terça-feira, 24 de julho de 2012

Frequentadores de parques viram alvos de bandidos


http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/frequentadores-de-parques-viram-alvos-de-bandidos/

  • 20 de julho de 2012 |
  • 23h06 |
CAMILLA HADDAD

Pelo menos 51 casos de roubos e furtos na região dos parques do Ibirapuera e da Aclimação, na zona sul, e da Juventude, na zona norte, foram registrados pela polícia nos últimos 45 dias. Alguns desses crimes foram praticados dentro das próprias áreas verdes. Foi o que ocorreu também com mãe e filha no estacionamento do Villa-Lobos.
Elas foram vítimas de sequestro relâmpago no dia 9 ao entrarem no carro. As duas tinham acabado de passear com seus cães. Três pessoas foram detidas pela PM. Entre abril e julho, a Polícia Civil recebeu 11 queixas de sequestros praticados nas imediações do parque. Após o crime, a direção do parque disse que a segurança estava reforçada havia cerca de dois meses.
Na região do Ibirapuera, a maior parte das 23 ocorrências apuradas pela reportagem foi registrada nas Avenidas Pedro Álvares Cabral e Quarto Centenário. Os carros foram os mais visados pelos ladrões, mas houve episódios de pedestres assaltados no caminho até o veículo.
No começo de junho, um autônomo de 28 anos foi cercado quando estava parado no carro, na Quarto Centenário. Ladrões exigiram que ele entregasse a carteira, o celular e uma máquina digital. O assalto foi às 20h, em um local pouco iluminado, uma das queixas mais comuns dos frequentadores do parque. No mês anterior, uma mulher teve o carro arrombado no estacionamento do Ibirapuera nesse mesmo horário.

Acostumada a praticar esporte no parque, uma dona de casa de 20 anos, que não quis se identificar, comenta já reclamou para a Prefeitura sobre a falta de luz no parque. Segundo ela, o portão 7 está às escuras há dois meses.
Na zona norte, onde fica o Parque da Juventude, quem está na parte interna da área sente tranquilidade.

Mas, do lado de fora, é preciso atenção. Endereços como as Avenidas Zaki Narchi e Ataliba Leonel tiveram, juntos, 25 casos de furto e roubo nos últimos 45 dias. A comerciante Adelaide Patroni Vasques, de 36 anos, faz um alerta. “Tem de tomar cuidado e prestar atenção. Não dá para andar nas nuvens, né?”

Aclimação
Fora do período de 45 dias dos números de roubos obtidos pela reportagem, também houve casos com uso de violência. Como o que aconteceu com a atendente de 36 anos que levou até socos de um ladrão que roubou seu celular no Parque da Aclimação, às 21h do dia 25 de março. A vítima fazia uma caminhada quando foi abordada.

Um suspeito foi preso. Um mês antes, no mesmo parque, uma psicóloga ficou sem o iPod depois que foi cercada por um homem enquanto caminhava. Não houve prisão. A Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude, que responde pelo Parque da Juventude, não comentou os casos.
A Secretaria do Verde e Meio Ambiente diz que guardas metropolitanos e empresas de segurança garantem a tranquilidade das áreas verdes.
Colaborou Cristiane Bomfim

Bike que brilha no escuro traz mais segurança ao ciclista noturno



Postado em 13/07/2012 às 14h30

A bicicleta “Puma glow-in-the-dark”, ou bicicleta que brilha no escuro, é ideal para quem quer pedalar à noite pela cidade, mas não abre mão da segurança. | Imagem: Highsnobiety
A bicicleta “Puma glow-in-the-dark”, ou bicicleta que brilha no escuro, é ideal para quem quer pedalar à noite pela cidade, mas não abre mão da segurança. Ela foi criada pela empresa alemã Puma e já é comercializada em muitos países.
A bike é a terceira versão da linha Urban Mobility, uma coleção criada de acordo com as necessidades de um morador da cidade. Isso inclui vestuário, acessórios e calçados. Mesmo assim, esta é a primeira feita com um quadro que brilha.
A "Puma glow-in-the-dark" é ideal para passeios na cidade. Ela tem uma engrenagem simples, inclui um sistema de bloqueio integrado, fio de segurança que pode ser retirado evitando furtos, freios a disco, rodas em liga de prata e uma corrente de aço carbono.
As características adicionais da bike são os pneus robustos e um mecanismo semi-dobrável rápido e fácil, para uma maior comodidade. Este projeto fácil de dobrar torna a bike uma companheira de viagem perfeita e permite que os passageiros tenham fácil acesso dentro e fora dos transportes públicos, carros ou elevadores. Este elemento oferece todos os benefícios de uma bicicleta dobrável, sem comprometer o estilo.
Disponível em duas opções de cores, creme que se transforma em verde brilhante (no escuro) e laranja que fica dourada, todo mundo na rua vai ser capaz de vê-lo chegando. Ela brilha especialmente se for deixada exposta à luz do sol durante todo o dia, assim à noite o brilho dura por várias horas.
Com este quadro peculiar o motorista ficará mais seguro, especialmente quando for combinada com uma cabeça regular e luzes traseiras. Com uma aparência única externa, os viajantes urbanos podem expressar seu estilo pessoal e se sentir seguro ao mesmo tempo, além de contribuir para o meio ambiente e para sua saúde.
As bikes estão disponíveis nas lojas PUMA selecionadas em todo o globo, e o preço é superior a US$ 1600.

