23/Janeiro/2013Casa de 240 m² feita com contêineres é inaugurada no Paranáhttp://www.piniweb.com.br//construcao/arquitetura/casa-de-240-m-feita-com-conteineres-e-inaugurada-no-276965-1.asp Projeto assinado por Danilo Corbas é formado por seis compartimentos metálicosGustavo Jazra | |||||||||||||
Foi inaugurada, na última quarta-feira (16), a primeira casa feita com contêineres no Paraná, no bairro de Orleans, em Curitiba. Assinado pelo arquiteto Danilo Corbas, o projeto batizado de Casa Container do Paraná foi executado pela empresa Delta Containers com contêineres marítimos com mais de dez anos de uso.
Com 240 m² de área, a casa é formada por seis contêineres do tipo High Cube de 40 pés (12 m de comprimento x 2,9 m de altura). As estruturas metálicas receberam o tratamento de reciclagem no terminal da Delta Containers, onde foram recortadas para criação de portas e janelas, e depois descarregadas no terreno, nas posições corretas para instalação. Distribuída em dois pavimentos, a casa contém três dormitórios, sendo uma suíte, closet, banheiro social, sala de estar, sala de jantar e cozinha gourmet integradas, escritório, biblioteca, lavabo, churrasqueira, área de serviço e varandas. O peso reduzido da estrutura possibilitou o uso de fundações em sapatas isoladas. Já as paredes e forros foram revestidos com drywall combinados com o uso de lã de PET e de rocha para a obtenção de melhor desempenho acústico. Confira algumas plantas e fotos do projeto: |
Parques sustentáveis com enfoque na sustentabilidade; socioambiental; saúde; longividade; qualidade de vida; Feng Shui; terapia holística e afins.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Casa de 240 m² feita com contêineres é inaugurada no Paraná
domingo, 27 de janeiro de 2013
A sustentabilidade da cidade de São Paulo depende de "nós"...
27/01/2013-03h00
Conheça as etapas do Plano Diretor e por que acompanhá-lo
http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/1220575-conheca-as-etapas-do-plano-diretor-e-por-que-acompanha-lo.shtml
VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO
VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO
Na campanha, Fernando Haddad incluiu a revisão do Plano Diretor, que deveria ter ocorrido em 2012, entre suas prioridades de gestão. O Arco do Futuro, programa de desenvolvimento do entorno das marginais --uma das principais promessas do petista--, depende do sucesso da prefeitura nessa revisão.
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A administração planeja enviar para a Câmara, até o fim do ano, um nova versão do Plano Diretor. "Nosso princípio é começar a revisão com ampla participação popular. Todos os questionamentos e as decisões judiciais do processo anterior foram sobre participação", diz Kazuo Nakano, que vai coordenar isso na prefeitura.
Uma só cidade
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Àrea da antiga favela Djalma Coelho, na Vila Madalena; moradores foram retirados em 2005, mas nenhuma habitação social foi construída até hoje
A maioria na Câmara deve garantir certa facilidade para a prefeitura, mas embates são esperados. "Nossa grande disputa com o PT vai ser a preservação dos bairros que têm qualidade de vida. Adensamento e verticalização devem ocorrer só onde tiver espaço. Não em bairros como Pinheiros e Vila Mariana", diz Floriano Pesaro, líder do PSDB.
| Ilustrações Raul Aguiar | ||
POR QUE DEVO ACOMPANHAR
O planejamento urbano é o modo como a prefeitura direciona suas ações para desenvolver a cidade. Em São Paulo, o Plano Diretor Estratégico é a grande ferramenta desse planejamento. Sua revisão, neste ano, é a oportunidade de mudar o que vai mal. A implementação do plano pode interferir no tempo que você fica no trânsito para ir ao trabalho, na disputa das construtoras por terrenos, no preço dos imóveis, na quantidade de áreas verdes.
| Tuca Vieira/Folhapress | ||
| Região central de São Paulo concentra empregos, mas fica vazia no fim de semana por ter poucos moradores |
COMO POSSO ACOMPANHAR
Durante o processo de revisão do Plano Diretor, a prefeitura vai convocar a população a participar de audiências e reuniões nas 31 subprefeituras. Essa divulgação vai ser feita por diversos meios, como TV e internet. A participação dos cidadãos pode ser individualmente ou por meio de associações de bairro. Nos dois casos, é a oportunidade ideal para levar críticas e sugestões
Cidade de São Paulo rumo à sustentabilidade?
