terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Cidades sustentáveis reduzem impactos ambientais

http://www.brasil.gov.br/meio-ambiente/2014/12/cidades-sustentaveis-reduzem-impactos-ambientais

Exemplos

No DF, o uso de bicicletas diminui a poluição. João Pessoa (PB) se destaca pela preservação de áreas verdes e Santana do Parnaíba (SP) pela coleta seletiva
por Portal BrasilPublicado
: 26/12/2014 12h16
Última modificação
: 26/12/2014 12h16
Conhecidas por adotarem práticas que aliam a qualidade de vida da população, o desenvolvimento econômico e a preservação do meio ambiente, as chamadas cidades sustentáveis reduzem os impactos ambientais relacionados ao consumo de matéria e energia e à geração de resíduos sólidos, líquidos e gasosos.
Embora não exista uma cidade que seja 100% sustentável, várias delas já praticam ações sustentáveis em diversas áreas.
Planejamento ambiental urbano
O planejamento ambiental urbano é importante não só para a nossa qualidade de vida, mas principalmente para o futuro das próximas gerações.
A partir da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada em 1992, na cidade do Rio de Janeiro, conhecida como ECO-92 ou Rio-92, ficou estabelecido que os Estados devem adotar instrumentos econômicos como iniciativa de proteção à integridade do sistema ambiental global.
Atualmente, é realizado o pagamento por serviços ambientais urbanos que atuariam na remuneração pela produção de impactos positivos ou minimização de impactos negativos ambientalmente. Entre eles, podem-se citar: manutenção de áreas verdes urbanas; melhoria na rede de transporte coletivo; disposição correta e reciclagem de resíduos sólidos urbanos; e tratamento de esgoto sanitário.
A Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA) oferece o curso de Capacitação em Sustentabilidade Ambiental Urbana, na modalidade de Ensino e Aprendizado a Distância (EAD), com o objetivo de preparar servidores públicos municipais em relação à política e gestão ambientais urbanas.
Construções Sustentáveis
O Conselho Internacional da Construção (CIB) aponta a indústria da construção como o setor de atividades humanas que mais consome recursos naturais e utiliza energia de forma intensiva, gerando consideráveis impactos negativos ao meio ambiente. Buscando mudar esse cenário, surge o conceito de construção sustentável.
Em síntese, ele envolve a redução e otimização do consumo de materiais e energia, a redução dos resíduos gerados, a preservação do ambiente natural e a melhoria da qualidade do ambiente construído.
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Agência Nacional de Águas (ANA) realizaram em outubro passado o seminário "Construções Sustentáveis – Materiais e Técnicas".
O objetivo era divulgar e valorizar práticas construtivas que equilibrem o que é socialmente desejável, economicamente viável e ecologicamente sustentável nas Unidades de Conservação (UCs).
Saiba mais sobre o Seminário
No ICMBio há a preocupação de que as obras possam servir de referência para a sociedade. "Nosso exemplo é muito importante. A preocupação com a sustentabilidade tem de estar presente desde a concepção dos projetos, que precisam contemplar tecnologias inovadoras, uso racional da água, eficiência energética, gestão adequada de resíduos e redução do desperdício", explica o coordenador geral de Uso Público e Negócios do ICMBio (CGEUP/ICMBio), Fábio de Jesus.
Qualidade do ar
A poluição atmosférica traz prejuízos à qualidade de vida das pessoas, e consequentemente ao estado, tendo em vista os gastos que são realizados com recursos hospitalares por causa de doenças respiratórias.
Além disso, a poluição de ar pode afetar ainda qualidade dos materiais (corrosão), do solo e das águas (chuvas ácidas), além de afetar a visibilidade.
Em uma cidade sustentável é necessário que seja estabelecida uma gestão da qualidade do ar.
Os processos industriais e de geração de energia, os veículos automotores e as queimadas são as atividades humanas que mais causam a introdução de substâncias poluentes na atmosfera. Portanto, é fundamental implementar ações de prevenção, combate e redução das emissões de poluentes e dos efeitos da degradação do ambiente atmosférico.
Áreas Verdes Urbanas
As áreas verdes urbanas contribuem para o bem-estar da sociedade e para a conservação da natureza. Essas áreas possibilitam a valorização da paisagem e do patrimônio natural.
Exercem funções sociais e educativas relacionadas com a oferta de campos esportivos, áreas de lazer e recreação, oportunidades de encontro, contato com os elementos da natureza e educação ambiental (voltada para a sua conservação).
Os Parques urbanos desempenham a função ecológica, estética e de lazer, no entanto, com uma extensão maior que as praças e jardins públicos.
Resíduos Sólidos
Resíduos sólidos são os tipos de lixos produzidos pelo homem, como garrafas, sacos plásticos, embalagens, baterias, pilhas e até restos de comida.
Além de causarem a poluição visual e mal cheiro, esses resíduos poluem a água, o solo e colocam os animais em risco, já que eles podem se ferir em materiais cortantes ou mesmo ingerir os materiais descartados de forma indevida.
A aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, marcou o início de uma forte articulação institucional envolvendo União, Estados e Municípios, o setor produtivo e a sociedade na busca de soluções para os problemas na gestão de resíduos sólidos que comprometem a qualidade de vida da população.
É preciso buscar soluções para o problema em relação a esse tipo de material. Se manejados adequadamente, os resíduos sólidos adquirem valor comercial e podem ser utilizados em forma de novas matérias-primas ou novos insumos.
A implantação de um Plano de Gestão trará reflexos positivos no âmbito social, ambiental e econômico: proporciona a abertura de novos mercados, gera trabalho, emprego e renda, conduz à inclusão social e diminui os impactos ambientais provocados pela disposição inadequada dos resíduos.
Boas Práticas
Na capital federal, Brasília (DF), o incentivo de uso bicicleta e a ampliação das ciclovias contribuem para redução dos poluentes emitidos por automóveis, além de trazer maior mobilidade, menos poluição e congestionamento e melhor qualidade de vida.
Outra cidade brasileira que é referência em práticas sustentáveis é João Pessoa (PB). A prefeitura da capital promoveu, nos dois últimos anos, a preservação de áreas verdes, a arborização urbana e a recuperação de áreas degradadas, utilizando as mudas de árvores nativas produzidas no Viveiro Municipal.
Em Santana do Parnaíba (SP), organização formada por ex-catadores de materiais recicláveis, a Avemare, criou o Programa Lixo da Gente – Reciclando Cidadania, que promove a coleta seletiva por meio de conscientização da população sobre a importância da reciclagem para a preservação ambiental, assim como a inclusão e o desenvolvimento social.
Fonte:

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Temporal na madrugada derruba cerca de 200 árvores em São Paulo

29/12/2014 07h48 - Atualizado em 29/12/2014 13h10

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/12/chuva-forte-na-madrugada-derruba-quase-100-arvores-em-sao-paulo.html

Quedas de árvores impediram a abertura do Parque Ibirapuera.
Ventos chegaram a 96 km/h no Aeroporto de Congonhas.

Do G1 São Paulo
A chuva e o forte vento que atingiram São Paulo no início da madrugada desta segunda-feira (29) derrubaram 198 árvores em vários pontos da cidade, segundo registros feitos pela Secretaria de Coordenação das Subprefeituras.
No início da manhã, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) divulgou uma lista com 122 pontos com árvores caídas. Às 12h10, o número estava em 170, sete apenas na Avenida República do Líbano, na Zona Sul.
Bem perto dali, o Parque Ibirapuera não abriu nesta segunda depois de árvores atingirem a lanchonete, a administração e trilhas ficarem interditadas. É a primeira vez  que o parque é fechado por esse motivo, informa a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. A pasta afirmou em nota que as árvores estão sendo removidas e que os estragos estão sendo contabilizados.
O temporal que atingiu toda a cidade começou por volta de 0h20 e durou cerca de 10 minutos. As rajadas de vento atingiram 96 km/h no Aeroporto de Congonhas, local de medição do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE).
Os bairros mais atingidos pela chuva foram Vila Mariana, Ipiranga, Campo Belo e Jabaquara.
Além de derrubar dezenas de árvores, as chuvas também provocaram sete pontos de alagamento durante a madrugada e causaram a interrupção da energia em vários lugares. A CET registrou até o final da madrugada 51 semáforos inoperantes na capital: 34 em manutenção e 17 por falta de energia elétrica.
No Corredor Norte-Sul, os motoristas enfrentaram congestionamento em plena madrugada depois que três árvores de grande porte caíram na pista. No começo da manhã, não havia mais nenhum ponto de alagamento e os semáforos tinham voltado a funcionar, de acordo com a CET.
Segundo o CGE, a chuva que atingiu a cidade não foi muito intensa. Os estragos foram provocados pelo vento. “Choveu pouco ontem, foi 4,3 milímetros a média na cidade. Na verdade não foi esse o diferencial da chuva. O problema foi o vento, que foi muito forte e derrubou as árvores”, disse o meteorologista Adilson Nazário.
Previsão para esta segunda
O CGE prevê chuva forte e rajadas fortes de vento ainda nesta segunda-feira (29) em São Paulo. “Temos previsão pra chuva típica de verão pra esta segunda, entre a tarde e a noite. Chuva forte mesmo, pode ter queda rajadas de vento de novo, queda de granizo. Não dá pra saber por onde vai começar ainda. A gente espera a formação de nuvem pra ver o direcionamento dela”, afirma o meteorologista Adilson Nazário.