Redação CicloVivo
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Iluminação com LED e a normatização no Brasil

Termos e definições para LEDs e os módulos de LED de iluminação geral

http://www.abntonline.com.br/consultanacional/projetodet.aspx?ProjetoID=10224




Número : Projeto 03:034.01-119 (IEC/TS62504:2011)
Título : Termos e definições para LEDs e os módulos de LED de iluminação geral
Comitê : ABNT/CB-03 - Eletricidade
Data Limite : 15/08/2012
Restrito : Consulta aberta         

Teste mostra se brasileiro faz a reciclagem de lixo corretamente


Edição do dia 23/06/2012
23/06/2012 21h02 - Atualizado em 23/06/2012 21h02

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/06/teste-mostra-se-brasileiro-faz-reciclagem-de-lixo-corretamente.html


O JN instalou duas lixeiras em um local de São Paulo: uma verde, para lixo reciclável, e outra cinza, para não reciclável.


No fim de uma semana em que se falou tanto de meio ambiente, o JN fez um teste. O brasileiro está preparado para fazer a reciclagem? A equipe de reportagem foi às ruas de São Paulo verificar.
O cenário é o Largo 13, ponto movimentado da Zona Sul de São Paulo. Em um local, há uma caçamba para lixo eletrônico, onde as pessoas podem depositar celular, bateria e computador. Dentro, só não tem eletrônico. Tem água de coco, resto de comida, maço de cigarro e até bilhete da megasena. Perto dali, a reportagem instalou duas lixeiras: verde para lixo reciclável, cinza para não reciclável.
Na cidade onde só há lixeiras comuns e poucos pontos de coleta seletiva, elas chamam a atenção. Uma especialista em reciclagem assiste às imagens. Tem gente que acerta, mas uma mulher joga o maço de cigarro na lixeira não reciclável. Ele cai no chão e ela vai embora. Cascas de fruta vão parar no lixo reciclável. Comida é material orgânico, deve ir para o lixo não reciclável. O copo plástico e o guardanapo usado vão para a mesma lixeira.
“O guardanapo deveria ir para o lixo orgânico, porque ele já está engordurado”, esclarece Delaine Romano, do Fórum do Lixo de São Paulo. “O que não é reciclável: é o que a gente não quer. O que é sujo, guardanapo, as fraldas descartáveis. E o reciclável são as garrafas, as latas, o papel, papelão.”
A reportagem levou as lixeiras para uma cooperativa de reciclagem. E, quando foi aberta...
“O copinho de refrigerante que veio cheio e todo líquido esvazia em cima do material reciclável. E contamina”, alerta Delaine.
O descarte incorreto atrapalha o trabalho dos funcionários da cooperativa, que perdem tempo selecionando um material que não vai ser reaproveitado.
“O que falta são campanhas de educação ambiental, informações ao munícipe, que ele saiba o que ele tem que descartar em cada lixeira. Vai mudar muito o comportamento do brasileiro de um modo geral”, conclui Delaine.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Vaso sanitário de Cingapura transforma dejetos em combustível

19/07/2012 08h12 - Atualizado em 19/07/2012 09h44

 http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/07/vaso-sanitario-de-cingapura-transforma-dejetos-em-combustivel.html

 

Sistema também economiza até 90% de água, dizem cientistas.
No-Mix Vacuum começará a ser utilizado em 2013 em universidade.

