terça-feira, 7 de junho de 2011

Conheça como as imagens RapidEye e suas aplicações estão sendo utilizadas por empresas públicas e privadas em todo Brasil





Seminário online dia 8 de junho às 11h













O Portal MundoGEO e a Santiago & Cintra Consultoria convidam você a participar deste webinar que abordará a aplicação das imagens de satélites RapidEye.

A alta disponibilidade de imagens atuais, ortorretificadas com cinco metros de resolução, coletadas diariamente de qualquer lugar do Brasil, associada ao seu alto conteúdo de informação, obtido através das cinco bandas espectrais e ainda 4.096 níveis de cinza, tem permitido aplicações operacionais das imagens RapidEye em projetos de extrema relevância, para diferentes empresas privadas e públicas em diversos segmentos do mercado: meio ambiente, agricultura, governo estadual, federal e municipal, telecomunicações, florestal, mineração, óleo e gás, utilities, educação, entre outros.

Com acesso gratuito, este seminário online é indicado para gestores, especialistas, consultores, educadores, técnicos, entre outros, que necessitam ou utilizam informações associadas a qualquer espaço geográfico para tomadas de decisão ou gerar conhecimento ou análise para vários segmentos de mercado.

Os apresentadores serão Silvia Cristina de Jesus, mestre em sensoriamento remoto pelo Inpe, e Paulo Henrique Amorim, gerente técnico de soluções da Santiago & Cintra Consultoria. Paulo é engenheiro cartógrafo formado pela Universidade Estadual Paulista, com uma vasta experiência na área de geoprocessamento, sensoriamento remoto e fotogrametria.
Webinar:Conheça como as imagens RapidEye e suas aplicações estão sendo utilizadas por empresas públicas e privadas em todo Brasil
Data:8 de junho de 2011 (próxima quarta-feira)
Hora:11h às 11h50 (horário de Brasília)
Após registrar-se, você receberá um email de confirmação com o link de acesso a este seminário online.
Requisitos de Sistema
PC - Windows 7, Vista, XP ou 2003 Server
Macintosh - Mac OS X 10.4.11 (Tiger) ou mais recente
Vagas limitadas!
Reserve já seu espaço neste seminário online:
https://www2.gotomeeting.com/register/940320826

BALANÇO DA VIRADA

Virada Sustentável ganhará minieventos 


Organização promete nova edição em 2012 e pequenas ações neste ano

Crianças formaram grande parte do público do evento, que ocorreu em 78 locais espalhados pela Grande São Paulo


06/06/2011


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0606201125.htm
autoria: RAFAEL MOSNA
DE SÃO PAULO 


Com mais de 480 atrações na Grande São Paulo durante o final de semana, a Virada Sustentável deve se repetir anualmente e em eventos menores ao longo do ano.
As atividades marcaram o Dia do Meio Ambiente, comemorado ontem. "Vamos seguir a estratégia de pulverizar as atrações. Antes, teremos pequenas viradinhas [ao longo do ano] em diferentes regiões da cidade, com teatros, instalações e atrações de diversas caras", diz o organizador André Palhano.
"Queremos abordar a sustentabilidade de maneira gostosa, sem ser chata nem pedante", afirma.
Crianças formaram grande parte do público do evento, que aconteceu em 78 locais.
Em um parque Ibirapuera (zona sul) mais vazio que o habitual, devido ao frio, nem todos os frequentadores sabiam da virada ontem, mas paravam ao lado das atrações ao ver a aglomeração.
A atriz Gabriela Duarte tomou conhecimento do evento por um casal de amigos. Sua filha de quatro anos, Manuela, participou da oficina com garrafas pet, no espaço Eco Criança. "A tia montou isso [pétalas de plástico] e eu pintei", contou a garota. Vai reproduzir o aprendizado em casa? "Não", responde na ponta da língua. "É que ela achou difícil", ri a mãe.
Isabela Franco de Figueiredo, 6, correu para a família com uma rosa pintada no rosto. "Eu aprendi a fazer um pião. Usei palito, jornal e fita [adesiva]", diz.
Os jovens também aprenderam. Druciana Ulisses, 22, gostou da instalação "Uma Casa Mil Olhares". Enquanto observava um painel, ela explicava para o namorado, Alex Pereira, 24: "As novas válvulas de vasos sanitários têm duas opções de fluxo de água, a maior para dejeto sólido e a menor para líquido."

