sexta-feira, 28 de junho de 2013

Projeto de iniciativa popular em Florianópolis quer proibir exibição de cigarro

Projeto de iniciativa popular em Florianópolis quer proibir exibição de cigarro

http://www.portaldailha.com.br/noticias/lernoticia.php?id=18208

Publicado em 26/06/2013 às 20:02:16

Projeto de iniciativa popular em Florianópolis quer proibir exibição de cigarro
A proibição da exibição de embalagens, produtos e propagandas de cigarros e de outros derivados do tabaco em todos os pontos de venda da capital é o tema do primeiro projeto de lei de iniciativa popular de Florianópolis, apresentado à sociedade na noite de terça-feira (25), em uma cerimônia de lançamento no Sapiens Park, em Canasvieiras.
A Lei Orgânica de Florianópolis permite que o povo proponha projetos de lei à Câmara Municipal. Para isso, exige-se que a proposição seja subscrita por, no mínimo, 5% dos eleitores, o equivalente a 16 mil assinaturas. Até o momento, nenhuma proposta desse tipo foi apresentada ao Legislativo municipal.
O primeiro projeto de lei de iniciativa popular de Florianópolis é de autoria dos integrantes da Coordenadoria de Juventude da Prefeitura e de outras 18 entidades ligadas a causas juvenis na capital. Eles acreditam que, dentro de dois meses, conseguirão coletar as assinaturas necessárias para protocolar o projeto na Câmara de Vereadores.
A justificativa do projeto, segundo o presidente do Conselho Municipal da Juventude, Jackson de Souza, é baseada em vários estudos que apontam que a publicidade dos produtos derivados de tabaco e a exposição para venda passam às crianças e aos adolescentes a ideia de que o cigarro é algo inofensivo e, como consequência, estimulam o vício.
“Noventa por cento (90%) dos consumidores começaram a fumar antes dos 19 anos, justamente por essa estratégia de colocar o cigarro ao lado de balas, chicletes, chocolates e outras guloseimas, dando uma conotação de que é algo benéfico, por conta das embalagens coloridas e atraentes. Nossa proposta visa coibir esta prática”, disse. Conforme Souza, isso já é realidade em diversos países ao redor do mundo, como os do Reino Unido, a Austrália e a Tailândia.
O coordenador de Juventude da Prefeitura de Florianópolis, Guilherme Pontes, destacou a importância da apresentação de projetos de iniciativa popular. “O nosso grande papel é esse: motivar e incentivar práticas de cidadania diferenciadas. Assim vamos além do voto, mudamos a cidade a partir de uma prática e de um projeto apresentado por nós

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Placas de circuito geram mais de 17 metais (precisos e de base) na reciclagem