Da EFE
12 comentários
Um grupo de cientistas de Cingapura criou um vaso sanitário ecológico que transforma a urina e as fezes em adubo e combustível através de um sistema que ainda economiza até 90% de água.
Os pesquisadores da Universidade Tecnológica de Nanyang anunciaram que o protótipo do No-Mix Vacuum começará a ser utilizado em 2013 nos banheiros da instituição acadêmica de Cingapura, um dos países mais desenvolvidos da Ásia.
"A Universidade está produzindo seu próprio vaso sanitário para o ano que vem. Várias companhias, incluindo imobiliárias e até um parque temático já mostraram interesse no sistema de evacuação desde que foi anunciado (no final de junho)", contou à Agência Efe Lester Kok, do Departamento de Comunicação do centro.
Protótipo do No-Mix Vacuum (Foto: Reprodução) 
Protótipo do No-Mix Vacuum (Foto: Reprodução)
O vaso ecológico é equipado com dois recipientes que recolhem separadamente os dejetos líquidos e sólidos, além de um sistema de sucção similar ao utilizado em aviões.
A urina é transportada a uma câmara onde se decompõe em nitrogênio, fósforo e potássio, utilizados como adubo, enquanto os excrementos chegam a um biorreator que os processa e transforma em biocombustível de metano.
O gás metano é inodoro e pode ser utilizado para substituir o gás natural no fogão e ainda pode ser empregado como gerador de eletricidade.
"O sistema No-Mix Vacuum não exige que o vaso sanitário esteja conectado aos encanamentos da rede de hidráulica e ao esgoto", explicou Kok.
O vaso sanitário usa apenas 200 ml de água para evacuar a urina e um litro para os dejetos, o que representa 90% de economia em relação ao sistema convencional, que utiliza de quatro a seis litros a cada vez.
Com uma média de cem usos por dia, o banheiro idealizado pelos pesquisadores de Cingapura utiliza 160 mil litros a menos em um ano, suficiente para encher uma piscina de 160 metros cúbicos.
O professor Wang Jing-Yuan, diretor do projeto, afirma que o sistema que leva o material, que também transforma as sobras de comida e outros resíduos orgânicos em fertilizante e energia, representa um método de reciclagem mais eficiente e barato, já que realiza esse processo de forma automática.
"Separando os dejetos humanos domésticos e processando-os in situ, economizaremos a verba dos processos tradicionais de reciclagem, já que o sistema inovador utiliza um método mais simples e barato para produzir fertilizantes e combustível", defende Wang, doutor em tecnologia ambiental pela Universidade da Carolina do Norte (Estados Unidos).
A universidade singapuriana negocia agora com as autoridades da cidade-Estado a instalação de protótipos nas casas de uma área residencial que se planeja construir e acredita que cidadãos de outros países possam adotar os banheiros ecológicos nos próximos três anos.
Segundo os pesquisadores, o sistema também foi pensado para hotéis e construções afastadas que não contam com rede hidráulica e saneamento e precisam de certa autonomia.
O dispositivo No-Mix Vacuum faz parte de um programa iniciado há dois anos com um financiamento de dez milhões de dólares singapurianos, (cerca de US$ 7,8 milhões), concedido pela Fundação Nacional de Pesquisa de Cingapura.
A Universidade Tecnológica de Nanyang apresentou o projeto na feira de ciência e tecnologia WasteMet Asia 2012 em 4 de julho em Cingapura e assinou um acordo de colaboração com o Centro de Engenharia da Terra da Universidade de Colúmbia (Estados Unidos).

domingo, 22 de julho de 2012

Canal é despoluído com técnica de Exército em Santos (SP)


22/07/2012 - 03h30

Canal é despoluído com técnica de Exército em Santos (SP)


EDUARDO GERAQUE
ENVIADO ESPECIAL A SANTOS

Uma técnica de engenharia estudada há décadas pelo corpo de especialistas do Exército americano está ajudando a despoluir parte do canal do porto de Santos.
Apesar de bastante usado no mundo, o método que consiste em rechear com solo marinho gigantescos travesseiros feitos de uma lona super-resistente está tendo, agora, uma nova aplicação.
No Brasil, é a primeira vez que os geotubos, como eles são chamados, são usados em larga escala para confinar material contaminado.
O material sujo, ainda molhado, é puxado do fundo do mar para os grandes tubos. A água vai escorrer pelos poros da lona, mas o solo ficará preso ali para sempre.

