quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NO CONTEXTO HOSPITALAR: ESTUDO EM UM HOSPITAL DO RIO GRANDE DO SUL

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NO CONTEXTO HOSPITALAR: ESTUDO EM UM HOSPITAL DO RIO GRANDE DO SUL

Carlos Eduardo Alarcon Pizzorno, Vivian Osmari Uhlmann, Elisete Dahmer Pfitscher

Resumo


O objetivo geral do estudo consiste em verificar a sustentabilidade ambiental de um hospital do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da aplicação parcial do Sistema Contábil Gerencial Ambiental–SICOGEA-Geração 3. O processo de coleta de dados ocorreu com a aplicação de uma lista de verificação, com 134 questões divididas por grupos-chave e subgrupos. Com base nos resultados alcançados, foi verificado um índice de sustentabilidade geral de 30,60%, que é considerado fraco. Isto indica que o processo de prestação dos serviços hospitalares pode estar causando impactos ambientais negativos. Cabe ressaltar que o grupo-chave que mais contribuiu para o índice geral foi o de “Prestação de Serviço”, com 35,61%. Por outro lado, o grupo-chave que apresentou o pior resultado foi “Finanças e Contabilidade”, com 12,78%, isto se deve ao fato do hospital não possuir um Sistema de Gestão Ambiental, tampouco existir um plano de qualidade ambiental. Após identificar os pontos críticos quanto à sustentabilidade, estruturou-se um Plano Resumido de Gestão Ambiental, que contemplou ações para melhorar o desempenho ambiental, como a de elaborar e implantar um manual com metas e indicadores de eficiência.

Texto completo:

PDF

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Primeiro Encontro Técnico do Ano vai debater "Pegada Hídrica e Gestão das Águas"

Primeiro Encontro Técnico do Ano vai debater
"Pegada Hídrica e Gestão das Águas"

30 de Janeiro - 5a feira - 9h/12h30 - Av. Paulista, 2000 - 15o andar - S.Paulo/SP
Para se inscrever, clique na imagem abaixo
EMKT1_JANEIRO2014_1

Descarte correto de embalagens de agrotóxicos aumentou 8% no ano passado

Descarte correto de embalagens de agrotóxicos aumentou 8% no ano passado
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/brasil/2014/01/27/interna_brasil,486318/descarte-correto-de-embalagens-de-agrotoxicos-aumentou-8-no-ano-passado.shtml
Publicação: 27/01/2014 15:23 Atualização:

Desde 2002, mais de 280 mil toneladas de embalagens de agrotóxicos usadas nas propriedades rurais brasileiras foram recolhidas e encaminhadas para destino ambientalmente correto. O dado foi divulgado hoje (27) pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), que representa os fabricantes desses produtos. A prática, conhecida como logística reversa, tornou-se obrigatória para o setor em 2002.

Apenas no ano passado, o volume de embalagens recolhidas e corretamente destinadas por agricultores, comerciantes e fabricantes passou de 40,4 mil toneladas. O balanço mostra aumento de 8% em relação ao registrado em 2012.  “Em 2014, nossa expectativa é que esse crescimento se acentue e que práticas mais conscientes se espalhem por toda a atividade agrícola”, disse o diretor-presidente do inpEV,  João Cesar Rando.

Mato Grosso foi o estado que mais recolheu embalagens no ano passado – 9.564 toneladas, que representam crescimento de 10% em relação a 2012. Em seguida, vieram os estados do Paraná (5.003 toneladas), de São Paulo (4.769), de Goiás (4.499) e do Rio Grande do Sul (3.753). Juntos, eles responderam por cerca de 70% do total recolhido no país.

Maranhão, Rondônia e Piauí foram os estados com maior crescimento percentual. O total de embalagens que tiveram destino correto no Maranhão passou de 741 toneladas, em 2012, para 996 no ano passado, com incremento de 35% no descarte adequado. Em Rondônia, houve crescimento de 30%, tendo passado de 189 toneladas para 246. No Piauí, a coleta aumentou 26%, totalizando 509 toneladas.

Segundo o inpEV, cerca de 94% das embalagens plásticas primárias, que entram em contato direto com o agrotóxico, são devolvidas pelos agricultores. A entrega é feita em 400 unidades de recebimento espalhadas pelo país. Parte desse insumo é reciclada e novamente transformada em recipiente para o mesmo tipo de produto. Outra parte é incinerada.

Além dos locais fixos de recebimento, unidades itinerantes contribuem para facilitar a entrega de embalagens por produtores que têm propriedades em lugares remotos. Cerca de 10% de todo o material coletado em 2013 foram recolhidos nesses postos temporários.