27/01/2013-03h00
Saiba como o Plano Diretor pode mudar a vida do paulistano
http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/1220772-saiba-como-o-plano-diretor-pode-mudar-a-vida-do-paulistano.shtml
VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO
Falta planejamento para São Paulo. Esse bordão, repetido desde os botecos mais simples da zona leste até os refinados restaurantes dos Jardins, é parcialmente verdadeiro. A cidade tem, sim, seus planos. O maior deles é o Plano Diretor Estratégico, de 2002.
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Mas esse plano, que serve para orientar os diferentes aspectos da vida na metrópole --educação, meio ambiente, desenvolvimento, transporte--, produziu poucas mudanças no padrão de ocupação do solo paulistano.
O mais correto, então, é dizer que a cidade de São Paulo não implanta o planejamento que possui.
A oportunidade de mudar isso é agora. Neste ano, a prefeitura vai começar a revisar o Plano Diretor vigente há dez anos. O desafio é elaborar uma minuta de lei que dê conta das distorções de sempre e das transformações recentes. O projeto está entre as prioridades da Câmara, onde a gestão Haddad (PT) tem maioria.
Há consenso entre mercado imobiliário, urbanistas e cidadãos de que a mobilidade é a questão mais urgente. Todos concordam, em maior ou menor grau, que é preciso diminuir os deslocamentos diários, aproximando moradores e empregos.
Mas a partir disso surgem os conflitos. Enquanto prefeitura e urbanistas buscam trazer mais moradores para as áreas desenvolvidas (adensar), entidades que defendem os bairros mais ricos querem regras rígidas para a chegada de mais prédios. Já o mercado brigará por mais flexibilidade.
"É preciso criar parâmetros de qualidade para o adensamento. Não adianta botar todo mundo pendurado um no pescoço do outro se não tem área verde, escola, transporte", diz Lucila Lacreta, do Movimento Defenda São Paulo, que reúne cem associações de bairro das regiões sul e oeste.
O QUE É
O trânsito e a violência são dois grandes vilões da capital. Mas, para resolvê-los, não basta ter uma estratégia para melhorar o fluxo de veículos e outra para conter o crime. Os problemas das metrópoles precisam ser tratados em conjunto, pois muitas vezes eles têm a mesma origem.
É o caso do trânsito e da violência, em grande parte gerados pela separação entre a população pobre, na periferia, e a rica, que vive nos bairros mais centrais, com melhores empregos, escolas, hospitais, lazer e transporte.
Essa separação gera distorções. Todo dia, cerca de 3 milhões de pessoas se deslocam da zona leste até o centro expandido para trabalhar. Daí o trânsito e a superlotação de ônibus e metrôs.
E quando a população de menor renda fica confinada à periferia, onde as oportunidades são escassas, ela tende a continuar pobre. Isso contribui para a desigualdade social e a violência.
Para resolver essas questões, é necessário um plano urbanístico que considere os aspectos conjuntamente. Isso é o Plano Diretor.
Para resolver essas questões, é necessário um plano urbanístico que considere os aspectos conjuntamente. Isso é o Plano Diretor.
| Ilustrações Raul Aguiar | ||
OS OBJETIVOS
Urbanistas, mercado imobiliário, prefeitura e população têm visões diferentes sobre a cidade. Mas todos concordam em um aspecto: a questão da mobilidade urbana é urgente.