Terminal Embraport

Marcelo Justo/Folhapress


Operários trabalham na limpeza dos sacos Geotubos usados na descontaminação
MISTÉRIO
A tóxica poluição por metais pesados (como cádmio e mercúrio) era desconhecida dos construtores, quando, há mais de quatro anos, as obras desse terminal marítimo de cargas, que será o maior da América Latina, começaram.
Em frente ao gigantesco terreno, sob as águas, a poucos metros de profundidade, havia 580 mil metros cúbicos de material contaminado.
Ninguém sabe de onde aquilo vem. Ou se o material foi jogado ao mar santista em uma outra época, quando o descaso ambiental era maior do que é hoje.
Sem a retirada, a licença ambiental não sairia.
O método tradicional --retirar todo o sedimento, colocá-lo em caminhões e jogá-lo em aterros-- iria atrasar o cronograma de entrega em pelo menos dois anos.
Em um projeto que custa R$ 2,3 bilhões, qualquer atraso resulta em prejuízo.
"Com as geobags [termo também usado para se referir à técnica] adiantamos a entrega da obra entre 24 e 36 meses", afirma Henrique Marchesi, da construtora Odebrecht Infraestrutura.
"A retirada por caminhões sairia até mais barato, mas optamos por essa outra alternativa", diz o engenheiro, que não revelou o gasto com todo o processo.
FURACÕES
No exterior, os chamados geotubos foram usados pelo próprio Exército americano para reconstruir, em meses, parte da costa de New Orleans, destruída por furacões entre 2005 e 2008.
As estruturas eram enchidas de areia e empilhadas, para formar diques.
Adaptar os geotubos para um processo de descontaminação é relativamente simples.
Os geotubos têm 17 metros de largura por 65 de comprimento. Cheios, podem chegar a 2,5 metros de altura.
No caso de Santos, o material dragado vai encher 169 bolsas gigantes.

O terminal, que receberá três navios ao mesmo tempo, será construído sobre os geotubos. Eles foram instalados atrás de um dique para não serem arrastados pelo mar.
De acordo com Marchesi, o BID, um dos financiadores da obra ao lado do BNDES, não queria colocar dinheiro em um projeto que seria erguido sobre os geotubos.
"Nós os convencemos", diz o engenheiro brasileiro. Frase que também vale para a aprovação do Ibama, órgão responsável por dar o aval ambiental à construção.

Água distribuída de graça na Naníbia?


21/07/2012 - 05h00

Geocientistas acham reservatório natural de água limpa na Namíbia



Descoberto no subsolo do norte da Namíbia, fronteira com Angola, um aquífero de 2.800 km² poderá suprir essa região do país africano por 400 anos mesmo com as taxas de consumo atuais, informa a rede britânica BBC.
Batizado de Ohangwena 2, o novo reservatório natural possui águas com 10 mil anos que são tão limpas quanto as fontes atuais.
A alta pressão das águas vai facilitar e baratear a extração. Isso pode ter grande impacto no desenvolvimento do país -o mais seco da África ao sul do Saara- e no combate às mudanças do clima.

Skatistas têm 13 parques públicos, maioria na periferia


22/07/2012 - 05h30




DE NOVA YORK

RAUL JUSTE LORES

Skatistas adolescentes mergulhados em drogas e sexo casual causaram certo escândalo no filme "Kids", do diretor e fotógrafo norte-americano Larry Clark.
Em 1995, filmado na Washington Square, praça do Village, o filme reafirmou um certo clichê de marginalidade ligado ao skate.
Hoje, a violência em Nova York caiu tanto que se aproxima das estatísticas de pacatas capitais europeias e a Washington Square virou ponto nobre.
"O skate não enfrenta mais tanto preconceito, atinge todas as classes, mas começou na rua e era discriminado, como várias outras manifestações populares", diz Steve Rodriguez, presidente da Associação de Skatistas de Nova York e "pai" do "skate-park" do Lower East Side.
Nos conturbados anos 1970 e 1980, quando havia um toque de recolher informal em diversas áreas da cidade (época retratada nos violentos "Taxi Driver" e "After Hours", do cineasta Martin Scorsese), Nova York começou a abrir quadras de basquete públicas e ao ar livre nas áreas de maior violência, dando entretenimento e ocupação a milhares de adolescentes e jovens. Hoje, há cerca de 400 dessas quadras públicas.
O skate ainda está muito atrás. Há 13 parques públicos para skatistas em Nova York, a maioria (nove) nos distritos mais periféricos de Queens e Bronx. No verão, como agora, têm horário ampliado e ficam abertos até as 21h.
Em vários deles, os usuários ou seus responsáveis precisam assinar um termo de compromisso isentando a Prefeitura de Nova York de responsabilidade por acidentes causados pelas manobras mais radicais. (RAUL JUSTE LORES)