Estudo sugere que cigarro causa mais câncer em mulheres

Estudo sugere que cigarro causa mais câncer em mulheres

http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=corpoevida_mat&url_id=5567

Mesmo mulheres que fumam menos que homens têm mais chances de ter câncer no intestino.

Um estudo divulgado na publicação especializada “Cancer Epidemiology Biomarkers & Prevention” sugere que mulheres fumantes têm mais chances de ter câncer do que homens também fumantes. Os pesquisadores, da Universidade de Tromso, na Noruega, analisaram 600 mil registros médicos e concluíram que a incidência de câncer no intestino é duas vezes maior em mulheres. 

As mulheres fumantes têm 19% mais chances de ter a doença do que as não fumantes e entre os homens esse número é 9%. Durante o período em que a pesquisa foi realizada, 4mil pacientes apresentaram câncer no intestino. 

Segundo os cientistas, essa é a primeira pesquisa que mostra que mesmo mulheres que fumam menos que os homens têm mais chances de desenvolver a doença. Para eles, isso se dá porque as mulheres seriam mais suscetíveis aos efeitos do cigarro no organismo. Porém, eles ressaltam que no estudo não foi levado em consideração fatores como o estilo de vida do paciente, hábitos alimentares e o consumo de álcool. 

O estudo também mostrou que os riscos de câncer de intestino são ainda maiores em mulheres que começaram a fumar ainda na adolescência ou aquela que fumaram durante muitos anos da vida. Segundo outro estudo realizado anteriormente, mulheres que pararam de fumar antes de completar 30 anos diminuíram quase que completamente os riscos de uma morte prematura por doenças causadas pelo fumo. 

Fumar pode causar 14 tipos de câncer, além de doenças pulmonares e cardíacas. Quem parar de fumar sente os efeitos em poucas semanas: depois de três semanas sem cigarro, a respiração já fica mais fácil e a circulação do sangue melhora. Após um ano longe da nicotina o risco de infarto é reduzido pela metade. 

Por Carolina Abranches

Ator que fazia anúncios de cigarro morre por doença ligada ao fumo

27/01/2014 10h56 - Atualizado em 27/01/2014 12h31

Ator que fazia anúncios de cigarro morre por doença ligada ao fumo


http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/01/ator-que-fazia-anuncios-de-cigarro-morre-por-doenca-ligada-ao-fumo.html

Eric Lawson era o cowboy das propagandas da Marlboro na década de 70.
Ele morreu aos 72, vítima de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Do G1, em São Paulo
1121 comentários
Anúncio da Marlboro com a foto do ator Eric Lawson em ponto da cidade de Los Angeles, em 1997. Ator morreu de doença que tem relação com fumo (Foto: Gilles Mingasson/Getty Images)Anúncio da Marlboro com a foto do ator Eric Lawson em ponto da cidade de Los Angeles, em 1997. Lawson morreu de doença que tem relação com fumo (Foto: Gilles Mingasson/Getty Images)
Morreu no último dia 10 de janeiro o ator Eric Lawson, um dos cowboys das propagandas da marca de cigarros Marlboro na década de 1970, vítima de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) -- enfermidade que tem forte relação com o fumo.

Lawson tinha 72 anos e fumava desde os 14, de acordo com o jornal britânico “The Telegraph”. Segundo sua mulher, Susan Lawson, que anunciou a morte neste domingo (26), mesmo após saber da enfermidade, o ator não conseguiu parar com o vício. “Ele sabia que os cigarros tinham um poder sobre ele. Ele sabia, mas não conseguia parar”, disse ela.

A DPOC é mais comum em adultos, principalmente a partir dos 40 anos. Ela causa falta de ar, fadiga muscular e insuficiência respiratória, e é apontada pelo Ministério da Saúde como uma das principais causas de mortalidade no Brasil.

Assim como outros problemas pulmonares, tem forte relação com o tabagismo. Outros fatores de risco são o excesso de poeira, de poluição e de exposição passiva à fumaça do cigarro.
Outros dois modelos da Marlboro morreram por problemas relacionados ao tabaco. Wayne McLaren, que interpretou o famoso cowboy na década de 70, morreu em 1992 após desenvolver câncer no pulmão, doença que matou também, em 1995, David McLean, que atuou nos anos 60.

Palestra - Sustentabilidade nas Contratações Públicas (RJ)

Palestra - Sustentabilidade nas Contratações Públicas (RJ)


Data: 13/02/2014
A Escola da Advocacia-Geral da União no Estado do Rio de Janeiro informa que estão abertas as inscrições para a Palestra - Sustentabilidade nas Contratações Públicas.