Por isso, um dos principais objetivos do próximo Plano Diretor é priorizar o transporte público e aproximar moradores e empregos. A intenção é trazer mais pessoas para viver perto de onde há grande oferta de trabalho e infraestrutura, como as antigas regiões industriais do Brás. Ao mesmo tempo, é preciso levar oportunidades de trabalho para a periferia.
Embora esses objetivos já apareçam no plano em vigor, é preciso aprimorar os instrumentos disponíveis para que se concretizem.
Criar mecanismos para que comércio, serviços e moradias estejam próximos um do outro também aparece como meio de melhorar a mobilidade. Essa aproximação, conhecida como uso misto, evita que as pessoas tenham de usar o carro até para comprar pãozinho, por exemplo.
"O modelo em que as atividades comerciais devem estar nos bairros mais consolidados, e a habitação social, na periferia, veio do começo do século 20. Há consenso de que esse modelo está esgotado. Pior, na verdade nunca deveria ter sido implantado", diz o urbanista e vereador Nabil Bonduki (PT).
| Ilustrações Raul Aguiar | ||
1. Urbanização consolidada
Distritos residenciais ou altamente verticalizados com ótimas condições de urbanização, altas taxas de emprego e trânsito; população de alta renda
Distritos residenciais ou altamente verticalizados com ótimas condições de urbanização, altas taxas de emprego e trânsito; população de alta renda
- Objetivos: Conter adensamento, verticalização e grandes empreendimentos, como shoppings
- Como fazer:
a) Outorga onerosa do direito de construir: Se um empreendedor quiser erguer um prédio residencial com área total acima do limite básico, ele terá que comprar esse direito da prefeitura, que usa o dinheiro para fazer melhoramentos viários;
b) Manutenção do zoneamento restritivo: Comércio ou serviços só são permitidos em vias específicas de bairros residenciais
- Como fazer:
a) Outorga onerosa do direito de construir: Se um empreendedor quiser erguer um prédio residencial com área total acima do limite básico, ele terá que comprar esse direito da prefeitura, que usa o dinheiro para fazer melhoramentos viários;
b) Manutenção do zoneamento restritivo: Comércio ou serviços só são permitidos em vias específicas de bairros residenciais
2. Urbanização e qualificação
Tem infraestrutura incompleta, poucos equipamentos culturais, comércio e serviços; favelas e baixa taxa de emprego
Tem infraestrutura incompleta, poucos equipamentos culturais, comércio e serviços; favelas e baixa taxa de emprego
- Objetivos: Gerar empregos, estimular a habitação popular, criar novas centralidades e melhorar o transporte coletivo
- Como fazer:
a) ZEIS 1 e 2: Favelas consolidadas recebem urbanização da prefeitura e equipamentos sociais e culturais; 40% dos apartamentos construídos por empreendedores devem atender famílias com renda de até seis salários mínimos em terrenos demarcados para isso;
b) Áreas de intervenção urbana e polos de centralidade: No entorno de estações de trem e metrô, a prefeitura faz intervenção e incentiva a chegada de mais moradores, comércio e escritórios. Isso ajuda a diminuir os deslocamentos e o aumentar o acesso ao transporte
- Como fazer:
a) ZEIS 1 e 2: Favelas consolidadas recebem urbanização da prefeitura e equipamentos sociais e culturais; 40% dos apartamentos construídos por empreendedores devem atender famílias com renda de até seis salários mínimos em terrenos demarcados para isso;
b) Áreas de intervenção urbana e polos de centralidade: No entorno de estações de trem e metrô, a prefeitura faz intervenção e incentiva a chegada de mais moradores, comércio e escritórios. Isso ajuda a diminuir os deslocamentos e o aumentar o acesso ao transporte
3. Proteção integral
Tem reservas florestais e biológicas e parques
Tem reservas florestais e biológicas e parques
- Objetivos: Permitir apenas pesquisa, ecoturismo e educação ambiental
- Como fazer:
a) Zoneamento ambiental: A prefeitura delimita em que áreas e sob quais condições pode haver construções
- Como fazer:
a) Zoneamento ambiental: A prefeitura delimita em que áreas e sob quais condições pode haver construções
4. Reestruturação e qualificação
Tem galpões industriais ociosos e/ou áreas degradadas que sofreram esvaziamento populacional
Tem galpões industriais ociosos e/ou áreas degradadas que sofreram esvaziamento populacional
- Objetivos: Estimular o uso habitacional
- Como fazer:
a) Operações urbanas: Uma área delimitada ganha regras específicas que permitem mais prédios. A prefeitura vende esse direito aos empreendedores e, com o dinheiro, faz obras de melhorias viárias, de transporte público e cria áreas verdes;
b) IPTU progressivo: A prefeitura pode cobrar IPTU mais caro a cada ano de um prédio desocupado e, após cinco anos, desapropriar esse imóvel
- Como fazer:
a) Operações urbanas: Uma área delimitada ganha regras específicas que permitem mais prédios. A prefeitura vende esse direito aos empreendedores e, com o dinheiro, faz obras de melhorias viárias, de transporte público e cria áreas verdes;
b) IPTU progressivo: A prefeitura pode cobrar IPTU mais caro a cada ano de um prédio desocupado e, após cinco anos, desapropriar esse imóvel
5. Urbanização em consolidação
Área com um grau básico de urbanização que apresenta taxas de emprego e condições socioeconômicas intermediárias
Área com um grau básico de urbanização que apresenta taxas de emprego e condições socioeconômicas intermediárias
- Objetivos: Estimular a ocupação integral do território
- Como fazer:
a) Parcelamento e edificação compulsórios: A prefeitura induz proprietários a construir em terrenos subutilizados. Para isso, pode aplicar IPTU progressivo e desapropriar
o imóvel após cinco anos;
b) Planos de Bairro: A população planeja o próprio bairro, decidindo onde haverá escolas, áreas verdes, ruas só para pedestres e áreas para comércio
- Como fazer:
a) Parcelamento e edificação compulsórios: A prefeitura induz proprietários a construir em terrenos subutilizados. Para isso, pode aplicar IPTU progressivo e desapropriar
o imóvel após cinco anos;
b) Planos de Bairro: A população planeja o próprio bairro, decidindo onde haverá escolas, áreas verdes, ruas só para pedestres e áreas para comércio
6. Conservação e recuperação
Áreas com vegetação nativa ou mananciais de água que foram ocupadas inadequadamente
Áreas com vegetação nativa ou mananciais de água que foram ocupadas inadequadamente
- Objetivos: Qualificar os assentamentos existentes para minimizar o impacto ambiental
- Como fazer:
a) ZEPAG e ZEPAM - A prefeitura reserva, por meio de lei, áreas destinadas à proteção ambiental de vegetação ou a atividades agrícolas ou de mineração, com incentivo à agricultura orgânica e familiar;
b) ZEIS 4: Áreas não edificadas à beira de represas são urbanizadas pela prefeitura para receber famílias removidas de áreas de risco ou de proteção permanente
- Como fazer:
a) ZEPAG e ZEPAM - A prefeitura reserva, por meio de lei, áreas destinadas à proteção ambiental de vegetação ou a atividades agrícolas ou de mineração, com incentivo à agricultura orgânica e familiar;
b) ZEIS 4: Áreas não edificadas à beira de represas são urbanizadas pela prefeitura para receber famílias removidas de áreas de risco ou de proteção permanente
7. Uso sustentável
Reúne áreas de proteção ambiental (APAs) e reservas particulares do patrimônio natural (RPPNs)
Reúne áreas de proteção ambiental (APAs) e reservas particulares do patrimônio natural (RPPNs)
- Objetivos: Uso compatível com a preservação, em atividades como agricultura, turismo e lazer
- Como fazer:
a) Termo de compromisso ambiental: Para licenciar um empreendimento que irá desmatar, a prefeitura exige contrapartidas como o plantio de árvores na região
- Como fazer:
a) Termo de compromisso ambiental: Para licenciar um empreendimento que irá desmatar, a prefeitura exige contrapartidas como o plantio de árvores na região
OS INTERESSES
Embora exista consenso de que a mobilidade urbana é a questão maior da capital, os quatro principais interessados no Plano Diretor têm ideias distintas sobre como fazer isso.
