sexta-feira, 5 de novembro de 2010

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DA ECONOMIA VERDE

 Conferência Internacional da Economia Verde


Realização de palestras, mostra de tecnologias, mostra de cases, sobre os temas: agricultura e florestas, construção civil sustentável, energias renováveis, indicadores, instrumentos econômicos, saneamento ambiental, tecnologias verdes, transportes sustentáveis e turismo.
 
Local: FECOMERCIO rua Plinio Barreto, 289 - Bela Vista - São Paulo- SP
 
Inscrições gratuitas:
 
 

EFICIENCIA ENERGÉTICA - SOFTWARE GRATUITO MARK PROCEL

O que é eficiência energética?

Qualquer atividade em uma sociedade moderna só é possível com o uso intensivo de uma ou mais formas de energia.
Dentre as diversas formas de energia interessam, em particular, aquelas que são processadas pela sociedade e colocadas à disposição dos consumidores onde e quando necessárias, tais como a eletricidade, a gasolina, o álcool, óleo diesel, gás natural, etc.
A energia é usada em aparelhos simples (lâmpadas e motores elétricos) ou em sistemas mais complexos que encerram diversos outros equipamentos (geladeira, automóvel ou uma fábrica).
Estes equipamentos e sistemas transformam formas de energia. Uma parte dela sempre é perdida para o meio ambiente durante esse processo. Por exemplo: uma lâmpada transforma a eletricidade em luz e calor. Como o objetivo da lâmpada é iluminar, uma medida da sua eficiência é obtida dividindo a energia da luz pela energia elétrica usada pela lâmpada.
Da mesma forma pode-se avaliar a eficiência de um automóvel dividindo a quantidade de energia que o veículo proporciona com o seu deslocamento pela que estava contida na gasolina originalmente.
Outra fonte de desperdício deriva do uso inadequado dos aparelhos e sistemas. Uma lâmpada acesa em uma sala sem ninguém também é um desperdício, pois a luz não serve ao seu propósito de iluminação.
Também um veículo parado em um engarrafamento está usando mais energia do que a necessária por conta do tempo que fica parado no congestionamento.
Outros fatores mais sutis explicam muitos desperdícios. Um construtor barateia a construção não isolando o "boiler" e os canos de água quente, pois quem pagará pelo desperdício será o consumidor.
Vale notar que esses efeitos se multiplicam à medida que a energia vai migrando por todos os setores da economia.


Por que se desperdiça energia?


Uma lâmpada incandescente comum tem uma eficiência de 8% (ou seja, 8% da energia elétrica usada é transformada em luz e o restante aquece o meio ambiente). A eficiência de uma lâmpada fluorescente compacta, que produz a mesma iluminação, é da ordem de 32%.

   
Como o preço da lâmpada eficiente é entre 10 a 20 vezes mais caro do que a comum, a decisão de qual delas comprar dependerá de fatores econômicos que consideram a vida útil de cada uma e a economia proporcionada na conta de luz.

 Obs.: A eficiência da luminária e lâmpadas LED  (light-emitting diode) é maior que 80% e a expectativa de vida útil é entre 35.000 e 100.000 h, maior entre os equipamentos de iluminação atualmente disponíveis.

Os cálculos para tomar a decisão acima não são triviais. Exigem o domínio de ferramentas de matemática financeira desconhecidas pela maioria dos consumidores.

A seleção de equipamentos e sistemas mais complexos pode ser mais difícil ainda. Esta é a razão pela qual muitos consumidores usam inadequadamente todas as formas de energia.


fonte: http://www.inee.org.br/eficiencia_o_que_eh.asp?Cat=eficiencia#o_que_eh
manual de dicas de conservação de energia:
http://www.eletrobras.com/elb/procel/main.asp?TeamID={6751E537-0EC0-4B83-BE03-82831A153042}








 Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica - PROCEL
Software Mark IV Plus (necessário cadastrar-se)

O Mark IV Plus é uma ferramenta para diagnóstico e gestão energética no qual o usuário fornece informações sobre a sua instalação. O programa analisará os dados, fornecendo um relatório com a análise do consumo de energia e medidas de conservação de energia a serem tomadas.
O Mark IV Plus apresenta os seguintes módulos de análise: Análise de Contas de Energia, Análise Econômica, Ar Condicionado Central, Ar Condicionado de Janela, Caldeiras, Cogeração, Condensadores a Água, Fornos e Estufas, Iluminação, Motores, Quadros de Distribuição, Refrigeração, Transformadores e Tubulações.

O módulo Principal consolida em um único relatório
os resultados obtidos pelos demais módulos.

Os módulos podem ser executados independentemente, sendo que o de análise econômica serve de auxílio para os demais.

Idioma: português

Licença: gratuita

http://www.eletrobras.gov.br/elb/procel/main.asp?TeamID={3DD177E6-10A6-4359-9BCB-FD2DAD8A6B9B}



http://www.inmetro.gov.br/consumidor/tabelas.asp

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

III SEMINÁRIO DE ÁREAS VERDES:BIODIVERSIDADE E SUSTENTABILIDADE: EXPERIÊNCIAS, PLANOS E AÇÕES



III SEMINÁRIO DE ÁREAS VERDES:



BIODIVERSIDADE E SUSTENTABILIDADE: EXPERIÊNCIAS, PLANOS E AÇÕES



O III Seminário de Áreas Verdes tem por objetivo a troca de experiências entre diversos agentes que atuam em ambientes naturais preservados ou implantados.

As atividades socioambientais desenvolvidas nos parques, nas unidades de conservação (UC´s) e nas demais áreas verdes contribuem para a multiplicação de práticas que apontam para a sustentabilidade.

Essa troca de experiências propicia o enriquecimento e a multiplicação das atividades propostas, contribuindo assim consideravelmente para o aumento da qualidade de vida de toda a população do município e adjacências.

A sistematização dos dados e a publicação de materiais de registro visam alcançar o maior número de pessoas e têm por finalidade, além de disponibilizar práticas positivas, multiplicar os debates e as experiências bem sucedidas.


Local do Evento: Auditório do Museu de Arte Contemporânea - MAC

Parque do Ibirapuera – Portão 3

Pavilhão Ciccillo Matarazzo, 3º andar

Data: 4, 5 e 6 de novembro de 2010.

