segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Under the Antarctic Ice - Beauty of The Nature




Coletor sem fios recupera energia perdida no ambiente

Coletor sem fios recupera energia perdida no ambiente

SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Coletor sem fios recupera energia perdida no ambiente. 08/11/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=coletor-sem-fios-recupera-energia-perdida-ambiente. Capturado em 17/11/2013. 
Redação do Site Inovação Tecnológica - 08/11/2013
Coletor sem fios recupera energia perdida no ambiente
O coletor é formado por cinco células de um metamaterial criado com placas de fibra de vidro e fios de cobre. [Imagem: Duke University]



Usando materiais de baixo custo, dois estudantes da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, construíram um dispositivo de colheita de energia com uma eficiência semelhante à dos modernos painéis solares.
O dispositivo sem fios converte sinais de micro-ondas em corrente contínua capaz de recarregar abateria de um telefone celular ou outro pequeno aparelho eletrônico.
Ele opera segundo um princípio similar ao das células solares, que convertem a energia da luz em corrente elétrica.
Mas, em vez de semicondutores, o conversor utiliza metamateriais, estruturas capazes de capturar várias formas de energia e ajustá-las com objetivos específicos - construir mantos da invisibilidade, por exemplo.
Allen Hawkes e Alexander Katko usaram fios de cobre para construir, sobre cinco placas de fibra de vidro, bobinas que captam micro-ondas.
Submetidas a um campo de micro-ondas de 900 MHz, as placas geraram uma tensão de 7,3 volts - para comparação, os carregadores USB disponibilizam 5 volts.
A potência disponibilizada, contudo, vai depender da energia que estiver disponível no ambiente.
"Queríamos a maior eficiência energética possível," conta Hawkes. "Estávamos com algo em torno de 6 a 10 por cento, mas com este desenho conseguimos melhorar drasticamente a conversão de energia para 37%, o que é comparável ao que é alcançado com as células solares."
Reciclagem de energia
Embora a potência fornecida não seja grande, o mais interessante do projeto é que o coletor de energia pode ser ajustado para captar o sinal de outras fontes de energia, incluindo sinais de satélite, sinais sonoros ou sinais de Wi-Fi.
Isso poderia eventualmente ajudar a reciclar o mar de ondas eletromagnéticas em que estão mergulhadas as cidades atualmente.
Um revestimento de metamaterial instalado no teto, por exemplo, poderia recuperar o sinal Wi-Fi que está sendo perdido e convertê-lo em energia, o mesmo podendo ser feito com as demais frequências.
Outra aplicação poderia ser para melhorar a eficiência energética dos aparelhos, recuperando a potência perdida durante o uso.
"As propriedades dos metamateriais permitem uma flexibilidade de projeto que não é possível com dispositivos comuns, como as antenas," disse Katko.
"Quando as antenas tradicionais ficam próximas umas das outras elas começam a conversar entre si e interferem uma no funcionamento da outra. O processo usado para criar o nosso metamaterial leva esses efeitos em conta, permitindo que as células trabalhem em conjunto," completou.
Com modificações adicionais, os pesquisadores afirmam que o metamaterial coletor de energia poderia ser incorporado em um telefone celular, repondo uma parte, ou mesmo toda a carga da bateria do aparelho sem precisar plugá-lo em nada.
Bibliografia:

A microwave metamaterial with integrated power harvesting functionality
Allen M. Hawkes, Alexander R. Katko, Steven A. Cummer
Applied Physics Letters
Vol.: 103, 163901
DOI: 10.1063/1.4824473

Toxicologia In Silico: Modelos computacionais para avaliação da toxicidade de substâncias químicas