Posted: 16 Jun 2013 02:10 PM PDT


O Brasil tem avançado na área de reciclagem de eletroeletrônicos, mas uma parte dos materiais ainda não pode ser recuperada no País: as placas de circuito. Placas mãe e placas de vídeo, no caso dos computadores, assim como os componentes que controlam televisões, monitores e impressoras têm uma série de metais em sua estrutura, e a reciclagem desses itens exige, pois, a separação de cada um, para posterior reaproveitamento.
Há ao menos 17 metais nessas placas, entre pesados, preciosos e de base. Alguns deles até têm tecnologia no país para reciclagem, mas quando todos estão juntos, a recuperação só é feita por cinco empresas no mundo. Uma delas é a Umicore, com sede na Bélgica, que processa 350 mil toneladas de materiais por ano.
As placas brasileiras provêm, principalmente, de equipamentos de informática - computadores, periféricos e acessórios -, e o restante vem de celulares, televisões e sistemas de áudio. São Paulo é o que mais envia sucata eletrônica, mas isso porque, segundo o gerente de desenvolvimento de negócios da Umicore no Brasil, as maiores empresas estão no estado - as menores, por não terem condições de fazer a exportação por si, acabam enviando materiais para a região sudeste, para que sejam destinados à Europa.
Processo de separação
Segundo o gerente de desenvolvimento de negócios da Umicore no Brasil, Ricardo Rodrigues, o processo de reciclagem começa com a etapa de amostragem. O material recebido é triturado, formando uma mistura homogênea, de onde se retira uma amostra. No laboratório, são identificados os metais contidos no lote de lixo eletrônico, o que determina quanto as empresas que entregaram a sucata vão receber pelo material. Além disso, os números servem para saber a quantidade de recursos naturais que se está economizando, ao recuperar o que já foi extraído e colocar os componentes de volta no ciclo de produção.
Então vem a etapa de refino, ou seja, de separação de cada um dos metais. O primeiro passo é fazer lotes maiores, o que significa juntar a massa homogênea de placas de circuito, por exemplo, com outros tipos de lixo, não necessariamente eletrônico, que também têm metais em sua composição: subprodutos de processos químicos, catalizadores automotivos e resíduos da indústria petroquímica, por exemplo.
Esses lotes maiores passam então por três linhas de processo, onde há os chamados metais coletores. Eles recebem esse nome porque funcionam como espécies de imãs, atraindo outros metais. O cobre, por exemplo, atrai ouro, paládio e selênio, entre outros, então nesta etapa do processo esses metais vão formar uma liga. O que "sobrou" segue para a próxima linha, de chumbo, em que metais como prata, estanho e bismuto vão formar outra liga. E da mesma forma, o restante do material vai para a terceira linha, onde o níquel vai atrair platina e ródio, por exemplo.
A fase seguinte ocorre em três diferentes espaços, onde cada uma das três ligas formadas vai ser separada. Cada material tem características químicas que o diferem dos outros, o que possibilita que eles sejam, um a um, destacados do restante da liga.
O que difere a tecnologia da Umicore de outras presentes no mundo é justamente a unificação das três linhas, com os três metais coletores, na mesma planta de reciclagem, explica Rodrigues. "Se você tivesse o cobre, por exemplo, como principal coletor, seria possível recuperar alguns metais, mas os outros não", detalha.
Ao final do processo de reciclagem, os metais estão como novos, e podem ser usados pelas mesmas indústrias que utilizam o material recém-extraído. Rodrigues destaca que, com isso, economiza-se a natureza de quatro formas diferentes, entre elas evitando que novos materiais sejam retirados da natureza, e impedindo que metais pesados sejam jogados em aterros sanitários sem tratamento e acabem contaminando o meio ambiente.
A indústria de reciclagem tem também uma preocupação com a sua própria emissão de poluentes. Os materiais que serão reciclados são sempre analisados previamente, segundo Rodrigues. "Conhecemos as empresas que vão fornecer o material para reciclagem, e avaliamos o que é necessário para recuperar o material, e se isso não oferece risco também às pessoas que vão trabalhar no processo", explica.
Além disso, as partes que não recicláveis acabam usadas em outros processos. O plástico contido nas placas de circuito, por exemplo, é queimado para gerar energia para outras etapas da reciclagem. Tudo, afirma Rodrigues, com controle de emissões de gases e de poluentes. Em outra frente, a planta tem sistema de recolhimento de água da chuva e lavagem dos solos, que passa por tratamento e é usada novamente para molhar as pilhas de materiais e resfriar o maquinário da unidade. O processo é certificado por órgãos ambientais europeus.
Depois da reciclagem
Os materiais reciclados em alguns casos voltam para suas indústrias de origem. É o que em geral acontece com platina, paládio e ródio, por exemplo, reciclados de catalizadores e que depois podem ser usados para a fabricação de novos catalizadores. Os produtos utilizaados em baterias também são reaproveitados pela mesma indústria.
No caso da Umicore, que possui, além das usinas de reaproveitamento, indústrias de baterias, catalisadores e materiais de construção, uma parte do material é consumida pela própria empresa. Quando há excedente, ou quando o produto fruto da reciclagem não faz parte da cadeia produtiva da empresa, os materiais são vendidos para outras indústrias. Os setores de eletroeletrônica, de pigmentos, de fertilizantes e de automotores são os principais clientes da Umicore. Fabricantes de bateria também compram os componentes reciclados.
Quanto aos preços, Rodrigues explica que metais preciosos são cotados pela bolsa, então o valor dos materiais recém-extraídos ou reciclados é o mesmo. Os custos do processo são pagos em parte pelas empresas que recolhem o material e em parte pelas que reciclam. "A companhia paga para a Umicore reciclar, mas depois de ver quanto vale o material, ela recebe o valor descontado o custo", simplifica. Se, por exemplo, a manufatura reversa custou R$ 20 mil, e os produtos finais valem R$ 100 mil, a empresa que recolheu o material recebe R$ 80 mil.

Por: Déborah Salves

O que é energia solar?

O que é energia solar?



Autor: Rafaela Pozzebon 

Há tempos se fala em sustentabilidade para que o planeta sobreviva por longos anos, neste contexto, a busca por sistemas que geram energia chamada limpa para nosso viver, é constante. O homem descobriu uma fonte infinita de energia, que parece aumentar sua potência ao longo do tempo, o Sol.
Energia solar é aquela proveniente do Sol,  podendo ser energia térmica e luminosa. Esta energia pode ser captada por painéis solares, que são formados por células fotovoltaicas  e apóstransformada em energia elétrica ou mecânica. A energia solar é utilizada principalmente em residências, no aquecimento de água.
A energia solar é considerada uma boa opção na busca por alternativas menos agressivas ao meio ambiente, já que consiste em uma fonte de energia renovável e limpa, que não emite qualquer tipo de poluente.

Como funciona a energia solar?

Em virtude de ser considerada uma energia limpa e que não agride o meio-ambiente, a energia solar cada vez mais é comentada e utilizada no mundo, principalmente em países mais desenvolvidos. Sendo que na última década o aumento do uso da energia solar no planeta foi de 40%. "Isso vem acontecendo graças a programas de incentivo em países como Alemanha, Japão e Espanha para ampliar a geração de eletricidade com fontes renováveis, visando reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa", explica o professor Roberto Zilles, do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (IEE-USP). "No Brasil, também já foram formulados e implementados importantes projetos de difusão dessa tecnologia durante a última década, ao mesmo tempo em que se consolidaram grupos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico", disse ainda.
A geração de energia a partir da luz do Sol está associada ao  "efeito fotovoltaico", que foi observado pela primeira vez em 1893 pelo físico francês Alexandre-Edmond Becquerel. "Esse efeito consiste essencialmente na conversão de energia luminosa incidente sobre materiais semicondutores, convenientemente tratados, em eletricidade", disse o professor Zilles. “ No início, esse sistema era utilizado somente na geração de energia para satélites", conta Roberto Zilles. "Mas as tecnologias de produção evoluíram a tal ponto que tornou viável seu uso em aplicações terrestres, para fornecimento de energia elétrica em residências isoladas da rede convencional de distribuição", completou.
Paineis solares instalados em uma residência
Paineis solares instalados em uma residência

Energia do Sol da Terra

A distância do Sol à Terra é de uma unidade astronômica (1 UA), ou seja, cerca de 150 milhões de quilômetros. Após determinar tal distância, que aconteceu em 1673, foi possível calcular o seu grau de luminosidade, bem como qual a potência que ele produz. Assim, cada metro quadrado da Terra recebe do Sol uma potência de 1400 watts, que corresponde a potência de 14 lâmpadas de 100watts.

