 quilômetros do complexo nuclear, disse à Reuters o secretário-chefe do Gabinete, Yukio Edano.



"Esses novos planos de evacuação visam assegurar a segurança contra os riscos de morar lá por meio ano ou um ano", disse ele, acrescentando não haver necessidade de retirada imediata.






Arquiteto inglês constrói casa passiva certificada no Reino Unido

Arquiteto inglês constrói casa passiva certificada no Reino Unido


Postado em 08/04/2011 ás 11h57

autoria e fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2337



Localizada na Inglaterra, a casa de 278m2 recebeu certificado de desempenho energético. (Imagem:inhabitat)



O arquiteto inglês Rochard Hawke é o responsável pelo projeto da primeira casa passiva certificada no Reino Unido. A característica mais notável da construção é o teto parabólico com 20 metros de altura. Este tipo de telhado não requer nenhum suporte adicional e reduz a utilização de material.



A casa foi construída na zona rural de Staplehurst e possui diversas características ecologicamente corretas. O teto possui uma camada de 26 mil telhas de barro artesanal local, argamassada em conjunto para fazer uma teia de apoio. Além disso, ele também apresenta vegetação no topo. Isso ajuda a regular a temperatura do interior da casa e a sua forma arredondada reduz a área de superfície externa, proporcionando uma redução de energia. O projeto também incorporou janelas de painel-triplo para ajudar a aquecer a massa térmica interna e portas de vácuo exterior para isolamento de espuma.



O edifício utiliza o HRV (ventilador de recuperação de calor) para fornecer ar fresco. As estratégias passivas de aquecimento da casa são feitas por uma caldeira de biomassa. O restante da energia necessária para o funcionamento da casa é obtida de maneira limpa, através de uma combinação solar-elétrica. O aquecimento de água também é feito a partir do aproveitamento do calor do sol.



Os materiais usados na casa, Phase Change Materials (PCM), armazenam efetivamente o calor no inverno e regulam a temperatura no verão. As paredes são isoladas com celulose ou jornal picado e a casa é equipada com um sistema de coleta de água da chuva, para reuso interno. Outros itens que demostram a preocupação ambiental com o projeto arquitetônico são: uso de piso de vidro reciclado e esteiras de pneus reciclados no banheiro. Todas essas coisas colaboraram para que a casa de 278 metros quadrados recebesse a certificação de desempenho energético (Energy Performance Certificate – EPC).



Redação CicloVivo



Estudo mostra que poluição automotiva pode causar danos cerebrais

Estudo mostra que poluição automotiva pode causar danos cerebrais




Postado em 08/04/2011 ás 11h42


autoria e fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2336



O estudo feito por cientistas americanos e publicado na revista especializada “Environmental Health Perpectives” mostra que a exposição à poluição automotiva pode trazer danos cerebrais.



Os especialistas passaram dez semanas analisando as modificações ocasionadas em seres que permaneceram expostos à poluição por quinze horas diárias. Os resultados mostraram que as pequenas partículas podem danificar o cérebro à medida que ocorre uma exposição em longo prazo.



A poluição considerada foi causada por partículas de ar microscópicas, com o tamanho de um milésimo de largura de um fio de cabelo humano e que normalmente não são capturadas pelos sistemas de filtros automotivos. Essa poluição é imperceptível aos olhos, mas são facilmente inaladas.



Segundo Caleb Finch, da Universidade do Sudoeste da Califórnia e um dos autores do estudo, a poluição não pode ser vista, mas causa efeitos no cérebro que aumentam as possibilidades de problemas de saúde em longo prazo.



Os sinais observados podem afetar os neurônios da aprendizagem e da memória, também foram detectadas possíveis inflamações associadas ao envelhecimento precoce e à doença de Alzheimer.



A pesquisa deve servir como alerta para que se desenvolvam maneiras de proteger os moradores de grandes cidades, que sofrem diariamente com a grande quantidade de gases poluentes emitidos pelos automóveis. Com informações do G1.



Redação CicloVivo



Brasil terá Smart Grid – a rede de energia inteligente – em 2012

Corredores verdes reduzirão ilhas de calor e inundações em SP

Corredores verdes reduzirão ilhas de calor e inundações em SP




quinta-feira, 7 de abril de 2011



Autoria e fonte: http://pensareco.blogspot.com/2011/04/corredores-verdes-reduzirao-ilhas-de.html




Um estudo realizado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, resultou em uma proposta de criação de corredores verdes na cidade de São Paulo, interligando as subprefeituras da Mooca, Sé e Pinheiros.