Horário: das 9 h. às 12:00 h. e das 14 h. às 17 h

Tema dos Trabalhos:



•Recursos Hídricos

•Políticas Públicas e Experiências de Gestão

•Biodiversidade

•Diversidade, Cultura e Sociedade

•Resíduos Sólidos

•Arborização e Recursos Florestais

•Conservação e Uso do Solo

•Tecnologias Sociais e Sustentáveis

•Paisagem Urbana



Inscrições para o Seminário:


Contato: seminarioareasverdes@yahoo.com.br



quarta-feira, 6 de outubro de 2010

1º SEMINÁRIO TETO VERDE e JARDINS VERTICAIS PROJETO FÁBRICA VERDE / SEMDET / UNASP

Iº Seminário de Teto Verde e Jardins Verticais

PROJETO FÁBRICA VERDE

SEMDET / COORDENADORIA DE EMPREENDEDORISMO

Seminário de tendências paisagísticas no meio urbano em diversas metrópoles mundiais.

Alternativas encontradas para a reaproximação do homem com o verde e a melhoria da qualidade de vida que vão além do conforto térmico, aromático, gustativo e estético que estas técnicas podem propiciar, levando em consideração a verticalização das cidades.


1º SEMINÁRIO TETO VERDE e JARDINS VERTICAIS PROJETO FÁBRICA VERDE / SEMDET / UNASP


PROGRAMAÇÃO


8:30 hs – Credenciamento e Material de Apoio

9:00 hs – Abertura ; Vídeo Institucional PFV

9:15 hs – Quadro Vivo c/ Artista Plástica e Paisagista Gica Mesiara

10:10 hs – Propagação e Sustentabilidade de Plantas Ornamentais Instituto Botânica – SMA-SP c/ Engº Agrº Dr. Clovis José Fernandes Oliveira Junior

11:00 hs – Teto Verde - Sky Garden c/ Biólogo Ricardo Cardim

12:00 hs - Sorteio de Brindes

12:00 às 13:00 hs – Intervalo

13:00 hs – Jardins Verticais – c/ Paisagista Alexandre Fang

14:00 hs – Sustentabilidade no Paisagismo c/ Paisagista João Jadão e Eliana Azevedo – Presidente Associação Nacional Paisagismo

15:00 hs – Alternativas Sustentáveis – Empresa Coquim Brasil

15:30 hs – Apresentação Mostra Paisagismo alunos PFV / UNASP

16:00 hs – Encerramento c/ Sorteio de Brindes

OBS: Os Certificados serão enviados pelo Correio



Quinta-feira, 7 de outubro de 2010 - Das 9h às 16h.

UNASP – Estrada de Itapecerica, 5859 – Campo Limpo – São Paulo – SP

Informações: (11) 9255-2288 / 6784-0844 / 8428-0387 / 7382-0790

Para estudantes, profissionais e interessados em jardinagem, paisagismo, sustentabilidade.

Reúna seus vizinhos e amigos e venha aprender um pouco a respeito!

Entrega de certificado de participação!

Sorteio de Brindes para os participantes!

EVENTO GRATUÍTO!



ANTECIPE SUA INSCRIÇÃO!!!

e-mail: fabricaverde.evento@hotmail.com e garanta sua vaga!

sábado, 2 de outubro de 2010

CARTA DE AALBORG (DINAMARCA), UM PACTO POLÍTICO COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

CARTA COMPROMISSO

Fonte: http://www.cidadessustentaveis.org.br/carta



Esta Carta Compromisso e a estrutura da Plataforma Cidades Sustentáveis estão inspiradas nos compromissos da Carta de Aalborg (Dinamarca), um pacto político com o desenvolvimento sustentável que já foi assinado por mais de 2700 municípios.
Os compromissos consideram a participação da comunidade local na tomada de decisões, a economia urbana preservando os recursos naturais, a equidade social, o correto ordenamento do território, a mobilidade urbana, o clima mundial e a conservação da natureza, entre outros aspectos relevantes.

Diante das diferenças entre as realidades brasileira e europeia, foram agregados dois novos eixos temáticos: Cultura para a Sustentabilidade e Educação para a Sustentabilidade e Qualidade de Vida. Assim como, pela mesma razão, foram processadas outras mudanças em itens dos compromissos.
 
CARTA COMPROMISSO PLATAFORMA CIDADES SUSTENTÁVEIS

A Nossa Perspectiva Comum

Nós, candidatos (as) aos Governos Estaduais, ao Senado Federal e à Presidência da República confirmamos

a nossa perspectiva comum de um futuro sustentável para as nossas comunidades.

A nossa perspectiva refere-se a cidades/estados inclusivas, prósperas, criativas, educadoras, saudáveis,

democráticas e sustentáveis, que proporcionem uma boa qualidade de vida a todos os cidadãos e

permitam a sua participação em todos os aspectos relativos à vida urbana.

Os Nossos Desafios

Ao cumprir as nossas responsabilidades de governo e gestão, estamos cada vez mais sujeitos às pressões

conjuntas da globalização econômica e do desenvolvimento tecnológico. Somos também confrontados

com alterações econômicas profundas e com ameaças e riscos, naturais e humanos, para as nossas

comunidades e recursos.

Enfrentamos desafios difíceis: criar empregos numa economia baseada no conhecimento, combater a

pobreza e a exclusão social, assegurar uma proteção efetiva do nosso ambiente, reduzir a nossa pegada

ecológica, responder às alterações demográficas e garantir a diversidade cultural, assim como evitar

conflitos e manter a paz nas diversas comunidades brasileiras.

As Nossas Responsabilidades

Temos um papel essencial em assegurar o desenvolvimento sustentável ao mesmo tempo em que

respondemos os desafios em cooperação com outros níveis de governo. Este papel exige que adotemos

uma abordagem mais efetiva e integrada nas políticas locais e regionais, compatibilizando os objetivos

ambientais, sociais, culturais e econômicos. Simultaneamente, devemos garantir que os nossos esforços

para melhorar a qualidade de vida local não ponham em risco a qualidade de vida de pessoas noutras

partes do mundo ou das gerações futuras.

Reconhecemos que as cidades são, no dia-a-dia, o nível de governo mais próximo dos cidadãos brasileiros

e são oportunidades únicas para influenciar comportamentos sociais e individuais no sentido da

sustentabilidade, por meio da educação e de campanhas de sensibilização.

Podemos apoiar as iniciativas dos municípios, assim como buscar o apoio das prefeituras para a

implementação de estratégias e políticas públicas dos governos estaduais e federal.