Poluição sonora: PM recebe 600 queixas de barulho por dia em São Paulo

PM recebe 600 queixas de barulho por dia


No fim de semana, 60% dos chamados são para reclamar de perturbação do sossego


07 de junho de 2011 | 0h 00


autoria: Camilla Haddad - O Estado de S.Paulo
JORNAL DA TARDE
JB Neto/AE-3/6/2011
JB Neto/AE-3/6/2011
Vila Madalena. No topo do ranking das reclamações
Roubos, furtos e outros crimes graves não são mais a maior demanda da Polícia Militar nas noites de sexta-feira e sábado. Nesses dois dias, as ocorrências mais recebidas pelo telefone 190 estão relacionadas ao barulho: segundo dados do ano passado, corresponderam a 60% dos chamados. Em dias normais, esse índice é inferior a 10%. Segundo a corporação, 231 mil ligações foram recebidas em 2010, uma média diária de mais de 600 telefonemas ou 26 chamados por hora.
Na lista das maiores queixas estão latidos, cantos de pássaros, festas na madrugada, bailes funk, gritos e até batuque com caixas de fósforo que são ouvidos através das paredes. No ano passado, os casos classificados como perturbação de sossego cresceram 226% em relação a 2006.
O ritmo frenético das ligações faz a polícia reforçar a equipe de atendentes. "Empregamos nos fins de semana 50 policiais a mais, só por conta das ocorrências de perturbação de sossego", explica o capitão Emerson Massera Ribeiro, porta-voz da corporação.
Segundo o oficial, perturbação do sossego é contravenção penal, cuja pena é de prisão de 15 dias a 3 meses ou multa. "Como é considerada de menor potencial ofensivo, geralmente acarreta penas alternativas."


     
Papel da Prefeitura. O capitão explica que a fiscalização dos casos de barulho em estabelecimentos comerciais é de competência da Prefeitura de São Paulo - mais especificamente do Programa de Silêncio Urbano, o Psiu. "Apesar disso, as pessoas ligam primeiramente para a PM, sendo orientadas pelos atendentes." Entre uma ligação e outra, nem todo pedido de "socorro" termina com envio de viatura. Isso porque a polícia só pode registrar a ocorrência se a vítima estiver disposta a ir até uma delegacia.
Procurada, a Prefeitura informou que de janeiro de 2009 a janeiro deste ano a região da Sé é a recordista de reclamação, com 3.721 queixas. Em Pinheiros foram 3.129 chamados; na Vila Mariana, 1.777; na Mooca, 1.681; na Lapa, 1.638.
Funk. Para um técnico em eletrônica de 49 anos, morador do Itaim Paulista, na zona leste, as noites de sábado têm sido passadas em claro há pelo menos três meses. Segundo ele, um baile funk tira o sono dos moradores da região após as 22h. O som ensurdecedor vem da Rua Barão de Alagoas. São adolescentes que dançam e bebem na madrugada.
Para piorar o cenário, o técnico diz que homens de moto estouram o escapamento dos veículos e, por causa do barulho, conseguem disparar alarmes dos carros estacionados na rua. "As janelas ficam vibrando."
Cansado, o técnico diz que liga no 190 pedindo socorro. "Teve sábado que já telefonei quatro vezes, fora meus vizinhos." Ele se nega a ligar para o 156 da Prefeitura. "Não gosto, porque lá tem de se identificar e tenho medo", afirma. "O que ouvimos dos atendentes é que vários chamados foram registrados e eles mandam viaturas, mas a gente não vê", conta.
A mesma situação é enfrentada por um grupo de moradores de um prédio vizinho a um hotel, na região central. Os condôminos fizeram abaixo-assinado e já têm 80 nomes. Tudo para evitar que caminhões de lixo e transporte de caçambas passem depois das 22h.
O advogado Marcelo Manhães, presidente da Comissão de Direito Urbanístico da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), explica que, apesar de a lei prever de 15 dias a 3 meses de detenção, o que ocorre geralmente é frustração para quem faz a queixa, "tendo em vista a dificuldade de caracterizar a infração". "Exceto quando se trata de atitudes continuadas, como, por exemplo, uma obra sendo executada em horário proibido e produzindo ruídos além do limite", ressalta.
Indenização. Para Manhães, a questão geralmente é tratada como sendo de menor importância e não costuma levar a processos. Ele lembra que, se houver prova mostrando quem faz o barulho e provando que o ruído desrespeita limite legal, pode ser instaurado processo para interromper o barulho e pleitear eventual indenização.
Serviço
PSIU: QUEIXAS PODEM SER FEITAS PELO SITE HTTP://SAC.PREFEITURA.SP.GOV.BR. QUEM NÃO TIVER COMO ACESSAR A INTERNET PODE RECORRER AO TELEFONE 156, QUE FUNCIONA 24 HORAS