“A presença de elementos vegetativos urbanos melhora a qualidade de vida do cidadão, uma vez que contribui para diminuir a incidência de ilhas de calor, amenizar inundações e problemas respiratórios”, afirma a gestora ambiental Juliana Amorim da Costa, autora da dissertação Uso de imagens de alta resolução para definição de corredores verdes na cidade de São Paulo.

 





De acordo com Juliana, os corredores verdes são áreas que dispõem as árvores em formato linear, exercendo funções ecológicas (interligação com outras áreas verdes como praças e parques), estéticas (deixando o ambiente mais agradável) e culturais (tornando o ambiente propício para as atividades recreativas, favorecendo a vivência do espaço público pela população). A pesquisa foi defendida em 13 de dezembro de 2010, junto ao programa de pós-graduação em Recursos Florestais da Esalq, sob a orientação do professor Demóstenes Ferreira da Silva Filho, do Departamento de Ciências Florestais (LCF).











Mapa com o esquema de corredores verdes proposto para São PauloCom objetivo de indicar áreas prioritárias para o desenvolvimento de corredores verdes, a pesquisadora selecionou as regiões pertencentes às subprefeituras da Mooca, Sé e Pinheiros como foco do estudo. “Estas regiões foram escolhidas devido suas diferenças no quesito arborização. As subprefeituras da Mooca e da Sé possuem baixa quantidade de árvores, já os bairros da região de Pinheiros são conhecidos por serem altamente arborizados”, comenta. Para verificar a transformação das áreas verdes nas três regiões, o estudo recorreu, como instrumento de pesquisa, à análise de imagens de satélite de alta resolução dos anos de 2002, 2004, 2006 e 2008. De acordo com Juliana, as ferramentas de geoprocessamento e sensoriamento remoto são utilizadas atualmente com sucesso para avaliar o tecido urbano, em especial os índices de arborização. Entre outubro de 2009 e outubro de 2010, a gestora ambiental fez visitas a campo e, paralelamente, no laboratório de Silvicultura Urbana e no Centro de Métodos Quantitativos, do LCF, Juliana observou imagens de alta resolução para indicar áreas a serem arborizadas.









Com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a pesquisa avaliou diferentes métodos de obtenção de dados físicos do tecido urbano, por meio de técnicas de geoprocessamento, além de levantar e relacionar variáveis que influenciam a presença do verde. “Com intenção de indicar áreas a serem arborizadas, observamos declividade, pontos de alagamento e quantidade de cobertura arbórea e aplicamos um índice de vegetação para diferenciar áreas vegetadas de não vegetadas”, aponta Juliana.





Para o cálculo de área de copa arbórea, foi realizado um procedimento que permite classificar a imagem de satélite em diferentes classes. “As classes utilizadas foram copa arbórea, relvado, asfalto, piso cimento, telha cerâmica, telha cinza, telha escura, telha metálica, sombra, solo exposto e outros. Com a classificação da imagem, foi possível obter a porcentagem de cada elemento presente na imagem e, assim, calcular o Índice de Floresta Urbana (IFU). Esse índice varia de 0 a 2, sendo que quanto mais próximo de 2, maior a quantidade de áreas verdes”, explica.





No geral, os valores encontrados indicam a necessidade do aumento de arborização urbana nas três regiões de estudo, mesmo a subprefeitura de Pinheiros apresentando melhores resultados quanto ao IFU, confirmando o que foi constatado em campo como a região mais arborizada. A partir da junção das informações do índice de vegetação aplicado nas imagens de satélite com a declividade, foram definidos os locais para a disposição de corredores verdes interligando as subprefeituras. “A proposta teve como objetivo conectar parques, praças e outras áreas arborizadas, e com o uso das informações coletadas esse objetivo foi atingido”. Em paralelo, a pesquisa considerou ainda a presença/ausência de pontos de alagamento. “A arborização é importante no aumento da permeabilidade do solo e assim contribui para amenizar os pontos de alagamento”, explica. “O uso desses pontos de alagamento juntamente com dados quantitativos sobre arborização também apontou áreas prioritárias a serem arborizadas seguindo o conceito de corredores verdes”, conclui a pesquisadora.





Mais informações: (11) 9743-8901 ou e-mail juliana.amorimdacosta@gmail.com, com a pesquisadora Juliana Amorim da Costa



http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/corredores-verdes-reduzirao-ilhas-de-calor-e-inundacoes-em-sp/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=mercado-etico-hoje









Fonte: Mercado Ético

sábado, 9 de abril de 2011

2º Simpósio de Conservação do Solo e Água de 12 a 14 de abril, em Ourinhos-SP

2º Simpósio de Conservação do Solo e Água


8/4/2011

Autoria e fonte: http://www.agencia.fapesp.br/materia/13709/2-simposio-de-conservacao-do-solo-e-agua.htm

De 12/4/2011 a 14/4/2011



Faltam 3 dias para o início do evento. Duração: 3 dias



Agência FAPESP – Com o propósito de discutir os limites da ação humana e seus impactos no solo e na água, a Universidade Estadual Paulista realizará, entre 12 e 14 de abril, no campus de Ourinhos, o 2º Simpósio de Conservação do Solo e Água.