A Nossa Resposta: Os Compromissos da Plataforma Cidades Sustentáveis

Nós, candidatos(as) aos Governos Estaduais, ao Senado Federal e à Presidência da República, assumimos

esses desafios e aceitamos as nossas responsabilidades. Adotamos a Plataforma Cidades Sustentáveis

como uma importante fonte de informação estratégica para a elaboração de nossas políticas públicas

para a sustentabilidade.

Pretendemos traduzir a nossa perspectiva comum para um futuro sustentável em metas concretas de

sustentabilidade e em ações integradas nos níveis locais, regionais e nacional.

Adotamos a Plataforma Cidades Sustentáveis como um recurso a partir do qual iremos selecionar

prioridades apropriadas às nossas realidades e necessidades locais e regionais, que deverão ter em

atenção o respectivo impacto global. Iniciaremos processos locais e regionais participativos, no sentido

de identificar metas específicas e horizontes temporais para monitorar os resultados alcançados.

Os Nossos Parceiros

Incitamos todos os níveis de governo, autoridades locais, empresas, instituições de ensino e pesquisa, Ongs,

redes e outras organizações brasileiras a juntarem-se a nós, reconhecendo e apoiando os Compromissos

da Plataforma Cidades Sustentáveis como uma contribuição significativa para os esforços brasileiros no

sentido de alcançarmos a sustentabilidade. Convidamos a todos para que nos apoiem a alcançar estes

compromissos, a monitorar o nosso desempenho e a tornar acessíveis as áreas de conhecimento em que

são peritos.

Os compromisos da Plataforma Cidades Sustentáveis

1. Governança

Nós nos comprometemos a fortalecer os nossos processos de decisão com a promoção dos instrumentos

da democracia participativa.

Por isso vamos trabalhar para:

1.1 Continuar a desenvolver uma perspectiva comum e de longo prazo para cidades e regiões sustentáveis.

1.2 Fomentar a capacidade de participação e de ação para o desenvolvimento sustentável tanto nas

comunidades locais como nas administrações locais e estaduais.

1.3 Convocar todos os setores da sociedade civil local para a participação efetiva nos processos de decisão,

monitoramento e avaliação.

1.4 Tornar as nossas decisões claras e transparentes.

1.5 Promover a cooperação e as parcerias entre os municípios vizinhos, outras cidades, regiões

metropolitanas e outros níveis de administração.

2. Gestão Local para a Sustentabilidade

Nós nos comprometemos a implementar uma gestão eficiente, desde o planejamento, passando pela

implementação até a avaliação.

Por isso vamos trabalhar para:

2.1 Reforçar os processos de Agenda 21 ou outros com vista ao desenvolvimento sustentável local e

regional e integrá-los, de forma plena, ao funcionamento das administrações em todos os níveis.

2.2 Realizar uma gestão integrada para a sustentabilidade, baseada no princípio da precaução sobre o

Ambiente Urbano e seus entornos.

2.3 Estabelecer metas e prazos concretos face aos Compromissos da Plataforma Cidades Sustentáveis

bem como um programa de monitoramento destes Compromissos.

2.4 Assegurar a importância das questões de sustentabilidade nos processos de decisão a nível urbano e

regional, assim como uma política de atribuição de recursos baseada em critérios de sustentabilidade

sólidos e abrangentes.

2.5 Envolver atores diversos para monitorar e avaliar o nosso desempenho, tendo em vista o alcance das

metas de sustentabilidade estabelecidas.

3. Bens Comuns Naturais

Nós nos comprometemos a assumir plenamente as nossas responsabilidades para proteger, preservar e

assegurar o acesso equilibrado aos bens comuns naturais.

Por isso vamos trabalhar para:

3.1 Reduzir o consumo de energia não renovável e aumentar o de energias renováveis.

3.2 Melhorar a qualidade da água, poupar água e usar a água de uma forma mais eficiente.

3.3 Promover e aumentar a biodiversidade, e alargar e cuidar de áreas naturais protegidas e de espaços

verdes.

3.4 Melhorar a qualidade do solo, preservar terrenos ecologicamente produtivos e promover a agricultura

e o reflorestamento sustentáveis.

3.5 Melhorar substantivamente a qualidade do ar.

4. Consumo Responsável e Opções de Estilo de Vida

Nós nos comprometemos a adotar e a proporcionar um uso prudente e eficiente dos recursos e a encorajar

um consumo e produção sustentáveis.

Por isso vamos trabalhar para:

4.1 Evitar e reduzir os resíduos, e aumentar a reutilização e a reciclagem.

4.2 Gerir e tratar os resíduos de acordo com as melhores práticas.

4.3 Evitar os desperdícios de energia, e melhorar a eficiência energética.

4.4 Adotar uma política sustentável de aquisição de bens e serviços.

4.5 Promover ativamente a produção e o consumo sustentáveis, em particular de produtos com rótulos

ambientais, orgânicos, éticos e de comércio justo.

4.6 Promover a inclusão social dos trabalhadores autônomos (catadores e recicladores, entre outros),

fomentando e estimulando a organização e a estruturação do trabalho desses agentes ambientais.

5. Planejamento e Desenho Urbano

Nós nos comprometemos a reconhecer o papel estratégico do planejamento e do desenho urbano na

abordagem das questões ambientais, sociais, econômicas, culturais e da saúde, para benefício de

todos.

Por isso vamos trabalhar para:

5.1 Reutilizar e regenerar áreas abandonadas ou socialmente degradadas.

5.2 Evitar a expansão urbana no território, dando prioridade ao adensamento e desenvolvimento

urbano no interior dos espaços construídos, com a recuperação dos ambientes urbanos degradados

e assegurando densidades urbanas apropriadas.

5.3 Assegurar a compatibilidade de usos entre edifícios e áreas urbanas, oferecendo adequado equilíbrio

entre empregos, habitação e equipamentos, dando prioridade ao adensamento residencial nos

centros das cidades.

5.4 Assegurar uma adequada conservação, renovação e utilização/reutilização do nosso patrimônio

cultural urbano.

5.5 Adotar critérios de desenho urbano e de construção sustentáveis e promover a arquitetura e as

tecnologias de construção de alta qualidade.

6. Melhor Mobilidade, Menos Tráfego

Nós reconhecemos a interdependência entre os transportes, a saúde, o ambiente e o direito à cidade, por

isso, comprometemo-nos a promover as opções de mobilidade sustentáveis.

Por isso vamos trabalhar para:

6.1 Reduzir a necessidade de utilização do transporte individual motorizado e promover modos de

transporte alternativos, viáveis e acessíveis a todos.