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Toxicologia In Silico: Modelos computacionais para avaliação da toxicidade de substâncias químicas
Data: 28 de novembro de 2013
Local: Anfiteatro João Yunes da Faculdade de Saúde Pública da USP, Av Dr. Arnaldo, 715 - Cerqueira César - São Paulo - SP.
Evento gratuito - R.S.V.P - ctsaudepublica@abes-sp.org.br
Realização:
CEAP - Faculdade de Saúde Pública da USP
ABES - SP - Câmara Técnica de Saúde Pública
Ementa
Considerando a evidente necessidade em avaliar uma grande quantidade de substâncias químicas (novas moléculas, contaminantes, impurezas em medicamentos, alimentos etc.) frente à atual tendência da racionalização da utilização animal em testes em todo mundo, surge a necessidade da estruturação de um modelo de cooperação e difusão do conhecimento que promova as interfaces e ações necessárias para o ciclo harmonioso entre a pesquisa, o desenvolvimento, a aplicação, e a aceitação regulatória dos modelos in silico no  Brasil em seus diferentes contextos.
O evento tem como objetivo a discussão sobre atuais necessidades, avanços, perspectivas de aplicação e aceitação regulatória destes modelosno Brasil.
Na oportunidade será feito o lançamento do livro “Toxicologia In Silico: Fundamentos e Aplicações”, que trata da revisão dos principais modelos computacionais (in silico) para avaliação da toxicidade de substâncias químicas.
Público-alvo
Profissionais da área de Pesquisa e desenvolvimento, saúde, meio ambiente, recursos hídricos, órgãos reguladores e empresas relacionadas ao tema.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
13h00 Abertura
Profª Drª. Helena Ribeiro - Faculdade de Saúde Pública - USP
Profª Dr.Pedro Caetano Sanches Mancuso - Diretor CEAP - Faculdade de Saúde Pública - USP
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental - ABES - SP
14h00 - 15h30 MESA REDONDA - APLICAÇÕES E AVANÇOS DA TOXICOLOGIA COMPUTACIONAL NA ÁREA DE PESQUISA E REGULATÓRIA
Moderadora: Profa. Dra. Gisela Umbuzeiro - UNICAMP
14h00 - 14h30 - Relações Quantitativas entre Estrutura Química e Atividade Biológica (SAR/QSAR) no planejamento de compostos bioativos
Profa. Dra. Antônia Tavares do Amaral - Instituto de Química da USP
14h30 - 15h00 - Matriz e Esquematização do HESI RISK21: Esclarecimento e Visualização do Processo de Avaliação do Risco
Dra. Ana Carolina Aguirre /  Dr. Tim Pastoor - Syngenta
15h00 - 15h30 - Debate
15h30 - 15h45 - Lançamento da série desvendando os riscos químicos 
Profa. Dra. Maurea Flynn - Intertox
15h45 - 16h30 - Toxicologia Computacional e In Silico
Carlos Eduardo Santos - Intertox
16h45 Encerramento e distribuição gratuita dos livros


domingo, 17 de novembro de 2013

Nosso futuro...

Planetas | 14/11/2013 17:09

Vídeo da NASA mostra que Marte já foi como a Terra



Em nota, a NASA afirma que quando Marte era um jovem planeta – a bilhões de anos atrás – parecia ter uma densa camada atmosférica