Palestrante: Daniela Aben-Athar, Corregedora-Auxiliar da CGAU

Data: 13 de fevereiro de 2014

Horário: 15h

Local: Auditório da Escola da AGU - Rua da Assembleia, 77, 13º andar - Centro - Rio de Janeiro/RJ. 

Público Alvo: Advogados da União, Procuradores Federais, Procuradores da Fazenda Nacional, Procuradores do Banco Central, Assistentes Jurídicos, ocupantes de cargo de direção e assessoramento, Servidores da AGU e demais parceiros.

Atividade Gratuita. Vagas Limitadas.

Inscrições abertas até 12 de fevereiro. Clique abaixo e faça sua inscrição.

Coordenação
Escola da AGU no Estado do Rio de Janeiro
e-mail: escolaaagu.rj@agu.gov.br 
Telefones: (21) 3043-2950 - 3043-2953

No mapa da sustentabilidade

RobecoSAM_Sustainability_Yearbook_2014
A Eletrobras foi incluída no Anuário de Sustentabilidade 2014 (The Sustainability Yearbook 2014) da RobecoSAM, empresa especializada em investimentos sustentáveis e análise comparativa, com sedes em Zurique e em Roterdã. O anuário, lançado pela primeira vez em formato digital, por meio de um microssite, lista, desde 2004, as companhias mais sustentáveis de cada setor. A Eletrobras aparece na lista junto com outras 14 empresas do setor elétrico mundial.

Segundo o sistema de classificação do anuário, é preciso alcançar pelo menos 30% da pontuação da empresa-líder no seu setor para ser incluído. Na categoria “Mercados Emergentes”, para a qual a Eletrobras era elegível, a empresa aparece juntamente com outras 47 companhias. Três mil e trezentas empresas foram convidadas para responder ao questionário da RobecoSAM em 2013 e 460 foram selecionadas para aparecer na publicação. O Brasil teve 12 empresas de diferentes setores reconhecidas por sua preocupação com o meio ambiente.
Baixe o  The Sustainability Yearbook 2014 (Anuário de Sustentabilidade 2014)
Fonte: Eletrobras

Crise Capitalista, Democracia, Justiça Social e Ambiental: integrantes do FNRU participam no Fórum Social Temático em Porto Alegre

!bannerfnru

Crise Capitalista, Democracia, Justiça Social e Ambiental: integrantes do FNRU participam no Fórum Social Temático em Porto Alegre


Prof Lino
Fotografia: Lucimar F. Siqueira

Durante os dias 21-26 de janeiro, aproximadamente 9000 pessoas participaram nas quase 270 atividades autogestionadas durante o terceiro Fórum Social Temático em Porto Alegre. O evento aconteceu no mesmo período que o Fórum Econômico Mundial de Davos.
10 atividades autogestionadas foram realizadas pelos integrantes do Fórum Nacional de Reforma Urbana.  Destacamos os painéis, "A necessária criação do Concidades de Porto Alegre" organizado pelo CONAM, FEGAM, e UAMPA, e "QUAL A CIDADE QUE QUEREMOS?" organizado pelo MNLM. 
Fernando Pigatto "Peixe", diretor de Planejamento de CONAM, ressaltou a importância das várias atividades com foco no Plebiscito Popular da Reforma Política realizadas durante o FST, entre as quais o lançamento do comitê regional no RS. O Plebiscito será realizado entre os dias 1 e 7 de setembro. "Agora temos o desafio de organizar comitês e preparar a realização, para garantirmos o pleno êxito do plebiscito e o avanço da Reforma Política urgente e necessária em nosso país", destacou.
Durante o último dia do evento o Fórum Sul, uma articulação de movimentos e entidades vinculados ao Fórum Nacional de Reforma Urbana promoveu uma oficina chamada "O Processo de Revisão dos Planos Diretores das 3 Capitais do Sul do Pais". O Professor Lino da Universidade Federal de Santa Catarina falou do processo de revisão do Plano de Florianópolis; Luana Coelho da ONG Terra de Direitos tratou sobre o processo de revisão de Curitiba; Karla Moroso do CDES esclareceu asalterações no Plano Diretor de Porto Alegre após a sua revisão em 2007; e Hilma de Lourdes Santos, do MNLM falou sobre dificuldades dos movimentos em inserir nos processos das Conferencias das Cidades no Paraná.