6.2 Aumentar a parcela de viagens realizadas em transportes públicos, a pé ou de bicicleta.

6.3 Encorajar a transição para veículos menos poluentes.

6.4 Desenvolver um plano de mobilidade urbana integrado e sustentável.

6.5 Reduzir o impacto dos transportes sobre o ambiente e a saúde pública.

7. Ação Local para a Saúde

Nós nos comprometemos a proteger e a promover a saúde e o bem-estar dos nossos cidadãos.

Por isso vamos trabalhar para:

7.1 Disseminar informações no sentido de melhorar o nível geral dos conhecimentos da população sobre

os fatores essenciais para uma vida saudável, a maioria dos quais se situa fora do setor restrito da

saúde.

7.2 Promover o planejamento urbano para o desenvolvimento saudável das nossas cidades, garantindo

assim os meios indispensáveis para construir e manter parcerias estratégicas para a promoção da

saúde.

7.3 Aumentar a equidade no acesso à saúde com especial atenção aos pobres, o que requer a elaboração

regular de relatórios sobre o progresso conseguido na redução das disparidades.

7.4 Promover estudos de avaliação da saúde pública, como meio de permitir a todos os setores de

atividades focarem o seu trabalho na melhoria da saúde e da qualidade de vida.

7.5 Motivar os urbanistas para integrarem condicionantes de saúde nas estratégias de planejamento e

desenho urbano.

8. Economia Local Dinâmica e Sustentável

Nós nos comprometemos a apoiar e a criar as condições para uma economia local dinâmica que reforce

o acesso ao emprego sem prejudicar o ambiente.

Por isso vamos trabalhar para:

8.1 Introduzir medidas para estimular e apoiar o emprego local e a formação de empresas.

8.2 Cooperar com o tecido empresarial local para promover e implementar boas práticas empresariais.

8.3 Desenvolver e implementar princípios e indicadores de sustentabilidade para as empresas, desde

a localização mais apropriada para cada uma, passando por seus processos e produtos, até a

sustentabilidade das cadeias produtivas em que se integram.

8.4 Encorajar o mercado de produtos locais e regionais de alta qualidade.

8.5 Promover um turismo local sustentável.

9. Equidade, Justiça Social e Cultura de Paz

Nós nos comprometemos em promover comunidades inclusivas e solidárias.

Por isso vamos trabalhar para:

9.1 Desenvolver e implementar programas para prevenir e superar a condição de pobreza.

9.2 Assegurar acesso equitativo aos serviços públicos, à educação, à saúde, às oportunidades de emprego,

à formação profissional, à atividades culturais e esportivas, à informação e à inclusão digital.

9.3 Promover a inclusão social e a igualdade entre os gêneros, raças e etnias.

9.4 Aumentar a segurança da comunidade.

9.5 Garantir habitação e condições de vida de boa qualidade e socialmente adequadas.

10. Do Local para o Global

Nós nos comprometemos a assumir as nossas responsabilidades globais pela paz, justiça, equidade,

desenvolvimento sustentável e proteção do clima.

Por isso vamos trabalhar para:

10.1 Elaborar e seguir uma abordagem estratégica e integrada para minimizar as alterações climáticas, e

trabalhar para conseguir níveis sustentáveis de emissões de gases geradores do efeito estufa.

10.2 Integrar a política de proteção climática nas nossas políticas de energia, de transportes, de consumo,

de resíduos, de agricultura e de florestas.

10.3 Disseminar informações sobre as causas e os impactos prováveis das alterações climáticas, e integrar

medidas de prevenção na nossa política referente às alterações climáticas.

10.4 Reduzir o nosso impacto no ambiente global e promover o princípio da justiça ambiental.

10.5 Reforçar a cooperação regional, nacional e internacional de cidades e desenvolver respostas locais

para problemas globais em parceria com outros governos locais e regionais, comunidades e outros

atores relevantes.

11. Educação para a Sustentabilidade e Qualidade de Vida

Nós nos comprometemos a integrar na educação formal e na aprendizagem ao longo da vida, valores e

habilidades para um modo de vida sustentável e saudável, como descrito na Carta da Terra.

Por isso vamos trabalhar para:

11.1 Prover a todos, especialmente crianças e jovens, oportunidades educativas que lhes permitam papel

protagonista no desenvolvimento sustentável local e regional.

11.2 Promover a contribuição das artes e humanidades, assim como das ciências, na educação formal

para a sustentabilidade.

11.3 Assegurar o papel dos meios de comunicação de massa na conscientização sobre os desafios

ecológicos e sociais.

11.4 Reconhecer a importância da educação ética, baseada em valores, para uma condição de vida

sustentável.

12. Cultura para a sustentabilidade

Nós nos comprometemos a desenvolver políticas culturais que respeitem e valorizem a diversidade

cultural, o pluralismo e a defesa do patrimônio natural, construído e imaterial, ao mesmo tempo em que

promovam a transmissão das heranças naturais, culturais e artísticas, assim como incentivem uma visão

aberta de cultura, em que valores solidários e transculturais estejam ancorados em práticas dialógicas,

participativas e sustentáveis.

Por isso vamos trabalhar para:

12.1 A formulação de parâmetros culturais (referências conceituais e metodológicas para as políticas

públicas de cada ação ou equipamento). Construir amplo diálogo social para desenvolver conceitos

e práticas que religuem o homem à natureza, buscando incrementar a cultura do humanismo com

os preceitos da sustentabilidade;

12.2 Promover a gestão participativa, envolvendo comunidade, profissionais da área cultural e gestores

públicos;

12.3 Garantir o amplo acesso aos espaços culturais existentes, promovendo múltiplos usos junto à

população local, assim como disseminá-los para regiões que ainda não os possuem;

12.4 Buscar parcerias e incentivos para a construção de novos equipamentos, viabilizar a produção

cultural e a promoção da participação popular, priorizando sempre o valor cultural das respectivas

manifestações;

12.5 Estabelecer acesso gratuito ou a preços simbólicos nos equipamentos e espaços culturais públicos.

RECONHEÇO E APROVO O ACIMA DESCRITO, POR MEIO DA MINHA

ASSINATURA:

1. Aprovamos a Plataforma Cidades Sustentáveis.

2. Aprovamos os Compromissos da Plataforma Cidade Sustentáveis.

3. Concordamos em produzir um Documento Base sobre o Diagnóstico da Situação Atual referente aos

temas contidos nos Compromissos Plataforma Cidades Sustentáveis que sirva de ponto de partida para o

nosso processo de estabelecimento de metas. Este Documento Base será produzido no período de até 06

meses após a data da nossa posse. A análise da situação atual incluirá o contexto das políticas, referir-se-á

a compromissos e metas oficiais para com a sustentabilidade e descreverá os principais desafios atuais.