Tipos de energia solar

Energia fototérmica: Este tipo de energia possui relação com o aquecimento de líquidos ou gases através da absorção dos raios solares que causam o seu aquecimento. Geralmente sãoempregadas no aquecimento de água para uso em chuveiros, ou mesmo gases para secagem de grãos ou uso em turbinas.
Captação de energia fototérmica
Captação de energia fototérmica
Energia fotovoltaica: Este tipo de energia visa a conversão da energia solar em energia elétrica através de células fotovoltaicas. As células fotovoltaicas mais conhecidas e utilizadas são feitas de silício por possuir características intermediárias entre um condutor e um isolante. Assim, cada célula possui duas camadas de silício. A mais fina é carregada negativamente, quando atingida pelos raios solares tem seus elétrons transferidos para a camada mais grossa, que fica carregada positivamente. Apesar de mais tradicional, a célula de silício é mais cara. No entanto, existem alternativas mais baratas que são capazes de gerar cerca de 4 volts, as chamadas DSC.
Captação de energia fotovoltaica
Captação de energia fotovoltaica

Tipos de captura da energia solar

Método Direto: No método direto a energia solar é transformada em outro tipo de energia que pode ser usada pelo homem no seu dia-a-dia. Exemplo: A energia solar atinge um painel solar, sendo após transformada em eletricidade.
Método Indireto: No método indireto significa que mesmo recebendo e transformando toda a energia do Sol, ela não pode ser usada de forma útil sem ter um processo de transformação maior. Um exemplo disso é os sistemas que controlam automaticamente cortinas conforme a disponibilidade e presença da luz do sol.
Além disso, existem os processos passivos e ativos para a aplicação deste tipo de energia. Os sistemas passivos geralmente são considerados métodos diretos. Neste caso a energia solar é transformada em energia mecânica sendo após utilizada para outros fins. Os sistemas ativos, por sua vez, necessitam de dispositivos elétricos, mecânicos ou químicos para aumentar a efetividade do recolhimento dessa mesma energia.
Parques de capatação de elergia solar
Parques de capatação de elergia solar

Vantagens e desvantagens da energia solar

Vantagens
  • A energia solar não polui durante seu uso. A poluição decorrente da fabricação dos equipamentos necessários para a construção dos painéis solares é totalmente controlável utilizando as formas de controles existentes atualmente.
  • As centrais necessitam de manutenção mínima.
  • Os painéis solares são a cada dia mais potentes ao mesmo tempo que seu custo vem decaindo. Isso torna cada vez mais a energia solar uma solução economicamente viável.
  • A energia solar é excelente em lugares remotos ou de difícil acesso, pois sua instalação em pequena escala não obriga a enormes investimentos em linhas de transmissão.
  • Em países tropicais, como o Brasil, a utilização da energia solar é viável em praticamente todo o território, e, em locais longe dos centros de produção energética, sua utilização ajuda a diminuir a demanda energética nestes e consequentemente a perda de energia que ocorreria na transmissão.
Usina Nuclear é uma das que mais polui o ambiente
Usina Nuclear é uma das que mais polui o ambiente
    Desvantagens
    • Um painel solar consome uma quantidade enorme de energia para ser fabricado. A energia para a fabricação de um painel solar pode ser maior do que a energia gerada por ele.
    • Os preços são muito elevados em relação aos outros meios de energia.
    • Existe variação nas quantidades produzidas de acordo com a situação atmosférica (chuvas, neve), além de que durante a noite não existe produção alguma, o que obriga a que existam meios de armazenamento da energia produzida durante o dia em locais onde os painéis solares não estejam ligados à rede de transmissão de energia.
    • Locais em latitudes médias e altas (Ex: Finlândia, Islândia, Nova Zelândia e Sul da Argentina e Chile) sofrem quedas bruscas de produção durante os meses de inverno devido à menor disponibilidade diária de energia solar. Locais com frequente cobertura de nuvens (Curitiba, Londres), tendem a ter variações diárias de produção de acordo com o grau de nebulosidade.
    • As formas de armazenamento da energia solar são pouco eficientes quando comparadas por exemplo aos combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás), a energia hidroelétrica (água) e a biomassa (bagaço da cana ou bagaço da laranja.
    Energia Eólica é outra alternaliva para poluir menos
    Energia Eólica é outra alternaliva para poluir menos

    quarta-feira, 26 de junho de 2013

    Empresa brasileira tem projeto inserido nos cases sustentáveis da ONU

    Empresa brasileira tem projeto inserido nos cases sustentáveis da ONU
    14 de Junho de 2013 • Atualizado às 14h49