22/07/2012 - 05h30

Pista de skate assume lugar de lixão em Nova York


RAUL JUSTE LORES
DE NOVA YORK

Sob calor de 34ºC do verão nova-iorquino, cerca de 300 garotos e algumas poucas garotas fazem acrobacias com skates e até mesmo patins no mais novo "skate-park" da metrópole.
Com 2.000 metros quadrados, praticamente o vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo), há obstáculos de concreto e rampas de metal demandando acrobacias dos mais corajosos.
Eles literalmente estão embaixo da ponte, a gigante Manhattan Bridge, que liga a ilha de Manhattan ao Brooklyn, por onde passam trens do metrô nas alturas.
HISPÂNICOS E NEGROS
O local já foi parecido com a base de qualquer viaduto paulistano. Além de sem-tetos e dependentes químicos, trombadinhas e um minilixão ocupavam a área.
Mas o piso de concreto também atraía os skatistas, muitos deles moradores dos conjuntos habitacionais vizinhos, no limite entre os bairros de Lower East Side e Chinatown.
Uma das poucas áreas de Manhattan que não foi transformada pela especulação imobiliária e pela chegada de moradores mais abonados. Apenas 28% da população da área é branca. A maioria é de imigrantes hispânicos, asiáticos e negros.
Além da ponte e do barulho dos trens, a apenas um quarteirão passa a via expressa Franklin Delano Roosevelt, uma das marginais de Manhattan, que deixou a cidade de costas para o rio.
REMODELAGEM
Uma parceria público-privada patrocinou o "skate-park". Um programa de bolsas da Nike premiou o líder da Associação de Skatistas de Nova York, Steve Rodriguez, com uma verba de US$ 250 mil para remodelar as pistas.
A ONG Architecture for Humanity (arquitetura para a humanidade) fez um concurso entre cinco escritórios locais de arquitetura para reinventar o espaço.
O Departamento de Parques e Recreação da Prefeitura de Nova York se responsabilizou pela manutenção, que ainda conta com doações de outras duas fundações.
Depois de 13 semanas de obras, o parque foi aberto oficialmente no início deste mês de julho, o que coincide com o período de férias escolares nos EUA --e do verão no hemisfério Norte.
O arquiteto Preeti Sodhi trabalhou com especialistas para equilibrar obstáculos mais ousados para os profissionais e outros, mais modestos, para quem quiser usar o parque só para brincar, ou para praticar.
Há uma pirâmide de concreto, bem no meio do parque, para aquelas acrobacias mais arriscadas.

O que acontece se "capturar" todo CO2?


19/07/2012 - 10h29

Experimento 'fertiliza' oceano para capturar gás-estufa


DA FRANCE PRESE


Experimentos para "fertilizar" os oceanos com ferro e assim favorecer a floração e o desenvolvimento de fitoplânctons (minúsculos organismos marinhos que fazem fotossíntese) capazes de capturar o CO2 podem mostrar um novo caminho para lutar contra o aquecimento global, indica um novo estudo na revista "Nature". O método, porém, é cercado de controvérsias ambientais.
"A fertilização do oceano com componentes à base de ferro provocou a floração do fitoplâncton, dominado por complexos de espécies microscópicas, arrastando uma quantidade considerável de dióxido de carbono em direção ao fundo dos oceanos", ressalta a equipe de pesquisadores.
O trabalho é um dos maiores e mais detalhados testes da chamada fertilização do oceano, uma prática que está proibida pela legislação internacional, embora sua pesquisa seja permitida.
No mundo inteiro, cientistas buscam maneiras de armazenar e neutralizar o dióxido de carbono, um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento do planeta.
A experiência divulgada agora foi realizada em 2004, nos mares austrais, por uma equipe dirigida por Victor Smetacek, do Instituto de Pesquisa Marinha de Bremerhaven, na Alemanha. O grupo afirma, porém, que não conseguiu "avaliar com exatidão a duração deste sequestro" de carbono.
As cinco semanas de observação que passou na Antártida mostraram que a floração da diatomácea (algas unicelulares microscópicas) estava em seu apogeu quatro semanas depois da fertilização.
Posteriormente, ocorreu a mortalidade de um grande número de dessas algas, formando massas viscosas de elementos --que incluíam materiais fecais dos zooplânctons-- que caíam rapidamente no fundo do oceano.
"Todos esses elementos e múltiplos testes, cada um com um enorme grau de incerteza, nos conduzem à conclusão de que ao menos a metade dessa biomassa foi para além dos mil metros de profundidade, e que uma proporção substancial sem dúvida chegou ao fundo do oceano austral", dizem os pesquisadores.
Assim, a floração de fitoplâncton fertilizado com sulfato de ferro "pode sequestrar carbono em escalas de tempo calculadas em séculos nas camadas de água até acima do fundo do mar". Isso "inclusive durante mais tempo nos sedimentos destas profundidades", acrescentaram.
Resumindo os resultados deste estudo, Michael Steinke, da Universidade britânica de Essex, explica: "como as plantas em terra firme, o fitoplâncton, procedente da fotossíntese, que flutua no mar, capta CO2 na superfície do oceano e, quando o fitoplâncton morre, afunda para o fundo do oceano, onde boa parte fica presa nos sedimentos profundos durante alguns anos".
Essa transferência de CO2 contribui, segundo ele, para manter a temperatura ambiente em um nível que facilite a vida em nosso planeta.
"Isto abrirá caminho para métodos de engenharia em grande escala que utilizem a fertilização do oceano para atenuar as mudanças climáticas?", pergunta-se.
"Sem dúvida não, porque encontrar o local adequado para tais experimentos é difícil e caro", segundo ele.
Em 2007, os especialistas da UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza) advertiram para os riscos desta técnica, sobretudo para o ambiente marinho, um aspecto ausente do estudo publicado pela Nature.