Lino apontou que, em Florianópolis, houve uma verdadeira violação ao processo democrático. O plano que vem sendo elaborado há muitos anos, foi finalizado por um único arquiteto que não dialogou com nenhum ator externo (nem empresários, nem movimentos sociais) e o Projeto de Lei foi encaminhado para a câmara de vereadores, ignorando leituras comunitárias e técnicas anteriores. Também foram realizadas uma série de emendas ao projeto de lei, sem debater com a sociedade e sem estudos técnicos que subsidiassem as alterações. O nível de rejeição do público foi tão grande que houve violência na aprovação. 

Luana Coelho falou que o grande destaque em Curitiba foi a falta de regulamentação dos instrumentos. Como na época da elaboração do Plano Diretor e mesmo depois os instrumentos não foram regulamentados, agora não tem o que "revisar", pois princípios não se revisam a não ser que houvessem alterações no Estatuto da Cidade.

Karla Moroso esclareceu que em Porto Alegre o Plano Diretor da Cidade tem sido alterado com leis que passam tranquilamente na Câmera de Vereadores, mudando zoneamentos, e índices construtivos. Foi dito que as mudanças normativas vêm acompanhadas de uma re-estruturação institucional cujo formato fortalece o projeto de "venda da cidade". Também foi falado do Conselho da Cidade que não existe e que o Prefeito acha que não é necessário para Porto Alegre.

Hilma Santos relatou sobre as lutas travadas pelos movimentos populares de Curitiba, principalmente ligados à moradia, para se inserirem no processo das Conferências. Lembrou que chegaram a invalidar a 2ª Conferência porque a prefeitura não aceitou a participação dos movimentos de luta pela moradia. 
Em todas as falas foram relatadas as fracas audiências públicas que acabaram legitimando essas catástrofes seja através da metodologia das audiências como no caso de Curitiba em que respostas são enviadas por e-mail ou no caso de Porto Alegre onde há relatos de Audiências Públicas com baixíssimo número de participantes. Foi debatido sobre a participação nos Conselhos e houve entendimento de que é preciso participar desses espaços para fortalecer a construção do Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano, incidir no processo de produção das cidades, qualificar a participação e denunciar asviolações à gestão democrática da cidade que foram identificadas. Foi encaminhado que o debate deve continuar e que se deve fortalecer a rede do Fórum Sul.

Direito à Cidade

Fórum Sul

O Fórum Sul de Reforma Urbana reúne movimentos populares e entidades dos três estados do sul do Brasil com o propósito prioritário de discutir e incidir a implementação da pauta da reforma urbana. O Fórum Sul articula-se com o Fórum Nacional de Reforma Urbana (FNRU) e o Fórum Estadual de Reforma Urbana do Rio Grande do Sul (FERU/RS). Leia mais

Campanha para "Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva pela Reforma Política" é lançada em Porto Alegre

Representantes de movimentos sociais brasileiros lançaram sábado (25), durante o Fórum Social Temático, em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, campanha regional pelo Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva pela Reforma Política. Leia mais

Faroeste Caboclo: 16 das 50 cidades mais violentas do mundo são brasileiras
Em 2012 eram 14 cidades; no ano de 2013, 15. Em 2014, o relatório anual da ONG mexicana Conselho Cidadão Para a Segurança Pública e Justiça Penal adicionou mais um município brasileiro ao ranking de 50 cidades com maior índice de homicídios do mundo.
A maioria das "mais violentas" está no continente americano (46 cidades), e na América Latina, em particular (41). Os países latino-americanos com maior problema de violência são Honduras, Venezuela, Guatemala, El Salvador, México e Brasil. Leia mais


Fórum Social Temático 2014, já tem um primeiro balanço
Mauri Cruz faz um primeira análise sobre o Fórum Social Temático em Porto Alegre. Ele falou que acredita que"o Fórum Social Porto Alegre novamente cumpriu seu papel neste recente processo de articulação internacional que se iniciou em 2001 e segue sendo construído por centenas de pessoas pelo mundo." Leia mais

Direito à Moradia

UNMP prepara seu Encontro Nacional
A União Nacional por Moradia Popular começou a preparação de seu 13o. Encontro Nacional, que acontece este ano em Belém. Será a primeira vez que nossa entidade realiza seu encontro na região norte do país. Para participar do Encontro Nacional, cada União Estadual deve fazer seu Encontro, debater os temas da etapa nacional e eleger os delegados. A etapa nacional definirá as propostas que a entidade defenderá nos próximos 3 anos e sua agenda de lutas. Nos dias 7 e 8 de fevereiro, a Coordenação nacional se reunirá para maiores definições sobre o Encontro. Leia mais


As opiniões expressas nos artigos publicados neste boletim não representam, necessariamente, o consenso entre os integrantes do Fórum Nacional de Reforma Urbana
 