Vanessa Daraya, de 
Michael Lentz/NASA Goddard Conceptual Image Lab
Vídeo da NASA mostra que Marte já foi como a Terra
Vídeo mostra que Marte já foi como a Terra: NASA ressalta que ainda não se sabe se o clima habitável durou o tempo suficiente para a vida a surgir em Marte
NASA, agência espacial americana, divulgou um vídeo que mostra como Marte era há 4 bilhões de anos. Após estudar muito o planeta vermelho, cientistas colheram informações preciosas sobre como nosso vizinho pode ter sido. E concluíram que o cenário era muito parecido com o da Terra atualmente.
Em nota, a NASA afirma que quando Marte era um jovem planeta – a bilhões de anos atrás – parecia ter uma densa camada atmosférica. Ela era quente o suficiente para suportar oceanos de água líquida, um ingrediente considerado importante para a vida.
Se existia água líquida na superfície, a atmosfera de Marte tinha um clima diferente. Era mais quente, com uma pressão atmosférica próxima ou superior à pressão da terrestre. A água líquida não pode existir pela superfície de Marte atualmente por causa da baixa pressão atmosférica e pela temperatura da superfície.
Hoje, Marte é um planeta frio e árido, sem nenhum sinal de vida (pelo menos na superfície). Mas a NASA ressalta que ainda não se sabe se o clima habitável durou o tempo suficiente para a vida a surgir em Marte.
Segundo a NASA, a simulação mostra como a superfície de Marte supostamente era. As nuvens se movimentam rapidamente para sugerir a passagem do tempo e das alterações climáticas, que oscilam entre períodos quentes e frios, úmidos e secos. Na medida em que os lagos secam, a atmosfera para de refletir o céu e mostra um tom mais avermelhado, com mais poeira.
Fica a curiosidade: será este o futuro do nosso planeta? O vídeo é uma das animações mais complexas já produzidas pelo Laboratório de Imagem conceitual da NASA, localizado no Instituto Goddard de Estudos Espaciais. Veja o vídeo abaixo:

Comércio Sustentável

A revista vem sendo direcionada para um público-alvo de: 71% empresários, 12% órgãos públicos e entidades de classe, 6% instituições de ensino, 7% entidades do terceiros setor e 4% com leitores de outras áreas que são formadores de opinião.
www.geracaosustentavel.com.br





