terça-feira, 21 de agosto de 2012

O monotrilho é uma boa ou má opção para SP?


O monotrilho é uma boa ou má opção para SP?

http://www.estadao.com.br/especiais/o-monotrilho-e-uma-boa-ou-ma-opcao-para-sp,164322.htm


Da facilidade de construção até o impacto na paisagem urbana dos bairros, entenda os pontos positivos e negativos do modelo

O Estado de São Paulo


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Ambientes mais naturais e treinamentos deixam bichos menos estressados


18/08/2012-00h01

http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/1139050-ambientes-mais-naturais-e-treinamentos-deixam-bichos-menos-estressados.shtml

DE SÃO PAULO





Entre os animais que foram tratados pela veterinária Cristiane PIzzutto estão o gorila Virgulino, que viveu até 2005 no Zoológico de São Paulo e os cavalos-marinhos e os morcegos do aquário da cidade.
As mudanças nos ambientes e alguns treinamentos deixaram os bichos menos estressados e até mais animadinhos! No caso dos morcegos, resultou até em namoro. Acompanhe essas histórias abaixo.
Pablo Mayer

VIRGULINO, O GORILA
O gorila Virgulino, do zoo de São Paulo, arrancava os próprios pelos, vivia parado, dava as costas ao público e atirava fezes nos visitantes.

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Pablo Mayer
O cativeiro ganhou arbustos, pedras e plataforma para deixar o gorila mais alto do que o público. A comida passou a ser escondida.
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Pablo Mayer
Na busca por alimento, Virgulino ficou mais ativo. Seguro na plataforma, aparecia mais e não jogava cocô. Deixou de arrancar os pelos.
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Pablo Mayer
Cavalo Marinho; ilustração

CAVALOS-MARINHOS COLORIDOS
Os cavalos-marinhos costumam nadar e se enroscar em algas e pedras, mas os do Aquário de São Paulo ficavam muito tempo parados no fundo do tanque.

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Pablo Mayer
Cavalo marinho; ilustração
Correntes de miçangas coloridas foram fixadas no aquário para imitar as algas. A comida passou a ser colocada dentro de bolas com furo.
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Pablo Mayer
Cavalo marinho; ilustração
Hoje os bichos estão mais agitados. Ocupam o tempo tentando fazer a refeição sair da bola e, além disso, interagem com as miçangas. Perto delas, chegam a mudar de cor, o que mostra que eles gostam da "brincadeira".
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Pablo Mayer
arte Pablo Mayer

MORCEGOS NAMORADORES
Os morcegos do Aquário de São Paulo voavam pouco, e machos e fêmeas não se misturavam. Corriam o risco de ficar obesos e de prejudicar as asas.

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Pablo Mayer
arte Pablo Mayer
Funcionários passaram a treiná-los para abrir as asas. O tratador dizia a palavra 'asa', e, se o morcego movimentasse as asas, recebia comida como recompensa.
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Pablo Mayer
arte Pablo Mayer
A cada treino, os bichos conseguiam abrir mais as asas. Hoje, elas já ficam totalmente esticadas e têm quase dois metros de comprimento! Os morcegos começaram a voar mais. Foi assim que Vladi encontrou Clarinha e Carequinha conheceu Flor. De lá para cá, já fizeram cinco filhotes.

domingo, 19 de agosto de 2012

Pesquisa cria índice global de saúde dos mares


16/08/2012 - 05h03

Pesquisa cria índice global de saúde dos mares

DO "NEW YORK TIMES"

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1138065-pesquisa-cria-indice-global-de-saude-dos-mares.shtml


Um grupo de cientistas acaba de produzir o primeiro índice global de saúde dos oceanos, uma ferramenta que deve ajudar a avaliar o estado dos mares da Terra.
O índice leva em conta os principais fatores que influenciam a qualidade dos ecossistemas marinhos e das atividades econômicas que dependem deles: a viabilidade da pesca, a presença de biodiversidade, a capacidade dos mares de estocar gases do efeito estufa e o turismo, entre outros quesitos.
Cada um dos dez fatores recebe uma "nota" de 0 a 100, que depois é ponderada para chegar a uma nota da saúde geral do mar em cada região do planeta.
A pesquisa, publicada na revista científica britânica "Nature", deu uma pontuação de 60 à média da saúde dos mares do planeta. Entre as regiões, a nota mais baixa, 36, foi para Serra Leoa, no oeste da África. A mais alta foi 86, para a ilha Jarvis (desabitada), perto do Havaí. O Brasil, com uma nota geral de 62, se saiu ligeiramente melhor que a média dos países.
Editoria de Arte/folhapress
"Não dá para fazer o manejo sustentável da saúde do oceano sem ter uma ferramenta para medi-lo", explica Ben Halpern, diretor do Centro de Avaliação e Planejamento Marinho da Universidade da Califórnia em Santa Barbara e um dos líderes do projeto. Para ele, o índice dá às populações que exploram os oceanos uma ideia de como suas práticas afetam os recursos marinhos dos quais dependem para viver.
Segundo Halpern, a "nota" geral de 60 indica que, embora muita coisa precise ser melhorada, "há coisas boas acontecendo" em termos de conservação marinha.
A maioria das regiões marinhas estudadas pelo projeto ficam em águas a uma distância máxima de 350 km da costa de cada país, as chamadas zonas econômicas exclusivas nacionais, sobre as quais cada país tem direitos de exclusividade de exploração.
No geral, países em desenvolvimento tiraram notas mais baixas, enquanto as nações mais ricas tinham pontuação mais elevada. Há, porém, exceções: países pobres como Seychelles e Suriname tinham pontuação alta, contra notas baixas da Polônia e de Cingapura.

sábado, 18 de agosto de 2012

34º Festival das Cerejeiras no Parque do Carmo: Recorde mundial com 4.029 árvores!


Crédito das fotos: Parques sustentáveis em 04/08/2012












Quase 30.000 visitantes




































































Este ano com "gari" particular!





Poucos resíduos!