Falta de Luz
A Eletropaulo afirmou que mais de três mil raios atingiram a área de concessão da empresa na hora da tempestade, principalmente nas zonas Sul e Norte da capital paulista e nas cidades do ABC.

Desde a madrugada, dois mil eletricistas estão nas ruas trabalhando para o restabelecimento do fornecimento da energia, mas companhia não deu um horário para que a luz volte em todas as casas. Consultada pelo G1, ela não informou quantos clientes foram afetados até por volta de 12h30.
Mulher passa sob árvore caída na Avenida República do Líbano, Zona Sul de São Paulo, após forte chuva na noite de domingo (28). Nessa mesma via, que tangencia o Parque do Ibirapuera, foram contabilizadas ao menos sete árvores caídas (Foto: Luiz Claudio Barbosa/Futura Press/Estadão Conteúdo)Mulher passa sob árvore caída na Avenida República do Líbano, Zona Sul de São Paulo (Foto: Luiz Claudio Barbosa/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Uma árvore de grande porte é vista caída nas esquinas da rua Eça de Queiroz e Cubatão, no bairro de Vl. Mariana, durante a manhã desta segunda feira, após a região ser atingida por uma forte ventania durante chuva na última noite (Foto: Nelson Antoine/ Estadão Conteúdo)Uma árvore caída na esquina das ruas Eça de Queiroz e Cubatão, na Vila Mariana (Foto: Nelson Antoine/ Estadão Conteúdo)
Árvore caída nas ruas Luisiana e Guaraiúva, no Brooklin, zona sul de São Paulo. (Foto: Shin Suzuki/G1)Árvore caída entre as ruas Luisiana e Guaraiúva, no Brooklin, zona sul de São Paulo. (Foto: Shin Suzuki/G1)
Veja os locais onde houve queda de árvores, segundo lista divulgada no site da CET às 12h10:
Rua Parau
Av. das Nações Unidas com Rua Flórida
Av. Miruna, 904
Av. Acoce, 296
Av. Brigadeiro Luis Antonio, 5000
Rua Engenheiro Oscar Americano, 1126
Av. Rubem Berta com Vd Republica Arabe Siria
Rua Sapetuba com a Rua Camargo
Rua Irauna, 369
Av. Brigadeiro Faria Lima, 3700
Av. Juriti, 530
Rua Jesuíno Arruda, 202
Rua Confiteor, 51
Av. Vereador José Diniz, 3832
Rua Geraldo Rodrigues, 8
Rua Domingos Lopes, 95
Rua Gabriele D’ Annunzio, 861
Av. República do Líbano com Rua Colatino Marques
Rua Gaspar Moreira com Av. Afrânio Peixoto
Rua Camanducaia, 171
Avenida Horácio Lafer, 61
Rua Giestas (V Prudente), 350
Rua Colatino Marques, 50
Av. República do Líbano, 480
Av. Republica Do Líbano, 200
Rua Eçaa De Queiroz com Rua Cubatão
Rua Capitão Macedo, 333
Rua Engenheiro Oscar Americano com Túnel Jânio Quadros
Rua Dr. Eduardo De Souza Aranha, 191
Rua João Cachoeira, 1516
Rua Nova Cidade, 583
Av. Odila, 861
Alameda Jauaperi, 1664
Av. República do Líbano com Rua Diogo Jacome
Av. Rubem Berta com Vd. República Árabe Síria
Alameda dos Anapurus, 441
Rua Paula Ney, 323
Av. Rubem Berta com Av. Piassanguaba
Rua Estado De Israel, 776
Av. Piassanguaba com Alameda dos Guaicanas
R Guararapes (It Bibi), 1507
Av. República do Líbano, 900
Rua M.M.D.C.,  73
Rua Antônio Carlos da Fonseca, 50
Rua Constantino De Sousa, 671
Av. Engenheiro Luiz Carlos Berrini com a Rua Kansas
Rua Professor Alexandre Albuquerque, 80
Rua Sampaio Viana com a Rua Tutoia
Rua Indiana, 1416
Rua M.M.D.C. com Av. Prof Francisco Morato
Rua Joao Carlos Mallet, 69
Av. Vital Brasil com Rua Alvarenga
Rua Aragarcas, 42
Av. Jamaris com Av. Moreira Guimaraes
Rua Campante, 751
Av. Ibirapuera, 810
Al dos Arapanes, 515
Av. Rubem Berta com Viaduto Onze De Junho
Rua Texas com Rua Ribeiro Do Vale
Rua Leopoldo Couto Magalhaes Jr. 890
Rua Texas com Rua Califórnia
Rua Baetinga com Rua Texas
Rua  Cd. de Porto Alegre, 1736