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PSIU no combate à poluição sonora




O Programa de Silêncio Urbano (PSIU) da Prefeitura de São Paulo, ao combater a poluição sonora na cidade de São Paulo, tem a missão de tornar mais pacífica a convivência entre esses locais e os moradores da vizinhança. Mas não é em todos os casos que o órgão pode atuar. De acordo com a legislação, o PSIU está autorizado a fiscalizar apenas locais confinados, como bares, boates, restaurantes, salões de festas, templos religiosos, indústrias e até mesmo obras. Porém, a lei não permite que vistorie festas em casas, apartamentos e condomínios, por exemplo.
O órgão trabalha com base em duas leis: a da 1 hora e a do ruído. A primeira determina que, para funcionarem após à 1 hora da manhã, os bares e restaurantes devem ter isolamento acústico, estacionamento e segurança. Antes desse horário, a Lei do Ruído controla a quantidade de decibéis emitidos pelos estabelecimentos, a qualquer hora do dia ou da noite.

Como funcionam as vistorias
Na primeira vez em que o local é alvo de denúncia, o responsável pelo estabelecimento é comunicado sobre o incômodo que vem causando e orientado a solucionar os problemas. Se o problema persistir, a equipe de fiscalização é acionada, vai ao local e faz a vistoria.
Ao contrário do que pode se supor, não é possível fazer as vistorias no momento em que as denúncias são feitas. Isso porque elas são montadas com antecedência, pois podem precisar da participação de outros órgãos, como as Polícias Militar e Civil, Guarda Civil Metropolitana, Contru, Vigilância Sanitária e CET. Além disso, a programação é montada para que em um dia sejam feitas várias visitas em uma mesma região.
Não é raro, porém, que o som dos carros nas ruas e de pedestres conversando seja mais alto do que o emitido pelo estabelecimento vistoriado. Estas interferências são chamadas de “ruído de fundo”. Quando isso acontece, pode ser necessário fazer uma nova vistoria, em outro dia.
Outro fato que acontece com alguma freqüência é uma medição apontar que o estabelecimento vistoriado está com o ruído abaixo do permitido, mas o denunciante continuar reclamando do ruído. Neste caso, o som pode estar vazando por alguma porta ou janela lateral ou de fundo. Para resolver problemas assim, o PSIU entra em contato com o denunciante e pede autorização para realizar a medição da casa do denunciante.