4. Concordamos em implementar processos participativos local, estadual ou nacional para o

estabelecimento de metas que incorporem a Agenda 21 e/ou outros processos de ação para a

sustentabilidade e que tenham em consideração os resultados do Documento Base sobre o Diagnóstico

da Situação Atual.

5. Concordamos em estabelecer prioridades nas nossas tarefas, com o objetivo de abordar os doze

Compromissos em:

1 GOVERNANÇA

2 GESTÃO LOCAL PARA A SUSTENTABILIDADE

3 BENS COMUNS NATURAIS

4 CONSUMO RESPONSÁVEL E OPÇÕES DE ESTILOS DE VIDA

5 PLANEJAMENTO E DESENHO URBANO

6 MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO

7 AÇÃO LOCAL PARA A SAÚDE

8 ECONOMIA LOCAL DINÂMICA E SUSTENTÁVEL

9 EQUIDADE, JUSTIÇA SOCIAL E CULTURA DE PAZ

10 DO LOCAL PARA O GLOBAL

11 EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE E QUALIDADE DE VIDA

12 CULTURA PARA A SUSTENTABILIDADE

6. Concordamos em estabelecer metas específicas para a nossa situação em períodos de 48 meses (prazo

de um mandato) após a data da nossa posse, tomando em consideração os Compromissos da Plataforma

Cidades Sustentáveis como uma fonte de inspiração e estabelecer horizontes temporais relativos às

metas que sejam adequadas para demonstrar os resultados dos nos nossos compromissos.

7. Concordamos em realizar anualmente um monitoramento dos nossos resultados face aos Compromissos

da Plataforma Cidades Sustentáveis e a disponibilizá-lo aos nossos cidadãos.

8. Concordamos em divulgar, periodicamente, informações aos cidadãos acerca das nossas metas e

resultados. Concordamos em agendar uma primeira avaliação detalhada após dois anos da posse no

cargo. Uma primeira avaliação brasileira está agendada para o primeiro semestre de 2013, com eventuais

revisões subseqüentes e uma segunda avaliação detalhada próxima ao final do mandato.

Nome completo e cargo a que concorre em letra de forma:

Partido:

Local e data da assinatura:

Assinatura:

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

BIOENGENHARIA DE SOLOS - ESTABILIZAÇÃO DE ENCOSTAS

Solução encontrada na bioengenharia de solos para estabilização de encostas de um parque.

Bioengenharia de Solos  ou Engenharia Natural/verde - conceitos - FONTE:  http://bioengenhariadesolos.blogspot.com/


  • Técnicas (biotécnicas) em que plantas, ou partes destas, são utilizadas como material vivo de construção. Sozinhas, ou combinadas com materiais inertes, tais plantas devem proporcionar estabilidade às áreas em tratamento. Hugo Meinhard Schiechtl – pai da bioengenharia de solos moderna (1922 a 2002 / Áustria).

  • Área da ciência que se ocupa com a perenização de cursos de água e estabilização de encostas, bem como o tratamento de voçorocas e erosão do solo, através do emprego de material (vegetal) vivo combinado com estruturas inertes como madeira, pedra, geotexteis e estruturas metálicas. Florin Florineth – Professor catedrático do Instituto de Bioengenharia de Solos de Viena / Áustria













sábado, 18 de setembro de 2010

DESTILADOR DE ÁGUA A ENERGIA SOLAR

Esalq cria destilador de água a energia solar
Caio Albuquerque - Agência USP - 04/05/2010

O custo da água destilada é 20 vezes mais baixo. O protótipo é capaz de destilar até 3,3 litros de água ao dia e atende à demanda na área de Química da Esalq.[Imagem: Paulo Soares]Os destiladores convencionais, usados em laboratórios de análises químicas, chegam a consumir até 48 litros de água para se obter 1 litro com índice satisfatório de pureza.



Buscando encontrar alternativas para o gasto excessivo, tanto de água como de energia elétrica, o professor Marcos Yassuo Kamogawa, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, desenvolveu um destilador que produz água de alta pureza com baixo custo de produção e é ambientalmente correto.



Água destilada de baixo custo



"O produto proposto emprega como fonte de aquecimento a radiação solar que produz a vaporização da água sendo posteriormente condensada em um sistema resfriado a gás", conta o professor Kamogawa.



Nos sistemas convencionais, para a produção de 1 metro cúbico (m³) de água destilada o custo estimado é de R$ 280,00 (energia elétrica e água).



Com o equipamento montado pela equipe do professor Kamogawa, estima-se que esse custo possa ser até 20 vezes mais baixo. O protótipo é capaz de destilar até 3,3 litros de água ao dia e atende à demanda na área de Química da Esalq.



Destilador a energia solar



O equipamento, que foi montado em laboratório, é um protótipo construído com peças de aquecedor solar doméstico, com a diferença que, no reservatório de água quente, foi inserido um anteparo de resfriamento para que se capture a água condensada e destilada para uso no laboratório.



"Todo esse processo é feito sem qualquer emprego de energia elétrica, apenas a partir de radiação solar. Assim economiza-se energia e água, uma vez que não há uma fonte de resfriamento onde se perde água corrente e toda a água colocada no reservatório é assim reaproveitada", relata Kamogawa.



Responsabilidade ambiental



Sobre o potencial produtivo, o resultado ainda é relativamente baixo, já que no sistema convencional, em cinco horas de trabalho produz-se até 30 litros de água em média, enquanto o protótipo é capaz de destilar até 3,3 litros de água ao dia, mas ainda assim o equipamento atende a demanda na área de Química da Esalq.



"O potencial de produção ainda é baixo, mas já atende nosso consumo, necessitando apenas que se estoque essa água diariamente", comenta o professor.



O projeto agora tem continuidade na busca para melhorar o desempenho na produção de água e, ao mesmo tempo, utilizar o equipamento como alternativa de dessalinização e para tratamento de resíduos do próprio laboratório.



"Uma análise química qualquer pode produzir um resultante com até 80% de água, por exemplo, e, em vez de enviar esse resíduo para aterro ou incineração, queremos tratar esse composto de modo a reutilizar a água, diminuindo os custos com o descarte e qualificando ações de responsabilidade ambiental dentro do campus."