Rua Moncorvo Filho, 394
Rua Zacarias De Gois, 1577
Rua Francisco Hurtado com Rua Chebl Massud
Rua Antônio De Macedo Soares, 1603
Rua República do Iraque, 1720
R Brig Haroldo Veloso/R Jacurici
R Antonio De Macedo Soares, 1096
R Baia Grande/Av Dr Francisco Mesquita
Av. República do Líbano, 990
Av. República Do Líbano, 1100
Rua João Alvares Soares com Rua Pascal
Av. Republica Do Líbano com Av. IV Centenário
Rua Quelizita, 83
Av. Brig Faria Lima, 2099
Alameda dos Arapanes com Av. Juriti
Av. Indianópolis, 584
Rua Alvarenga, 184
Rua das Heras, 672
Av. dos Bandeirantes (Moema) com Ponte Engenheiro Ary Torres
Av. Moema, 509
Rua Colatino Marques, 91
Av. Professor Ascendino Reis, 22
Rua Jean Sibelius com Rua Prof. Artur Ramos
Rua Loefgreen com Rua Leandro Dupre
Av. República Do Líbano com Rua João Lourenço
Rua Martins (Butantã), 650
Rua Dias Moreia com Avenida dos Sertanistas
Av. Brasil (J Paulista), 102
Rua Murtinho Nobre, 261
Rua Tabapuã, 1499
Av. IV Centenário, 903
Av. Vital Brasil com Rua Raul Saddi
Rua do Rocio, 420
Rua Pero Correia, 33
Rua Pero Correia, 55
Av. Doutor Altino Arantes, 865
Rua Antônio Marcondes, 678
Av. Miguel Estefano, 2659
Rua João Cachoeira, 1523
Rua Loefgreen, 1448
Rua Araxás, 118
Rua Pirajussara (Butantã) com Rua M.M.D.C.
Av. Doutor Francisco Mesquita com Av. Do Estado
Av. Lineu De Paula Machado, 408
Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1703
Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1852
Av. Lineu De Paula Machado, 974
Rua Artia, 211
Av. Prof. Frederico Herman Junior, 150
R. Álvaro Fragoso, 201
Av. Jacutinga, 579
Rua Justiniano, 157
Rua Padre Viegas De Menezes/R Itagimirim
Av. Oliveira Freire, 1500
Rua José Ferreira Pinto com Rua Dra. Neyde Apparecida Sollitto
Rua Agostinho Rodrigues Filho com Rua Leandro Dupre
Rua Auriverde, 1858
Praça Cel. Pires De Andrade, 122
Av. Santo Amaro/R Balthazar Da Veiga
Av. Prof. Frederico Herman Junior, 318
Rua Joaquim Távora com Rua Gregório Serrão
Rua Dra. Neyde Apparecida Sollitto, 599
Praça Do Centenário, 80
Av. Br..De Vallim, 60
Estrada De Itapecerica, 1661
Rua Dias Moreia, 10
Rua Vemag (Ipiranga), 80
Rua Catuaba, 401
Av. Afrânio Peixoto, 250
Rua Joaquim Távora com Rua Aurea (V Mariana)
Rua Dr. Luiz Falgetano Sobrinho, 89
Rua República Do Iraque, 1668
Rua Agostinho Gomes, 2797
Rua Araxas, 168
Av. Brigadeiro Faria Lima com Av. Horácio Lafer
Rua Quisisana, 168
Rua Gaspar Moreira, 31
Rua Coronoel Palimercio De Resende, 270
Av. Piassanguaba, 1336
Alameda Dos Tacaunas com Av Piassanguaba
Rua Coronel Lisboa (V Mariana), 849
Rua Loefgreen, 1654
Rua Franca Pinto, 1122
Av. Ibirapuera com Rua Tangara (V Mariana)
Rua Aurea (V Mariana), 448
Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 119
Rua Xavier De Almeida, 453
Alameda Dos Uapes, 158
Alameda Dos Guainumbis, 426
Rua Morgado De Mateus, 147
Rua Frei Rolim, 615
Rua Nova Pátria, 315
Rua Br. De Jaceguai (Campo Belo), 1899
Rua Afonso Braz com Av. Santo Amaro
Rua Padre José Griecco, 28
Alameda Dos Uapes, 158
Rua Gumercindo Saraiva com Av. Brigadeiro Faria Lima
Rua Prof. Atílio Innocenti com Av. Pres. Juscelino Kubitschek
Alameda Dos Guaicanas com Av. Itacira
Rua Indiana, 524
Rua João Elias Saada, 156
Rua Paula Ney, 212
Rua Baetinga, 39
Alameda Dos Piratinins, 390
Praça Das Guianas com Av. Nove De Julho
Rua Cel. Lisboa (V Mariana), 849
Rua Mirassol, 227
Rua Aquiles De Almeida, 18Rua Juvenal Galeno, 720
Rua Avaré, 120
Rua Inácio Manuel Alvares, 314
Rua Protocolo, 92
Rua Tabapuã com Rua Clodomiro Amazonas
Rua Estevão Lopes, 206
Rua Drausio, 26
Rua Carla, 62