Zoneamento define limites
Os limites de ruído são definidos pela Lei de Zoneamento. Nas zonas residenciais, é de 50 decibéis, entre 7 e 22 horas. Das 22 às 7 horas, cai para 45 decibéis. Nas zonas mistas, das 7 às 22 horas fica entre 55 e 65 decibéis (dependendo da região). Das 22 às 7 horas, varia entre 45 e 55 decibéis. Nas zonas industriais, entre 7 e 22 horas fica entre 65 e 70 decibéis; Das 22 às 7 horas, entre 55 e 60.
O estabelecimento que descumpre a Lei da 1 hora está sujeito à multa de R$ 30,606,00 mil. Se desobedecer novamente a lei, é lacrado na hora. Já para a desobediência à Lei do Ruído, a primeira multa pode variar de 300, 150, 100 a 50 UFMs.
Os números mostram o quanto tem sido intenso o trabalho do PSIU. De 2005 até o início do ano de 2010, foram realizados 143.335 atendimentos, aplicadas 1.956 multas por desrespeito à Lei da 1 hora e outras 1.046 por excesso de ruído. Além disso, 495 locais foram fechados.

Como denunciar
As denúncias podem ser feitas pelo telefone 156, pelo SAC ou nas subprefeituras. Para que a ação tenha mais eficiência, é importante que a pessoa informe o endereço completo do estabelecimento que esta provocando incômodo, o horário de maior incidência de barulho e o tipo de atividade que ele exerce. O denunciante também deve identificar-se com nome completo, endereço e telefone. Os dados pessoais são guardados sob sigilo e não são divulgados.
ORIGEM DO BARULHO – 2009
Poluição sonora – 53%
Fechamento de bar após 1h – 19%
Obras – 9%
Igrejas – 11%
Diversos – 8%
Ranking subs que mais recebem reclamações – jan de 2009 a jan de 2010
1. Sé - 3721
2. Pinheiros - 3129
3. Vila Mariana - 1777
4. Mooca - 1681
5. Lapa – 1638

Números – fiscalização geral 2005 – Fev/2010

Ano


2007
2008
2009
 2010
Jan/Abr2011
Reclamações Recebidas


37.114
42.075
33.673
29.046
9.167 
Atendimentos Realizados


28.764
33.884
35.511
32.114
10.610 
Notificação p/ Bares aberto 
após 1h - Lei 12.879


21(*)
0
0
 0
Comunicados



11.889
14.116
11.920
4.253 
Multa e Lacração p/ bares abertos após1h - Lei 12.879


412
254
885
603
166 
Multas de Ruído


221
224
270
155
23 
Fechamento Administrativo / Policial


109
48
138
186
53 
Multas Aplicadas 
em milhões (aprox)


R$15,5
R$ 12
R$ 28
R$ 21
R$5,5 




* A partir de 20/06/07 adotada a medida administrativa de não mais notificar
, apenas comunicar via correio – com o mesmo efeito da notificação 
(Portaria nº 025/SMSP/SEC/2007)