Destilador economicamente viável



Ainda em processo de aprimoramento, Kamogawa reforça a viabilidade econômica do projeto. Segundo o professor, o destilador solar pode ser oferecido a inúmeros segmentos da cadeia produtiva, podendo inicialmente substituir os equipamentos de purificação de água em laboratórios de análises químicas, clínicas e biológicas.



"Há potencialidade de transferência dessa ferramenta para o setor produtivo, se pensarmos que o sistema de produção de aquecimento solar residencial já é algo estabelecido no mercado, sendo apenas necessário investir em um reservatório adequado para cada setor, mas ainda há de se ressaltar que o benefício ambiental proporcionado pelo destilador solar é o ponto forte do projeto", finaliza o professor.





Fonte: Site Inovação Tecnológica- www.inovacaotecnologica.com.br URL: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=destilador-agua-energia-solar

Citação Bibliográfica - Norma ABNT
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Esalq cria destilador de água a energia solar. 04/05/2010. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=destilador-agua-energia-solar. Capturado em 18/09/2010.









sexta-feira, 17 de setembro de 2010

WORKSHOP "REDAÇÃO DE ARTIGOS EM INGLÊS NA ÁREA DE SAÚDE E AMBIENTE"

FT e Fundacentro realizam workshop - A Faculdade de Tecnologia (FT) da Unicamp e a Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro) realizam, em dois momentos, o workshop "Redação de artigos em inglês na área de Saúde e Ambiente".
Com inscrições gratuitas e vagas limitadas, o primeiro encontro acontece em 30 de setembro e nos dias 1 e 2 de outubro, na FTA (Rua Paschoal Marmo 1888, Jardim Nova Itália), no campus de Limeira-SP.
O segundo workshop será realizado em São Paulo nos dias 4,5 e 6 de outubro, na Fundacentro (Rua Capote Valente 710, em Pinheiros, São Paulo).
Outras informações podem ser obtidas no site da Fundacentro www.fundacentro.gov.br, pelo telefone 19-2113 3419 ou email natalia.pereira@fundacentro.gov.br.
A organização é da professora Gisela Umbuzeiro (FT).



quinta-feira, 16 de setembro de 2010

TECNOLOGIA - Wi-Fi SOLAR: CONEXÃO AO AR LIVRE

fonte: http://www.seesp.org.br/site/todas-as-edicoes-do-je/92-je-371/924-tecnologia-wi-fi-solar-conexao-ao-ar-livre.html

por Lucélia Barbosa




Essa é a novidade desenvolvida por pesquisadores do LSI (Laboratório de Sistemas Integráveis) da Poli/USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo): o protótipo de um sistema de comunicação sem fio em malha alimentado por energia solar.

A tecnologia permite o acesso à Internet sem fio para dispositivos móveis em áreas abertas, como parques, praias, construções e reservas ecológicas. Conforme conta o engenheiro Rafael Herrero Alonso, líder de Projetos de Inovação do LSI, o Wi-Fi solar, como foi batizado, é resultado da sua tese de mestrado finalizada no ano passado. “O sistema é composto pelos módulos de comunicação (roteador), fotovoltaico (painel solar), armazenamento (baterias) e controle de energia. Com exceção do painel solar, os demais equipamentos foram integrados numa caixa que pode ser facilmente colocada em postes ou paredes”, explica.

Para o sistema entrar em operação, o roteador estabelece uma malha de comunicação sem fio, com várias rotas e fornece cobertura wireless para dispositivos móveis e portáteis, como laptops e smartphones, no raio de alcance do sinal transmitido por cada módulo de comunicação, de 150 metros. Já o painel solar é responsável pela conversão da luz natural em energia elétrica contínua para alimentação de todo o sistema.

De acordo com Alonso, como o Wi-Fi solar é um sistema autônomo, há necessidade de acumular energia para compensar as diferenças existentes entre produção e utilização ao longo do tempo. Assim, as baterias recarregáveis armazenam a energia captada pelo sol garantindo a operação do equipamento em períodos sem irradiação solar. “Temos hoje autonomia de 40 horas, mas ainda é pouco, principalmente em São Paulo onde o tempo não é estável. Já para regiões ensolaradas como o Nordeste, o sistema seria ideal”, informa. Segundo o pesquisador, o armazenamento obriga a utilização do módulo de controle de energia, um hardware que faz a gestão do processo de carga, garantindo maior tempo de vida útil às baterias.

Em pleno funcionamento, dois sistemas Wi-Fi solar operam na USP desde 2008 e são utilizados por estudantes e funcionários. “Instalamos dois protótipos em postes de iluminação na Escola Politécnica e mais de 50 pessoas se conectam diariamente à rede solar implementada e transferem em torno de 1GB (Gigabyte) de informação”, disse Alonso.
Vantagens

Entre os benefícios fornecidos pela tecnologia sustentável, destaque para a eliminação de infraestrutura de cabos elétricos, de gastos com projetos de rede sem fio, de mão de obra para instalação elétrica e do próprio custo com eletricidade. Além disso, o sistema permite maior velocidade na instalação já que pode ser colocado em qualquer lugar, confiabilidade em caso de enchentes, imunidade a roedores e menores custos de implementação. “Como o Wi-Fi solar é independente de infraestrutura cabeada, a economia pode chegar a 40% se comparado com a instalação de uma rede tradicional. Outra vantagem é que não precisa de manutenção e interação humana. Portanto uma tecnologia confiável e economicamente viável”, disse Alonso.

Ainda em andamento, a pesquisa pretende aumentar a eficiência do painel solar e diminuir as dimensões e o peso dos protótipos, hoje cerca de 20 quilos. “Nosso objetivo é transferir a tecnologia para uma empresa parceira que fará a industrialização e comercialização do produto”, informa Alonso.