    Mais uma empresa brasileira tem case aprovado pelo Programa de Trabalho de Nairóbi Sobre Impactos, Vulnerabilidade e Adaptação às Mudanças Climáticas, da Convenção-Quadro Sobre Mudanças Climáticas da ONU. Com um projeto de “Sistema Integrado de Infraestrutura Verde e Reciclagem de Água e de Resíduos Orgânicos”, a Ecotelhado entrou no rol de casos de estudo denominados “Iniciativa do Setor Privado” e serve como modelo a todo o planeta.
    O programa é um banco de dados online, que compartilha cerca de cem exemplos do setor privado realizados em diferentes países, inclusive no Brasil. O objetivo é reunir países em um esforço conjunto para estabilizar as concentrações de gases do efeito estufa e promover boas práticas e o uso racional de recursos e ações, de modo rentável, para o enfrentamento e adaptação às mudanças climáticas, sendo realizadas por empresas privadas, em alguns momentos, em parceria com ONGs ou setor público, de diversos setores e regiões.
    O case da Ecotelhado aprovado, também conhecido como Ecoesgoto, é um sistema que prioriza o reaproveitamento de água, economia de energia e tratamento dos efluentes, no qual todos resíduos orgânicos provenientes das descargas de patentes, dos restos de alimentos triturados, devem passar por um processo de purificação. É composto por uma estação de tratamento dos efluentes biológica, constituída por um filtro projetado, reduzindo processos naturais, como, por exemplo, a coleta de lixo. O sistema pode ser inserido em empresas, prédios ou residências.

    “O sistema é uma técnica de infraestrutura verde urbana, que nos permitiu mostrar que é possível haver desenvolvimento e empreendedorismo sustentável”, afirmar o engenheiro agrônomo e o diretor da Ecotelhado, João Manuel Feijó.

    A empresa integra a lista da ONU, que já possui algumas grandes empresas brasileiras, como Allianz Seguros, Basf e HSBC. Além do Ecoesgosto, a Ecotelhado tem desenvolvido centenas de projetos para telhados verdes, jardins verticais, hortais, infraestrutura verde, entre outros.
    Sobre o Ecoesgoto
    É constituído de uma única câmara que varia de tamanho de acordo com o projeto e o volume de efluente a ser tratado. Pode ser subterrânea ou aérea, sendo que sempre deve ser acompanhada de elementos paisagísticos. Os efluentes entram pela parte superior, podendo haver uma abertura com tampa para o lixo orgânico.
    O filtro é composto de camadas sucessivas que asseguram presença de oxigênio, promovem retenção de matéria orgânica, e criam habitat para a fauna do filtro. Ele retém a matéria orgânica que será digerida pelas minhocas, garantindo a permeabilidade do sistema. Na parte inferior da câmara é colocado um piso elevado que separa a matéria orgânica da água.
    Depois de passar pelo vermifiltro, o efluente pré-tratado é lançado para o banhado construído, onde a parte superior fica seca, sem perigo de proliferação de mosquitos. O sistema laminar elimina o uso de brita ou areia e garante maior área de contato entre as raízes das plantas. As raízes tem papel de abrigar microrganismos e fornecerem oxigênio no sistema, garantindo uma digestão aeróbica sem cheiro. O sistema laminar é também um reservatório de água que pode ser reutilizada para fins não potáveis.

    Programa de Certificação do Couro Brasileiro com Ênfase em Sustentabilidade


    Programa de Certificação do Couro Brasileiro: diretrizes e cronograma apresentado




    O Programa de Certificação do Couro Brasileiro com Ênfase em Sustentabilidade – uma iniciativa inovadora do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) – teve suas diretrizes apresentadas na manhã desta quinta-feira (13), para uma qualificada plateia que lotou o espaço reservado ao encontro no IBTeC, em Novo Hamburgo (RS). Na reunião, foram apresentadas as etapas do programa, seu cronograma e objetivos, inclusive com a assinatura do termo de adesão das empresas e profissionais interessados em participar da Comissão de Estudos Especial que irá discutir e colaborar na construção do programa.
    O presidente executivo do CICB, José Fernando Bello, e o professor Álvaro Flores detalharam a dinâmica do programa e as próximas etapas para as mais de 60 pessoas que participaram da atividade – entre empresários de curtumes, calçadistas, indústria química, profissionais ligados ao meio acadêmico, associações e órgãos do governo. Segundo Álvaro, o modelo proposto para o programa contempla princípios, critérios e indicadores. “Os princípios constituem a referência para a produção sustentável de couros, em cada um dos pilares: econômico, ambiental e social. Os princípios de cada pilar são desdobrados em critérios, que são a expressão dos requisitos que descreve as práticas sustentáveis para a produção de couros. A verificação do cumprimento de cada critério é estabelecida mediante a avaliação do atendimento de um conjunto de indicadores específicos, que podem ser quantitativos ou qualitativos”, destacou.
    A reunião desta quinta teve também a assinatura do termo de adesão à Comissão de Estudos que será instalada no âmbito da ABNT, por meio do CB-11 (o Comitê Brasileiro de Couro e Calçados). Esta comissão, chamada ABNT/CEE-208 – Comissão de Estudo Especial de Processos de Produção de Couros – Sustentabilidade, reúne, de forma voluntária, interessados em contribuir na construção do programa. O grupo recebeu um cronograma de encontros, cujo primeiro será na manhã do dia 4 de julho, com teleconferência para quem não puder estar presencialmente em Novo Hamburgo, no IBTeC, onde o evento vai ocorrer. Interessados ainda podem se inscrever para participar da comissão por meio do endereço sust...@brazilianleather.com.br.
    O Programa de Certificação do Couro Brasileiro com Ênfase em Sustentabilidade
    Trata-se de uma iniciativa inovadora do CICB que deve estabelecer novos parâmetros para o setor de couros do Brasil. Veja os objetivos:
    •       Definir os requisitos de sustentabilidade do couro brasileiro, melhorando o processo produtivo das empresas participantes;
    •       Capacitar e treinar as empresas do setor nos requisitos de sustentabilidade estabelecidos;
    •       Promover as melhores práticas de produção através do alinhamento com o estado da arte em termos internacionais;
    •       Garantir uma vantagem para a indústria nacional de produtos transformados que poderão transferir aos seus artigos o atributo de sustentabilidade;
    •       Criar uma “marca” para o couro brasileiro;
    •       Manter os mercados internacionais que já utilizam o couro brasileiro, protegendo o mercado da concorrência;
    •       Fortalecer o couro brasileiro no exterior, proporcionando que as empresas possam agregar valor aos seus produtos através da utilização da certificação;
    •       Evitar barreiras técnicas ou não comerciais ao couro brasileiro no mercado internacional, e o impacto negativo que estas podem trazer aos produtores nacionais e ao País;
    •       Não ficar dependente de organismos internacionais, capacitando os institutos nacionais a atuar no processo de certificação.