Secretaria Executiva Fórum Nacional de Reforma Urbana - Rua Araújo 124, Centro, São Paulo - SP
CEP 01220-020 tel. 55 11 2174 2017 fax. 55 11 2174 6848

Gerador é feito com material piezoelétrico produzido por vírus

Gerador é feito com material piezoelétrico produzido por vírus

Redação do Site Inovação Tecnológica - 14/01/2014
Gerador é feito com material piezoelétrico produzir por vírus
O nanogerador biofabricado foi usado para alimentar uma bateria de LEDs (embaixo, à direita). [Imagem: Chang Kyu Jeong et al./ACS Nano]
Biofabricação
Os nanogeradores são a forma mais promissora para a colheita de energia, que consiste no aproveitamento de vibrações e outros fenômenos naturais para gerar eletricidade para pequenos aparelhos eletrônicos.
A equipe do Prof. Keon Jae Lee, do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia do Sul, já havia demonstrado que osnanogeradores podem ser biocompatíveis, o que facilitará seu uso em implantes médicos para aproveitar o próprio movimento do paciente para alimentar marca-passos e outros aparelhos.
Agora a equipe levou o aspecto "bio" ao extremo, e usou uma abordagem biotecnológica para fabricar o nanogerador.
Eles modificaram geneticamente um vírus M13, que é inofensivo para a saúde humana e amplamente existente na natureza, para tirar proveito da sua notável capacidade de sintetizar um material inorgânico altamente piezoelétrico, o titanato de bário (BaTiO3).
Os materiais piezoelétricos são os principais componentes dos nanogeradores, que geram eletricidade diretamente a partir de movimentos mecânicos - como a respiração, o batimento cardíaco ou o andar, entre muitas outras possibilidades.
Usando esse material piezoelétrico biofabricado, a equipe construiu um nanogerador flexível e com uma potência muito alta em relação aos seus antecessores.
"Esta é a primeira vez que se introduz um material piezoelétrico inorgânico biomodelado em um sistema de captação de energia autoalimentado, o que pode ser feito por meio de uma síntese eficiente e ambientalmente correta," disse o professor Lee.
O vírus M13 tem um longo histórico de auxílio nas pesquisas de geração de energia:
Bibliografia:

Virus-Directed Design of a Flexible BaTiO3 Nanogenerator
Chang Kyu Jeong, Insu Kim, Kwi-Il Park, Mi Hwa Oh, Haemin Paik, Geon-Tae Hwang, Kwangsoo No, Yoon Sung Nam, Keon Jae Lee
ACS Nano
Vol.: 7 (12), pp 11016-11025
DOI: 10.1021/nn404659d

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Contabilidade ambiental: Emergia, ecologia de sistemas e modelagem ecológica



Editorial

Contabilidade ambiental: Emergia, ecologia de sistemas e modelagem ecológica

  • Programa de Ecologia Industrial, Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, Noruega
  • Departamento de Engenharia Ambiental da Ciência, da Universidade da Flórida, EUA
  • Departamento de Ciência e Tecnologia, Parthenope Universidade de Nápoles, Itália


Obs.: Emergia segundo Odum em 1998 (Emergy Evaluation, in "Advances in Energy Studies: Energy Flows in Ecology and Economy"):
"É toda energia necessária para um ecossistema produzir um recurso (energia, material, serviço da natureza, serviço humano)." É utilizado como sinônimo de Energia incorporada" ou também de "memória energética". 