O estudo está sendo realizado no NEM (Núcleo de Engenharia de Mídias) do LSI e teve a colaboração dos professores Marcelo Knorich Zuffo e Roseli de Deus Lopes, da Poli/USP, e do engenheiro Hilel Becher, gerente do NEM. A empresa Heliodinâmica também participou do projeto, fornecendo os módulos de armazenamento e fotovoltaicos.


sexta-feira, 20 de agosto de 2010

IV MOSTRA FIESP CIESP DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DE 24 A 26 DE AGOSTO

A Mostra tem como objetivo ser uma plataforma de divulgação das práticas de responsabilidade socioambiental dos diverso setores da sociedade.
Composta por uma Exposição e um Congresso, a Mostra de Responsabilidade Socioambiental tem como objetivo ser uma plataforma de divulgação das práticas de responsabilidade socioambiental realizadas pelos mais diversos setores da sociedade.
Com grande sucesso, este ano chega a sua 4ª edição, novamente com o compromisso de reunir empresários, governos e a sociedade civil, comprometidos com a criação de novos modelos de gestão, que contribuam para construção de uma sociedade mais inclusiva e pelo desenvolvimento sustentável, aliando o crescimento econômico à responsabilidade social.
Somando as três edições anteriores, reunimos mais de 430 palestrantes, entre ministros, juristas, empresários, acadêmicos e diplomatas, que debateram questões de extrema relevância para a vida nacional, a um público de mais de 20 mil pessoas.
Em 2007, o Congresso da Mostra, pautado no tripé da sustentabilidade, enfatizou o pilar do desenvolvimento social; em 2008, o foco maior foi ambiental, com ênfase na destinação dos resíduos industriais e na produção reversa; em 2009, o destaque foi econômico, quando anunciamos precocemente o final da crise.
Este ano, a ênfase retorna ao pilar do desenvolvimento social, com um tema principal que preocupa as empresas, a sociedade, o Brasil e o mundo: "Desastres climáticos, epidemias, pandemias, drogas e envelhecimento – Ação coordenada para a sustentabilidade global

Venha discutir com especialistas questões fundamentais para construção de uma sociedade mais inclusiva e socialmente responsável.
 
INSCRIÇÃO GRATUITA
 
 
LOCAL: Av. Paulista, 1313 - São Paulo - edifício sede FIESP

PROGRAMAÇÃO

24/08/2010 - 09:30 a 12:00 - ABERTURA - MESA REDONDA Desastres Climáticos Epidemias Pandemias Drogas e Envelhecimento - Ação coordenada para a sustentabilidade global (*** EM LISTA DE ESPERA ***)


24/08/2010 - 14:00 a 15:30 - MESA REDONDA: Envelhecimento e capacidade funcional - Desafio para as empresas e o País (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

24/08/2010 - 14:00 a 15:30 - APRESENTAÇÃO CASES: Educação que faz a diferença. (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

24/08/2010 - 14:00 a 15:30 - MESA REDONDA: A saúde do trabalhador como elemento para a sustentabilidade do negócio

24/08/2010 - 14:00 a 15:30 - MESA REDONDA: Investimento em Educação contribuindo para a gestão sustentável. (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

24/08/2010 - 14:00 a 15:30 - MESA REDONDA: Inclusão Social por meio do Esporte

24/08/2010 - 15:30 a 17:00 - MESA REDONDA: Investimento social privado que contribui para o desenvolvimento local (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

24/08/2010 - 15:30 a 17:00 - MESA REDONDA: Diagnostico de saúde e estilo de vida

24/08/2010 - 15:30 a 17:00 - MESA REDONDA: O desafio de conciliar trabalho e família

24/08/2010 - 15:30 a 17:00 - APRESENTAÇÃO CASES: Prevendo a chegada da aposentadoria

24/08/2010 - 15:30 a 17:00 - APRESENTAÇÃO CASES: Felicidade na empresa

25/08/2010 - 09:00 a 10:40 - Painel: O Pacto Global e a Sustentabilidade (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

25/08/2010 - 09:00 a 12:00 - MESA REDONDA: Desenvolvimento e Sustentabilidade - Debate sobre os relatórios Cities of Oportunity e Vision 2050

25/08/2010 - 11:10 a 12:40 - MESA REDONDA: O SESI e SENAI como parceiros das indústrias na prática da responsabilidade social (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

25/08/2010 - 14:00 a 15:30 - MESA REDONDA: A importância da utilização de águas pluviais para o setor industrial (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

25/08/2010 - 14:00 a 15:30 - Palestra - Cultura como instrumento para a Inclusão Social - Orquestra Jovem Bachiana do SESI

25/08/2010 - 14:00 a 15:30 - MESA REDONDA: Sustentabilidade sob a ótica oficial

25/08/2010 - 14:00 a 15:30 - APRESENTAÇÃO CASES: Vencedores do 5º Prêmio Fiesp de Conservação e Reúso de Água

25/08/2010 - 14:00 a 15:30 - APRESENTAÇÃO DE CASES: Saúde e Educação Ambiental (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

25/08/2010 - 15:30 a 17:00 - APRESENTAÇÃO CASES: Vencedores da 16º edição do Prêmio Fiesp de Mérito Ambiental (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

25/08/2010 - 15:30 a 17:00 - APRESENTAÇÃO CASES: Sindicatos e a Responsabilidade Social

25/08/2010 - 15:30 a 17:00 - MESA REDONDA: Vulnerabilidae das cidades brasileiras - qualidade do ar água e resíduos (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

25/08/2010 - 15:30 a 17:00 - MESA REDONDA: A importância da utilização de águas pluviais para o setor industrial - Continuação...

25/08/2010 - 15:30 a 17:00 - Mesa Redonda: Energia elétrica e meio ambiente - cases nas empresas - NOVA

26/08/2010 - 09:00 a 10:40 - MESA REDONDA: Inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

26/08/2010 - 09:00 a 10:40 - MESA REDONDA: Investimento em Educação: ações que contribuem para o desenvolvimento social (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

26/08/2010 - 10:00 a 12:00 - MESA REDONDA: Mobilidade Urbana Sustentável - Um novo olhar para mobilidade das cidades (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

26/08/2010 - 11:10 a 12:40 - MESA REDONDA: Programas de Saúde e Qualidade de Vida para empresas e comunidade (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

26/08/2010 - 11:10 a 12:40 - MESA REDONDA: Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: práticas voltadas para um mundo melhor (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

26/08/2010 - 14:00 a 15:30 - MESA REDONDA: Voto consciente e o impacto nas questões sociais. - Empresa como agente de transformação.

