domingo, 10 de julho de 2011

Manutenção preventiva: benefícios e valor agregado a longo prazo

Manutenção preventiva: benefícios e valor agregado a longo prazo

Culturalmente, o termo manutenção é utilizado no Brasil para diversas atividades

http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/manutencao-preventiva-beneficios-e-valor-agregado-a-longo-prazo/46139/

Por Hamilton Quirino , www.administradores.com.br

A manutenção de equipamentos é uma realidade constante nas empresas de hoje, seja qual for o core business da companhia. Na acirrada concorrência que se configura com o reaquecimento da economia, poucas ou nenhuma empresa pode se dar ao luxo de ter a operação paralisada, em função de um equipamento quebrado. Atendendo a esse objetivo, a manutenção preventiva se torna a melhor opção entre as existentes no mercado.


Culturalmente, o termo manutenção é utilizado no Brasil para diversas atividades. Em linhas gerais, muitas vezes, é confundido com o termo "reforma". Por exemplo, realizar a pintura de um prédio, uma ação rotineira, é uma atividade que pode ser definida como reforma ou manutenção.



A manutenção é dividida em dois grandes blocos, bem conhecidos e definidos: a preventiva e a corretiva. Enquanto a primeira é planejada e tem por objetivo evitar o dano e minimizar as chances de ele acontecer, a segunda corrige o problema já estabelecido. Um terceiro tipo de manutenção que conquistou espaço no mercado nos últimos anos é a chamada manutenção preditiva. Conceitualmente, ela antecede a preventiva e é realizada a partir de testes não destrutivos, realizados antes de qualquer falha ou problema. Ela monitora alguns equipamentos vitais ao negócio do cliente, com a função de indicar possíveis "alertas de crise", dando à preventiva um mapa de onde trabalhar com maior eficiência e antecedência.



A manutenção preventiva subdivide-se em dois tipos, que podem ser determinados pela natureza do negócio. A preventiva sistemática utiliza o tempo como referência, ou seja, as ações são realizadas a cada determinado período de tempo (uma vez ao mês, uma vez por semana, ou a determinada quantidade de horas de funcionamento de um equipamento, por exemplo). O segundo tipo, a preventiva condicional, está relacionada ao estado do bem, sendo acionada quando a eficiência do equipamento deixa de responder em níveis normais.



O fato é que, seja qual for o negócio da empresa, a manutenção preventiva precisa ser considerada, pela melhor relação custo-benefício que apresenta e, principalmente, por garantir que a operação e funcionamentos não sejam interrompidos.



Embora em primeiro momento possa parecer mais cara que a corretiva, a manutenção preventiva mostra-se mais compensadora no médio e longo prazo. Trata-se de uma alternativa para diminuir a quantidade de equipamentos que precisam ser substituídos, aumentar a vida longa desses equipamentos, reduzir os custos de correções emergenciais e garantir o pleno funcionamento das instalações, sem perdas em função de desligamentos.



Alguns especialistas prevêem a divisão entre 70% de custos e tempo de manutenção em preventiva e 30% em corretiva, mas a tendência é que a importância da preventiva aumente. As estatísticas comprovam que empresas que investem em manutenção preventiva têm resultados financeiros melhores em tempo de disponibilidade, maior tempo médio entre falhas, e, consequentemente, maior produtividade.



A valorização do patrimônio é outra vantagem, uma vez que, com melhores cuidados e com vida útil maior, os ativos da empresa ganham mais valor. Também, à medida que a manutenção preventiva se torna constante, a corretiva diminui gradativamente. quanto maior o investimento em preventiva, no longo prazo, maior a disponibilidade do bem, que pode ser utilizado com a maior capacidade possível. Ao longo do tempo, o equipamento bem mantido também perde pouco em níveis de performance, com a possibilidade de continuar a ser utilizado, como alternativa a um equipamento principal, ou ser deixado como back up, para situações emergenciais.



Outra grande vantagem da manutenção preventiva é a previsibilidade orçamentária. Os valores de contrato variam em função do escopo previsto: inclusão ou não de peças, visitas programadas ou não, exigências das SLA's (Service Level Agreeements ou Indicadores de Qualidade). Geralmente, podem ficar na faixa de 1% a 3% do custo total do equipamento, mas aspectos como a geografia da empresa, o tipo de negócio, a natureza das instalações, as formas de utilização etc, impactarão no valor do serviço.