1. Contabilidade ambiental: a necessidade de uma perspectiva integrada

O desempenho ambiental e da sustentabilidade dos sistemas humanos, dominado suportados por ambos os fluxos naturais e humanos-driven pode ser explorado através da análise de diferentes aspectos: a sustentabilidade ambiental, a rentabilidade econômica ea conveniência social, todos relevantes para alcançar uma compreensão abrangente do sistema sob investigação.
Análise energética pode fornecer uma perspectiva valiosa sobre a demanda de energia comercial, bem como a energia voltou em energia investida ( Cleveland et al., 1984  e  Herendeen de 2004 ). O método Emergy Síntese implica um ponto de vista do lado dos doadores e expande a fronteira do sistema para toda a biosfera pela contabilização do apoio ambiental global de sistemas e processos ( Odum, 1988  e  Odum, 1996 ). Representando Emergy considera, portanto, entradas livres renováveis, matéria e fluxos de energia, bem como direta e indireta não flui de trabalho em termos dos benefícios que os seres humanos podem extrair deles, mas sim em termos do trabalho realizado pela biosfera para disponibilizá-los ( Brown e Ulgiati, 2004 ).
Outros métodos de contabilidade ambiental adotar um custo do ponto de vista da produção e mostrar chamados pegadas ambientais, ou seja, as quantidades de terra, matéria e água necessária por um determinado processo ou a quantidade de gases de carbono e outros gases liberados por unidade do produto ( Buonocore et al., 2012 , Franzese et al., 2013 , Hoekstra de 2009 , Häyhä et al., 2011  e  Steen-Olsen et al., 2012 ).
Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) tem um papel importante na avaliação dos impactos ambientais dos bens e serviços que produzem, evitando as deficiências relacionadas com a perspectiva estreita de benefícios de curto prazo e impactos. LCA pode ser estendido para incluir também a contribuição indireta de insumos econômicos, que normalmente estão fora do limite de análises convencionais, por meio de abordagens híbridas baseadas em análise de input-output ( Finnveden et al., 2009 , Strømman et al., 2006  e  Strømman et al., 2009 ). Finalmente, outras ferramentas como sistemas de informação geográfica (SIG) são úteis para mapear e alocar a distribuição de recursos, uso e impactos sobre territórios de referência ( Sacchelli et al., 2013 ).
Todos estes pontos de vista, teorias e métodos não deve ser considerada como uma alternativa para o outro, mas sim complementares e todas as informações necessárias para investigar processos e sistemas totalmente através de múltiplas tabelas de análise. Isto é particularmente importante quando se trata de sistemas suportados por recursos naturais e integração de ecossistemas e as tecnologias desempenham um papel crucial para o bem-estar humano humanos de gestão.

2. Integrando contabilidade ambiental com modelagem ecológica e as mudanças climáticas

Contabilidade ambiental pode ser utilmente integrado com modelagem ecológica e as mudanças climáticas para fornecer informações científicas sólidas em apoio dos decisores políticos comprometidos com o desenvolvimento de planos e metas para a gestão sustentável dos recursos naturais e, em última instância, para o desenvolvimento sustentável das sociedades humanas. Quando a contabilidade ambiental é empregada no âmbito da avaliação de impacto ambiental e modelagem de mudanças climáticas, a análise deve abraçar as mudanças que as perturbações ambientais induzidas pelo homem para causar biogeofísicos fatores e os ciclos biogeoquímicos globais ( Hallgren et al., 2013  e  Bonan, 2008 ). Essas mudanças podem ser quantificados através de medições empíricas (ou in situ, ou a partir de observações de satélite) ou por meio de uma abordagem de modelagem ( Lee et al., 2011  e  Bright et al., 2013 ). Exemplos de sucesso nesse sentido é dada pela formulação de fatores específicos do local de caracterização (por exemplo, o potencial de aquecimento global, GWP) para biogênicas de CO 2 emissões provenientes da queima de biomassa, em que ambas as alterações temporárias na atmosférica de CO 2 de concentração e os efeitos de albedo são levados em conta ( Cherubini et al., 2012  e  Guest et al., 2013 ). Em última análise, os analistas que trabalham com diferentes métodos de contabilidade ambiental e avaliação de impacto tem a oportunidade de realizar um esforço conjunto para promover a adoção de métricas que melhor suportam a definição de metas de políticas globais, como é por exemplo o caso de métricas baseadas em temperatura em relação ao compromisso de limitar o aquecimento global ( Cherubini et al., 2013  e  Smith et al., 2012 ).
Alguns dos artigos apresentados nesta edição mostrar como contabilidade emergia pode ser utilmente empregada para investigar sistemas em diferentes escalas espaciais e temporais, a partir de sistemas de produção específicos, para as cidades, para sistemas de larga escala e os ciclos biogeoquímicos globais, apoiando assim a avaliação das mudanças temporais e metas futuras vitais no âmbito da pesquisa e política de mudança climática.

3. Objetivo desta edição especial

O principal objetivo desta edição especial é apresentar um conjunto de artigos que mostram o estado da arte e algum avanço teórico e processual em teoria emergia e contabilidade, enfatizando o potencial de integração entre o método de síntese de emergia e de outras abordagens metodológicas para a contabilidade ambiental, avaliação de impacto ambiental e modelagem ecológica.