Cigarro e fumança são os principais causadores da DPOC



20/07/2012 - 17:04
Cerca 90 mil sergipanos possuem o diagnóstico e não sabem
Pneumologista demonstra exame (Foto: Portal Infonet)
O tabagismo e a exposição ao fogão à lenha são as principais causas apontadas para desenvolvimento de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). A Sociedade Sergipana  de Pneumologia e Tisiologia alerta que cerca  90 mil sergipanos possuem o diagnóstico e não sabem. O levantamento é realizado com base no número de fumantes no Estado, que são os principais alvos da DPOC.


A DPOC está relacionada, principalmente, ao  uso contínuo do cigarro, mas  há casos em Sergipe de pacientes que desenvolveram a doença  por causa do  contato com o fogão à lenha. De acordo com o presidente da Sociedade Sergipana de Pneumologia e Tisiologia, José Barreto, as substâncias do carvão contribuem para o desenvolvimento da doença. “O carvão libera uma substância que podem levar a doença pulmonar crônica. O contato contínuo pode desencadear a doença, se não houver tratamento pode levar até a morte. Estes pacientes que desenvolvem  a doença por este fator geralmente moram no interior de Sergipe”, alerta.

Fumantes e ex-fumantes são os principais alvos da doença pulmonar
Os fumantes e ex-fumantes acima de 40 anos também são alvos da DPOC. A Sociedade Sergipana de Pneumonia e Tisiologia avalia que um fumante que usa um maço de cigarro  por dia em 20 anos é um candidato a ter doença pulmonar. Como também desencadeiam outras doenças como câncer de pulmão. Os fumantes passivos também podem desenvolver a DPOC e até uma asma.


Os dados recentes sobre apontam a doença pulmonar como a 10º doença que causa mortalidade no mundo. “Os casos têm aumentado no mundo todo porque as pessoas continuam fumando, não procuram o médico no início dos sintomas e abandonam o tratamento. Uma doença silenciosa que atinge mais os homens,  porém nos últimos 20 anos a mulher tem fumado mais”, afirma José Barreto.



Prevenção



No dia 4 de agosto será realizado o III Mutirão de Espirometria no Hospital Universitário (HU). O objetivo do mutirão é diagnosticar a doença e evitar a sua evolução. Segundo José Barreto, nos dois últimos mutirões 350 pacientes foram atendidos. “Houve uma grande demanda para realização do exame. E dos pacientes atendidos nos últimos mutirões cerca de 20% apresentaram o diagnóstico”, revela o pneumologista José Barreto.

Aparelho digital indica as alterações no pulmão
O exame de espirometria será realizado gratuitamente no HU a partir das 7h. Em clínica popular o preço do exame varia de R$ 50 a R$ 100. Os exames podem ser realizados todos os dias no HU ou pela Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA) no Cemar. O exame ajuda no diagnóstico da doença e evita a sua evolução.


Além do exame de espirometria as pessoas podem tomar alguns cuidados para prevenir contra a doença pulmonar. A Sociedade Sergipana de Pneumonia e Tisiologia recomenda evitar contato com o fogão à lenha e parar de fumar. Em Sergipe pelo menos 15% dos pacientes que fumam desenvolvem esta doença.