Especialmente quanto ao adensamento das regiões mais centrais e mais desenvolvidas, que servirá para trazer, por meio da liberação de novos prédios, mais pessoas para morar perto das ofertas de trabalho.
O mercado imobiliário quer menos regras no zoneamento, para ter maior liberdade de construir.
Já urbanistas e entidades que representam os cidadãos paulistanos querem garantir que, nas regiões destinadas ao adensamento populacional, haja padrões mínimos de áreas verdes, transporte coletivo e espaços culturais.
Esses dois setores também querem participar das decisões. Por isso, defendem mecanismos que viabilizem a implantação dos Planos de Bairro. Esse instrumento já aparece no Plano Diretor de 2002, mas praticamente não foi usado. Não há consenso sobre como deve ser aplicado.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
sábado, 26 de janeiro de 2013
Energia elétrica mais barata...
fonte: http://correiodobrasil.com.br/meio-ambiente/energia/dilma-fe-no-brasil-e-energia-eletrica-mais-barata/573480/
Dilma anuncia redução maior na conta de luz e critica ‘previsões alarmistas’
Corte será de 18% para residências e de até 32% para indústrias, acima do valor projetado em setembro, e será aplicado em todos os Estados
fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20geral,dilma-anuncia-reducao-maior-na-conta-de-luz-e-critica-previsoes-alarmistas,141689,0.htm
23 de janeiro de 2013 | 20h 31
Tânia Monteiro e Rafael Moraes Moura, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff anunciou na noite desta quarta-feira, 23, uma redução maior do que a prevista nas contas de luz. Num forte discurso, durante pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, a presidente rebateu as críticas sobre a capacidade do governo de implantar a redução prometida e as "previsões alarmistas" sobre os riscos de o País sofrer novamente com o racionamento de energia.
VEJA TAMBÉM
A redução do custo da eletricidade entrará em vigor nesta quinta-feira. Para os consumidores residenciais, o corte será de 18%, acima dos 16,2% estimados em setembro do ano passado, quando foi anunciada a proposta de renovação antecipada das concessões do setor elétrico com redução no valor da tarifa cobrada pelas empresas. Para as indústrias, o corte será de até 32%, superando os 28% projetados anteriormente.
Falando como candidata à reeleição, em tom incisivo, Dilma dedicou boa parte dos seus oito minutos de pronunciamento para atacar "aqueles que são sempre do contra" e responder aos que "se precipitaram com previsões sem fundamento" de que não seria possível cumprir a promessa de redução da tarifa, além de alardear "previsões alarmistas" de que o País vivia risco de racionamento.
Irritada com as críticas de analistas e integrantes da oposição, a presidente fez questão de responder no mesmo tom as críticas surgidas nas últimos semanas. "Surpreende que, desde o mês passado, algumas pessoas, por precipitação, desinformação ou algum outro motivo, tenham feito previsões sem fundamento, quando os níveis dos reservatórios baixaram e as térmicas foram normalmente acionadas. Como era de se esperar, essas previsões fracassaram."
"Estamos vendo como erraram os que diziam meses atrás que não iríamos conseguir baixar os juros nem o custo da energia e que tentavam amedrontar o nosso povo, entre outras coisas, com a queda do emprego e a perda do poder de compra do salário", acrescentou.
Diversos especialistas afirmaram que o uso das usinas termoelétricas - que produzem energia mais cara - acabaria afetando a proposta do Palácio do Planalto de reduzir o custo da eletricidade no País.