País precisará investir R$ 1 tri em energia


País precisará investir R$ 1 tri em energia



07/06/2011 - 07h37


autoria: LEILA COIMBRA
DO RIO

Serão necessários R$ 1,02 trilhão em investimentos para aumentar a capacidade de oferta de energia elétrica, petróleo, gás e etanol no Brasil até 2020. Deste total, quase metade será aplicada pela Petrobras, e, em escala menor, pela Eletrobras.
Os dados fazem parte do Plano Decenal de Energia do governo, divulgado ontem pelo presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim.
Segundo a EPE, no mesmo período a demanda total por energia subirá 60% no país.
A maior parte dos recursos será aplicada na exploração e produção de petróleo: R$ 686 bilhões (67% do total).
Graças ao pré-sal, o Brasil praticamente triplicará sua produção, que passará dos 2,1 milhões de barris diários em 2010 para 6,1 milhões de barris por dia em 2020.
NUCLEAR
O plano não prevê aumento da oferta de energia nuclear até 2020. Além da usina de Angra 3, em construção, não há outras projetadas.
Em relação ao gás natural, a oferta total será quase duplicada, subindo de cerca de 109 milhões de metros cúbicos por dia em 2011 para 193 milhões de metros cúbicos diários em 2020.
Na área de biocombustíveis, o etanol concentrará maior parte dos investimentos, de R$ 97 bilhões.
O aumento da frota "flex" no mercado brasileiro irá impulsionar a demanda por etanol que, segundo a EPE, deverá triplicar na década, passando de 27 bilhões de litros em 2010 para 73 bilhões em 2020-- sendo 6,8 bilhões de litros para exportação.
A estimativa é que a oferta de energia elétrica até 2020 aumente em 55%, saltando de uma capacidade instalada de 110.000 megawatts (MW) em dezembro de 2010 para 171.000 MW em 2020.
As fontes renováveis --hidráulica, eólica e biomassa-- terão prioridade, segundo Tolmasquim. Mas o plano prevê também a construção de térmicas movidas a combustíveis fósseis, em especial o gás natural.
Com relação às energias renováveis, haverá queda da participação da fonte hidrelétrica na matriz, de 76% para 67% no período. Já a geração de outras fontes alternativas, como usinas eólicas, térmicas à biomassa e PCHs (pequenas centrais hidrelétricas), vai dobrar em dez anos, de 8% para 16%.
O destaque nesta área é a geração eólica, que irá saltar de 1% para 7% da matriz em uma década. Com isso, a fatia de fontes renováveis se manterá em torno de 83% ao final do decênio.