Cidade do futuro não tem gente para testar tecnologias inovadoras

Cidade do futuro não tem gente para testar tecnologias inovadoras

SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Cidade do futuro não tem gente para testar tecnologias inovadoras. 20/09/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cidade-futuro-gente-testar-tecnologias-inovadoras. Capturado em 12/11/2013. 
Com informações da BBC - 20/09/2013
Cidade do futuro não tem gente para testar tecnologias inovadoras
[Imagem: Gale International]
Sucesso incerto
Uma cidade sul-coreana tornou-se fonte de inspiração para centros urbanos de todo o globo que buscam soluçõestecnológicas para se tornarem mais "inteligentes".
Songdo fica nas proximidades deSeul, uma cidade já bastante "high-tech", que oferece internet de alta velocidade no metrô e onde é possível assistir a vídeos online ou enviar mensagens de e-mails enquanto se caminha por movimentadas ruas do centro.
Ao contrário da capital sul-coreana, porém, Songdo é uma cidade experimental e já foi erguida incorporando em seu DNA as mais avançadas tecnologias de construção e urbanismo.
Mas até que ponto uma cidade como essa pode ser considerada um sucesso?
A construção de um centro urbano a partir do nada oferece uma série dedesafios e oportunidades.
No caso de Songdo, um dos desafios era incorporar tecnologias que fossem realmente inovadoras, uma vez que os sul-coreanos já estão acostumados com alguns recursos considerados novidades em outros lugares.
O que mais uma cidade como Songdo pode oferecer?
Cidade do futuro não tem gente para testar tecnologias inovadoras
Esta é a estação de tratamento de lixo de Songdo - o lixo vem direto das cozinhas para esta central de reciclagem. [Imagem: Gale International]
Hardwares futuristas
Na área tecnológica, uma cidade novinha em folha permite o teste de hardwares futuristas, como sensores que monitoram a temperatura, o consumo de energia e o fluxo de tráfego pela cidade.
Esses sensores também podem - em teoria - avisar os usuários de transporte público quando seu ônibus está para chegar. E mesmo alertar autoridades locais quando há qualquer problema na cidade.
Muitas inovações estão sendo projetadas em função de preocupações ambientais. Entre elas, estações para recarregar as baterias de carros elétricos podem até parecer anacrônicas em um país que já possui ônibus elétricos sem fios.
Sistemas de reciclagem de água, por sua vez, impedem que água potável seja usada em banheiros de escritório.
O sistema de coleta de lixo de Songdo também impressiona. Não há caminhões de lixo passando pela cidade nem grandes lixeiras na frente dos edifícios.
Em vez disso, os resíduos domésticos são sugados diretamente das cozinhas por uma vasta rede subterrânea de túneis ligadas a centros de processamento de lixo, onde cada resíduo é automaticamente classificado, desodorizado e tratado.
A cidade foi planejada em torno de um parque central, e sua disposição permite que os moradores das áreas residenciais possam caminhar por essa área verde para trabalhar no centro comercial.
Cidade do futuro não tem gente para testar tecnologias inovadoras
[Imagem: Gale International]
Falta gente
Por enquanto, os apartamentos residenciais estão vendendo bem e ainda há muitos edifícios desse tipo em construção, mas Songdo parece ser menos atraente para o mercado corporativo.
Um ou outro negócio está começando a abrir as portas espontaneamente em suas grandes avenidas vazias.
Mas a cidade ainda precisa ganhar cores e zumbidos urbanos - aquela anarquia criativa, típica de aglomerações populacionais não-planejadas.
A ideia de usar parte do lixo recolhido automaticamente para produzir energia renovável, por exemplo, ainda não está em operação - como muitas das inovações técnicas planejadas para Songdo.
Isso ocorre porque, hoje, menos da metade da cidade está ocupada.
Nos escritórios comerciais, a taxa de ocupação é menor que 20% e nas ruas, cafés e shoppings do centro há amplos espaços relativamente vazios - o que constitui o segundo grande desafio a ser vencido pelos idealizadores e administradores de Songdo.
Apesar de a cidade ser próxima ao aeroporto internacional da Coreia do Sul, as ligações de transporte com Seul são rudimentares. E, por enquanto, os incentivos para empresas que se deslocam para a nova cidade inteligente nem sempre superam os custos.
Como costuma dizer Jonathan Thorpe, presidente da empresa americana Gale International, que construiu Songdo: "São os moradores que fazem uma cidade".
"Estamos tentando adicionar diversidade e vitalidade (a Songdo), algo que o desenvolvimento orgânico (de uma cidade) garante", explicou Thrope.
"É um desafio tentar replicar isso em um ambiente planejado. Ao mesmo tempo, com tal planejamento podemos desenvolver a infraestrutura da cidade de modo a garantir que ela funcione - não só agora, mas também daqui a 50 anos."
Mas 50 anos é muito tempo na Coreia do Sul, um país em constante mudança. Quem sabe quantas novas versões de "cidades futurísticas" terão sido lançadas em 50 anos?