    terça-feira, 25 de junho de 2013

    Bahia terá 29 parques eólicos até março de 2014

    Bahia terá 29 parques eólicos até março de 2014

    http://www.ibahia.com/detalhe/noticia/bahia-tera-29-parques-eolicos-ate-marco-de-2014/?cHash=b2a942bff7d60f690e457be116205101

    Empresa líder na geração de energia eólica contratada do Brasil já construiu 14 parques no interior do estado



    Jorge Gauthier
    (jorge.gauthier@redebahia.com.br)

    Até março de 2014 a Bahia terá 29 parques eólicos, segundo informou na sexta-feira (14), o diretor de Sustentabilidade da Renova Energia, Ney Maron. Líder na geração de energia eólica contratada do Brasil, a empresa já construiu 14 parques nas cidades de Igaporã, Caetité e Guanambi, que ficaram prontos em julho de 2012. Os parques ainda não estão funcionam porque dependem da construção da linha de transmissão da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), que não deu prazo para fazer o serviço. “Os outros parques nessa mesma região ficarão prontos em março de 2014. No total, quando estiver em funcionamento, os parques conseguem fornecer energia para cerca de 1.6 milhões de residências”, explica Maron. 

    O diretor da Renova Energia ressalta que os ventos brasileiros são excelentes para a produção desse tipo de energia. “Ao contrário de alguns lugares do mundo que tem ventos fortes em rajadas na Bahia os ventos são constantes na maioria do tempo ao longo do ano”, destaca. Os projetos dos parques da Renova Energia na Bahia - Alto Sertão 1 (construido) e Alto Sertão 2 (emconstrução) – seguem o padrão de sustentabilidade. “A produção de energia nessas regiões são feitas em áreas arrendadas pela Renova. Ou seja, é possível para o dono do terreno que vai abrigar o parque manter suas atividades como agricultura da mesma maneira. Isso torna o processo de produção da energia ainda mais sustentável para o país”, completa Maron.

    Matéria original: Jornal Correio

    Embrapa desenvolve técnica para produção de tomate ecológico

    Embrapa desenvolve técnica para produção de tomate ecológico
    03 de Junho de 2013 • Atualizado às 09h16




    Uma pesquisa recente da Embrapa Solos está ganhando evidência este ano, quando se comemoram os 40 anos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Trata-se do tomate ecológico.
    Os pesquisadores desenvolveram um modo de plantar o tomate, envolvendo diversas técnicas que diminuem o impacto do uso de pesticidas. “E nós controlamos a quantidade do fruto, por análise de laboratório, com apoio da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), com relação ao teor desses pesticidas no tomate”, disse à Agência Brasil o chefe de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Solos, Daniel Perez.
    Essa técnica já vem sendo divulgada e transferida aos produtores do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, de Minas Gerais, São Paulo, Goiás. “Porque é um diferencial tecnológico que dá um preço melhor para o produtor do tomate. Você tem um tomate com uma característica de segurança alimentar muito maior”.
    A Embrapa Solos está em processo de certificação da qualidade desse material a fim de que o produtor que trabalhe com a técnica possa ter um diferencial de mercado.
    Outro trabalho de destaque da unidade da Embrapa Solos baseada no Rio de Janeiro está relacionada a serviços ambientais. Um grupo da empresa está trabalhando nos municípios de Cachoeiras de Macacu, Silva Jardim e Bom Jardim, localizados respectivamente na região metropolitana, na região das baixadas e no centro do estado, buscando indicadores que permitam valorar a terra no sentido da conservação da água e do solo.
    “Isso visa a dar suporte às prefeituras, principalmente na identificação daqueles produtores que protegem o meio ambiente, como uma forma também de incentivá-los a continuar fazendo isso”, comentou Perez.
    Ele salientou que embora esteja baseada no Rio de Janeiro, a Embrapa Solos desenvolve pesquisas que são voltadas para todo o país. Um dos projetos que tem impacto nacional elevado está ligado à questão dos insumos alternativos. O pesquisador destacou que a partir de 2007, ocorreu uma crise na área de fertilizantes no Brasil, devido ao alto custo que apresentam. Boa parte dos fertilizantes usados no território é importada. “Nós não temos capacidade de produção. Um exemplo clássico é o potássio. O Brasil importa praticamente 95% do potássio que consome. E as fontes naturais estão acabando”.
    Por isso, a empresa está buscando alternativas que sejam fontes desses nutrientes, mas que permitam também mudar a forma como o fertilizante libera esse nutriente para a planta, que hoje ocorre de maneira imediata, como a maioria dos fertilizantes convencionais. Daniel Perez explicou que a Embrapa Solos trabalha em pesquisas que envolvem, inclusive, nanotecnologia, para que o fertilizante tenha capacidade de liberar os nutrientes ao longo do tempo. Isso beneficia o meio ambiente e melhora também a eficiência do próprio elemento para a nutrição da planta.