26/08/2010 - 14:00 a 15:30 - MESA REDONDA: Indústria alimentícia orientada para a saúde do consumidor

26/08/2010 - 14:00 a 15:30 - APRESENTAÇÃO CASES: Ações nas Prefeituras e a sustentabilidade local (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

26/08/2010 - 15:30 a 17:00 - APRESENTAÇÃO CASES: Universidades Responsabilidade Social e Voluntariado (*** EM LISTA DE ESPERA ***)

26/08/2010 - 15:30 a 17:00 - MESA REDONDA: Como as modificações na legislação (FAP / SAT / NTEP) podem contribuir para melhorar a saúde e a qualidade de vida dos trabalhadores na indústria

26/08/2010 - 15:30 a 17:00 - SESSÃO Fundação COGE - Programas de qualidade de vida e seus impactos na produtividade - cases do setor elétrico

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

PARQUES SUSTENTÁVEIS PARTICIPOU DA SESSÃO TÉCNICA: MANEJO SUSTENTÁVEL DA ÁGUA

A Sessão Técnica na SVMA com o eng. civil Gui Castagna teve como objetivo o debate técnico e troca de experiências com relação ao uso sustentável e conservação da água, tendo em vista a aplicação nos projetos dos parques.
Alguns aspectos que foram abordados: estratégias de retenção de água de chuva e integração na paisagem, reuso de água, sanitário ecologico seco e tratamentos de efluentes.

O eng. Civil Gui Castagna que tem como proposta uma visão da Permacultura no desenvolvimento de projetos de design ecológico e sustentabilidade em água, de projetos residenciais a empreendimentos comerciais, incluindo a capacitação de comunidades tradicionais e de baixa renda. É membro do corpo técnico do OIA (O Instituto Ambiental, Petrópolis/RJ), ASSU-Ubatuba(Ubatuba/SP), e proprietário da Livraria Tapioca.Net (www.livrariatapioca.net), dedicada à promoção de títulos voltados à sustentabilidade. Portifólio:http://www.livrariatapioca.net/portifolio_gui.pdf







 
                                                              PADRÃO



Contato:

Gui Castagna

guilherme@designecologico.net


Mais Informações:


Livraria Tapioca

www.livrariatapioca.net



Permacultura no Brasil

www.permacultura.org.br



O Instituto Ambiental (OIA)

www.oia.org.br



PRATICAS DE SUSTENTABILIDADE E DESEMPENHO


O terceiro encontro técnico do ano acontece dia 26 de Agosto, 5ª feira, das 09h00 as 12h00 no auditório da Secretaria de Desenvolvimento Social na Rua Bela Cintra, 1032 – São Paulo/SP(uma quadra da Estação Consolação do Metro), reunindo especialistas da área e a exposição de 01 case Benchmarking selecionado na edição 2009. Neste encontro, os especialistas debaterão o tema Práticas de Sustentabilidade e Desempenho - Políticas e Projetos que melhoram o desempenho da atividade empresarial e a qualidade de vida em sociedade.



Inscrições e Informações na URL: www.maisprojetos.com.br/agenda.php?pag=07bdba



PALESTRANTES:



Mauro Silva Ruiz, Geologo (Unesp) com mestrado em Administração e Política de Recursos Minerais (Unicamp) e doutorado em Geografia (Planejamento em Recursos Naturais) pela Universidade do Sul de Illinois em Carbondale, EUA. Pesquisador do IPT, coordenador do MBA em Gestão Estratégica em Meio Ambiente do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) e fellow do Programa Lead Leardeship for Environment and Development (Rockefeller Foundation).



Maria Cecilia Coutinho de Arruda, Presidente da ALENE (Asociación Latinoamericana de Ética Negocios y Economia), membro do Comitê Executivo ISBEE (International Society of Business, Economics, and Ethics) e Coordenadora CENE-FGV/EAESP – São Paulo/SP/Brasil. Integrante Comissão Técnica Benchmarking Edição 2009



Max Araujo, Gerente SSMA para a América Latina da Firmenich apresentando o Case Benchmarking O que é essencial dura para sempre. Para ver as empresas rankeadas pelo Programa Benchmarking, siga para URL: www.benchmarkingbrasil.com.br/index.php?pag=20dccd



PUBLICO ALVO:



O Encontro Técnico de Agosto é dirigido a Pesquisadores e especialistas atuantes em QSMS - Qualidade, Saúde, Meio Ambiente e Segurança de empresas ou em sistemas produtivos de grandes organizações. Consultores e gestores de RH, MKT, RI, e Sustentabilidade. Assessores, Coordenadores, Gerentes e Diretores e demais interessados no tema. Empreendedores e lideranças Públicas e Privadas. Demais interessados no tema.



SOBRE O ENCONTRO TÉCNICO (FIBoPS Técnica) :



Este encontro técnico é aberto e gratuíto com emissão de certificado de participação online. A participação é gratuita e as vagas limitadas preenchidas por ordem de chegada.



Os Encontros Técnicos são realizados bimestralmente e fazem parte do calendário CEBoPS 2010 (Compromisso Empresarial pelas Boas Práticas Socioambientais). Para conhecer o calendário completo, siga para a URL: www.institutomais.org/pag_instituto.php?cod=224



Os encontros técnicos são realizados há mais de 08 anos pelo GMGA - Grupo Multidisciplinar de Gestão Ambiental em parceria com o Instituto Mais. São encontros abertos e com enfoque gerencial nas práticas da sustentabilidade reunindo publico altamente especializado e formador de opinião.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

PALESTRA “AVALIAÇÃO DE SUSTENTABILIDADE” NA UMAPAZ

A UMAPAZ, EM PARCERIA COM O ROTARY CLUBE DO IBIRAPUERA, PROMOVE A PALESTRA

“AVALIAÇÃO DE SUSTENTABILIDADE”


Dia 13 de agosto, às 13h

Para falar sobre sua visão do conceito de sustentabilidade, a aplicação e forma de avaliação nas áreas urbana e imobiliária, de produtos e serviços, pública e corporativa, a UMAPAZ, em parceria com o Rotary Clube do Ibirapuera, convidou o engenheiro naval e consultor do grupo Sustentax http://www.sustentax.com.br/ , Newton Figueiredo, para a palestra “AVALIAÇÃO DE SUSTENTABILIDADE”, que será realizada no dia 13 de agosto, às 13h.



Newton Figueiredo é conselheiro de várias instituições ligadas aos setores de energia e racionalização de recursos. É membro fundador do Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis e do Green Building Council Brasil.



Serviço: Palestra – “AVALIAÇÃO DE SUSTENTABILIDADE”

Palestrante: Newton Figueiredo    newton.figueiredo@sustentax.com.br

Dia e Horário: 13 de agosto (sexta-feira), das 13h às 17h

Coordenação: Rose Marie Inojosa

Local: UMAPAZ - Av. IV Centenário, 1268 - portão 7-A, Parque Ibirapuera

Participação gratuita

(Não é preciso se inscrever. Pedimos chegar com 15 minutos de antecedência.)