sábado, 16 de novembro de 2013

Pesquisas do Ipea contestam escassez de engenheiros no país

Quarta, 06 de Novembro de 2013 às 09:00

Pesquisas do Ipea contestam escassez de engenheiros no país



Pesquisas do Ipea contestam escassez de engenheiros no país
Não há o risco de um “apagão” generalizado de mão de obra de Engenharia no Brasil, ainda que se reconheçam alguns sinais de pressões de curto prazo no mercado de trabalho. Esta é a conclusão de um dos artigos que subsidiaram o debate sobre escassez de engenheiros no Brasil, promovido nesta terça-feira, dia 5, em Brasília, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).
O texto, de autoria dos pesquisadores da USP Mario Sergio Salerno, Leonardo Melo Lins, Bruno Cesar Pino Oliveira de Araujo, Leonardo Augusto Vasconcelos Gomes, Demétrio Toledo e Paulo Meyer Nascimento, do Ipea, indica que, em termos quantitativos, estas pressões tendem a ser resolvidas com a ampliação da oferta de novos engenheiros, uma vez que os cursos da área voltaram a atrair os alunos.
O artigo aponta quatro dimensões que podem explicar a percepção de alguns agentes econômicos sobre escassez de mão-de-obra em Engenharia: a qualidade dos engenheiros formados, uma vez que a evolução na quantidade não foi acompanhada pela mesma evolução na qualidade; o hiato geracional, o que dificulta a contratação de profissionais experientes para liderar projetos e obras; os déficits em competências específicas; e, os déficits em regiões localizadas.
Por outro lado, os autores alertam para o fato de que a inexistência de gargalos não significa a falta da necessidade de ampliação dos investimentos no ensino de Engenharia, particularmente nas universidades públicas. Para eles, a Engenharia está profundamente ligada ao desenvolvimento econômico e à inovação. E neste aspecto o Brasil apresenta baixo índice de engenheiros por habitante ou por formados no ensino superior.
Demanda
A demanda por engenheiros e profissionais afins no mercado de trabalho formal foi o tema levantado pelos técnicos de Planejamento e Pesquisa do Ipea Aguinaldo Nogueira Maciente e Paulo A. Meyer M. Nascimento. O artigo faz uma projeção da demanda por engenheiros, trazendo estimativas para diferentes cenários de crescimento da atividade econômica e para diferentes setores de atividade.
A expectativa é de que, até 2020, o número de engenheiros requeridos pelo mercado de trabalho formal, a depender do cenário de crescimento da economia, atinja entre 600 mil e 1,15 milhão de profissionais. Isto demonstraria a importância do crescimento econômico sustentado sobre a configuração de longo prazo do mercado de trabalho.
O texto traz ainda a evolução do salário médio dos engenheiros em relação aos dos demais profissionais com educação de nível superior. “Os engenheiros e profissionais afins recebem salários sistematicamente acima dos demais empregados com escolaridade superior”. Entre 2000 e 2009, os setores que mais apresentaram elevação do salário pago a engenheiros foram os de cimento, álcool, artefatos de couro e calçados, serviços imobiliários e aluguel e Construção.
No que diz respeito à evolução da formação de engenheiros e profissionais técnico-científicos no Brasil, os pesquisadores do Instituto Divonzir Gusso e Paulo Meyer Nascimento revelam que as áreas de Engenharia, Produção e Construção e de Ciências, Matemática e Computação apresentaram expansão tanto no volume total de matrículas como no de conclusões de curso, além de passar por grande diversificação de habilitações e por um considerável aumento da participação do setor privado. Por outro lado, ‘é necessário mobilizar o sistema de educação superior de que o país já dispõe para que sejam satisfeitas as demandas emergentes, que se expressam no debate cotidiano sob termos como “escassez”, “apagão” e semelhantes’.

Fonte: Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada 



Lido 105 vezes

Governo de São Paulo anuncia criação do Parque Sabesp Cangaíba

Governo de São Paulo anuncia criação do Parque Sabesp Cangaíba

http://piniweb.pini.com.br/construcao/Infraestrutura/governo-de-sao-paulo-anuncia-criacao-do-parque-sabesp-cangaiba-301375-1.aspx

Empreendimento de 12.300 m² terá infraestrutura de lazer e 120 árvores, além de 2.078 espécies arbustivas e trepadeiras

Rodrigo Louzas
14/Novembro/2013
O Governo de São Paulo e a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) anunciaram no último domingo (10) a construção do Parque Sabesp Cangaíba, na zona leste de São Paulo. O local também vai abrigar um reservatório que pode armazenar até 10 milhões de litros de água potável.
Divulgação
Com área de 12.300 m², o complexo terá infraestrutura de lazer e 120 árvores, além de 2.078 espécies arbustivas e trepadeiras. Pelo projeto, serão adotadas medidas para diminuir o impacto ambiental da intervenção, com a utilização, por exemplo, de pisos drenantes e manutenção da arborização já existente.
Este será o segundo parque da Sabesp em São Paulo. Em agosto deste ano, o governo estadual já havia anunciado a criação do Parque Sabesp Mooca.
O Parque Sabesp Cangaíba, localizado na Rua Elisiária Espínola, 35, deverá ser entregue para a população em julho de 2014. O projeto é orçado em R$ 5,3 milhões.