Sintomas



Cansaço e tosses leves com secreção clara podem ser sinais de alerta. Com a evolução da doença pulmonar outros sintomas aparecem como a falta de ar. Em alguns, além da tosse surge os chiados no peito, chamados de sibilos. Se não houver um tratamento adequado, o quadro pode evoluir levando a morte. Os pacientes com estes sintomas devem procurar o médico para realização do tratamento.

Por Adriana Freitas e Allana Andrade

Parque tecnológico no interior de São Paulo recebe certificação Aqua

5/Julho/2012

http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/parque-tecnologico-no-interior-de-sao-paulo-recebe-certificacao-aqua-262298-1.asp



Empreendimento de 400 mil m² exige que projetos instalados no terreno atendam pelo menos nove itens de sustentabilidade


Aline Rocha




O Parque Eco-Tecnológico Damha, da Damha Urbanizadora, recebeu o certificado Aqua (Alta Qualidade Ambiental) Bairro Sustentável , na fase programa da operação. Localizado na Rodovia SP 318, Km 234, em São Carlos, São Paulo, o empreendimento tem cerca de 400 mil m² de área e é dividido em dois condomínios.
Divulgação
A certificação avaliou 17 categorias de desempenho, distribuídas em três importantes temas: integração e coerência do bairro; recursos naturais, qualidade ambiental e sanitária; integração na vida social e fortalecimento das dinâmicas econômicas. Esses desempenhos são obtidos por meio das ações do Sistema de Gestão do Bairro Sustentável (SGB), que tem como objetivo organizar a condução do empreendimento, controlando todos os processos.
As empresas interessadas em se instalar no Parque Eco-Tecnológico Damha devem possuir empreendimentos que atendam, no mínimo, nove itens de sustentabilidade. Entre eles, economia da energia elétrica, controle do consumo de água e projeto arquitetônico de acordo com as características específicas do local, orientação e volumetria da construção.
"A inserção do Parque Eco-Tecnológico junto ao Parque Eco-Esportivo Damha tem tudo para contribuir na formação de um bairro sustentável, inclusive com matas cuja proteção ambiental já está estabelecida. O lugar vai reunir espaços de lazer, conscientização ambiental, esportes e moradia, que se integram a um complexo empresarial e a um centro comercial", disse Manuel Martins, coordenador do Processo Aqua.

sábado, 21 de julho de 2012

Norma de Desempenho ficará em consulta pública até setembro

18/Julho/2012

http://www.piniweb.com.br//construcao/legislacao/norma-de-desempenho-ficara-em-consulta-publica-ate-setembro-263029-1.asp



Revisão dos textos normativos começou em janeiro de 2011


Aline Rocha






Marcelo Scandaroli
A NBR 15575 - Edificações Habitacionais - Desempenho entrou em consulta pública na última segunda-feira (16). As seis partes da normativa, que foram publicadas em 2008, começaram a ser revisadas em janeiro de 2011.
Os textos disponíveis para consulta são: requisitos gerais, estrutura, pisos, vedações verticais internas e externas, coberturas e sistemas Hidrossanitários.
A consulta ficará aberta até o dia 13 de setembro no site da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Para ter acesso e votar, é necessário clicar no link "ABNT/CB-02 Construção Civil" e criar o ABNT Passaporte.

Raios!


Tecnologia tenta proteger aviões de raios

Em média, cada avião é atingido por um raio uma vez por ano

18 de julho de 2012 | 12h 41


BBC

Em média, cada avião é atingido por um raio uma vez por ano.


Feitos de metal, os aviões escapam, mas as aeronaves mais modernas estão sendo feitas de fibra de carbono, que podem sofrer danos se atingidas por um raio.



Mas cientistas em Cardiff encontraram uma forma de manter os níveis de segurança nas novas aeronaves.



E a BBC teve acesso exclusivo a estes testes.



Sacolinha é brinde!