4. Trabalhos apresentados na edição especial

Os artigos reunidos nesta edição especial foram apresentados na 7 ª Bienal Research Conference Emergia, uma conferência bienal proporcionando um espaço e fórum de discussão significativa expressamente dedicada à teoria, princípios e aplicações da metodologia emergética.
Os papéis explorar diferentes aspectos da teoria e metodologia emergética, entre os quais: a) a possibilidade de integração de emergia e de outros métodos de contabilidade ambiental, b) o uso integrado de contabilidade emergia e modelagem ecológica, com especial referência para o metabolismo urbano, clima e uso da terra mudar, e avaliação de serviços ecossistêmicos, c) o uso de técnicas de modelagem convencionais e inovadoras para análise espacial, as entradas de emergia e conversão elementos de cálculo e avaliação da incerteza.
Raugei et al. (2013) explorar obstáculos e potencial mais-valia da integração de emergia em LCA, destacando como emergia poderia ser usado como um complemento valioso, ao invés de uma alternativa, a métricas de avaliação de impacto do ciclo de vida existentes.
Buonocore et ai. (2013) propõem uma abordagem multi-método para contabilidade ambiental através da realização de uma avaliação de material, energia e demanda de emergia, bem como as emissões relevantes para explorar o desempenho ambiental e da sustentabilidade das operações florestais abrangente.
Lee (2013) , a partir da observação de que os impulsos é predominante na natureza, investiga a relação entre a frequência e pulsação do fluxo de recursos e potência maximização de um sistema.
Campbell et al. (2013) calculam emergies específicos dos fluxos globais de seis elementos biologicamente ativos e dois compostos para uso na gestão de resíduos e contabilidade ambiental, a fim de estabelecer valores de referência de emergia para orientar as políticas de gestão ambiental. Além disso, eles se comparam os emergies específicas de fluxos globais de elementos durante a Era Industrial para os do pré-industrial era para determinar a extensão das mudanças e da sensibilidade do sistema biogeoquímico global para o aumento de 5 vezes no uso de emergia do sistema global ao longo dos últimos 160 anos.
Hudson e Tilley (2013) propõem o uso de simulações de Monte Carlo para avaliar a incerteza na avaliação de emergia. O estudo destaca a necessidade de a comunidade de analistas de emergia de realizar regularmente uma avaliação da incerteza que afecta os seus resultados.
Giannantoni (2013) apresenta uma novidade real na modelagem matemática representados pelos chamados "soluções" emergentes. Esta abordagem inovadora modelagem matemática é discutido através do caso de redes inteligentes, com especial referência à sua grande escala instabilidade "intrínseca", e sua forte vulnerabilidade reconhecida para os ciber-ataques.
Patterson (2013) descreve e caracteriza um novo método de álgebra matricial chamado "método reflexivo" capaz de calcular transformidades de dados da rede ecológicos e econômicos.
Reiss et al. (2013) aplicam-se a intensidade do desenvolvimento da paisagem (LDI) de índice para facilitar o cálculo do potencial de mitigação das zonas húmidas e prêmios de crédito para os bancos de mitigação, destacando também que, independentemente da ferramenta usada, a consideração do potencial de zonas húmidas elevador funcional deve incorporar uma perspectiva de paisagem.
Liu et al. (2013) descrevem um modelo de previsão, chamado "modelo dinâmico de base urbana emergia", capaz de simular com precisão o consumo observado de recursos, o crescimento econômico eo impacto ambiental de Pequim 1999-2039.
Mellino et al. (2013) utilizam a contabilidade emergética integrado num quadro GIS para quantificar e mapear a distribuição regional dos fluxos ambientais (radiação solar, precipitação, vento e calor geotérmicas), oferecendo assim uma perspectiva emergia da distribuição espacial dos fluxos naturais dentro de um limite regional de .
Watanabe e Ortega (2013) , considerando a importância das alterações climáticas, a escassez de água doce, a erosão do solo e outras questões ambientais, apresentam um modelo que simula o impacto da mudança do uso da terra sobre os serviços dos ecossistemas relacionados com os processos biogeoquímicos de água e de carbono no Taquarizinho bacia hidrográfica (Brasil).
Ghisellini et al. (2013) avaliar o desempenho ambiental do sistema agrícola italiano sobre uma série temporal de 25 anos acoplamento método contábil emergia e técnica de análise de decomposição, identificando assim os principais condutores de mudanças de desempenho a serem utilizados como base para cenários políticos futuros.
Morandi et al. (2013) propõe uma abordagem inovadora para a avaliação da emergia principal fluxos de entrada de um sistema usando a teoria dos conjuntos.

5. Observações finais

Os editores convidados Esperamos que esse volume vai aumentar a interação construtiva e colaborativa entre os analistas comprometidos com a integração e utilização sinérgica de diferentes métodos de contabilidade ambiental.

Agradecimentos

Um agradecimento especial é devido a todos os revisores que contribuíram com o seu tempo e esforço valioso. Sem o seu trabalho e apoio científico esta edição especial não teria sido possível.