Parque Zaryadye em Moscou

Diller Scofidio and Renfro projetará parque Zaryadye em Moscou


Complexo de 53 mil m² faz parte de planejamento do Presidente Vladimir Putin de mostrar uma nova imagem de Moscou para o mundo

Rodrigo Louzas, do Portal PINIweb
14/Novembro/2013

O escritório norte-americano Diller Scofidio and Renfro foi anunciado como o vencedor do concurso para o projeto do Zaryadye Park em Moscou, Rússia. O complexo de 53 mil m² será uma continuação da Red Square, praça que é um cartão-postal da cidade.
Com um investimento estimado entre 171 e 230 milhões de dólares, o complexo faz parte do planejamento do Presidente Vladimir Putin de mostrar uma nova imagem de Moscou para o mundo.
A proposta vencedora visa integrar a natureza e os seres humanos. O conceito reflete as características mais marcantes dos empreendimentos vizinhos, o que permite combinar os elementos característicos de edifícios históricos com jardins exuberantes.
O Parque será composto por vegetação típica russa e, por meio de um mecanismo que controla a temperatura, a força do vento e a incidência de luz natural dentro do complexo, poderá receber atividades em todos os meses do ano.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Dia Mundial do Diabetes: Brasil já é o quarto país em número de casos

Dia Mundial do Diabetes: Brasil já é o quarto país em número de casos

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Veja os destaques do UOL Saúde (2013)162 fotos

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01.jan.2013 - Imagem mostra uma cultura de bacilos causadores da tuberculose. A FDA, a agência de regulação de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, aprovou a primeira droga contra a doença em 40 anos. O Sirturo, da Johnson & Johnson, é um tratamento contra a tuberculose multirresistente aos medicamentos existentes Leia mais CDC
Neste Dia Mundial do Diabetes, a Federação Internacional de Diabetes (IDF, em inglês) informa que existem 371 milhões de diabéticos entre os adultos de todo o mundo. A maioria dos casos se refere ao tipo 2 da doença, passível de ser evitado com medidas como o combate a obesidade e o sedentarismo.
Segundo a IDF, há 13,4 milhões de diabéticos no Brasil (tipo 1 e 2). O país ocupa o quarto lugar no mundo em número de casos, ficando atrás apenas da China, Índia e Estados Unidos, respectivamente. Trata-se de um número alarmante, já que a estimativa era de que teríamos cerca de 12,7 milhões de brasileiros diabéticos somente em 2030.
O Dia Mundial do Diabetes foi criado em 1991 pela IDF em parceria com a OMS (Organização Mundial da Saúde), com o objetivo de dar respostas ao crescente interesse em torno da doença, além de alertar para o aumento de sua incidência no mundo.

A data escolhida para a celebração é a mesma do nascimento do cientista canadense Frederick Bantin que, em parceria com Charles Best, foi responsável pela descoberta da insulina, em outubro de 1921. Dois anos mais tarde, Banting recebeu o Prêmio Nobel de Medicina por esta descoberta e pela aplicação da insulina no tratamento das pessoas com diabetes.
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Conheça alguns mitos e verdades sobre diabetes 20 fotos

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O estresse piora o diabetes. VERDADE: fatores de estresse podem, sim, piorar o quadro de diabetes quando já existe o problema, mas isso não significa que o estresse cause o diabetes. "O nível de açúcar sobe quando as pessoas ficam nervosas, assim como a adrenalina e o cortisol. Quando o pâncreas está comprometido, ele não aguenta essa elevação", explica a endocrinologista Denise Franco. Segundo ela, o estresse tem o potencial de desbalancear os sistemas endócrino, imunológico e neurológico Leia mais Thinkstock