Para todos. A presidente também deixou claro que a redução da conta de luz será aplicada em todas a regiões, mesmo nos Estados onde as concessionárias não aceitaram renovar suas concessões seguindo as regras impostas pelo Planalto. "Aproveito para esclarecer que os cidadãos atendidos pelas concessionárias que não aderiram ao nosso esforço terão ainda assim sua conta de luz reduzida como todos os brasileiros", afirmou a presidente, em um claro recado aos governos tucanos de Minas Gerais, São Paulo e Paraná. "Espero que, em breve, até mesmo aqueles que foram contrários à redução da tarifa venham a concordar com o que estou dizendo", prosseguiu.
Dilma destacou que o País "vive uma situação privilegiada no mundo" ao reduzir as tarifas ao mesmo tempo em que aumenta em 7% a oferta de energia. "O Brasil tem e terá energia mais que suficiente para o presente, para o futuro, sem nenhum risco de racionamento ou de qualquer tipo de estrangulamento no curto, no médio ou no longo prazos", afirmou.
Em seguida, Dilma passou a listar números para provar que o País tem "toda a energia que precisa" para "crescer e bem" neste e nos próximos anos. Segundo a presidente, os investimentos feitos "vão nos permitir dobrar, em 15 anos, nossa capacidade instalada de energia elétrica, que hoje é de 121 mil megawatts".
Base científica na Antártica não dá para ser sustentável...
Marinha lança concurso para base antártica
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,marinha-lanca-concurso-para-base-antartica-,987176,0.htm
22 de janeiro de 2013 | 2h 05
FÁBIO GRELLET / RIO - O Estado de S.Paulo
A Marinha do Brasil e o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) lançam hoje
no Rio um concurso para selecionar o projeto arquitetônico das novas instalações
da estação científica mantida pelo governo brasileiro na Antártida. Inaugurada
em 1984, a Estação Antártica Comandante Ferraz foi destruída por um incêndio em
25 de fevereiro de 2012. O fogo consumiu cerca de 70% das instalações e matou 2
militares.
A construção da nova estação deve consumir cerca de R$ 100 milhões, do
projeto à sua inauguração. Qualquer arquiteto brasileiro ou estrangeiro
associado a um escritório brasileiro poderá participar. As inscrições vão de 28
de janeiro a 14 de março. Ainda não foi divulgada a data em que o resultado será
anunciado.
A licitação para escolher a construtora deve ser promovida neste ano. A obra
deve começar em novembro e se estender por dois anos.
O projeto arquitetônico precisa respeitar vários critérios (a energia
utilizada na estação deve provir de fonte renovável, por exemplo) e propor
soluções para desafios como conforto térmico, armazenamento de lixo e sistema de
segurança eficaz.
A nova estação deve ser um pouco maior que anterior, que ocupava 3 mil metros
quadrados. "A ideia é de que a estação se torne uma referência, principalmente
em relação aos aspectos de inovação tecnológica de projeto e dos sistemas como
um todo", diz o arquiteto Sérgio Magalhães, presidente do IAB.
Localizada na Ilha Rei George, na Baía do Almirantado, a estação foi criada
para estudos do ambiente antártico, por meio de um programa de pesquisas do
governo federal. A desmontagem da parte da base destruída pelo incêndio terminou
em 12 de janeiro.
O ar que respiramos...
Demora para adotar diesel limpo causará 14 mil mortes no País
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,demora-para-adotar-diesel-limpo-causara-14-mil-mortes-no-pais,988903,0.htm
Uso do combustível foi adiado em três anos por pressão de montadoras e da Petrobrás; novo diesel chegou neste mês
26 de janeiro de 2013 | 0h 01
Felipe Werneck - O Estado de S. Paulo
RIO - Pesquisadores do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) estimaram o impacto do
atraso na adoção de um diesel mais limpo no País: pelo menos mais 13.984 mortes
devem ocorrer até 2040. O estudo foi publicado na revista científica Clinics em
2012. No início deste mês, postos de combustíveis começaram a receber o diesel
S10, com teor mais baixo de enxofre.