Sob o tema “Antropização versus resiliência”, o evento contará com mesas-redondas e conferências que abordarão a degradação do solo e recuperação de áreas degradadas, desastres naturais, drenagem, problemas ambientais urbanos e poluição da água, entre outros temas.



Os conteúdos práticos e suas aplicações para a conservação do solo e da água ficarão por conta dos minicursos.



Durante o simpósio haverá também uma atividade em campo na região de São Pedro do Turvo, no interior paulista. O objetivo desse trabalho, segundo a organização, é chamar a atenção para a necessidade de pesquisas e intervenções na reversão dos quadros de degradação ambiental.



O evento está voltado para alunos, professores e profissionais de geografia e áreas afins.



Mais informações e inscrições: www.ourinhos.unesp.br/simposiosolo




Antropização versus resiliência



O II Simpósio de Conservação do Solo e Água tem o propósito de discutir os limites da ação antrópica e seus impactos nesses recursos naturais.



As mesas e conferências abordarão temas como degradação do solo e recuperação de áreas degradadas, “desastres naturais”, drenagem, problemas ambientais urbanos, poluição da água, dentre outros.



Os minicursos trabalharão conteúdos práticos e suas aplicações, de modo a instrumentalizar os participantes para atuação na conservação do solo e da água.



O trabalho de campo em uma área de voçorocamento na região de São Pedro do Turvo/SP chamará a atenção para a necessidade pesquisas e intervenções na reversão destes quadros de degradação ambiental.





O público alvo são alunos do curso de Geografia e áreas afins, cursos técnicos, alunos e professores do ensino fundamental, médio e comunidade em geral.

Aos participantes, agentes transformadores e interessados nesta temática, desejamos um bom evento.







"Quando os homens não olham

para a natureza, julgam sempre

poder melhorá-la." John Ruskin (séc. XIX)



Córrego Monjolinho Município de Ourinhos - SP / Foto: Cortez (2010)



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Imagem de fundo:

Uma das etapas da canalização do córrego Monjolinho Município de Ourinhos - SP / Foto: Cortez (2010)



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Serão plantadas 50 mudas de árvores nativas para compensar a emissão de carbono gerada pelo evento



Programação


12 de abril de 2011



das 14h às 18h - CREDENCIAMENTO



das 14h às 18h - Minicursos 1 e 2



às 19h -Conferência de abertura

Prof. Dr. Antônio José Teixeira Guerra – UFRJ



O papel da geomorfologia na criação de um sistema de alerta a riscos de deslizamentos para o município de Petrópolis - RJ

Local: Teatro municipal de Ourinhos - Rua Nove de Julho, 496 Centro











13 de abril de 2011



das 14h às 18h - Minicursos 3 e 4



às 19h - Mesa: Solo, água, problemas ambientais rurais e urbanos: políticas públicas e técnicas de recuperação



Profs. Drs. João Osvaldo Rodrigues Nunes –FCT UNESP/Campus de Presidente Prudente e

Luiz César Ribas – FCA UNESP/Campus de Botucatu











14 de abril de 2011



das 7h30 às 14h - Trabalho de campo: área degradada por erosão hídrica em São Pedro do Turvo/SP



das 15h às 18h - Oficinas: aprenda a fazer detergente com óleo de cozinha e tinta de solo







Minicursos

1 - Análise morfométrica aplicada a estudos de estabilidade geológica / Profa. Dra. Marcilene dos Santos – UNESP/Campus Experimental de Ourinhos





2 - Indicadores de qualidade da água e sua aplicação / Biólogo Jakson José Ferreira e Bruna Camargo Soldera





3 - Amostragem de solo e interpretação de resultados de análise / Prof. Dr. Claudinei Paulo de Lima – FATEC





4 - Estratégias para conservação e recuperação ambiental: áreas especialmente protegidas / Geógrafo Luiz Sertório Teixeira – Fundação Florestal – Secretaria do Meio Ambiente







UNESP/CAMPUS EXPERIMENTAL DE OURINHOS

Av. Vitalina Marcusso, 1500 CEP 19.910-206 Ourinhos SP

Tel 14 3302-5700/5729 fax 14 3302-5702





Mudanças Climáticas será tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2011 (SNCT)

Mudanças Climáticas será tema da Semana Nacional de C&T

05/04/2011



Após incluir a questão da “Ciência para o Desenvolvimento Sustentável” no debate social, na edição do ano passado, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2011 (SNCT) volta a destacar uma temática de relevância estratégica. O maior evento de divulgação científica do País abordará, neste ano, entre 17 e 23 de outubro, o tema “Mudanças Climáticas, desastres naturais e prevenção de risco”.