domingo, 28 de dezembro de 2014

Mini casas sustentáveis

Mini casas sustentáveis produzidas na Moita de Alvorninha


-> Publicado a 26 de Dezembro de 2014 . Na categoria: Destaque Economia Painel . Seja o primeiro a comentar este artigo.

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casasNa Moita de Alvorninha, João Neves decidiu criar um negócio que é a concretização de um sonho de criança. “Ando a brincar com as cabanas com que sempre sonhei”, diz o mentor do projecto Mini Casas. O conceito base destas casas é a sustentabilidade e os materiais são a madeira, a lã, o tecido e a cortiça. A partir daí é “só” criar mini-casas que, apesar do reduzido tamanho, oferecem todas as condições básicas para serem habitadas e que ainda podem ser deslocadas.
Na sua oficina, entre madeiras e ferramentas, acompanhado pelo seu fiel amigo, Piloto (o cão) e a orquestra que ecoa do pequeno rádio, João Neves cria uma wood cabin, um conceito que ainda está a explorar e que assenta numa cabine onde fica uma cama, tendo por baixo uma gaveta com cozinha e arrumação.
Da Moita de Alvorninha, onde reside, cria os conceitos de mini-casas que variam entre as yurts (tendas tradicionais da Mongólia), as roulottes ciganas, os vagões de cowboy ou as mais corriqueiras casas de madeira. São todos modelos de casa que vão dos dois aos 20 metros quadrados e que obedecem às “regras” da sustentabilidade.
Mas dentro dos materiais que utiliza para fabricar estes modelos, o artesão explora novos conceitos, como casas de banho amovíveis, ou uma carrinha de trabalho Bedford (de caixa aberta) que transformou num modelo de lazer (com uma cama, um fogão, uma salamandra, mesas, cadeiras e arrumações).
“As yurts são as mais procuradas por ser um conceito grande e económico, mas também pela vivência em circunferência” contou João Neves à Gazeta das Caldas.
Estes conceitos já existiam. O empresário limitou-se a adaptá-los ao clima e às necessidades específicas de Portugal.
Os preços destas mini-casas vão dos 1500 aos 15.000 euros, consoante aquilo que o comprador pretende. Aqui o produto tenta ir de encontro às necessidades, mas também às possibilidades de cada cliente.
Outra das características deste projecto é que, como trabalha sob encomenda, não cria stock, pelo que é necessário esperar vários meses para se ter uma casa pronta.
As casas que fabrica têm tido bastante procura. “Talvez pela crise, as pessoas procuram conceitos económicos e práticos”. Por outro lado, a possibilidade de não fixar raízes também tem atraído muitos clientes. A forte adesão pode estar ligada também a uma consciencialização para o desenvolvimento sustentável, lembrou João Neves.
Apesar da forte procura, o mentor deste projecto não quer formar uma grande empresa. “É uma questão de princípio, tento construir em pequena escala”. Desta forma, João Neves tenta que a arte que produz (artesanato minimalista, como lhe chama) não perca autenticidade. Este artesão de casas produz uma média de quatro a cinco habitações por ano.
“Gostei da maneira de ser dos caldenses”
João Neves, filho de portugueses naturais da Beira Alta, nasceu em França e os seus primeiros oito anos de vida foram passados entre a Guarda e Lisboa. Durante 15 anos foi empregado bancário na Holanda. Mas após uma operação ao joelho que o impediu de trabalhar durante três meses, decidiu mudar radicalmente a sua vida.
Como sempre teve uma certa aptidão para os trabalhos manuais, decidiu, em 2003, organizar workshops de Cerâmica e Escultura numa “cidade pequenina mas virada para a arte” – as Caldas da Rainha onde reside há 11 anos.
Na altura andava a sondar a região em busca de um sítio onde se sentisse bem e gostou da maneira de ser dos caldenses. Para além disso, a localização geográfica (perto da costa e de Lisboa) o facto de, nesta cidade encontrar praticamente tudo o que precisa para construir as suas casas, bem como a existência de zonas florestais para fruir (algo que quase não existe na Holanda) pesaram na sua decisão.
A partir de 2008, e já instalado numa vivenda na Moita (Alvorninha), este luso-francês, casado com uma holandesa, inicia-se na construção e negócio das Mini Casas, que tanto entusiasmo lhe tem proporcionado.
casas2