Veja
também:
Procuradoria
Geral questiona trechos do Código Florestal no STF
Herpetólogos
defendem técnica polêmica em carta na revista 'Nature'
Por pressão de montadoras e de setores da Petrobrás, a resolução do Conselho
Nacional de Meio Ambiente (Conama) que determinava a distribuição de um diesel
menos nocivo a partir de janeiro de 2009 não foi cumprida. O S50, com 50 partes
de enxofre por milhão de partículas (ppm), só chegou aos postos em 2012, após um
acordo jurídico. Agora, o S50 está sendo substituído pelo S10, com 10 ppm.
O cálculo do impacto do adiamento havia sido feito em 2008 e foi refinado
para o artigo recém-publicado. "Fomos conservadores na projeção", disse o
engenheiro Paulo Afonso de André, que assina o estudo com mais três
pesquisadores. O trabalho engloba as seis principais regiões metropolitanas:
Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.
"É um passivo que vai demorar até 2040 para ser zerado, porque a renovação da
frota é muito baixa", afirmou André, referindo-se aos veículos a diesel vendidos
entre 2009 e dezembro de 2011, com motores com tecnologia antiga e alta emissão
de poluentes.
"Nunca se vendeu tanto caminhão sem catalisador quanto no período do atraso.
Com isso, pode-se usar qualquer tipo de diesel. Vamos ter esses dinossauros
rodando por 30 ou 40 anos", disse Paulo Saldiva, coordenador do Laboratório de
Poluição Atmosférica Experimental e também autor do artigo.
Veículos antigos. André criticou o fato de não haver
obrigação para que veículos antigos também usem o novo diesel. "Estudos mostram
que um carro velho com combustível novo chega a poluir 50% menos. Mas a política
pública não considerou isso." Segundo Saldiva, a poluição atmosférica causa
doenças que matam cerca de 4 mil pessoas por ano em São Paulo. "O diesel é
responsável por 40% disso: são 1,6 mil mortes por ano a mais em São Paulo. Está
no mesmo nível de evidência que o tabaco e o amianto em casos de câncer." Das 14
mil mortes associadas ao não atendimento da resolução em 2009, 7,2 mil devem
ocorrer na Grande São Paulo.
Com a adoção do diesel mais limpo, disse Saldiva, o brasileiro deixa de ser
tratado como cidadão de segunda categoria neste quesito. "O caminhão produzido
por uma multinacional no Brasil deve ter a mesma tecnologia usada na Alemanha ou
na Suécia." Procurado, o coordenador de Resíduos e Emissões do Ibama e
responsável pelo Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores
Paulo Macedo, não deu entrevista.
Baleias, tomates e torneiras gigantes enfeitam o parque Ibirapuera
25/01/2013-12h03

ANOTE NA AGENDA
PLANETA NO PARQUE 2013
QUANDO: 25 e 26/1, das 10h às 18h
ONDE: Marquise do parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/n)
QUANTO: grátis
Baleias, tomates e torneiras gigantes enfeitam o parque Ibirapuera
O parque Ibirapuera ganhou instalações gigantes para comemorar o aniversário de São Paulo: uma delas é a torneira com quase cinco metros de altura, que pretende chamar a atenção para o desperdício de água e será o ponto de partida de uma caminhada monitorada.
Duas baleias-jubarte feitas com mais de duas mil garrafas PET também enfeitarão o local e pretendem refletir a quantidade de lixo produzido que pode ser reaproveitado. Quem passear por lá poderá ainda se molhar com chuva artificial e tirar fotos com tomates e milhos de 1,5 m.
Divulgação
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Baleias-jubarte nadam no gramado do Parque do Ibirapuera em exposição
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O evento "Planeta no Parque" terá o tema "O caminho das Águas" e é realizado pelo Planeta Sustentável. Ele acontece dia 25 e 26, a partir das 10h. A programação ainda apresenta oficinas de experiências malucas, apresentações musicais, teatro e jogos feitos por educadores.
| Divulgação | ||
| Exposição no Parque do Ibirapuera tem torneira gigante |
PLANETA NO PARQUE 2013
QUANDO: 25 e 26/1, das 10h às 18h
ONDE: Marquise do parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/n)
QUANTO: grátis
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