O Ministério da Ciência e Tecnologia, responsável pela coordenação nacional da SNCT, por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis/MCT), escolheu o tema após receber várias sugestões e consultar instituições e entidades parceiras. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) participa ativamente da SNCT desde a sua primeira edição, em 2004.



A intenção é estimular a difusão dos conhecimentos e o debate sobre as estratégias e maneiras de se enfrentar o grande desafio planetário das mudanças climáticas e de prevenir riscos decorrentes de desastres naturais e de situações criadas pela ação humana.



A ideia é que sejam discutidos, em todo o País, nas instituições de ensino e pesquisa e em eventos públicos, os diversos aspectos e as evidências científicas sobre o impacto das atividades humanas no clima do Planeta e as medidas preventivas mais adequadas a serem adotadas em escala local e global.



Para o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, a temática se justifica pela atualidade e pela importância da discussão. “Envolver a juventude, pensar o aquecimento global, os extremos climáticos que nós estamos vivendo, medidas de proteção, medidas de mitigação e uma cultura para que a sociedade comece a aprender a resistir, a sobreviver e a se preparar para essas alterações”, sustentou o ministro em palestra proferida no Fórum Nacional do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), em Palmas (TO).



Mercadante informou ainda que a SNCT também promoverá atividades em torno do lema “Química para um Mundo Melhor”. A iniciativa atende recomendação da Assembléia Geral das Nações Unidas, que declarou 2011 como o Ano Internacional da Química, com o objetivo de estimular todos os países a realizarem ações para aumentar a consciência coletiva sobre a importância da química e suas contribuições para o bem-estar da humanidade.



Instituições ligadas ao ensino e à pesquisa e demais interessados em participar do processo de divulgação podem obter informações por meio do portal do evento (http://semanact.mct.gov.br) e pelo email: semanact@mct.gov.br.



SNCT

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) acontece no Brasil desde 2004. Ela tem tido um êxito grande com uma participação crescente de pessoas, instituições de pesquisa e ensino e municípios. Em 2010, foram realizadas cerca de 14.000 atividades, em quase 500 municípios brasileiros.



Objetivo

A finalidade principal da SNCT é mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de Ciência e Tecnologia (C&T), valorizando a criatividade, a atitude científica e a inovação. Pretende mostrar a importância da C&T para a vida de cada um e para o desenvolvimento do País. O evento possibilita ainda que a população brasileira conheça e discuta os resultados, a relevância e o impacto das pesquisas científicas e tecnológicas e suas aplicações.



Quem participa

Todas as pessoas interessadas podem participar das atividades da SNCT. Os promotores das atividades são: universidades e instituições de pesquisa; escolas públicas e privadas; institutos de ensino tecnológico, centros e museus de C&T; entidades científicas e tecnológicas; fundações de apoio à pesquisa; parques ambientais, unidades de conservação, jardins botânicos e zoológicos; secretarias estaduais e municipais de C&T e de educação; empresas públicas e privadas; meios de comunicação; órgãos governamentais; ONGs e outras entidades da sociedade civil.



Quem coordena

A coordenação nacional da SNCT é de responsabilidade do Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio do Departamento de Popularização e Difusão de C&T da Secretaria de C&T para Inclusão Social. Em cada estado existem coordenações locais e a realização da Semana conta com a participação ativa de governos estaduais e municipais, de instituições de ensino e pesquisa e de entidades ligadas à C&T de cada região. Muitos estados e municípios já criaram suas Semanas Estaduais ou Municipais de C&T, articuladas com a SNCT.



Atividades

As atividades que acontecem durante a SNCT são variadas: tendas da ciência em praças públicas; feiras de ciência, concursos, gincanas, oficinas e palestras científicas; ida de cientistas às escolas; dias de portas abertas em instituições de pesquisa e ensino; jornadas de iniciação científica; distribuição de cartilhas, encartes, kits experimentais, jogos, livros e outros materiais educativos; exibição de filmes e vídeos científicos (Programa VerCiência); excursões científicas; programas em rádios e TVs; eventos que integram ciência, cultura e arte; etc.



Como participar

Qualquer pessoa pode participar dos eventos da SNCT; todos são gratuitos. No site nacional da SNCT, em sites estaduais ou em meios de comunicação de cada região, é possível encontrar informações sobre os eventos que acontecem na SNCT. O site nacional tem informação sobre as atividades e os contatos locais, além de notícias, artigos, vídeos e outros materiais. (Ascom MCT)