No viés da sustentabilidade, a manutenção preventiva ganha adeptos em função da menor emissão de gases poluentes, já que os equipamentos funcionam em excelente estado, sem falhas ou desvios e também por uma melhor eficiência energética.



Hamilton Quirino é diretor de operações da Dalkia Brasil
http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/manutencao-preventiva-beneficios-e-valor-agregado-a-longo-prazo/46139/

O último suspiro do Sol

O último suspiro do Sol




autoria e fonte:http://www.discoverybrasil.com/experiencia/contenidos/sol/


O despertador toca e sabemos que um novo dia chegou. Sem dúvida, teremos muitas preocupações relacionadas ao trabalho, à familia e às tarefas do dia a dia. No entanto, existem certas coisas sobre as quais não lançamos a menor sombra de dúvida... como o Sol! Sabemos que, todos os dias, ele estará brilhando e fornecendo luz e calor, mesmo que não o vejamos.

Mas o que será de nós quando nossa fonte de calor transformar-se em uma anã-branca? Hoje, nosso Sol é uma estrela amarela saudável, cuja energia sustenta muitas formas de vida na Terra por meio da fotossíntese, determinando as condições climáticas do planeta. Mas dentro de aproximadamente 5 bilhões de anos, começará a perder seu combustível, o hidrogênio, e será o início do fim da vida como a conhecemos hoje.
Chegará um dia em que o excesso de energia produzida pelo aquecimento de suas camadas fará com que o Sol comece a expandir-se e a se resfriar, transformando-se em uma gigante vermelha. Neste momento, a temperatura da região central poderá atingir 100 milhões de kelvins; em seguida, haverá um resfriamento e o astro-rei irá se reduzir praticamente ao tamanho da Terra.
O que acontecerá com a vida terrestre, que precisa da energia do Sol para viver? Teremos desenvolvido alguma alternativa para a energia solar? Precisaremos esperar 5 bilhões de anos para descobrir a resposta.



Você é um especialista em equipamentos?

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http://www.discoverybrasil.com/guia_tecnologia/gadget/



Você é amante da tecnologia?

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Indios suruis na era digital


Globo Natureza: crédito de carbono









Sexta-feira, 08/07/2011
A preservação da floresta se tornou um bom negócio para os índios suruis, na divisa dos estados de Rondônia e Mato Grosso. Eles mostram pela internet como conservam suas matas.

Mr. Spock: Esta missão é a última do Atlantis, da frota dos ônibus espaciais e da Nasa


10/07/2011 13h01 - Atualizado em 10/07/2011 18h17


Atlantis se acopla à estação espacial

Encontro entre as tripulações ocorre neste domingo.

Nave irá entregar alimentos, roupas e suprimentos.

Do G1, em São Paulo
Header matérias Atlantis (Foto: arte / G1)
O ônibus espacial Atlantis se acoplou na manhã deste domingo (10) à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). A nave irá entregar mais de quatro toneladas de alimentos, roupas e outros suprimentos para a estação, o suficiente para mais de um ano. A acoplagem é um dos momentos mais críticos da missão, onde a margem de erro é de apenas 7 centímetros. No infográfico abaixo, você entende como ela é feita.
A "pirueta" feita pela nave antes da acoplagem é uma novidade inserida pela Nasa após o acidente com o Columbia, que se desintegrou durante a reentrada. Durante a manobra, os astronautas a bordo da ISS tiram fotos do ônibus para verificar se houve danos estruturais no escudo térmico durante a decolagem.
Atlantis acoplado à ISS (Foto: Reuters/NASA TV)Imagem transmitida pela Nasa TV mostra a Atlantis acoplada à ISS (Foto: Reuters/NASA TV)




