    Londrinos vão beber água reciclada do esgoto


    Londrinos vão beber água reciclada do esgoto


    Preocupada com aumento da população da região metropolitana de Londres, além das consequências da degradação ambiental, empresa Thames Water estuda reciclar água do esgoto, a fim de garantir o abastecimento no futuro

    Algumas estimativas indicam que o verão vai se tornar mais quente e seco e o inverno, mais úmido e com tempestades mais intensas em diversas regiões do mundo. Além disso, as grandes cidades tendem a ficar mais populosas, tendo como uma de suas consequências uma demanda maior por produtos naturais, como a água. A Thames Water, empresa de água que abastece a cidade de Londres, na Inglaterra, e outros municípios ao seu redor,prevê que atenderá aproximadamente 10,4 milhões de pessoas em 2014, o que significará um aumento de 230 a 340 milhões de litros por dia (atualmente, a população atendida é de 9 milhões).
    Para garantir um abastecimento adequado, a empresa pretende consertar canos com vazamentos, instalar medidores de água em cada edifício e incentivar as pessoas a reduzirem seu consumo diário de 160 para 150 litros de água. No entanto, a Thames Water acredita que esses procedimentos não serão suficientes para atender a demanda esperada para daqui a 10 anos e por isso desenvolveu uma nova estratégia, que consiste em reciclar a água do esgoto, a fim de oferecer água potável em quantidade suficiente.
    A reciclagem da água será feita por meio da hidrólise térmica, em que o lodo do esgoto é colocado em um recipiente que simula uma grande panela de pressão. Em seguida, sob alta temperatura e pressão, a tampa é aberta e as células das bactérias estouram, o que ocasiona a desintegração e dissolução das estruturas celulares.  Contudo, essa nova estratégia esbarra na “rejeição psicológica do consumidor”, segundo alguns pesquisadores, bem como nos perigos de a água ser inserida nos rios sem um tratamento prévio adequado, o que é altamente danoso quando se trata de produtos farmacêuticos presentes no esgoto, pois eles são mais resistentes à quebra de moléculas.
    No mundo
    Tratar água do esgoto, a fim de torná-la própria para consumo não é algo tão novo assim. Israel, por exemplo, é o maior reciclador de águas residuais do mundo: 70% de suas águas residuais são tratadas e reutilizadas como água de irrigação para os campos e obras públicas. Já no condado de Orange, na Califórnia, Estados Unidos, a água reciclada do esgoto é utilizada para consumo próprio. Isso porque o lençol freático que abastece a região foi demasiadamente explorado pela irrigação de plantações de laranja, de modo que, com a diminuição do nível do aquífero, o sal do Oceano Pacífico começou a se infiltrar por lá. A solução então foi reaproveitar a água utilizada para outros fins (saiba como funciona essa técnica no vídeo abaixo).
    No Brasil, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) firmou uma parceria com algumas empresas e criou, em 2012, a Aquapolo Ambiental, que tem como objetivo fornecer às indústrias petroquímicas alocadas no distrito de Capuava, em Mauá-SP água obtida através do tratamento de esgotos. Atualmente, o Aquapolo fornece 650 litros de água por segundo, mas espera-se que o número passe para mil litros por segundo em 2016.
    Veja também:



    segunda-feira, 24 de junho de 2013

    Escolas públicas de São Paulo ganham tratamento acústico

    Escolas públicas de São Paulo ganham tratamento acústico

    Diretor da Modal Acústica, empresa que atua nas áreas de projetos e consultoria acústica, Marcelo de Godoy trabalhou durante cinco anos no Laboratório de Acústica do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). É Engenheiro Eletricista pela Escola Politécnica da USP e Mestre em Engenharia Mecânica na mesma Universidade, com o tema centrado em ensaios acústicos.
    Nesta entrevista exclusiva ao Vibranews, o engenheiro destaca a parceria entre a sua empresa e a FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), da Secretaria da Educação do governo de São Paulo,  para o desenvolvimento de projetos acústicos para escolas da rede de ensino de São Paulo. Explica como foi feito o levantamento dos níveis de ruído ambiente no terreno das futuras escolas e o estudo das fontes internas de ruído, buscando reduzir sua influência sobre as salas de aula. Também analisa os desdobramentos que vão acontecer a partir do próximo mês de junho quando a Norma de Desempenho começará a valer.
     Acompanhe principais trechos da entrevista:
     P - Faça um breve relato da parceria entre a Modal e a FDE para implantação da certificação ambiental nas novas escolas da rede de ensino do Estado de São Paulo.
    R - A Modal foi contratada inicialmente pelos arquitetos contratados pela FDE e depois pela própria FDE via concorrência. Nosso primeiro projeto foi para a escola EE Vila Nova Jaguaré III, com arquitetura da SIAA. O projeto desta escola é interessante, com a quadra poliesportiva no pavimento acima das salas de aula, exigindo um grande piso flutuante para controle das vibrações geradas durante as práticas esportivas. Só no ano passado, participamos de nove projetos, estabelecendo uma ótima parceria com a equipe técnica da FDE.
    Do ponto de vista de isolamento e do tratamento acústico, quais as principais medidas adotadas para receber o certificado de Alta Qualidade Ambiental (AQUA), da Fundação Carlos Alberto Vanzolini?
    Inicialmente fazemos um levantamento dos níveis de ruído ambiente no terreno da futura escola, visando avaliar sua influência sobre os ambientes de aprendizado. Dependendo dos resultados, fazemos recomendações para alterações no partido arquitetônico. Posteriormente, fazemos o estudo das fontes internas de ruído, buscando reduzir sua influência sobre as salas de aprendizado e do isolamento acústico entre os diversos ambientes da escola.Também são definidos os parâmetros de acústica interna aos ambientes de aprendizado e da quadra poliesportiva.Já chegamos a realizar medições de isolamento acústico e de tempos de reverberação em uma escola finalizada para conhecer melhor o desempenho acústico dos materiais e sistemas construtivos utilizados. 
    Quais os principais materiais utilizados para o controle dos aspectos acústicos?
    Em grande parte, os materiais são alvenaria de blocos de concreto, lajes de concreto, portas de madeira ou metálicas, caixilhos basculantes, telhas metálicas, etc. Também são utilizados forros minerais em determinados ambientes. O importante é como os materiais são utilizados, e os detalhes de instalação. Em determinados casos, são detalhados alguns elementos mais complexos, como pisos flutuantes com tratamento antivibracional, paredes duplas, atenuadores de ruído e telhas sanduíche com superfícies de alta absorção sonora.
    Este conceito (projeto) pode ser estendido para outros espaços públicos como parques, bibliotecas, centros esportivos?
    A inclusão do projeto acústico é benéfica para os mais diversos tipos de edificações, públicas ou privadas, sendo que para alguns casos é fundamental. Edifícios residenciais, comerciais, educacionais, recreativos,hospitalares, corporativos ou institucionais abrigam o ser humano e suas atividades, para os quais o ambiente sonoro e a comunicação falada são fatores indissociáveis. O trabalho do consultor de acústica é adequar esses ambientes para o conforto e a funcionalidade acústica. 
    A entrada em vigor da Norma de Desempenho 15.575vai aumentar a demanda para testes de novos produtos nos laboratórios do País. Antes da norma, a carência já era grande. Como fica a situação agora então?
    Realmente, com a entrada da NBR 15.575, fabricantes e construtoras precisarão mais do que nunca conhecer o desempenho acústico de seus produtos. O Brasil tem uma carência grande de laboratórios, alguns ensaios importantes simplesmente não têm instalações laboratoriais. A tendência é que novos laboratórios sejam construídos para cobrir as lacunas. Um novo laboratório foi inaugurado recentemente oferecendo ensaios de isolamento acústico de esquadrias, oferecendo apoio ao desenvolvimento de produtos.
    Em sua opinião, os arquitetos e consultores de acústica estão preparados para atender as exigências da Norma?
    Tenho a impressão de que a maior parte dos arquitetos e dos engenheiros ligados ao mercado da construção ainda não tem a acústica como um aspecto naturalmente integrante do projeto. Pensam na acústica apenas para determinados ambientes, como teatros e auditórios, ou quando aparece algum problema. Com a NBR 15.575 em vigor, acredito que se dê início a uma conscientização sobre a importância do desempenho acústico para todo tipo de projeto.Quanto aos consultores de acústica, creio que a maioria já deve estar bem preparada, pois o assunto da NBR 15.575 tem estado em destaque no meio há alguns anos.
    Para finalizar, a Copa do Mundo no Brasil está chegando. O setor de acústica está mais aquecido?
    A Copa do Mundo e as Olimpíadas representam um aquecimento no mercado da construção como um todo. A acústica está incluída neste bolo. É uma excelente oportunidade para a acústica se desenvolver em nosso país, desde a concepção de projetos até a instalação de produtos e materiais. Hotéis e aeroportos, por exemplo, não deveriam sair do papel sem um projeto acústico.

    Bicicleta voadora movida a eletricidade

    Bicicleta voadora movida a eletricidade é apresentada na República Tcheca
    13 de Junho de 2013 • Atualizado às 17h42





    Uma bicicleta voadora movida a energia elétrica foi apresentada durante uma feira de tecnologia em Praga, na última quarta-feira (12). O veículo criado por engenheiros da República Tcheca ainda é um protótipo e pesa 95 quilos, bem mais do que as bikes comuns. Por enquanto, a bicicleta voadora não tem muita autonomia e suporta um peso limitado.
    Durante os testes realizados no evento, um dos criadores guiou o protótipo da bicicleta com um controle remoto, como um avião de brinquedo. Realizada em um espaço fechado, a experiência durou cinco minutos e o veículo levou um boneco, fazendo algumas voltas durante o teste.
    De acordo com a CNET, a bike voadora também pode ser usada no asfalto como as versões convencionais, e, apesar de ser pesada, suporta só uma pessoa de 75 quilos. Para alçar voo, a bicicleta conta com hélices e um sistema de motores, que são alimentados por uma bateria de autonomia curta – quando totalmente carregada, ela tem duração de, apenas, cinco minutos. No entanto, os engenheiros que desenvolveram o veículo voador dizem que já realizam esforços para melhorar o desempenho elétrico.
    Milan Duchek, diretor técnico da empresa tcheca Duratec Bicycles, acredita que as bicicletas voadoras terão usos variados depois de serem aprimoradas. Segundo ele, o objetivo principal é fazer com que o veículo futurista passe a ser usado como meio de transporte, prática esportiva, ou, ainda, opção de turismo.
    Redação CicloVivo

    Lei obriga instalação de semáforos movidos a energia solar e eólica em Maceió

    Lei obriga instalação de semáforos movidos a energia solar e eólica em Maceió
    13 de Junho de 2013 • Atualizado às 11h39