sábado, 27 de dezembro de 2014

Cidade de Botucatu é o primeiro no Programa Município VerdeAzul em 2014. São Paulo é apenas o 193°.


O Programa


O governo de São Paulo lançou em 2007, o Programa Município VerdeAzul, um programa ambiental inovador da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, cujo objetivo é ganhar eficiência na gestão ambiental através da descentralização e valorização da base da sociedade.
O Programa visa estimular e capacitar as prefeituras a implementarem e desenvolverem uma Agenda ambiental estratégica.
Ao final de cada ciclo anual é avaliada a eficácia dos Municípios na condução das ações propostas na Agenda.  A partir dessa avaliação, são disponibilizados à SMA, ao Governo de Estado, às Prefeituras e à população o Indicador de Avaliação Ambiental-IAA.
A participação do Município no PMVA é pré-requisito para a liberação de recursos do Fundo Estadual de Controle da Poluição-FECOP, controlado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente.
A adesão de todos os 645 municípios do Estado de São Paulo ao Programa se deu a partir da assinatura de um Protocolo de Intenções onde, estão propostas 10 Diretivas, que abordam questões ambientais prioritárias a serem desenvolvidas.
As 10 diretivas, onde os municípios concentram seus esforços para desenvolvimento da agenda ambiental são: Esgoto Tratado, Resíduos Sólidos, Biodiversidade, Arborização Urbana, Educação Ambiental, Cidade Sustentável, Gestão das Águas, Qualidade do Ar, Estrutura Ambiental e Conselho Ambiental.
A Secretaria do Meio Ambiente, por sua vez, oferece capacitação técnica às equipes locais e lança anualmente o Ranking Ambiental dos municípios paulistas.
Em novembro de 2008, o primeiro ranking foi divulgado e 44 municipalidades foram certificadas. Em 2012, este numero alcançou 133 municípios, demonstrando que o Estado está cada vez mais “VerdeAzul”.




Cronograma

2014

Abril/Maio/Junho
  • Convocação para as Capacitações Regionais do PMVA – Abril/Maio/Junho
  • Videoconferência I – Junho
Julho/Agosto/Setembro
  • Videoconferências II e III – Julho/Agosto
  • Encontros semanais “tira-dúvidas” sobre os critérios das diretivas, na sede da Secretaria de Estado do Meio Ambiente – Julho/Agosto
  • Abertura do Sistema PMVA para inserção de dados – Julho a Setembro
 Outubro/Novembro
  • Avaliação dos Relatórios de Gestão Ambiental dos Municípios
 Dezembro
  • Evento de certificação dos Municípios

http://www.ambiente.sp.gov.br/municipioverdeazul/files/2011/11/ranking-municipio-verdeazul-2014.pdf



Conheça Botucatu:

fonte: http://www.botucatu.sp.gov.br/


22/12/2010 - Imagens de Botucatu - (Fotos: David J. Devide)