aposentadoria

Esta missão é a última do Atlantis, da frota dos ônibus espaciais e da Nasa. Não há previsão de quando ocorrerá outro voo tripulado em um veículo da agência.
A decisão de aposentar a frota veio também após o desastre com o Columbia. A orientação do então governo Bush era finalizar a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), aposentar a frota até 2010 e desenvolver uma nave nova que deveria estar em operação em 2014.
De lá para cá, o governo Obama confirmou a aposentadoria do programa, mas permitiu um ano a mais de voos, até 2011. As operações na ISS foram estendidas até pelo menos 2020. E o programa de naves da administração Bush, o projeto Constellation, foi cancelado. Em seu lugar, o atual presidente ordenou que a parte de desenvolvimento e construção de espaçonaves fosse delegada à iniciativa privada, enquanto a Nasa se dedicaria a pensar as próximas fronteiras da exploração espacial.
“Vamos começar a estender as fronteiras que temos para que não fiquemos fazendo a mesma coisa repetidamente. Vamos pensar sobre qual é o próximo horizonte. Qual é a nova fronteira? Mas para fazer isso, vamos precisar de avanços tecnológicos que ainda não temos”, disse Obama na quarta-feira (6) em uma entrevista com usuários do Twitter.
O presidente americano afirmou que a “nova fronteira” pode ser Marte e que, para chegar lá, “um asteroide é um bom ‘pit stop’”.
Enquanto a iniciativa privada não entrega a nova nave, no entanto, os americanos vão ficar sem acesso próprio ao espaço – algo que não acontece desde 1961, quando Alan Shepard se tornou o primeiro cidadão do país a deixar a Terra. Para chegar à ISS, eles terão que fazer algo que tiraria do sério Shepard, o homem que perdeu a chance de ser o primeiro no espaço para Yuri Gagarin por pouco mais de um mês, 50 anos atrás: pagar para viajar em naves da Rússia.
Missão
O Atlantis levará quatro astronautas experientes: o comandante Christopher Ferguson, em sua terceira missão; o piloto Doug Hurley, em sua segunda; e os especialistas de missão Sandy Magnus e Rex Walheim, ambos com três missões cada.
Cabo Canaveral recebe turistas para o último voo do Atlantis (Foto: Scott Audette/Reuters)
Cabo Canaveral recebemilhares de turistas para o
último voo do Atlantis (Foto: Scott Audette/Reuters)
É a menor tripulação desde 1983. De lá para cá, os voos sempre levaram de cinco a sete astronautas. A razão para a equipe reduzida é que os outros ônibus espaciais foram aposentados: por isso, não há nenhum que possa ser usado em uma missão de resgate.
Caso haja algum problema com a nave, os tripulantes serão transferidos para a estação espacial e retornarão, um por vez, nas naves russas Soyuz – um processo que pode levar até um ano.
Além disso, menos gente a bordo significa mais espaço para carga e a agência quer aproveitar cada centímetro disponível em seu último voo.
A missão da nave é levar o módulo multipropósito Raffaello, com suprimentos e partes sobressalentes, para a ISS.
O Atlantis
O quarto ônibus espacial da Nasa está em operação há 26 anos e é responsável por alguns dos grandes marcos do programa americano: ele lançou o telescópio espacial de raios gama Compton e as sondas Magellan para Vênus e Galileo para Júpiter.

Insígnia da missão com a letra grega ômega simboliza o fim do programa do ônibus espacial (Foto: Nasa/Divulgação)










Insígnia da missão com a letra grega ômega
simboliza o fim do programa do ônibus
espacial (Foto: Nasa/Divulgação)
A nave também foi a primeira americana a acoplar com a estação espacial russa Mir, para onde fez sete voos consecutivos, entre 1995 e 1997.
Em 2009, o Atlantis fez a última missão de reparos prevista para o telescópio espacialHubble, que permitiu que o observatório orbital, que estava definhando na época, pudesse ter sua expectativa de vida estendida para até 2014.
No voo seguinte, ele bateu o recorde do Discovery de menor número de problemas técnicos em uma missão: 54. Em 2010, bateu seu próprio recorde e baixou o número para 46.
A missão de 2010 estava prevista para ser a aposentadoria oficial do ônibus espacial. A atual era apenas uma missão de stand-by que seria usada para caso de necessidade de resgate do Endeavour, que, na época, estava previsto para fazer a missão final da frota. Com a decisão de tornar o voo de resgate em uma missão oficial, a nave foi recolocada em serviço.
Após a aposentadoria, o Atlantis será a único que continuará na Flórida, em exibição no complexo de visitantes do Centro Espacial Kennedy. O Discovery será enviado ao Museu Smithsonian na capital americana, Washington DC, no lugar do protótipo Enterprise, que nunca foi ao espaço e será transferido para Nova York. O Endeavour irá ao Centro de Ciência da Califórnia, em Los Angeles.