14/07/2012

Rede de supermercados cobra por sacolinha plástica


Simei Morais
do Agora

Lojas da rede de supermercados Dia estão cobrando pelas sacolinhas plásticas distribuídas, desrespeitando decisão judicial que obriga redes e outros estabelecimentos associados à Apas (Associação Paulista de Supermercado) a darem a embalagem gratuitamente.
A rede tem cobrado R$ 0,07 por sacolinha. A decisão judicial está em vigor há 18 dias em todo o Estado.
"Tenho recebido uma média de dez reclamações diárias contra o Dia, pela insistência em cobrar pela sacolinha", afirma Marli Sampaio, presidente da Associação SOS Consumidor, que repassou as denúncias ao Procon-SP.
O Procon afirma que se comprometeu a fiscalizar as lojas e autuá-las, se necessário.
De acordo com a assessoria da instituição, as multas variam de R$ 400 a R$ 6 milhões, dependendo do porte da loja, da infração e da reincidência.
Resposta
Embalagem de graça vai voltar Por meio da assessoria de imprensa, a rede Dia afirma que voltará a distribuir sacolinhas gratuitamente na segunda-feira.
A empresa diz que apenas 85 de suas 450 unidades no Estado estavam sem a sacola grátis.
Segundo a assessoria, houve problema de logística e essas lojas ficaram sem sacolinhas gratuitas.
A sacola deR$ 0,07, no entanto, continuará à venda.
A empresa afirma que ela é maior e tem capacidade para 10 kg.
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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Empresa espanhola fabrica bicicleta ajustável ao tamanho da criança


http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,empresa-espanhola-fabrica-bicicleta-ajustavel-ao-tamanho-da-crianca,2021,0.htm


18 de julho de 2012 | 14h 49


Guidão, banco e quadro podem ter tamanho alterado conforme o desenvolvimento dos pequenos
ESTADÃO PME

Reprodução vídeo
Reprodução vídeo
Modelo se adapta ao tamanho da criança
As crianças crescem rápido e perdem roupas e brinquedos facilmente. Diante dessa situação, uma fabricante espanhola de bicicletas, a Orbea, inovou ao oferecer opções ajustáveis. São modelos com o sistema Grow com bancos ajustáveis, guidão para atender diferentes alturas e barra extensível no quadro para alterar o tamanho da bicicleta conforme o crescimento da criança.


De acordo com o site Springwise, mantido por uma companhia que busca pelos negócios mais promissores ao redor do mundo, a bicicleta está disponível em duas versões. A Grow 1 para crianças de dois a cinco anos e meio custa 329 euros. Já a Grow 2, nas versões 1v e a 7v, para os pequenos de quatro a nove anos  é comercializada por 342 e 362 euros, respectivamente. A empresa ainda planeja o lançamento do modelo Grow 3 para os jovens de oito a 14 anos.
O sistema Grow, segundo o site da empresa, busca uma melhor adaptação ergonômica em relação aos modelos tradicionais, já que muitas crianças usam bicicletas maiores ou menores do que o tamanho ideal. Os pais ainda conseguem economizar com a compra de um modelo mais durável e ainda causam um menor impacto ambiental.
Para os brasileiros que se interessaram pela bicicleta, ainda não há previsão para o modelo desembarcar por aqui, segundo a distribuidora da marca no País.
Veja o vídeo da empresa sobre o modelo ajustável.

Nova ferramenta reúne dados sobre profissionais do Confea

http://mundogeo.com/blog/2012/07/19/nova-ferramenta-reune-dados-sobre-profissionais-do-confea/


Por Eduardo Freitas
16h08, 19 de Julho de 2012



O Confea/Crea acaba de lançar, em seu site, uma ferramenta com dados estatísticos sobre o quadro de profissionais do Sistema, atualizadas diariamente.



Segundo dados da manhã de 17 de julho, há hoje registrados no Sistema Confea/Crea 183.496 engenheiros civis. Eles respondem por cerca de 17% dos títulos registrados no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia.



“O número total de profissionais é menor que um milhão. Acontece, que alguns destes profissionais têm mais de uma formação e mais de um registro”, esclarece o Gerente de Tecnologia da Informação do Confea, Fernando Henriques. Quanto aos tipos sanguíneos, prevalece o O+ (cerca de 146 mil), seguido do A+ (127 mil). No entanto, mais da metade dos profissionais (586.564) registrados não informaram sua tipologia. Esta é uma pequena amostra das informações disponibilizadas à sociedade pelo Sistema de Informatização do Sistema Confea/Crea (SIC).



Com o acesso liberado desde 16 de julho, as informações pertencem a um banco de dados que vem sendo construído desde 2004. O Presidente do Confea, eng. civil José Tadeu, ressalta a importância de apresentar à sociedade as informações disponíveis sobre o Sistema. “Estas informação já constavam da nossa base de dados, então houve a compreensão de que não fazia sentido guarda-las conosco, pois são informações de interesse de toda a sociedade. Pesquisas de diversas áreas podem ser desenvolvidas, inclusive por pessoas e áreas fora do Sistema, que precisem de dados sobre os profissionais em atividade”, comenta.



Com informações da Assessoria de Comunicação e Marketing do Confea/Crea