Outro 'Cidade Limpa' - Uma virada sustentável permanente


Outro 'Cidade Limpa' - Uma virada sustentável permanente


07/06/2011 - 07h02



autor: José Luiz Portella Pereira



São Paulo só vai mudar se não desistirmos. Temos que denunciar, reclamar, mas precisamos agregar a isso, otimismo, visão das soluções, ousadia e persistência, para não nos tornarmos uma cidade que só reclama de si mesma.
A C40 passou por aqui. Foi muito importante porque nos mostrou onde estamos na luta contra as mudanças climáticas. Mas esse encontro e suas experiências não devem se transformar em mais um evento que é badalado enquanto ocorre e as personalidades estão presentes e, depois, vai para baixo do tapete. Mero evento festivo.
Participaram 16 prefeitos e 47 representantes de cidades importantes ao redor do mundo. O objetivo foi como enfrentarmos as mudanças climáticas causadas pela ação predatória do homem.
Entre a C40 e São Paulo há 3 vertentes.
A primeira, do atraso. Estamos muito longe do estágio das outras cidades.
A segunda, da esperança. Praticamente todas as experiências são viáveis para nós. Podemos aplicá-las aqui.
A terceira, da atitude. Queremos ou não dar o grande salto?
Como disse, não adianta nos transformarmos num vale de lágrimas. Nem esperarmos que o poder público vá realizar tudo. A responsabilidade é coletiva, cada um com a sua carga.
Se estamos muito atrasados, se vivemos muito abaixo das nossas possibilidades, a desperdiçar potencialidades e incorrendo em erros crucias, a mudança não é coisa pequena. Não é um 'zastrás' de varinha de condão. O período de transição cobra sacrifícios. Nada muda de graça.
Há várias iniciativas, conceitos e projetos apresentados na C40 que merecem atenção.
EXPERIÊNCIAS RELEVANTES
Berlim apresentou as propostas mais ousadas. Suas metas de redução de emissão de carbono são de 40% até 2020 e 85% até 2050. Estão investindo na adoção de fontes renováveis de energia, assim como Toronto.
Houston e Melbourne mostraram que quando se integra universidade, governo e empresas, o planejamento urbano sai sempre ganhando. Há desenvolvimento de novas tecnologias e o engajamento de diferentes setores em prol da qualidade de vida na cidade.
Uma das ações mais interessantes apresentada por Melbourne foi a realização de um mapeamento para analisar a ocupação e então, partindo daí, se planejar a cidade. Quando se sabe quem está em cada lugar da cidade, sabe-se o que precisa ser feito. Além da ocupação, também instalaram os Smart Parkings, que são sensores nas vagas, nas ruas, para monitorarem quando há vagas disponíveis.
Apresentado por várias cidades, como Yokohama no Japão, o uso de painéis solares nas casas para armazenagem de energia em baterias já parece um futuro certo.
Assim como a incorporação da bicicleta como modal, apresentada por Paris, Copenhague, Portland, Bogotá, Nova York e pelo Projeto Bicing, em Barcelona. As cidades estão devolvendo à população espaço ocupado por automóveis. A bicicleta é o modal mais importante na devolução da cidade aos habitantes.
DESAFIOS
Nunca é um mar de rosas. Nesse caminho para vencer os impactos das mudanças climáticas há desafios. Um é a privacidade. Alguns equipamentos que mostram gasto de energia e que monitoram procedimentos dão informações sobre a vida do cidadão. Alguns não aceitam isso.
Jorge Araújo - 21.jan.2000/Folhapress
Vista aérea da avenida Paulista, na região central de São Paulo
Vista aérea do trecho final da avenida Paulista, em São Paulo, na região da Consolação
Outro é a disponibilização da informação. Dados levantados pelo poder público para planejamento devem estar acessíveis a todos. Os governos não podem ser os únicos proprietários dos bancos de dados. Se todos tiverem a informação, além da transparência, vários setores conseguirão organizarem-se melhor.
E é importante que não se tenha ações conflitantes. Muitas vezes, a iniciativa privada vem, por um lado, com a lógica de mercado; e a política para o bem comum, vem por outro. Este choque tende a gerar resistências e atrasos.
Tem poder quem tem informação. E, no caso, o poder sobre a informação da cidade deve ser estendido ao conjunto de habitantes. Isso já está em processo acelerado de harmonização nas cidades pioneiras. Vamos ter que enfrentar tal conflito.
CONCLUSÃO
São Paulo precisa saber se quer ser uma cidade inteligente. Melhor para se viver. Isso implica mudar hábitos correntes, o que fere costumes antigos. Vamos enfrentar juntos, governo, sociedade e empresas, cientes de que todos terão que ceder um pouco para o bem comum ou cada um vai fazer campanha para manter seu interesse específico?
A resposta faz toda a diferença.
Outro caminho inevitável: só haverá sucesso se integrarmos poder público, o indivíduo (cidadão), organizações sociais, as empresas mais importantes da cidade e a universidade, que é a inteligência organizada. Integrar não em discurso vago. Fazê-lo em projetos reais, desafiadores e concretos, presentes no cotidiano. Despoluir os rios Tietê e Pinheiros, por exemplo. É um projeto para a sociedade inteira.
Para concluir, talvez o mais importante nessa transição: acabar com o discurso pessimista e reducionista. Toda vez que se mostra uma solução aparece alguém dizendo que só isso não resolve. Ou que São Paulo não é Londres.
Nada, solitariamente, muda uma cidade tão grande e com tantos problemas que se acumularam por décadas. Não será a bicicleta isolada que irá acabar com os congestionamentos colossais. É o somatório, onde a bicicleta é uma parte do todo.
E, depois de tanta teoria, nada se faz sem líderes. Não só gestores públicos; líderes em todas as áreas a conduzirem o processo. Não há revolução sem liderança.
E lideranças com conceito e conteúdo realmente empenhadas em realizar um projeto profundo de mudanças. Um outro Cidade Limpa, mais amplo.

São Paulo, uma Cidade Inteligente para os brasileiros que vivem aqui.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

COLCHA DE SONHOS








Mais de 4 mil livros de ciência de graça da National Academies Press pela internet