Referências

    • Buonocore et al., 2013
    • E. Buonocore, T. Häyhä, A. Paletto, PP Franzese
    • Avaliar os custos e impactos ambientais das atividades florestais: uma abordagem multi-método para contabilidade ambiental
    • Ecol. Modelo. (2013) este volume
    • Campbell et al. De 2013
    • DE Campbell, H. Lu, BL Linc
    • Avaliações de emergia dos ciclos biogeoquímicos globais de seis elementos biologicamente ativos e dois compostos
    • Ecol. Modelo. (2013) este volume
    • Cherubini et al. De 2012
    • F. Cherubini, RM Brilhante, AH Strømman
    • Potenciais de aquecimento global de site-specific de biogênicas CO 2 para bioenergia: contribuições de fluxos de carbono e dinâmica albedo
    • Environ. Res. Lett., 7 (2012), pp 1-11
    • Cherubini et al., 2013
    • F. Cherubini, RM Brilhante, AH Strømman
    • Impactos climáticos globais de bioenergia floresta: o que, quando e como medir?
    • Environ. Res. Lett., 8 (2013), pp 1-12
    • Franzese et al., 2013
    • PP Franzese, O. Cavalett, T. Häyhä, S. D'Angelo
    • Avaliação Ambiental Integrada de Sistemas de Produção Agrícola e Pecuária na Bacia do Rio Toledo (Brasil)
    • A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) (2013) 71 pp, ISBN 978-92-3-001138-3
    • Ghisellini et al., 2013
    • P. Ghisellini, A. Zucaro, S. Viglia, S. Ulgiati
    • Monitorar e avaliar a sustentabilidade do sistema agrícola italiana. Uma análise emergia decomposição
    • Ecol. Modelo. (2013) este volume
    • Giannantoni de 2013
    • C. Giannantoni
    • A relevância de soluções emergentes para pensar, tomar decisões e agir. O caso de redes inteligentes
    • Ecol. Modelo. (2013) este volume
    • Hallgren et al., 2013
    • W. Hallgren, A. Schlosser, E. Monier, D. Kicklighter, A. Sokolov, J. Melillo
    • Impactos climáticos de uma expansão de biocombustíveis em larga escala
    • Geophys. Res. Lett., 40 (2013), pp 1624-1630
    • Hudson e Tilley, 2013
    • A. Hudson, DR Tilley
    • Avaliação da incerteza na avaliação de emergia por meio de simulações de Monte Carlo
    • Ecol. Modelo. (2013) este volume
    • Lee, 2013
    • S. Lee
    • Pulsos de recursos podem aumentar a aquisição de energia de um ecossistema
    • Ecol. Modelo. (2013) este volume
    • Liu et al. De 2013
    • G. Liu, Z. Yang, B. Chen, S. Ulgiati
    • Mecanismos dinâmicos baseados em Emergia do desenvolvimento urbano, o consumo de recursos e os impactos ambientais
    • Ecol. Modelo. (2013) este volume
    • Mellino et al., 2013
    • S. Mellino, M. Ripa, A. Zucaro, S. Ulgiati
    • Uma abordagem emergia-GIS para a avaliação do recurso renovável flui: um estudo de caso de Campania Região, Itália
    • Ecol. Modelo. (2013) este volume
    • Morandi et al., 2013
    • F. Morandi, DE Campbell, S. Bastianoni
    • A teoria dos conjuntos aplicada para definir exclusivamente as entradas para sistemas territoriais em análises emergia
    • Ecol. Modelo. (2013) este volume
    • Odum, 1996
    • HT Odum
    • Contabilidade Ambiental. Emergia e Tomada de Decisão Ambiental
    • John Wiley & Sons, Nova Iorque, EUA (1996)
    • Patterson, 2013
    • M. Patterson
    • Avaliação de métodos de álgebra matricial para o cálculo transformidades a partir de dados da rede ecológica e econômica
    • Ecol. Modelo. (2013) este volume
    • Raugei et al., 2013
    • M. Raugei, B. Rugani, E. Benetto, WW Ingwersene
    • Integrando emergia em LCA: potencial valor acrescentado e persistente obstáculos
    • Ecol. Modelo. (2013) este volume
    • Reiss et al., 2013
    • KC Reiss, E. Hernandez, MT Brown
    • Aplicação da intensidade do desenvolvimento da paisagem (LDI) índice no pantanal operações bancárias de mitigação
    • Ecol. Modelo. (2013) este volume
    • Watanabe e Ortega, 2013
    • MDB Watanabe, E. Ortega
    • Contabilidade emergia dinâmica dos serviços de água e dos ecossistemas de carbono: um modelo para simular os impactos das mudanças de uso da terra
    • Ecol. Modelo. (2013) este volume
Correspondente informações de contato autor
Autor correspondente.