    Uma lei que pretende disponibilizar semáforos alimentados com energia solar ou eólica foi aprovada na capital alagoana. O projeto do vereador Silvio Camelo foi aprovado, sancionado pela Câmara Municipal e publicado no Diário Oficial do Município, de forma que já está em vigor.
    A partir de agora, a lei 6.199 determina que os velhos semáforos sejam substituídos por novos que se enquadrem às novas normas. As vias púbicas receberão células fotovoltaicas para conversão de raios solares ou um sistema que aproveite a energia do vento. A intenção é que a administração da cidade opte por fontes limpas de energia sempre que possível.
    Os semáforos tradicionais chegam a consumir 400W em um cruzamento de quatro vias. Pensando nisso, pesquisadores da USP testaram em São Carlos, cidade de São Paulo, um semáforo equipado com diodos emissores de luz, que deixam o equipamento mais econômico e reduz a quantidade de resíduos produzidos pelo descarte de lâmpadas incandescentes. A principal característica do produto é aproveitar a luminosidade dos diodos em sua totalidade, uma eficiência ainda não alcançada pelos semáforos de LED já desenvolvidos.
    Mesmo com as novidades tecnológicas, até o momento, a cidade alagoana foi a única a transformar a alternativa ecológica em lei. A substituição dos equipamentos deve ser iniciada dentro de 180 dias contados a partir da segunda quinzena de maio deste ano.
    Redação CicloVivo

    domingo, 23 de junho de 2013

    Mesmo alguns cigarros por dia aumentam o risco de artrite reumatoide

    Mesmo alguns cigarros por dia aumentam o risco de artrite reumatoide



    O cigarro está associado com o aumento do risco de AR em mulheres. A cessação do tabagismo pode reduzir, mas não eliminar, o risco de desenvolver a doença
    Segundo pesquisa publicada na revista Arthritis Research & Therapy, tanto o número de cigarros fumados por dia quanto o número de anos que a pessoa fumou aumentam o risco de artrite reumatoide (AR). O risco diminui depois que a pessoa deixa de fumar, mas, em comparação com quem nunca fumou, o risco ainda é elevado, mesmo após quinze anos de abandono do cigarro.
    Pesquisadores do Karolinska Institutet e da Karolinska University Hospital  analisaram dados do Swedish Mammography Cohort, estudo que incluiu dados de 34.000 mulheres com idades entre 54 e 89 anos, dentre as quais, 219 tinham AR. 
    Os resultados do estudo mostraram que mesmo quem fuma pouco apresenta um risco aumentado de AR. Já para quem fuma até 7 cigarros por dia, este risco é duplicado. Quando os pesquisadores compararam pessoas que nunca fumaram com mulheres que fumaram por até 25 anos, eles descobriram que o risco aumenta com a duração do hábito de fumar.
    “Parar de fumar diminui as chances de desenvolvimento de artrite reumatoide. E o risco continua diminuindo ao longo do tempo. Quinze anos após parar de fumar, o risco de AR diminui em até um terço. No entanto, em comparação com pessoas que nunca fumaram, o risco permanece significativamente maior mesmo quinze anos após o abandono do cigarro”, explica o reumatologista Sergio Bontempi Lanzotti, (CRM-SP 60.377), diretor do Iredo, Instituto de Reumatologia e Doenças Osteoarticulares.
    Parar de fumar é importante por muitas razões de saúde, incluindo o aumento do risco de desenvolver artrite reumatoide para mulheres fumantes. “Mas o risco claramente aumentado de desenvolvimento de AR, mesmo muitos anos depois do abandono do vício, é outra razão forte para parar de fumar o mais rapidamente possível”, destaca o médico.
    CONTATO:
    Site: http://www.iredo.com.br/site/
    E-mail: cont...@iredo.com.br
    Blog: http://blogdoreumato.zip.net/
    Facebook: https://www.facebook.com/sergiolanzotti

    Estocolmo pode ter prédio de 34 andares construído em madeira

    Estocolmo pode ter prédio de 34 andares construído em madeira
    13 de Junho de 2013 • Atualizado às 16h44






    Um prédio de 34 andares construído em madeira. Essa é a proposta do escritório dinamarquês de arquitetura C.F. Moller. O projeto foi desenvolvido para um concurso, cujo intuito é reunir ideias para residências particulares para a cidade de Estocolmo, na Suécia.
    A escolha pela madeira como principal matéria-prima do projeto deve-se à sua durabilidade, flexibilidade e também aos benefícios que a escolha pode ter no meio ambiente. De acordo com o site do escritório, o uso da madeira impede a geração de resíduos e também contribui para o sequestro de carbono.
    “A madeira tem baixo peso, mas é uma estrutura de suporte de carga muito forte em comparação com a sua leveza”, informa a página dos arquitetos. Apenas o núcleo do edifício será feito em concreto, todo o restante: janelas, paredes, teto, pilares, entre outras coisas, serão em madeira, o que garante também melhor conforto térmico.
    Para tornar a construção ainda mais sustentável, foi tido um cuidado específico com a estrutura dos apartamentos, de modo que o uso também tenha impactos reduzidos. Assim, as residências serão equipadas com sistemas de economia de energia; a varanda será coberta por vidros, para maximizar o aproveitamento da luz natural; e o edifício terá sistemas fotovoltaicos instalados em seu telhado.
    Os moradores ainda poderão desfrutar de espaços comuns, como café, lojas, centro de fitness, área de lazer, bicicletários, entre outras coisas. Os arquitetos também informam que o prédio deve contar com uma horta comunitária.
    Redação CicloVivo