Mais de 4 mil livros de ciência de graça



National Academies Press, editora das academias nacionais de ciência dos EUA, publica todo o catálogo em pdf para ser baixado livremente
06/06/2011
Agência FAPESP – A National Academies Press (NAP), editora das academias nacionais de ciência dos Estados Unidos, anunciou no dia 2 de junho que passou a oferecer seu catálogo completo para ser baixado e lido de graça pela internet.
São mais de 4 mil títulos, que podem ser baixados inteiros ou por capítulos, em arquivos pdf. A NAP publica mais de 200 livros por ano em diversas áreas do conhecimento, com destaque para publicações importantes em política científica e tecnológica.
Os livros podem ser copiados livremente a partir de qualquer computador conectado na internet e mostram o esforço da NAP em democratizar o acesso ao conteúdo produzido pelas academias norte-americanas. As academias, que atuam há mais de 100 anos, são: National Academy of Sciences, National Academy of Engineering, Institute of Medicine e National Research Council.
Os títulos em capa dura continuarão à venda no site da NAP. A opção de ler de graça parte de livros ou títulos inteiros começou a ser oferecida pelo site em 1994. A oferta de todo o catálogo de graça para ser baixado em pdf foi feita primeiro para os países em desenvolvimento.

Mais informações: www.nap.edu 
 

Panasonic planeja “cidade inteligente e sustentável" no Japão

Panasonic planeja “cidade inteligente e sustentável" no Japão


Autoria e fonte/ http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2680

Postado em 05/06/2011 às 14h20
A iniciativa pretende demonstrar que saber articular tecnologias diversas ajuda na construção de uma cidade verde. l Imagem: Divulgação/Panasonic




















O presidente da Panasonic, Fumio Ohtsubo anunciou na semana passada que está trabalhando em conjunto com mais oito companhias para construir uma cidade “inteligente e sustentável” no Japão chamada Fujisawa Sustainable Smart Town (Fujisawa SST). O plano é que utilizem antigos complexos de fábricas da própria empresa. A cidade que poderá abrigar mil casas, espalhadas por 200 mil metros quadrados, ficara pronta até 2014.
A construção da cidade, na Província de Kanagawa, situada cerca de 50 km a oeste de Tóquio,faz parte de um projeto de recuperação de áreas devastadas pelo terremoto e tsunami realizado pela empresa Panasonic com mais oito empresas parceiras. A prioridade na “Cidade Inteligente e Sustentável de Fujisawa” será a consciência energética e ecológica.
A iniciativa pretende demonstrar que saber articular tecnologias diversas ajuda na construção de uma cidade verde. Isso contribui para que estas construções sejam mais valorizadas.
Nos telhados das casas será embutida uma tecnologia de painéis solares, que fornecem energia para a casa e ainda armazenam a energia não-utilizada em uma bateria, própria para este fim, na própria casa.
Já os transportes serão compostos de veículos elétricos. Toda a cidade terá sensores em rede que controlarão a iluminação pública e irão garantir que a energia não seja desperdiçada através de uma “smart grid” local.
Outra ideia é criar um "eixo verde", com parques e plantio de vegetação ao longo das estradas principais. São várias soluções para alcançar um novo estilo de vida e um novo modelo de desenvolvimento econômico.
No site da Panasonic, eles explicam que “o projeto busca criar uma cidade inteligente, que está ligada às redes de energia e de dados desde o início. Através destas iniciativas, a cidade como um todo visa reduzir as emissões de CO2 em 70 %, em comparação aos níveis de 1990”.
A cidade sustentável foi inteiramente planejada a partir de tecnologias verdes modernas. Pretende-se com ela criar outras comunidades tanto no Japão com em outros países, com base neste modelo. O objetivo da Panasonic é receber os moradores de março de 2014 até 2018. 
Confira o vídeo sobre a cidade:







The detailed video report on Channel Panasonic will be available shortly. 

Panasonic's President Fumio Ohtsubo announced on May 26, 2011, it is working together with eight other companies in an eco-conscious smart city project called Fujisawa Sustainable Smart Town (Fujisawa SST). This smart town concept showcases Panasonic's "entire solutions" business model in full scale and will serve as a worldwide model project of an eco-friendly city in action. 
See a news flash by our reporter Cathy in Tokyo, Japan on the announcement. 

For more details visit Panasonic News Portal for the detailed article: http://news.panasonic.net